To manage the Linux

 

Tudo que aprendi com linux. 4

Comandos Linux. 4

Iniciar e encerrar o sistema. 4

rlogin. 4

passwd. 5

su. 5

finger 5

shutdown. 5

Comandos Informativos. 6

man. 6

who. 6

tail 6

Diretórios. 6

ls. 6

du. 7

pwd. 7

mkdir 7

rmdir 7

tree. 7

Arquivos. 8

cp. 8

mv. 8

rm.. 8

cat 8

more. 9

sort 9

ln. 10

find. 10

grep. 10

Controle de acesso. 11

chown. 11

chmod. 11

Processos. 11

ps. 11

kill 12

Comando de disco. 12

mount 12

umount 12

df 13

Acertar a data/hora do sistema. 13

Fazer mapeamento do samba ao iniciar 13

Comandos do VI 13

Servidor de arquivos NFS. 14

Servidor Samba. 14

Diretório Compartilhado. 14

Criar ou adicionar um usuário. 14

Criar um diretório dentro deste. 14

Adicionar outros usuários. 14

Fazer um link dentro destes usuários criados. 14

Acertar os UID.. 15

Copia "UID" e "USERUID" 15

Acrescentar mais um HD no LINUX instalado. 15

Passo 1 – Preparar a partição a ser formatada. 15

Passo 2 – fazer o sistema ler esta partição. 16

Passo 3 – Formatar esta partição. 16

Passo 4 – Dar um nome na nova partição, aqui no exemplo vamos chamar de " public " 16

Passo 5 – Colocar este para inicializar com o sistema. 16

Passo 6 – Montar esta partição do HD novo junto ao sistema. 16

Alguns Comandos do RPM... 16

Diretório Share Public – linux. 16

Configuração da Crontab. 17

crontab. 17

Como configurar o Speedy no Linux. 18

Instalando o rp-pppoe. 18

Configurar o acesso. 18

Conclusão: 20

Quando já estiver conectando pelo adsl-start: 20

Como colocar minha rede intranet na internet com adsl 20

Como montei meu arquivo para Start-Speed. 20

ADSL rotear 21

DIAGRAMA DE CABOS DE REDE. 22

Definindo o cabo a ser utilizado. 22

Cabo direto (ou patch cable): 22

Cabo invertido (ou crossover cable): 22

Diagrama de conexão dos cabos: 22

Configurar placa de rede e saida. 24

Reconhecendo um Arquivo de Configuração do LILO.. 25

Instalando o Lilo. 27

Problemas com o Lilo. 28

Pormenores do LILO.. 29

Recuperando o LILO.. 29

Configurando um Cliente NFS. 30

E-mail com anexo. 30

Os vírus estão cada vez mais velozes e furiosos. 30

Algumas Configurações para segurança. 31

Compilando o Kernel : 31

Alterar configurações de rede : 32

Serviços. 32

DNS. 32

Segurança. 32

FTP: 32

Sendmail: 32

# RAID1 Configuration File. 32

# REINET ( restart of inetd services ) 32

Alguns exemplos de programas bash. 33

AcessoNegado. 33

Programa de atualizar antivirus: 33

– Acrescentar no arquivo CRONTAB  : 33

-  Criar programa Shell para os DATs BR: 34

- Criar programa Shell para os DATs EN: 34

BuscaDats : 35

MercNews2. 36

MercNews. 36

Mnche. 37

TravaPastasPessoal 37

TravaPastas. 37

Particinar usando fdisk. 37

IPCHAINS - Tire suas dúvidas. 38

Firewall 38

Formatando partições. 45

Criar discos de inicialização. 45

Como usar Loadlin.exe para inicializar o linux. 46

Como usar o comando xf86cfg. 46

# xf86cfg. 46

# xf86config. 47

Linux e Controle dos seus serviços. 51

·      Dnsconf 51

·      Fixperm.. 51

·      Fsconf 52

·      Mailconf 52

·      Netconf 52

·      Userconf 52

Como criar um disco de inicialização. 53

Como montar compartilhamento em um cliente Linux. 54

href  referência. 54

Servidor de Nomes e Domínios (DNS) 55

O que é um nome?. 55

Arquivos de configuração usados na resolução de nomes. 57

Resolv.conf 57

domain. 57

search. 57

nameserver 57

Host.conf 58

Executando um servidor de nomes. 60

Como faço para configurar meu DNS (bind)?. 60

Configuração básica da máquina. 60

Configuração do DNS. 61

Configurar DNS reverso. 62

Configurar máquinas virtuais. 62

Aceitar->Sair->Sair 63

Configurar o arquivo /etc/resolv.conf (importantíssimo) 63

Iniciando o serviço DNS. 63

Testando o servidor DNS (nslookup) 63

Testando o servidor DNS (Host) 64

Configurar o sendmail pelo linuxconf. 66

Configuração Filtros Anti-SPAM... 69

Nas Configurações anti-spam, veja as opções: 69

Alguns links …. 73

 

 

 

Tudo que aprendi com linux

Linux, foi criado pelo Linus Torvalds enquanto estudava numa

Universidade de Helsínque, na Finlândia. Por volta de 1991 o primeira versão do kernel do linux e seu código fonte foi criado e distribuído pela internet na versão 0.02.

Kernel : Ele é o núcleo do sistema e é responsável pelas funções de mais baixo nível, como o gerenciamento de memória, dispositivos do hardware, periféricos, processos da cpu, programas e muito mais é o coração sistema.

Código Fonte : A liberdade de estudar como o programa funciona, e ate alterar adaptá-lo para suas necessidades, isto da a liberdade a você em fazer o que precisa com o programa.

 

Comandos Linux

Iniciar e encerrar o sistema

 

rlogin

Inicia uma sessão de terminal remoto.

# rlogin [opções] [-l username] <host>

Opções :

-x: ativa a criptografia de todos os dados que forem transmitidos na sessão de rlogin.

passwd

Serve para alterar a senha de usuário.

A opção username somente poderá ser usada pelo root.

# passwd [username]

su

Inicia um novo Shell para o superusuário.

# su [opções]

Opções:

-c command: executa o comando "command" ao invés de começar um novo "shell"

-l: modifica as variáveis, como por exemplo TERM, HOME, SHELL;

-s shell: executa um shell especificado.

finger

Exibe informações sobre os usuários do sistema.

# finger [opções] [user@host]

Opções:

-l: exibe informações no formato de múltiplas linhas;

-p: mostra apenas o conteúdo dos arquivos .plan e .forward.

shutdown

Este comando encerra o sistema de forma segura, permitindo que o computador seja desligado.

# shutdown [opções] [mensagem]

Opções:

now: executa o comando imediatamente;

-t seg: especifica o atraso de execução do comando em segundos;

-r: reinicia após o shutdown;

-k: apenas manda mensagem para usuário sem realizar o shutdown; mensagem: mensagem que será enviada aos usuários logados.

 

Comandos Informativos

man

Formata e exibe páginas on-line do manual de ajuda.

# man [opções] <nome>

Opções:

-M caminho: especifíca os diretórios onde as páginas serão procuradas;

-a: por default, exibe a primeira ocorrência e encerra. Neste caso ele mostra todas as páginas que tiverem a ocorrência do "nome";

-w: exibe o caminho dos arquivos para que eles sejam formatados.

who

Informa quem está conectado.

# who [opções]

Opções:

-m ou am i: exibe o login do usuário corrente;

-q: exibe os logins e a quantidade dos usuários conectados;

-i: exibe, após o login, o tempo que o sistemas está osioso;

o "."significa que está ativo e "old" diz que está ocioso mais de 24 horas;

 

tail

Visualiza o final do log em andamento

#tail -F (nome do arquivo LOG)

 

Diretórios

ls

Exibe os arquivos e subdiretórios do diretório especificado ou do atual.

# ls [opções] [caminho]

Opções:

-l: exibe todas as informações referentes ao arquivo e diretório;

-a: exibe todos os arquivos, incluindo os ocultos;

-t; exibe os arquivos em ordem cronológica, decrescente da última modificação;

-r; reverte a ordem da classificação;

-R: lista o conteúdo do diretório e dos seus respectivos subdiretórios; -S: ordena a listagem por tamanhos dos arquivos;

-F: exibe os subdiretórios com "/" e os arquivos executáveis com um '*'.

du

Determina o espaço ocupado pelos arquivos ou diretórios, não informando o local. Serão exibidas informações do diretório corrente.

# du [opções] [arquivos][diretórios]

Opções:

-s: exibe apenas o espaço ocupado pelo arquivo e/ou diretório;

-h: exibe o tamanho na unidade mais adequada;

-m, -k, -b: exibe o tamanho do arquivo ou diretório em MB, BK ou Bytes, respectivamente.

pwd

Exibe o caminho completo do diretório atual.

# pwd

mkdir

# mkdir [opções] <caminho>

Cria um novo diretório.

Opções:

-p: cria todos os diretórios especificados no caminho;

-m especifica as permissões de acesso do novo diretório. Veja chmod.

rmdir

Remove diretórios vazios.

# rmdir [-p] <caminho>

Opções:

-p: remove todos os diretórios especificados no caminho.

tree

Lista o conteúdo de um diretório (arquivo e subdiretórios).

# tree [opções] [diretório]

Opções:

-d: lista somente os subdiretórios;

-a: lista todos arquivos, inclusive os ocultos;

-f: exibe o caminho completo dos arquivos;

-p: exibe as permissões dos arquivos.

Arquivos

cp

Copia arquivos.

# cp [opções] <origem> <destino> “copia comum”

 “copia os sub-diretóio sem alterar os direitos dos arquivos”.

# cp –Rp <origem> <destino>

Opções:        

     -f: remove, caso existam no destino, arquivos de mesmo nome;

     -i: exibe o prompt caso existam arquivos de mesmo nome no diretório;

     -v: imprime o nome de cada arquivo antes de copiá-lo;

     -x: não copia subdiretórios de um diferente sistema de arquivos;

     -R: copia diretórios repetidamente;

mv

Move e renomeia arquivos.

# mv [opções] <origem> <destino>

Opções:

-f: remove arquivos do diretório de destino com o mesmo nome;

-i: exibe um prompt, caso exista um arquivo com o mesmo nome;

-v: exibe o nome de cada arquivo antes de move-lo;

rm

remove arquivos.

# rm [opções] <arquivo>

Opções:
-i: exibe um prompt que pede a confirmação;

-r: remove o conteúdo de diretórios repetidamente.

cat

Concatena e imprime arquivos no dispositivo de saída padão.

# cat [opções] <arquivo>

Opções:

-n: enumera todas as linhas do arquivo;

-b: enumera todas as linhas não brancas do arquivo;

-s: durante a exibição, substitui linhas brancas adjacentes por uma unica linha;

-v: exibe todos os caracteres não-imprimíveis, com exceção dos caracteres de final de linha e do TAB;

-A: equivalente a -vET;

-E: mostra os caracteres de final de linha (representados por $);

-T: mostra todos os caracteres TAB (representados por ^l);

-e: equivalente a -vE;

-t: equivalente a -vT.

more

Exibe um arquivo em incrementos. Caso não seja especifica nenhum opção, o arquivo será exibido tela a tela.

# more [opções] <arquivo>

Opções:

-num: permite especificar o número de linha para exibição;

-d: a cada incremento exibe um prompt de opções;

-s: comprime diversas linhas em branco adjacentes em uma única linha;

-l: não pausa em uma linha que contenha quebra de página (^L);

-u: suprimi o sublinhado; +/<palavra>: começa a exibição duas linha antes da primeira ocorrência da palavra passada como parâmetro; +linha: inicia a exibição a partir da linha passada como parâmetro.

sort

Ordena o arquivo passado como parâmetro.

# sort [opções] [+pos1] [-pos2] [-o arqsaida] <arquivo>

Opções:

+pos1, -pos2: a classificação é limitada em pos1 e pos2;

-o: direciona o resultado para arsaída (qualquer arquivo);

-c: verifica se o arquivo já está ordenado;

-u: elimina as linhas duplicadas no resultado;

-f: não faz distinção entre maiúsculas e minúsculas;

-r: inverte a ordem da classificação.

 

ln

Cria links para arquivos.

# ln [opções] <caminho_origem> <caminho_destino>

Opções:

-b: faz backup de arquivos que poderão ser removidos;

-s: faz um link simbólico ao invés de um físico;

-i: exibe um prompt para confirmar a remoção de arquivos de destino;

 

find

Procura, hierarquicamente, por arquivos em um diretório.

# find [caminho] [opções]

Opções:

-name padrão: procura por arquivo que possua o padrão especificado; -mount: não procura em outros sistemas de arquivos;

-group grupo: procura por arquivos do grupo especificado.

 

grep

Procura um texto como parâmetro em um ou mais arquivos.

# grep [-opções] <modelo> <arquivo>

Opções:

-v: exibe todas as linhas que não possuem o modelo;

-c: exibe o número de linhas que apresentam o modelo;

-n: havendo ocorrências, é mostrado o número da linha no arquivo;

-y: não faz distinção entre letras maiúsculas e minúsculas;

-w: o modelo só poderá coincidir com palavras inteiras.

 

Controle de acesso

chown

Alterar o propretário dos arquivos ou diretórios.

# chown [opções][owner][group] <arquivos ou diretórios>

Opções:

-R: altera o proprietário e/ou grupo dos diretórios, e seus conteúdos.

 

chmod

Muda permissões de acesso de arquivos ou diretórios.

# chmod [opções] <arquivo ou diretórios>

Opções do formato simbólico:

u: proprietário do arquivo ou diretório;

g: grupo do proprietário;

o: outros usuários;

a: todos os usuários;

+: adiciona uma ou mais permissões;

-: retira permissões;

=: atribui permissões;

r: permissão para leitura;

w: permissão para gravação;

x: permissão para execução.

Opções no formato absoluto:

0: nenhuma permissão;

1: Permissão somente para execução;

2: permissão somente para escrita;

3: permissão para escrita e execução;

4: permissão somente para leitura;

5: permissão para leitura e execução;

6: permissão para leitura e escrita;

7: acesso completo.

 

Processos

ps

Exibe os status sobre os processo ativos.

# ps [Opções]

Opções:

-a: exibe informações sobre os processos de outros usuários;

-l: exibe informações em um formato extenso.

 

kill

Finaliza um ou mais processos em execução, através da informação de seu número.

# kill [opções] pid

# kill -l [sinal]

Opções:

-s: especifica o sinal a ser enviado. Pode ser passado o número ou o nome do sinal;

-l: lista os sinais (números e nomes) que podem ser enviados.

