AVANLLUSHYA
1a Parte: Princ�pio do Universo
Ningu�m pode saber ao certo como tudo come�ou, pois ningu�m esteve l�. Para chegar a esta resposta, os grandes s�bios de Avanllushya reuniram suas teorias para chegar a uma conclus�o. Entre todos esses o dono da teoria mais aceita �: Dask Rammulav (pronuncia-se: Dasque Ramul�). Este grande s�bio ent�o escreveu o Livro de Avanllushya, onde consta tudo o que se sabe sobre a hist�ria deste grande mundo. Vamos ver como foi que tudo aconteceu...
H� muito tempo atr�s, tudo era congelado. O frio era t�o intenso que at� o tempo era parado. Disso surgiu o primeiro deus: Icetius (pronuncia-se Ic�tius), deus do gelo, �gua e da paci�ncia.
Icetius resolveu dar in�cio ao tempo, criando Zedof e Hedin (pronunciam-se Zed�f e R�din), deuses que representam o caos e a ordem... O tempo � feito de ordem e caos? Isso. O tempo � como passar folhas com desenhos seq�enciados: h� a cena (momento em que as coisas acontecem, momento da ordem) e a mudan�a de cena (momento em que vem a pr�xima cena, momento do caos)... assim o tempo vai come�ando a se desenvolver. Esta altern�ncia de ordem e caos � t�o r�pida que � imposs�vel perceber.
Icetius resolveu tamb�m criar Deliar (pronuncia-se Deli�r), deus do destino, para que ele fosse guiando o tempo.
Mas como ele esquentou o universo para que o tempo se movesse? Ele comprimiu as massas gelo, produzindo uma press�o que, por conseq��ncia, produziu calor... Da� Icetius cria: Piriar (pronuncia-se Piri�r), o deus do fogo. Este fez os dois s�is e as estrelas, esquentando mais rapidamente o universo e enfeitando o vazio deixado pelo gelo que se foi. Se tornando, tamb�m o deus da luz.
E o que aconteceu com o gelo? Num virou �gua n�o? Devido � grande temperatura dos dois s�is, o gelo chegou a virar vapor... Mas como o sol e as estrelas n�o ocupam todo o universo, haviam �reas em que o frio ainda existia. Nestas �reas o vapor foi se concentrando. Nas �reas intermedi�rias ficou um vapor mais seco, que deu origem ao ar, Clam�ria (pronuncia-se Clam�ria), ent�o, � criada, a deusa do ar.
Os ventos foram esquentados pelos s�is e as estrelas de modo que formaram poderosas ventanias. Estas ventanias come�aram a empurrar os astros desordenadamente... Que astros? S�is, estrelas e meteoros de gelo. De onde vieram esses meteoros? Nem todo o gelo foi extinto, lembra-se? Ah, � mesmo...
Icetius percebeu que precisava organizar o universo, ou ele se colidiria totalmente. Foi a� que Melgos (pronuncia-se M�lgos) foi criado, pois as movimenta��es dos astros liberaram uma energia que acabou por formar uma for�a magn�tica. Melgos criou a atra��o entre os corpos e junto com Hedin estabeleceu a ordem das �rbitas dos astros universais.
O gelo foi se desgastando com toda a velocidade que se movia, virando poeira. As part�culas de poeira foram se atraindo de forma que essa grande concentra��o gerou o elemento terra, surge Nagader (pronuncia-se Nagad�r), deus da terra. Ele formou esferas de terra, criando os planetas.
As massas de ar foram se juntando aos planetas, e a �gua que havia no universo fez chover. Nos centros dos planetas, devido � grande press�o, formou-se o magma.
Icetius resolveu fazer um novo elemento, um que fosse a jun��o de todos, e da grande energia que havia em um dos planetas surgiu Dishaka (pronuncia-se Dich�ca), a m�e natureza, a deusa da vida, das florestas e da sabedoria... Foi ela quem tocou a nova mat�ria e fez a vida, n�? Exatamente. Foi dela que surgiram as almas.
Para que a vida n�o passasse de objetos animados, Icetius fez Filena (pronuncia-se Fil�na), a deusa que criou os sentimentos e a sorte, para que os seres agissem por conta pr�pria e tivessem o poder de mudar o seu destino.
Ainda n�o era o bastante. Para que os seres vivos n�o enjoassem de viver, e para equilibrar completamente a vida, criou-se a morte e a reencarna��o... Mas a morte n�o � a destrui��o da vida? A morte pode ser ruim, mas sem ela poder�amos viver sofrendo para sempre por causa de um acontecimento ruim. Ahhh... Tem muitos outros motivos tamb�m, como um que surgiu na terceira parte da hist�ria do nosso mundo. Qual? Imagine: escravos para sempre escravos, e reis para sempre reis. Pode ser que a sorte um dia venha, mas a morte � a garantia de que todos teremos chances de ser reis e escravos. Tem raz�o... Da� surgiu Goriac (pronuncia-se Gori�ck), o deus da morte e da reencarna��o. Dizem que Icetius se inspirou no amanhecer e no anoitecer para criar este deus, para que tudo fosse um ciclo: nascer (amanhecer) e depois morrer (anoitecer), para depois nascer novamente, e assim por diante.
