01 - Amor de vira-lata Apesar de ser uma mulher superfeminina, sempre dirigi meus anúncios 'a Private em busca de mulheres. Acabava recebendo muitas cartas de homens, mas nunca deixei cair em tentação. Achava que, com mulheres, não estaria traindo meu marido. Até que, um dia, recebi uma carta de Atibaia, de um maluco que dizia querer sofrer em nas minhas mãos. O jeito como ele se oferecia para ser meu escravo sexual deu-me um tesão gigantesco. Por isso respondi e mandei o número de meu telefone, não sem uma ponte de receio. Devo confessar que estava curiosissima para conhecer um pau diferente. Dias depois, ele me ligou. Encontramo-nos num lugar discreto, conversamos e acabamos nos desentendendo. A caminho do motel, J. falou-me sobre suas loucas fantasias. Disse que gostava de ser tratado como um vira-lata; que sentia prazer em ser maltratado por uma mulher dominadora. 'A medida que nos aproximávamos do "vamos ver", meu tesão ficava maior. Chegamos e subimos para o quarto. Imediatamente, mandei o J. tomar um banho. Enquanto esperava, preparava os apetrechos que ele mesmo havia fornecido. Quando voltou, totalemente nu, coloquei-lhe numa coleira, amarrei a corrente na maçaneta da porta e mandei que ficasse quieto. Tomei um banho demorado e, ao sair, encontrei-o de quatro, aguardando pacientemente, como um cachorrinho treinado. Se tivesse rabo, acho que o teria abanado para mim. Fiz tudo como J. queria, coisa que me provocou enorme prazer. Passei a dar-lhe as mais absurdas o humilhantes ordens. Apliquei-lhe chicotadas para valer. E ele obedecia cegamente, sem reclamar. Chegava a uivar de tesão e lambia minhas mãos e meus pés agradecidamente. Estar ali, com um cacete desconhecido 'a minhas disposição, era algo realmente fascinante, e eu já não aguentava mais de vontade de sentir aquele caralho dentro de mim (e, digo de passagem, meu escravo era muito bem-dotado). J. chupou-me demoradamente. Não cheguei a gozar, mas ele sim. Deixei que esporrasse nos meus seios, coisa que aprecio muito. Em seguida, ele lambeu a própria porra, deixando-me brilhante de saliva e enlouquecida de desejo. Depois de descansarmos um pouquinho, recomeçamos de um modo diferente. Coloquei um cinto com um belo pênis de borracha e comi o traseiro de J. até a exaustão. Eu tinha bastante experiência em usar essa tipo de acessório, mas apenas com mulheres. Meu marido jamais aceitaria tal coisa. Aquilo era, portanto, novidade para mim. Adorei! Veio, então, a coisa que tanto desejava e nunca tivera coragem de realizar. Senti, finalmente, aquele cacetão enorme e grosso dentro de mim. E enquanto eu gemia de prazer na ponta de sua vara, curtindo a sensação de trair meu esposo, J. urrava de felicidade com as bordoadas que eu dava na sua cara. Gozei feito uma cachoeira e fui inundada de porra. Obrigada, J. de Atibaia. Agora, sempre que transo com meu marido, o tesão é muito maior. Graças a você, aprendi coisas diferentes. Um grande abraço. M.H., Santo André/SP 02 - TESÃO DE SORTUDO... A história que eu vou contar é bem estranha. Eu namorava com uma gata linda, Nany, de 16 anos, há quase 4 meses, mas ainda não tínhamos ido além de alguns amassos, uma pegadinha aqui, outra lá. Ela e minha irmã eram muito amigas, aliás minha irmã, Dany, 16 anos, também é gatíssima, daquelas de deixar qualquer irmão puto de raiva ao ver todo mundo comendo ela com os olhos. Eram tão amigas que minha namorada, Nany, dormia às vezes lá em casa. Mas nunca consegui nada de extraordinário nessas vezes, já que ela não saia do quarto de jeitonenhum. Ás vezes as duas se trancavam no quarto para conversar por horas. Aliás é bom dizer que a Daniela era minha irmã de criação, mas sempre olhei para ela como irmã mesmo até que ... Nossos pais haviam viajado, e ficamos um fim de semana sozinhos em casa. Pensei então em forçar a barra com a Nany. Mas quando ela foi a minha casa , se trancou no quarto com a minha irmã, e eu fiquei vendo um filme. Lá pelas tantas, eu já estava puto pela demora delas para trocarem de roupa para sairmos. Subi as escadas de casa e fui até o quarto dela para bronquear. A porta estava só encostada.... Resolvi entrar só para dar um susto, mas quem levou o susto fui eu. A Nany estava deitada na cama com as pernas abertas, a saia levantada, e a minha irmãzinha estava com a cabeça entre as pernas dela, vestida só de blusa e calcinha, uma linda calcinha branca de renda , bem pequena, e que bunda !!! Fiquei parado, sem saber o que dizer, ou fazer. Afinal eu estava sendo traído pela minha namorada, com a minha irmã. Daniela veio para junto de mim, sem dizer uma palavra, começou a tirar minha camisa, meu calção, e minha cueca. A esta altura o meu membro já estava mais que duro, duríssimo...ansioso pela Nany e pela Dany, que eu já não via mais apenas como irmã. Ela me levou até perto da cama, onde a Nany, estava de quatro, e abocanhou o meu pau. Enquanto isso Dany ficou por baixo dela e continuou a chupa-la. Gozamos eu e Nany, e ela bebeu tudo. Depois disso veio o mais inesperado, e confesso o que já estava achando demais. Eu me deitei na cama, e Dany, tirou sua calcinha, e veio por cima. Ela ainda era virgem, aliás, nunca tinha visto a Dany namorar, sempre achei que ela era tímida. Quando ela desceu de vez , deu um gritinho, e começou a mexer bem devagarinho, passando depois a mexer bem rápido e a gritar sem parar, Nany estava olhando, sem conseguir desgrudar os olhos do local do sobe e desce. Gozamos os tres dessa vez, porque a Nany estava com os dedinhos bem colocados lá na sua xoxota. Descansei um pouco, mas de repente , Nany me disse com a voz rouca e quase chorando: "EU TAMBÉM QUERO". Eu é claro não podia me negar a esse sacrifício, e fuipor cima dela, no tradicional, papai e mamãe. Ela tentou fugir quando sentiu a primeira pontada, mas eu a segurei e Dany, lhe deu o maior beijo na boca. Ela então relaxou e pediu mais, mais dentro, mais fundo, mais grosso, mais forte, mais, mais e mais... Depois dessas três vezes eu achei que não conseguiria mais. Mas as duas safadas queriam muito mais, e lá fomos nós para a piscina, totalmente nús, as minhas duas tímidas estavam enlouquecidas. Depois de alguns mergulhos deitei na borda da piscina e a Nany, subiu no tarado, enquanto isso, minha gostosa irmãzinha sentou na minha boca, e assim ficamos, a Nany, rebolando, eu lambendo, e as duas se beijando na boca, nos seios. Trocaram de posição depois de mais um gozo e eu tive que aguentar a quinta da noite. Eu acho que desmaiei, quando acordei as duas estavam se acariciando e dizendo uma para outra que se amavam, e eu ?.... Também me amavam , e repetimos a dose várias vezes durante o fim de semana, afinal ainda era sábado, e ...depois, tem uma estória com uma prima da Nany, ...nessa eu quase morri, mas de outra vez eu conto. HX - Maceió - AL 03 - DOMESTICANDO A RAINHA E O PEQUENO PRÍNCIPE Onze anos atrás eu ainda trabalhava como doméstica. Nesta época tive uma grande paixão por minha última patroa, dona Beatriz. Mais alta que eu, usava vestidos discretos que, no entanto, não conseguiam esconder seus seios firmes e fartos ou aquela bunda invejável. Apesar de tanto charme, era uma mulher triste pois seu casamento estava se desfazendo. O marido vivia inventando viagens e dava sinais de que estava montando outra casa. A maioria das mulheres passaria o dia chorando ou xingando o marido, mas ela suportou a crise calada. Tal atitude, tão elegante, só aumentava meu carinho por ela. Me sentia tentada a acariciá-la, a dizer palavras de consolo. Um dia, felizmente, ela fraquejou e permitiu que eu arquitetasse um plano para me aproximar. Isso aconteceu durante as festas de fim de ano, quando ela hospedou Marquinhos, um sobrinho adolescente. Rapaz do interior, ele mal chegara aos 18 e parecia uns três anos mais novo. Na noite do revéillon, alguns parentes vieram jantar. Todos festejaram e beberam, inclusive Marquinhos, que tomou o primeiro pileque. A inexperiência falou mais alto e ele apagou num sofá. A festa prosseguiu e, quando todos foram embora, percebi a patroa sentando-se ao lado dele. Fiquei quieta, escondida na cozinha, esperando que ela pedisse minha ajuda para levá-lo ao quarto. Mas não foi isso que aconteceu. Pensando que eu já tivesse dormido, a patroa não resistiu. Eu a vi retirando os cabelos da testa de Marcos, percorrendo com os dedos a pele lisa de garoto. A mão de dona Beatriz desceu pelo corpo do rapaz, entrando pela camisa entreaberta. Ela parou, talvez esperando para ver se ele acordaria. Em seguida, respirou fundo e colocou a mão inerte do sobrinho sobre os seios. A respiração dela ficou mais rápida. Beijava a mão do rapaz e a recolocava nos seios. Eu estava tão ou mais excitada do que ela. Fiquei morta de inveja daquele rapaz ingênuo e penalizada com a situação da patroa, que poderia seduzir qualquer homem. Ainda ofegante, a patroa recolocou a mão do sobrinho sobre o sofá e passou a acariciar a barriga dele. Desceu pela cintura, passou pela bermuda e já tocava de leve as pernas. Ficou parada um pouco e deixou a mão ficar sobre a virilha de Marquinhos, timidamente. Foi nessa hora que me aproximei e a segurei pela mão. Ela quase morreu de susto! Meu coração também estava saindo pela boca mas, num impulso, compreendi a oportunidade e avancei até o sofá. Antes que ela percebesse, já estava ali, segurando sua mão. A patroa ficou com a respiração suspensa. Eu a encarei, coloquei meus dedos sobre os lábios indicando silêncio e, lentamente, comecei a passar a mão dela sobre o peru endurecido do rapaz, que, àquela altura, sonhava colorido... Logo percebi que o álcool não deixaria nosso garoto acordar, por isso resolvi arriscar tudo. Abri a braguilha de Marquinhos. Quando o pinto do belo adormecido saiu para fora da calça, minha patroa puxou a mão. Eu não me intimidei. Acariciei por alguns instantes aquele jovem caralho virgem e, diante de uma dona Beatriz apavorada, caí de boca. Ele chegou a mudar um pouco a respiração, ficou com o pau mais duro ainda, mas não acordou. Ainda com o cacete de Marquinhos nas mãos, encarei minha patroa com decisão: 'Se a senhora quiser, eu a ajudo a ir para a cama com Marquinhos.' Ela apenas me olhava, muda e paralisada. Eu continuei: 'Se a senhora não confia em mim, pode me mandar embora.' Como ela não disse nada, saí da sala. No dia seguinte, acordei cedo. Quando Dona Beatriz entrou na cozinha, era como se nada tivesse ocorrido. Marquinhos levantou-se em seguida e apenas queixou-se de uma 'estranha dor de cabeça'. Logo, a adorada patroa e eu estávamos brincando com a primeira ressaca do pequeno, o que ajudou a descontrair a tensão do ambiente. No fim do dia, foi a vez de Dona Beatriz me surpreender. Aproveitando-se de uma distração do sobrinho, me puxou para um canto e sussurrou: 'Sobre aquilo que você me propôs ontem...' 'Sim, senhora', murmurei. 'Eu quero', disse, virando as costas e indo para a sala. Durante os dois dias seguintes eu me dediquei a conquistar Marquinhos, o que não foi nada difícil. Modéstia à parte, sou uma morena linda. Marcos era um rapaz cheio de energia e, quando comecei a me aproximar e a deixar nossos corpos se tocarem a toda hora, ele logo se empolgou. Ficava na cozinha ou me acompanhava durante a limpeza, esperando uma chance para me roçar. Esperta, dona Beatriz sumiu de nossas vistas, para deixar a coisa deslanchar. No final do primeiro dia, depois de pedir que Marcos me ajudasse a colocar a roupa suja na máquina, dei-lhe um beijo gostoso. O pau dele endureceu e eu fiquei esfregando minha coxa no garotão. Quase não consegui me desgrudar daquela boquinha tenra, mas, com medo de dar bandeira, interrompi o amasso e fugi. Afinal, para o plano dar certo eu tinha que parecer tímida. De relance, olhei para trás e pude ver a cara de espanto de Marquinhos. Sua calça comprida tinha uma mancha úmida, por cima do cacete ainda duro. Eu arrancara talvez o primeiro gozo de nosso pequeno príncipe. Naquela mesma noite, passei por dona Beatriz e sem que Marcos ouvisse, murmurei: 'Vai ser amanhã, no fim da tarde, no meu quarto', avisei. Marcos não me deixou em paz, no dia seguinte. A todo instante se aproximava e tomava a iniciativa de se roçar. Antes do almoço, me pediu em namoro. Às três da tarde, tentou me agarrar na área de serviço. Foi aí que o olhei bem séria e disse: 'Vamos fazer amor hoje, no meu quarto, depois das cinco. Mas você vai ter que fazer tudo o que mandar, se não conto para sua tia.' Uns carinhos, um pouquinho de vaivém e ele esporrou de novo, na minha mão, molhando a bermuda e enchendo o ar com aquele cheiro forte de esperma. Fiquei toda molhada enquanto ele me agarrava e tentava começar uma foda ali mesmo. Agarrada com Marquinhos, passei o braço pelas costas dele e fiquei lambendo minha própria mão, úmida pelo sêmen daquele galinho novo... Mas continuei jogando duro. Interrompi de novo o sarro e disse: 'Só depois das cinco.' Às cinco em ponto Marcos entrou em meu quarto. Antes que me tocasse, pedi silêncio e apaguei a luz. Deitei-o de barriga para cima, apanhei um lenço preto e amarei firme em torno da cabeça dele. 'Se você tentar tirar a venda, eu paro tudo', disse, enquanto subia na cama e começava nosso doce amor. Eu o chupei com todo o prazer. Mas me contive, evitando que o galinho gastasse os cartuchos muito rápido, pois dona Beatriz ainda iria entrar em cena... A seguir, sentada sobre as coxas de Marcos, tirei as roupas, sempre guiando as mãos de meu jovem amorzinho. O pau latejava cada vez que me tocava. Poderia ter começado a foda naquele instante, mas preferi que ele gozasse primeiro em dona Beatriz. Me levantei da cama e pedi que ficasse parado. 'Quero olhar o seu corpo um pouco. Você é tão lindo, Marcos.' Ele realmente me encantava, mas o que queria mesmo era abrir a porta para que minha rainha entrasse. E ela estava lá, do outro lado da porta. Fiquei sem fôlego quando a vi tão perto de mim. Quase a beijei ali mesmo, mas me contive. Dali a poucos instantes estaríamos dividindo os encantos de nosso pupilo e eu teria muitas chances de tocar aquele corpo que eu amava tanto... Enquanto murmurava palavras afetuosas para Marcos, peguei minha patroa pela mão e coloquei ao lado da cama. Ela estava tímida. Só se mexia quando eu a puxava pelo braço e nem tinha coragem de me encarar. Mas estava morrendo de tesão e mal conteve a respiração quando eu a sentei na cama, ao lado do sobrinho nu. Minhas palavras abafaram qualquer ruído suspeito e Marcos nem percebeu que agora haviam duas fêmeas cheias de tesão. Tirei a blusa e o short de dona Beatriz e a coloquei sentada sobre as coxas de Marquinhos, na mesma posição em que eu estivera, segundos antes. Como não tinha qualquer intimidade com as duas, ele nem notou a diferença. Apenas ficou com o caralho ainda mais duro. 'Calma amor', sussurrei para Marcos, enquanto pensava também no meu outro amor, a minha deusa adorada, que estava nua, louca de tesão e a apenas alguns centímetros do meu corpo. Eu colocava meu rosto bem junto ao dela, para que minha voz viesse da direção certa. Afinal, Marcos estava vendado mas não era surdo... 'Vou ensinar você a fazer carinho em uma mulher', disse, enquanto pegava a mão de Marquinhos e acariciava o corpo de dona Beatriz. Seus mamilos logo cresceram quando eu fiz Marquinhos tocá-los. 'Me beije um pouco aqui', murmurei, aproximando o rosto do garoto dos seios deliciosos da tia. Ela mordia os lábios. Eu falava docemente sobre cada detalhe da boceta e do cuzinho. De vez enquanto, um de meus dedos entrava junto com os de Marquinhos. Bolinada por nós dois, minha amada patroa estava totalmente entregue. O cuzinho piscava na ponta de meus dedos. Diante do pau duro de Marquinhos, os quadris de nossa rainha já faziam um vaivém gostoso. Sem esperar, ela apanhou o cacete e o engoliu com a boceta. Colocou seus dedos sobre meus lábios e começou a gemer baixinho. O principezinho virou um macho voraz e, a cada arranque dos quadris, jogava a tia para o alto. Ela, por sua vez, era uma potranca no cio, rangendo os dentes e fodendo furiosamente. Ela passou a me acariciar o rosto, num agradecimento mudo por tudo o que eu fizera. Os dois gozavam e recomeçavam a foder. Nada como confrontar o atraso de uma coroa mal amada com o fogo de um garotão! Na terceira gozada deles, não resisti e beijei dona Beatriz na boca. Ela correspondeu, iniciando uma bela aventura. Mas isso conto depois. Joana - São José dos Campos, SP 04 - A MOTOQUEIRA E UM VIZINHO MUITO TARADÃO Na primeira, agüentei. Na segunda, não me contive: 'Gostosa!' Gritei como um selvagem diante daquele monumento em cima da moto, que passava outra vez pela rua com o short devidamente enterrado no traseiro tostado de sol. Era nova no bairro e, de acordo com os freqüentadores do bar onde eu estava, não era muito chegada a uma estrovenga. Só podia ser inveja dos barbados. A mulher era uma tentação com aquele rabão empinado na moto - uma vitrine para todos os admiradores das formas femininas. Depois de umas cervejinhas, fui para casa ouvir a bronca da mulher, que sempre reclama quando chego atrasado para o almoço de domingo. Estava me preparando para ouvir a ladainha quando abri a porta do elevador e pimba: a motoqueira do shortinho estava lá, agachada, amarrando o tênis com os coxões à mostra. O pinto quis ciscar na mesma hora. Ele levantou no mesmo instante em que a moça e o elevador fizeram o mesmo. Torci para que o trem parasse entre os andares ou que entrasse mais gente para que eu pudesse dar um roçadinha naquele bundão. O melhor foi saber que ela morava no meu andar, na porta em frente. E eu ainda não tinha percebido essa dádiva... Ao abrir a porta e dar passagem, ela encostou de leve a coxa na minha perna. Cheguei em casa com um tesão sem medidas, dizendo à mulher que queria comer outra coisa. Trepamos na sala mesmo, deixando o almoço dominical esfriar na mesa. À tarde, enquanto a mulher via a tevê, fui dar uma voltinha, pensando como me aproximaria da vizinha sem dar dona. Foi aí que ouvi a voz macia perguntado se eu também gostava de motos. Nem precisava virar: era ela, claro. Estava linda, com um vestido decotado, a caminho de uma festa. 'Vou pegar um táxi, assim não dá para ir de moto', disse, já se despedindo. Perguntei para onde estava indo e, diante da resposta, disse que, coincidentemente, também estava indo para lá, oferecendo carona no meu carro: 'Estou sem fazer nada e quero dar umas voltas.' A mulher era cheirosa e exalava sensualidade. Meu pau estava durão e ela devia estar notando aquilo, pois cruzava as pernas, facilitando o decote do vestido. Procurava ganhar tempo, dirigindo devagar, em busca de um posto para abastecer. Na conversa, disse que não gostava de festas de crianças mas não podia deixar de levar o presente da filha de uma amiga. Foi o bastante para me oferecer para esperá-la, como um prestativo motorista particular. Insisti muito e acabei ganhando a confiança dela. Parei o carro perto do prédio onde era a festa e fiquei esperando, ouvindo um som. A vontade de comer aquela vizinha era tanto que esqueci dos perigos da aventura. Me enchi de coragem, planejando a parada num motel na volta. Me excitava imaginando os detalhes quando um dedo tocou meus lábios, oferecendo um docinho. Era minha maravilhosa motoqueira, esbanjando simpatia. Na volta, rimos bastante falando de festas chatas e acabei adiando a parada brusca no motel, preferindo compensar a decisão, tocando de leve aquele coxão na hora de passar a marcha. Não queria perder a batalha logo no primeiro dia. Cheguei em casa animado e não deixei a mulher descansar. Na manhã seguinte, mais uma feliz coincidência: a motoqueira estava saindo e me ofereceu uma carona, já que o trânsito tinha se engarrafado por completo. Estava atrasado e topei o convite, me esquecendo que todos os dias minha mulher ia à janela dar um aceno para o maridão. Nem olhei para trás. Encostei na mulher e comecei a curtir a viagem. Como ela tinha um negócio próprio, ia trabalhar de shortinho mesmo. O menino ficou animado com aquilo e, no primeiro túnel, passei a mão na coxa da motoqueira com vontade. No segundo túnel, foi a vez do peitinho, duro como nunca vi. Na saída, entrou numa ruela, parou, tirou o capacete e me deu um beijão. 'Vamos chegar atrasados no trabalho, querido', disse, desviando do caminho e me levando para um motel. A atração era recíproca. Foi uma transa de adultos. Um chupou o outro como quis, arrancando e dando prazer. Mas o melhor foi ficar por baixo dela, me transformando em motocicleta por alguns bons momentos. Ela pilotou meu caralho com destreza, acelerando os movimentos. Depois, trocamos de posição e pude concluir o que começara no túnel. Deixei a gata de quatro, agarrei aqueles coxões e meti fundo naquela xota molhadinha. Melhor que queijo com goiabada! Gozamos a valer, mas não podemos curtir o na pinta. Passei pela garagem e vi que a moto dela estava lá, linda como a depois. Tínhamos que ir trabalhar e combinamos outros encontros. Acabamos nos especializando em trepar na escada do prédio, no andar em cima do nosso. Minha mulher começou a suspeitar das constantes saídas e tive que segurar a onda. A volta triunfal foi na garagem, em cima da moto, nossa eterna aliada nesta louca aventura. Mineiro - Rio de Janeiro, RJ 05 - A ENFERMEIRA Cento e sessenta. E ainda não bastava. Para mim velocímetros foram feitos para serem explorados ao limite máximo. Faltava muito para completar tal ação. Sentia como se meu estômago pedisse clemência para sair pela boca em uma golfada só. Enxergava apenas retas e mais retas, como se o mundo fosse uma pista recém-inalgurada de Fórmula I, em que os carros disputavam o direito de serem os reis da velocidade . O efeito do álcool me deixava aturdido e, em minha testa, gotículas de suor escorriam em um lacrimejar expontâneo. Enfim o ponteiro parecia não agüentar mais, queria sair e aterrar-se ao chão de tanto ser pressionado. Já não sentia mais o acelerador em meus pés, talvez porque se confundia com o chão do automóvel. Em minutos ( pareciam eternidades ), vencia a reta e, do lado de um barranco, encontrava-se uma curva, apelidada de "curva da morte" ( seria porque ela era muito fechada ? ). Meus olhos nada viam. Por isso o voar do meu carro e a sensação de que minha cabeça dava voltas e torno de um eixo desconhecido. Depois disso, a única coisa que me lembro foi de acordar aqui, doutor...". Estas foram minhas palavras depois de acordar na Santa Casa de Misericórdia, um hospital muito conhecido em minha cidade, para o doutor Jorge que foi quem me atendeu. Ele ouviu tudo e disse que depois viria ao meu quarto uma enfermeira aplicar-me sedativos. Dizendo isso retirou-se e trancou a porta. Cochilei. Meia hora depois, ouvi um bater na porta e vi entrar uma enfermeira. Tal visão funcionou como um colírio para meus olhos machucados. Era deslumbrante. Tinha seios que pareciam saltitar do decote que usava e pediam para serem degustados. Sua bunda era empinada como as de quem e tarada por deslizar em cacetes durinhos em um ir e vir muito prazeroso. · O doutor mandou-me trazer esses remédios. · Entre, por favor. Silêncio. Em um gole rápido tomei as pílulas. · Posso fazer algo pelo senhor ? · Se eu pudesse pedir... · Como ? · Nada, não. ( Tinha de controlar minhas emoções ). · Eu ouvi o que o senhor disse. · Por favor, me chame de você. Assim ficaremos mais íntimos (ops ! de novo. ). · O senhor não se acha muito abusado, não ? Para quem sofreu aquele acidente... · Eu não. - Ah, bom. Porque senão... Eu poderia não responder por mim. · E eu é que sou abusado ? Risadas. Eu a tinha quase no papo. · O doutor pode chegar. · Ele me disse que teria que sair e não voltaria. ( Mentira ). · Então tenho de cuidar de você direitinho. Quero ver se você não vai melhorar rapidinho. Dizendo isso ela sentou na cama e levantou os lençóis. Sua mão logo foi encontrar minha cueca ( na cama eu ficava só de cueca ) e a segurar meu caralho que já latejava de tesão. Começou a alisá-lo como se fosse um animalzinho de estimação e a passar a mão no meu peito cabeludo, enquanto os bicos do seus peitos roçava minhas bolas e me matava de prazer. Não demorou muito e sua boca estava engolindo-o todo, em um vái-e-vem que me deixava louco. De vez em quando descia a boca perto do meu buraco e subia, vindo a encontrá-lo de novo. Já não estava agüentando mais e comecei a passar a mão nos seus seios durinhos e a apertá-los como se quisesse tirá-los para mim, e logo depois a mamar igual a uma criança faminta. Deslisava a lingua nos seus mamilos e dava mordidas. Ela gemia. Desci lambendo-a o corpo inteiro. Primeiro a barriga, depois o umbigo e agora a virilha. Minha mão agora já se encontrava em sua boceta, que a essa altura já estava toda molhadinha. Fazia movimentos circulares em sua pelinha enquanto dava mordidas em suas coxas. Ela deitou-se e começou a remexer-se enquanto meus dedos vinham a penetrar no seu íntimo. Minha língua subia e descia, girava, apertava, e ela apertava minha cabeça no seu membro como quem quer enfiar uma bola de basquete em um buraco de golfe. Em um súbito empurrão, virou-me e arrancou sua roupa, vindo sentar no meu pinto. Quando procurava o buraco da sua xoxota ( que por sinal era apertadinho! ), ela disse: · Quero que ponha no meu Cu! Não conversei. Logo ela já cavalgava no meu caralho, como se fosse seu puro-sangue preferido, ou um mangalarga marchador. Ela inclinava e de vez em quando eu levantava e mordia seus peitinhos. Seu cu era apertadinho, eu sentia como se esmagasse me pinto. Isso me dava prazer. Virei e a pus deitada. Levantei sua pernas e sem perdão comecei a colocar em sua gruta. Ela apertava os lençóis em um gesto que me deixava louco. Segurei suas mãos e enfiei o mais que pude. Ouvi-a gritar. Era um buraco pequeno, mas que conseguia abrigar meu membro até o saco sem o menor esforço de ambos. Apertava seus peitos e bombava cada vez mais rápido fazendo-a gozar inúmeras vezes. Seus gemidos de prazer eram inigualáveis. Pensava naquelas ninfetas de capa de revistas e não acreditava no que estava acontecendo comigo ali, naquela cama de hospital. Quando me preparava para gozar, ela pediu para esporrar em sua boca e sentou, começando a engolir de novo meus bagos. Engolia-o todo. Sem perda de tempo, jorrei em sua boca e peito vindo a lambuzar até o seu umbigo e a vi engolir o resultado de horas de prazer inenarráveis. Comecei a beija-la com um beijo de língua que durou alguns minutos e rendeu-me mais um pouco de tesão. Passava a língua na sua boca e beijava seu pescoço, e logo já recomeçava-mos tudo de novo. Assim que acabou a fudeção, ela levantou-se, passou um batom, arrumou a roupa e voltou a ser aquela simples enfermeira que entrou no meu quarto. · Você tem que tomar isso três vezes ao dia. Portanto não vá fugir, hein ? Aqueles foram os dias mais felizes da minha vida. Agora qualquer dorzinha para mim já é motivo de ir para o hospital... 