-n: envia um sinal de identificação n.

 

Comando de disco

mount

Monta e eexibe informações sobre sistemas de arquivos.

# mount [opções]

# mount [opções] <device> <diretório>

Opções:

-t ftype: especifica o tipo de sistema de arquivo que será montado;

-a: monta todos os sistemas de arquivos especificados no arquivo fstab;

 

umount

Desmonta sistemas de arquivos.

# umount [opções]

# umount [opções] <device>

Opções:

-a: desmonta todos os sistemas de arquivos especificados no arquivo mtab.

 

df

Exibe o espaço livre no disco rígido.

# df [opções] [Sistema de Arquivos]

Opções:

-k: exibe o tamanho em blocos de 1K, ao invés dos 512 bytes padrão;

-t fstype: limita a listagem aos sistemas de arquivos do tipo fstype;

-x fstype: limita a listagem aos sistemas de arquivos que não são do tipo fstype;

-a: exibe informações de todos os sistemas de arquivos, inclusive os que possuem zero blocos.

 

 

Acertar a data/hora do sistema

Onde: MM=mês, dd=dia, hh=hora, mm=minito e yyyy=ano.

# date MMddhhmmyyyy

(para salvar a data na BIOS).

# clock –w

 

Fazer mapeamento do samba ao iniciar

Editar o arquivo:          #vi /etc/fstab

LABEL=/                    /                       ext3     defaults 1 1

none                            /dev/pts                       devpts gid=5,mode=620 0 0

none                            /proc                proc     defaults 0 0

none                            /dev/shm          tmpfs    defaults 0 0

/dev/hdc2                    swap                swap    defaults 0 0

/dev/cdrom                  /mnt/cdrom      iso9660           noauto,owner,kudzu,ro 0 0

/dev/fd0                                   /mnt/floppy       auto     noauto,owner,kudzu 0 0

/dev/hda1                    /mnt/win           vfat      defaults 0 0

//portal/producao                     /mnt/producao smbfs   username=producao,password=,uid=produca

o,gid=producao 0 0

//portal/edicao              /mnt/edicao      smbfs username=edicao,password=,uid=edicao,gi

d=edicao 0 0

/dev/hda1                    /mnt/win98       vfat      defaults            0 0

 

 

Comandos do VI

/ = find

: = cursor de comando

:x = salva e sai

:q = sai sem salvar

:q! = sai ignorando o digitado

i = insert

esc = cancel insert

r = troca o caracter sobre o cursor

 

Servidor de arquivos NFS

Para que este funcione:

 (e altere o arquivo para os parâmetros abaixo)

# vi /etc/exports

/mnt/cdrom 0.0.0.0/0.0.0.0 (ro)

NFS :

Após feito esta configuração montar a unidade de cdrom:

# mount /mnt/cdrom

Inicializar o serviço NFS adicionado:

No (RH6.2)

# /etc/rc.d/init/nfs start

 

Servidor Samba

Diretório Compartilhado

Criar ou adicionar um usuário : (/home/fulano)

# adduser fulano

Criar um diretório dentro deste : (/home/fulano/compartilhado)

# cd /home/fulano

# mkdir compartilhado

Adicionar outros usuários : (/home/fulano2 /home/fulano3 ... )

# adduser fulano2

Fazer um link dentro destes usuários criados

# cd /home/fulano2

 (fazer isto em todos, menos o primeiro )

# ln –s /home/fulano/compartilhado

 

Acertar os UID

# vi /etc/passwd

Copia "UID" e "USERUID"

do fulano e coloca para todos, depois va em /home e:

# chwon fulano:fulano –R fulano

# chwon fulano:fulano –R fulano2

# chwon fulano:fulano –R fulano3...

 

Acrescentar mais um HD no LINUX instalado

IDE Primária

Master

HDA 1-4 (partição primária)

HDA 5-25 (partição extendida)

Slave

HDB 1-4 (partição primária)

HDB 5-25 (partição extendida)

IDE Secundária

Master

HDC 1-4 (partição primária)

HDC 5-25 (partição extendida)

Slave

HDD 1-4 (partição primária)

HDD 5-25 (partição extendida)

 

Após Ter instalado o HD novo na IDE e saber em qual letra ela se encaixa acima:

Ex: suponhamos que vamos instalar o HDC

 

Passo 1 – Preparar a partição a ser formatada

# fdisk /dev/hdc

n

p

1

1 ----> xxx (último cilindro)

w (salva)

 

Passo 2 – fazer o sistema ler esta partição

Dar um boot no linux (Ctrl+Alt+del)

 

Passo 3 – Formatar esta partição

# mke2fs –c /dev/hdc1 (vai demorar)

 

Passo 4 – Dar um nome na nova partição, aqui no exemplo vamos chamar de " public "

# cd /

# mkdir public

 

Passo 5 – Colocar este para inicializar com o sistema

# vi /etc/fstab (duplicar a linha, onde tem o / e colocar nesta linha /public e salvar)

 

Passo 6 – Montar esta partição do HD novo junto ao sistema

# mount –a

 

Alguns Comandos do RPM

Ver os pacotes instalados:

# rpm -qa

Desinstalar pacote:

# rpm -e <nome do pacote>

Obter informações do pacote:

# rpm -qi <nome do pacote>

Instalar pacote:

# rpm -ivh <nome do pacote>

Atualizar pacote:

# rpm -Uiv <nome do pacote>

 

Diretório Share Public – linux

 

[root@donizetti /root]# vi /etc/smb.conf

 This is the main Samba configuration file. You should read the

# smb.conf(5) manual page in order to understand the options listed

# here. Samba has a huge number of configurable options (perhaps too

# many!) most of which are not shown in this example

#

 

#======================= Global Settings ===========================

[global]

 

# Uncomment this if you want a guest account, you must add this to /etc/passwd

# otherwise the user "nobody" is used

;  guest account = pcguest

 

# Security mode. Most people will want user level security. See

# security_level.txt for details.

;   security = user

    security = share

 

#============================ Share Definitions ==============================

[homes]

 

# A publicly accessible directory, but read only, except for people in

# the "staff" group

;[public]

;   comment = Public Stuff

;   path = /home/samba

;   public = yes

;   writable = yes

;   printable = no

;   write list = @staff

 

[soft]

    comment = Public Stuff

    path = /home/soft

    public = yes

    writable = yes

    printable = no

    write list = @500

 

Configuração da Crontab

* Representa todos dias, minutos, horas, meses, ano etc...

 

crontab

 

[root@donizetti /root]# vi /etc/crontab

 

SHELL=/bin/bash

PATH=/sbin:/bin:/usr/sbin:/usr/bin

MAILTO=root 

Ex: [email protected] 

 

(Mandar mail de aviso do serviço)

Ex: MAILTO=""  (Se eu não quero aviso de serviço)

HOME=/

 

# run-parts

01 * * * * root run-parts /etc/cron.hourly

02 4 * * * root run-parts /etc/cron.daily

22 4 * * 0 root run-parts /etc/cron.weekly

42 4 1 * * root run-parts /etc/cron.monthly

|      |  |  |  |

|      |  |  |  L---> 0-7 Dia da Semana 0=Domingo

|      |  |  L---> 1-12 Mês

|      |  L---> 1-31 Dias

|      L---> 0-23 Horas

L---> 0-59 Minutos

 

Como configurar o Speedy no Linux

Instalando o rp-pppoe

Verificar se já esta instalado o pacote acima:

# rpm -qi rp-pppoe

Se tiver ok, mandar bala... se não. Vamos lá ... Baixar na internet o "rp-pppoe-3.3-1.i386.rpm"  , após isso instalar:

# rpm -ivh rp-pppoe-3.3-1.i386.rpm

Configurar o acesso

Anote os numeros DNS primário e secundário, isto você poderá pegar com o seu provedor de internet; depois vamos inclui-las em seu adsl-setup:

 

# /usr/sbin/adsl-setup

 

username: [email protected]

ethernet interface: eth0 (dar enter)

demand value: no (dar outro enter)

dns primário: xxx.xxx.xxx.xxx (número dns primário do provevor)

dns secundário: xxx.xxx.xxx.xxx (Número do secundário)

password: xxx (seu password no provedor)

firewall: standalone (opção 1)

 

Perfeito foi configurado seu adsl:

Status conectando ; agora execute o start do adsl.

# /usr/sbin/adsl-start

Mensagem default:  .....Connected!

Obs:

Ainda assim não consigo navegar!

Execute então o comando:

# /sbin/ifconfig observe se foi dado um endereço (inet end) para eth0:

 

Exemplo:

eth0      Link encap:Ethernet  HWaddr 00:90:27:77:A2:DB 

          inet addr:172.21.62.48  Bcast:172.21.62.255  Mask:255.255.255.0

          UP BROADCAST RUNNING MULTICAST  MTU:1500  Metric:1

          RX packets:4291593 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0

          TX packets:1179054 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0

          collisions:0 txqueuelen:100

          Interrupt:9 Base address:0xc000

 

lo        Link encap:Local Loopback 

          inet addr:127.0.0.1  Mask:255.0.0.0

          UP LOOPBACK RUNNING  MTU:3924  Metric:1

          RX packets:13919 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0

          TX packets:13919 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0

          collisions:0 txqueuelen:0

 

A documentação do rp-pppoe diz que : "DO NOT assign an IP address to the Ethernet card".  Assim, fica mais fácil.. tudo que precisamos fazer é remover a configuração do endereço IP de eth0, o que pode ser feito através dos comandos:

# /usr/sbin/adsl-setup

# /usr/ifconfig eth0 0.0.0.0

# /usr/sbin/adsl-start

 

Conforme dito acima, isso costuma resolver a maioria dos problemas.

 

Alguns possíveis problemas ao conectar:

Mensagem default:  Timeout

Obs:

* Você possui a última versão do rp-pppoe (3.3-1)?

* Seu computador está com a configuração DHCP ativada?

 

Conclusão:

Quando já estiver conectando pelo adsl-start:

e para deixar automaticamente o adsl-start ao iniciar o computador, execute o seguinte comando no Redhat ou distribuições compatíveis, como o Conectiva:

# /sbin/chkconfig --add adsl

 

Se ainda tiver algum problema, procure mais informações no documento HOW-TO-CONNECT:  em

# less /usr/doc/rp-pppoe-3.3/HOW-TO-CONNECT

 

Como colocar minha rede intranet na internet com adsl

Antes de começarmos a fazer as configurações, lógico temos que saber se nossa saída esta ok com adsl e internet funcionando perfeitamente.

Execute o seguinte comando abaixo conhecer sua tabela e saida de rede:

# route

 

 

Como montei meu arquivo para Start-Speed

 

#!/bin/bash

#  start no speed...

adsl-start

route

#   default para ppp0

route add default ppp0

route

# ipchains

echo "1" > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward

echo "1" > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward

ipchains -P forward DENY

ipchains -A forward -j MASQ -s 192.168.10.0/24 -d any/0

route

 

ADSL rotear

Comentário: Tenho uma conexão ADSL da Speed (telefonica)... e instalado o RedHat 6.2, que devo fazer para dar acessos a minha rede LAN

 

Executei os seguintes comandos e no meu caso com speed funcionou.

route;

#route add default ppp0

 

IPMasquerede;

#echo "1" > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward

 

para máquinas baseadas em RedHat ;

#vi /etc/sysconfig/network

FORWARD_IPV4=true

 

IpChains;

#ipchains -P forward DENY

#ipchains -A forward -j MASQ -s IP_de_tudo_red/24 -d any/0

 

Configurações no windows;

Propriedades de TCP/IP        -> placa de rede

Especificar um IP                  -> 192.168.10.2

Mascara de subrede              -> 255.255.255.0

 

Na máquina Linux                            -> 192.168.10.1

Ativar DNS                          -> do seu provedor

Nome de HOST                     -> batizar nome

Grupo de trabalho                 -> Mesmo em todos PCs

 

 

Vamos preparar um cabo invertido (ou seja crossover cable):

 

DIAGRAMA DE CABOS DE REDE

Primeiramente vale a pena esclarecer que o método/diagramas mostrados aqui é apenas 1 dos métodos de criação de cabos tipo CAT5 direto ou cross-over. Existem outros padrões/diagramas que também funcionam.

 

Bem após o aviso, antes de você se aventurar a fazer seu cabo de rede, é importante você definir que tipo de cabo precisa, e é claro, ter em mãos o material e ferramentas necessárias para a montagem.

 

Não iremos nesta dica explicar em detalhes como montar um cabo de rede (veja em outra dica aqui no site BoaDica como fazê-lo), mostraremos apenas os diagramas de conexão/ligação do cabo.

 

Definindo o cabo a ser utilizado

 

Como falamos acima existem basicamente 2 tipos de conexão no cabo: direta e invertida (também chamada cross-over).

 

Cabo direto (ou patch cable): utilizado para ligação da placa de rede ao hub

Cabo invertido (ou crossover cable): utilizado para ligação entre 2 hubs (também chamado cascateamento), ou então para ligar 2 micros pela placa de rede (padrão RJ45) sem a utilização de hub.

Tenha em mãos as ferramentas/materiais necessários que são:

- Pedaço de cabo de rede padrão CAT 5 (4 pares de fios)

- Conectores RJ45

- Alicate de Crimpagem.

 

Diagrama de conexão dos cabos:

 

Existem vários padrões de conexão dos cabos em uma rede, ou seja da ordem dos cabos internamente no conector. Deixando de lado a discussão de qual padrão é melhor, vamos apresentar o esquema de conexão no padrão EIA 568B.

Esta é a configuração do padrão CAT 5 para cabo direto (ou patch cable) no padrão 568B: veja Tabela 1 e Figura A abaixo.

 

 

Tabela 1: Patch cable CAT 5 (EIA 568B)

Conector #1

Conector #2

Branco/Laranja

Branco/Laranja

Laranja/Branco

Laranja/Branco

Branco/Verde

Branco/Verde

Azul/Branco

Azul/Branco

Branco/Azul

Branco/Azul

Verde/Branco

Verde/Branco

Branco/Marrom

Branco/Marrom

Marrom/Branco

Marrom/Branco

Nota: A primeira cor listada no par, é a cor dominante do fio, ou seja, no cavo azul/banco, é um fio azul com listras brancas e o cabo branco/azul, é um fio branco com listras azuis.

 

 

 

Figura A: Diagrama da fiação no padrão EIA/TIA T568B

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta é a configuração do padrão CAT 5 para cabo invertido (ou crossover) no padrão 568B: veja Tabela 2 e Figura B abaixo.