Enfim, os 11 deuses foram construindo um universo, at� que...
2a Parte: Nasce Avanllushya, a Terra Perfeita.
Era uma vez uma terra perfeita, maravilhosa. Nesta terra habitavam muitas criaturas, havia mares e florestas magn�ficos. As pessoas que l� moravam, formavam uma sociedade totalmente equilibrada. N�o havia dinheiro, todos comiam, pois sempre havia comida em abund�ncia. Todos usavam as �guas dos rios e lagos � vontade. Trabalhavam, e quando cansavam, iam para casa descansar, talvez voltassem amanh�, se estivessem perfeitamente em forma, se n�o descansaria mais um pouco. Ningu�m mentia, para que mentir se tudo o que quiser conseguir est� ao seu dispor e a sua volta? N�o havia governo, cada um tinha consci�ncia de que vivendo certo, ajudando quem precisa, n�o deixariam de ser felizes. Armas? Ningu�m sabia o que era, n�o haviam guerras. Tudo estava equilibrado e qualquer mudan�a colocaria tudo em caos.
3a Parte: O Come�o do Fim do Equil�brio
Tollabra (pronuncia-se Tol�bra) era uma bela cidade, onde habitavam todos os humanos. L�, em um certo dia, Renegan (pronuncia-se R�negan), um jovem humano, observou, enquanto estava ajudando a reconstruir uma velha muralha que impedia a entrada de animais perigosos, que eram muitas pessoas, assim ele n�o faria diferen�a. Ele lembrou que podia parar de trabalhar para descansar e mesmo assim as pessoas continuariam. Resolveu ir para casa. Pensou "Como isso � cansativo e entediante! Eu vou � deixar meu trabalho para outro e vou me divertir, tenho liberdade para isso, a muralha ser� constru�da da mesma forma".
Ele era jovem demais para entender o equil�brio.
Neste dia, no templo sagrado de Tollabra, um dos sacerdotes, Razir (pronuncia-se Raz�r), sente uma sensa��o de inseguran�a. Suas velas apagam-se repentinamente. Ele ent�o reza para os deuses, e aparece Deliar, o deus do destino e da esperan�a, e diz: "Brevemente tudo ir� mudar, a balan�a est� para quebrar. Voc� ser� o profeta do fim do equil�brio desta terra. Prepara teu povo, pois algo de mal est� para acontecer, algo que nem eu posso evitar".
Quando o sacerdote fala para seus companheiros, todos se assustam e, numa tentativa de se confortarem, o ignoram. Ent�o � noite, Razir acorda e vai at� o ponto mais alto da cidade, e observa toda a beleza. Imagina como ser� a tal mudan�a. Adormece na grama e sonha.
No outro dia vai at� seus companheiros e diz: "O fim vir� do come�o". Os outros sacerdotes acham que ele est� delirando de febre, mas ele estava era quente por causa do sol. Eles ordenam que Razir n�o fale nada disso a ningu�m, pois temem o caos, e que isso seja o in�cio dessa tal mudan�a. Enquanto isso, Renegan vai para o mar e observa o trabalho na muralha enquanto se refresca. E pensa: "Como s�o tolos, eu sou muito inteligente mesmo, tanto que poderia mandar neles". Depois vai para o pomar, e pensa: "para que andar tanto para comer? Se eu posso pegar um monte de frutas e guarda-las em casa". Ent�o come�a a tirar as frutas. Pega 10 vezes o que precisa, para s� ter que voltar depois de 10 dias.
Depois de 2 dias, quando ele vai pegar uma fruta para comer, percebe que est� podre e que todas as outras tamb�m est�o. Ent�o sente uma raiva muito grande, sai de casa e v� uma crian�a sorrindo com uma fruta na m�o. Isso o deixa furioso, vai l� e pega a fruta do garotinho. O menino come�a a chorar, e ele, ao ver isso, pensa: "Como � fraco, eu tenho mais poder do que ele, agora se ele quiser de volta, ele ter� que me dar alguma coisa em troca" e come�a a rir alto do pobre menino.
De noite, antes de Renegan dormir, Dishaka aparece para ele e pergunta porque ele est� agindo assim. Ele fala "Porque sou superior a todos eles, e um dia serei um deus como voc�!". Dishaka, furiosa, lan�a uma maldi��o sobre Renegan e diz: "Jovem demais, voc� � imperfeito e nunca passar� disso!", e desaparece. Renegan, totalmente possu�do por �dio, mata os seus pais e espalha o sangue pela casa, at� saciar-se e adormecer.