06 - ALUNA APLICADA NAS QUADRAS E NA CAMA Meu professor de tênis é um tesão. Escrevo isso pensando naquelas pernas musculosas que um dia tocaram as minhas e me fizeram conhecer a paixão. Estava sem namorado e Cláudio passou a ser o meu objeto de desejo mais próximo. Nos encontrávamos quatro vezes por semana e a aproximação foi inevitável. Ele sabia que eu estava carente e não teve muito trabalho para conquistar meu coração. Era mais velho e tinha a determinação dos homens de verdade. Estava treinando para um torneio e o empenho dele foi fundamental para o meu sucesso. Na véspera da partida final, vendo meu estado de tensão, me levou até a casa dele, onde preparou um jantar divino, com uma receita italiana. Na sobremesa, contou histórias divertidas e, entre um relato e outro, pousava os olhos nas minhas coxas. As mesmas coxas que ele estava acostumado a ver nas quadras. O detalhe é que estávamos sentados bem próximos, com as mãos dele ao alcance das minhas pernas. Quando Cláudio tocou uma delas, fiquei toda arrepiada. Senti um calor por dentro e a vontade descontrolada de beijá-lo, experimentar aquela boca maravilhosa. Quando notei, ele já me beijava e agarrava meu corpo com toda força. Transpirava nervosa e com vontade de dar para aquele homem gostoso. Cláudio sabia disso mas me instigava, adiando o ataque. Já sentia meus pelinhos molhados quando ele alcançou minha bocetinha com os dedos, por cima da calcinha. Meio sem querer comecei a rebolar em cima da mão dele, louca para ser penetrada com força e com vontade. A mão de Cláudio era uma raquete, hábil e precisa. Os dedos foram afastando a calcinha e, em pouco tempo, deixando meu grelinho mais duro ainda. Eu gemia baixinho, pedindo pica, implorando por um caralho. Aí ele surgiu em flor, na altura da minha boca, pronto para ser chupado como um pirulito de cereja. Esqueci a ansiedade da partida final e me entreguei por completo ao prazer daquela chupação. Nas bolas, nas veias, em toda a extensão do mastro, na cabeça inchada de tesão... A minha língua não poupava nada, nem um centímetro daquele músculo pulsante. Meu professor de tênis se retorcia no sofá, com o pau mais grosso que no início. Estava a ponto de gozar e aquilo tudo ia encher minha boca. Não desisti, continuei a postos, esperando o rio caudaloso. Quando veio, recebi tudo com vontade. Nunca tinha feito aquilo, mas Cláudio merecia. Depois de alguns segundos admirando os olhos da minha paixão, levantamos e começamos a dançar, ao som de uma música suave e romântica. Com os corpos bem coladinhos, o pau dele foi dando sinais de reação e a minha excitação cresceu. Queria ser penetrada e não agüentava mais esperar. Cláudio arriou a calcinha e passou a roçar o pau na minha vulva. Eu já ia me ajoelhando para um novo boquete, mas ele me segurou e me jogou no sofá. Veio por cima, esfregando o pau na bundinha. Pensei que fosse se engraçar por ali, só que ele estava procurando mesmo era a rachinha, pronta para ser comida. Não demorou a encontrá-la e muito menos a invadí-la. Foi ótimo sentir tudo aquilo dentro. Queria gritar mas tinha medo de acordar a vizinhança. O jeito foi chupar meus dedos, lembrando do gosto do cacete de Cláudio. À medida que ele aumentava o volume da trepada, eu mordia as unhas, fora de órbita. Aquilo me machucava a xota apertadinha mas eu gostava muito. E posso dizer a vocês que não há melhor sensação para uma fêmea do que ver a porra escorrendo pelas pernas depois do gozo do macho. No dia seguinte, ganhei o jogo por três a zero. Mas o melhor game foi disputado entre a minha xoxota e a pica de Cláudio. Um duelo de amor e muito gozo. Marcela - São Paulo, SP 07 - O CASAL TARADO E O GARÇOM MUITO SORTUDO Trabalho como garçom de um motel há dez anos, mas nunca tinha encontrado um casal com tanta disposição como aquele. Pelo menos quatro vezes por semana eles apareciam para colocar o serviço em dia e demoravam, no mínimo, dez horas na melhor suíte da casa. Os dois consumiam os melhores produtos do bar e faziam a maior festa. Até aí tudo bem. O problema, ou melhor, o motivo da minha carta, é que um dia eles resolveram me incluir na festinha. Pediram novas fitas de vídeo, pois estavam cansados da programação, e quando cheguei me receberam como velho conhecido. É, porque todas as vezes que servia o casal a mulher sempre estava presente. Às vezes enrolada numa toalha, outras de calcinha e sutiã. Era um tesão em forma de gente. Voltando ao assunto, devo contar que eles, ao pegarem a fita, pediram que eu entrasse e desse a opinião sobre o filme. Disse que aquele, especificamente, não conhecia, mas a atriz era muito boa. 'Melhor que eu?' A indagação da mulher bateu esquisito em minha cabeça. O que ela estava pretendendo? O marido deu linha: 'Querida, ele nunca te provou. Como vai saber?' Aquilo já estava me deixando sem jeito e, ao fazer menção de sair, ela segurou minha mão. 'Ele vai saber hoje', disse, deixando a toalha cair. A mulher não perdia para nenhuma Fábia Tafarel ou Viviane Araújo! Era uma estátua esculpida em carne e osso. Meus olhos colaram logo naquela xoxotona bem desenhada e convidativa. Podia perder meu emprego mas não negaria fogo nem a porrada. O homem dela ria tranqüilo, como se estivesse esperando aquilo há muito tempo. Sentou-se na poltrona e pediu que o espetáculo começasse. 'Quero ver se alguém é capaz de fazer você gozar como eu consigo', provocou. Aquilo mexeu com meus brios e minhas bolas. Agarrei o avião e não desembarquei mais, passando a beijá-la com sede. Joguei a mulher na cama, caí por cima e não teve quem me tirasse dali, de calça comprida mas com o pau de fora, dando conta do recado. O camarada ria nas nossas costas, enquanto a mulherzinha dele gemia baixinho, dizendo que eu era muito melhor. O jogo estava para mim e eu não deixei virar. Meti fundo, como devem ser tratadas as mulheres que provocam um homem sem ter sequer uma vara curta para catucar a onça... Depois de vinte minutos, senti que o camarada começava a se preocupar. Ele se levantou e chegou perto, tentando desengatar a gente. Falei uns três palavrões e disse que quem convida dá banquete. Tratei de jantar a mulher e repetir. O sujeito tentava tocar uma punheta mas não tinha concentração. Tinha perdido a aposta e, por pouco, a mulher. No final, depois de realizada, ela me agradeceu e pediu desculpas pelo marido. Dali em diante não foram vistos mais no hotel. Talvez estejam fazendo um garçom feliz aí no quarto ao lado... Guilherme - Niterói, RJ 08 - CERCADA POR TODOS OS LADOS Fomos passar um fim de semana, numa ilha no litoral fluminense, que acabou numa bela suruba. No nosso barco, estavam três homens e duas mulheres. Em terra firme, o caseiro e a irmã. Desde o início do passeio, sabíamos que a sacanagem estava próxima. As meninas inventaram um topless na proa do barco, enquanto meus amigos cuidavam do leme. Próximo a elas, meu pau implodia a sunga. Uma delas, a Vanessa, fazia questão de aumentar o grau de provocação passando um creme na altura da xoxota. A outra, Tatiane, era mais gostosa e preferia ficar de bruços, tostando o burrão. Para incendiar a história, me deitei ao lado delas e desfilei meu repertório de sacanagens. Elas adoraram e foram se soltando mais. Antes de chegar à ilha, meus amigos Sérgio e Rui pararam o barco e se juntaram a nós, já se rasgando de tesão. Sérgio engatou com a Vanessa e eu e Rui pegamos a Tatiane ali mesmo. Tirei a parte de baixo do biquíni e passei a lamber aquele bundão, enquanto Rui cuidava da leiteria. Mais apressados, Sérgio e Vanessa trepavam rasgado sob a luz do dia. 'Só não mete no cuzinho', implorava a gatinha. Tati era mais liberada e deixou o nobre anel aos meus cuidados. Meia hora depois da farra, retomamos o caminho da ilha, relaxados pelo gozo. O lugar era o paraíso e a casa do Rui muito confortável. Mas a coisa que mais me chamou a atenção foi o corpaço da irmã do caseiro, uma gatinha com charme e cor de índia. O mais animador é que, aparentemente, a recíproca foi verdadeira. No resto do dia, passeamos pela ilha, entretidos com brincadeiras e mergulhos revitalizantes. À noite, tínhamos um baita jantar à nossa espera, com direito a peixe assado e frutos do mar. De sobremesa - estava na cara -, o sexo ia comer solto. Subimos para o quarto e eu deixei Sérgio e Rui se divertindo com Vanessa e Tati, num troca-troca estimulante. Meu alvo era Mariana, a moreninha tesuda que mexia com meu ânimo. Para testá-la, pedi que trouxesse um vinho ao meu quarto. Tinha que arriscar uma aproximação. Dez minutos depois, ela chegou com a garrafa numa bandeja, um tanto assustada com os ruídos que vinham do quarto ao lado. 'Eles estão se divertindo', contornei, emendando: 'Você não tem namorado?' Mariana balançou a cabeça em negativa e perguntou se queria mais alguma coisa. 'Claro, preciso de uma companhia para o vinho', respondi, pegando a garrafa com uma mão e enlaçando a moça com a outra. 'Vamos até a praia.' Ela ameaçou resistir mas a solidão de uma ilha falou mais alto. Ali, tinha poucos contatos e não podia desprezá-los. De quase muda, Mariana passou a faladeira compulsiva, falando do passado e dos sonhos do futuro. Bebemos o vinho na garrafa mesmo e, quando disse que gostaria de dar um mergulho, ela demostrou que já estava altinha. A mulher tirou o vestido, deixou à vista os peitos durinhos e a calcinha larga, indo direto para a água, sugerindo que corresse atrás dela. Viramos crianças e foi ótimo. Principalmente quando a alcancei e pude abraçar aqueles quadris durinhos por trás. Ela ficou arrepiadinha, totalmente excitada. Para aquecê-la, aumentei a intensidade do abraço e rocei o mastro naquela bundinha. Aí, ela virou o rosto e nos beijamos longamente, línguas com gosto de vinho. Enquanto beijava Mariana, ouvia as vozes dos meus amigos mais próximas. Eles tinham procurado a praia também em busca de aventura e logo me encontrariam. Abri o olho e vi aquela massa humana se comendo e lambendo na areia. A hora para comer Mariana era aquela, antes que se inibisse e negasse fogo. Caí de boca nos peitinhos e fui em frente, lambendo aquela xoxota salgadinha como se fosse a última ostra perdida no paraíso. Quando comecei a meter na grutinha, sentia uma língua quente percorrendo a minhas costas. Era Tatiane, que deixara Vanessa sendo ensanduichada pelos meus amigos, aceitando a idéia de liberar o rabinho. Tinha que dar um jeito de entreter Tati e o jeito foi passar a chupar os peitinhos dela, segurando Mariana para que não fugisse, irritada com aquela orgia. A sorte é que tudo foi se acalmando e dando certo. Em determinado momento, Tatiane voltou ao grupo e me deixou a sós com Mariana, tornando mais fácil a concentração nos trabalhos. A moça da ilha tinha fome de náufrago em relação ao sexo. Queria pica e não estava para brincadeira. 'Quero gozar de novo', pediu. Não neguei fogo, segurando o gozo. Quando coloquei Mariana de quatro, para dar mais uma carga, foi a vez de Vanessa vir beijar minha nuca. Claro que era sacanagem. Na verdade, elas estavam enciumadas com a entrada em cena de uma terceira mulher e queriam ir à forra. Mariana notou a mesma coisa e resolveu me ajudar, pedindo que a putinha viesse por baixo dela, para participar da nossa trepada. 'Adoro ser chupada por uma vadia', disse com sarcasmo. Foi do barulho. Enquanto enrabava Mariana, a Vanessa chupava os peitinhos dela. A minha índia era o recheio do sanduíche. O fuc-fuc durou um bom tempo, o suficiente para gozarmos plenamente aquela noite na praia. Para se saciar, Vanessa limpou meu cacete, lambendo todos os vestígios de porra. 'Adoro seu gozo salgadinho', elogiou a danada, com a boquinha ainda melada. Na volta a casa, encontramos todos dormindo. Me sentindo o rei da ilha, convidei as duas feras para dormirem na minha cama. Claro que estávamos cansados mas o amanhecer foi delicioso. Despertei sendo chupado por duas lindas fêmeas, que ainda inspiraram outras belas histórias dignas deste Forum. Cláudio - Saquarema, RJ 09 - AGUENTOU DOIS SUPERDOTADOS Tadinha de mim. Tadinha mesmo. Bem dizem que a curiosidade matou o gato. Mas vamos ao começo. Sou uma garota de corpo fino e, pelo que dizem, muito sexy. Tenho cabelos pretos e pele bem clara, 21 anos, estudo Comunicação, e minha turma é superlegal e unida. Fazemos muitos programas juntos e costumamos ir a um barzinho próximo da faculdade para papear. Muitas vezes o tema descamba para a sacanagem, e um belo dia o tema foi o tamanho do pênis. Foi um colega nosso que perguntou à queima-roupa, a todas as garotas do grupo, se achávamos isso importante. Umas disseram que não, aquele papo de importante é ser competente, enquanto outras diziam que volume era muito bom, inclusive eu, apesar de não ser tão experiente assim. Meu noivo, aliás, não é muito bem-dotado como os poucos que o precederam, e eu sempre morri de curiosidade e desejo de saber como seria transar com um cara de pau bem grande. Renato disse, então, que mesmo as gulosas do grupo correriam do seu primo, que tinha uma coisa enorme, entre 25 e 30 centímetros, além de ser tala larga. Quase engasguei ao ouvir isso, e, entre gargalhadas e exclamações de espanto, todas pularam fora. O papo acabou, mas aquilo ficou na minha cabeça, pois desde garota tinha sonhos eróticos envolvendo superdotados. Quase um mês depois, estavámos eu e Renato conversando, quando tomei coragem e perguntei a ele como ia seu primão. Ele sorriu e perguntou se tinha ficado curiosa. Gaguejei, mas disse que sim, que nunca tinha visto um muito grande e morria de vontade de pelo menos ver. Renato achou graça e disse que poderia arranjar uma maneira daquilo acontecer sem me comprometer ou o meu noivado. Fiquei logo excitada com a idéia, e passei a ouvir o seu plano. Concordei imediatamente. No sábado seguinte, disse ao meu noivo que faria um trabalho com colegas pela manhã e fui para a casa do Renato buscar um livro. Coloquei uma roupa supersensual e, cúmulo da ousadia, dispensei as peças íntimas, apesar de não planejar fazer nada além de ver... Eram nove horas quando cheguei e encontrei os dois de calção, voltando da praia. Renato foi tomar banho e disse para eu ficar à vontade. Depois me daria o livro. Danilo era muito bonito. E amável, enquanto me fazia companhia. Notei que ele se deliciava com minha blusa, que, por ser supercavada, deixava ver parte dos meus seios. Vi que ele foi ficando excitado mas logo Renato o chamou. Ele foi tomar banho e Renato apareceu secando os cabelos apenas com uma bermuda larga. Ficamos conversando e estávamos ambos visivelmente excitados. Foi quando reparei no volume bastante grande na sua bermuda, e ele meio sem graça, percebendo meu olhar, perguntou se eu queria ver. Engoli em seco e disse que sim. Renato abaixou a bermuda e eu deparei com algo enorme e lindo. O danado falava do primo, mas seu pênis tinha uns 23 centímetros contra uns 16 do meu noivo. Fiquei maravilhada com aquilo e, com a permissão do dono, resolvi segurá-lo. Sentia sua consistência rija, macia, e seu calor nas minhas mãos. Coloquei as duas mãos em volta da coisa e ainda assim sobrava pau pra muitos dedos. Puxei a pele para trás, liberando a cabeçona brilhante e convidativa, e começei a masturbá-lo quando apareceu Danilo. Eu e ele ficamos sem jeito, mas Renato o chamou dizendo que eu estava apenas fazendo uma pesquisa científica. Disse também que eu precisava de mais material. Danilo riu muito e se aproximou, deixando cair a toalha. Quase tive um troço, aquilo era maior do que podia imaginar. Minha curiosidade me colocara frente a frente com dois superdotados, sendo que o segundo caralho tinha 28,5 centímetros, além de supergrosso. Era muito maior do que eu poderia imaginar. Já estava pensando se seria possível ter aquilo tudo dentro da minha bocetinha. Eu manipulava ao mesmo tempo aquelas duas picas com carinho, e me senti simplesmente poderosa ao constatar que eu os tinha sob meu poder de fêmea. Julguei que podia fazer o que quisesse e abocanhei Danilo, que mau cabia na boca. Troquei para Renato e mamava os dois um pouquinho de cada vez. Se me deixassem, ficaria mamando a manhã inteira, mas Renato ficou de pernas bambas e se sentou no sofá, o que me obrigou a ficar de quatro para continuar mamando. Ele puxou minha blusa, soltando meus seios, enquanto Danilo levantava a sainha e manipulava a bunda macia. Ficamos nisso um bom tempo, até que me percebi toda nua. Senti Danilo manipulando meu clitóris e minha xaninha até que com um dedo foi me penetrando, depois dois, até que um terceiro me penetrou. Aquilo era a preparação para o que eu já não negaria, dado meu grau de tesão e curiosidade. Senti a cabeçona me alargando toda e passando, depois veio aquela coisa grossa, imensa, lentamente, abrindo espaço e me invadindo, numa foda para mim incalculável. Eu já não chupava, só gemia e me contorcia pedindo piedade e cuidado. Estava toda entupida de pica, que entrava e saía lentamente para não me machucar muito. Quando Danilo gozou quase tive um troço sentindo as esguichadas no meu útero. Ele se retirou e botou seu pintão na minha boca para eu lavá-lo na base da chupada, enquanto Renato rapidamente tomou seu lugar. Brincando, Renato reclamou do primo: ele tinha me alargado e aquilo estava um pântano. Acabou tomando outro caminho, dizendo que queria algo mais apertado. Ele aproveitou que eu estava com a boceta e a bunda toda lambrecada e enfiou um dedo no meu ânus. Como já fazia sexo anal com meu noivo e simplesmente adorava isso, resolvi deixá-lo aproveitar, já que não era o gigante. E foi o que ele fez. Mesmo assim doeu bastante quando entrou, afinal era bem maior do que o que eu estava acostumada. Mas fui acomodando e curtindo aquela gostosa enrabada, enquanto o caralhão de Danilo já endurecia em minha boca de novo. Danilo me puxava para cima dele, e eu fui sentando na sua verga sem tirar o pau de Renato do meu cu. Foi uma loucura! Os dois metiam com força e eu me sentia uma puta sendo estuprada. Eles me chamavam de puta, cadela e perguntavam como é que eu agüentava aquilo com um sorriso na cara. Gozava sem parar e estava tonta, tão tonta e enlouquecida de tesão que resolvi fazer a loucura suprema e completar minhas fantasias, dizendo simplesmente: 'Troquem de lugar.' Danilo não acreditou e disse que eu não agüentaria, que nem com puta ele tinha conseguido fazer sexo anal na vida. Disse que queria pelo menos tentar, que eu me esforçaria, e que adoraria lhe dar essa primeira vez, já que ele tinha feito o favor de realizar meus desejos. Renato tirou de mim lentamente e depois de alguns preparativos pensando na melhor forma de acolher aquela picona, colocamos dois travesseiros sobre a cama onde me deitei de bruços colocando-os sob a bunda. Apesar de estar melada, Renato pegou vaselina e colocou um bom tanto nos dedos e enfiou no meu cuzinho que já estava alargado por ele. Ainda passou bastante por fora do cu, e deu uma enfiada funda e forte com o próprio cacete, preparatória para o bruto que viria. Aí veio Danilo. Ele esfregava, tentava, e eu sentia a ponta da cabeça me alargando o traseiro. Eu relaxava ouvindo palavras doces e sendo acariciada por Renato. De repente senti a cabeça entrando naquele terreno pantanoso. Juro que vi estrelas e tentei desistir, mas Danilo foi mais rápido e disse: 'Agora que cheguei até aqui, sua puta, eu vou comer sua bunda gostosa até rasgar o teu cu'. Dizendo isso, me segurou pelos ossos da bacia, me imobilizando e meteu metros de pica no meu rabo, me encaixando e impedindo minha fuga. Perdi o fôlego enquanto ele afundava mais e mais, e me surpreendi quando descobri que atrás, ao contrario da bocetinha, era possível enterrar tudo, já que cu não tem fundo. Depois de me comer um bocado e satisfazer seus anos de secura, ele me colocou de quatro e Renato entrou por baixo de mim para meter na minha boceta ao mesmo tempo, comprimindo ainda mais os meus dutos internos. Deram então início ao bombardeio, que foi impiedosamente cumprido pelos dois tarados até que entre jorros de porra me largaram prostrada na cama. Nunca tinha gozado tanto na minha vida. Eles, bestificados e saciados, diziam que nunca imaginaram também que uma mulher pudesse suportar o que agüentei, e que aquilo tudo era superior a qualquer filme de putaria já visto pelos dois. Quando me levantei, estava quebrada, com o corpo literalmente moído e a bunda em frangalhos, mas morta de felicidade. Tomei um banho, onde pude analisar o tamanho do estrago no meu traseiro, e nos despedimos. Nem é preciso dizer que retornei outras vezes ao apartamento de Renato, inclusive levando outra colega muito curiosa, para quem sigilosamente contei o lance. Tive o enorme prazer de vê-la sendo dilacerada pelos monstros, antes de me submeter também aos seus caprichos. Hoje sou uma mulher realizada, pois tenho a sorte de poder aplacar minha fome sempre que tenho vontade. Tarada - Rio de Janeiro, RJ 10 - DIVIDINDO A PATROA Casados há cerca de cinco anos, eu e minha mulher decidimos curtir a vida da forma mais descomplicada possível. Afinal, o tempo passa e não adianta acumular vontades diante de um futuro que não podemos imaginar como será. Somos jovens, saudáveis, bonitos e com muito amor para dar. Daí a idéia de colocarmos em prática algumas fantasias que vínhamos alimentando com freqüência. O