 

 

 

Tabela 2: cabo Crossover CAT 5

Conector #1

Conector #2

Branco/Laranja

Branco/Verde

Laranja/Branco

Verde/Branco

Branco/Verde

Branco/Laranja

Azul/Branco

Azul/Branco

Branco/Azul

Branco/Azul

Verde/Branco

Laranja/Branco

Branco/Marrom

Branco/Marrom

Marrom/Branco

Marrom/Branco

 

 

 

Figura B: Diagrama da fiação Standard e Crossover no padrão EIA/TIA T568B

 

            

 

                        Cabo A                                                    Cabo B

 

Configurar placa de rede e saida

 

[root@srvrascap root]# vi /etc/hosts

172.21.62.49    srvrascap.agestado.com.br       srvrascap

# Do not remove the following line, or various programs

# that require network functionality will fail.

127.0.0.1       localhost.localdomain   localhost

~

~

~

"/etc/hosts" 4L, 195C

 

[root@srvrascap root]# vi /etc/sysconfig/network

 

NETWORKING=yes

HOSTNAME=srvrascap.agestado.com.br

GATEWAY=172.21.62.1

~

~

~

~

~

"/etc/sysconfig/network" 3L, 70C

 

[root@srvrascap root]# vi /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0

 

DEVICE=eth0

ONBOOT=yes

BOOTPROTO=static

IPADDR=172.21.62.49

NETMASK=255.255.255.0

GATEWAY=172.21.62.1

~

~

~

~

~

"/etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0" 6L, 102C

 

 

[root@srvrascap root]# vi /etc/resolv.conf

 

nameserver 172.21.2.10

~

~

~

"/etc/resolv.conf" 1L, 23C

 

Reconhecendo um Arquivo de Configuração do LILO

O arquivo de configuração do lilo se localiza dentro do /etc e tem o nome de lilo.conf. É importantissimo que ele tenha as permisões corretas, assim como todos os arquivos presentes no /etc, para evitar que usuários possam alterar suas configurações.

Abaixo, segue um exemplo de arquivo de configuração do lilo; vale lembrar que comentários nesse arquivo começam com # e não são interpretadas as linhas que contêm esse caractere no início:

                                                            

# LILO configuration file

# generated by 'liloconfig'

#

# Start LILO global section

boot = /dev/hda

compact

append="mem = 64M"

message = /boot/boot_message.txt

prompt

timeout = 100

# Normal VGA console

vga = normal

# Linux bootable partition config begins

image = /vmlinuz

  root = /dev/hda3

  label = Linux

  read-only

# Linux bootable partition config ends

# DOS bootable partition config begins

other = /dev/hda1

  label = DOS

  table = /dev/hda

# DOS bootable partition config ends

 

As seções que compõem esse arquivo são as seguintes:

boot = /dev/hda - esta linha indica onde vai ser lida a tabela de boot do sistema, nessa caso /dev/hda, ou seja, o primeiro dispositivo da primeira IDE.

compact - essa opção indica que a imagem de boot deve ser comprimida, para se utilizar menos memória na hora do boot.

append = "mem = 64M" - append serve para se passar parâmetros diretamente para o kernel do Linux. Nesse caso em específico, o parâmetro mem indica a quantidade de memória do sistema. Para grandes quantidades de memória, maiores que 64MB, é necessário se passar esse parâmetro para o kernel para que ele possa trabalhar corretamente com a quantidade de memória indicada. Sistemas com dispositivos 'onboard' que alocam memória, tal como dispositivos SIS, às vezes necessitam passar esse parâmetro mesmo tendo menos que 64MB de memória, pois o sistema não reconhece que o dispositivo onboard requisitou memória para si. Para calcular o valor a ser inserido como parâmetro, subtraia da quantidade total de memória o quanto o dispositivo onboard esta utilizando para si. Outros parâmetros que podem ser passados através do append são geometria de disco, inicialização de dispositivos SCSI, etc.

message = /boot/boot_message.txt - nesse arquivo texto esta armazenado o motd, mensagem que será exibida ao se inicializar o lilo, antes do prompt. Normalmente se coloca nesse arquivo as opções de boot presentes na máquina ou se algum aviso importante.

prompt - essa opção serve para que o LILO apresente um prompt para se indicar quais as opções de boot; se você quiser que seja sempre dado boot por uma mesma imagem ou se você não tiver opções de SO, você pode retirar essa linha que o lilo irá diretamente para a fase de boot.

timeout = 100 - indica o tempo que o prompt permanecerá exposto. Caso esse tempo seja ultrapassado, o lilo inicia a imagem de boot definada como default. Nesse caso, 10 segundos.

vga = normal - aqui indica como o lilo se apresentará para o usuário. Nesse caso ele será mostrado em resolução texto vga padrão.

Até aqui vimos as opções do lilo, a partir de agora iremos ver as opções de imagem de boot.

Imagem de boot para um sistema Linux:

image = /vmlinuz - onde se localiza a imagem de boot do Linux; quando se compila o kernel é criada essa imagem. Nesse caso a imagem do kernel está localizada no raiz e tem o nome de vmlinuz.

root = /dev/hda3 - indica onde é a partição root do sistema, nesse caso /dev/hda3, i.e., terceira partição do primeiro dispositivo da primeira IDE.

label = Linux - indica o nome pelo qual essa imagem de boot estará ligada no lilo; através desse label é que será possivel acessar a imagem através do prompt. Note que você não pode ter dois nomes iguais.

read-only - indica que a partição root será montada como read only, somente leitura, na inicialização. Essa opção é necessária para que o sistema possa fazer o check sanity , isto é, "checagem de sanidade" do sistema, que seria verificar se o filesystem esta em ordem e funcionando perfeitamente. Essa checagem é importante para o sistema reconhecer, prevenir e consertar erros no sistema de arquivo.

Imagem de boot para um sistema DOS®/Windows®:

other = /dev/hda1 - indica onde está o sistema de arquivo dessa imagem de boot. Nesse caso /dev/hda1, isto é, primeira partição do primeiro dispositivo da primeira IDE.

label = DOS - como foi dito na seção label da imagem de boot para Linux, indica como será chamada essa imagem de boot. table = /dev/hda - indica onde está o boot do sistema para essa imagem de boot.

Instalando o Lilo

Provavelmente sua distribuição deve ter instalado o lilo, portanto, mudanças no arquivo de configuração do lilo serão realizadas dentro do /etc/lilo.conf que já existe. Para que as alterações tenham efeito, basta digitar como root, # lilo , aí o lilo ira reconhecer as mudanças no arquivo de configuração e atualizará o setor de boot; na próxima inicialização do sistema as mudanças já terão efeito.

Se o arquivo /etc/lilo.conf não existir, provavelmente você não tem o lilo instalado ou, se tiver, o assistente de configuração nunca foi utilizado. Tente usar o comando # liloconfig para testar se esse utilitário existe. Se existir, o lilo está instalado mas não em uso. Se não existir, provavelmente você não tem o lilo no seu sistema e será necessário fazer o download dele para instalá-lo em seu sistema.

Após toda e qualquer mudança relativa ao LILO é necessário chamar o lilo para que ele atualize os dados no setor de boot; basta digitar lilo no prompt (como root). A saída do comando deve ser os nomes das opções de boot que você tem e uma delas será precedida por um asterisco (*), indicando que é a opção default de boot. A opção default é a que vem primeiro no arquivo de configuração do lilo, nesse caso a imagem Linux.

Problemas com o Lilo

Quando o LILO é carregado, ele apresenta a palavra "LILO". Cada letra é apresentada na seqüência de inicialização do lilo, portanto a presença das letras ou a falta delas indica os erros que estão ocorrendo na inicialização.

---- (nenhuma letra é apresentada e o boot pára ): Nenhuma parte do LILO foi carregada. O lilo pode não estar instalado ou a partição no qual o setor de inicialização está localizado não está ativa ou não foi encontrado esse setor de inicialização. Provavelmente problemas na opção boot nos parâmetros do lilo.conf.

L--- (a letra L é apresentada e não é seguida por nenhuma outra): O primeiro estágio do carregador foi iniciado e executado, mas não foi possivel carregar o segundo estágio. Os códigos de erro com dois dígitos indicam o tipo de problema. Esta condição indica normalmente a falha na mídia (impossivel ler o setor onde estão gravados os dados do lilo) ou erro de geometria (parâmetros de disco incorretos). Leia mais em Pormenores do Lilo.

LI-- (as letras LI são apresentadas): O primeiro estágio foi capaz de carregar o segundo, mas falhou na sua execução. Isso pode ser causado por erro de geometria ou pela movimentação do /boot/boot.b sem a execução do instalador.

LIL- (as letras LIL são apresentadas): O segundo estágio conseguiu ser iniciado, mas não pode carregar a tabela de descritores do arquivo map. Isso normalmente é causado por falha na mídia (impossibilidade de ler o arquivo) ou erro de geometria.

LIL? (as letras LIL são apresentadas seguidas de uma interrogação (?)): O segundo estágio do LILO foi carregado para um endereço incorreto. Isso é tipicamente causado por erros de geometria ou pela movimentação do arquivo /boot/boot.b sem a execução do instalador.

LIL- (as letras LIL são apresentadas seguidas por um sinal de menos (-)): A tabela de descritores está corrompida. Isso pode ser causado por erros de geometria ou pela movimentação do arquivo /boot/boot.b sem a execução do instalador.

LILO (as letras LILO são apresentadas e o boot ocorre): Todas as partes do LILO foram carregadas corretamente, possibilitando o boot. Caso ocorra algum erro depois daqui, o erro estará na indicação dos parâmetros de imagem.

Caso o BIOS apresente algum erro quando o LILO estiver tentando carregar uma imagem de inicialização, o respectivo código de erro é apresentado. Estescódigos variam de 0x00 até 0xbb (códigos hexadecimais). Veja o Guia do Usuário LILO para maiores detalhes. Esses erros não são comuns e não serão abordados aqui.

Pormenores do LILO

Existe um problema de compatibilidade entre o lilo e discos muito grandes. Discos que tenham o setor de boot de um SO acima do cilindro 1024 normalmente causam problemas com o lilo.

Para resolver esse problema, instale o lilo abaixo desse cilindro, criando para isso partição de cerca de 5MB a 10MB no início do disco e instale o lilo nessa partição. Com isso você estará evitando os erros de geometria de disco que podem ocorrer com o lilo.

Recuperando o LILO

Se por acaso você tinha o lilo instalado e por algum motivo perdeu o lilo, você pode facilmente recuperá-lo (dependendo do caso).

Normalmente SO mal comportados, como é o caso do Windows 9X, NT, ME, 2000, sobrescrevem o setor de boot sem dar satisfação alguma sobre isso, portanto, acabam sobrescrevendo o lilo e este não mais podera gerenciar o boot da máquina.

Para fazer o lilo voltar a gerenciar o boot basta reescrever esse setor de boot. Para isso utilize um disco de inicialização do Linux e após, quando estiver no prompt de comando do Linux, logue-se como root no sistema e digite: # lilo . Seu problema deverá ser sanado sem maiores difuldades. Normalmente, se você tiver um outro boot manager, como é o caso do NT, após o lilo, ele continuará funcionando sem causar interferências no funcionamento deste.

Esse procedimento pode ser usado também caso seja executado o comando do DOS® C:\> fdisk /MBR . Apesar de não ser um comando documentado, várias pessoas o usam sem saber realmente para que serve. Com esse comando a MBR (Master Boot Record , ou Setor Principal de Boot) é sobrescrita e o lilo não mais funcionará.

Outros aplicativos também causam esse tipo de dano, como o Norton Utilities®.

 

Configurando um Cliente NFS

O processo de montagem de um disco remoto em uma máquina cliente é bastante semelhante ao processo de montar discos locais. Você poderá montar estes discos a partir da linha de comando, ou utilizar o Linuxconf para isso, que além de montar o disco irá modificar o arquivo /etc/fstab para que o disco seja montado automaticamente ao se iniciar o sistema.

Utilizando um terminal você poderá montar um disco usando o comando mount, como no exemplo abaixo:

# mount servidor.minhaorganizacao:/tmp /mnt/diversos

 

 

 

E-mail com anexo

Para mandar um e-mail com anexo utilizando o comando mail do bash, use a dupla uuencode/uudecode.

Para enviar, experimente:

 

$ uuenconde file.ext file.ext | mail -s subject user@domain

 

E quando receber salve a mensagem em disco e utilize o comando uudecode. Por exemplo, se o arquivo da mensagem chama-se exemplo_01:

 

$ uudecode exemplo_01

 

 

Os vírus estão cada vez mais velozes e furiosos

 

Veja a que tipo de males você pode estar exposto:

 

vírus – infectam programas, arquivos de Word, Excel, PowerPoint e outros. Isso ocorre, na maioria das vezes, quando os arquivos contaminados são abertos  nadvertidamente;

 

worms (vermes) – os worms são também genericamente chamados de vírus. Sua característica principal é explorar falhas de segurança – seja de sistemas  operacionais, leitores de e-mail ou mesmo do navegador – para se multiplicar, sem necessidade de intervenção. Uma vez ativos, esses vermes procuram outros  sistemas vulneráveis;

 

trojan (cavalo-de-tróia) – outra espécie de vírus. A diferença é que, uma vez executados, abrem, no micro do usuário, portas para a entrada de outros invasores. Podem, ainda, envia informações do computador contaminado para um destino externo;

 

keyloggers – eles são os famosos responsáveis por gravar informações copiadas de teclados e mouses (quando quando se usa um teclado virtual, por exemplo). Funcionam como um cavalo- de-tróia e têm o objetivo de roubar informações que podem ter valor no mundo externo: de segredos pessoais e comerciais às preciosas senhas de banco (e outras informações financeiras), que são usadas em fraudes eletrônicas;

 

spywares – começaram como arquivos inofensivos, chamados de adwares. A idéia inicial era que, com o consentimento do internauta (que teria, em troca,  serviço gratuito), esses programas mostrassem anúncios personalizados – de acordo com o perfil de uso do computador. Acabaram, porém, tornando-se agressivos:  vigiam o que se faz, usam subterfúgios para se instalar sorrateiramente e abusam do modo como mostram os anúncios;

 

popups – normalmente, são inofensivos. Apesar disso, muito irritantes: abrem anúncios e outras informações de forma ostensiva na tela do micro. Muitos se  multiplicam velozmente e acabam tornando o uso do micro impossível e, até, forçando o reinício do sistema;

 

spam – velho conhecido que enche nossas caixas postais (e até nossos mensageiros eletrônicos) com mensagens inúteis.