No dia seguinte, ele v� pessoas passando fome, elas dizem que as frutas do pomar acabaram para elas. Ele percebeu que levando as frutas ele tirou o que outras pessoas iam comer. Nem ligou. Se olhou no espelho em casa e viu que estava ficando feio, come�ou a se enfurecer de novo, foi at� o quarto e viu que sua cama estava cheia de insetos, por causa das frutas podres. Correu para fora de casa, e percebeu que a muralha ainda n�o tinha sido conclu�da, percebeu que o trabalho estava lento, e que as pessoas estavam seguindo o exemplo dele. Foi ao pomar e viu as pessoas pegando as frutas desesperadas, foi disputar tamb�m. E no meio da disputa todas as frutas acabam, quem n�o conseguiu frutas come�ou a agredir quem tinha. Todos se matando agora, e Renegan percebeu que tinha feito uma coisa muito grave. "Deve ser a maldi��o", pensou. Volta para casa e quando se olha no espelho estava totalmente mudado, e horroroso.
De noite foi para o ponto mais alto da cidade, e viu que a muralha n�o havia sido terminada, e os animais come�aram a entrar, e todas as pessoas come�aram a fugir em p�nico. O caos estava instalado, um jovem, que ainda estava no come�o da vida, estava promovendo o fim de tudo. No templo os sacerdotes trancam tudo, e come�am a rezar, Razir, o profeta, diz que agora tudo mudar�, ser�o todos por si, agora o que vier � lutar para n�o morrer. Mas ainda h� uma esperan�a: acabando com o causador do mal, tudo poderia ser equilibrado novamente.
Renegan, do alto do monte � tomado por uma nova for�a: o mal, que ele passou a controlar. Transforma-se em um dem�nio, e agora quer se tornar um deus. Para conseguir tal fa�anha era preciso dominar o templo e sacrificar todos os monges, para que a liga��o entre os humanos e os deuses fosse cortada e ele poder tomar conta de todos aqueles que perdessem suas religi�es.
Aqueles que subiam a montanha em busca de salva��o davam de cara com Renegan, que falava-lhes que tudo era culpa dos monges, que n�o agradavam aos deuses e tudo estava assim por causa da ira divina. Muitos passaram a acreditar no que Renegan dizia, e este transformou-os em seres semelhantes a ele. Surgiu a Grande Horda de Renegan.
De madrugada, quase ao amanhacer, quando faltava apenas uma das luas se por, a grande horda ataca. Tudo parece estar perdido, mas Deliar leva a energia da esperan�a ao povo e Zedof inspira-os com sua bravura. Para o povo lutar, Nagader molda clavas de bronze e Piriar envolve-as com fogo... A grande batalha come�a.
Mesmo com muito esfor�o e a ajuda dos deuses, o povo n�o estava conseguindo vencer. Icetius ent�o convoca todos os deuses, que se unem em uma corrente poderos�ssima, e com a energia de todos juntos fazem uma tempestade de neve e um gigantesco cometa de gelo � lan�ado sobre a horda...
Ap�s esta cat�strofe, as pessoas que conseguiram fugir viram que uma grande montanha havia se formado sobre a cidade e que o ex�rcito de Renegan foi dizimado. Na verdade, os dem�nios, inclusive Renegan, est�o soterrados l�, at� hoje... E dizem que se por acaso algu�m consiga remover a montanha, eles voltar�o e destruir�o o mundo, n�? Isso, Renegan voltar� mais forte de que nunca se isto acontecer.
A montanha foi batizada como Monte Avanllushya, pois fica no centro do continente central, e � o ponto mais alto do nosso planeta.
Bem, mas nem tudo de ruim acabou: as pessoas sobreviventes n�o tinham abrigo, ent�o se juntaram em caravanas e foram procurar um lugar prop�cio para viverem. Como ningu�m sabia para onde ir, alguns se auto-elegeram l�deres. Por�m isso de v�rios l�deres juntos criou muitas intrigas, ent�o as caravanas se dividiram.
Muitas caravanas foram v�timas de monstros e de povos selvagens. As que prosperaram deram origem �s primeiras cidades humanas.
Embora tenham reconstru�do uma nova cidade, o povo n�o sabia o que fazer agora para voltar ao equil�brio, pois nessas viagens nem tudo dava para todo mundo, o que gerou um grande sentimento de disputa, tornando este sonho imposs�vel. Decide-se que uma elei��o seria justa, agora haver� algu�m governando. O prefeito eleito cria o dinheiro para tentar solucionar a diferen�a de posse. Agora as terras s�o cercadas, e as pessoas t�m que trabalhar, sem descansar, para ganhar dinheiro. Deixam de ser felizes por falta de descanso e lazer. As florestas foram sendo desmatadas, e os mares sendo dominados por barcos pesqueiros que agora pescam o quanto podem, sem pensar no equil�brio da vida marinha. Roubos, mentiras, brigas, �dio, tudo foi vindo. Agora fabricam-se armas para se dominar as pessoas e animais. Tudo mudou, e como mudou.