mais difícil foi entrar no assunto. Depois da coisa resolvida em nossas cabeças, partimos para a consolidação de nossos planos. Minha mulher (vou chamá-la de Flora) é uma mulher escultural, mato-grossense descendente de índios, tal qual Luiza Brunet. Meu desejo era dividi-la com alguém. Afinal, seria egoísmo da minha parte querer aquilo tudo só para mim. Depois do consentimento dela, partimos para a escolha de nossos parceiros. O primeiro foi um afoito amigo que costumava freqüentar nossas rodas de conversa. Com a porteira aberta, o rapaz foi logo se sentindo em casa e, numa rápida viagem de negócios que fiz, aconteceu o esperado. No meu retorno, Flora, um tanto quanto frustrada, me relatou a transa. Frustrada porque o rapaz não soube aproveitar a situação, talvez por estar com a consciência pesada, já que se tratava da esposa de um dos melhores amigos. Logo em seguida, pintou um paquera na faculdade. Aí a coisa melhorou, pois ela ficou deslumbrada; não só com o apetite do coleguinha, como com o tamanho do que ela qualificava ser um 'baita tarugo'. Foram algumas transas, todas relatadas minuciosamente quando minha mulher voltava para a casa. Não preciso descrever aqui a emoção que é ficar em casa aguardando por este retorno. Só mesmo com boas doses de um legítimo uísque. As coisas aconteciam naturalmente, mas eu pensava em outras alternativas para aumentar a emoção. O simples relato das transas de minha esposa em motéis já não satisfazia minha imaginação. Só que ela resistia a qualquer idéia mais audaciosa, como uma transa a três ou uma simples espiada pela fresta da janela ou da porta. Mas, um belo dia aconteceu algo que merece ser contado neste Forum. No início deste ano, aproveitando o verão, em uma viagem a Bonito, no Mato Grosso do Sul, pude, enfim, assistir ao vivo a uma cena que sempre imaginei em filmes eróticos. Mas não, lá estava ela, minha mulher, nos braços de outro homem, sob minha cumplicidade total. Tudo começou num fim de tarde, no mais badalado balneário da cidade, depois de alguns dias curtindo o sol e as águas afrodisíacas da cidade, com rios congestionados por cardumes inesgotáveis de dourados. Flora me deixou num barzinho tomando cerveja e foi dar uma volta com seu minúsculo biquíni. Foi quando ela resolveu dar uma paradinha num campo de vôlei, onde um grupo de rapazes se divertia. Um deles foi atraído pela beleza ímpar de minha mulher e se desligou da turma, indo dar um mergulho no rio, buscando aproximação. Ela logo percebeu mas preferiu retornar ao bar, de onde saímos em seguida. Para nossa surpresa, o rapaz nos seguiu de carro até o hotel, onde estávamos hospedados. Quis o destino que ele morasse bem próximo ao hotel e, algumas horas mais tarde, os dois já conversavam na calçada, enquanto eu via televisão. O papo foi rápido e objetivo. O tempo de ela retornar e me avisar que faria uma visitinha ao recém-conhecido. Por precaução, deixou o endereço do tal André, pois éramos turistas e não sabíamos com que tipo de gente estávamos lidando. Não consegui me concentrar no telejornal. O sangue subia à cabeça numa velocidade espantosa. Mais espantoso foi o que vi quando cheguei à casa do rapaz. Não tinha autorização para ir até lá, nem eles imaginavam uma visita àquela altura dos acontecimentos. Como a porta da sala estava aberta, fui logo entrando. O rapaz, claro, ficou um tanto quanto sem jeito. Flora estava sem a parte de cima, enquanto ele massageava os mamilos, começando a tirar a saia dela. Passado o susto e percebendo minhas intenções, ele continuou as carícias. Foram para a cama, enquanto eu procurava me acomodar num pequeno sofá para testemunhar aquela inusitada cena. Mais à vontade, só de calcinha, ela começou a chupar o enorme pau do nosso anfitrião. Aliás, quando cheguei, a primeira coisa que notei foi o tamanho da vara do sujeito que, apesar do susto que levara, continuava em posição de ataque. Foram minutos de muita excitação e gostosa contemplação, até Flora pedir para ficar a sós com André. Como ela insistisse em não dividir com ninguém aquele momento, fui até a cama e murmurei algumas palavras de carinho e incentivo. Estava deitada sobre André, ainda de calcinha, e resolvi facilitar as coisas. Delicadamente, executei o penúltimo ato. Já que ele iria desfrutar daquilo que eu tão bem conhecia, não quis dar o gostinho de despi-la por inteiro. Quando finalmente percebi que estava sobrando no ambiente, resolvi deixá-los, não sem antes admirar os primeiros movimentos daquele pau rumo à bocetinha mais cheirosa e gostosa que conheci em toda a minha vida. Só não podia dizer que era só minha, óbvio. O que rolou lá dentro ela me contou em detalhes depois, durante uma cervejinha tranqüila num bar em frente ao hotel. Pelo que pude deduzir, foi tão bom que, alguns dias depois, recebemos em nossa residência um telefonema de André, que estava numa cidade próxima, perguntando se nos poderia fazer uma visita. Claro que podia. Tanto que naquela mesma noite cedi minha cama a ele, enquanto da sala podia ver, pela porta entreaberta, minha mulher devorando nosso amigo de Bonito. A noite só não foi mais completa porque não tive a autorização de Flora para participar ativamente da festa. Ao clarear o dia, deixei os dois no sofá da sala, num descontraído bate-papo, e fui até a padaria comprar pão e leite para um café da manhã que certamente teria que ter outros ingredientes, tamanho o desgate físico dos dois. Para minha surpresa, quando retornei, os dois estavam de novo no quarto. Só que desta vez André comia Flora por trás. Cheguei de mansinho e fiquei observando, ouvindo os gemidos da mulher amada. Aí pude entender a profundeza do verso mais bonito que existe no repertório do rei Roberto Carlos: 'Amanhã de manhã, nossa chama outra vez tão acesa; o café esperando na mesa, esquecemos de tudo...' A propósito, Bonito é hoje nossa rota obrigatória. Paulo - Campo Grande, MS 11 - UMA NINFETA PARA UM MENDIGO No bairro onde moro aqui no Rio de Janeiro, sempre fui desejada por todos os homens. Tenho 18 anos, cabelos louros compridos, lábios carnudos, olhos castanhos, coxas grossas, seios médios, firmes, e um bumbum apetitoso, que faço questão de me exibir vestindo shortinhos apertados, sainhas e biquínis enfiados, para ter o prazer de ver os homens delirando quando passo. Sou cheinha, mas no ponto certo, sem celulites ou estrias, pois malho bastante para manter a forma e ficar sempre supergostosa como sou. Sabendo de meus atributos, sempre me excitou a idéia do quanto o meu parceiro está sendo sortudo por me comer. Parece estranho, mas o que mais me deixa molhada é o prazer que estou dando a meu parceiro. Já me entreguei diversas vezes para homens feios e pobres, até mesmo para velhos e para um peão que trabalhava numa obra perto de minha casa. Ele me viu passar e me disse palavras obscenas. No mesmo dia, trepamos a noite inteira no seu barraco. Faço tudo com esses homens e eles fazem tudo o que querem comigo. Tudo isso simplesmente pelo prazer de vê-los nas nuvens por minha causa. Nunca me interessei por homens bonitos, pois com eles eu não me sentiria a mulher mais gostosa do mundo. Sou uma deusa para esses homens que me olham e me desejam pensando ser um sonho impossível me comer. Minha primeira transa assim, e com certeza a mais louca, foi há dois anos, quando tinha 16 e estava no Segundo Grau. Eu ia de ônibus para a escola e perto havia os escombros de uma outra escola, vítima de não sei qual tragédia. Sempre que passava por lá, via por cima do muro o rosto de um negro, que depois me disseram ser um mendigo que lá vivia e que já havia tentado agarrar à força várias mulheres. Muita gente ficava apavorada com aquele monstro solto. O comentário era geral. Mas eu não ficava nem um pouco com medo. Pelo contrario, ficava molhada ao vê-lo me observando, me comendo com os olhos, visivelmente excitado. Talvez por trás do muro ele tocasse uma punheta. Eu fazia questão de usar bem pouca roupa para me exibir para ele e ficava decepcionada quando não o encontrava por trás dos escombros da escola. Aquilo me excitava tanto, que cheguei a ter sonhos: eu o satisfazendo de todas as formas. Uma vez passei bem rente ao muro e ouvi uma voz dizer bem baixinho, com respiração ofegante, algo como: 'Gostosa... estou tocando uma punheta!' Era o louco e eu parei. Encarei-o para poder olhar bem a expressão de desejo dele. Nossa, ainda fico molhada quando lembro! Uma amiga passou por perto e me disse para ter cuidado com o tarado. Mas eu já tinha uma certeza: aquele sujeito asqueroso ia me comer bem comida, a ponto de não olhar para nenhuma outra mulher. Estava resolvida quanto a isso: tinha que fazer aquele sujeito feliz, muito feliz. Mas eu estudava à tarde e naquele horário não poderia ser. Tinha que ir até lá à noite e entrar na escola. Mas na escuridão havia um problema: ele não veria bem meu corpo, e isso era o mais importante para mim. Decidi, então, ir até os escombros da escola bem cedo, às 6h, com o dia clareando e sem ninguém por perto para me ver entrar. E foi o que fiz. Passei a madrugada pensando naquilo e acordei molhada. Tomava banho, deslizando o sabonete sobre o corpo que em breve estaria dando prazer àquele homem faminto. Vesti uma miniblusa e meu shortinho mais curto, peguei um ônibus e segui o rumo. Estava em frente à escola e meu coração pulsava, meu corpo estava gelado. Me sentia nervosa e ao mesmo tempo excitada. O dia já estava claro quando entrei na casa. Fui caminhando devagar, olhando ao redor, procurando o taradão. Encontrei-o deitado, dormindo no chão. Achei ótimo. Acontece que estava nervosa, com medo de ser violentada. Não queria isso, queria que ele sentisse a minha entrega total. Me aproximei dele e tirei a blusa. Estava sem sutiã e os biquinhos de meus seios, bem durinhos de tanto tesão. Eu ia tirar o resto, mas tive uma idéia melhor. Resolvi acordá-lo, para ver a surpresa em seus olhos por me ver. Por isso, me curvei sobre ele, esfregando meus seios em sua barriga e disse um 'acorda' bem doce em seu ouvido. Ele abriu os olhos e, surpreso, perguntou: 'Você?' Disse 'sim' e acariciei o pau sobre a calça surrada que ele usava. Comecei a abrir o zíper, enquanto ele me olhava com um estranho sorriso. Logo, seu pau duríssimo estava para fora. Era muito grande e grosso. Nunca havia provado um igual. Eu lhe tocava uma punheta e tive um certo nojo em chupá-lo. Coloquei carinhosamente uma camisinha no pau e comecei a chupá-lo devagar, enquanto ele, ainda sonolento e bocejando, segurava meus cabelos. Olhei-o no rosto e vi o imenso prazer que sentia com minha boca deslisando em seu mastro. Nossa, o que é que eu estava fazendo para aquele homem? Eu o fazia delirar, enquanto o chupava com toda categoria, lambia da cabeça ao saco, mordiscava a cabeça, engolia quase o pau por inteiro, e o olhava com cara de puta. Ele balbuciava coisas que eu não entendia, gemia, enfim. Eu o estava fazendo muito feliz, da maneira que eu havia sonhado. Depois, deitei ao seu lado no chão frio coberto por um pano e disse para fazer o que quisesse comigo. Ele tirou com força meu shortinho e minha calcinha molhada. Em seguida, apertou meus braços com força e violência, chegando a doer um pouquinho. Me puxou para ele e começou a lamber e a chupar os meus seios. Ah, como era gostoso me sentir um pedaço delicioso de carne satisfazendo aquele animal selvagem. Depois, desceu a língua em minha bocetinha loura. Abri mais as minhas pernas, enquanto ele enfiava a língua com força em mim. Logicamente, era muito sem jeito para o amor. Nem tocava meu clitóris com a língua. Mas, já disse, não era atrás desse prazer que eu estava. Depois, ele veio por cima. Tive que conter um grito, quando ele metia a pica em mim com raiva, devido ao tesão acumulado durante os meses em que me via passar toda tarde. O prazer dele me dava prazer e por isso comecei a dar gemidos forçados e a chamá-lo de gostoso. Em seguida, me colocou de quatro, com força, comeu minha boceta um pouco e em seguida fez pressão no meu cuzinho virgem. Senti um certo medo mas, se quisesse satisfazer aquele selvagem por inteiro, tinha que me dar totalmente. Contive outro grito. O felizardo - e, para minha grande excitação, felizardo graças a mim - entrava e saía de meu cuzinho bem devagar. Não doeu tanto quanto eu pensava. Ele não enfiou tudo e entrava e saía devagar. Eu já estava achando aquilo uma delícia e rebolava sobre seu cacete. Ele deitou e gemeu: 'Vem por cima... vem por cima'. Nossa, que delícia cavalgar sobre ele e ver a felicidade em seus olhos devido ao meu corpo. Nunca tinha feito tão gostoso, me esforçado tanto para satisfazer um homem. Cavalguei com força sobre ele, castigando o pau até tirar muito leite mesmo. Encheu a camisinha! Deitei ao seu lado e ele ficou brincando com meu corpo, tocando meus seios, minha bunda, minhas coxas, me lambendo. Logo, estava pronto para outra. Levantei e fiquei de quatro, encostada na parede com a bunda empinada. Logo o homem veio e meteu na minha boceta com vontade, enquanto eu jogava a bunda para trás e para frente. Ele se sentia nas nuvens e eu me sentia a mulher mais gostosa do mundo. Demos mais umas três ou quatro trepadas e fui para casa. Mais tarde, indo para a escola, o encontrei atrás dos escombros. Ele me olhava com um sorriso estampado no rosto, vendo a maior conquista de sua vida diante dele. O sorriso me excitava, pois eu era a causadora daquilo. Aproveitei que ninguém olhava e mandei um beijinho para ele. Depois, passei a visitá-lo várias vezes pela manhã até construírem um prédio onde era a escola. Depois, nunca mais vi o homem que graças a mim é um grande sortudo. Mônica - Rio de Janeiro, RJ 12 - ISCA E ANZOL NA ILHA DO SOL Papai tem um iate e, nos finais de semana, reúne os amigos para adoráveis passeios. Num desses encontros, conheci um rapaz que trabalhava com ele, muito simpático e diferente do resto da turma, não só por ter menos idade como por não falar de trabalho o tempo todo, naquelas horas de lazer. Logo notei que ele também foi com a minha cara. Ou melhor, principalmente com a minha bundinha, pois não tirava os olhos dela um minuto. O biquíni curtinho ajudava e eu confesso que adoro ser admirada. O que é bonito é para se ver, não é verdade? Durante o passeio, paramos numa ilha pouco movimentada e meu pai convidou todo mundo a descer. Os colegas de papai, já meio altos como ele, preferiram ficar no barco. Por solidariedade, acabou ficando também. Só eu e Marcos (o tal carinha) mergulhamos naquela água linda e deliciosa. Eu nadava bem e acabei chegando antes dele à ilha. Era um paraíso à espera de Adão e Eva. Acho que foi isso que falei para ele, porque logo ficou animadinho. Sugeriu que andássemos um pouco pelas pedras, explorássemos mais a ilha. Saquei o que queria e me deixei levar. A idéia era sair do campo de visão do iate. Como conhecia já o pedaço, não temi nada. Fui na frente, guiando Marcos, que saiu tropeçando, todo sem jeito. Devia estar mais preocupado em admirar meu rabinho do que em olhar para as pedras onde pisava. Ah, os homens... Andávamos tão próximos que podia sentir o cacete dele querendo sair da sunga e roçar minha bunda. Como também estava a fim de uma sacanagem, parei num ponto estratégico, com mais espaço e uma sombra legal. O choque foi inevitável. Não deu outra. Freei e ele se encaixou na minha traseira, meio sem jeito. Continuei o jogo e apontei para um ponto qualquer, dizendo que tinha visto um pássaro lindo. Enquanto falava, remexia um pouco a bunda, provocando Marcos. Ele entrou no jogo e arriou a sunga. Agora, era o pau, ajudado pela mão, que brincava comigo. Comecei a sentir aquela gosminha quente na minha bunda e não resisti. 'Olha que concha linda', disse abaixando, com o burrão para o alto. O cara ficou doido. Arrancou meu biquíni e saiu me mordendo. 'Calma, rapaz. A sereia aqui não tem pressa.' Com a maior tranqüilidade do mundo, peguei aquele caralho nervoso, coloquei na boca e comecei a boqueteá-lo. O homem tremia feito vara verde. Quando vi que estava ficando no ponto que eu queria, repeti a cena: 'Olha que conchinha linda!' Ele veio por trás e créu. Meteu toda a manjuba na minha racha quentinha e salgada. Dava para sentir um pedacinho de areia aqui e ali, o que deixou a foda mais excitante. Sem falar nas vozes que eu ouvia ao longe. Pelo visto, ou melhor, ouvido, os bebuns estavam em terra firme, com pés nem tanto. Resolvi ajudar o desajeitado do Marcos, mexendo mais meus quadris. Gozei antes dele, quase juntinho. Foi ótimo! Em sinal de agradecimento, peguei o pau do rapaz e o cumprimentei, como alguém que aperta a mão de outra pessoa, balançando o instrumento. Feito isso, dei aquele mergulho para me lavar. Mais desajeitado ainda, Marcos fez o mesmo. No caminho, encontramos toda a turma na água também. A diferença é que eu era a única que tinha um mexilhão cheio de leitinho entre as pernas. Leila - Niterói, RJ 13 - AMOR AQUÁTICO Essa aconteceu há bastante tempo. Realmente algumas coisas que acontecem conosco, precisam e merecem ser contadas aos outros, pois seria um desperdício deixá-las guardadas para sempre. Vou contar o que aconteceu num delicioso sítio de meus tios nos arredores de Petrópolis, numa manhã de janeiro passado. Meus tios e meus primos Ricardo e Juliana, resolveram passar quinze dias de férias por lá, e eu, como já o fizera diversas vezes, resolvi acompanhá-los, já que sempre fomos muito amigos, sendo que eu e Juliana temos aquela cumplicidade de primas que já é conhecida por todos. Ela sabia que desde adolescente eu tinha uma forte atração pelo Ricardo, que realmente é um cara lindíssimo, e sempre me perguntou porque eu não fazia alguma coisa. Sempre disse a ela que não tinha coragem, pois apesar da nossa intimidade eu sempre fui tímida para essas coisas. Mas numa segunda-feira ensolarada Juliana me preparou uma armadilha. Logo cedo nos enfiamos na piscina, e estávamos nos divertindo com uma brincadeira aquática bem boba, aquelas de jogar bolinha um para o outro sem deixar o terceiro pegar. É o tipo de brincadeira que provoca muito contato de corpo e esfregações involuntárias. Titio tinha que retornar ao Rio para um encontro no escritório e minha tia ia levá-lo a rodoviária em Petrópolis, porque ele odeia dirigir sozinho. De repente Juliana disse que iria falar com a mãe, que estava se arrumando, e retornou alguns minutos depois, já toda vestida, dizendo que iria com eles, pois queria fazer umas compras em Petrópolis antes de voltar. Aproximando-se do meu ouvido, ela disse simplesmente para aproveitar a chance, apesar dos nossos 20 anos, jamais havia ficado totalmente sozinha com Ricardo em toda minha vida. Quando me vi sozinha com ele naquele sítio (não havia nenhum empregado naquele dia), fiquei imediatamente super excitada, imaginando que aquela era a oportunidade de ver concretizado os sonhos eróticos que me acompanhavam a anos. Continuamos a brincar de pegar na água, e quando ele conseguia me alcançar eu realmente chegava a estremecer de tesão. Não agüentando mais, e tentando botar a cabeça em ordem, fui até a borda da piscina, e cruzando os braços sobre o piso de pedra, apoiei a cabeça para descansar um pouco. Eu estava no lugar mais gostoso da piscina, que era em frente ao jato de retorno de água da bomba da piscina, que ficava bem na altura da minha grutinha, o que fazia uma deliciosa massagem, que eu e Juliana curtíamos a muito tempo quando estávamos sozinhas. Ricardo não queria me dar descanso, e me abraçou por trás, colando seu corpo no meu. Senti seu pênis duro sob o caução, o que me deixou mais doida ainda. "Que foi priminha. Cansou? " Perguntou ele. Respondi que dalí não saia de jeito nenhum. Ricardo então segurou os lacinhos laterais da parte de baixo do meu biquíni (adoro este modelo) e disse: "Se você não sair daí, eu puxo " , no que respondi em desafio que dali não sairia e que ele não teria coragem de fazer aquilo. Em resposta ele simplesmente deu um puxão e o jato de água se encarregou de jogar meu biquíni na sua correnteza e deixar meu clitóris ao sabor direto daquele turbilhão. Estremeci todinha mas continuei imóvel, de olhos fechados e de costas para ele. Ricardo ficou totalmente sem reação por uns instantes, pois esperava que eu tentasse segurar minha calcinha, mas depois de alguns instantes senti suas mãos no lacinho de meu sutiã, e sua voz dizendo "É sua última chance antes de ficar nua, vai sair daí ou não?" Minha resposta foi , "nunca". Ele executou o que prometera, e colocou na borda da piscina, bem em frente ao meu rosto, primeiro minha calcinha, depois meu sutiã, e por último o seu próprio calção. Ele então me abraçou por trás, e senti seu pênis rijo se encaixar entre minhas coxas, bem na portinha da minha bucetinha. Finalmente levantei a cabeça, e virando o rosto para trás, demos um longo beijo na boca. Suas mão seguraram meus seios com força, e ele me chamava de sereia maluca, gostosa, doida, tesão etc. Arqueei um pouco mais o corpo e empinei mais a bundinha, abrindo as pernas, e vi meu sonho se realizar, sentindo o pênis de Ricardo, deslizar lentamente por minha bucetinha à dentro, até que o senti todo enterrado num vai e vem escandaloso. Gozei duas vezes emendadas rapidamente, pois já estava em ponto de bala. O jato d'água no meu clitóris e aquele macho enterrado em mim me levaram a loucura. Antes que ele gozasse, dei uma guinada e me virei de frente para ele, mergulhei e engoli seu pau debaixo d'água, agüentando enquanto tinha fôlego aquela tora em minha garganta. Quando subi, cruzei as pernas em sua cintura, fazendo seu pau me penetrar novamente. Desta vez Ricardo posicionou meu cuzinho no jato da piscina enquanto me comia pela frente, e disse que já tinha sacado aquela masturbação minha e de Juliana a muito tempo, nos observando da janela do seu quarto. Ficamos um tempo enorme curtindo aquela deliciosa penetração, até numa estocada mais forte eu me descontrolei entrei em orgasmo compulsivo, sentindo o delicioso contraste daquele jato quente dentro de mim, com a piscina fria. Meu primo teve que me ajudar a sair da piscina, pois eu estava completamente tonta e sem forças nas pernas. Subimos e me deitei nua no colchão da espreguiçadeira, enquanto procurava com os olhos meu primo que havia sumido. Pouco depois ele voltou lá de dentro da casa, trazendo uma bandeja com refrigerantes e algo mais, que logo descobri ser um tubo de vaselina em pomada. Ricardo me disse que havia descoberto que vaselina não saia na água, e que já que tínhamos iniciado aquela transa, ele queria ir até o fim, traçando minha bundinha dentro da piscina também. Fiquei assustada e tentei fugir, mas minhas pernas me traíram e ele me jogou na água, passou uma boa dose de vaselina no pau e mergulhou atrás de mim. O choque do meu corpo anestesiado pelo gozo e pelo sol com aquela água gelada de Petrópolis, me fizeram reacender, e resolvi largar tudo e topar o que viesse. Me posicionei novamente no jato de retorno da piscina, encaixando o clitóris na altura exata, enquanto meu macho tarado me enrabava lentamente. Nunca imaginei que pudesse ter um orgasmo tão forte assim, mas foi o que aconteceu para minha surpresa, e para meu priminho, que depois desse dia virou meu maior freguês. Quando ouvimos o barulho do carro da tia chegando, nos vestimos rápido e deitamos lado a lado, comportadamente nas espreguiçadeiras, louca para chegar logo a noite e poder contar tudo, nos mínimos detalhes, para minha querida e cúmplice priminha. 14 - MULHER DE ALTOS NEGÓCIOS O casamento estava desfeito e não restava mais dúvida. Ela não valia nada e eu menos ainda. Sacudida a poeira, era hora de partir para a caça, como nos melhores tempos. Coloquei a beca, peguei o carro e fui às gatas. Me senti meio velho num bar universitário, lotado de ninfetas. Preferi um lugar mais discreto, com mesas repletas de mulheres também à caça. Num canto, uma ruiva fumava solitária, com ar preocupado. Puxei conversa após pedir ao garçom que levasse um drinque para ela. Senti que o clima estava propício. Chamava-se Andréa e estava chateada com o namorado, um sujeito muito ocupado com negócios e com pouco tempo para a moça. Que desperdício! Era um mulherão, parecida com a Renata Banhara. Puro charme. Graças à minha cara-de-pau, em pouco tempo estávamos conversando, animados. Falei das chatices da solidão e da falta de carinho, esbanjando charme e simpatia. 