Aquele que brandiu a chama da esperan�a



Era um belo dia de manha, o sol j� estava a pino as nove da manha, mas corria uma leve brisa que dava um frescor imensur�vel, fazendo assim esquecer aquele calor. Os hobbits pareciam estar muito ocupados com o seus afazeres que n�o se davam conta do calor. Existia muito mais hobbits do que se imaginava naquela cidade, bela com suas pequenas casas em estilo bem antigo, o que fazia o nosso hobbit soltar suspiros pois adorava tudo que era relacionado a historias, n�o se importando se era apenas pequenos objetos ou um documento hist�rico, se era historia ele gostava. J� fazia dois dias que ele estava naquela cidade apenas admirando suas casas e sua gente estranha, para seus padr�es. Vinha da regi�o ao oeste e n�o conhecia bem aquele povo. Veio a essa cidade com um motivo em especial passar uma temporada com seus parentes que a muito n�o via, o problema era que essa cidade era grande (para os padr�es dele claro) e ele n�o sabia onde seus parentes moravam, e parece que mais uma vez n�o sabia onde estava, ficara distra�do olhando as casas e se perdeu de novo, coisa constante nos �ltimos dois dias. Olhou em volta e percebeu que estava na porta de uma estalagem, e que para sua admira��o era, com certeza, uma das casas mais velhas que j� tinha visto. Estava escrito acima do arco da porta da estalagem: Salgueiro an�o. O hobbit entrou na estalagem, a porta as dobradi�as da porta demonstraram que elas precisavam de um �leo a muito. Ao entrar tinha uma boa quantidade de hobbits, gar�ons passavam de um lado para o outro entregando pedidos, e um velho hobbit estava no balc�o com um copo na m�o e uma flanela na outra; a inten��o seria limpar os copos, mas o velho estava dormindo em p�, segurando o mesmo apenas como a for�a da a��o. O nosso hobbit se dirigiu para esse velho - com licen�a, senhor.... senhor.
- o que???.... estou limpando, estou limmpando s� estava pensando em alguns assuntos - percebendo que n�o era nenhum dos funcion�rios se acalmou - filho, quase que voc� me p�e no caix�o mais cedo, tenho muito que durar ainda. N�o fa�a mais isso � falta de educa��o atrapalhar quem esta trabalhando.
- Bem..., h�, desculpe, o senhor deve teer bastante trabalho para fazer. Mas eu queria s� uma informa��o, voc� poderia me dizer onde mora Tuna Rosas?
- Tunas Rosas..... n�o, n�o me lembro dee ningu�m com um nome t�o estranho, Tuna Rosas... - o hobbit j� se preparava para sair quando - TUNA ROSAS!!!!!!!!! - o velho gritou, fazendo com que o hobbit, com o tremendo susto ca�sse da cadeira onde estava sentado com um grande estardalha�o e numa posi��o muito c�mica que fez com que todo mundo que estava no Salgueiro an�o dar gargalhadas. Alguns gar�ons vieram ajudar o pobre hobbit, depois de rirem muito, ate mesmo o velho n�o pode se ag�entar - agora foi voc� que quase me levou mais cede para o caix�o, podia ser ao menos amais discreto.
- Desculpe, � que a mem�ria voltou num llapso, n�o que eu esteja ficando velho mas � trabalho demais. Bom, Tuna Rosas ela mora.... perae quem � voc�?
- Ah eu sou um parente distante dela, Riick Pastos, vim passar uma temporada aqui. - Voc� � dos Pastos, eles se mudaram desssas bandas � muito tempo atr�s, tanto tempo que nem meu bisav� n�o lembra. Mas Tuna mora um pouco a noroeste daqui, ela se mudou daqui a algum tempo com seu marido, foram feitos um para o outro os dois estranhos, voc� devia ter escutado.... - N�o obrigado, preciso ir estou bastantte atrasado.
Ent�o saiu do Salgueiro An�o e rumou em dire��o ao noroeste.