4� Parte - Depois...
Depois da destrui��o da cidade perfeita, como j� dissemos, os humanos se dispersaram pelo mundo, conquistando os mares, as terras e os ares de Avanllushya.
As principais caravanas dominaram o continente central, onde se desenvolveram grande parte das cidades humanas, no antigo Reino de Clerfestos (pronuncia-se Clerf�stos), um antigo rei que fundou o maior reino j� conhecido. Esse reino se chamava Huidoa, nome que foi dado ao continente central mais tarde, pois abrangia quase todo o continente, incluindo as florestas �lficas e o deserto Dai'Kaladash (pronuncia-se Dai c�ladache), a �nica parte do continente que n�o fazia parte do Reino de Clerfestos, era o monte Avanllushya e seus arredores, devido ao frio congelante que toma conta do lugar.
Entretanto, com a morte de Clerfestos, iniciaram-se brigas pelo trono entre seus 5 filhos. Em meio a toda essa confus�o, um deles prop�s a divis�o do reino em partes iguais para cada um dos 5, assim se formaram 5 novos reinos, o Reino Wistid, o Reino de Orinon, o Reino de Acleesh, o Reino Dhurts e o Reino Atirinjarkes. E cada um dos filhos de Clerfestos passou a comanda-los.
5 � Parte - Fatos Marcantes
Bem, entre a cria��o dos reinos dos filhos de Clerfestos e os dias de hoje, muita coisa, que n�o ser� narrada aqui, aconteceu, desde guerras a alian�as.
Ei, Ramirez, a gente tem que narrar, pelo menos a hist�ria de Raima (leia Ra�ma). Eita! � mesmo! N�o podemos esquecer a hist�ria dela! � melhor falarmos dos fatos mais marcantes que ocorreram durante toda a hist�ria do nosso mundo. Bom, ent�o, vamos come�ar.
5.1 - O "Sacrif�cio" de Raima
Elfos e humanos guerreavam por territ�rios nas fronteiras de Wistid e a Floresta P�rpura. Os elfos de Lagunaz, liderados por Foien (leia F�ien) estavam perdendo, devido � superioridade b�lica dos humanos.
Foi nesse estado que os elfos pediram a ajuda das Feiticeiras de Kalisa, um grupo de mulheres magas que se auto-intitularam seguidoras e herdeiras dos conhecimentos de Kalisa, uma das maiores feiticeiras da hist�ria desse mundo. As feiticeiras dispuseram-se a ajudar, mas disseram que a �nica forma de deter o ex�rcito humano era atrav�s de um artefato, h� muito esquecido, o Bast�o Zaxaz, criado pessoalmente por Kalisa. Esse bast�o tinha o poder de invocar uma onda que percorreria todo o campo de batalha, enfraquecendo os inimigos e fortalecendo os aliados.
Foien, ao saber disto, mandou os melhores aventureiros de sua terra em busca do item, que foi encontrado escondido nas profundezas de uma caverna, junto aos tesouros do grande drag�o Malifesto (leia Malif�sto), sendo protegido dia e noite por ele.
O bast�o foi entregue a Foien, que perguntou a rainha das feiticeiras, Raima, o motivo de tamanha prote��o. Para tal pergunta, a �nica resposta foi que Kalisa o havia escondido para que fosse usado apenas em momentos de extrema crise. Convencido pela resposta, o rei entregou o Bast�o Zaxaz a Raima, que, programou usa-lo � noite daquele mesmo dia.
Agora eu conto! � noite, quando o campo de batalha estava vazio, Raima dirigiu-se ao centro do mesmo, e iniciou o ritual. Nesse momento chegou Derlisur (leia Derlis�r), filho de Foien, que conhecia os reais poderes do bast�o.
Segundo ele, o uso do ritual permitiria ao evocador trazer ao seu corpo todo o poder da falecida feiticeira, a onda, era apenas um dos poderes mais fracos desse artefato.
Ao saber disso, Foien dirigiu-se ao campo, mas foi tarde demais... Raima terminou o ritual antes de ele chegar. O que aconteceu depois foi narrado apenas por alguns elfos que sobreviveram � cat�strofe. De acordo com eles, um rel�mpago azul cortou a noite, mas n�o era um rel�mpago normal, produziu um ribombar dezenas de vezes mais forte e sua luminosidade era incr�vel. O raio caiu exatamente na rainha das feiticeiras. A isso seguiu-se uma claridade ainda maior, e a onda citada por Raima, foi uma onda de destrui��o, acabando com tudo que estivesse na sua frente. Muitos morreram pois tinham ido assistir ao ritual para depois ir ao ataque, os poucos sobreviventes estavam escondidos nas trincheiras, abaixo do solo e protegido por campos m�gicos, o que n�o justifica sua sobreviv�ncia, j� que, segundo eles, essa magia era mais forte do que qualquer outra j� praticada em Avanllushya e poderia destruir facilmente os campos... Talvez Raima quisesse que eles continuassem vivos... Depois disso, ningu�m sabe o que aconteceu, os soldados sobreviventes depois de procurar pelos sobreviventes e n�o encontrar nenhum vest�gio do corpo de Raima, fugiram.