 

 

 

Algumas Configurações para segurança

Compilando o Kernel :

cd /usr/src/linux

make menuconfig ( alterações no Kernel )

make dep

make clean

make -j zImage &

 

Alterar configurações de rede :

/etc/sysconfig/network-script/ifcfg-eth0:0 ( ip )

/etc/network ( host )

/etc/hosts

/etc/resolv.conf

 

Serviços

/etc/services

/etc/rc.d/rc3.d/

/rcX.d/

 

DNS

/etc/resolv.conf

/etc/nsswitch.conf

/etc/hosts e host.conf

 

Segurança

/rc.d/rc.firewall - no rc.local

/etc/hosts.allow

/hosts.deny

/etc/inetd.conf

 

FTP:

apagar ou renomear usuário ftp - ( sem anonymous )

/etc/group

/passwd

 

Sendmail:

retirar && echo -bd da linha :

/etc/rc.d/init.d/sendmail

daemon /usr/sbin/sendmail $([ "$DAEMON" =3D yes ] && echo -bd) \=20

Syslog: ( logs do Sistema - incluir *.* p/ -/var/log/messages )

/etc/syslogd.conf

Repair FileSystem : Substituir sulogin

de /etc/rc.d/rc.sysinit por /bin/bash

 

# RAID1 Configuration File

raiddev /dev/md0

raid-level 1

nr-raid-disks 2

nr-spare-disks 0

chunk-size 4

device /dev/hdb1

raid-disk 0

device /dev/hdd1

raid-disk 1

 

# REINET ( restart of inetd services )

/root/reinet.sh &

# Start of sloohandbuild.pl scrip perl

su -c "/md0/estadao/perl-ptl/slookAndBuild.sh &" - estadao

# verificar static-routes

Alguns exemplos de programas bash

AcessoNegado :

#!/bin/bash

chown donizeti:donizeti -R /home/audio/rato/

chmod 544 -R /home/audio/rato/

chmod 755 /home/audio/rato/

chown donizeti:donizeti -R /home/bkp/Captacao\ Dados/SS434/donizeti/

chmod 544 -R /home/bkp/Captacao\ Dados/SS434/donizeti/

chmod 755 /home/bkp/Captacao\ Dados/SS434/donizeti/

chown donizeti:donizeti -R /home/bkp/Newspaper/

chmod 544 -R /home/bkp/Newspaper/

chmod 755 /home/bkp/Newspaper/

 

 

 

 

Programa de atualizar antivirus:

 

– Acrescentar no arquivo CRONTAB  :

 

[root@donizetti /root]# vi /etc/crontab

 

SHELL=/bin/bash

PATH=/sbin:/bin:/usr/sbin:/usr/bin

MAILTO=root

HOME=/

 

# run-parts

01 * * * * root run-parts /etc/cron.hourly

02 4 * * * root run-parts /etc/cron.daily

22 4 * * 0 root run-parts /etc/cron.weekly

42 4 1 * * root run-parts /etc/cron.monthly

 

 

 

# BLOQUEANDO DIRETORIO

01 5 * * 0-4 root /home/donizeti/sh/AcessoNegado.sh

01 7 * * * root /home/donizeti/TravaPastas.sh

 

# DESBLOQUEANDO DIRETORIO

01 20 * * 0-4 root /home/donizeti/sh/DesTravaPastas.sh

 

# BUSCANDO ATUALIZAÇÃO DO DAT

#00 21-23 * * * root /home/donizeti/sh/LocalMcaFeeBR.sh >> /var/log/datfiles.log 2>&1

00,15,30,45 * * * * root /home/donizeti/sh/LocalMcaFeeBR.sh >> /var/log/datfiles.log 2>&1

03,18,33,48 * * * * root /home/donizeti/sh/LocalMcaFeeEN.sh >> /var/log/datfiles.log 2>&1

     

# AVISANDO QUE O DAT CHEGOU

#10,25,40,55 * * * * root /home/donizeti/sh/DatChegando.sh

~

~

"/etc/crontab" 30L, 850C

 

-  Criar programa Shell para os DATs BR:

 

#!/bin/bash

 

local=`ls /home/ftp/ | grep .zip | cut -c5-8`;

echo "Referência local no momento é : $local ";

rm -rf .listing

wget -Lnr ftp://ftp.nai.com/pub/datfiles/brazilian/

mcafee=`cat .listing | grep .zip | cut -c44-47`;

echo "Referência mcafee no momento é : $mcafee ";

 

# Pergunta: É igual?

if [ $local -eq $mcafee ];

then

echo "No momento não temos novos DATs na McAfee";

else

        # Pergunta: É menor do que?

        if [ $local -lt $mcafee ];

        then

        echo "Baixando os DAT e SDAT "$mcafee" do site McAfee"

        wget ftp://ftp.nai.com/pub/datfiles/brazilian/dat-"$mcafee".zip

#       chmod 777 /home/ftp/dat-"$mcafee".zip

        rm -rf /home/ftp/dat-"$local".zip

        wget ftp://ftp.nai.com/pub/datfiles/brazilian/sdat"$mcafee".exe

        rm -rf /home/ftp/sdat"$local".exe

#       chmod 777 /home/ftp/sdat"$mcafee".exe

        rm -rf /home/ftp/update.ini

        wget ftp://ftp.nai.com/pub/datfiles/brazilian/update.ini

        fi

fi

~

~

"/home/donizeti/sh/LocalMcaFeeBR.sh" 28L, 885C

 

 - Criar programa Shell para os DATs EN:

 

#!/bin/bash

 

cd /home/ftp/EN/

local2=`ls /home/ftp/EN/ | grep .zip | cut -c5-8`;

echo "Referência local no momento é : $local2 ";

rm -rf .listing

wget -Lnr ftp://ftp.nai.com/pub/datfiles/english/

mcafee2=`cat .listing | grep .zip | cut -c44-47`;

echo "Referência mcafee no momento é : $mcafee2 ";

 

# Pergunta: É igual?

if [ $local2 -eq $mcafee2 ];

then

echo "No momento não temos novos DATs na McAfee";

else

        # Pergunta: É menor do que?

        if [ $local2 -lt $mcafee2 ];

        then

        echo "Baixando os DAT e SDAT "$mcafee2" do site McAfee"

        cd /home/ftp/EN/

        wget ftp://ftp.nai.com/pub/datfiles/english/dat-"$mcafee2".zip

#       chmod 777 /home/ftp/EN/dat-"$mcafee2".zip

        rm -rf /home/ftp/EN/dat-"$local2".zip

        cd /home/ftp/EN/

        wget ftp://ftp.nai.com/pub/antivirus/datfiles/4.x/sdat"$mcafee2".exe

        rm -rf /home/ftp/EN/sdat"$local2".exe

#       chmod 777 /home/ftp/EN/sdat"$mcafee2".exe

        rm -rf /home/ftp/EN/update.ini

        cd /home/ftp/EN/

        wget ftp://ftp.nai.com/pub/datfiles/english/update.ini

        fi

fi

~

~

"/home/donizeti/sh/LocalMcaFeeEN.sh" 32L, 989C

 

 

 

 

 

BuscaDats :

#!/bin/bash

primeiro="0";

for lo in `ls /home/ftp/ | cut -c5-8`;

do

echo "O numero e: $lo";

log=`expr $lo + 0`;

if [ $primeiro = "0" ];

then

ma=$log;

me=$log;

primeiro="1";

fi

if [ $log -gt $ma ];

then

ma=$log;

else

if [ $log -lt $me ];

then

me=$log;

fi

fi

if [ $ma = $me ];

then

echo " Nao ha mais arquivo para deletar !! "

num=$ma;

num=`expr $num + 1`;

echo " Buscando a DAT-"$num".zip "

cd /home/ftp/

cp /home/donizeti/mail/4 /var/log/datfiles.log

wget ftp://ftp.nai.com/pub/antivirus/datfiles/4.x/dat-"$num".zip

chmod 777 /home/ftp/dat-"$num".zip

else

echo " Deletando arquivo ... "$me".zip "

rm -f /home/ftp/dat-"$me".zip

rm -f /home/ftp/dat-*.zip.*

rm -f /home/ftp/*"$me".upd

#wget "http://bcp.uol.com.br/portal/envia_digimemo.php?1&calculo=1025098636&numeroa=92652261&ddd=11&texto=DAT"$num" Atual?&contato=&senderb=McAfee:"

#wget "http://bcp.uol.com.br/portal/envia_digimemo.php?1&calculo=1025098636&numeroa=92652257&ddd=11&texto=DAT"$num" Atual?&contato=&senderb=McAfee:"

#wget "http://bcp.uol.com.br/portal/envia_digimemo.php?1&calculo=1025098636&numeroa=91162483&ddd=11&texto=DAT"$num" Atual?&contato=&senderb=McAfee:"

rm -rf /home/ftp/envi*

fi

done

CopiaSdat :

#!/bin/bash

cp /home/bkp/Captacao\ Dados/sdat* /var/www/html/SP/.

 

DesTravaPastas

#!/bin/bash

chmod 777 -R /home/audio/rato

chmod 777 -R /home/bkp/Captacao\ Dados/SS434/donizeti

chmod 777 -R /home/bkp/Newspaper

chown nobody:nobody -R /home/audio/filme/Preparando

 

EscondePastas

#!/bin/bash

chmod 744 -R /home/audio/rato

chmod 744 -R /home/bkp/Captacao\ Dados/SS434/donizeti/

chmod 744 -R /home/bkp/Newspaper

MercNews2

#!/bin/bash

y=`cat /home/redacao/MercNews.txt | grep 4.PC | cut -c1-2`

echo " O Resultado e " $y

if [ $y = NP ]

then

echo "Arquivo já encontra-se para ser enviado !"

date

echo " Enviando Mensagem de Aviso para Operação "

cat /home/redacao/MercNews.txt >> /home/redacao/mailaviso2.txt

cat /home/redacao/mailaviso2.txt | /usr/lib/sendmail -t

cp /home/redacao/mailaviso2.old /home/redacao/mailaviso2.txt

cp /home/redacao/MercNews.old /home/redacao/MercNews.txt

else

echo " Aguardando ... "

fi

 

MercNews

#!/bin/bash

p=`cat /home/redacao/MercNews.txt | grep 2.PC | cut -c1-2`

echo " O Resultado e " $p

if [ $p = ME ]

then

echo "Arquivo já encontra-se para ser enviado !"

date

echo " Enviando Send Novell de Aviso para Operação "

cat /home/redacao/MercNews.txt >> /home/redacao/mailaviso.txt

cat /home/redacao/mailaviso.txt | /usr/lib/sendmail -t

cp /home/redacao/mailaviso.old /home/redacao/mailaviso.txt

cp /home/redacao/MercNews.old /home/redacao/MercNews.txt

else

echo " Aguardando ... "

fi

Mnche

 

#!/bin/bash

ftp ftpnovell.agestado.com.br

USER .user.tecno.ae

PASS xxxxxxx

 

PrepBook

#!/bin/bash

#Antes de executar, importe do Notes o AdreessBook para o diretorio e salve como book

grep -a 'Short' book > book2

cat book2 | cut -c13-200 > book3

grep -a 'FullName: CN=' book > book4

cat book4 | cut -c15-300 > book5

cat book5 | cut -d/ -f1 > book6

mv book3 book2

mv book6 book1

chmod 777 book1

chmod 777 book2

#Apos, abrir os arquivo book1 e book2 no excell e salvar as duas colunas.

# by Dony

 

 

TravaPastasPessoal

#!/bin/bash

chmod 744 -R /home/audio/rato

chmod 744 -R /home/bkp/Captacao\ Dados/SS434-Dony/donizeti

chmod 744 -R /home/bkp/Newspaper

chmod 744 -R /home/audio/dony

chown root:root -R /home/audio/filme/Preparando

 

TravaPastas

#!/bin/bash

chmod 744 -R /home/bkp

 

 

Particinar usando fdisk

 

.m        Fornece uma lista dos comandos disponíveis

.p         Fornece uma lista das informações da partição atual

.n         Acresenta uma nova partição

.t          Ajsuta ou muda o tipo da partição

.l          Fornece uma lista dos tipos de partições diferentes e os seus números ID

.w        Salva as suas informações e fecha o fdisk

.q         Sai sem salvar qualquer mudança (útil quando você comete um erro)

 

IPCHAINS - Tire suas dúvidas

 

Firewall é um sistema de proteção para a sua rede ou servidor,que impede a entrada de intrusos ou barra a saida de alguém para algum lugar, ou seja, é um filtro de pacotes.

Ipchains
Com este tutorial, eu consegui fazer com que três pessoas que não entendem NADA de linux, criassem regras simples de ipchains, SEM OLHAR NOS MANUAIS!!! Não só isso, mas em tempo recorde, 30 min!

E você também, se ainda não entende nada sobre ipchains, em 30min eu garanto que você vai conseguir pegar as manhas.

Meu ponto de vista é o seguinte, não adiantaria nada se eu colocasse aqui linhas e mais linhas de configurações de ipchains com suas regras e explicações, a única coisa que você conseguiria fazer seria copiar, mas não conseguiria APRENDER o por quê daquilo e este seria apenas mais um documento sobre ipchains. <

Se você já tentou aprender o ipchains e não conseguiu, leia com atenção as linhas abaixo.

2.1 Início

Por quê, eu não consegui aprender o ipchains, mesmo lendo muitos documentos sobre o assunto?

Simples, porque você não tinha uma referência sobre o assunto, tudo que você viu hoje de receitas sobre ipchains ou dicas, eles davam tudo mastigado para você, mesmo explicando TUDO eles esqueceram de um pequeno detalhe, eles ensinavam o por quê, mas não o como.

Um outro ponto que eu acho fundamental é o canal de transmissão e recepção.

Veja, se uma pessoa fala chinês e o outro alemão ninguém entende se ninguém certo? Acontece o mesmo com a maioria dos documentos sobre linux que encontramos por ai, onde quem ensina não fala a mesma língua de quem quer aprender. Então, antes de mais nada, você precisa saber em que canal você esta sintonizado. Todo o ser humano possui trêscanais, Visual, Auditivo e Sinestésico.

A pessoa Visual "precisa VER para APRENDER", o Auditivo "precisa ESCUTAR para APRENDER" e o Sinestésico "precisa FAZER para APRENDER".

Então, neste documento, eu pretendo ser o mais claro possível, usando dois canais, o Visual e o Sinestésico.

