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Os indigentes favelados eram fixados em vidro, arte m�dica incrustada nos jovens que exercitam mem�ria vitral.
Os estudantes recifenses n�o se sabiam privilegiados: tratavam manequins de carne e osso capazes de xistossoma e febre.
Ali se estudavam manequins vivos, melhores que os de pl�stico usados em pa�ses ricos onde o indigente � mais raro.
Um indigente favelado que a cobaia foi promovido viu que o hospital antigo tinha o tecido necrosado.
Tinha paredes necrosadas pelo tempo, o v�rus lento que nos tijolos se infiltrava por dentro, at� no seu cimento.
Diante da situa��o melhor seria restaur�-lo: injetar-lhe vidro imunizado contra o tempo, vidro de museu.
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