At� hoje, n�o se sabe o que aconteceu com ela, as feiticeiras desapareceram, e muitos dizem que Raima morreu na invoca��o. O rei Foien morreu, seu filho forjou uma alian�a com a rainha de Wistid, e nunca mais se ouviu falar de uma guerra entre esses reinos. Parte da Floresta P�rpura tornou-se m�gica, qualquer ser que l� entre consegue sentir isso.
5.2 - Coloniza��o do Continente Sudeste
O descobrimento deste continente, conhecido como Werer, foi feito pelos pescadores de Acleesh. Mas como eles tiveram esta id�ia? Os pescadores observaram que, quanto mais longe da terra eles pescavam, maiores eram os peixes... Sim, e da�? Da� que os mais ambiciosos foram cada vez mais longe, imaginando que achariam peixes que dessem para alimentar cidades inteiras, e isso daria muito dinheiro. Assim, um dia foram t�o longe, que acharam um novo continente.
Mais tarde, em troca de dinheiro, passaram a noticia para o rei de Acleesh, que imediatamente organizou uma expedi��o para ir em busca de riquezas e novos territ�rios.
N�o demorou muito para que os outros reinos percebessem a grande movimenta��o no Mar Suk, e aos poucos foram resolvendo explorar tamb�m aquela regi�o.
Acleesh montou 3 col�nias, e cada um dos outros reinos apenas 2, com exce��o de Wistid, que fez apenas 1, pois passava por um per�odo de guerra com os elfos de Lagunaz.
A coloniza��o foi selvagem por parte da maioria dos reinos dominadores, que extinguiram os b�rbaros (povo selvagem que vivia por l�, e assim eram chamados) de todos os seus territ�rios. Apenas o reino Wistid, que por estar enfraquecido, aceitou que os b�rbaros vivessem em paz em seu territ�rio.
Este per�odo durou 200 anos, at� que unidas, as col�nias forjaram um poderoso ataque de surpresa que possibilitou a independ�ncia de todas elas.
Dessa guerra de independ�ncia, surgiram 6 reinos, dos quais apenas 5 existem at� hoje. Mas foram 10 col�nias, por que formaram apenas 6 reinos? Vou dizer agora. A col�nia mais pr�xima ao continente central foi a que mais sofreu com a guerra, sendo completamente devastada. Durante a guerra, as 2 col�nias de Orinon se uniram, e assim formaram apenas um reino. Sim, ainda faltam 2... A col�nia de Wistid era muito fraca, assim foi dominada pelos cl�s b�rbaros que se uniram no momento da guerra, mas como essa uni�o n�o durou muito tempo, a regi�o n�o ficou nas m�os de ningu�m, e at� hoje � uma zona disputada pelos pr�prios cl�s que l� habitam. T�, e a outra? Bem... Rudak, um dos reinos formados, dominou o territ�rio dessa col�nia.
Os reinos formados foram: Fintalli, Morphin, Gallis, Ramor, Nord e Rudak. E qual foi destru�do? E por que? Rudak, pois, como foi a col�nia que mais demonstrou poder na guerra, tentou dominar as outras, 10 anos depois... E dominou a 10� col�nia l�! Foi, mas o seu ambicioso rei subestimou os ex�rcitos alheios e o reino foi violentamente destru�do. T�, e os territ�rios desse reino? Foram divididos entre os vencedores.
5.3 - A Doom Bringer
Ramirez, tem certeza que voc� quer falar sobre isso? Chrollo, n�o � querer, � dever... Se eu n�o falar, Icetius vai me matar... Bom, ent�o fala sozinho a�, eu vou me esconder debaixo da cama... Vai, vai p�ssaro medroso, s� assim voc� n�o me enche o saco...
Bom, voc�s lembram do Renegan n�? Pois �, pouco antes de tentar a invas�o com a sua horda, ele criou uma espada, a qual concentrava toda energia maligna que possu�a seu corpo, o nome dessa espada era, como voc� j� deve ter descoberto, Doom Bringer.
Bem, foi com essa espada que ele lutou com o avatar de Icetius. Com sua morte, a espada foi roubada por um humano, Dermiakov.
Esse maluco, envolvido pela ambi��o de possuir os poderes de Renegan, foi tomado pela maldade da espada e alcan�ou grandes poderes, menores que os de Renegan, mas ainda grandes.
Com esses poderes, ele fundou uma seita, que buscava, acima de tudo, ressuscitar Renegan.
