Lantis,o da grande alma.
Lantis nasceu de uma uni�o for�ada entre uma meio-elfa e um elfo...Sua m�e Shara, era uma meio-elfa, muito bela cabelo loiro e longo, com olhos azuis e muitos claros, jeito delicado, pele clara e macia como p�ssego, mas com g�nio determinante e corajoso, era t�o bela como uma noite em que as 2 luas est�o cheias. Ela vivia em uma cidade de m�dio porte, onde a economia era baseada na agricultura e no com�rcio, ela se encontrava gente de todo tipo, pois a cidade foi constru�da em ponto em que v�rias rotas de com�rcio se cruzavam; ela era poeta, pessoa de grande criatividade e facilidade para escrever, era muito otimista, confiava que o mundo dava voltas e que todo caos em que ele vivia passaria, num lugar onde a paz reinaria e a dor n�o mais existiria; ela casada com um agricultor, pessoa muita pobre e de muita l�bia, chamada Tyllian, ele tinham um minif�ndio, onde plantavam a maioria por subsist�ncia, ela tinha 2 filhos homens com ele, o grande e forte Zac, e o n�o t�o menor e "f�" do irm�o mais velho: Orion. Eles eram pobres mas se ag�entavam como podiam, nunca passando necessidades.
Uma noite em que o c�u estava mais negro, n�o se podia ver nenhuma das luas, ventos fortes apresentavam a chuva forte que iria vir, Shara voltava da biblioteca , onde estava procurando uma inspira��o para seu pr�ximo poema, estava passando por uma rua deserta e mal iluminada, quando ela se depara por um elfo de grande estatura para sua ra�a, com cabelos cor prata e olhos negros, o elfo estava do outro lado da rua e come�a a "mexer" com Shara, ela aperta o passo , mas o elfo come�a a segui-l� , ela come�a correr, mas ele a alcan�a , a segura com for�a e a estupra, logo ap�s possui-la o elfo corre,ent�o ela corre e vai a mil�cia para dar queixa, s� que j� era tarde demais, o elfo j� sai-ra da cidade...Nove meses se passam, Shara falece no parto da crian�a, Tyllian resolve cuidar dela em considera��o a Shara, que tinha resolvido ter esse filho e resolveu cham�-lo de Lantis, em homenagem a seu j� falecido sogro. Depois deste fato Tyllian come�ara a beber todos os dias, n�o havia um s� dia que ele n�o chegava b�bado em casa, seu dois primeiro filhos come�aram a ficar com �dio do mundo, sua m�e morrer� e seu virara um bebum; todos os dias Lantis era espancado por seus dois meio-irm�os e por seu pai adotivo, para eles ele representava todo o �dio contigo naquela casa, eles viam em sua face a morte de Shara e o rosto do pai bandido, pois ele tinha nascido elfo com cabelos cor prata, igual ao pai, e olhos azuis muito claros , igual aos da m�e. Lantis era um jovem muito �gil e astuto, passava horas apenas olhando as coisas de sua m�e, visitava seu t�mulo quase que todos os dias...Por muito tempo Lantis viveu naquela situa��o, at� que o ponto onde ele n�o conseguia mais suportar, as surras tinham se tornado mais freq�entes e �dio deles aumentavam a cada dia, aos 15 anos de idade Lantis foge de casa...
Lantis se refugia em uma floresta aos uns 6km ao sudeste da cidade. A princ�pio Lantis n�o conhecia nada da vida da selva, ele com algumas madeiras consegui construir uma arco muito r�stico e flechas toscas, com isso ele ca�ava pequenos roedores e aves para seu pr�prio sustento, ele se escondia em uma caverna a noite, e de dia saia para ca�ar e conhecer a floresta.Vinte anos se passaram, o pequeno Lantis se transformara em um elfo forte e �gil, com 1,75cm de atura e longos cabelos cor prata, apesar de novo para um elfo, Lantis teve de amadurecer r�pido, j� tinha conhecimentos e a sabedoria de velhos, ele aprendera quase tudo que a floresta lhe podia ensinar, inclusive a sobrevive-la...Lantis resolveu que j� estava na hora de seus temores, enfrentar seus dem�nios, que deveria voltar a cidade...