'Os homens não sabem valorizar as mulheres que têm', sapequei, no melhor estilo Nelson Rodrigues. Andréa se remexia na cadeira, alvoroçada com aquele desconhecido que usava um discurso tão diferente do namorado. O decote do vestido era generoso e convidativo. A mulher transpirava sexo e vontade de praticá-lo, sem interrupções de viagens a negócios. Aliada dos homens de sorte, a natureza contribuiu enviando uma chuvinha fina sobre a cidade. Andréa lamentou estar sem carro e pediu uma carona. Saímos do bar bem coladinhos para driblar a chuva sob o protetor do manobreiro. Quem visse, não acreditaria que nem sabíamos nossos sobrenomes. No carro, Andréa falou que, se dependesse dela, a noite estaria apenas começando: 'Quero dançar, não faço isso há muito tempo.' 'Claro, você precisa se distrair', incentivei, já desviando o caminho para uma boate. Um sorriso iluminou o rosto daquele mulherão. Andréa parecia uma puta profissional na pista de dança. A mulher estava no cio e não escondia isso de ninguém, liberando-se de pudores, atraindo todos os olhares da casa. A princípio, fiquei incomodado mas, depois, caí na real e resolvi tirar partido da situação. Quando ela foi ao banheiro, segui seus passos. Antes que entrasse, agarrei-a num só tranco. Ela não teve como escapar do arrocho e gostou disso. Enquanto a língua se encarregava do beijo, as mãos percorriam a calcinha dela, já molhadinha de tesão. O pau duro roçava a bocetinha gulosa com determinação. Não dava mais para segurar o tesão, teria que acontecer ali mesmo. Empurrei Andréa para um cantinho mais escuro e a segurei por trás. Com uma das mãos, levantei o vestido e, com a outra, abri a calça. Depois, foi só arriar a calcinha dela e mandar ver. Era como sorver um bom uísque de pé. Gemendo baixinho, Andréa não acreditava que estava levando pica em plena boate lotada. Ou melhor, em plena xoxota alagada. Confesso que o serviço foi meio rápido, mas agradável. Gozei logo e precisava continuar a brincadeira fora dali. Meio zonza, Andréa entrou no carro sem saber que a noite realmente estava apenas começando. Recostada na poltrona, ela abria as pernas para que meus dedos iniciassem uma siririca na xoxota já melada. Ao parar nos sinais, notava os olhares curiosos dos pedestres diante do casal. Os porteiros do meu prédio também estranharam tamanha intimidade. Lá em casa, rolamos na sala mesmo, um tirando a roupa do outro, agarradinhos. A trepada foi louca e sem medidas. Num sessenta-e-nove apimentado, nos chupamos até ficar roucos. Na altura dos olhos, o cuzinho dela era pura tentação. Primeiro, enfiei um dedinho e depois outro, arrancando mais tesão da namorada do homem de negócios. Ela gozou uma, duas... Antes da terceira, mudei de posição e passei a meter com força e ritmo. André urrava, agarrando as minhas costas. Tremia em convulsão, pedindo que não parasse: 'Que pica gostosa, grossa, como eu gosto!' E tome pica. Entalei a morena com o desejado e o necessário. Afinal, ela tinha uma xota funda e quente que merecia o trato. Pelo movimento, minhas costas deviam estar em carne viva àquela altura... As unhas da pantera estavam afiadíssimas. Quando o gozo veio, a mulher rebolou e revirou os olhinhos de encantamento. Suado, desabei sobre Andréa para o descanso do guerreiro. Foi quando ouvi a confissão: 'A verdade é que não tenho namorado. Aliás, não tinha até esta noite. Adorei você!' Como meu negócio é mulher, topei na hora." Dario - Rio de Janeiro, RJ 15 - UMA VIAGEM MUITO LOUCA Tudo começou quando marcamos, eu e meu marido, uma viagem à África do Sul. Como um casal de amigos nossos havia voltado recentemente daquele país, convidamos os dois para jantar e nos contar as experiências deles por lá. Eles trouxeram fotos e um vídeo para nos mostrar. Minha amiga M. me recomendou que prestasse atenção no negro que apareceria dali a pouco no vídeo. Logo surgiu na telinha um negro enorme e ela me contou que se tratava de um belo exemplar da tribo Watusi. Sem dúvida alguma, aquele era um povo privilegiado, não só na altura e no porte como também pela beleza de seus homens e mulheres. Quando o vídeo acabou, M., a pretexto de dar uma espiada no guarda-roupa que eu levaria na viagem, subiu até o meu quarto para me contar a história dos Watusi. O marido dela, segundo contou, queria vê-la sendo possuída por um negro superdotado. Um dos motivos do safári havia sido realizar esta fantasia. Eu fiquei constangida com o que ela me dizia. Jamais imaginava que eles pudessem fazer algo assim. E ela me contou tudo, nos mínimos detalhes. Tudo aquilo me deixou impressionada e - por que não reconhecer? - curiosa e excitada. M. falava e eu ia ficando molhadinha, com um calor que involuntariamente tomava conta de meu sexo. Eu mesma não entendi o porquê da minha reação, porque até então só havia desejado meu próprio marido. Nunca olhara para outro homem. Possivelmente havia sido algo em função da história que ouvira. Na véspera de nossa partida, M. me trouxe um envelope dizendo conter todas as informações se, por acaso, eu quisesse conhecer o tal negro. E, se o fizesse, para dizer-lhe que ela não o tinha esquecido. Mas ela insistiu que eu levasse, por via das dúvidas... Diante da insistência, e para deixá-la tranqüila, peguei o envelope com mãos trêmulas e guardei. No avião, abri o envelope e achei uma foto do Watusi e todas as instruções de como encontrá-lo, além de uma foto de minha amiga dedicada a ele. Senti que algo me empurrava para aquele encontro. Um dos programas de nossa excursão maracava para o dia seguinte uma visita a uma das reservas. Disse a meu marido que preferia não ir, mas ficar descansando para depois fazer umas compras. Tive de insistir para que fosse sem mim e com isso teria umas 15 horas de liberdade. Tão logo ele saiu, procurei um guia que me levasse até o povo Watusi. Tinha finalmente me decidido a encontrar Lao-to, o negro. Fiquei espantada com o preço que ele me cobrava e com o tempo que gastaria: quatro horas para ir e outras tantas para voltar. Quase desisti. Mas a curiosidade falou mais alto. Fui muito bem recebida e aquela gente era na verdade ainda mais bela do que no vídeo. A grande maioria deles falava o inglês e assim não tive problemas para me comunicar e menos ainda para localizar Lao-to. Uma das belas mulheres me olhou, sorriu e perguntou por que eu queria conhecer Lao-to. Expliquei-lhe que trazia um recado de uma amiga para ele e mostrei-lhe a foto de M. Ela a reconheceu e foi logo comentando maliciosamente: 'Você também quer conhecer o nosso To-tem. Ele gosta muito de européias como você. Venha comigo, veremos se ele está disponível.' Segui-a até uma das tendas e vi finalmente o famoso Lao-to, deitado numa esteira ao lado de duas mulheres que o acariciavam. Ao me ver, ele as afastou e veio todo sorridente ao meu encontro. Fiquei completamente paralisada. Alguns segundos depois, passei-lhe a foto de M., já que não sabia o que fazer. Dei-lhe o recado e ele exclamou: 'Bela, belíssima mulher!' E tratou de colocar as mãos imensas sobre meus seios, apertando-os e sorrindo: 'Você é muito mais bela que ela e será minha agora.' E, juntando a ação à palavra, arrancou-me a blusa. As amigas dele vieram ajudá-lo e, em instantes, antes que pudesse sequer esboçar uma reação, eu estava nua. Completamente nua! As mãos dele percorreram meu corpo e um dos dedos penetrou fundo na minha vagina. Em seguida, ele retirou-o, levou ao nariz, depois à boca e chupou, gulosamente. As mulheres riram. Entendei que se tratava de um sinal de aprovação, já que me arrastaram até uma estranha cadeira e, só depois de estar acomodada, me dei conta de que era uma espécie de cadeira do sacrifício! Uma das mulheres despejou sobre meu corpo um líquido viscoso, parecido com mel, só que roxo e com cheiro de erva-doce, e me lambuzou toda. Sentia-me imobilizada e, pior, completamente escancarada. Minhas pernas estavam presas e, ao mesmo tempo, abertas ao máximo. Elas me lambuzavam até dentro da vagina, o que me fez sentir um calor intenso. Aquilo fazia parte do ritual, uma vez que o líquido foi recolhido numa bacia, transferido para outro recipiente e oferecido para Lao-to, que o provou através de um grosso e imenso canudo de bambu. Ele o provou e, pelo visto, aprovou, pois pronunciou em seguida palavras no seu idioma e uma das mulheres tirou a túnica de Lao-to, me deixando ver o bambu que lhe vestia o sexo. As mulheres intensificaram as massagens com aquela substância roxa no meu sexo e me deram para cheirar a coisa mais feia e forte que havia provado, e despejaram o resto do mel dentro do bambu de Lao-to. Seu rosto e respiração começaram a se transformar, enquanto as mulheres cantavam e falavam coisas que eu não entendia. Uma ordem repentina dele restabeleceu o silêncio dentro da cabana. Ele então começou a retirar o bambu e fez ir aparecendo uma verdadeira cobra coberta pelo mel roxo. Uma das mulheres pegou o bambu e terminou de baixá-lo. Aquilo seguia e não parava mais de sair de dentro da forma. Até que finalmente ficou livre e se aproximou de mim balançando o membro indescritível. Pousou-os sobre meus seios e, depois de lambuzá-los bem, desceu até minhas coxas, posicionando-se sobre minhas pernas abertas. As duas mulheres pegaram aquele pau cavalar e começaram a roçá-lo contra minha vulva. Fui por um longo tempo açoitada por aquele tronco. Outra ordem de Lao-to e elas recomeçaram a melar minha vulva com aquele líquido viscoso. Em seguida posicionaram a cabeçorra do membro bem na porta da xota. Lao-to segurou o corpo do pau com as mãos e deu um grito grave e prolongado, antes de esconder parte do colossal caralho dentro da vagina. A impressão foi muito mais forte do que a dor. Não podia imaginar que tinha agasalhado mais da metade daquilo dentro de mim. A dor que eu deveria estar sentindo era seguramente muito maior do que a que eu estava realmente suportando. Sem dúvida devia ser o efeito daquele estranho mel. Havia muito mais prazer do que dor naquele instante. A cada estocada, minha vagina deixava escapar jorros de mel. Minhas entranhas eram empurradas para dentro, mas não havia dor, apenas uma sensação de entupimento e um prazer alucinante. Quando Lao-to tirou uma das mãos de seu pau, eu já tinha mais de 20cm dentro de mim e outros tantos do lado de fora. O prazer que experimentava não era deste mundo. Gozei e gritei durante meus orgasmos feito uma louca. Lao-to sorria e me enfiava cada vez mais forte. Pousou as mãos sobre meus seios e apertou-os com fúria quando senti jorrar seu leite lá dentro. Jamais experimentei tamanha quantidade de esperma. Quando finalmente começou a sair de dentro de mim, não sei como tinha forças para me manter lúcida. Ele ia tirando aquela monstruosidade e eu continuava me acabando. Quando o encostou no meu rosto, eu o beijei, lambi, mordi como uma possessa e terminei por chorar histericamente. Neste instante, descobri porque M. não havia esquecido aquele homem e a experiência dela. Quem poderia esquecer um falo de 34x9cm? Antes de sair daquela cadeira, as duas mulheres tornaram a se aproximar de mim e me fizeram objeto de novo ritual. Pegaram uma folha, enrolaram-na como um charuto e a introduziram na vagina. Depois colocaram outra como um absorvente, dobrada em duas, e me vestiram uma calcinha. Disseram que tinha de ficar com aquilo por 12 horas ou sofreria conseqüências do taca-luei. O tempo se esgotava. Tinha de ir embora e disse isso a Lao-to, acrescentando que um dia ainda tornaria a vê-lo. Quando cheguei de volta ao hotel, fazia poucos minutos que meu marido havia voltado. Ele parecia excitado e me contou que eu tinha perdido um passeio maravilhoso, que havia sido uma pena não ter ido e que, quando visse os filmes, me arrependeria. Coitado, se ele soubesse que acabara de fazer o maior passeio da minha vida. Divagava sozinha quando gelei. Lembrei-me que ainda estava com as folhas e o sêmem do negro dentro da minha vagina. Fui correndo ao banheiro e, quando arriei a calcinha, me lembrei do tal taca-luei. Não sabia o que era mas temi que alguma coisa acontecesse e voltei a vestir a calcinha. O curioso é que sequer tinha vontade de urinar. Por sorte, meu marido estava bastante cansado e dormiu assim que encostou a cabeça no travesseiro. Passei a noite inteira acordada e, quando as 12 horas se completaram, despi a calcinha e tirei a folha de fora. Quando tentei tirar o charuto, quase desmaio: ele não estava lá. Tateei com o dedo, e nada. Tinha se dissolvido lá dentro. Apenas o cheiro forte do sêmen de Lao-to invadia as narinas. Não pude me controlar e me masturbei furiosamente. Quando estava a ponto de gozar, meu marido acordou e estranhou. Quis me ajudar e se apressou em me penetrar. Aquele cheiro forte não lhe passou despercebido. Perguntou o que era e respondi que talvez estivesse menstruando, que ele saísse pois iria ao banheiro. Tomei um banho e terminei o que ele havia interrompido. Quando voltei para a cama, meu marido roncava como um anjo. C. - Guará, RS 16 - MADAME POMPOAR Otávio me oferecia um uísque e mostrava o apartamento, enquanto Raquel sumia lá para dentro. Eu os conhecera graças a um anúncio no Forum e estava ali após duas cartas, uma foto comprovando o dote, dois telefonemas e um breve encontro naquele dia, num shopping center. Tudo muito arrumadinho. Ele trouxera de suas viagens profissionais enfeites lindos de vários países, cuja origem descrevia, merecendo autênticos elogios que visivelmente o agradavam. Claramente ele adquiria as melhores coisas do mundo pelo duplo prazer de ter e ser aplaudido. No banheiro amplo, recomendou que eu ficasse muito à vontade em sua casa e mostrou minhas toalhas dobradas sobre a pia com um perfume gostoso no ar. Após mostrar-me os quadros no corredor, quando eu estava bem defronte à porta, abriu-a subitamente. Raquel, nuazinha, contrastava seu lindo corpo dourado pelo sol com o azul-claro da colcha, parecia uma pintura. 'Sente-se aqui, Márcio', disse, batendo com a mão direita sobre o colchão. Uma música clássica tocava baixinho, havia cheiro de lavanda no ar. Meu pau ficou imediatamente duro, sentei a seu lado e logo nos beijamos na boca, enquanto Otávio se acomodava na poltrona de espaldar alto e braços cômodos, forrada de couro. Ele sentou-se feliz em seu trono de voyeur. Raquel desabotoou minha camisa, abriu a fivela do cinto e o primeiro botão da calça. Meu coração disparou, tirei toda a roupa, vesti a camisinha que ela me entregou e ataquei na posição papai-e-mamãe. 'Calma, Márcio. Deite-se de costas.' Ela beijou meus lábios, meu queixo, peito, umbigo e cacete. Quando a camisinha estava bem molhada pela saliva, Raquel ajoelhou-se sobre mim, olhando meus olhos, uma perna de cada lado de meu corpo, senti a cabeça palpitante entrar na vagina, mas não podia enfiar tudo de uma vez porque ela apoiava suas mãos em minhas virilhas. Aí, delícia pura. A musculatura vaginal dela foi sugando meu pau. Sugando, literalmente. À medida que o pau era puxado para dentro, ela baixava um pouco seu corpo, até que ficou sentada sobre meus quadris, imobilizando-me. A vagina fez então rápida e forte massagem no meu pênis, senti que Raquel atingiu o orgasmo, gemeu alto de prazer enquanto continuava aquela deliciosa ordenha vaginal. Quando minha respiração se alterou para o iminente orgasmo, Raquel parou sua movimentação, deu uma espécie de mordida íntima em meu pau como quem toca piano. Algo muito especial. Gozamos intensamente juntos, eu pela primeira vez, ela pela terceira. 'Gostou?', perguntou o Otávio, querendo elogios. 'Delícia, delícia pura', foi tudo o que consegui balbuciar. Meu pau já tinha amolecido dentro dela, mas Raquel continuava sentada sobre mim. 'Agora é que você vai ver o que é bom', disse. A vagina de Raquel, então, começou a contrair suavemente sobre o meu pau mole e pequenino. O Otávio havia trocado a música que tocava baixinho, ela acompanhava o ritmo com seus músculos vaginais. Otávio estava colaborando para aumentar meu prazer. Nosso prazer. Uma transada tecnicamente produzida. As contrações foram ficando mais fortes enquanto meu cacete se agigantava dentro dela. Uma única ocasião antes eu tinha transado duas vezes sem tirar o pau da boceta. Otávio passou a dar instruções, uma palavra de cada vez, bem baixinho: 'massagem', 'ordenha', 'dedilhação', 'mordida', 'carícia', 'castigo', 'revirginar', 'apertar' e não sei mais o quê. O locutor da trepada! Gozamos incrivelmente. Corri para o banheiro antes que a camisinha estourasse de tão cheia. Raquel veio me ensaboar na ducha e Otávio sentou-se num banquinho, querendo elogios. 'Sua mulher é a coisa mais deliciosa que conheci na vida, parabéns para os dois. Agora, eu só caso quando achar uma pompoarista.' 'Só ofereço minha mulher porque sei que é a melhor mulher do mundo', respondeu orgulhoso. Vi que Raquel também gostava de elogios. Márcio - Santo André, SP 17 - ELEVADOR Moro num prédio classe média alta da zona sul do Rio. Como todo prédio, o contato com os vizinhos é sempre apressado e superficial. Uma lástima aliás, pois há muito nutria uma enorme atração pela Marta, uma gatíssima do andar inferior ao meu. Sempre que via aquele avião indo para a praia cedo em seu minúsculo biquíni entrava em devaneios, e com o tempo percebi que o interesse era recíproco, mas nada de maiores contatos. Uma noite, após uma festa, retornei para casa às 2:00 da manhã, e após deixar o carro fui para o elevador, quando vi a porta da garagem se abrir novamente para a entrada da minha musa. Ela estava retornando de uma festa também, e resolvi esperá-la. Ela chegou toda sorridente, me deu dois beijinhos no rosto e perguntou o que eu estava fazendo perdido na garagem aquela hora. Percebi que ela estava meio de pilequinho, pois estava mais solta que o normal. Entramos no elevador e apertamos os dois andares. Ela estava absolutamente linda num vestido solto e leve, e descaradamente fiquei admirando seu corpo enquanto o papo rolava. Quando o elevador parou no seu andar, não resisti e a segurei pelo braço. A porta se fechou novamente enquanto eu tascava um beijo na boca daquela potranca que se derretia toda. Como aquela hora não havia movimento no prédio, nos atracamos ali mesmo. Virei Marta de costas para mim, segurei seus seios e ataquei sua nuca. Ela delirava e dizia que ia ter um troço. Levantei seu vestido e puxei sua calcinha para baixo. Marta pôs alguma resistência, mas era só charme. Realizei meu sonho de segurar naquela bunda carnuda e muito mais. Coloquei meu pau na entrada da sua grutinha e deslizei paraíso à dentro. Foi uma estocada e tanto, Marta quase sobe no teto do elevador, e admirada dizia que eu tinha uma coisa enorme, pedindo para meter com mais força. Senti suas pernas estremecerem e tapei sua boca para não dar um escândalo com seu orgasmo. Ela desencaixou, virou-se de frente para mim e disse que tinha que se sentar pois suas pernas estavam falhando. Como todos em casa dormiam, abri a porta de casa (estávamos no meu andar), e fomos para o sofá da sala. Marta se animou e acabamos ficando nus numa grande chupação. Coloquei-a na posição de franga no sofá, apoiei seus pés no meu peito e meti por cima, jogando todo meu peso. Ela afundava no sofá com essa entubação e tinha o rosto transtornado de prazer. Como sempre demoro para gozar, ela já tinha dado umas seis quando a virei de bruços, com o corpo sobre o sofá e os joelhos no tapete. Ela sentiu meu pau penetrar sua bundinha, tentou resistir dizendo que nunca tinha deixado ninguém fazer isso, mas não tinha mais forças para impedir a penetração. Eu abria sua bunda com força e dava fortes estocadas no seu cuzinho apertado, até que dessa vez gozamos juntos. Caímos no sono, e só acordamos com o barulho na cozinha, provavelmente minha mãe que acorda super cedo. Ela se vestiu rápido e em silêncio, e saiu sorrateiramente pela porta da frente, me dando um rápido beijo na boca. Fechei a porta e fingi que estava entrando em casa aquela hora, passei pela cozinha e dei bom dia para minha mãe. Ela, que é muito esperta, me sorriu de forma marota, e quando eu ia para meu quarto me deu um beijinho e disse: "que cena, hein? Toma cuidado pois ela é uma boa garota". A danada tinha visto a gente dormindo enroscado no tapete. Quanto a Marta, o namoro vai muito bem, e o elevador igualmente tem sido usado com freqüência. 