Caminhada das torres




Aqui se segue algumas observa��es sobre o reino de Barar at� pr�ximo do Episodio conhecido por "Eclipse do ouro".

A CAMINHADA DAS TORRES
O antigo reino dos homens era grandioso,como poucos reinos foram.Fortes e determinados eram seus guerreiros.Grandes e fartosas eram as colheitas.Magn�ficas e resistentes eram as constru��es. Mas podre eram os cora��es dos dominantes.Com um sistema de organiza��o pol�tica,militar e social absurdamente calculado,o reino dos homens cresceu,mas n�o para todos.Em um processo lento e quase impercept�vel,a maioria dos humanos deixava de ter liberdade.N�o me cabe explicar o processo,apenas suas conseq��ncias,estas que resultaram em um sistema de governo absolutamente egoc�ntrico,onde o estado era representado e comandado por pessoas que apenas pensavam em interesses propios,n�o na ignorante sociedade que implorava em sil�ncio por uma vida mais justa,mesmo que tal justi�a acabasse por definhar os homens,pois qual dos seres que andam sobre Eder� conhece a verdadeira justi�a ?Porem,isto n�o cabe a min explicar,apenas que haviam homens que detestavam essa sujeira hip�crita e desejavam de sangue que os homens tivessem uma oportunidade de come�arem do zero,de um reino claro como a �gua porem grandioso com o mar.Foi ent�o assim que surgiram a maioria dos reinos humanos fora de Limar. Um dos homens que assim pensavam era o representante da torre(ou fam�lia) de Sobrazi de nome Nardos. Nardos era um respeitado pol�tico, segundo general-concelheiro do reino.Era conhecido pela determina��o e poder que tinha sobre muitas casas do reino.Durante varias vota��es parlamentarias , conseguiu obter votos para interesses propios.Isso desagradava � muitos , pois ele com seu grande poder pol�tico poderia ir longe, e realmente foi.Depois de um atentado que sofreu , come�ou a refletir sobre as id�ias j� citadas.Ora,ele poderia j� montar um reino pr�prio.J� tinha um amplo controle sobre o exercito (ainda era segundo general pis o rei temia que ele o desposasse do trono),tinha apoio de varias fam�lias em vista que essas j� estavam cansadas de serem apenas um mero instrumento a servi�o do rei.Ent�o foi que, secretamente,Nardos mandou 6 guerreiros irem em busca de territ�rios para uma futura apropria��o,porem fora do continente de Limar.Ele n�o desejava uma guerra com o atual rei.Durante 3 anos seus guerreiros vagaram,e durante 3 anos ele fez os preparativos.Convenceu todas as fam�lias que chamara,aos poucos acumulou metais,trouxe para seu lado fil�sofos de grande poder pensante,convenceu grande parte do exercito , e principalmente conseguiu ocultar tudo do rei e do parlamento. Seus guerreiros voltaram e depois de dias analisando, decidiu partir para uma regi�o bem ao sul , pr�ximo do reino das grandes �rvores.Avisou para as casa e partiram todos de uma vez.Talvez a maior caravana de homens que marcharam sobre Ergon.Mas pouco antes de partirem o rei soube e mandou o exercito atacarem o grupo de Nardos, pois apesar de levarem v�rios suprimentos,armas,pol�ticos influentes, o rei sabia que isso representava uma amea�a por dois motivos.A figura do rei iria se desmoralizar e ele temia que Nardos um dia voltasse e tomasse seu reino , e ele era capaz disso.Mas os ex�rcitos n�o lutaram, nem o de Nardos nem o do rei.N�o explicarei , veja o depoimento abaixo do historiador Kanos de Marli: '' Era cedo.O sol pouco a pouco limpava o c�u da escurid�o da noite.Em uma pequena casa acordava Arcos , um trabalhador rural da regi�o conhecida por tren� , tinha passado um duro dia de trabalho e se preparava para mais um.Se dirigiu calmamente para o barril de �gua ,pegando um pouca desta ,para em seguida ver o sol nascer calmamente na sua janela.Parecia que ali se iniciava mais um dia de trabalho porem um estranho tremor sob seus p�s o fez pensar na trag�dia que seria para a colheita um terremoto.E qual n�o foi seu espanto ao ver ,pela mesma janela que o sol nascia , uma enorme caravana de homens e mulheres seguindo � sul.Mesmo com grande receio , sua curiosidade foi maior e foi ver o que era aquilo , chegando para um homem e indagando: ---Diga-me senhor , onde v�o tantas pessoas seguindo tal hora ?Ser� uma guerra , ou o rei morreu e o est�o