Entretanto, as pessoas normais, � porque para seguir Renegan o cara s� n�o pode ser normal... Enfim, as pessoas normais descobriram essa seita antes de ela se alastrar pelo continente.
Houve muitas mortes, principalmente causadas pelo portador da espada. Entretanto, um grupo de aventureiros formado por: Ken Kolodiuk, Vladinova, X e X, conseguiu derrot�-lo.
A espada foi dada a Ken, para que esse, sendo o mais experiente do grupo a guardasse. Entretanto, ele apenas a escondeu de seus filhos no s�t�o de casa, o qual teve, depois de algum tempo, sua entrada tampada por pura imprud�ncia de Ken: "�... acho que n�o tem nada de futuro l� embaixo n�o, vou tampar isso aqui, n�o serve de nada mesmo...".
Assim, uma das espadas mais perigosas do nosso mundo, encontra-se no subsolo da casa de Ken Kolodiuk, a n�o ser que os �ltimos rumores sejam verdadeiros, rumores estes que narram que Alys, filha de Ken, est� passeando por a�, com a espada...
Acabou?? J� medroso, falta s� dizer os poderes desse bagulho e a gente passa pro pr�ximo item. Ufa! Ainda bem, pode deixar que eu digo. Certo. Enquanto isso vou ali tirar um cochilo...
Bem... segundo esse pergaminho aqui, os poderes da Doom Bringer nunca foram totalmente conhecidos, tudo o que se sabe � que todos os seus poderes baseiam-se no mal, e que ela pode invocar seres do submundo para o combate. Dizem ainda que... Chrollo!!!!!!!! O que � essa po�a amarela embaixo da cama!?!?!? Voc� urinou de medo!? P�ssaro medroso!!!! Ops! Pessoal, depois a gente se fala! Volta aqui!! Droga, vou ter que limpar isso...
Bom, antes deixa eu dizer qual o �ltimo rumor: dizem que ela � capaz de trazer de volta o esp�rito de Renegan, para habitar no corpo do portador da espada.
5.4 - As Guerras da Magia
Bom em Avanllushya, existem quatro tipos de magos elementais, os Icetistas, usu�rios das magias provenientes de Icetius... D�-lhe ICETIUS!!!!!!!!!!!!!!!!!!! J� voltou Chrollo? � n�... S� n�o te bato agora porque estou falando de guerra, e se eu me interromper, vai atrapalhar tudo. E o que voc� acha que fez agora? Por acaso voc� n�o se interrompeu n�o? Ah! Se dane! Foi mal pessoal, continuando, os icetistas s�o usu�rios do poder elementais do gelo e da �gua, os Piromantes, que usam as magias provenientes de Piriar e usu�rios dos poderes elementais da luz e do fogo, os Nagad, usu�rios do poder criado por Nagader que s�o os poderes elementais da terra, e os Clamers, aqueles que buscam o poder vindo de Clam�ria e usu�rios do poder elemental do ar.
Bom, como voc� j� deve ter percebido, cada um desses magos toma conta de um poder diferente. E que os cretinos dos piromantes usam o fogo, contr�rio ao grande ICETIUS!! Ta bom Chrollo! Mas por causa dessas diferen�as e do orgulho da maioria desses magos em se achar superior aos demais, aconteceram as Guerras da Magia.
Ao todo foram tr�s, ocorridas logo depois de Melgos dar o poder da magia aos mortais, quando esses ainda aprendiam a control�-lo, e quando Icetius e Piriar ainda eram inimigos.
As diferen�as entre Icetius e Piriar, nasceram, segundo alguns s�bios, devido � disputa pelo amor de Dishaka entre eles. Entretanto, Dishaka sempre foi fiel a Icetius, gerando a revolta de Piriar.
Essa revolta foi passada para seus seguidores, os quais passaram a odiar os icetistas. O que terminou por gerar tr�s guerras seguidas, as Guerras da Magia.
Nessas guerras, travadas mundialmente, os clamers permaneceram imersos no seu orgulho e imparciais, j� os nagads, juntaram suas for�as para tentar parar o conflito, esfor�os esses que de nada serviram devido ao incr�vel poder de ambas as partes. As guerras s� acabaram quando Piriar, convencido de que nunca teria o amor de Dishaka e de que sua guerra pessoal estava causando danos irrepar�veis, mandou ordens aos seus seguidores para que esses propusessem a paz, a qual foi aceita por Icetius sabiamente.
Entretanto, at� hoje, muitos os piromantes ainda t�m raiva dos icetistas e vice-versa. Assim, � muito dif�cil encontr�-los agindo juntos.
5.5 - A Lenda do Antigo e os Guardi�es
Bom, como esse cap�tulo est� cheio de lendas e hist�rias, vamos a mais uma.
H� algum tempo... Ei Ramirez, voc� n�o vai vir com outra hist�ria cabulosa n�o, n�? Chrollo animal, eu tenho que contar tudo, n�o me importa se voc� tem medo ou n�o.