Primeiramene tenha em mãos o ipchains-HOWTO pois ele tem as definições completas dos comandos do ipchains, pegue ele traduzido para o português aqui.

Como eu estava falando, você precisa ter a referência.

Antes de criar suas regras de ipchains você precisa fazer um mapa daquilo que você quer liberar ou fechar.

O rascunho nada mais é do que uma cópia do log do ipchains ( ipchains -L ) quando você cria uma regra, então guarde estas funções básicas:

-A cria nova rede de chains
-D apaga chains
-s source,de onde vem,cliente --> servidor
-d destino,servidor --> cliente
-j função,entre elas DENY,MASQ,REJECT etc
-p protocolo,tcp,udp ou icmp
input tudo que vai entrar
output tudo que vai sair

Estas são algumas funções que iremos trabalhar aqui, pois, você compreendendo este básico, o resto fica mais fácil depois.

Sempre que você for criar uma regra de ipchains ela sempre vai começar com:

ipchains -A (ou -D) input ( output ou forward )

O ipchains -A vai criar uma nova regra, se você usar a mesma regra com -D você apaga, o input é tudo que vai entrar no nosso sistema. Por exemplo, quando alguém de fora quer usar o ftp da sua rede, ele precisa ENTRAR ( IN ) primeiro certo? O output é o contrário, é tudo que vai SAIR ( OUT ) do seu servidor para o cliente. Por exemplo, quando um cliente requisita uma informação do seu servidor e você não quer que ele tenha tal informação. Pode ser usado com serviços também, como www, ftp, mail (pop) etc, eu vou explicar como, mais adiante.

Até aqui não foi difícil foi? Agora vamos continuar com as outras funções, seguido do exemplo acima:

ipchains -A input -p tcp ( udp ou icmp ) -s ip_da_onde_vem_o_pedido -d ip_de_destino -j DENY

Agora, -p tcp é o protocolo, este pode ser udp ou icmp. É importante que você saiba o que seja protocolos tcp, udp e icmp, você pode ter um exemplo dando uma olhada no /etc/services para ver que serviço que usa qual protocolo, mas eu recomendo uma leitura em livros como "Guia do Administrador de Redes", na página 429 e seguintes.

Ok, continuando, -s é o IP da onde vem a conexão, pode ser um IP da sua rede interna como também pode ser um IP da internet, o -d seria o destino, no caso o seu servidor, como pode ser um site de internet, -j é função DENY ( negar ).

Vamos a um exemplo mais específico: eu quero negar ( DENY ) o acesso ao meu servidor de ftp vindo de uma máquina de rede interna. Vamos as definições:

Servidor de ftp = 192.168.1.3
Cliente que vamos negar o acesso = 192.168.0.2

Então vamos criar uma regra de input, por quê input?
Porque, para usar os serviços de ftp do nosso servidor, nós precisamos entrar primeiro ( IN ). Funciona mais ou menos assim quando você vai usar o ftp:

Cliente: - entra e fala,Quero usar o ftp.
Servidor: - Seu nome ( login )?
Cliente: - Fulano
Servidor: -Senha?
Cliente:Ciclano

Entendeu? Muita gente ainda confunde input com output, misturando com as funções -s e -d.

Eu não quero que 192.168.0.2 acesse o servidor 192.168.1.3, então a regra ficaria assim:

ipchains -A input -p tcp -s 192.168.0.2 -d 192.168.1.3 ftp -j DENY

Veja que estamos negando ( DENY ) somente o IP 192.168.0.2, mesmo que ele tente se conectar o acesso vai estar barrado e assim vai ficar até dar o time out. Nós também podemos barrar toda a rede 192.168.0.* expecificando desta maneira:

ipchains -A input -p tcp -s 192.168.0.0/24 -d 192.168.1.3 ftp -j DENY

Então todos os IPs da Classe C que vai de 192.168.0.1 até 192.168.0.254 vão estar barrados. Você também pode trocar o 24 por 255.255.255.0 que significa a mesma coisa.

Uma coisa que não podemos esquecer é, sempre que possível, expecificar o -p ( protocolo ) e depois do -d ( destino ) o IP + a porta, no caso, o que eu escolhi foi o ftp, mas este também pode ser definido como número, ou seja, a porta 21.

E se eu quiser barrar TODOS de acessarem o meu servidor de ftp? Simples, você precisaria utilizar o 0.0.0.0/0 ou 0/0, se você vai barrar TODOS, como eu não sei qual IP que vai entrar para usar o ftp, então utilizando 0.0.0.0/0 fica universal ou qualquer IP.

Qual a diferença entre DENY e REJECT?

O DENY vai negar os pacotes conforme a especificação que você der, então quando o cliente tentar se conectar e o seu ipchains estiver configurado para negar ( DENY ), o cliente vai tentar,tentar até que acabe o tempo ( TIME_OUT ), ou seja, quem tentar se conectar vai saber que o serviço existe mas que ele não tem acesso.

O REJECT vai rejeitar os pacotes que forem enviados para determinada porta, depende da definição que você escolheu de que porta o ipchains vai rejeitar, então você não tem o TIME_OUT como no DENY, todo cliente que tentar se conectar vai receber uma mensagem de que o serviço não existe fechando a conexão logo em seguida.

2.2. Criando Regras

Como você pode ver, não tem muito segredo em trabalhar com ipchains, veja que, como eu disse, esta não é uma receita de "faça isso, faça aquilo"/, mas uma receita em que você vai aprender a fazer. Eu só dei um exemplo para que você tenha a noção e pegue a referência, depois que você pegou esta referência fica mais fácil de utilizar todas as funções do ipchains.

Então, para que possamos criar nossa primeira regra de ipchains sem olhar nos manuais, é muito importante que você planeje o que você quer que saia, entre etc. Isso mesmo planejar. Você precisa criar um mapa daquilo que você quer fazer, para implementá-lo depois, o mapa que eu utilizo é o próprio log do ipchains ( ipchains -L ). Veja um exemplo de uma regra que eu criei no arquivo ipchains-regras.txt que estava incluso no arquivo compactado que vcê puxou. De início vocês não vão entender nada, mas com as linhas seguintes você vai ver que tudo faz sentido. Seguindo o nosso mapinha, nós temos:

Chain input (policy REJECT)
Chain output (policy REJECT)
Chain forward (policy REJECT)


Que nós definimos com o comando:

ipchains -P input REJECT
ipchains -P output REJECT
ipchains -P forward REJECT

Esta lógica é baseada no tcpwraper ( /etc/hosts.allow /etc/hosts.deny lembra? )
Ou seja, nós fechamos TUDO e depois abrimos um a um. Tudo bem até aqui?

Entre cada chave ( Chain input, Chain output e Chain forward ), nós temos um conjunto de regras para o funcionamendo do nosso ipchains, então, seguindo o meu exemplo ( se você não viu ainda, veja agora o arquivo ipchains-regras.txt ), ele esta organizado desta maneira ( da esquerda para direita ):

target Função que sera usada
prot Protocolo
opt Opção
source De onde vem a conexão
destination Para onde vai a conexão
ports Porta de conexão


Já sabemos o que significa cada uma delas certo?

Agora quando eu vou criar algumas regras de ipchains, eu sempre me baseio nesta tabela de log do ipchains. Por exemplo, na regra que eu citei acima do ftp, eu a criei usando a tabela, veja:

target DENY
prot tcp
opt
source 192.168.0.2
destination 192.168.1.3
ports ftp ou 21


Nós fizemos nossa definição, agora nós a transformamos em comando:

ipchains -A input -p tcp -s 192.168.0.2 -d 192.168.1.3 -j DENY

Pegaram?? Lembra que que lá em cima eu falei que toda a regra começa com ipchains -A input ( output ou forward ) e depois as definições?

Viram, não tem segredo.

Se você olhar no meu mapa, verá que existem algumas funções com prot=all e ports=n/a, o log do ipchains apresenta estes dados quando você não especifica o -p e a porta ao lado do IP do destino ( -d ).

Ex em Chain input (policy REJECT) primeira linha:

ipchains -A input -s 192.168.0.2 -d 192.168.1.3 -j ACCEPT

Os nomes que estão lá foram resolvidos pelo ipchains,mas onde lista:

ws-111202.wtulinux.co.jp é o IP 192.168.0.2
server.wtulinux.co.jp é o IP 192.168.1.3

Fácil não? Mas você acha que ainda não consegue?? Humm.

Eu mostrei uma regra, agora é a sua vez! Por favor preste MUITA atenção, se você esta querendo APRENDER mesmo como trabalhar com o ipchains siga as regras abaixo, e OBEDEÇA!!! Isso é muito importante, no /etc/sysconfig/network apague os dados do GATEWAY e GATEWAYDEV para que você não tenha problemas com o ipchains -L e faça
/etc/rc.d/init.d/network restart, vamos lá:

1) Faça de conta que só exista o protocolo tcp.
2) Vamos imaginar que só exista o serviço de telnet ( porta 23 )
3) O IP do nosso cliente é ( coloque o ip do seu )
4) O IP do servidor é ( coloque o ip do seu )
5) Pegue um PEDAÇO DE PAPEL e um LÁPIS ( editor de TEXTO do Windows ou Linux NÃO SERVE ) e faça uma tabela parecida com a tabela do log do ipchains e preencha com os dados de 1 a 4.
6) Crie um regra de input ( NO PAPEL )
7) Transforme a tabela em comando ( NO PAPEL ).
8) Passe os comandos criados para o linux.
9) Faça ipchains -L e verifique as regras que você acabou de criar.
10) Troque o serviço por www ( porta 80 ) na opção 2 e faça a mesma coisa ( NO PAPEL depois passe para o linux )

Não foi tão difícil assim foi?? Ou será que foi muito fácil??

Veja que é importante que você não olhe nos exemplos, explicados aqui ou em qualquer outro lugar, crie a sua regra, usando somente o seu mapa. Creio que você poderá criar suas regras de ipchains depois que você pegou esta referência.

Espero que vocês tenham gostado desta receita e que vocês tenham aprendido como pelo menos criar suas próprias regras de ipchains, o que você precisa agora é voltar para o ipchains-howto e aperfeiçoar suas técnicas e conhecimentos, saber quais serviços utilizam quais portas e protocolos.

Não se esqueça de SEMPRE utilizar o mapa, pelo seguinte motivo, se você fizer as coisas organizadamente, sempre vai ficar mais fácil de localizar possiveis problemas, quem já não tentou utilizar configurações de ipchains de terceiros e se deparou com vários problemas do tipo, serviço x não funciona ou não consigo utilizar y depois que eu ativei o ipchains.

Entre vários outros, para estes e outros problemas eu recomendo que você dê uma olhada em outra receita, um pouco mais avançada, para resolver certos problemas que encontramos no ipchains.

Comentários são bem vindos!!!!

 

 

Formatando partições

 

Sugestão de tamanho de partição :

 

Tipo de Partição

Tamanho Mínimo

Tamanho Sugerido

/

80 Mb

100Mb – 200Mb

/usr

850Mb

850+ aplicações e doctações

/var

22Mb

50Mb

Espaço de página

0 Mb

Até 2.047Mb

 

 

 

 

 

 

Criar discos de inicialização

 

Boot.img ( criar disco de inicialização )

Supp.img ( criar disco suplementar )

Bootnet.img (criar disco boot via net )

Drivers/img  (criar disco de drivers )

 

Obs: Para produzir os discos em MS-DOS, vocÊ precisa usar os commando a seguir. Considerando que o CD-Rom já esta configurado e a unidade é d:

 

D:

Cd \images

\dosutils\rawrite.exe

(digite boot.img , supp.img , drivers.img, bootnet.img .....)

 

 

Obs:  Para produzir os discos no linux.

 

.  dd if=boot.img of=/dev/fd0 bs=1440k

 

 

 

Como usar Loadlin.exe para inicializar o linux

 

O LOADLIN.EXE é um programa que usa o MBR do DOS para inicializar o linux. Esse programa pr’tico de Hans Lermen também passa opções de núcleo. O LOADLIN.EXE é muito útil quando você precisa inicializar do DOS para iniciar de forma apropriada modems ou placas de som para falê-los funcionar no linux.

 

Você precisa fazer duas coisas antes de usar LOADLIN.EXE:

1.     Copiar LOADLIN.EXE para uma partição do DOS

2.     Colocar uma cópia da sua imagem do núcleo (/vmliniz) na sua partição do DOS.

Por exemplo, digite o seguinte na linha de comando do DOS para inicializar o Linux:

 

.  loadlin c:\    vmlinuz  root=  /dev/hda3   ro

 

Certifique-se de Ter inserido a sua partição raiz na linha de comandos. O ro

Significa read-only (somente para leitura). Quando você estiver inicializando a sua partição Linux pela primeira vez, ela deve ser montada como somente para leitura para evitar a perda de dados.

 

Como usar o comando xf86cfg

 

O comando xf86cfg é um novo cliente inckuindo com X11 da distribuição Xfree86 que você pode usar para configurarar o X11. O comando lançara uma sessão X11 usando o controlador de janela twm e mostrará uma interface gráfica para ajustar o seu arquivo XF86Config. Você pode lançar o cliente usando a linha de comando assim:

 

# xf86cfg

 

Depois que você pressionar Enter, a tela limpará e você verá (ou não ) um diálogo que poderá usar para configurar vários componentes. Observe que esse cliente é um “trabalho em andamento”; se funciona em seu computador, ótimo! Se não, tente usar em método diferente para configurar o seu XF86Config. O comando xf86cfg, tal como o servidor Xfree86, criará um arquivo chamado XF86Config.new no diretório /root.

 

 

O Xfree86 também vem com uma versão melhorada de seu comando legado de configuração, o xf86config, encontrado no diretório /usr/X11R6/bin. Esse comando funciona da linha de comando de seu console ou de uma janela terminal do X11. Inicie o comando assim:

 

# xf86config

 

Depois de pressionar Enter, você verá:

 

This program will create a basic XF86Config file, based on menu selections you

make.

 

The XF86Config file usually resides in /usr/X11R6/etc/X11 or /etc/X11. A sample

XF86Config file is supplied with XFree86; it is configured for a standard

VGA card and monitor with 640x480 resolution. This program will ask for a

pathname when it is ready to write the file.

 

You can either take the sample XF86Config as a base and edit it for your

configuration, or let this program produce a base XF86Config file for your

configuration and fine-tune it.

 

Before continuing with this program, make sure you know what video card

you have, and preferably also the chipset it uses and the amount of video

memory on your video card. SuperProbe may be able to help with this.

 

Press enter to continue, or ctrl-c to abort.