enterrando ? ----Boas novas caro irm�o!Junte-se a n�s , vamos construir um novo reino onde os homens tenham o direito de serem livres de pensamento e vontade.Boas novas caro irm�o!N�o andamos para construir uma guerra e sim fazer um reino de paz. Talvez se Arcos morasse em um local menos distante , poderia at� se unir a caravana de Nardos.Porem o pobre homem n�o tinha id�ia do que ocorria , e assustado apenas conseguiu ver todo aquele povo passar , e durante esse ver , as palavras do homem corriam-lhe a mente , pois de certa forma era cruelmente explorado e com isso perdia parte de sua liberdade e paz.Enquanto isso , Nardos se animava.J� se passara cinco dias desde a partida e tudo correra bem.Todo o sistema de alimenta��o e abrigo ia perfeitamente bem.E assim pensando seguiu viagem durante o dia , seguia calma , at� que um batedor , assustado , chegou para falar com ele. ----Senhor !Aviso urgente!Logo mais a frente , uma tropa do rei.Nos esperam bem armados e pelo que vi ate magos trouxeram...___Ent�o a fala do batedor foi interrompida por um grande som de tambor , apenas por uma batida que ecoou como um paralisante para aquele povo.Em cima de uma colina estava a tropa do rei.Todos da l� j� posicionados O sil�ncio tomou conta do local .Nada se escutava , nada se pensava ,ambos os lados prestes a explodir .De ambas as partes grandes estrat�gias foram planejadas para um momento com tal. Outra batida ecoa o espa�o , como um aviso para a iminente matan�a que estaca por vir , pois ambos os lados tinham Enorme for�a.O rei com o seu grande exercito , apoiados por tradicionalistas da corte .Nardos com seus aliados do exercito Real e das varias torres que se uniram a ele.Pouco a pouco os cora��es batiam mais r�pidos , a circula��o se acelerava.E quando chegou no �pice da espera , quando a ultima batida ia ser ecoada para dar inicio a guerra um estranho brilho tomou o local.N�o, o brilho n�o vinha de um mago ,estes que h� muito preparavam suas magias.Muito menos de alguma flecha incandescente.O brilho era da espada de um homem , este Hamir Finroth , filho de Drotyn Finroth representante de sua torre.Agora todos percebiam que o sol se esvaia no horizonte , que a noite se aproximava e os poucos feixes luminosos se dirigiam a espada de Hamir , e esta se encarregava de � todos iluminar.Com a espada erguida , Hamir lentamente dirigiu-se a frente de Nardos e falou : ------Que queres rei dos homens ? Somos filhos de teu reino glorioso da cobi�a e da sujeira! Ao contrario de ti , n�o aqui estamos para a guerra , e sim para a paz.Paz essa que iremos construir em forma de um glorioso reino de respeito , ordem e da paz.Tua figura n�o mudar� , pois a ela s� temos desilus�es.Pense, � rei dos homens.O que desejas ? Um longo sil�ncio tomou conta do ambiente , e durante isso o rei pensou como poucas vezes tinha pensado.Como um rei. E disse: -----V�o pobres rebeldes.Eu deserto todos do reinado ! Se querem ser tolos e ir em busca da morte v�o.Desejo sorte � meus irm�os humanos.Que seu reino prospere no vale da morte , pois � para l� que desejam ir. O rei e suas tropas desceram da colina e seguiram � oeste.Ent�o Nardos falou : ----Alegrense meu povo , pois derrotamos um obst�culo com nossa coragem e uni�o.Que prosperem as torres que aqui seguem.Vamos meus irm�os seguir � sul para nosso reino de paz onde todos triunfaremos. E assim seguiu a caravana dos homens , � sul para muito prosperarem e enfrentarem o vale da morte por vezes depois...'' Grande e belo seria meu discurso sobre a caminhada que tiveram os seguidores de Nardos.Porem, Reservo-me a falar que a caravana conseguiu �xito.Mesmo em uma terra desconhecida ,vasta e de grandes obst�culos naturais seguiram com determina��o e com poucas baixas.Com ajuda do povo do leste , chegaram a praia de Corim de nau.De l� rumaram � sul ate atravessar Kand-tan.Quando perto estavam de Kenar , rumaram para sudoeste em dire��o a Skan.Dura foi a travessia deste pared�o , mas a caravana teve a vit�ria.Ao que parecia j� tinham chegado na terra do Reino dos Reis(Barar como chamavam) , mas de acordo com os c�lculos estava pr�xima.Ainda n�o encontraram o reino das arvores(reinado dos gorions). Porem essa espera teria um fim , em breve...