N�o, eu n�o estou com medo, nesse tempo que eu fiquei fora fiz um curso ali de como n�o ter medo de hist�rias que causem medo em aves, com o professor Aiq Medw! Rapaz! Que legal Chrollo! Ent�o, narra essa lenda a� que eu vou no banheiro. N�o. U�, n�o por que? Porque... Porque... Porque vou no banheiro. Ah t�... certo... ent�o vai l�.
Bom, continuando, h� algum tempo, um mago muito poderoso fez uso da magia metamorfose e transformou-se num drag�o de um tipo muito raro, um drag�o de prata. Bem, parece que o uso de tanto poder m�gico o enlouqueceu, ele, que antes era um mago pacato e calmo, tornou-se um monstro agressivo, orgulhoso e sedento por sangue.
A isso, sucederam-se muitas mortes, at� que os deuses tentaram, mais uma vez tomar partido em um assunto mortal. Deliar disse para que dessem um pouco mais de tempo, argumentando que os homens deveriam usar seus pr�prios poderes para resolver seus problemas.
Os deuses, preocupados com a situa��o e com as mortes que aumentavam cada vez mais, reuniram-se e decidiram pedir a permiss�o de Deliar para conceder a quatro mortais poderes elementais, que depois de muito pensar, aceitou.
Assim, nasceram os quatro guardi�es. O primeiro, dono do poder do gelo e da �gua e aben�oado por Icetius, era um humano e se chamava Firdus. A segunda, aben�oada por Clam�ria, era uma elfa, cujo nome era M�lien. O terceiro, Kirim, um an�o, foi aben�oada por Nagader. Por fim, Piriar aben�oou um hobbit chamado Diu.
Esses tr�s seres receberam poderes antes nunca vistos, mas acumularam, cada um, uma d�vida para com o mundo e seus deuses, tendo que sempre buscar o bem estar de toda Avanllushya.
Para alcan�ar isso, sua primeira miss�o foi destruir o Antigo (o mago-drag�o, que ele se autodenominou assim, sabe-se l� por que...).
Depois de algum tempo de luta, eles perceberam que as magias do mago, continuavam perfeitas, assim, chegaram a conclus�o que a destrui��o desse monstro era imposs�vel.
Assim, eles fugiram da primeira batalha, para se recuperar e tentar pensar em um plano. Foi quando Firdus teve a id�ia de aprision�-lo, num lugar odiado pelo mago. Sabendo que o h�bitat natural do drag�o de prata s�o os p�los, decidiram aprision�-lo no deserto ao Sul do continente principal.
Mas, restava ainda a d�vida de como fazer isso. Surgiram muitas id�ias, como edificar uma pris�o de areia, ou de fogo, ou at� de gelo. Mas a id�ia que venceu, foi usar sua pr�pria m�gica contra ele.
O plano consistia no seguinte, sabendo que as magias do mago conseguiam ser mais poderosas que os guardi�es, esses j� haviam ouvido das pesquisas do mago antes da metamorfose, as quais eram sobre uma magia extremamente poderosa, e sabiam que ele havia se transformado em drag�o para conseguir mais energia m�stica (PMs!!)... Eita Chrollo! Voltou? J�?! Bom, ent�o assista a� ao final da hist�ria... pois a energia que ele possu�a n�o era suficiente. Sabendo disso, os guardi�es decidiram doar parte de sua energia para ele, na esperan�a que, devido a sua ambi��o, o drag�o usasse a magia assim que conseguisse os PMs necess�rios e assim, se autodestruisse.
Foi o que eles fizeram, atra�ram o drag�o para o deserto e, l�, os guardi�es doaram parte de seu poder para o monstro, que, como imaginado, imediatamente conjurou a magia.
Aquele foi o momento mais fant�stico da vida daqueles 5 seres, a magia ancestral, conjurada pelo mago, modificou a rota��o e a transla��o do planeta, alinhando os dois s�is e as luas na ordem, a partir de Avanllushya: Sol maior, Sol menor, e as luas. Desse alinhamento, nasceu um raio luminoso, que, ao entrar na atmosfera, tornou-se verde, um pouco depois, azul, depois, vermelho, e por fim negro, o raio caiu sobre o campo de batalha, envolvendo todos na escurid�o total, e deixando todos desacordados.
Quando M�lien acordou, percebeu que o lugar atingido pelo raio, tornara-se um buraco perfeitamente redondo, que levava ao n�cleo do planeta. Entretanto, diferentemente do que se esperava, a lava n�o jorrou, parecia haver sobre ela uma pel�cula negra que a impulsionava para dentro.
� medida que os outros acordaram, chegaram � conclus�o que o lugar para aprisionar o antigo era aquele e pediram ao an�o que edificasse um templo naquele lugar, em volta do buraco, logo depois que M�lien usasse seus poderes do ar para jogar o Antigo l� dentro.