 

 

Pressione Enter novamente.

Você então obterá a tela de configuração do mouse, que contém esse texto:

 

 

First specify a mouse protocol type. Choose one from the following list:

1.      Microsoft compatible (2-button protocol)
 2. 
Mouse Systems (3-button protocol)
 3.  Bus Mouse
 4.  PS/2 Mouse
 5.  Logitech Mouse (serial, old type, Logitech protocol)
 6.  Logitech MouseMan (Microsoft compatible)
 7.  MM Series
 8.  MM HitTablet
 9.  Microsoft IntelliMouse

If you have a two-button mouse, it is most likely of type 1, and if you have
a three-button mouse, it can probably support both protocol 1 and 2. There are
two main varieties of the latter type: mice with a switch to select the
protocol, and mice that default to 1 and require a button to be held at
boot-time to select protocol 2. Some mice can be convinced to do 2 by sending
a special sequence to the serial port (see the ClearDTR/ClearRTS options).

 

Enter a protocol number:    4

 

 

Como pode var, você tem uma escolha de nove ponteiros diferentes. Se você usa um mouse USB, não se preocupe! Você ainda pode configurar o X11 para usar o seu ponteiro. Por enquanto, digite um número correspondente ao seu ponteiro e pressione Enter. Você é perguntado se quer uma emulação de três botões:

 

If your mouse has only two buttons, it is recommended that you enable
Emulate3Buttons.

Please answer the following question with either 'y' or 'n'.
Do you want to enable Emulate3Buttons? 
Y

 

Now give the full device name that the mouse is connected to, for example
/dev/tty00. Just pressing enter will use the default, /dev/mouse.

 

Mouse device:

 

Se você tiver um ponteiro deferente, digite o nome de seu dispositivo do diretório /dev e pressione Enter. O comando xf86config segue em frente e pergunta sobre sua escolha de teclados:

 

Please select one of the following keyboard types that is the better
description of your
keyboard. If nothing really matches,
choose

  1 (Generic 101-key PC)                         
  2  Generic 102-key (Intl) PC                         
  3  Generic 104-key PC                               
  4  Generic 105-key (Intl) PC                        
  5  Dell 101-key PC                                  
  6  Everex STEPnote                                  
  7  Keytronic FlexPro                                
  8  Microsoft Natural                                
  9  Northgate OmniKey 101                            
 10  Winbook Model XP5                                
 11  Japanese 106-key                                  
 12  PC-98xx Series                                   
 13  Brazilian ABNT2                                  
 14  HP Internet                                      
 15  Logitech iTouch                                  
 16  Logitech Cordless Desktop Pro                    
 17  Logitech Internet Keyboard                       
 18  Compaq Internet                                  
 19  Microsoft Natural Pro                            
 20  Genius Comfy KB-16M                              
 21  IBM Rapid Access                                 
 22  IBM Rapid Access II                              
 23  Chicony Internet Keyboard                        

Enter a number to choose the keyboard. 
1

Depois de escolher um teclado, o xf86config então o pede para escolher um país (ou idioma) para o teclado:

 

  1  U.S. English                      
  2  U.S. English w/ISO9995-3                         
  3  U.S. English w/ deadkeys                         
  4  Armenian                                          
  5  Azerbaidjani                                     
  6  Belarusian                                       
  7  Belgian                                          
  8  Brazilian                                        
  9  Bulgarian                                         
 10  Canadian                                         
 11  Czech                                            
 12  Czech (qwerty)                                   
 13  Danish                                            
 14  Dvorak                                           
 15  Estonian                                         
 16  Finnish                                          
 17  French                                           
 18  Swiss French                                      

Enter a number to choose the country.
Press enter for the next page

 

Se você não vê seu país listado, pressione Enter novamente:

 

 19  German                                           
 20  Swiss German                                      
 21  Greek                                            
 22  Croatian                                         
 23  Hungarian                                        
 24  Icelandic                                        
 25  Israeli                                           
 26  Italian                                          
 27  Japanese                                         
 28  Lithuanian qwerty "numeric"                      
 29  Lithuanian azerty standard                        
 30  Lithuanian qwerty "programmer's"                 
 31  Latvian                                          
 32  Macedonian                                       
 33  Norwegian                                        
 34  Polish                                            
 35  Portuguese                                       
 36  Romanian                                         

Enter a number to choose the country.
Press enter for the next page

8

 

Após escolher o seu idioma, você será então apresentado a uma pequena tela de introdução antes de ser perguntado pelas especificações de seu monitor.

I am going to write the XF86Config file now. Make sure you don't accidently
overwrite a previously configured one.

Do you want it written to the current directory as 'XF86Config'?
Please give a filename to write to: dony

File has been written. Take a look at it before running 'startx'. Note that
the XF86Config file must be in one of the directories searched by the server
(e.g. /etc/X11) in order to be used. Within the server press
ctrl, alt and '+' simultaneously to cycle video resolutions. Pressing ctrl,
alt and backspace simultaneously immediately exits the server (use if
the monitor doesn't sync for a particular mode).

For further configuration, refer to the XF86Config(5) manual page.

Finalmente, se você não quiser usar o Xconfigurador, o xf86cfg ou xf86config para gerar um arquivo XF86Config, pode criar o seu próprio. Você vai encontrar um arquivo de modelo, XF86Config.eg, no diretório/usr/X11R6/X11. Copie esse arquivo para o seu diretório e edite-o no seu editor de texto favorito, inserindo especificações para o seu sistema e servidor X.

 

Linux e Controle dos seus serviços

 

O linuxconf pode ser usado não só interativamente, mas também da linha de comandos. Os comandos relacionados a seguir ( e talvez outros quando você estiver lendo isto ) serão encontrados no seu sistema de arquivos depois que você instalar o linuxconf ( parte do Red Hat desde a versão 5.1 ) :

 

·        Dnsconf – Um utilitário que pode ser usado para configurar um servidor de nome de domínio.

·        Fixperm  -  Um utilitário que verifica as permissões do arquivo do sistema.

·        Fsconf     -   Um utilitário que manipula a tabela do sistema de arquivos, /etc/fstab.

·        Mailconf     -  Um utilitário que configura o daemon sendmail

·        Netconf   -  Um utilitário de configuração dos serviços TCP/IP.

·        Userconf  -  Configuração de usuário e de grupo (para acrescentar ou excluir usuários e grupos) cada programa é um link simbólico para o linuxconf. Por exemplo, para excluir o usuário cloobie da linha de comandos, use o link simbólico do linuxconf userconf:

 

# userconf - -deluser cloobie

 

     O comando linuxconf também ajudará você a iniciar e interromper programas apropriadamente no linux, enquando o sistema estiver sendo executado. Apesar de você poder “matar” os programas seletivamente com o código a seguir, onde o pid é o nome do processo que está sendo executado, esta é uma forma rude, ineficaz e potencialmente prejudicial de interromper processo e sistemas de serviços.

 

# kill –9 pid

 

    Entretando, baseado nas informações que você já aprendeu até aqui sobre os scripts init, você pode usar o seguinte método para o servidor da web httpd (como exemplo) :

 

# /etc/rc.d/init.d/httpd.init stop

 

   Ambos são métodos manuais, mas os comandos da Red Hat tiveram bastante trabalho para tomar a dministração de sistemas mais fácil, então por que não tirar vantagem da comodidade do menu? Quando você usa o linuxconf, pode ver de uma vez quais processos vão estar validados ou invalidados.

       

 

Como criar um disco de inicialização

 

Uma das coisas mais importantes a fazer durante a instalação do seu Red Hat Linux é criar um disco de inicialização. Você deve Ter sempre à mão uma cópia que funcione.

Se você pulou a criação do disco de inicialização, não se preocupe! Por você ser um usuário do Red Hat Linux, encontrará o comando acessível mkbootdisk para criar um disco de inicialização emergencial que você possa usar para inicializar o Linux, no caso do LILO ou do seu controlador de inicialização ser apagado.

Primeiro, faça o login como o operador root. Depois, use o comando uname com o –r, ou número do lançamento, opção na linha de comando do seu console ou da janela terminal do X11 assim:

 

# uname –r

2.2.16-22

 

Como você pode ver, o uname retornou 2.2.16-22 como o número de lançamento do núcleo do Linux que está sendo executado atualmente. Depois, use mkbootdisk com a sua opção –device, seguida do nome do dispositivo na sua unidade de disco flexível e o número de lançamento do seu núcleo do Linux retornado pelo comando uname:

 

# mkbootdisk –device /dev/fd0  2.2.16-22

 

Insira um disquete em branco e pressione a tecla enter. Você então vê isto:

Insert a disc in /dev/fd0. Any information on the disk will be lost.

Press <Enter> to continue or ^C to abort:

 

Pressione Enter para criar o disco de inicialização. Quando o comando terminar, remova o disquete, coloqeu uma etiqueta nele e coloque-o em um lugar seguro.

 

Como montar compartilhamento em um cliente Linux

 

Para facilitar ainda mais sua vida, o comando smbclient permite que você monte um compartilhamento do Samba em um diretório local. Para experimentar isso, crie um diretório /mnt/test na sua estação de trabalho local. Agora, execute o seguinte comando como usuário root ou entre aspas no final de um comando su –c:

 

# mount –t smbfs //192.168.100.1/homes  /mnt/test –o username=myuid,dmask=777,fmasks=777

 

Esse comando é um comando smbmount, mesmo que se assemelhe a um comando mount comum. O –t smbfs diz ao comando para chamar smbmount para fazer o trabalho. O comando precedente garante todos os diretos a qualquer um, via argumentos dmasks= e fmasks=. Esses argumentos podem ser ajustados para darem acesso adequado.

 

Nota A sintaxe do comando smbmount mudou extensivamente, desde a versão distribuída com o Red Hat 6. Executar smbmount sem argumentos oferece um excelente guia da sintaxe.

 

Uma outra sintaxe é a seguinte:

 

# smbmount //192.168.100.1/homes  /mnt/test  -o  username=myuid,dmask=777,fdmask=777

 

Isso chama smbmount diretamente, mas a sintaxe usando o comando mount do Linux é preferível.

 

 

 

href  referência

<a href="#cat">cat</a>

<a name="cat">cat</a>

 

 

Servidor de Nomes e Domínios (DNS)

 

DNS significa Domain Name System (sistema de nomes de domínio). O DNS converte os nomes de máquinas para endereços IPs que todas as máquinas da Internet possuem. Ele faz o mapeamento do nome para o endereço e do endereço para o nome e algumas outras coisas. Um mapeamento é simplesmente uma associação entre duas coisas, neste caso um nome de computador, como www.metainfo.org, e o endereço IP desta máquina (ou endereços) como 200.245.157.9.

O DNS foi criado com o objetivo de tornar as coisas mais fáceis para o usuário, permitindo assim, a identificação de computadores na Internet ou redes locais através de nomes (é como se tivéssemos apenas que decorar o nome da pessoa ao invés de um número de telefone). A parte responsável por traduzir os nomes como www.nome.com.br em um endereço IP é chamada de resolvedor de nomes.

O resolvedor de nomes pode ser um banco de dados local (controlador por um arquivo ou programa) que converte automaticamente os nomes em endereços IP ou através de servidores DNS que fazem a busca em um banco de dados na Internet e retornam o endereço IP do computador desejado. Um servidor DNS mais difundido na Internet é o bind.

Através do DNS é necessário apenas decorar o endereço sem precisar se preocupar com o endereço IP (alguns usuários simplesmente não sabem que isto existe...). Se desejar mais detalhes sobre DNS, veja o documento DNS-HOWTO.

 

 


O que é um nome?

Você deve estar acostumado com o uso dos nomes de computadores na Internet, mas pode não entender como eles são organizados. Os nomes de domínio na Internet são uma estrutura hierárquica, ou seja, eles tem uma estrutura semelhante aos diretórios de seu sistema.

Um domínio é uma família ou grupo de nomes. Um domínio pode ser colocado em um sub-domínio. Um domínio principal é um domínio que não é um sub-domínio. Os domínios principais são especificados na RFC-920. Alguns exemplos de domínios principais comuns são:

·       COM - Organizações Comerciais

·       EDU - Organizações Educacionais

·       GOV - Organizações Governamentais

·       MIL - Organizações Militares

·       ORG - Outras Organizações

·       NET - Organizações relacionadas com a Internet

·       Identificador do País - São duas letras que representam um país em particular.

Cada um dos domínios principais tem sub-domínios. Os domínios principais baseados no nome do país são freqüentemente divididos em sub-domínios baseado nos domínios .com, .edu, .gov, .mil e .org. Assim, por exemplo, você pode finaliza-lo com: com.au e gov.au para organizações comerciais e governamentais na Austrália; note que isto não é uma regra geral, as organizações de domínio atuais dependem da autoridade na escolha de nomes de cada domínio. Quando o endereço não especifica o domínio principal, como o endereço www.unicamp.br, isto quer dizer que é uma organização acadêmica.

O próximo nível da divisão representa o nome da organização. Subdomínios futuros variam em natureza, freqüentemente o próximo nível do sub-domínio é baseado na estrutura departamental da organização mas ela pode ser baseada em qualquer critério considerado razoável e significantes pelos administradores de rede para a organização.

A porção mais a direita do nome é sempre o nome único da máquina chamado hostname, a porção do nome a direita do hostname é chamado nome de domínio e o nome completo é chamado nome do domínio completamente qualificado (Fully Qualified Domain Name).

Usando o computador www.debian.org.br como exemplo:

·       br - País onde o computador se encontra

·       org - Domínio principal

·       debian - Nome de Domínio

·       www - Nome do computador

A localização do computador www.debian.org.br através de servidores DNS na Internet obedece exatamente a seqüência de procura acima. Os administradores do domínio debian.org.br podem cadastrar quantos sub-domínios e computadores quiserem (como www.non-us.debian.org.br ou cvs.debian.org.br).

 

 


Arquivos de configuração usados na resolução de nomes

Abaixo a descrição dos arquivos usados no processo de resolver um nome no sistema GNU/Linux.

 


Resolv.conf

 

/etc/resolv.conf

 

O /etc/resolv.conf é o arquivo de configuração principal do código do resolvedor de nomes. Seu formato é um arquivo texto simples com um parâmetro por linha e o endereço de servidores DNS externos são especificados nele. Existem três palavras chaves normalmente usadas que são:

domain

Especifica o nome do domínio local.

search

Especifica uma lista de nomes de domínio alternativos ao procurar por um computador, separados por espaços. A linha search pode conter no máximo 6 domínios ou 256 caracteres.

nameserver

Especifica o endereço IP de um servidor de nomes de domínio para resolução de nomes. Pode ser usado várias vezes.