Conseguiu finalmente avistar a casa de Tuna ao longe, uma casa que ficava distante das outras e que os hobbits n�o costumam ir para l�, ficava um tanto distante da cidade parecendo totalmente desabitada. Gra�as a muitas ajudas, na quais a maioria se calava ao ouvir falar de Tuna, mas ainda assim ele conseguiu. Chegou finalmente, Rick, a casa de Tuna, bateu na porta, passou-se uns minutos e pode-se ouvir passos, mas depois cessaram, como que se tivessem parado um pouco antes da porta. Bateu mais uma ves, Rick. Ouviu-se a porta sendo aberta por dentro, e uma hobbit colocou a cabe�a no pequeno espa�o aberto da porta - em que posso ajuda-lo?- disse, mas mal tinha acabado de falar e olhou Rick de cima a baixo, e num ato repentino pulou ao pesco�o de Rick - RICK!!!! Que surpresa, mas que surpresa mesmo.
- mas tia, como voc� sabe que sou eu? Neem avisei que viria
- eu posso ter visto voc� bem pequenino mas ainda lembro do seu rosto, apesar de n�o ter mudado nada, voc� apenas esticou. Mas deixe de trelel� e entre, entre.
Rick entrou na casa e ficou maravilhado pois nela parecia ter regredido no tempo pelo menos uns 200 anos. Tudo nela era antigo, a coisa mais jovem era a moradora (que tamb�m n�o � t�o jovem assim). A casa ou toca, era encravada no solo em aspecto bastante antigo mesmo e os moveis pareciam ter vindo junto com a casa.
- o que traz voc� aqui Rick?
- Vim passar uma temporada aqui para aprrender mais coisas sobre historia e mesmo sobre conviv�ncia com outros hobbits, ser� que posso tia?
- Mas � claro que sim.
- Onde ta o tio Bago?
- Ele fez uma viagem pra vila tocalta, ddaqui a alguns dias deve ta voltando. Mas venha voc� deve estar com fome, preparei um bolo hoje.
Assim Rick foi ficando por l�, sempre ajudando em que podia. O tempo foi passando e nada de Bago voltar de tocalta, Tuna n�o demonstrava nenhum tipo de aflingimento mas ele sabia que ela estava preocupada. Dois meses j� iam se passando e Rick j� estava acostumado de andar na cidade,apesar de n�o ser muito grande. Numa noite ele estava sem nada pra fazer e ent�o foi l� pra colina da alma, pra ter uma vis�o privilegiada da pequena cidade. Sentou-se l� em cima contemplando aquela cidadezinha que a noite brilhava feito vaga-lume em meio � escurid�o, piscando luzes faiscantes dando ar de uma grande cidade naquele lugarzinho distante. As estrelas estavam t�o cintilantes como pequenos pontos de mithril nas minas an�es, e parecia que elas faziam uma dan�a singular formando mares e mares de constela��es. Mas em meio a esse deslumbre todo que Rick estava uma coisa chamou-lhe aten��o uma luz atr�s dele meio opaca, esbranqui�ada que s� agora ele tinha percebido e que vinha da parte mais acima na colina, dirigiu-se para l�.
Ao chegar l� n�o dava pra distinguir de onde a luz vinha, pois tinha um emaranhado de plantas rasteiras e musgos, a luz agora pulsava de um tom mais fraco para um mais claro, chegou mais perto do emaranhado de plantas e percebeu agora que tinha uma espada fincada no ch�o e que dela estava emanando essa luz, as plantas se soltaram quando Rick se aproximou da espada, a pulsa��o aumentou, e Rick foi dominado por estado de transe no qual n�o via e n�o ouvia mais nada apenas o desejo de tirar aquela espada dali. No come�o era apenas um silvo, mas agora ele escutava nitidamente, dentro da sua cabe�a, uma voz long�nqua "a espada, um s� apenas, a espada" n�o conseguia se controlar, e todos os seus atos era como se algo o levasse, o conduzisse estava prestes a pegar o cabo da espada e tira-la daquele lugar miser�vel e sem prote��o onde ningu�m ligava, j� estava pensando ate como ele ficaria empunhando aquela espada em uma guerra e que seus feitos seriam lembrados para sempre, mas de repente assim como come�ou parou algo se mexia vagarosamente e precariamente nas arvores ao lado, e isso fez com que Rick pulasse de medo e o acordasse daquele transe e retornasse a vida, alguma coisa ainda avan�ava em dire��o dele, suas pernas pareciam gelatina mole de tanto medo que estava, nunca fora o mais valente muito pelo contrario era sempre o primeiro a se esconder se algo de errado acontecesse, e aquilo era realmente assustador, pois n�o conseguia ver o que estava vindo na sua dire��o e estava paralisado de medo para correr. Derrepente um "bac" a coisa tinha ca�do no ch�o. Rick exitou n�o sabia o que tinha acontecido, reuniu toda a sua coragem(que voc�s deram pra notar que n�o � muita) e foi ate la,suas pernas tremiam mais que andavam. Devagar passou por entre algumas arvores deu uma volta na regi�o e encontrou...UM HOBBIT!! Rick deu uma olhada no rosto do hobbit e o reconheceu imediatamente era Bago, pegou-o,apoiou ele em seu ombro e levou para casa.