18 - AS GATAS DA MINHA RUA Esta nova aventura , começou a ocorrer quando da minha chegada das férias que passei no Rio de Janeiro , palco da minha próxima aventura.Quando cheguei, para minha surpresa haviam quatro novas garotas morando na rua todas gatas, três eram irmãs: Marta(18),Juliana(17) e Ana(15). A outra se chamava Karina e era a coisa mais linda que eu já tinha visto, ela tinha 17 anos e morava sozinha com a mãe.Não demorou muito e eu comecei a enturmá-las com o resto da turma, me tornando assim bastante chegado a elas. Com o tempo comecei a deixar meus amigos um pouco de lado e passei a dedicar, a medida que me apaixonava, todo o meu tempo às minhas mais novas vizinhas, nossa intimidade era tão grande que chegou ao ponto de eu querer transar com qualquer uma delas ou quem sabe com as quatro. Para minha sorte notei os olhares profundos de Karina para o meu lado isso me excitava , não perdi tempo e parti para o ataque. Foi numa noite, quando marcamos para sair, fui para a casa de Karina apertei a campainha e quando a porta abriu eu vi a mulher que aparecia em minhas fantasias sexuais. Era a mãe de Karina, que era linda, loura, pele bronzeada, com os seios empinados e uma bunda roliça, eu a olhei descaradamente, ela percebeu isso e ficou desconcertada. Naquela mesma noite eu agarrei Karina, nós tínhamos ido a uma boate e Karina estava deliciosa, com uma mini-saia que batia no meio de suas coxas até então intocadas, isso me deixava "louco". Quando chegamos em casa e o resto das meninas subiram, eu puxei Karina para o mezanino. Beijei-a passando a mão em suas coxas enquanto ela gemia em meu ouvido, toquei sua calcinha com a ponta dos dedos, o meu pau latejava de desejo para penetrar em sua buceta. Com todo cuidado, afastei sua calcinha acariciando sua vulva umedecida pelo desejo. Era a hora certa, tirei meu pau, que mas parecia um mastro vivo, e guiei sua mão, ela o pegou e soube o que fazer, guiou o meu cacete até a sua xoxota esfregando-o nela, toda nossa empolgação foi quebrada quando o zelador acendeu as luzes e nos flagrou. Corremos para casa e só consegui dormir depois que bati uma tremenda bronha enquanto cheirava meu dedo,que estava com o cheiro do seu sexo. Nós nos encontrávamos diariamente e a cada dia ficávamos mais íntimos. Até o dia em que cheguei na casa de Karina e ela não estava,sua mãe pediu que eu e esperasse um pouco, notei que ela usava uma camisola que deixava transparecer as curvas do seu corpo. Eu não conseguia parar os meus pensamentos, me imaginava comendo-a de quatro e gozando em sua bunda empinada. Ela estava jantando e eu podia ver seus pêlos através da camisola, ela não usava calcinha, meu pênis estava oriçado. Ela percebeu que eu gostava do que via e me olhou não como genro, mas como objeto sexual. Minha doce sogrinha perguntou se eu queria água, e antes que eu pudesse responder, levantou-se e caminhou em direção da cozinha, eu a segui de imediato, quando cruzei a porta ela estava no balcão de costas para mim, a polpa de seu lindo traseiro estava aparecendo, decidi arriscar. Ela virou o rosto e parou como uma cobra pronta para dar o bote. Foi ai que eu abri minha braguilha e expus o meu membro, a primeira coisa que ela sentiu foi meu pau tocando sua bunda, que tremeu instantaneamente comecei a chupar sua orelha, até ela segurar minha rola e colocar na sua buça, nós fodemos no chão da cozinha, eu por baixo e ela me cavalgando. De repente a mulher enlouqueceu, começou a me arranhar e me morder por inteiro, aquela sensação de dor e prazer simultâneos eu nunca havia sentido antes, comecei a comê-la de quatro puxando seus cabelos enquanto ela pedia: "Me enraba forte, enfia essa rola gostosa no meu cú". Meus olhos permaneciam fechados de prazer. Louco 19 - A SECRETARIA DA FAZENDA Tudo Começou quando eu tinha cerca de 16 anos , e meu Tio Oscar trouxe uma nova secretária a Rafaela que já trabalhava com ele nos escritórios da Fazenda à trazendo então para o Escritório Central.Ela era maravilhosa, moreninha de 23 anos, um ar de safada, com seios lindos que encaixavam na mão de uma amante ardoroso,e uma bundinha arrebitada de enlouquecer qualquer sacristão, porém o pior é que ela era quase solteira , ou seja ia casar . Eu já estava querendo perder as esperanças ,quando descobri que o casamento marcado, era com um panaca o "Genivaldo" um jovem do seu respectivo lugar de origem.Foi então que passei a frequentar,para a surpresa do meu Tio Oscar,o escritório,com a desculpa de que queria ajudá-lo coisa e tal.Com isso me aproximei de Rafaela , tirando aquelas velhas brincadeiras de sempre e sentindo o meu mastro latejar sempre que há olhava, parti então para o ataque, dizendo: - Que ela era uma gata gostosa e eu estava louco para satisfazê-la. Porém levei vários foras dela, sempre dizendo que ia casar coisa e tal, porém eu era um "menino" muito saliente e continuei achando que um dia ela cederia e que eu poderia satisfazer minha vontade de comer aquela mulher. Resolvi então intensificar minhas investidas, passando a azará-la mais descaradamente, nada acontecia apesar dela já perceber o meu pau latejante por sobre a calça e gostar de vê-lo discretamente pois ele sempre estava grosso e pulsante quando ela estava por perto.Um dia então surgiu a oportunidade que eu esperava, meu Tio Oscar iria fazer uma festinha de final de ano para os funcionários, na casa de praia de Tamandarê (situada no litoral sul do estado de Pernambuco), e para minha felicidade o panaca do seu noivo de última hora teve que desistir devido a problemas no seu trabalho ,chegando em Tamandaré convidei algumas pessoa do escritório entre elas Rafaela e Milton "este Irmão de Genivaldo o Noivo de Rafaela" parar conhecer a Praia dos Carneiros ( Praia semi-deserta), próxima a Tamandaré .Fomos caminhando pela praia apreciando a paisagem belissima da região, logo Ana, Carla e Milton desistiram do passeio e voltaram para o churrasco desacostumados a caminhar na areia e por acharem grande a distância da referida praia da casa onde estava sendo organizada a festa de confraternização da empresa, que iria ser uma tremenda boca livre. Rafaela a princípio relutou em ir apenas comigo , mas eu argumentei que a paisagem era belissima e ela não iria se arrepender , todo o meu corpo pulsava e estava entrando em erupção pela sua resposta, foi quando ela aceitou e continuamos o nosso passeio sozinhos,ao chegarmos na bela Praia dos Carneiros sugeri um banho de mar para descansarmos, o que na realidade era para tentar fazer com que meu mastro diminuisse o seu impeto, pois já estava doendo de tanto tempo ereto sem ser correspondido, mas quando notei os olhares matreiros e discretos de Rafaela em direção ao meu pau me empolgaram, comecei a brincar com Rafaela dentro do mar, brincavamos como dois adolescentes ela correspondia as brincadeiras.Saímos da água e fomos tomar banho de sol naquele paraíso deserto, relaxamos por uns momentos, foi quando Rafaela virou e me pediu para passar bronzeador no seu corpinho, o meu pinto vibrou de felicidade pensei então comigo: "É agora ou nunca".Comecei a alizar aquelas lindas costas suavemente como já tinha visto em um filme de sexo explicíto com massagistas japonesas ,de alto impacto sexual. Massageava devagar, sentindo em meus dedos cada milímetro daquele corpo que eu queria tanto desfrutar e aterrorizar com o meu mastro, quase sem ela perceber, desatei o laço do seu sutiã do seu minúsculo biquíni,coloquei suas pernas entre as minhas alegando melhorar a posição,e abaixando-me um pouco,ajeitei o meu mastro pulsante entre as suas nádegas. Fiz isso com todo o tato, com absuluto carinho e suavidade, de maneira que ela sentisse em sua bunda a minha presença, ela me olhava discretamente, continuei a massageá-la e percebi que ela começava a se aninhar em minhas mãos, ajeitando a sua bundinha mais para cima, de encontro ao meu pinto.Sem dizer uma palavra, fui soltando os laços laterais de seu biquíni, enquanto deslizava as minhas mãos entre suas deliciosas pernas. Era uma sensação sem igual, de vitória por saber está passando para trás aquele panaca do seu noivo, o Genivaldo, Rafela começava a se arrepiar toda. Fui Alisando suas costas, bumbum , pernas, saboreando cada momento daquela delícia de pele. Rafaela então virou-se repentinamente e para minha surpresa me deparei com aqueles seios lindos e tão desejados por tanto tempo, e motivos de várias punhetas durante o expediente do escritório. Rafaela botou então a mostra todo o seu potencial. Passei a acariciar os seus seios, ventre, coxas, pés com maior intensidade num ritmo frenético. Meu mastro parecia que ia explodir. Rafaela então tirou o meu short rápida e sorrateiramente. Voltei minhas mãos para o lado interno de suas coxas, raspando as mãos em sua tabaca, e indo até o seu rosto que se contorcia de tanto prazer, além de esfregar o meu mastro cada vez mais em suas coxas deliciosas. Sem dizer nada ela se aproximou da minha boca e me deu um beijo, beijei-a demoradamente, mordiscando aqueles lábios carnudos, aquelas orelhinhas lindas, toquei e massageei com força aqueles seios. Rafaela se contorcia e já começava a gemer, foi então que ela guiou minha boca para aquele reduto até então secreto para mim, me implorando para chupá-la, enterrei minha lingua naquela xoxotona vermelha e úmida, massageando o seu clitóris com a ponta da minha língua, simulando um cacete louco para penetrá-la, aquela grutinha continha o sabor único do perigo, era apetitosa, e deliciosa para continuar a ser degustada com tanto fervor, Rafaela abriu então bem as pernas, já tremulas de desejos pedindo-me e incetivando-me a continuar,Fui mais fundo, cravei minha língua fundo, fazendo com que ela instintivamente começasse a movimentar seu quadril. Não se aguentando mais de desejo, pegou-me firme pelos cabelos, pressionando minha cabeça ainda mais de encontro a sua xoxota sedenta. Em poucos movimentos já senti que ela gozava apavoradamente, ela extremecia toda se contorcendo, implorava e soluçava(chorando de verdade), pedindo-me para penetra-la. Ajoelhou-se na minha frente, abaixou então sua cabeça de encontro ao meu mastro pulsante, e aquela boca quente e convidativa me fez extremecer, antes que eu conseguisse gozar, Rafaela, com agilidade apontou o meu membro para sua buceta e antes de se jogar de encontro a minha vara fez uma revelação que além de esclarecedora, me deixou com mais tesão ainda,ela declarou que tinha me rejeitado por tanto tempo porque ainda era virgem, ele me contou que tinha implorado para Genivaldo tirar sua virgindade, exatamente porque estava se sentindo tentada por mim, mas o panaca do Genivaldo, alegando que seria melhor esperar o casamento,a tinha rejeitado,agora o azar ela dele. Rafaela então ,chorando,chamando Genivaldo de corno, gritando que estava cansada de ser virgem e que queria ser minha puta, sentou-se sobre meu caralho, ela gritou de dor e tentou escapar,segurei-a com força e tentei acalmar-la, fui agasalhando da melhor maneira possivel meu membro dentro de sua xoxota quente molhada,e apertada. Comecei um vai e vem delicioso, sentir o meu membro entrar e sair daquele paraíso do prazer,ao mesmo tempo que ela soltava gritos de prazer e de dor era simplesmente magnífico eu enfiando naquela tabaca deliciosa e ainda por cima imaginar a cara do Genivaldo esperando tanto tempo para comê-la e agora eu comia, ela então começou a extremecer resolvi endoidá-la mais ainda e coloquei um dedo no seu cú, ela me olhou com espanto e começou a gozar mais uma vez, ver aquela beldade interiorana gritando e gozando,me fez explodir dentro dela e gozamos juntos. Ficamos abraçados,jogados na areia quente e fina durante algum tempo nos recuperando Rafaela me disse que sempre se masturbava pensando no dia que treparia com Genivaldo mas que ele nunca tinha sequer lhe feito um carinho e que essa situação nunca tinha sido experimentada por ela sendo assim apesar de estar se sentindo dolorida ainda queria mais neste instante ela se abaixou e começou um trabalho no meu membro semi flácido, o meu membro começou a reagir, crescendo em sua boca quente e gostosa. Rafaela o saboreava com mais vontade ainda do que a primeira vez, excitada, louca por mais prazer, pediu-me que a penetrasse novamente,eu não queria deixar nada pro babaca do seu noivo, coloquei-a de quatro antecipando realmente as minhas verdadeiras intenções,ela então disse-me. "Não, vai doer? Eu já senti muita dor na xoxota imagine aí".Tentei enganá-la dizendo que a dor seria a mesma mas que o prazer seria muito maior, forcei a situação,recomecei as carícias, resolvi chupa-la novamente assim faria com que ela ficasse louca de desejo, e isso facilitaria as coisas. Com a minha chupada de mestre, Rafaela começou a delirar novamente, fui em seguida penetrando a sua xoxota por trás, porém só para lubrificar o meu pau louco de tesão. Vi então sua bundinha carnuda se arrepiar sobre o efeito das minhas carícias, ai não tive dúvidas, fui separando delicadamente suas nádegas e lentamente fui cravando a cabeça da minha rola dentro daquela gruta ainda mais apertada que sua buceta Rafaela gemia baixinho dizendo: "Devagar,devagar".Fui massageando seu clitóris, ela então começou a relaxar, fui introduzindo cada vez mais e mais, com ela iniciando um rebolado com incrível agitação,começou a suplicar que: " Estava doendo mais que eu enfiasse tudo, pois ela estava gostando". Ela chorava de dor,me deixando preocupado, mais pedia para eu continuar dizia que era gostoso. Era um momento louco de gritos e sussurros ao mesmo tempo,eu a estocava numa sinfonia de gemidos,e quando senti seu corpo vibrar, seu buraquinho apertar forte o meu pinto, não aguentei e comecei a gozar, cravando nela, movimentando-me loucamente,deixando meu gozo se misturar ao dela, ainda ficamos abraçados por uns dez minutos até que ouvimos um barulho de buggies corremos pra dentro d'agua nos vestindo, e vimos então ao Longe Milton e outros nos proucurando.Milton o irmão do noivo de Rafaela chegou e perguntou porque demoravamos tanto, respondemos que ficamos um pouco para tomar banho de sol e mergulhar e haviamos esquecido da hora, ele olhou desconfiado e mandou Rafaela entrar em seu Buggie e eu segui então no outro, com isso nos safamos de por pouco de transformar tão intenso prazer em uma trágedia de proporções tamanhas e desagradáveis. Continuei comendo a xoxota de Rafaela no Banheiro do Escritório,no almoxarifado (ela não podia ser vista saindo comigo)por diversas vezes, sempre que apertava a situação, ela ia me dar chupadas no mastro.Foi então que tudo acabou e ela voltou para o interior para se casar com o panaca do Genivaldo, porém sabendo que sempre que quizer eu estarei pronto para satisfazê-la. Louco 20 - Luana Aqui vou contar sem muito detalhes uma experiência minha .Quando era vestibulando conheci uma gatona de parar continente,ela tinha cabelos castanho claros,1m80 com 68k,seios grandes e duros,pernas grossas,lábios carnudos,bunda perfeita,arrebitada e grandinha e olhinhos azuis.A gata esnobava todo mundo que se aproximava dela no cursinho e eu ficava na minha numa estratégia diferente do resto do povo.Ela passou a me olhar mais e puxar conversa e eu continuava a não dar muita bola sendo seco na conversa e desviando meus olhares.Certo dia ela me intimou a ir no seu apê buscar um livro meu,chegando lá vi a criatura mais bela desse mundo me olhando cheia de energia.Ela se aproximou de disse-me que finalmente achou um cara diferente e lindo como eu para torna-la mulher,eu finalmente me entreguei aos meus sonhos.Nos beijamos mordendo o lábio um do outro,nos desnudamos e eu vi aquele monumento aqui nesse planalto central do país.Nos olhamos andando um ao redor do outro,então nos abraçamos,beijando-a coloquei ela sentada no meu colo.Peguei ela nos braços e a pus no carpete.Comecei beijando ela na boca,e desci beijando o corpo todo.Vi aqueles pentelhos castanhos claros e aquela bocetinha carnuda linda,enfiei meu rosto nos pentelhos fartos,abri as pernas dela.Quando minha lingua tocou em eu grelinho ela gemeu forte,girei meu corpo e pus meu penis perto de sua boca.Ela beijou carinhosamente a cabeçorra de meu mastro,com uma mão arranhava minha bunda e com a outra segurava meu penis,eu abri seus grandes lábios e começei a chupar,mordiscar e meter a lingua naquela bocetinha em especial naquela azeitoninha dura que era seu clitóris.Ela endoidava cada vez mais e botou meu mastro na sua boca,arranhando a cabeçorra com seus dentes perfeitos e com a lingua em meus bagos.Nesse frenesi senti seu primeiro gozo alheio a suas próprias mãos.Tirei meu penis de sua boquinha carnuda e linda,botei ela sentada no meu rosto,continei a chupar aquela bocetinha salgada que começava a ficar tão excitada quanto antes.Acariciava aqueles seios(dádivas de deus) e lambia suas entranhas e ela gemia e mexia os quadris de olhos fechados.Começei então a lamber aquele cuzinho rosado,meti a pontinha da lingua e ela deu um berro.Sai de baixo da potranca e deitei por cima dela,nos dois sorriamos felizes um com o outro,olhei aqueles olhos azuis e beijei sua boca,acariciei seus mamilos e passei a chupa-los,mordisca-los e lambe-los,meti um dedinho no seu rabinho.Ela gemia,urrava,rebolava e curtia desde o começo de nossa transa e agora com mais intensidade e pediu:-Agora..aim..agora que vamos nos tornar um so..humm..vc dentro de mim.Com esse insentivo começei a romper a barreirinha com tesão e vontade.Ela berrou alto e fechou os olhinhos e eu pedi que os abrisse e ela antendeu.Suportando bem ela rebolava e sorria com lágrimas nos olhos sussurando:-Aimmm,ai,ai,humm,meu amor,mete.Eu meti gostoso naquela bocetinha apertadinha e virgem,ela tinha carne em abundancia,apertava meu caralho bemn forte e afrouxava no vai e vem de nossa foda.Eu mordia seus lábios,segurava e chupava seus seios e puxava seus cabelos.Até que aumentei o ritmo mais ainda e ela começou a endoidar e falar sacanagens e dizer que estava gozando.Parecia uma potranca louca de prazer,franzia a testa,virava o rosto de um lado para o outro,abria e fechava os olhos,me arranhava forte, mordia seus lábios e me laçava com suas pernas.Ela ofegava como se estivesse sem ar e berrava mil coisas algumas incompreensiveis,senti a bocetinha dela me apertando longamente e ela gozando com isso não aguentei e gozei la dentro.Ela soluçando sorrindo e lacrimejando me abraçava forte com minha rola la dentro.Nos beijamos e comemoramos nossa uniao com um banho juntinhos.Moramos juntos uma semana e ela depois de visitar uma amiga aqui em Brasília voltou ao Rio.Aprendeu tudo de amor de verdade,amor terreno e sexo comigo,hoje ela mora no Rio e atriz famosa.Um beijo se vc ler isso Luana P. Poeta Tropicalista 21 - Minha Irmã Sandra Não Podia crer no que estava fazendo, minha própria irmã!. Toda minha atenção se concentrava em seus gemidos, em seus movimentos explosivos, sem dúvida fazia muito barulho ao masturbar-se. Não podia separar o ouvido da porta, havia passado pelo corredor para deitar-me, e pensava que minha irmã (que havia subido apenas meia hora antes) ja estaria dormindo, mas pelo visto pensou em aproveitar a oportunidade de que nossos pais haviam saído para visitar um parente enfermo para masturbar-se com toda traquilidade. Sem querer, quase contra minha vontade, meu membro foi endurecendo progressivamente. Quase podia imaginar seu corpo desnudo, a forma como manejava sua vulva molhada. Estava exitado por uns momentos, e pouco podia fazer para evitá-lo. Nunca havia pensado no incesto, ao menos concientemente. Jamais me havia passado pela imaginação masturbar-me pensando em minha irmã, ou que ela fizesse pensando em mim. Mas agora minha imaginação estava a mil com seus gemidos. Fantasias proibidas passaram por minha mente, e já me doía entre as pernas devido a pressão, pois vestia umas calças de vaqueiro que eram muito justas. Minha irmã gemia cada vez mais forte, com voz mais grava e profunda, inclusive creio que falava em voz baixa, dizendo coisas intelegíveis. Sim, auuuummmmm, sim....continue..... Já não podia mais, tinha que ve-la masturbar-se, contemplar como se estremecia com o orgasmo. 22 - Primeiro Trio Tal como prometi aí vai um relato de quando minha mulher e eu fizemos nosso primeiro trio. Haviamos posto um anuncio em uma revista de contatos, o anuncio pedia para contactar com casais para fazer trocas, nos escreveram muitos homens sós, oferecendo-se para realizar-mos o trio, minha mulher e eu decidimos a chamar um deles (que se chamava Miguel) para provar o trio, ficamos com ele no restaurante do hotel onde se hospedava, pois era fora de nossa cidade. Depois de nos apresentar e tomar uns copos fomos a um restaurante árabe e logo ao mesmo local onde haviamos realizados anteriormente outras trocas de casais. Quando estavamos tomando uns copos, minha mulher aproveitando que falavamos de peitos grandes de que gostavam os americanos, levou a mão aos seus peitos, enfiando-se por baixo da camiseta que vestia, dizendo que os dela não eram assim como das americanas, ele começou a acariciá-los e beijar-la na boca, enquanto eu le levantei a minisáia e comecei a acariciar sua vagina, depois saimos a dançar os três, mas não sem meter as mãos, só acariciando a bunda, logo minha mulher propôs passar aos quartos privados (quarto com várias camas juntas) para realizar o trio, mas como estavam cheios fomos ao quarto do seu hotel, onde depois de pedir gelo ao serviço de quarto e servir-nos uns copos do minibar, minha mulher afrouxou seu cinturão e se encostou a ele que começou a tirar as alças de sutiã, deixando suas tetas ao ar e começou a beijar-la tirando-lhe o resto da roupa, quando estava nua voltou-se para mim e me desabotoou minha camisa enquanto o outro beijava sua bunda e acariciava seus seios, ela voltou-se para o outro, enquanto terminei de tirar minha roupa, enquanto eles pulavam na cama começando a acariciar-se e bejar-se, ao terminar de tirar minha roupa me uni a eles na cama, nós dois a acariciamos e a beijamos, chupamos sua vagina, seus peitos em um determinado momento minha mulher me disse se me aborreceria se Miguel lhe metesse, disse que não, então disse a ele que estava chupando sua vagina, que a possui-se, Miguel começou fode-la enquanto ela continuava me chupando, logo ela começou a chupa-lo e eu beijava sua vagina, quando eu gozei, ficamos um tempo nos beijando e acariciando, ao final de um tempo perguntei a minha mulher se queria que Miguel a possui-se mais uma vez, ao dizer-me que sim, lhe disse para ela dizer-lhe, então Miguel lhe meteu com as pernas levantadas enquanto ela se masturbava ao mesmo tempo, enquanto eu lhe dizia que gostava de ve-la masturbando-se, me disse para acariciar seu clitoris e se gostava de ver como o outra a possuia ao que lhe disse que me encantava, que me dava um prazer tremendo. 23 - BOTOU A MULHER PARA SAMBAR COM OS OUTROS "Eu e minha esposa lemos mensalmente o Forum, e sempre que aparecem relatos de troca de casais ou ménage me delicio, insinuando que gostaria de vê-la transando com outro homem na minha frente. Ela sempre diz que não teria coragem, pois, depois que nos casamos, ela nunca mais saiu com outro, porém achava a idéia excitante. A situação não passava de mera fantasia nossa, até que chegou o carnaval. Confesso que não sou muito fã desse tipo de festividade, mas, esse ano, devido à insistência de minha esposa, acabei adquirindo uma mesa num clube, tomando o cuidado de reservar a última do mezanino, onde de um lado tinha uma parede, do outro uma pilastra e, ao fundo, uma janela. Era quase um camarote exclusivo. Assim, de certa forma, teríamos um pouco mais de privacidade, sem no entanto perder a visão completa do salão. Jamais pude imaginar o que tinha reservado. Minha esposa é uma belo exemplar de fêmea, morena, cabelos pretos compridos, seios volumosos, uma bunda de fazer qualquer homem virar a cabeça, coxas grossas bem torneadas, e uma cintura de encaixe perfeito. Meia-noite, entramos no clube, cumprimentando os amigos e nos dirigindo para a mesa reservada. Ela usava tênis, miniblusa bem solta, uma curtíssima saia jeans e mais nada. Aliás, isso eu só vim a saber mais tarde. Vez por outra, passava um garçom trazendo cerveja. Embalados pelo ritmo da festa, nos divertíamos a mil, até que em determinada hora passei a mão na bunda da minha esposa e descobri o mais nada... Ela maliciosamente sorriu e eu já fiquei a meio pau. A mulher percebeu e, dando uma indelével passada de mão, também descobriu que eu só usava a bermuda e mais nada. Embalados pelo som do conjunto, a diversão rolava solta, e eu aproveitando a privacidade do local levantei a parte de trás da sua saia e passei a acariciar aquela bunda que me delicia. Em total aprovação, ela me beijou e eu continuei. Olhando para os seus seios, percebi os bicos entumecidos numa clara demonstração que ela estava cheia de amor para dar aquela noite. Em determinado momento, olhei para trás para ver se a cerveja estava vindo e notei a presença de dois rapazes. Lentamente, abaixei a saia e continuei como se nada tivesse acontecido. Como a cerveja demorava, resolvi ir buscar. Dei um beijo no rosto dela e falei que já voltava, quando me virei para ir em direção ao bar percebi que os rapazes não estavam mais na observação. E fui tranqüilo em busca da loura gelada para saciar a sede. No bar, entre um papo e outro com os amigos, acabei me demorando, porém de onde estava podia ver minha esposa. Continuei a conversar com um amigo, e de repente vi que ela não estava mais sozinha. Ao lado dela, um rapaz conversava e sorria. Num dado momento, ela deu um beijo no rosto dele e sorriu, continuando a dançar lado a lado. Eu lá de baixo só observava, e ela dançava freneticamente, quando, num dado instante, percebi que seus movimentos diminuíram e ela passou a se mexer de um jeito que eu conheço muito bem. Engoli seco o gole da cerveja. Será que o que os meus olhos viam eram a realidade? Mas como podia, se o rapaz estava ao seu lado e ela sorria para ele? Resolvi ver de perto o que estava acontecendo. Sorrateiramente, me aproximei e vi minha fantasia sendo realizada. Quase não acreditei. O rapaz ao seu lado dançava, enquanto um outro se deliciava lambendo a sua bunda, e depois de bem salivada, o rapaz abaixou a bermuda e tirou um pinto de um calibre de dar inveja a burrico. Eu não acreditava no que meus olhos viam. Imaginei que ela não ia suportar, mas, com um jeito que só ela sabe, o cacete foi entrando. Percebi que de vez em quando ela segurava a cintura do cara e depois deixava que ele a penetrasse. Repetiu esse movimento umas três vezes, até o cacete penetrá-la por completo. O jovem começou o vaivém e, quando parava, ela rebolava, demonstrando total satisfação de estar sendo penetrada. Enquanto isso, eu tomava a cerveja para equilibrar ciúme e satisfação, afinal minha fantasia estava sendo realizada. O rapaz que estava ao seu lado parecia nem se incomodar com o vaivém do amigo e com as reboladas que a minha mulher dava no cacete dele. Olhei para a expressão do rosto da minha esposa e era só felicidade, estava em puro delírio e parecia começar a gozar. Os ritmos aumentaram e não demorou muito para o jovem gozar também. Para não deixar o jovem ao seu lado sem agradecimento, deu-lhe um beijo na boca. Saí rapidamente e voltei para o bar, pois as cervejas já tinham acabado e eu precisava de outras louras geladas. Voltei tão rápido quanto fui e, quando cheguei, os dois jovens não estavam mais lá. Dei-lhe um beijo e mais do que depressa enfiei