MARES TAN HARII(A primeira guerra)
Muito Nardos e seus seguidores tinham andado.E mesmo com grande coragem e for�a o povo de Nardos estava cansado.V�rios pedidos estavam sendo feitos para que o reino ficasse ali mesmo. Nardos sabia que ali pr�ximo moravam gorions e n�o queria uma eventual guerra contra eles.N�o os tinha sequer visto , quanto mais declarar uma guerra , j� que entrara em seu territ�rio sem permiss�o.Tamb�m tinha outros motivos para n�o se estabelecer ali.Seu ideal era ir ate o mar , que segu- ndo seus homens se encontrava � n�o muito dali , se comparado com o que j� tinha andado.Decidiram estabelecer-se pr�ximo dali para um pouco descansarem. Durante esse descanso se deu o primeiro contato da caravana com gorions.Narrado a seguir. ''Estava a dormir,quando acordo no meio da noite.Todos dormiam , j� que se passara mais um dia de longa caminhada , porem eu estava sem sono.Fui andar um pouco encantado com aquela bela e enorme lua que nos observava , calma , bela , triste. N�o sei o que era , mas ela nos parecia mais pr�xima vista daquela terra.Durante horas andei , admirado com tamanha beleza.O c�u estrelado , as belas luas a me observar , o suntuoso campo que se abria a meus olhos, e durante um tempo sentei-me para contemplar o cen�rio que me cercava.Tudo perfeito , tudo magn�fico.Levemente um som tomou conta de meu ser.Uma flauta , tocada alegre e grandiosamente chamara minha aten��o para um local.Ao meu lado, atr�s de uma colina o som corria,suavemente.Vozes alegres agraciavam a can��o.N�o podia ser algu�m conhecido ,j� que cantavam em uma l�ngua estranha � min.Apesar de encantado com a musica,n�o resisti e fui dar uma olhada.Cinco seres pequenos,em volta de uma pequena fogueira estavam a cantar.Alem de pequenos tinham uma cauda e cabelos mais escuros e maiores que o normal.Porem um destes pequenos seres chamou minha aten��o ,ao que parecia uma mulher daquela curiosa ra�a de pequenos.Belo era seu sorriso.Feliz sua express�o.Seus cabelos magnificamente encaracolados brilhavam a leve luz da fogueira.Todo aquele cen�rio fez-me entrar em estado de pura contempla��o , e como um bobo fiquei a observar aqueles pequenos seres cantarem.Ela suavemente olhou para min ,e calmamente parou a can��o.Os outros muito distra�dos estavam para perceber que ela me olhava.Apenas quando a m�sica cessou , que eles olharam para min.E com um sorriso dela ,foi que me dei conta da situa��o.Despedir-me com um sorriso e corri de volta ao acampamento , pensando na can��o e naquele sorriso , que palavras de um pobre homem n�o conseguir�o descrever...'' A partir desse dia Nardos j� tinha conhecimento que estavam em terras alheias.Era de grande necessidade sair o mais breve dali , pois se uma guerra fosse declarada estariam em desvantagem uma vez que encontravam-se em territ�rio desconhecido.Depois de um dia partiram rapidamente para sul , e dias depois chegando pr�ximo ao lago Eum.L� os batedores descobriram que � sul tinha uma cidade de pequenos.Uma reuni�o foi feita com os principais membros das torres para decidir o que fazer.Segundo os espi�es o reinado efetivo dos gorions tinha limite pr�ximo do lago , sua suposta capital localizava-se mais ao norte.Se gorions fossem encontrados mais ao sul , seriam pequenas concentra��es , nada que fosse capaz de derrotar o consider�vel exercito de Nardos.Decidiram atacar os gorions logo e em dois grupos.Um seguiria por oeste para contornar o lago e o outro pelo sul.Ambos os grupos encontrar-se-iam em um local onde os batedores sabiam por informa��es dos espi�es.Assim duas frentes de luta seriam formadas e os gorions seriam atacados longe de sua �rea de poder e de surpresa.Assim o fizeram. Demorar-me-ia demasiadamente se