Demorou muito ate que Rick conseguisse levar Bago para casa pois ele era pesado apesar de parecer ter ficado sem comer durante muitos dias. Antes mesmo de chegar a casa Rick foi gritando por sua tia, que botou a cabe�a na janela pra saber o que estava acontecendo logo saiu percebendo,mais ou menos, o que se passava. Assim que Rick chegou a porta ela j� estava la e teve um susto ao ver Bago,mas mesmo assim Rick n�o deixou de notar que ela de alguma forma j� esperava por isso. Ela o levou imediatamente ao quarto e se trancou com Bago dentro. Passou-se algumas horas e finalmente Tuna saiu, e sua cara n�o era nada animadora,como sempre era, estava desoladora e lagrimas escorriam por seu rosto que agora estava inchado de tanto chorar. Assim foi que Rick soube,no momento quando ela saiu do quarto, Bago n�o resistira. Foram as piores horas que Rick j� passara,nunca antes tinha enfrentado um situa��o como aquela, o que fazer? A quem recorrer? E agora? Mas Tuna depois do primeiro momento tomou toda a lideran�a indo a lugares, certos falando com as pessoas certas e ao final o vel�rio de Bago foi um dia depois de sua chegada. Tuna n�o quis dizer a verdadeira causa da morte para os outros e fico constatada a morte por alguma enfermidade, quando os outros hobbits perguntavam a Rick ele n�o sabia falar ao certo o que era,mas como Tuna sempre tava por perto ela cuidava das coisas. Uma coisa foi certa nesses dias Tuna e Rick se aproximaram bastante,ficando ainda mais amigos. Rick n�o sabia ao certo o por que de Tuna esta fazendo aquilo mas ele n�o queria contraria-la pois estava passando por um momento horr�vel.
Os dias foram passando como se n�o quisessem acabar,cada dia era um mart�rio. O pobre hobbit ficou com sua tia para poder ap�ia-la mas quem estava precisando de apoio era ele,mais que ela pr�pria. No terceiro dia depois do vel�rio de Bago, estava ele com Tuna no quintal de casa cuidando de algumas ervas que estavam tentando dominar o lugar. O sol estava bem quente naquele dia mas num momento uma grande sombra cobriu-lhes e o enorme farfalhar de asas estava vindo de cima de suas cabe�as, isso fez com q eles parassem de trabalhar por um momento. Quando eles olharam para cima, uma nuvem de p�ssaros rumando ao noroeste. N�o era uma pequena migra��o de p�ssaros como qualquer outra, era uma nuvem gigantesca de p�ssaros de todas as esp�cies rumando em uma dire��o, e ainda parecia que eles estavam com bastante pressa pois apesar da nuvem ser extremamente grande demorou apenas meia hora para passar, sendo ao todo aproximadamente 9 kilomentros da nuvem de p�ssaros. Ningu�m nunca tinha visto aquilo e isso deixou o povo com conversa pro resto da semana. No dia seguinte Rick e Tuna foram colher algumas frutas no bosque que tinha ali perto. O dia estava gostoso com o sol perfeito para uma caminhada o �nico barulho que se escutava era o farfalhar das folhas nas arvores e os passos dos pequenos hobbits,o que � muito dif�cil, Tuna parou abruptamente e plhou em volta - estranho.... - falou ela.
- que foi tia?- Rick falou
- est� muito quieto... nenhum animal estta no bosque. Todos os animais migraram,n�o apenas os p�ssaros. Por que?
- Acho que n�o tia, est�o apenas se escoondendo da gente.
- N�o. Com certeza n�o.
Ela continuou a olhar o bosque como se nele estivesse escondido algum segredo importante. Os hobbits continuaram seus afazeres depois da passagem dos p�ssaros, continuaram suas vidas normalmente. Como cada dia era mais um novo trabalho.
Na noite do segundo dia depois da passagem dos p�ssaros Rick acordou com explos�es. Estavam distantes mas eram muito altas. Como do mesmo jeito que come�aram elas cessaram abruptamente. Ent�o ouve sil�ncio. Nada mais foi poss�vel escutar naquela noite, nem mesmo a sinfonia dos grilos.