Lantis finalmente retornar�, parecia que estes �ltimos anos foram pr�speros a cidade, ela havia crescido muito, tinha tornado-se mais bela e mais rica. Ao chegar � cidade procurou saber not�cias sobre sua fam�lia, soube que seu pai adotivo tinha morrido a uns 3 meses e que seus irm�os ainda moravam no mesmo minif�ndio, n�o tinham chegado a se casar ainda.Chegando no local, ele n�o mudara nada, estava intacto, parecia que o tempo n�o passar� l�; a porta da casa estava aberta, Zac estava na mesa bebendo uma garrafa de rum, e Orion apenas olhava-o com uma cara misturada de inconformismo e pena, logo que Lantis entrou Zac se levantou e viu o seu meio-irm�o, reconheceu-o logo de imediato, e j� saiu berrando:
-Voc� matou meu pai, ele morreu de tannto �dio que sentia de voc�s, de voc� e do miser�vel do seu pai, se n�o fosse por voc�s meu pai e minha m�e ainda estariam vivos e felizes , sem um estorvo como voc�!Seu bastardo!
Logo em seguida Zac saiu correndo na dire��o de Lantis e deu um soco, cujo ele desvio com facilidade, e revidou dando um murro bem na cara de Zac derrubando-o no ch�o, e disse:
-Voc� n�o sabe o que fala meu irm�o, eeu nunca fui culpado de nada, nunca fiz nada para que voc�s fizessem isso comigo, sempre fui a boa pessoa, melhor do que voc�s um dia ser�o, eu fui o maior lesado em tudo isso, e voc� ainda me fala que a culpa � minha!?Mas eu perd�o voc�s, serei superior a voc�s, pois n�o sou ningu�m para julgar seus atos apesar de tudo...
Enquanto Orion corria para ajudar seu irm�o, Lantis virou-se e foi embora para nunca mais voltar...
Lantis viveu mais uns 15 anos na cidade como ca�a-recompensas, para capturar pessoas como o seu pai biol�gico , pessoas que a mil�cia n�o conseguia capturar, ele conseguira juntar uma pequena fortuna, tinha comprado uma boa casa, e freq�entemente visitava a floresta e a l�pide de sua m�e. Mas tudo mudou , quando um dia ele foi a feira da cidade e conheceu um velho omayusha que acabara de chegar na cidade, alguns o conheciam pois ele era um bom mercador, tinha itens muito raros, e surpreendentemente ele foi gostou de Lantis, por motivos que s� os omayushas conhecem:
-Ol� , meu jovem aferin!-disse o velhoo com um grande sotaque.
-Ol� meu bom senhor.- disse Lantis corrdialmente.
-Tenho uma coisa perfeita para voc�, ttenho certeza que era isto que voc� esperava.
-Como pode ter tanta certeza?
-Meu jovem, n�o vivo tanto quanto um eelfo, mais sou muito vivido, e conhe�o as pessoas s� de olhar...E tamb�m um pouco de intui��o...
Nisso ele entrou em sua carro�a negra, com desenhos de drag�es orientais em dourado, e em pouco tempo ele saiu com uma armadura feita de metal, mas um metal muito polido e brilhante, que quando a luz refletia nele ganhava um aspecto verde, a armadura era constitu�da de v�rias placas alinhadas perfeitamente, que ganhavam a forma de folha nas luvas, botas , nas partes genitais e em seu pesco�o; e na outra m�o do velho um arco, constitu�do do mesmo metal da armadura, mas tamb�m era constitu�do de marfim e madeira, uma madeira muita estranha que Lantis nunca tinha visto em toda sua vida, enfeitado com 2 grandes placas em forma de folhas perto da mira, na envergadura do arco...Lantis simplesmente ficou fascinado com tais itens, em sua mente s� havia um �nico pensamento, um verso, que ela tinha feito no dia em que ele foi concebido, ele dizia ter sido seu �ltimo suspiro de sua m�e:
"Na vida tudo vale a pena, se a alma n�o � pequena...."
-S�o de origens �lficas eu lhe garantoo. - insistia o vendedor.
-Mas devem ser uma fortuna.
-Na vida tudo vale a pena, se a alma nn�o � pequena.
Lantis ficou espantando,como o velho sabia!?Resolveu nem perguntar, simplesmente aprendeu a aceitar tais fatos da vida, pois a vida n�o foi feita para ser entendida, ela foi feita para ser vivida.
Lantis vendeu quase tudo que tinha, at� mesmo sua casa, pegou todo o seu dinheiro e comprou tais artefatos...Iria come�ar uma nova vida agora,a mesmice que ele vivia j� o estava matando por dentro, ele queria mais de sua vida, se j� tinha sobrevivido a seus irm�os e a floresta ele num ia viver naquela mesmice, o destino tinha lhe dado uma chance e ele aceitar�,e come�ou a vagar o mundo em busca de aventuras, e simplesmnte movido por uma �nica, frase um incentivo: "Na vida tudo vale a pena, se a alma n�o � pequena..."