Como exemplo, o /etc/resolv.conf se parece com isto:

     domain maths.wu.edu.au

     search maths.wu.edu.au wu.edu.au

     nameserver 192.168.10.1

     nameserver 192.168.12.1

Este exemplo especifica que o nome de domínio a adicionar ao nome não qualificado (i.e. hostnames sem o domínio) é maths.wu.edu.au e que se o computador não for encontrado naquele domínio então a procura segue para o domínio wu.edu.au diretamente. Duas linhas de nomes de servidores foram especificadas, cada uma pode ser chamada pelo código resolvedor de nomes para resolver o nome.

 


Host.conf

 

/etc/host.conf

 

O arquivo /etc/host.conf é o local onde é possível configurar alguns ítens que gerenciam o código do resolvedor de nomes. O formato deste arquivo é descrito em detalhes na página de manual resolv+. Em quase todas as situações, o exemplo seguinte funcionará:

     order hosts,bind

     multi on

Este arquivo de configuração diz ao resolvedor de nomes para checar o arquivo /etc/hosts (parâmetro hosts) antes de tentar verificar um servidor de nomes (parâmetro bind) e retornar um endereço IP válido para o computador procurado e multi on retornará todos os endereços IP resolvidos no arquivo /etc/hosts ao invés do primeiro.

Os seguintes parâmetros podem ser adicionados para evitar ataques de IP spoofing:

     nospoof on

     spoofalert on

O parâmetro nospoof on ativa a resolução reversa do nome da biblioteca resolv (para checar se o endereço pertence realmente àquele nome) e o spoofalert on registra falhas desta operação no syslog.

 

 


/etc/hosts

 

O arquivo /etc/hosts faz o relacionamento entre um nome de computador e endereço IP local. Recomendado para IPs constantemente acessados e para colocação de endereços de virtual hosts (quando deseja referir pelo nome ao invés de IP). A inclusão de um computador neste arquivo dispenda a consulta de um servidor de nomes para obter um endereço IP, sendo muito útil para máquinas que são acessadas frequentemente. A desvantagem de fazer isto é que você mesmo precisará manter este arquivo atualizado e se o endereço IP de algum computador for modificado, esta alteração deverá ser feita em cada um dos arquivos hosts das máquinas da rede. Em um sistema bem gerenciado, os únicos endereços de computadores que aparecerão neste arquivo serão da interface loopback e os nomes de computadores.

     # /etc/hosts

     127.0.0.1      localhost loopback

     192.168.0.1    this.host.name

Você pode especificar mais que um nome de computador por linha como demonstrada pela primeira linha, a que identifica a interface loopback.

OBS: Caso encontre problemas de lentidão para resolver nomes e até para executar os aplicativos (como o mc, etc), verifique se existem erros neste arquivo de configuração.

Estes sintomas se confundem com erros de memória ou outro erro qualquer de configuração de hardware, e somem quando a interface de rede é desativada (a com o IP não loopback). Isto é causados somente pela má configuração do arquivo /etc/hosts. O bom funcionamento do Unix depende da boa atenção do administrador de sistemas para configurar os detalhes de seu servidora.

 

 


/etc/networks

 

O arquivo /etc/networks tem uma função similar ao arquivos /etc/hosts. Ele contém um banco de dados simples de nomes de redes contra endereços de redes. Seu formato se difere por dois campos por linha e seus campos são identificados como:

      Nome_da_Rede      Endereço_da_Rede

Abaixo um exemplo de como se parece este arquivo:

     loopnet    127.0.0.0

     localnet   192.168.1.0

     amprnet    44.0.0.0

Quando usar comandos como route, se um destino é uma rede e esta rede se encontra no arquivo /etc/networks, então o comando route mostrará o nome da rede ao invés de seu endereço.

 

 


Executando um servidor de nomes

Se você planeja executar um servidor de nomes, você pode fazer isto facilmente. Por favor veja o documento DNS-HOWTO e quaisquer documentos incluídos em sua versão do BIND (Berkeley Internet Name Domain).

 

Como faço para configurar meu DNS (bind)?

O DNS (domain name system) converte endereços IP's em números IP's e vice-versa, por exemplo: o endereço IP www.conectiva.com.br tem o seu equivalente ao número 200.250.58.156. Isto evita ter que decorar uma sequência grande de números IP's. A operação inversa (transformar números IP's em um endereço IP) é chamado de DNS reverso. Parece não haver muito sentido em executar tal operação mas existem aplicativos que se utilizam deste serviço como o irc (internet relay chat).

 

Configuração básica da máquina.

Vamos primeiro configurar os ítens básicos do servidor, como nome, domínio. Para isto será utilizado o aplicativo linuxconf.

    [root@localhost]# linuxconf

Nota: Neste exemplo configuraremos o domínio chamado intranet e o nome do servidor DNS se chamará server e é uma rede classe C (máscara 255.255.255.0). Aqui estão somente as configurações obrigatórias, entretanto para este procedimento funcionar a placa de rede deve estar funcionando corretamente, caso contrário configure-o antes de continuar.

Ambiente de rede->Informação básica da máquina

Nome da máquina:

server.intranet

Primeiro nome + domínio:

server.intranet

Apelidos (opc):

server

Máscara:

255.255.255.0

Aceitar->Sair->Sair->Ativar Mudanças

Agora reinicie o seu computador.

 

Configuração do DNS.

Entre novamente no linuxconf e siga os passos:

·        Configurar um domínio

Ambiente de rede->DNS - servidor de nomes de domínio->Configurar: domínios ->Adicionar

domínio:

intranet

servidor principal:

server.intranet.

email do administrador:

pode colocar qualquer email

Divulgando o DNS:

server.intranet.

Divulgando o EMAIL:

server.intranet.



Nota: o ponto também faz parte da configuração (server.intranet.)

·        Cadastrar as workstations que fazem parte do domínio.

Ambiente de rede->DNS - servidor de nomes de domínio->Informações de máquinas por domínio->Selecione o domínio desejado e aperte ENTER

Agora repita os seguintes passos para cadastrar as workstations, note que o servidor já está cadastrado

Adicionar->maquina1.intranet (nome de uma máquina qualquer)->Aceitar

Endereços IPs: 192.168.255.xxx

Sair->Sair

Deverá ser configurada quais as interfaces que o servidor deverá escutar. Para configurá-las acesse a opção

Segurança->Controle de acesso

Será apresentado o número referente ao loopback (127.0.0.1/32). Neste mesmo campo deverá ser cadastrada a sua rede Ex(10.0.0.0/21, 192.168.0.0/24) para que as máquinas clientes consigam utilizar o comando ping com o nome do servidor ou utilizar nomes nos campos smtp e pop3 dos programas clientes de e-mail.

 

Configurar DNS reverso

Ambiente de rede->DNS - servidor de nomes de domínio->Mapas de IPs reversos

Obs 1: como pode ser observado já existe um endereço reverso configurado que se refere ao endereço local (loopback).

Agora vamos acrescentar o endereço reverso do nosso dominío.

Adicionar->Número de rede: 192.168.255->Aceitar->Sair

 

Configurar máquinas virtuais

Neste exemplo estamos criando um atalho da máquina www.intranet para a maquina1.intranet, ou seja, a máquina1.intranet responde por todas as requisições feitas à www.intranet.

Ambiente de rede->DNS - servidor de nomes de domínio->Informações de máquinas por domínio

Selecione o domínio desejado e aperte ENTER

Adicionar

www.intranet (nome da máquina)

OBS: Note que o domínio já aparece sendo necessário apenas colocar o nome da máquina

Aceitar

é um apelido para: máquina1.intranet

Aceitar->Sair->Sair

 

Configurar o arquivo /etc/resolv.conf (importantíssimo)

Este é o arquivo que geralmente gera muitos erros, por isso tome muita atenção pois no arquivo /etc/resolv.conf deve-se colocar qual é o seu servidor de DNS (que no seu caso é a sua própria máquina), porém nunca coloque o seu endereço IP mas sim o endereço de loop back.

    search intranet

    nameserver 127.0.0.1

Ambiente de rede->DNS - especificação do servidor de nomes

[X] em operações normais, DNS é necessário

Domínio padrão: intranet

Servidor de nomes 1: 127.0.0.1

Procurar domínio 1 (opc.): intranet

Aceitar->Sair->Sair->Ativar Mudanças

Iniciando o serviço DNS

Agora para "levantar" o servidor (server.intranet) basta digitar o seguinte comando:

    [root@localhost]# cds

    [root@localhost]# ./named start



para parar o serviço:

    [root@localhost]# ./named stop



para reiniciar o serviço:

    [root@localhost]# ./named restart



Testando o servidor DNS (nslookup)

 

Execute o seguinte comando:

    [root@localhost]# nslookup



Se o servidor estiver funcionando corretamente deverá aparecer uma mensagem mais ou menos como essa:

    Default Server:  localhost

    Address:  127.0.0.1

   

    >

Agora digite o nome de alguma máquina que foi cadastrada, nesse caso a máquina se chamava teste.intranet:

    > teste

    Server:  localhost

    Address:  127.0.0.1

   

    Name:    teste.intranet

    Address:  192.168.255.15

Se quiser obter uma resposta mais completa digite:

    > set q=any

E agora, por exemplo, consulte as informações sobre o domínio intranet:

    > intranet

    Server:  localhost

    Address:  127.0.0.1

   

    intranet       nameserver = server.intranet

    intranet       preference = 5, mail exchanger = server.intranet

    intranet

            origin = server.intranet

            mail addr = hostmaster.server.intranet

            serial = 2000041201

            refresh = 3600 (1H)

            retry   = 900 (15M)

            expire  = 1209600 (2W)

            minimum ttl = 43200 (12H)

    intranet       nameserver = server.intranet

    server.intranet     internet address = 192.168.255.10

 

Testando o servidor DNS (Host)

### CL-70 e posteriores ###

É usado para procurar varias informações sobre os Hosts da Internet e Intranet, em seus DNS (domain names server). Estas informações são ou nomes dos hosts ou seus números (IPs), e os servidores de nomes e servidores de e-mail dos mesmos.

Exemplo:

    [root@localhost]#  host www.conectiva.com.br

                    www.conectiva.com.br is a nickname for dino.conectiva.com.br

                    dino.conectiva.com.br has address 200.250.58.152

No exemplo acima o host é o apelido da máquina responsável (dino.conectiva.com.br), e seu no. de endereço (200.250.58.152).

* Opções do Host

Para maiores informações a respeito dos servidores e hosts, usa-se algumas opções para saber informações específicas, tais como:

-l => para uma listagem completa dos hosts no domínio especificado;

-t mx => para uma listagem servidores de e-mail;

-d => para detalhes sobre o host e seus servidores de nome;

Exemplo:

    [root@localhost]   host -t mx conectiva.com.br

                    conectiva.com.br mail is handled (pri=75) by papaleguas.conectiva.com.br

                    conectiva.com.br mail is handled (pri=100) by polarbear.conectiva.com

                    conectiva.com.br mail is handled (pri=50) by perninha.conectiva.com.br

No exemplo acima os servidores de e-mail do conectiva.com.br são apontados assim como sua devida prioridade (polarbear, papaleguas e perninha) (pri = 100, 75, 50, respectivamente).

Testando o servidor DNS com o Host

Execute o seguinte comando com o nome da sua máquina (no caso do exemplo = bravo):

    [vladimir@bravo faq]$ host -d bravo



Se o servidor estiver funcionando corretamente deverá aparecer uma mensagem:

    ;; res_nmkquery(QUERY, bravo.conectiva, IN, A)

    ;; res_send()

    ;; ->>HEADER<<- opcode: QUERY, status: NOERROR, id: 622

    ;; flags: rd; QUERY: 1, ANSWER: 0, AUTHORITY: 0, ADDITIONAL: 0

    ;;      bravo.conectiva, type = A, class = IN

    ;; Querying server (# 1) address = 10.0.0.5

    ;; got answer:

    ;; ->>HEADER<<- opcode: QUERY, status: NOERROR, id: 622

    ;; flags: qr aa rd ra; QUERY: 1, ANSWER: 1, AUTHORITY: 3, ADDITIONAL: 3

    ;;      bravo.conectiva, type = A, class = IN

    bravo.conectiva.        1D IN A         10.0.2.73

    conectiva.              1D IN NS        ns.conectiva.

    conectiva.              1D IN NS        donald.conectiva.

    conectiva.              1D IN NS        perninha.conectiva.com.br.

    ns.conectiva.           1D IN A         10.0.0.5

    donald.conectiva.       1D IN A         10.0.2.0

    perninha.conectiva.com.br.  1D IN A  200.250.58.156

    rcode = 0 (Success), ancount=1

    bravo.conectiva has address 10.0.2.73



Esta mensagem contém o nome do(s) servidor(es) de nomes (no caso = ns, donald e perninha) e seu(s) no(s). de registro (no caso = 10.0.0.5, 10.0.2.0, 200.250.58.156), indicando que estão em funcionamento.

Para maiores informações, digite:

    [root@localhost]#  man host

 

Configurar o sendmail pelo linuxconf.

 

Este passo a passo foi montado baseado no livro Guia do Servidor da Conectiva.

Para configurar o Sendmail pelo linuxconf execute os seguintes procedimentos:

Abra o linuxconf

    [root@localhost]# linuxconf

Para adicionar o módulo do configurador do Sendmail

Arquivos de controle e sistema Configurar os módulos do Configurador Linux

Escolha a opção:

mailconf [X] configuração do servidor de mail (Sendmail)

Peça pela opção aceitar e sair.

Na parte:

Ambiente de Rede

Sendmail - sistema de envio de emails

Nas opções de básico, entre na opção:

Informações básicas

Veja as opções: (Cada linha, está comentada de suas funções)

   

    Apresentar seu sistema como  : <domínio>

                           [X]Aceitar email para <domínio>

    Servidor de email            :

    Roteador de email            :

    Protocolo roteador de email  : smtp

(Mesmo que o email venha de máquinas diferentes de sua empresa, você pode querer esconder esse fato e apresentar os emails como se eles tivessem vindo de apenas uma máquina ou domínio. Se você está configurando o servidor principal de uma empresa, você deve selecionar aceitar email para dominio. No Servidor de email, coloque a máquina+domino que será o servidor de email, e em protocolo a mesma máquina. Se sua configuração for simples deixe em branco)

    funcionalidades

                                 [ ] confirmar nomes completos

                                      de usuários

                                 [X] Ativar controle de envio

                                     (spammers)

    Tamanho máximo das mensagens:( )no limite ____________

                                 [ ] Não tentar enviar

                                     imediatamente

    Processar consulta a cada(min):( ) manual 1

                                 ( ) Usar a shell especial smrsh

    Maximum recipients per msg   (o) Defaults _____________

(Habilite a opção de Ativar controle de envio, evitando assim que usem o servidor smtp para spam. No tamanho das mensagens coloque o valor máximo que as mensagens irão ter. na próxima opção evita que o sendmail envie imediatamente as mensagens, e na opção seguinte qual será o tempo de intervalo de envio.)