Assim que acordou, Rick, foi logo falar com Tuna, mas n�o econtrou-a, cama estava arrumada e n�o tinha nenhuma lou�a na pia ofere�endo um sinal de que ela pudesse ter sa�do mais cedo. Rick fico imaginando pra onde ela podia ter ido, de um pulo ele gritou - CLARO!. Dirigiu-se imediatamente para a colina d'alma. Chegando la ele a encontrou ainda estava de com a camisola. Ela nem deu pela chegada de Rick, olhava em uma dire��o - tia...- mas n�o pode terminar a frase pois na dire��o em que Tuna subia uma fina linha de fuma�a negra, a muitas milhas de distancia e, Rick, sabia exatamente de onde essa fuma�a exauria - � a minha vila? - falou ele finalmente.
- sim, sinto muito.
- O que esta acontecendo? Eu vo pra la aagora!
- N�O! Voc� n�o precisar, todos est�o moortos com certeza. E se voc� deseja tanto saber o que esta avendo olhe mais atentamente.
Rick olhou e viu pequenas linhas reluzentes subirem muito alto, e mais de uma vez fizeram isso. - o que aquilo?- falou ele.
- talvez a nossa destrui��o. E esta vinddo pra ca.
- O que? Como assim? Que negocio � esse de destrui��o? O que � aquilo?
- N�o temos tempo a perder aqui. Temos qque ser o mais r�pido poss�vel - nesse momento Tuna parecia estar falando consigo mesma - n�o adianta fugir. Nem se esconder. So nos resta... - ent�o ela saiu em disparada pela colina abaixo, quando Rick pensava em alcan�a-la alguma coisa voltou sua aten��o para o outro lado. A espada. Pulsando novamente com a sua luz opaca - sim.... - escutou Rick, foi como um sussurro levado pelo vento. Novamente aqule impulso de retirar a espada voltara, mais forte q antes - a espada... - escutou, mas so que dessa vez Rick estava mais atento - n�o, n�o quero - parou ent�o por um momento - resta apenas voc�.
- N�o!- imagens totalmente avulsas come��aram a passar pela cabe�a de Rick nesse momento, r�pidas demais para se compreender - saia da minha cabe�a! - gritava o hobbit. Ent�o uma enorme dor invadiu sua cabe�a, e ele desmaiou.
Quando Rick acordou j� estava por volta do meio da tarde. Sua cabe�a ainda girava. Havia muito barulho la na cidade, pessoas se movimentando para todos os lados, hobbits correndo de um lado pro outro e hobbits andando com armaduras como se estivessem preparados para uma guerra. Sua cabe�a ainda do�a, n�o sabia ao certo o que fazer. Suas pernas n�o se mexiam ao seu comando, estava suado parecia ter tido um pesadelo mas n�o lembrava de nada.
Com todas as for�as que conseguiu reunir foi em dire��o da casa de Tuna. Demorou o dobro ou triplo do que levaria normalmete, Rick n�o saberia dizer. Quando chegou la a porta estava aberta e muitas coisas estavam fora do lugar. Quase que esbarra com Tuna qual a pressa que ela estava - Rick?! Onde esteve? Pensei que tinha ido se unir com os soldados. Mas vejo que n�o. E voc� ainda n�o esta nem preparado como quer enfrenta-lo desse jeito... - mas foi interrompida por Rick - espera! Enfrentar quem? Por que todos est�o vestidos assim? Est�o indo pra uma guerra ou coisa parecida?
- Tuna parou por um momento quando escuttou aquilo - voc� n�o sabe de nada ainda ne. Tome. Sera melhor voc� sair da cidade, tenho certeza que so ira atrapalhar, nem saber pegar em uma arma sabe. - e deu uma cota de malha pra ele, era bem reluzente como a luz da lua, branca era cota, n�o sabia de que era feito a malha so sabia que aquela cota pertencera a Bago - fuga daqui, mesmo sem esperan�as.- continuou Tuna - voc� n�o precisa saber de nada, precisa saber que � uma for�a muito maior que todos n�s. - nesse momento entrou um hobbit inesperadamente e falou - tudo j� esta pronto para o drag�o. - com essa ultima palavra Rick quase desmaiou dinovo - dra... dra.... drag�o? - finalmente falou ele.