a mão na sua bunda e deslizei até sua xana, sentindo-a toda melada. Ela me disse para esperar, pois ia ao banheiro, e pediu a chave do carro, para ir buscar o batom. Dei um tempo e fui atrás. Ela entrou no banheiro, demorou alguns instantes e saiu e em direção ao estacionamento. Lá, ela deu um toque para o outro jovem que já a esperava e foram direto para o meu carro. Abriu a porta, sentou no banco do passageiro e, olhando de um lado para outro, abaixou a calça dele e fez uma chupeta daquela que só ela sabe. Num dado momento, o jovem tirou o pinto e passou a mamar nos seios dela. Quando ela percebeu que ele estava para gozar, abaixou e levou o gozo nos peitos. Rapidamente o jovem sumiu, eu voltei para nossa mesa e, quando ela chegou com a cerveja na mão, dei-lhe um beijo na boca e enfiei minha mão em seu seio e, novamente me lambuzei com o gozo do outro. Depois, eletrizados, fomos para nossa casa e lá transamos como nunca. Não toquei no assunto, porém, agora ela já aceita transar comigo e outro homem. Quando isso acontecer, volto a escrever." Junior - Juiz de Fora, MG 24 - NÃO AGÜENTOU A TENTAÇÃO DA CUNHADINHA "Sou casado, 31 anos, um casal de filhos, e a história que vou relatar aconteceu quando a irmã mais nova de minha esposa, também casada, foi morar próximo à nossa residência. Ela estava sempre conosco, junto com seus dois filhos e o esposo. Na época, ela tinha 23 anos, era muito gostosa e bonita, com seios pequenos e uma bundinha bem feita e apetitosa. Usava roupas bem apertadas, curtas e muito provocantes. Eu, que não sou bobo, ficava só apreciando aqueles contornos e as pernas bem torneadas. Apesar de termos intimidade, do tipo cunhado e cunhada que se conhecem há muito tempo, não imaginava que me daria bem se investisse uma cantada e nunca a fiz. Apesar de ela deixar transparecer que se excitava com algumas situações, como quando ia cortar meu cabelo e ficava se encostando no meu braço ou, às vezes, quando passávamos próximos um do outro sempre nos roçando. Certa vez, ela tinha brigado com o marido e ele chegou a sair de casa, indo morar em um outro estado. Nessa ocasião, ela ficou ainda mais freqüente em nossa casa e nossos contatos cada vez mais próximos, chegando até mesmo provocar ciúmes em minha esposa. Mas até então não passava disso. Até eu dar uma carona e ela comentar que havia sonhado comigo e que tinha sido muito excitante. Foi a deixa que eu precisava para falar que também tinha sonhos com ela e que, muitas vezes, me masturbava. Aí, parei o carro e nos beijamos muito, com paixão e desejo. Pus a mão dela no meu pau e ela o apertou. Larguei a mão nas suas coxas e na sua bunda, mas ela não quis que passasse disso, pois, além de ser minha cunhada, era religiosa e jamais faria tal sacanagem com sua irmã. Fiquei um tanto frustrado, mas aceitei, com medo de que isso viesse à tona e todos ficassem sabendo, acabando por atrapalhar o meu casamento. Depois, começaram a chegar até o meu conhecimento algumas fofocas sobre ela. Diziam que estava saindo com antigos namorados e até mesmo com conhecidos. E todos pediam para que nós a aconselhássemos, pois não ficava bem uma mulher casada, mãe de família, sair e se expor como uma moça solteira. Foi quando tive novamente a oportunidade de me aproximar e percebi que a danadinha, realmente estava aproveitando a oportunidade de curtir uma de solteirinha. Ao contrário de aconselhá-la, a incentivava mais ainda, e os nossos joguinhos de sedução começaram a ser mais freqüentes e picantes. Toda vez que ficávamos a sós, nos beijávamos e acariciávamos. Até que um dia a levei para um motel e ela relutou, dizendo que não faria nada comigo. Não quis saber mais de nada: agarrei, beijei e ela não se mexeu. Nem para me impedir nem para participar de um ato de pura luxúria. Foi quando comecei a abrir sua blusa, já nervoso e trêmulo, parecendo um adolescente em sua primeira vez, coloquei-a na cama e arranquei sua saia e calcinha. Abrindo aquelas pernas maravilhosas, toquei-lhe com os dedos, percebendo que ela já estava bem molhadinha. Não resisti e comecei a lamber sua xoxotinha, pequena e cheirosa. Ela começou a gemer, pedindo para que colocasse o meu pau na sua boca, iniciando um meia-nove delicioso. Ela gozava e gemia com a minha pica na boca, quando eu disse: 'Espera um pouco, se não vou gozar.' Ela parou somente para dizer docemente: 'Goza.' Continuou a mamada e eu esguichei um jato potente em sua boca. Em seguida, foi para o banheiro sem falar uma palavra. Fui atrás e ela virou-se de costas envergonhada. Abracei-a por trás e logo meu pau estava duro de novo, ela inclinou-se e pôs as mãos na parede tentei colocar no seu cuzinho e ela segurou no meu e o direcionou para a boceta. Ah, que bocetinha gostosa, apertada e quente. Ela rebolava e gemia, gozando novamente. Enrolou-se na toalha e voltou para cama, e eu de pau duro a acompanhando. Ela deitou-se de bruços e eu de costas com o pau ainda em riste, ela olhou e segurou, acariciando com muito carinho, dizendo: 'É grande. Não vou agüentá-lo na minha bundinha.' Levantei e comecei abrir a bundinha e a lambi aquele cuzinho, chegando a enfiar a língua dentro dele. A gostosa empinava a bunda toda. O cuzinho já estava no ponto. Forçando um pouco, fui entrando bem devagar. Ela, mordendo o travesseiro, dava gritos abafados. Quando enfiei tudo, fiquei parado e ela começou a fazer movimentos circulares com a bunda e, em seguida, a puxar um pouquinho, como se quisesse tirar. O bicho voltava enterrado novamente até o talo. Ela rebolava e gemia, repetindo o movimento. De repente, tirou de uma só vez e disse: 'Enfia na minha boceta, cunhadinho. Enfia que estou gozando de novo.' Enterrei mesmo e gozamos juntos. Depois, saímos do motel e ela, em silêncio, olhava sempre para outro lado. Meio sem jeito, perguntei se não tinha gostado. Respondeu que gostou muito e era exatamente o que queria, mas que isso jamais tornaria acontecer. Não falamos mais nada. Agora, espero uma recaída dela. E sei que não vai demorar." Jo - Brasília, DF 25 - SEXO NO SOFÁ DA SALA, SEM PAPAI E MAMÃE "Há dois anos, quando tinha 19 anos, namorei uma gatinha de 16 muito linda e gostosa. Tinha cabelos pretos, um lindo rosto e um corpinho de enlouquecer... Coxas grossas, seios médios com biquinhos róseos e uma bunda de matar qualquer um de desejo! Apesar dos 16 aninhos, Márcia era bem safadinha, doida por uma sacanagem. Sempre ia namorar à noite na casa de seus pais, eu e ela sentados no sofá. A cada descuido deles, aproveitava para passar a mão no meu pau ou pôr minha mão em cima da sua bocetinha de poucos pêlos. À cada noite que passava, nossas loucuras de desejo iam ficando mais ousadas, a ponto de eu sempre ir para a casa dela de bermuda e sem cueca; e ela me receber sempre de vestido, sem calcinha ou sutiã por baixo. Os pais dela de nada desconfiavam, pois planejávamos como faríamos as sacanagens sem que eles notassem. Depois de algumas semanas de namoro, estávamos bem avançados. Me sentava no sofá da sala, ela deitava no meu colo com uma almofada sobre a barriga e eu passava a mão por baixo, enfiando o indicador e o dedo médio na xaninha quente de Márcia. Ficava masturbando-a por horas, fazendo-a gozar várias vezes. O que nos deixava mais excitados nessa situação era ouvir as vozes da mãe e dos irmãos dela conversando em seus quartos ou na varanda, enquanto a putinha ia à loucura com minhas carícias em seu grelinho. Na hora em que eu ia embora, ela me retribuía o prazer. Ficávamos encostados no portão da casa dela, eu de costas para a rua, e ela tocando uma punhetinha deliciosa em mim, levantando o vestidinho na hora em que eu gozava para receber os jatos quentes de esperma sobre a barriguinha ou sobre os pelinhos da xoxota. Aquela situação começou a nos deixar loucos de tesão. Queríamos trepar de qualquer jeito!!! Ela não podia sair de casa sozinha comigo, por isso não a levava em um motel. Porém, numa sexta-feira, fui como de rotina para a casa dela e, chegando lá, Márcia estava na companhia da mãe e de uma tia. O pai e os irmãos haviam viajado. Nos olhamos e nossos olhos diziam: é hoje! Márcia usava um vestido com estampas de flores, sem nada por baixo. Sem trocadilho, eu estava com o tesão à flor da pele e meu pau latejava só de vê-la rebolando aquela bundinha deliciosa. A mãe e a tia não nos davam trégua, mas, para nossa sorte, foram para o quarto assistir à novela. Aproveitando a saída das duas, chamei Márcia para tomar água na cozinha e, ao chegarmos lá, encostei-a numa mesa. Estava virada de costas para mim e eu, com pressa, levantei seu vestido, arriei meu short e enfiei o pau de uma vez só naquela grutinha maravilhosa. A sensação era indescritível. Metia com força, tapando sua boca para evitar barulhos e admirando aquela bundinha que tremia a cada estocada que eu dava na xaninha. Quando estávamos quase gozando, ouvimos um ruído e nos separamos bem rápido. Logo a mãe dela com a cara na porta da cozinha, mas já estávamos recompostos, com a cínica expressão de quem estava tomando um inocente copo de água. Voltamos para o sofá da sala e a mãe dela voltou para o quarto. O tesão que sentíamos era enorme e a rapidinha da cozinha não tinha nos satisfeito, queríamos mais. Em certo momento, tive a impressão de que a mãe e a tia de Márcia tinham dormido, pois não ouvíamos mais suas vozes. Pedi a Márcia para verificar, ela foi ao quarto da mãe e saiu de lá levantando o vestido, pois as duas estavam dormindo. Entendi o recado e arriei o short, ela veio e sentou no meu colo, fazendo o meu caralho duro entrar fundo na xoxota dela. Márcia, então, me proporcionou a melhor cavalgada, alternando movimentos rápidos e lentos de vaivém e rebolando a bundinha como se fosse uma puta. Seus movimentos gostosos faziam o sofá tremer. Márcia já tinha gozado quando eu disse baixinho para ela que iria gozar. A safadinha pediu para esperar, pois estava perto de gozar de novo. Ficou rebolando lentamente e contraindo o músculo da vagina, mastigando a minha vara com a sua xaninha gostosa. Gozamos simultaneamente, nos beijando para evitar os gemidos. Nos recompomos e fui para a minha casa, ciente de que vivera uma aventura inesquecível. Ainda tivemos inúmeras transas fantásticas, como aquela em que tirei a virgindade anal da Márcia. Mas essa ela mesmo faz questão de contar." Carlos - Fortaleza, CE 26 - BOTOU A MULHER PARA SAMBAR COM OS OUTROS "Eu e minha esposa lemos mensalmente o Forum, e sempre que aparecem relatos de troca de casais ou ménage me delicio, insinuando que gostaria de vê-la transando com outro homem na minha frente. Ela sempre diz que não teria coragem, pois, depois que nos casamos, ela nunca mais saiu com outro, porém achava a idéia excitante. A situação não passava de mera fantasia nossa, até que chegou o carnaval. Confesso que não sou muito fã desse tipo de festividade, mas, esse ano, devido à insistência de minha esposa, acabei adquirindo uma mesa num clube, tomando o cuidado de reservar a última do mezanino, onde de um lado tinha uma parede, do outro uma pilastra e, ao fundo, uma janela. Era quase um camarote exclusivo. Assim, de certa forma, teríamos um pouco mais de privacidade, sem no entanto perder a visão completa do salão. Jamais pude imaginar o que tinha reservado. Minha esposa é uma belo exemplar de fêmea, morena, cabelos pretos compridos, seios volumosos, uma bunda de fazer qualquer homem virar a cabeça, coxas grossas bem torneadas, e uma cintura de encaixe perfeito. Meia-noite, entramos no clube, cumprimentando os amigos e nos dirigindo para a mesa reservada. Ela usava tênis, miniblusa bem solta, uma curtíssima saia jeans e mais nada. Aliás, isso eu só vim a saber mais tarde. Vez por outra, passava um garçom trazendo cerveja. Embalados pelo ritmo da festa, nos divertíamos a mil, até que em determinada hora passei a mão na bunda da minha esposa e descobri o mais nada... Ela maliciosamente sorriu e eu já fiquei a meio pau. A mulher percebeu e, dando uma indelével passada de mão, também descobriu que eu só usava a bermuda e mais nada. Embalados pelo som do conjunto, a diversão rolava solta, e eu aproveitando a privacidade do local levantei a parte de trás da sua saia e passei a acariciar aquela bunda que me delicia. Em total aprovação, ela me beijou e eu continuei. Olhando para os seus seios, percebi os bicos entumecidos numa clara demonstração que ela estava cheia de amor para dar aquela noite. Em determinado momento, olhei para trás para ver se a cerveja estava vindo e notei a presença de dois rapazes. Lentamente, abaixei a saia e continuei como se nada tivesse acontecido. Como a cerveja demorava, resolvi ir buscar. Dei um beijo no rosto dela e falei que já voltava, quando me virei para ir em direção ao bar percebi que os rapazes não estavam mais na observação. E fui tranqüilo em busca da loura gelada para saciar a sede. No bar, entre um papo e outro com os amigos, acabei me demorando, porém de onde estava podia ver minha esposa. Continuei a conversar com um amigo, e de repente vi que ela não estava mais sozinha. Ao lado dela, um rapaz conversava e sorria. Num dado momento, ela deu um beijo no rosto dele e sorriu, continuando a dançar lado a lado. Eu lá de baixo só observava, e ela dançava freneticamente, quando, num dado instante, percebi que seus movimentos diminuíram e ela passou a se mexer de um jeito que eu conheço muito bem. Engoli seco o gole da cerveja. Será que o que os meus olhos viam eram a realidade? Mas como podia, se o rapaz estava ao seu lado e ela sorria para ele? Resolvi ver de perto o que estava acontecendo. Sorrateiramente, me aproximei e vi minha fantasia sendo realizada. Quase não acreditei. O rapaz ao seu lado dançava, enquanto um outro se deliciava lambendo a sua bunda, e depois de bem salivada, o rapaz abaixou a bermuda e tirou um pinto de um calibre de dar inveja a burrico. Eu não acreditava no que meus olhos viam. Imaginei que ela não ia suportar, mas, com um jeito que só ela sabe, o cacete foi entrando. Percebi que de vez em quando ela segurava a cintura do cara e depois deixava que ele a penetrasse. Repetiu esse movimento umas três vezes, até o cacete penetrá-la por completo. O jovem começou o vaivém e, quando parava, ela rebolava, demonstrando total satisfação de estar sendo penetrada. Enquanto isso, eu tomava a cerveja para equilibrar ciúme e satisfação, afinal minha fantasia estava sendo realizada. O rapaz que estava ao seu lado parecia nem se incomodar com o vaivém do amigo e com as reboladas que a minha mulher dava no cacete dele. Olhei para a expressão do rosto da minha esposa e era só felicidade, estava em puro delírio e parecia começar a gozar. Os ritmos aumentaram e não demorou muito para o jovem gozar também. Para não deixar o jovem ao seu lado sem agradecimento, deu-lhe um beijo na boca. Saí rapidamente e voltei para o bar, pois as cervejas já tinham acabado e eu precisava de outras louras geladas. Voltei tão rápido quanto fui e, quando cheguei, os dois jovens não estavam mais lá. Dei-lhe um beijo e mais do que depressa enfiei a mão na sua bunda e deslizei até sua xana, sentindo-a toda melada. Ela me disse para esperar, pois ia ao banheiro, e pediu a chave do carro, para ir buscar o batom. Dei um tempo e fui atrás. Ela entrou no banheiro, demorou alguns instantes e saiu e em direção ao estacionamento. Lá, ela deu um toque para o outro jovem que já a esperava e foram direto para o meu carro. Abriu a porta, sentou no banco do passageiro e, olhando de um lado para outro, abaixou a calça dele e fez uma chupeta daquela que só ela sabe. Num dado momento, o jovem tirou o pinto e passou a mamar nos seios dela. Quando ela percebeu que ele estava para gozar, abaixou e levou o gozo nos peitos. Rapidamente o jovem sumiu, eu voltei para nossa mesa e, quando ela chegou com a cerveja na mão, dei-lhe um beijo na boca e enfiei minha mão em seu seio e, novamente me lambuzei com o gozo do outro. Depois, eletrizados, fomos para nossa casa e lá transamos como nunca. Não toquei no assunto, porém, agora ela já aceita transar comigo e outro homem. Quando isso acontecer, volto a escrever." Junior - Juiz de Fora, MG 27 - NÃO AGÜENTOU A TENTAÇÃO DA CUNHADINHA "Sou casado, 31 anos, um casal de filhos, e a história que vou relatar aconteceu quando a irmã mais nova de minha esposa, também casada, foi morar próximo à nossa residência. Ela estava sempre conosco, junto com seus dois filhos e o esposo. Na época, ela tinha 23 anos, era muito gostosa e bonita, com seios pequenos e uma bundinha bem feita e apetitosa. Usava roupas bem apertadas, curtas e muito provocantes. Eu, que não sou bobo, ficava só apreciando aqueles contornos e as pernas bem torneadas. Apesar de termos intimidade, do tipo cunhado e cunhada que se conhecem há muito tempo, não imaginava que me daria bem se investisse uma cantada e nunca a fiz. Apesar de ela deixar transparecer que se excitava com algumas situações, como quando ia cortar meu cabelo e ficava se encostando no meu braço ou, às vezes, quando passávamos próximos um do outro sempre nos roçando. Certa vez, ela tinha brigado com o marido e ele chegou a sair de casa, indo morar em um outro estado. Nessa ocasião, ela ficou ainda mais freqüente em nossa casa e nossos contatos cada vez mais próximos, chegando até mesmo provocar ciúmes em minha esposa. Mas até então não passava disso. Até eu dar uma carona e ela comentar que havia sonhado comigo e que tinha sido muito excitante. Foi a deixa que eu precisava para falar que também tinha sonhos com ela e que, muitas vezes, me masturbava. Aí, parei o carro e nos beijamos muito, com paixão e desejo. Pus a mão dela no meu pau e ela o apertou. Larguei a mão nas suas coxas e na sua bunda, mas ela não quis que passasse disso, pois, além de ser minha cunhada, era religiosa e jamais faria tal sacanagem com sua irmã. Fiquei um tanto frustrado, mas aceitei, com medo de que isso viesse à tona e todos ficassem sabendo, acabando por atrapalhar o meu casamento. Depois, começaram a chegar até o meu conhecimento algumas fofocas sobre ela. Diziam que estava saindo com antigos namorados e até mesmo com conhecidos. E todos pediam para que nós a aconselhássemos, pois não ficava bem uma mulher casada, mãe de família, sair e se expor como uma moça solteira. Foi quando tive novamente a oportunidade de me aproximar e percebi que a danadinha, realmente estava aproveitando a oportunidade de curtir uma de solteirinha. Ao contrário de aconselhá-la, a incentivava mais ainda, e os nossos joguinhos de sedução começaram a ser mais freqüentes e picantes. Toda vez que ficávamos a sós, nos beijávamos e acariciávamos. Até que um dia a levei para um motel e ela relutou, dizendo que não faria nada comigo. Não quis saber mais de nada: agarrei, beijei e ela não se mexeu. Nem para me impedir nem para participar de um ato de pura luxúria. Foi quando comecei a abrir sua blusa, já nervoso e trêmulo, parecendo um adolescente em sua primeira vez, coloquei-a na cama e arranquei sua saia e calcinha. Abrindo aquelas pernas maravilhosas, toquei-lhe com os dedos, percebendo que ela já estava bem molhadinha. Não resisti e comecei a lamber sua xoxotinha, pequena e cheirosa. Ela começou a gemer, pedindo para que colocasse o meu pau na sua boca, iniciando um meia-nove delicioso. Ela gozava e gemia com a minha pica na boca, quando eu disse: 'Espera um pouco, se não vou gozar.' Ela parou somente para dizer docemente: 'Goza.' Continuou a mamada e eu esguichei um jato potente em sua boca. Em seguida, foi para o banheiro sem falar uma palavra. Fui atrás e ela virou-se de costas envergonhada. Abracei-a por trás e logo meu pau estava duro de novo, ela inclinou-se e pôs as mãos na parede tentei colocar no seu cuzinho e ela segurou no meu e o direcionou para a boceta. Ah, que bocetinha gostosa, apertada e quente. Ela rebolava e gemia, gozando novamente. Enrolou-se na toalha e voltou para cama, e eu de pau duro a acompanhando. Ela deitou-se de bruços e eu de costas com o pau ainda em riste, ela olhou e segurou, acariciando com muito carinho, dizendo: 'É grande. Não vou agüentá-lo na minha bundinha.' Levantei e comecei abrir a bundinha e a lambi aquele cuzinho, chegando a enfiar a língua dentro dele. A gostosa empinava a bunda toda. O cuzinho já estava no ponto. Forçando um pouco, fui entrando bem devagar. Ela, mordendo o travesseiro, dava gritos abafados. Quando enfiei tudo, fiquei parado e ela começou a fazer movimentos circulares com a bunda e, em seguida, a puxar um pouquinho, como se quisesse tirar. O bicho voltava enterrado novamente até o talo. Ela rebolava e gemia, repetindo o movimento. De repente, tirou de uma só vez e disse: 'Enfia na minha boceta, cunhadinho. Enfia que estou gozando de novo.' Enterrei mesmo e gozamos juntos. Depois, saímos do motel e ela, em silêncio, olhava sempre para outro lado. Meio sem jeito, perguntei se não tinha gostado. Respondeu que gostou muito e era exatamente o que queria, mas que isso jamais tornaria acontecer. Não falamos mais nada. Agora, espero uma recaída dela. E sei que não vai demorar." Jo - Brasília, DF 28 - SEXO NO SOFÁ DA SALA, SEM PAPAI E MAMÃE "Há dois anos, quando tinha 19 anos, namorei uma gatinha de 16 muito linda e gostosa. Tinha cabelos pretos, um lindo rosto e um corpinho de enlouquecer... Coxas grossas, seios médios com biquinhos róseos e uma bunda de matar qualquer um de desejo! Apesar dos 16 aninhos, Márcia era bem safadinha, doida por uma sacanagem. Sempre ia namorar à noite na casa de seus pais, eu e ela sentados no sofá. A cada descuido deles, aproveitava para passar a mão no meu pau ou pôr minha mão em cima da sua bocetinha de poucos pêlos. À cada noite que passava, nossas loucuras de desejo iam ficando mais ousadas, a ponto de eu sempre ir para a casa dela de bermuda e sem cueca; e ela me receber sempre de vestido, sem calcinha ou sutiã por baixo. Os pais dela de nada desconfiavam, pois planejávamos como faríamos as sacanagens sem que eles notassem. Depois de algumas semanas de namoro, estávamos bem avançados. Me sentava no sofá da sala, ela deitava no meu colo com uma almofada sobre a barriga e eu passava a mão por baixo, enfiando o indicador e o dedo médio na xaninha quente de Márcia. Ficava masturbando-a por horas, fazendo-a gozar várias vezes. O que nos deixava mais excitados nessa situação era ouvir as vozes da mãe e dos irmãos dela conversando em seus quartos ou na varanda, enquanto a putinha ia à loucura com minhas carícias em seu grelinho. Na hora em que eu ia embora, ela me retribuía o prazer. Ficávamos encostados no portão da casa dela, eu de costas para a rua, e ela tocando uma punhetinha deliciosa em mim, levantando o vestidinho na hora em que eu gozava para receber os jatos quentes de esperma sobre a barriguinha ou sobre os pelinhos da xoxota. Aquela situação começou a nos deixar loucos de tesão. Queríamos trepar de qualquer jeito!!! Ela não podia sair de casa sozinha comigo, por isso não a levava em um motel. Porém, numa sexta-feira, fui como de rotina para a casa dela e, chegando lá, Márcia estava na companhia da mãe e de uma tia. O pai e os irmãos haviam viajado. Nos olhamos e nossos olhos diziam: é hoje! Márcia usava um vestido com estampas de flores, sem nada por baixo. Sem trocadilho, eu estava com o tesão à flor da pele e meu pau latejava só de vê-la rebolando aquela bundinha deliciosa. A mãe e a tia não nos davam trégua, mas, para nossa sorte, foram para o quarto assistir à novela. Aproveitando a saída das duas, chamei Márcia para tomar água na cozinha e, ao chegarmos lá, encostei-a numa mesa. Estava virada de costas para mim e eu, com pressa, levantei seu vestido, arriei meu short e enfiei o pau de uma vez só naquela grutinha maravilhosa. A sensação era indescritível. Metia com força, tapando sua boca para evitar barulhos e admirando aquela bundinha que tremia a cada estocada que eu dava na xaninha. Quando estávamos quase gozando, ouvimos um ruído e nos separamos bem rápido. Logo a mãe dela com a cara na porta da cozinha, mas já estávamos recompostos, com a cínica expressão de quem estava tomando um inocente copo