O BRAS�O Ter� o nobre rosto oxidado esperando-te, acostumado ao sil�ncio das longas horas em tardes calmas e arenosas quando o passado � refletido na transpar�ncia do vidro. Objeto venerado, espelho do passado, o foscor vai lento proteg�-lo do uso di�rio e ficar� resignado a perguntar por ti, a gritar teu nome com voz de areia. "Que fizeste de ti?" geme o bras�o com a torre de ferro incrustada na madeira. |