- Sim um drag�o. Muito poderoso. N�o � qqualquer drag�o � Karkarom, o negro. Est� vindo por essas bandas e ta fazendo um lanchinho, eu acho....
- Drag�o... como o que que um drag�o vaii querer aqui?
- N�o sei. Mas voc� j� deve ter escutadoo o ditado "n�o se meta nas coisas dos magos"? issu vale principalmente para os drag�es. Principalmente aqueles que se acham poderosos e o s�o.
- O importante agora � se proteger agoraa. Va para um lugar distante. O mais distante que puder ir.
- Mas tia - o coitado do Rick estava divvidido entre o medo extremo e ficar e proteger Tuna - eu n�o quero ir, e... e... eu quero ficar aqui e te proteger.
- Mesmo que voc� fiacasse n�o iria fazerr diferen�a....
Tuna foi interrompida por um grande alvoro�o que estava tendo na rua hobbits correndo mais que o normal, pessoas gritando, uma barulheira ensurdecedora - esta chegando, esta chegando - gritavam as pessoas.
De repente silencio. Nada se ouvia, apenas as respira��es fortes dos hobbits ansiosos. Em seguida, em meio ao silencio, uma sombra passou por cima da cidade, lenta como uma brisa de primavera mas t�o mortal quanto muitos ex�rcitos juntos. Passou silenciosa, com apenas o farfalhar das asas quase que impercept�veis. Quando os cora��es dos hobbits se alegraram por aquela sombra ter passado sentiram seu poder - EU SEI QUE VOC�S EST�O AI, CRIATURAS INSIGNIFICANTES, VENHAM PARA FORA ASSIM EU POSSO COMER VOC�S MAIS RAPIDO OU PREFEREM SEREM QUEIMADOS VIVOS, N�O GOSTO MUITO DE CARNE TORRADA MAS POSSO APRENDER A APRECIAR, HAHAHAHAHAHAHA - o som daquela risada penetrava nos ossos dos hobbits fazendo-os tremer da ponta dos cabelos dos p�s ate a ponta do cabelo mais longo da cabe�a. Ent�o com um grito v�rios hobbits sa�ram de suas casas e come�ou uma saraivada de flechas contra o drag�o. Rick percebeu apenas pelo som dos arcos sendo disparados, percebeu tamb�m que Tuna n�o estava la, pois no momento em que o drag�o falava jogou-se debaixo de uma mesa, tamanho o medo. Em seguida escutou uma explos�o e o fogo subia em uma das casas dos hobbits. E mais uma explos�o. E outra. Ate que uma parte da casa estava pegando fogo, Rick teve que sair correndo de la pois no exato momento em que saia a casa desabou. La estava ele jogado ao ch�o com medo suficiente para n�o se mexer mais. Uma casa pr�xima explodiu fazendo-o levantar e preparar para correr, mas em sua dire��o estava vindo o drag�o vomitando sua rajada de fogo, isso deixou totalmente paralizado estava feito uma arvore velha com as ra�zes fincadas bem ao fundo do solo. Mas no exato momento em que seria carbonizado um hobbit se jogou em cima de Rick fazendu cair muitos metros depois. Quando olhou percebeu que era um velho hobbit, o taverneiro que lhe atendera assim que chegou aquela cidade, estava com a metade do corpo carbonizado. Rick presenciou os �ltimos momentos daquele velho hobbit, no qual n�o foi nada bonito ou r�pido, lagrimas escorriam do seu rosto quando finalmente o seu velho salvador morreu. O drag�o mais uma vez vinha para uma investida contra a cidade.
Rick correu, mas depois do vomito de chamas do drag�o ele ainda deferiu um golpe com sua enorme cauda contra algumas casas fazendo, assim, com que alguns estilha�os ca�ssem em cima de dele. Bastante ferido levantou-se continuou a correr. Quando olhou para tr�s viu, o que jamais desejaria ter visto: o drag�o avia pousado, e em uma de suas patas ele segurava um hobbit, o que n�o dava um ter�o da mesma, percebeu ent�o que o hobbit era sua tia e que com um gesto do drag�o explodiu em sangue. O drag�o estava matando todos os hobbits facilmente no ch�o, nenhum deles lhe fazia resist�ncia. Nem mesmo os arqueiros que deferiam enorme quantidade de flechas em sua barriga, que n�o era igual a outros drag�es que s�o vulner�veis em sua barriga, nem mesmo os guerreiros que estavam perto dele. E um grande urro surgiu, que mais parecia uma gargalhada, estrondou a regi�o e com um golpe v�rios hobbits voaram.