    Funcionalidades por DNS

                                    [ ] Esperar pelo DNS

                                    [ ] não usar DNS

(O Sendmail faz um uso pesado do DNS. Máquinas sem conexão direta com a Internet (mesmo atrás de um firewall) podem querer desativar o uso do DNS. Por outro lado, máquinas com uma conectividade normal do DNS devem forçar o uso do DNS)

    Diversos

                                    [X] Não usar batch para email UUCP

    Tamanho máx para mensagens UUCP: 20000

    Entrega Local para usuários    : root

    Não mascara origem de:         : root

    Usuários Autorizados           : root daemon uucp

    Banco de roteamento especiais   : [ ]

    Formato do banco de roteamentos: hash

    Agente de entrega local        :

                                    [ ]Suporte a Cliente Bogus(HELO)

(Quando usa-se UUCP repetidamente, as mensagens são normalmente requisitadas e entregues em intervalos regulares. Marque para processá-las imediatamente, recomendado para tráfego pouco intenso) Entrega para usuários locais: Coloque o nome dos usuários para quem quer ignorar a definição de Servidor de email. As mensagens sempre serão guardadas localmente para estes usuários. Essa funcionalidade é normalmente usada para pseudo-usuários administrativos (root por exemplo). A opção não mascara usa-se para saber qual o usuário e de qual máquina ele mandou. O Agente de entrega refere-se a utilitários de entrega, ex: Procmail. use a opção deixar o linuxconf localizar. Deixe o resto em branco)

    Apelidos do domínio

    Apelidos para o seu sistema:

( Coloque nesta opção outros domínios que o sr. quer que seu sistema aceite)

Confirme. Para uma configuração básica do Sendmail, só os primeiros itens são necessário, com isso seu sistema já estará trabalhando, faltando apenas descomentar o pop no intetd e startar o inet e o sendmail.

A seguir, instruções das outras opções do Sendmail:

Opção ---> Roteamento especial (domínio)

Adicionar

   

    Destino                    :

    Repetidor                  :

                          [ ]Gerenciar subdomínio da mesma forma

    Transporte                 :

        (Em muitos sistemas, é útil habiltar para informar

         ao sendmail qual a rota de envio das mensagens)

Opção --->Roteamento complexo (usuário)

Adicionar

   

                         [ ] esta regra está ativa

    Para: Original              :

    PAra: Novo                  :

    Reenviar para servidor(opc) :

    Transporte                  : smtp

    Comentário                  :

(Serve para apontar um email de usuário@dominio para <outrosusário@outrodomínio>)

Opção --->Regras de mascaramento

Adicionar

                         [ ] esta regra está ativa

    De: Original              :

    De: Novo                  :

    Comentário                :

(Você pode definir regras de transformação simples que serão aplicadas a todos os emails enviados pelo sendmail. No geral, você especifica um De: e como este De: deve ser convertido.)

Opção --->Domínio Virtual de Email

Adicionar

    Domínio Virtual         :

    Destino de retorno      :

    Alocar UID de            :

    Limitar a caixa do usuário para (kb):

                       [ ] Match User full name

    Filter program + args (opc):

    Arquivos de Aplelidos:

Apelidos opcionais

(Domínios virtuais de email são um jeito de se gerenciar listas independentes de usuários no mesmo servidor. Cada domínio virtual tem seu próprio arquivo de senhas, seu próprio diretório de email e seu próprio arquivo de apelidos. Para cada domínio virtual de email, o Configurador Linux irá definir:

         * /etc/vmail/passwd.domínio_virtual

         * /etc/vmail/shadow.domínio_virtual

         * /etc/vmail/aliases.domínio_virtual

         * /var/spool/vmail/domínio_virtual/

         * /vhome/domínio_virtual/

onde domínio_virtual é um domínio, como foo.com.br por exemplo.)

Opção --->Apelidos Para usuário

Adicionar

(Nesta opção definimos apelidos para os usuários ex: Usuário - <Teste@conectiva> e queremos que o mesmo tenha um outro email: <teste2@conectiva>. Usamos o apelido para acrescentar o teste2, e o usuário receberá as mensagens enviadas para teste2. Pode ser usada para pequenas listas de mail.)

E por fim, peça a opção gerar o arquivo CF. Após esta criação, saia do configurador linux e edite o inetd.conf para habilitar as funções de correio:

    [root@localhost]# cd /etc

    [root@localhost]# mcedit inetd.conf

Descomente a linha:

    pop-3   stream  tcp     nowait  root    /usr/sbin/tcpd ipop3d

Salve o arquivo e saia, reinicie o inetd:

    [root@localhost]# cds

    [root@localhost]# ./inet restart

E inicie o sendmail

 

[root@localhost]# ./sendmail start

 

Configuração Filtros Anti-SPAM

Nas Configurações anti-spam, veja as opções:

 

·        Remetentes rejeitados

Coloque aqui o mail que deseja-se restrigir: Origem do mail : <nome@dominio> Mensagem de erro: Seu e-mail foi rejeitado .

·         Repetir para 'por ip'

Aqui você informa uma lista de números IP (máquinas ou redes) para quem seu servidor poderá repetir os emails.

·         Repetir para por nome

Aqui você informa uma lista de nomes de máquina e domínios para quem seu servidor poderá repetir os emails.

·         Repetir para máquinas

Aqui você informa uma lista de servidores de email os quais usam o seu servidor como roteador.

 

Para configurar o Sendmail pelo linuxconf execute os seguintes procedimentos:

Abra o linuxconf

    [root@localhost]# linuxconf

Para adicionar o módulo do configurador do Sendmail

Arquivos de controle e sistema->Configurar os módulos do Configurador Linux

Escolha a opção:

mailconf [X] configuração do servidor de mail (Sendmail)

Peça pela opção aceitar e fechar.

Em:

Ambiente de Rede-> Sendmail - sistema de envio de emails

Nas opções de básico, entre na opção:

Informações básicas

Veja as opções: (Cada linha, está comentada de suas funções)

    #Apresentar seu sistema como     : domínio

    #                          [X]Aceitar email para domínio

    #Servidor de email               :

    #Roteador de email               :

    #Protocolo do roteador de email  : smtp

    #----------------------------------------------------------

      (Mesmo que o email venha de máquinas diferentes de

      sua empresa, você pode querer esconder esse fato

      e apresentar os  emails como se eles tivessem

      vindo de apenas uma máquina ou domínio.

      Se você está configurando o servidor principal de uma

      empresa, você deve selecionar aceitar email para dominio.

      No Servidor de email, coloque a máquina+domino que será

      o servidor de email, e em protocolo a mesma máquina. Se

      sua configuração for simples deixe em branco)

   

    #-------------------funcionalidades---------------------------

    #                             [ ] confirmar nome completo

    #                                  do usuário

    #                             [X] Ativar controle de envio

    #                                 (spammers)

    #                             [ ] usar RealTime Blackhole List (RBL)

    #                             [ ] Habilitar o comando VERIFY SMTP

    #                             [ ] Habilitar o comando EXPN SMTP

    #

    #------------------------entrega-------------------------------

    #

    #Tamanho máximo das mensagens:   ( )sem limite ____________

    #                                [X] Não tentar enviar

    #                                    imediatamente

    #Processar consulta a cada(min): ( ) manual 1

    #                                [ ] Usar o shell especial smrsh

    #Máx de destinatários por msg.   (o) Padrões _____________

   

       (Habilite a opção de Ativar controle de envio,

        evitando assim que usem o servidor smtp para

       spam. No tamanho das mensagens coloque o valor

       máximo que as mensagens irão ter. na próxima

       opção evita que o sendmail envie imediatamente

       as mensagens, e na opção seguinte qual será o

       tempo de intervalo de envio.)

   

    #_-------------------Funcionalidades por DNS---------------

    #                                [ ] Esperar pelo DNS

    #                                [ ] Não usar DNS

   

       (O Sendmail faz um uso pesado do DNS. Máquinas

        sem conexão direta com a Internet (mesmo atrás de

        um firewall) podem querer desativar o uso do DNS.

       Por outro lado, máquinas com uma conectividade normal

       do DNS devem forçar o uso do DNS)

   

    #-------------------Diversos---------------------------

    #                                [X] Não usar batch para email UUCP

    #Tamanho máx para mensagens UUCP: 20000

    #Entrega Local para usuários    : root

    #Não mascara origem de:         : root

    #Usuários Autorizados           : root daemon uucp

    #Roteamento especial db.        : [ ] Ativo

    #Roteamento especial formato db.: hash

    #Agente de entrega local        :

                                    [ ]Suporte a Cliente Bogus(HELO)

   

      (Quando usa-se UUCP repetidamente, as mensagens são

        normalmente requisitadas e entregues em intervalos regulares.

        Marque para processá-las imediatamente, recomendado para

        tráfego pouco intenso)

       Entrega para usuários locais: Coloque o nome dos usuários para

       quem  quer ignorar a definição de Servidor de email. As mensagens

       sempre  serão guardadas localmente para estes usuários.

       Essa funcionalidade é normalmente usada para pseudo-usuários

       administrativos (root por exemplo). A opção não mascara usa-se

       para saber qual o usuário e de qual máquina ele mandou. O

       Agente de entrega refere-se a utilitários de entrega, ex:

       Procmail. use a opção deixar o linuxconf localizar. Deixe

       o resto em branco)

   

    #--------------------Apelidos do domínio--------------------

    # Apelidos para o seu sistema:

   

       ( Coloque nesta opção outros domínios que o sr.

       quer que seu sistema aceite)

   

   

    Confirme. Para uma configuração básica do Sendmail, só os

    primeiros itens são necessário, com isso seu sistema já

    estará trabalhando, faltando apenas descomentar o pop

    no intetd e startar o inet e o sendmail.

   

    A seguir, instruções das outras opções do Sendmail:

   

   

    Opção ---> Roteamento  especial (domínio)

           -----> Adicionar

   

    #--------------------------------------------------

    #Destino                    :

    #Repetidor                  :

    #                      [ ]Gerenciar subdomínio da mesma forma

    #Transporte                 :

        (Em muitos sistemas, é útil habiltar para informar

         ao sendmail qual a rota de envio das mensagens)

    #---------------------------------------------------

   

   

    Opção --->Roteamento complexo (usuário)

          -------> Adicionar

    #--------------------------------------------------

    #                     [ ] esta regra está ativa

    #Para: Original              :

    #Para: Novo                  :

    #Reenviar para servidor(opc) :

    #Transporte                  : smtp

    #Comentário                  :

   

      (Serve para apontar um email de usuário@dominio

       para outrosusário@outrodomínio)

   

    Opção --->Regras de mascaramento

          -------> Adicionar

    #--------------------------------------------------

    #                     [ ] esta regra está ativa

    #De: Original              :

    #De: Novo                  :

    #Comentário                :

    #--------------------------------------------------

      (Você pode definir regras de transformação simples que serão

        aplicadas a todos os emails enviados pelo sendmail. No geral,

       você especifica um De: e como este De: deve ser convertido.)

   

   

   

    Opção --->Domínio Virtual de Email

          -------> Adicionar

    #----------------------------------------------------------

    #Domínio Virtual (fdqn)             :

    #-----------------Informações básicas----------------------

    #Destino de retorno (opc)           :

    #Alocar UID de                      :

    #Limitar a caixa do usuário para (k): (o) Sem limite ______

    #-------------------Funcionalidades------------------------

    #Número máximo de usuários          : (o) Sem limite ______

    #                               [ ] Iguais ao nome completo

    #Filtro programa + arg (opc)        :

    #Travar domínio         [ ] Mails que chegam são rejeitados

    #            [ ] Usuários não podem resgatar suas mensagens

    #--------------Arquivos de apelidos extra------------------

    #Caminho do arquivo (absoluto)      :

    #-------------------Apelidos do domínio--------------------

    #

    #

        (Domínios virtuais de email são um jeito de se gerenciar

        listas independentes de usuários no mesmo servidor. Cada

        domínio virtual tem seu próprio arquivo de senhas, seu

        próprio diretório de email e seu próprio arquivo de apelidos.

        Para cada domínio virtual de email, o Configurador Linux irá

        definir:

   

         * /etc/vmail/passwd.domínio_virtual

         * /etc/vmail/shadow.domínio_virtual

         * /etc/vmail/aliases.domínio_virtual

         * /var/spool/vmail/domínio_virtual/

         * /vhome/domínio_virtual/

   

        onde domínio_virtual é um domínio, como foo.com.br por exemplo.)

   

   

    Opção --->Apelidos  Para usuário

          -------> Adicionar

    #--------------------------------------------------

      (Nesta opção definimos apelidos para os usuários

      ex: Usuário - Teste@conectiva e queremos que o

      mesmo tenha um outro email: teste2@conectiva.

      Usamos o apelido para acrescentar o teste2, e

      o usuário receberá as mensagens enviadas para

      teste2. Pode ser usada para pequenas listas de

      mail.)

  

E por fim, peça a opção gerar o arquivo CF. Após esta criação, saia do configurador linux e edite o inetd.conf para habilitar as funções de correio:

   

    [root@localhost]# cd /etc

    [root@localhost]# mcedit inetd.conf

Descomente a linha:

    pop-3   stream  tcp     nowait  root    /usr/sbin/tcpd ipop3d

Salve o arquivo e saia, reinicie o inetd:

    [root@localhost]# cds

    [root@localhost]# ./inet restart

E inicie o sendmail

    [root@localhost]# ./sendmail start



Alguns links ….

 

ftp://ftp.mozilla.org/pub/mozilla.org/mozilla/nightly/

 

 

 

 

 

Donizetti Teixeira de Souza

Sup. Técnico de Redação / Analista Systems

http://www.estadao.com.br/ext/ae/

Av.Prof.Celestino Bourroul, 68

Bairro do Limão São Paulo SP Brasil

Tels:(55) (11) 3856 2604/ 3856 3689

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Agência Estado - Captação de Dados

 

 

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