Tudo foi feito como planejado, depois de jogar o Antigo no buraco, apesar da conjura��o de Kirim ter sido muito r�pida, foi poss�vel perceber que a pel�cula negra desistira da lava incandescente para envolver o corpo inerte do drag�o, que, nesse momento acordou soltando um rugido que ensurdeceu os guardi�es momentaneamente.
Com a cria��o do templo e o selo do mesmo pelos quatro guardi�es, o Antigo foi preso e encontra-se adormecido at� hoje.
Ei Ramirez, tem aqui no pergaminho uma coisa que voc� n�o leu, tem assim:
Ningu�m sabe ao certo
Ningu�m o viu de perto
E sobreviveu
Nem mesmo um s� plebeu
S� n�s, os guardi�es,
O vimos
E, ao lembrarmos de suas fei��es
Ainda nos aterrorizamos
Portanto Mortal
N�o se atreva
A ultrapassar o portal
Da Treva
Acredite-me
A morte nos espreita todos os dias
N�o te aconselho
A l� busc�-la ir.
O que � isso Ramirez? � o poema que Firdus fez e ficou na entrada de Dai'Kaladash, o templo da Treva, o lugar onde o antigo permanece vivo, mas coberto pelo poder que ele mesmo despertou e que ainda n�o sabemos se o faz mal ou bem...
Mas n�o tem jeito de ningu�m tirar ele de l� n�o, n�??? Bem... os guardi�es fizeram um trabalho bem feito, mas se algu�m conseguir passar pelos labirintos e obst�culos daquele t�mulo... bem, n�o se sabe, talvez essa pessoa o possa libertar. Mas ningu�m nunca fez isso n�o n�??? N�o, n�o, at� por que a chave de l� se encontra at� hoje com os guardi�es. Ufa! Ainda bem! Bom, pelo menos estava da �ltima vez que tivemos not�cias deles.
Ei! Ei! Ei! Que foi Chrollo? Presta aten��o: se esses guardi�es s�o t�o poderosos, por que eles n�o intervieram na confus�o da Do-Do-Do-Doom Bringer? Ah! Era isso? O que aconteceu foi que o deuses os proibiram de intervir devido a presen�a de seres normais que tinham chances de ganhar, e foi o que aconteceu, o grupo de Ken venceu e ficou com a espada. Ah bom! Se � assim, t� certo.
5.6 - Tamagor
Bom, no continente sudeste, havia, h� muito tempo, uma cidadezinha chamada Rogueat, de onde foi expulso um rapaz por cultivar as artes da necromancia.
Esse garoto, cujo nome era Zinsh, fugiu para Rymuok, de onde partiu para Kaimb, cidade portu�ria, em busca de uma transporte at� o continente principal.
Depois de chegar l�, ele ficou sabendo da exist�ncia de um anci�o nas Ilhas da Morte, a sudoeste desse continente, e a oeste do Lago Hidrius.
Gostando do nome do lugar e do que ouvira sobre o velho, para l� ele partiu, e descobriu que o velho era um antigo mago necromante, conhecido como Mecriot. Depois de muitos testes, ele aceitou treinar Zinsh nos caminhos da magia negra, at� que esse atingiu um n�vel de conhecimento t�o alto que descobriu como transformar-se num Lich. Certo, e o que raios � um Lich? Lich, p�ssaro est�pido, � o morto vivo mais poderoso de todos, com poderes m�gicos que podem superar muitos dos nossos maiores magos, mas com um �nico defeito, a sua alma. Ela, durante o ritual de transforma��o, passa para dentro de um cristal, que passa a ser protegido pelos Lichs com todo o seu poder. Saquei! Quer dizer que pra ganhar dele, tem que destruir essa pedra? Pelo menos esse � o �nico jeito conhecido...
Bom, assim ocorreu com Zinsh, depois do ritual, sua alma foi transportada para um diamante negro, uma pedra rar�ssima, e praticamente imposs�vel de ser quebrada por meios mundanos.
Com o ritual, Zinsh alcan�ou um n�vel de poder jamais imaginado, nem menos pelo seu mestre. Com todo esse poder, ele derrotou Mecriot... S� derrotou? N�o matou n�o?? N�o, ele o deixou vivo como agradecimento pelo que ele o havia ensinado. Da�, ele come�ou a arquitetar um plano para criar um reino s� seu, um lugar em que todos pudessem ver seu poder, algo grande. A� foi quando ele se lembrou de Rogueat? Exatamente, essa cidade se encontra quase no meio do continente Sudeste e tom�-la n�o deixava de ser um meio de se vingar.
Com um objetivo, Zinsh come�ou a reunir seu ex�rcito, um ex�rcito de mortos-vivos, para o qual ele precisou destruir muitas cidades.
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O RESTO SER� CONTINUADO MAIS TARDE!!! Yeah!!