de água. Voltamos para o sofá da sala e a mãe dela voltou para o quarto. O tesão que sentíamos era enorme e a rapidinha da cozinha não tinha nos satisfeito, queríamos mais. Em certo momento, tive a impressão de que a mãe e a tia de Márcia tinham dormido, pois não ouvíamos mais suas vozes. Pedi a Márcia para verificar, ela foi ao quarto da mãe e saiu de lá levantando o vestido, pois as duas estavam dormindo. Entendi o recado e arriei o short, ela veio e sentou no meu colo, fazendo o meu caralho duro entrar fundo na xoxota dela. Márcia, então, me proporcionou a melhor cavalgada, alternando movimentos rápidos e lentos de vaivém e rebolando a bundinha como se fosse uma puta. Seus movimentos gostosos faziam o sofá tremer. Márcia já tinha gozado quando eu disse baixinho para ela que iria gozar. A safadinha pediu para esperar, pois estava perto de gozar de novo. Ficou rebolando lentamente e contraindo o músculo da vagina, mastigando a minha vara com a sua xaninha gostosa. Gozamos simultaneamente, nos beijando para evitar os gemidos. Nos recompomos e fui para a minha casa, ciente de que vivera uma aventura inesquecível. Ainda tivemos inúmeras transas fantásticas, como aquela em que tirei a virgindade anal da Márcia. Mas essa ela mesmo faz questão de contar." Carlos - Fortaleza, CE 29 -CUNHADA GOSTOSA "Sou leitor assíduo da FÓRUM, mas jamais imaginei que um dia estaria escrevendo minha própria história para compartilhá-la com os leitores desta revista. Ainda mais porque moro numa cidade bastante pequena, onde todos se conhecem. Tenho 25 anos e namoro a Paula, com quem estou há seis meses. Ela é uma morena muito gostosa de 27 anos e tem uma experiência fora do comum em matéria de sexo. Paula mora com a mãe e a irrnã numa luxuosa mansão, com piscina e tudo. Eu e ela nos damos muito bem, mas é sua irmã Carla, uma ninfetinha de 19 anos, quem me provoca as mais tesudas emoções. Morena, de cabelos lisos até a cintura, coxas grossas, uma bela bunda e peitinhos pequenos, não consigo desgrudar os olhos dela. Carla sabia disso e às vezes até me correspondia, mas faltava oportunidade e muito menos coragem para dizer a ela que a achava uma delícia e tinha mil fantasias. No dia das últimas eleições municipais, votei bem cedo e fui à casa de Paula, mas notei que o carro não estava na garagem. Parecia que todas haviam saído e, como sempre acontece em situações como essa, procurei a chave embaixo de um vaso. Como o dia estava ensolarado e convidativo para uns mergulhos, decidi esperar por Paula na piscina. O que eu não contava é que Carla estivesse deitada na beira da piscina completamente nua, com as pernas ligeiramente separadas. A bocetinha, totalmente depilada, deixava exposta a vagina vermelhinha moldada pelos grandes lábios. Parei, pensei em dar meia volta, mas decidi ir em frente. Carla só teve tempo de puxar uma toalha para cobrir o corpo divino. Pedi desculpa. Ela disse que estava morrendo de vergonha e pediu que mantivesse segredo sobre o que havia visto. Empenhei minha palavra para tranqüilizá-la e perguntei sobre a Paula. Carla disse que ela e a mãe haviam ido a Niterói para votar, passariam na casa de uns parentes e só voltariam à noite. "E você? Não vai votar?", perguntei. "Você pensa que eu sou boba... Transferi meu título para uma escola aqui perto e já estou livre...", disse, com certa malícia. Era a oportunidade que eu estava precisando, pensei. Perguntei a ela se poderia ficar na piscina para lhe fazer companhia. Carla sorriu e disse que ficasse à vontade, pois precisava mesmo Ter alguém com quem pudesse conversar. Fui ao banheiro colocar minha sunga e, ao voltar, notei que Carla continuava enrolada apenas com a toalha. Mas ela era tão pequena que um simples movimento de braços ou de pernas expunha os peitos ou a boceta. Sem conseguir controlar meu tesão, o cacete ficou completamente duro. Carla parecia me provocar intencionalmente e até se divertia com minha reação. Meu interesse era saber até onde iria aquela brincadeira. Para testá-la, fui até a cozinha pegar uma água gelada e fiquei espiando pela janela. Carla ensaiou vestir o biquíni, mas desistiu, dando-me a certeza de que ela queria mesmo me deixar maluco e eu, como resposta, iria fodê-la naquele dia. Voltei à piscina ainda mais excitado e decidido a lançar minha cartada. Disse a ela que não estava conseguindo conter meu tesão e achava melhor ir embora, antes que cometesse alguma loucura. Carla sorriu e disse que seria uma pena se eu a deixasse, pedindo, em seguida, que eu ficasse. Acrescentou ainda que eu também poderia tirar a sunga e ficar mais à vontade. Para me encorajar de vez, ela se levantou e desfilou totalmente nua na minha frente para exibir o corpinho tesudo. Em seguida, deu um mergulho na piscina. Tirei também minha sunga, libertando meu cacete enrijecido como vara, e pulei na água. Ficamos cada um em um canto da piscina, nos olhando em silêncio, até que Carla mergulhou, atravessou a piscina debaixo da água e emergiu colado ao meu corpo. Os bicos dos seios roçavam no meu peito, o caralho pressionava levemente a xoxotinha. Ela me abraçou forte e deu um beijo delicioso, enfiando a língua quente na minha boca. Coloquei-a sentada na beira da piscina e abri suas pemas. Ela deitou o corpo para trás e eu meti a boca naquela bocetinha careca. Carla foi a loucura com a minha língua, que percorria toda sua vagina, tilintava o grelinho duro e massageava delicadamente o cuzinho piscante. Fiquei lambendo e chupando a gruta durante algum tempo e depois me ajeitei para penetrá-la. Carla escancarou as pemas e, com a ajuda das mãos, separou os grandes lábios para receber o cacete. Ela reagiu ao início da penetração gemendo de tesão, se contorcia inteira, levantava a cabeça para ver a pica entrando na xana e enlaçava as pemas nas minhas costas. Pouco depois, Carla se levantou, me abraçou, beijou e sussurrou: "Eu te quero sentir no cuzinho..." O que fiz foi colocá-la de quatro, dei uma lambida naquele rabinho rosado e perfumado, deixando-o bem lubrificado, e iniciei a invasão. Carla gemia baixinho, balançava as ancas na minha rola e pedia que fosse mais fundo. Quando aumentei o ritmo das estocadas, ela deslocou a mão para a boceta para roçar o grelinho. Foi assim que ela chegou a um orgasmo avassalador, pouco antes de mim. Soltei minha carga de porra naquele anel apertado, enquanto a abraçava e apertava-lhe os peitinhos duros. Satisfeita, mas não totalmente saciada, Carla me pegou pela mão e me levou ao quarto dela. Entre beijos e chupadas, caímos num maravilhoso 69. Eu me deliciei com a bocetinha ensopada, lambi e mordi o grelinho, passei a língua no cuzinho e apertei as nádegas macias. Carla engoliu o cacete inteiro, sugou a cabeça gorda e vermelha, chupou o saco e me masturbou com os lábios camudos. Ela gozou mais uma vez, esparramando o suco vaginal na minha boca. Saboreei aquele néctar com total prazer, ao mesmo tempo que cheguei também áo meu gozo, enchendo aquela,boquinha de porra, que Carla sorveu todinho. No momento seguinte, depois de um ligeiro descanso, Carla veio por cima de mim, encaixou o membro na boceta e iniciou uma bela cavalgada. Ela subia e descia cadenciadamente, rebolava na ferramenta pulsante, indinava o corpo sobre o meu e me oferecia as tetas para chupar. Carla tinha orgasmos múltiplos, gemia e soltava gritinhos provocantes. Mas, quando sentia que eu estava para gozar, ela diminuía o ritmo, para, logo depois, voltar à carga total, cavalgando-me como uma amazona enlouquecida. Carla teve três ou quatro orgasmos seguidos e só não gozou mais porque descarreguei meu creme nas profundezas da boceta dela. Deitamo-nos na cama, um ao lado do outro, descansando e nos acariciando e beijando. Foi quando Carla revelou que esperava por esse momento há muito tempo, confessando que desde o início do meu namoro com a sua irmã ela já me comia inteiro com os olhos, mas tinha que disfarçar. Nem tive necessidade de dizer que era isso também que sentia em relação a ela. Depois de tudo isso, só posso dizer que estou ligeiramente inclinado a trocar de namorada. 30 - SURUBA A SEIS " Sou casado há 12 anos com Sandra, uma loira de 30 anos, 1,60m e 57 kg. Ela tem um corpo perfeito, rosto lindo, seios médios, coxas grossas, pernas bem torneadas e uma bundinha que é uma tentação, redondinha e arrebitada. Desde que nos casamos eu tinha um sonho, que era ver minha mulher transando com quatro homens ao mesmo tempo. Só que eu não tinha coragem de contar essa fantasia para ela. A oportunidade surgiu quando passei a comprar revistas eróticas e a alugar filmes pornôs que tivessem fodas grupais. Sandra ficava muito excitada com as cenas de sexo em grupo e nós fodíamos feito loucos. Aproveitei uma dessas transas e perguntei, sussurrando em seu ouvido, se não tinha vontade de ter outro homem na cama. Ela reagiu com indignação à proposta, mas não fiquei decepcionado. Eu tinha perdido, pelo menos, o medo de tocar no assunto. Tanto que continuei insistindo na proposta sempre que podia. Minha insistência foi tanta que ela não apenas ficou mais receptiva à idéia como passou a demonstrar cada vez maior interesse pelo assunto. Seu preconceito e resistência a um sexo grupal passou a ceder espaço, com o tempo, ao tesão e à fantasia. A idéia amadureceu tanto que achei que era o momento de tomar uma iniciativa. Pegamos uma revista, na parte de classificados, e sugeri a ela, por brincadeira, que escolhesse quatro anúncios que considerasse interessantes. Anotei quais eram e, sem que soubesse, me comuniquei com os autores do anúncio. Entre duas e três semanas, todos entraram em contato comigo. Conversei com todos e expliquei detalhadamente minha fantasia. Os quatro moravam em São Paulo, marquei um encontro simultâneo com todos eles para uma sexta-feira, num barzinho, para nos conhecer melhor. O perfil deles correspondia ao descrito nos anúncios. Todos eram rapazes bonitos, charmosos e simpáticos: Paulo, de 28 anos, Marcos, de 30, Pedro, de 35, e Lúcio, o mais novo, com 23 anos. Batemos um longo papo, regado com muita cerveja. Mostrei algumas fotografias de Sandra vestida de biquíni, de calcinha e sutiã e também peladinha. O quarteto ficou encantado com a beleza de minha adorável esposa. Senti-me orgulhoso da fêmea que tinha em casa. Acertamos tudo para dali a duas semanas, quando as crianças sairiam para uma viagem de férias com meus pais. Tudo combinado, pedi a Sandra que se preparasse para uma grande surpresa, sem explicar, no entanto, qual seria. Disse apenas que aquele seria um dia muito especial. Ela não me decepcionou. Vestiu um fio-dental vermelho e ficou desfilando pela casa, só para me provocar. Inventei que precisava dar uma saída rápida, fui ao encontro dos rapazes, compramos carne para um churrasco e uma caixa de cerveja. Ao voltar, Sandra me recebeu para um abraço quase nua. Mas, ao ver os rapazes, recuou e tentou cobrir-se, inutilmente. Não deixou, claro, de cumprimentar meus novos amigos, que elogiaram a beleza da Sandra, o que a deixou ao mesmo tempo envaidecida e constrangida. Passamos a conversar e, entre um assunto e outro, fazíamos referência a algum dado do anúncio como pista para que Sandra descobrisse o que de fato estava acontecendo ou para acontecer. Não perdemos por esperar. "Espera um pouco... Se eu não estou enganada... Vocês são do anúncio da revista que vimos há algum tempo... Claro, é da revista... Mas... Benzinho, você não presta mesmo..." Animados, fomos para o quintal preparar o churrasco. A mais entusiasmada era a Sandra, que não se importava com os olhares cobiçosos dos rapazes e ensaiava alguns passos de dança com eles, que aproveitavam para passar a mão pela bundinha, peitos e coxas dela. Um deles, o Marcos, tascou-lhe um beijo de língua logo de cara. Mas o mais atrevido e ousado deles era Paulo, que, empolgado, tentou tirar a lingerie. Sandra relutou, mas sem convicção suficiente para conter a determinação do rapaz. Minha esposa ficou nua em pêlo, cercada por cinco machos, mas muito à vontade, sem nenhuma timidez. Aliás, a esta altura, ela era a mais soltinha de todos. Desinibida, passou a roçar a bunda no caralho dos rapazes, que, ainda vestidos, não paravam de assediá-la, provocá-la. Tomei a iniciativa de tirar minha roupa, sentei-me numa cadeira no fundo do quintal e passei a me masturbar. Quando me viu pelado e com o cacete rijo, Sandra passou a despir os rapazes, a começar pelo Paulo. Ela começou a brincar com os quatro caralhos ao mesmo tempo, punhetando e fazendo uma deliciosa gulosa em cada um deles. Os rapazes não permaneceram parados, distribuídos em várias tarefas, todas voltadas às carícias nela: um lambia o cuzinho, o outro a bocetinha e, ainda o outro, os peitos. A esta altura, ninguém mais parecia querer saber de churrasco. O que mais importava naquele momento de tesão crescente era aproveitar para curtir todas as fantasias. A sessão de chupadas rolou solta. Sandra parecia cada vez mais realizada como uma femea de verdade. Marcos deitou-se no chão e ofertou o caralho, latejante, para que Sandra se sentasse nele. Com a própria mão, ele guiou o membro até a entrada da boceta e a penetrou com vigor. Sandra passou a càvalgá-lo deliciosamente, sem deixar de se revezar na chupada nos demais, gemeu, gritou, se contorceu inteira, enlouquecida de prazer. Lúcio ajeitou-se por trás e passou a lamber a bunda dela, o cuzinho piscante, penetrando-a com a língua grossa e molhada. Após deixá-la em estado de graça, apontou a ferramenta no orificio traseiro e pressionou. Houve resistência, a invasão estava difícil, mas ele, decidido, foi em frente, até vencer as preguinhas e deslizou rasgando no cuzinho apertado. Eu, Paulo e Pedro ficamos apenas observando aquela cena em que minha esposa estava sendo preenchida nos dois buracos. Paulo se encarregou de preencher o terceiro buraco ao oferecer o mastro à boca de Sandra, que o engoliu e passou a chupá-lo com sofreguidão. Pedro imitou Paulo e, ajoelhando-se, também ofertou a jeba a minha esposa. Permaneci fora, voltei a minha cadeira, como um espectador privilegiado, e retomei a punheta. Marcos foi o primeiro a gozar, na bocetinha, e deu lugar ao Lúcio, cujo espaço foi ocupado por Pedro. Embora a rola dele fosse mais avantajada que a de Lúcio, a dificuldade de penetração no rabinho foi menor desta vez. Paulo foi o segundo a gozar. Não resistindo às carícias que a língua de minha esposa lhe proporcionava, descarregou uma avalanche de porra na boquinha dela. Sandra engoliu todo aquele creme denso, chegando a lamber os lábios de prazer. Satisfeito, Paulo juntou-se a mim e ao Marcos para apreciar Sandra ser fodida por Lúcio, na boceta, e por Pedro, no cu. A maravilhosa dupla penetração era uma coisa inédita na vida dela e também na minha. Enquanto pensava nessa e em outras coisas, a dupla de rapazes passou a acelerar os movimentos, denunciando a proximidade do gozo, que aconteceu ao mesmo tempo. Eles ejacularam fartamente em minha esposa, que também gozou, enquanto recebia jatos de porra na boceta e no cuzinho. Tomada pelo prazer, ela caiu debruçada sobre o corpo de Pedro. Lúcio jogou-se em cima dela com o caralho ainda enterrado no cuzinho. A felicidade que sentia era tão grande que também gozei na minha gostosa punheta. Caímos todos na piscina, para alguns mergulhos, antes de retomar o churrasco, que, para dizer a verdade, nem sequer tinha sido iniciado. Saciamos a fome de came, desta vez de churrasco, comentando a impressão de cada um sobre nossa primeira experiência de sexo grupal. Sandra disse que tinha adorado a transa e, sincera, revelou que havia gostado principalmente de Paulo, por ser o mais bem dotado de todos. Mais, confessou sua vontade de curtir uma transa apenas com ele, à noite. Ambos se trancaram no quarto e iniciaram uma noitada de foda intensa e animalesca. Marcos, Pedro, Lúcio e eu ficamos na sala, batendo punheta ao som de gemidos loucos de prazer do casal, cada vez mais altos que pareciam até uma provocação. Gozamos todos na punheta, fomos à piscina e voltamos à sala, onde dormimos esparramados no carpete. Acordamos umas _9 da manhã do dia seguinte, um domingo ensolarado, com a casa em total silêncio. Quando saímos ao quintal, Sandra e Paulo estavam tomando sol completamente nus, um ao lado do outro, na beirada da piscina. Sandra me deu bom-dia e agradeceu a oportunidade que lhe havia proporcionado. Nova rodada de sexo, com a participação de todos, inclusive a minha, ocorreu após o almoço. Não resisti em comer a bundinha, coisa que ela não costumava fazer comigo. No fim da tarde, antes que eles fossem embora, combinamos novo encontro, que foi até melhor que o primeiro, porque Sandra estava mais solta e liberada. 31 - PICANHA BEM PASSADA NA GAUCHA " Esta hist6ria ocorreu comigo há dois anos. Estava no saguão do aeroporto de Porto Alegre, aguardando o embarque do vôo para Los Angeles com conexão em São Paulo, quando; de repente, fiquei hipnotizado com a visão de uma mulher deslumbrante e irresistível. Era uma morena com cerca de 24 anos, cintura fina, corpo escultural e feições delicadas. Ela usava um sapato de salto alto que arrebitava ainda mais o belo bumbum. Os cabelos longos e ondulados esvoaçavam, com a cadencia do andar galopante daquela bela potranca. Quando o alto-falante anunciou o embarque, para a minha surpresa e satisfação ela aproximou-se de mim. Disse que havia vindo ao aeroporto encontrar uma amiga, mas, como chegara atrasada, suspeitava que ela já estivesse na sala de embarque. Descreveu-me a amiga e gentilmente pediu que entregasse um bilhete com o seu telefone. Tudo bem. Entreguei o bilhete h amiga, mas antes anotei o telefone em um pedaço de papel. Ao chegar em Los Angeles, liguei para ela. Desculpei-me pela ousadia: 'Esta era a única maneira de voltar a falar com você.' Educada, lamentou não termos tido tempo de nos conhecermos melhor no Brasil. 'Quando retornarmos, podemos nos falar melhor', sugeriu. Pensei em insistir, mas resolvi frear o ímpeto. Valeu a pena. Um mês depois, voltei a Porto Alegre e combinamos de nos encontrar. Ao desembarcar, encontrei-a mais deslumbrante. Ela usava um vestidinho branco colado ao lindo corpinho, revelando o minusculo triângulo da tanguinha. Toda carinhosa, ela disse que tinha uma surpresa para mim. Comecei a desconfiar... Ai, ela me convidou para ir a seu apartamento. No trajeto, enquanto ela dirigia,, eu me deliciava com a visao das lindas pernas cobertas pelo vestido curto. 0 troço subia a cada movimento, me deixando com tesao. 0 mulherao parecia querer me provocar e estava conseguindo. Elogiei o bronzeado da morena e ela, mais provocante, disse que isto era apenas uma amostra. Ao entrar no saguao do prédio onde morava, insistiu: 'Vai querer ver o resto do bronzeado?' Em seguida, aproveitou a distraqäo do porteiro e suspendeu o minusculo vestidinho, mostrando a bunda carnuda, lisinha e gostosa, dividida por uma tanguinha triangular tao enterrada que era menor que a marquinha do biquini. Ao entrarmos no elevador, nos agarramos e ela foi logo colocando a mão dentro de minha calça, segurando meu pau com força. Ao sentir o volume do guri, ficou com mais tesão: 'Nossa! Veja s6 o que eu estava perdendo.' Entao, ajoe1hou-se e abocanhou a picanha com voracidade. Quando o elevador parou, ela, com a chave na mao direita e segurando meu pau com a esquerda, rebocou-me até a porta do apartamento. Ao entrar, livrou-se do vestidinho, sem tirar o sapato, ficando s6 de caleinha. Sentou-se na poltrona e começou a chupar o meu cacete. Chupava indo e vindo, sem tirar a habilidosa mäozinha. Ao mesmo tempo, a outra maozinha brincava dentro da calcinha, revelando-se uma mulher sem medo do prazer. Instantes depois, levantou-se, arriou a calcinha, voltou h poltrona, suspendendo as pernas para o alto, abrindo-se toda e disse: 'Mete, mete! ' Com a bocetinha j6 molhadinha por conta do dedinho e o meu pau lubrificado pela boca, não foi difícil introduzi-lo até o fundo. Aconteceu de uma s6 vez, arrancando dela um grande gemido de prazer. Era dificil conter o gozo, pois, além de ela ser extremamente sensual, a grutinha era muito apertadinha. As vezes, diminuia o ritmo, brincando vagarosamente com a cabecinha na entrada, para logo em seguida meter tudo até o fundo, deixando-a cada vez mais louca de prazer. Quando percebeu que eu ia gozar, ela escorregou da poltrona e abocanhou meu pau com um tesao indescritivel. Gozei dentro da boquinha por um bom tempo, desfalecendo de prazer, Ela manteve o guri dentro da boca até que parasse de latejar, engolindo a ultima gota, ao mesmo tempo em que se masturbava com a mao esquerda. Depois, tomamos um banho juntos e descasamos. Quando acordei, ela estava novamente deslumbrante. Vestia um shortinho branco que delineava ainda mais as linhas do belo corpo, com meias de telinha, cinta-liga e um sutiã meia-taqa que realçava os peitinhos durinhos. Sem falar no salto alto, que a deixava mais provocante. Para minha satisfação, ela havia preparado um delicioso jantar, que saboreamos com um bom vinho. A bebida deixou a mulher enlouquecida. Esboçando um sorriso sem-vergonha, ela levantou-se e comeqou a dançar ao som de uma musica lenta. Foi até o tapete, ajoelhou-se, ficando de quatro e tirando lentamente o shortinho. Por baixo, vestia uma minuscula calcinha branca. Maravilhosa, olhou por cima do ombro e disse: 'Agora, a sobremesa.' Ai, caralho! Com ela ainda de quatro, ajoe1hei-me, tirei a calcinha e vagarosamente fui entrando naquela bocetinha molhada, cheirosa, apertadinha, quente e tão gostosa quanto o jantar. A mao esquerda agarrava os cabelos e a direita ora massageava a bunda carnuda, ora beliscava os lindos peitinhos, A visio do corpo escultural daquela potranca linda e gostosa, sendo cavalgada por mim e totalmente sob o meu domínio, era simplesmente inebriante. A cada estocada, ela gemia e sussurrava de prazer. Quando estava quase gozando, ela soltou-se de mim e empurrou- me para o sofá. Com movimentos rápidos das mãos, fez com que eu gozasse ao mesmo tempo em que dizia: 'Goza, goza, goza gostoso! ' Meu esperma deve ter jorrado cerca de um metro de altura, numa quantidade inacreditável; Depois, colocou-o na boca até que parasse de latejar. Que delicia! Aline era mesmo uma maquina de sexo." 32 - VIZINHA CARENTE E SEDUTORA "Por uma dessas coisas inexplicáveis, sempre tive sorte com as coroas. 0 caso que passo a relatar teve inicio no ano passado com Rosa, uma vizinha minha. Aos 32 anos de idade, ela carrega um corpo de dar inveja a muitas ninfetas por ai, com seios médios e bem durinhos, uma bunda maravilhosamente redonda e empinada, cintura fina e um par de coxas grossas e firmes. Casada e sem filhos, Rosa é também amiga de minha mãe. Um sábado de manha eu estava lavando meu carro na frente de casa quando ela passou por mim majestosa em sua beleza e gostosura. Vestia uma blusinha agarrada ao corpo, sugerindo os mamilos durinhos, e um short de lycra grudado ao corpo, tão escandaloso quanto sensual. Era tão apertado que deixava a mostra os contornos da fenda maravilhosa da boceta. Ao contrario do que habitualmente fazia, ela passou por mim sem me cumprimentar. Rosa abriu o portão e entrou na casa a procura de minha mãe, como sempre fazia. Algum tempo depois, ambas apareceram no portão. Depois de me cumprimentar, mediu-me da cabeça aos pés e, voltando-se para minha mãe, comentou: "Nossa, amiga... Não tinha percebido que ele era um rapaz tão bonito... Você não deveria deixa-lo lavar o carro apenas de short... As mocas vão acabar atacando seu filho..." Fiquei sem saber qual era o sentido das palavras dela, se eram apenas um elogio ou alguma insinuação, uma indireta para mim. Era mais provável que fosse apenas uma brincadeira, ja que o casamento dela, pelo menos aparentemente, parecia ir bem. Essa impressão, no entanto, se desfez algumas semanas depois, quando ouvi Rosa gritando baixarias para o marido. A impressão de que as coisas não iam bem entre eles foi confirmada por minha mãe, que comentou que Rosa andava aborrecida, sentia falta de muita coisa, sobretudo de atenção e carinho do marido, cada vez mais distante e desinteressado. As inesperadas revelações fizeram com que as idéias começassem a fervi1har na minha mente. Eu sabia que o Roberto, o marido dela, tinha um caso com uma gata superfogosa, segundo ele próprio contou numa dessas noites em que ele estava de pileque. Os encontros ocorriam no sábado a noite, quando ele inventava uma desculpa qualquer para sair de casa para se encontrar com a outra. No sábado seguinte, fiquei plantado no portão da minha casa. Não tive de esperar muito. Pouco depois, Roberto saiu cantando os pneus. Quando olhei para a casa dele, vi que Rosa me observava da janela, o que me provocou certo constrangimento. Voltei frustrado para casa. Nem bem cheguei, o telefone tocou. Atendi ao primeiro toque. Do outro lado da linha, a voz doce e meiga da Rosa perguntava se eu entendia de videocassete, porque o dela não estava funcionando. Prometeu que, se eu o fizesse funcionar, poderia até assistir a um filme com ela. Não disse nem sim nem não, desliguei o telefone e, como estava, fui correndo para a casa dela. Rosa estava vestida com um baby-doll minúsculo, cujo decote deixava os seios quase inteiramente fora e as belas coxas totalmente a mostra, não escondia quase nada. Fiquei paralisado, indiferente a insistência de Rosa para que entrasse. 