Tudo estava perdido, pensava Rick. Agora n�o lhe restava nada apenas esperar a morte, nada tinha a perder aqui. Mas nessa hora imagens come�aram a brotar em sua cabe�a: uma guerra, v�rios hobbits, um grande guerreiro e uma espada de chamas brancas. Lembrara do sonho que teve hoje. A espada, era ela. Correu o mais depressa poss�vel para a colina d'alma. A distancia pareceu-lhe uma eternidade.
Chegando la encontrou-a, sua luz estava fraca quase se apagando dando sua ultima sentelha, mas antes que ela pudesse se apagar Rick botou sua m�o no cabo da espada, sua mente estava totalmente l�cida agora. Puxou-a. Ergueu-a. e ela em sinal de entendimento lan�ou uma luz branca-azulada em resposta do poder que a desafiava la embaixo.
O drag�o parou imediatamente com aquilo, assim como os hobbits. Entendendo o desafio o drag�o al�ou vou. Foi em dire��o da colina com toda a f�ria e poder que tinha. Nunca imaginava que algu�m poderia desafia-lo muito menos naquela regi�o, principalmente com um poder daqueles.
Quem estava a sua espera n�o era um homem, n�o era um elfo e muito menos um zerentsu, era Rick Pastos, um hobbit. O medo abandonara sua alma, nada mais restava la apenas seu cora��o de hobbit aflingido, mas destemido. De seu corpo emanava uma pequena aura branca que se esvaia ao vento, seus olhos eram pura energia, n�o sabia-se dizer se era m�gica ou outra coisa.
O drag�o chegou finalmente. E pela primeira vez em sua vida sentira medo, medo de um hobbit, que o deixou extremamente furioso. Assim que foi chegando sua grande energia negra encontrou a energia deu de encontro com a branca de Rick, causando um impacto grandioso, derrubando o drag�o do ar. J� no solo, de frente para a pequena criatura que rivalizava seu poder. Soltou uma rajada de seu fogo, a mais poderosa que conseguiu. Rick por sua vez n�o se esquivou, p�s a espada no meio do caminho do fogo, fazendo assim com que partisse ao meio a chama. A fera n�o acreditava no que acabara de ver, como ele podia apenas com uma espada partir sua mais poderosa chama assim? Rick partiu em dire��o ao drag�o, que desferiu um golpe com sua pata e o pequeno hobbit defendeu com a espada segurando a for�a da pata, com um movimento na espada deixou de lado a pata e desferiu a espada no meio do peito do drag�o, na qual entro ate o cabo.
Ouve um enorme rugido, e uma luz saia do corpo do drag�o. De repente um enorme clar�o, seguido de uma explos�o. Quando todos os hobbits olharam novamente nada mais existia no lugar da batalha apenas algumas faiscas luminesentes, que rondavam a regi�o da batalha mas que logo sumiram sem deixar nenhum vest�gio. Nenhum hobbit sabia o que fazer, tinha sido r�pido demais. Finalmente eles entenderam que tinha acabado, ouve enormes gritos de vit�ria trombetas soavam. Eles tinham derrotado o drag�o, eles pequenos hobbits. Apenas um ter�o da popula��o da cidade tinha sobrevivido, mas tinham sobrevivido e o drag�o derrotado. Uma pergunta permaneceu no ar: quem enfrentou o drag�o sozinho? Ent�o um hobbit disse que tinha visto Rick Pastos correndo em dire��o a colina d'alma. Todos se surpreenderam como aquela figura min�scula poderia ter acabado com um drag�o? Ent�o um velho disse: "voc�s n�o se lembram da lenda do guerreiro branco?" ent�o surgiu um OOOO dos presentes. Todos foram conferir se a espada ainda estava encravada na colina e constataram que n�o. Foi assim que o nome Rick Patos � lembrado ate hoje com muito orgulho pelos hobbits.
Mas uma coisa que ningu�m percebeu naquele dia foi um guerreiro de capa azul em cima de outra colina, olhando fixamente para o local da batalha - por duas vezes foste aben�oada e por duas vezes cumpriste tua sina, agora � minha vez de cumprir a minha - falou para si mesmo, deu as costas e saiu andando normalmente para desaparecer p� entre as �rvores.




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