explicasse os fatos detalhados desse episodio que ficou conhecido por mares tan harii , que culminou no aniquilamento pol�tico dos Maltar e quase exterm�nio dos Finroth(esta torre a que tinha menos membros).Basta-me comunicar que ao fim da guerra foi esta- um acordo de paz.Da altura da metade do lago , indo de Skan ao rio do drag�o , ate o mar o territ�rio seria dos homens.Rapidamente e alegremente os gorions sa�ram do territ�rio dos homens.Muitos acha- ram estranho a atitude dos gorions ao sa�rem do local.Alguns achavam que os gorions,alem de pequenos, eram loucos.A raz�o era que aquela �rea era local de moradias de monstros horr�veis e os gorions que ali moravam , estavam para impedir a subida dos monstros.Com a posse dos humanos , estava resolvido um problema dos gorions.Esse episodio ficou conhecido por "Ardil dos pequenos" entre outros. E assim nasceu o reino de Barar.
O TERCEIRO REI
O primeiro rei foi Nardos.Durante 54 anos reinou e governou.Sistema pol�tico,jur�dico militar,social, tudo cresceu durante seu reinado.Graves problemas enfrentou com os monstros,estes chamados de morgos,porem isso n�o impediu o crescimento de Barar.Aos 102 anos morreu passando o titulo de rei para o representante da torre de sobrazi,chamado de Lagrum.Um rei guerreiro,que fazia quest�o de guerrear com os morgos.Toda uma pol�tica guerreira foi feita para derrotar os morgos.Muito foi criticado por essa pol�tica pois os morgos atacavam basicamente em um s� local(mas aconteceram ataques a outros locais), para que tanta preocupa��o com eles ?Batalhas �picas foram travadas em seu reino , grandes fortes foram constru�dos(como o castelo sobre a colina) e grandes homens ca�ram.Mas gra�as a essa pol�tica o seu sucessor,Trianor Sobrazi ,conseguiu grande espa�o no territ�rio.Lagrum morreu em batalha aos 60 anos, governando por 28.Se me d�o licen�a,serei mais explicativo nesse reinado , pois grandes homens nasceram e as trevas verdadeiras ca�ram sobre Barar. Trianor tomou posse com 40 anos herdando de Lagrum um reino com grande capacidade b�lica,decorrente da guerra contra os morgos e por isso nomeou um cargo para organizar o exercito, (antes essa era tarefa do rei ),denominado crenau,ou general.O terceiro rei ficou conhecido pela sua pol�tica social,chamado at� de rei dos livros.Incentivou a leitura do povo em rela��o a uma ci�ncia , criando varias escolas,inclusive iniciando a constru��o de Auli�.Organizou o conselho dos magos.Criou projetos de efetiva ocupa��o do territ�rio de Barar,atrav�s de constru��es de estradas estudos sobre transporte h�drico e da "pol�tica das torres".Consistia em ceder territ�rios de Barar as torres e essas ocupariam esses territ�rios , ajudando-as a conseguirem espa�o pol�tico e social dentro do espa�o do reino,este muito perdido dentre in�meras guerras posteriores.Se alguma casa enfrentasse problemas, o que era comum visto as suas condi��es abaladas,receberiam ajuda das outras e da casa real. Uma torre que consegui muito espa�o com essa pol�tica foi os Finroth.Todo o litoral oeste da altura do lago Bram indo do rio azul ao rio do drag�o era ocupado pelos Finroth.Muito essa casa lutou , pois a maioria dos morgos fugira para oeste, e grandes baixas teve essa casa.Foi in�meras vezes ajudada por outras casa e isso trazia revolta de muitos da torre,pois se sentiam humilhados e sabiam que a torre Gilglor desviava recursos para suas cidades.Por isso havia poucas cidades naquela regi�o, os Finroth n�o tinham como constru�-las uma vez que o recurso efetivo servia para obras de sobrevi- v�ncia.Era um recurso ilegal e usados pelos mais tradicionalistas das torres.O rei e o conselho eram ocul- tados desse fato, fato este que levou a graves choques entre torres.
