O BRAS�O

             


Ter� o nobre rosto oxidado
esperando-te, acostumado
ao sil�ncio das longas horas
em tardes calmas e arenosas
quando o passado � refletido
na transpar�ncia do vidro.




Objeto venerado, espelho
do passado, o foscor vai lento
proteg�-lo do uso di�rio
e ficar� resignado
a perguntar por ti, a gritar
teu nome com voz de areia.




"Que fizeste de ti?" geme
o bras�o com a torre de ferro
incrustada na madeira.



 
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