DE NIMROTH
Havia Cirdan,pai de Amroth.Cirdan era representante dos Finroth,e tamb�m admir�vel guerreiro.Porem n�o era um homem de guerras,estas que muito o ocuparam, uma vez que os Finroth habitavam uma regi�o cheia de morgos.Por in�meras vezes mandou tropas lutarem sem ir com elas,n�o por medo mas por detestar guerras.Seu filho era o oposto.Com magn�fica habilidade guerreira,tomou por vezes a elite de frente nas batalhas.Atitudes assim o fizeram a ganhar o cargo de herdeiro da casa de Cirdan.Veja a passagem a seguir: ''O seu estava escuro.N�o por ser a noite, mas pela fuma�a que os corpos queimados emitiam.Porem a persistia e muitos j� haviam ca�do.A pequena vila de Noris foi repentinamente atacada por morgos,e o pouco exercito j� estava prestes a cair.Todos os moradores se esconderam no galp�o de suprimentos e os que ainda podiam lutar,l� fora o fizeram.A cada minuto as baixas eram maiores,os morgos mais e mais avan�avam.Apenas 5 homens restaram na contra um enorme grupo de morgos,todos os homens tomados pelo o medo, menos um,de nome Gundar. Desesperados n�o reagiram � um r�pido ataque feito pelos monstros,e quando estavam prestes a cair,duas flechas cortam o ar e a garganta de dois monstros.Antes de algu�m fazer algo a mais de que olhar na dire��o que as flechas tinham vindo,um homem em um cavalo com dois r�pidos golpes de espada,e com apenas uma m�o,decepa a cabe�a de dois monstros.Logo ap�s os golpes se vira,salta do cavalo dando apenas um golpe horizontal em outro monstro.Quatro bestas atacam o homem com garras e presas.O homem golpeia um linearmente na boca,fazendo com que os outros passassem dele.Rapidamente se vira golpeando outro no peito,e outro com uma flecha no olho.O que restava golpeia-o com um golpe de m�o no rosto,o homem abaixa-se dando uma estocada no tronco do monstro.Sem perceber,outro chega por tr�s,levantando a m�o para golpe�-lo,porem seu bra�o e logo em seguida sua cabe�a s�o cortados por Gundar.Encorajados,os outros guerre- iros atacaram os outros morgos,e logo com a ajuda do misterioso homem, muitos monstros ca�ram.O homem falou: ----N�o desesperem-se mais!!Eu,Amroth filho de Cirdan dos Finroth,vim ajudar!!N�o apenas eu,mas bravos guerreiros tamb�m trago.'' Os monstros foram derrotados,e o exercito de Amroth saiu vencedor.Muito tempo passou o filho de Cirdan naquela pequena vila ,onde se casou e manteve aquela �rea protegida.Preocupado com o pai,que a muito n�o via,Amroth foi ao seu encontro e ficou sabendo que Cirdan havia sa�do para uma guerra em uma regi�o extremamente perigosa.Foi atr�s dele.N�o se sabe ao certo o que ocorreu,mas dizem alguns que Cirdam teria morrido na guerra e Amroth tomado pela dor e f�ria atacou loucamente os monstros,entrando no meio deles para nunca mais ser visto.Ent�o estava formado um grave problema para a casa de Finroth.O sucessor.Como este era Amroth que tinha sumido,o mais certo para ser o novo representante era o filho de Amroth,o rec�m-nascido Nimroth.Este ultimo n�o podia pois era ainda um beb�.Foi feita uma reuni�o e ficou decidido que a irm� de Cirdam,Lirem,seria a representante da torre. Esta fez uma pol�tica de reestrutura��o dos Finroth que concentrava a aten��o nas principais cidades da torre.Essa pol�tica prejudicou as pequenas vilas,que com pouco poder ficaram submetidas a governos de outras torres.Em uma dessas vilas cresceu Finroth ,um jovem bravo guerreiro que viu uma nova era de trevas reinar sobre Barar,conhecida por "Eclipse do ouro".




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