0 vídeo estava realmente com problema, mas muito simples de ser resolvido: apenas uma fita presa. Senti mal comigo, pois parecia ter exagerado nas minhas fantasias. Rosa agradeceu e, como prometido, convidou para assistir a fita. Disse a ela que preferia ir embora para que ela não se sentisse incomodada. "Meu marido, como sempre, foi vadiar... Somos eu e você, apenas...", disse, sedutoramente, pegando na minha mão. As palavras dela acenderam minha chama de vez. Rosa passou a chave na porta, deixou apenas a luz do abajur acesa, colocou a fita e foi sentar-se num sofá do lado oposto de onde eu estava. Era um desses filmes de sacanagem. Rosa não disfarçava a excitação a medida que as cenas de sexo rolavam na tela, tocava uma das mãos levemente nos seios e com a outra massageava delicadamente a boceta. Fiquei na minha, embora soubesse que não ia resistir muito, porque o cacete estava duro feito uma rocha. Rosa alternava a atenção entre o filme e mim, até me convidar para que se sentasse ao lado dela. Ajoelhei-me no chão, entre as pernas dela, e passei a beijar sua boca. Rosa me abraçou e travou as pernas nas minhas costas, praticamente me imobilizando. Arranquei o baby-doll e a deixei peladinha, para mamar os seios. Ela gemia e dizia que me queria todinho. Tirei minha bermuda e camiseta e desci a boca na direção da boceta. Rosa escancarou as pernas e afastou os lábios vaginais com os dedos. "Chupa gostoso, deixa eu gozar na tua língua...", murmurava. Cai de boca. Rosa foi sacudida por sucessivos gozos, por sentir novamente o prazer de ter um macho. Naquela empolgacao toda, não conseguia entender como Roberto podia desprezar e rejeitar uma mulher como ela. Após gozar até a exaustão, Rosa ajoelhou-se diante de mim para mamar na benga pulsante. Ao sentir que eu estava para gozar, ela deitou-me no tapete e colocou-se em cima de mim, para me cavalgar deliciosa e sensualmente. Estiquei a mão e atolei um dedo no cuzinho de Rosa, que passou a se movimentar em maior velocidade. Gozamos juntos, abraçados. Ja pensava em ir embora quando Rosa, provavelmente estimulada pelo toque no rabinho, sugeriu um banho, onde as caricias foram retomadas. Ela massageou o cacete com a maozinha toda ensaboada e eu acariciei a bundinha dela, para provoca-la. Sabendo de minhas intenções, ela confessou que queria dar a bundinha para mim, mas tinha medo, porque era virgem no buraquinho de trás. Não foi difícil convence-la a me entregar o rabinho. Ela mesma tomou a iniciativa de colocar-se de quatro, apoiando-se no vaso sanitário. Umedeci a entrada com saliva e forcei a chapeleta, que rompeu o anel com certa dificuldade. A partir dai não houve mais barreira, avancei dentro dela até o fundo. Iniciei um vaivém, segurando-a pelos quadris, e senti que o cuzinho foi ficando cada vez mais flácido. Meti as mãos entre as pernas dela e, quando penetrei um dedo na vagina, Rosa enlouqueceu. Rebolou desesperadamente o cuzao no pinto e pedia que a arrombasse todinha. Aumentei o ritmo das estocadas, o prazer foi tomando conta de nos e gozamos juntos, mais uma vez. Satisfeita, depois de saciar o tesão represado por tanto tempo, Rosa disse que queria ser minha amante, que não suportaria mais viver sem transar comigo. Passamos a trepar com regularidade, sempre aos sábados, quando, em vez de lamentar a ausência, passou a torcer para que o marido saísse rapidamente a procura da outra. 33 - MULHER DE PRETO "Uma curiosa carta chamou minha atenção. O envelope por fora era normal mas dentro havia um delicado envelope preto com uma carta escrita com uma caligrafia divina. Em poucas palavras, ela dizia que seu marido comprava revistas masculinas e que ela lia todas ás escondidas, embora nunca tivesse se interessado por nenhum anunciante em especial. Mas ao se deparar com meu relato na Tara ficou impressionada e sentiu um leve ardor que a levou imediatamente ao banheiro, onde tocou uma boa siririca pensando em mim. Fiquei lisonjeado e curioso quando ela disse que gostaria de me encontrar e passou seu telefone para combinarmos o encontro. Seguindo suas orientações entrei em contato e fiquei encantado com sua voz doce e seu jeito sacana de propor as coisas. Queria um encontro em um cinema. Casualmente nos sentariamos um ao lado do outro e sorrateiramente iriamos nos bolinar. Era de uma familia tradicional e temia que pudéssemos ser flagrados. Mas como adorava cinema e já tinha o hábito de freqüentá-los nos finais de tarde desacompanhada, não levantaria suspeitas. Acertamos os detalhes de como nos reconheceriamos, horário, filme e cinema adequados. Quando vi aquele mulherão de preto se aproximar da bilheteria já sabia de quem se tratava. Fiz com que notasse logo minha presença e me posicionei na sala á espera do sinal verde para entrarmos. Naquele horário não teria mais que dez pessoas em todo o cinema. Ela sentou-se nu ma ponta estratégica e esperei apagar a luz para me aproximar e sentar-me ao seu lado. Ela não emitiu um som. Também não a cumprimentei. Pensei logo em meter a mão por baixo daquele vestido de seda, mas me contive. Mas logo senti a mão da "dama de preto" pousando na minha coxa. Senti calafrios quando seus dedos agéis vieram subindo até meu cacete. Ao alisar meu pau tive que me espremer na cadeira e me segurar para não soltar um gemido denunciador. A "dama' desceu o ziper da minha calça e meu pau saltou fora para ser aprisionado imediatamente por sua mão macia e quente. Não estava de cueca, e se ela seguisse o combinado não deveria estar de calcinha. E isso pude constatar em seguida, ao enfiar a mão sob seu vestido. Sua mão experimentada deslizava sobre meu cacete me deixando doido de tesão. Meus dedos corriam em volta de sua boceta e o maior eu o enterrava entre suas coxas, fazendo-a dobrar-se ao meio. A gostosa masturbação parecia não ter fim. Mas a "dama", para minha surpresa, deitou a cabeça sobre o braço da cadeira e começou a chupar meu cacete. Delirei de prazer e deixei que ela brincasse com a cabeça do meu pau, lambendo e chupando sem parar. Quando cansou-se, fiquei de joelhos para enterrar a cabeça em sua gruta melada. Uma bocetinha gostosa e peluda que chupava, enfiando a lingua bem fundo e fazendo-a gemer sem nenhum pudor. Chupando e enfiando um dedo em sua buça, a fiz gozar sem parar. Quando acabei e voltei ao meu lugar ela segurou meu pau e com determinação me masturbou ferozmente até me fazer gozar. Fiquei com receio de sujar a roupa, mas a "dama de preo to" não deixou que nenhuma gota de esperma escapasse. Engoliu tudo com muito gosto. O que devia fazer com todos. Mal terminamos ela pediu licença e säiù, dando a impressão qüe ïa ao banheiro. Nunca mais a vi. Quando ligava, uma voz masculina repetia que ela havia viajado. 34 - DELIRIO I " Já fazia algum tempo que nós saiamos. Eu casado, Ela também. Ninguém tinha conhecimento de nossa relação. Nem eu mesmo sei como tudo tinha começado. Nós trabalhávamos juntos e aos poucos a coisa foi crescendo. Dois lados insatisfeitos em seus casamentos, mas quando juntos um clima incrível. Ninguém precisava mentir para ninguém. O sexo rolava da forma mais verdadeira e mais natural possível.. Não havia deveres, nem obrigações. Eu tinha 36 anos e ela 41, um corpo lindo, uma voz doce e meiga e um calor incrível. Na cama a gente se completava e a cada dia a gente se liberava mais e mais. As mais ousadas fantasias iam saindo de nossas bocas. Um contava para o outro aquilo de mais escondido, e tudo isso sem nenhum remorso, culpa ou medo de magoar o outro. E foi nesse clima que as coisa começaram a acontecer, Um dia ela me confidenciou que gostaria de conhecer uma casa onde houvesse sexo ao vivo. Adorei a idéia, mas em nossa cidade não havia nenhuma casa deste gênero. Resolvi leva-la em uma boate que tinha show de streap e muitas garotas de programas, Algo do gênero classe A, sem baixarias. Tudo era muito envolvente, sentamos em uma mesa. Neste dia quase não havia homens no recinto, apenas garotas de programas. Como de noite todos os gatos são pardos, uma era mais linda que a outra. Tomamos uns drinques, assistimos alguns shows de streap e ela cada vez mais excitada, mal se cabia dentro de si. Tudo aquilo era novo para ela. No meio da noite comecei a me insinuar para uma morena linda que estava na pista de dança. Minha parceira percebeu e na hora até se sentiu um pouco enciumada. Disse-lhe para não se preocupar, pois eu sabia o que estava fazendo.Fui ao banheiro e sem que ela percebesse convidei a morena para sentar em nossa mesa, mas pedi para ela não contar que o convite tinha saído de mim.. Quando voltei a morena já estava na mesa no maior papo com ela. Pareciam amigas de longos tempos. Cheguei devagarinho, fui me apresentando à morena e ficamos conversando os três. O interesse de minha parceira pela morena, girava em torno de sua vida na noite e outras coisas que toda mulher normal tem curiosidade sobre as que vivem na noite. A morena era uma estudante de direito, noiva de um noivo distante, 25 anos que adorava sexo, fazendo programas para ter um padrão de vida melhor, pelo menos foi isso que ela nos disse.. Minha parceira foi ao banheiro me deixando sozinho com a morena. foi então que propus a ela que seduzisse minha parceira. Em troca lhe pagaria o dobro de um programa normal. Ela topou, disse que no fundo da boate tinha um quarto, usado para emergências e que estaria tudo bem, desde que eu a deixasse a vontade, sem restrições. A única imposição minha foi de que se rolasse algo eu queria ver e que se ela oferecesse resistência não deveria forçar a barra. Ela topou. Minha parceira voltou do banheiro e continuaram o papo. Fui buscar mais um drinque e aproveitei para chamar uma loirinha para dançar.Da pista de dança ficava observando as duas conversarem e aquilo me excitava demais, principalmente porque eu não sabia o que iria rolar depois. Voltei para a mesa e percebi que a morena conversava com minha parceira com as mãos apoiadas em suas pernas. O papo foi rolando cada vez mais entre as duas e eu já me sentia um "estranho no ninho" e pouco prestava atenção no papo das duas, cada vez mais sorridentes. Foi quando elas me pediram licença pois iam ao banheiro. Fiquei sozinho na mesa e já estava ansioso pela demora das duas, quando minha parceira apareceu do meu lado, me deu um beijo no rosto e me disse para esperar um pouco por que a morena iria lhe mostrar os camarins da boate. As duas saíram conversando, mas a morena ainda voltou para a mesa para pegar sua bolsa e pegar seu copo, foi quando ela piscou pra mim e disse que as coisas estavam andando bem e me pediu que em 15 minutos entrasse por um corredor. Foram longos quinze minutos. Passado o tempo entrei pelo corredor. Havia somente uma porta no fundo que estava entreaberta. Olhei pela abertura e vi as duas sentadas na cama apenas conversando, porem a mão da morena estava de novo sobre as pernas de minha parceira. Resolvi voltar para a mesa e dar mais um tempo. Estava começandos um show de uma garota que realmente foi bárbaro. Quase esqueci da vida. Quando me dei conta do tempo corri para o corredor e ao chegar ao quarto quase não acreditei. Minha parceira deitada na cama e a morena acabando de tirar sua calcinha com a boca. Depois disso a morena se levantou, tirou toda a roupa, bem devagar, como se tivesse fazendo um streap, deitou sobre minha parceira e lhe beijou de forma alucinante. Notei minha parceira meio assustada porem sem oferecer nenhuma resistência. A morena foi deslizando a língua no corpo de minha parceira. Deu uma atenção especial para os seus seios e foi descendo até o meio de suas pernas e com um tesão incrível ela agora beijava a boceta de minha parceira. Eu já estava a essa altura dentro do quarto. Minha parceira me viu e apenas me olhou como quem me pedisse socorro, eu apenas sorri, sentei do lado da cama e continuei a observar. A morena era incrível, senti vontade de penetra-la, mas não o fiz. Eu queria ver minha parceira gozar com outra mulher. A morena usou de toda a sua habilidade e deixava minha parceira cada vez mais excitada. Agora era minha parceira que beijava a morena com a maior volúpia e as duas, quase em desespero gozaram juntas num sensacional sessenta e nove que até hoje eu não esqueço. Depois disso minha parceira literalmente tombou de lado, mas em um segundo estava recomposta. , sentou-se na cama, deu um beijo demorado na bunda da morena e disse quase que sem voz. -" Foi bom demais". Achei que tudo tinha acabado, foi quando a morena pediu permissão para minha parceira e ajoelhou na minha frente, tirou meu pinto pra fora da calça e me beijou, sob o olhar de minha parceira , até me fazer gozar em sua boca. Depois disso ela caminhou até minha parceira, deu-lhe um longo beijo, depois colocou suas roupas e saiu do quarto. Voltamos para a mesa meio que não acreditando no que tinha acontecido. Paguei a conta, procurei a morena para fazer o acerto do programa e o mais incrível aconteceu. Ela me beijou, me agradeceu e disse que eu não lhe devia nada. Saímos da boate, fomos para um motel, transamos como dois alucinados. Essa foi a a primeira realização de uma de nossas fantasias e a primeira vez que minha parceira teve contato com outra mulher. Nunca mais vimos a morena. 35 - MEU AMANTE LATINO NO METRÔ " Todo o dia eu pego o metrô de para ir trabalhar. Normalmente, pela manhã está lotado, com muitos pessoas que se esmagam nos vagões. Não é raro alguém se esfregar nos meus peitos minha bunda. Na maioria das vezes, eu tenho que acreditar não é intencional. Às vezes eles demoram. Nunca eu fico brava. Para ser sincera, eu acho isto excitante, um completo estranho que me toca em público. Desde que eu dei o fora no meu namorado há algumas semanas, eu tenho tido fantasias com outras caras. Na bilheteria, um passageiro comentava sobre alguns trabalhos que estavam fazendo no metrô, e era provável uma demora hoje no túnel. Era possível que o trem parasse uma meia hora, talvez mais. Quase volto para casa. Mas como eu tinha serviço atrasado, decidi que eu tinha de entrar. Ainda hesitante, eu peguei meu bilhete e desci à plataforma para esperar pelo trem. Era outono e eu estava vestida para um tempo moderado. Eu usava uma blusa tipo de suéter, e uma saia que ia até os joelhos. Na plataforma, eu esperei pelo trem. A plataforma estava um pouco mais abarrotado que habitual. O trem chegou rápido. Estava lotado. Entrei e as portas fecharam. Segurei-me num poste, peguei um livro e comecei a ler. Nas primeiras três ou quatro paradas, o trem se moveu à velocidade normal. Infelizmente, foi se acumulando o contigente das pessoas ao meu redor. Eu estava um pouco abrigada pelos corpos delas. O trem reduzia a velocidade e deslizava entre estações Foi durante uma das paradas que eu senti uma mão descansando ligeiramente perto de minha bunda. Os dedos estavam apertando com suavidade minha saia, à altura das minhas nádegas. Eu sabia que eu deveria fazer algo para parar aquilo, mas eu me fingia inocente, e depois de não ter sexo para mais de duas semanas, eu estava necessitada... A palma da mão dele apertou ligeiramente bem perto do meu cú. Eu empurrei minha bunda para trás, ao encontro de sua mão, sinalizando minha consciência de suas ações dele. O trem de começa a mover-se novamente e o meu "molestador" apertava a bochecha de meu cú firmemente. Ele começou a mover a mão dele por baixo de minha saia e espalmou minha bunda de forma consciente. Eu o sentia percorrer a extremidade de minha calcinha. Minha boceta começou a ficar quente e úmida. Ele seguiu até o topo de minha calcinha. A mão dele apertou minha perna. O trem estava tão lotado que ninguém entrava mais nos pontos. Assim que o trem deixava uma estação, eu sentia a parte de trás de minha saia subindo. Eu queria saber como ele pensava que podia fazer aquilo em um trem de metrô abarrotado com pessoas ao redor de nós. Eu sentia o líquido que gotejava de minha boceta em minha calcinha. Suas ações ficavam cada vez mais rápidas. Enquanto a uma mão dele vagou livremente em cima de minha calcinha e cobriu o meu cú, esfregando-o, e apertando-o, sua outra mão alcançou para minha mão livre perto dele e a levou ao cacete dele, por cima da calça. Ele apertou minha mão no cacete dele. Estava bem duro. Ele movia minha mão de cima abaixo por cima de seu cacete. Quando ele parou, eu mesma continuei esfregando o cacete dele por conta própria. A outra mão dele baixou minha calcinha ligeiramente, e os dedos dele estavam abaixo minha calcinha. Em metrô abarrotado, m sujeito que eu não conhecia estava dentro de minha calcinha com a mão dele em meu cú enquanto eu lhe tocava uma punheta! Como ele apertava as carnes de minha bunda, a outra mão dele deslizou debaixo de meu suéter na frente e explorou minha barriga e os meus seios. O trem começou a mover novamente e a mão dele meteu-se na racha de minha bunda e tocou meu cú, enquanto seus dedos brincavam com os meus seios. Ele pegou o meu mamilo por cima de meu sutiã e o fez ficar durinho. Já que ele ficava corajoso, assim também eu ficava. Tirei minha mão do cacete dele e baixei o seu zíper, pondo minha mão dentro das calças dele. Ele não estava usando nenhuma roupa íntima. Eu achei o cacete dele e corri meus dedos ao longo da carne do seu cacete nu. Enquanto isso, uma mão dele já tinha aberto o meu sutiã e um dedo seu estava bem cima de meu cuzinho. Eu tirei o cacete dele das calças dele. Eu inspecionei sua envergadura com minha mão. Eu medi uns 25 centímetros. Ele era tão grosso que eu nem podia fechar completamente minha mão ao seu redor. Senti a mão dele lagar os meus seios e entrar por baixo de minha saia. Ele levantou minha saia para cima e correu os dedos dele junto à parte interna de minhas coxas. Meu gozo escorria de minha boceta e ele descansou a mão na frente de minha calcinha e esfregou a racha de minha boceta. Ele enfiou a mão dentro de minha calcinha e seus dedos dele moveram-se por meus pentelhos e procuraram o buraco da boceta. Agora eu estava sendo fodida de ambos os lados, na minha boceta e no meu cú. Ele arrancou o dedo dele do buraco do meu cú e correu a mão dele ao redor dentro de minha calcinha pelos meus quadris. Ele tirou minha calcinha fora. A mão em minha boceta estava agora totalmente livre. A foda com os dedos ficava mais rápida. Eu já tinha tido meu terceiro orgasmo! Ele colocou a outra mão por baixo de meu suéter e novamente afagou meus peitos nus. O trem entrou em outra estação. Enquanto nós explorávamos os corpos um do outro, o trem parou durante alguns minutos antes de deixar a estação lentamente. Só fora da estação, o condutor anunciou pelo alto-falante: " Senhoras e senhores, nós fomos informados que há trabalhadores nos túneis e o serviço levará de meia hora, a 45 minutos. Se soubéssemos, teríamos ficado na estação, mas não há outro jeito. Desculpem-nos pelo inconveniente, mas é uma situação de emergência" Algumas pessoas começaram a reclamar . O meu "amante" aproveitou para me virar de frente a ele. Até este tempo eu não tinha visto a pessoa com quem eu estava transando. Ele parceria ser latino, com uns 20 anos. Minha calcinha estava no bolso de sua camisa dele. Eu não podia acreditar que uma menina judia como eu estava a ponto de deixar um latino me foder, mas eu queria aquilo e ele também. Ele levantou minha, puxou os meus quadris e apertou o cacete dele contra minha boceta. As mãos dele seguraram a minha bunda. Eu guiei o cacete dele em cima de minha boceta, e ele deslizou duro e pulsante, esfolando a minha. Eu teve um orgasmo quando ele empurrou profundamente em minha grutinha. As mãos dele em minha bunda guiaram meu movimento de foda, para frente e para trás.. Ele tirou a mão dele brevemente de meu cú e levou minha calcinha do bolso dele e a colou na sua na boca. Ele chupou meu gozo que estava na calcinha. Aí desabotoou o topo de meu suéter e expôs meus mamilos eretos. Ele levou minha calcinha da boca dele e os recolocou no bolso de sua camisa dele. Ele abaixou a cabeça chupava cada um dos mamilos Corria a língua por cima e chupava e mordia ligeiramente. O tempo todo ele continuava me fodendo e apertando minha bunda. Eu sentia as punhaladas dele ficarem mais rápidas e soube que gozaria logo. Eu apertei os músculos da boceta ao redor do cacete dele tentando ordenhar o gozo de seu cacete longo e duro. Ele agarrou minhas bochechas do cú e empurrado em mim até onde o cacete dele pudesse ir. Eu sentia o cacete dele pulsando quando ele encheu minha boceta de judia branca com o seu gozo de latino. Depois de alguns segundos eu gozava mais uma vez. Ele retirou o seu pau e o enxugou com a minha calcinha. Depois, ele pegou a calcinha e esfregou na minha boceta, limpando o seu gozo e meus sucos, o máximo que ele pôde. Ele trouxe então minha calcinha para minha face e eu a aceitei em minha boca. Eu chupei o gozo e o meu, diretamente de minha calcinha! O condutor voltou a falar no alto-falante, avisando que mais 20 minutos e o túnel estaria liberado. Enquanto eu chupava minha calcinha, o cara estava tocando minha boceta e estava lubrificando o buraco de meu cuzinho com meus sucos da boceta. Quando meu cú estava molhado o bastante, ele começou a enfiar um dedo e mais outro. As mãos dele moveram-se pelos meus quadris e ele me virou de costas. Ele estava querendo comer o meu cú dentro do metrô!. Eu nunca sido fodida no cú antes, mas eu superei o medo com a necessidade sexual e quando ele arreganhou minhas bochechas da bunda, eu alcancei o cacete dele e o guiei o para meu cuzinho virgem. Eu chupava mais forte a minha calcinha enquanto ele retirou deslizava o cacete dele em meu cú. No princípio, doeu um pouco, mas fui me acostumando com aquela rôla dentro de mim . As mãos dele deixaram meus quadris, ficando uma nos meus seios e a outra novamente ergueu a frente de minha saia e tocou minha boceta, com um o tocando o meu grelo. O latino fodeu o meu cú e tocou a minha boceta e peito durante vários minutos. Depois suas mãos voltaram para os meu quadris e ele se moveu mais rápido, começando a jorrando o seu gozo dentro do meu cú. Um minuto depois, ele puxou o cacete dele fora e, as mãos dele em meus quadris novamente, me viraram para frente dele. Na escuridão eu não o pude ver. Eu sentia os lábios dele me tocarem e ele beijou minha boca aberta. A língua dele passou meus lábios e achou a minha. Ele me beijou apaixonadamente durante um minuto ou assim, então, ele moveu as mãos dele de meus quadris para meus ombros e me empurrou para baixo firmemente. Eu percebi então que ele queria que eu chupasse. Eu senti o cacete dele ao longo de minha bochecha. Eu o peguei com a boca e levei o corri minha língua por toda a sua extensão e comecei a chupá-lo. Eu provava os restos do gozo dele como também o sabor de meu cú. O cacete dele começou a endurecer Eu pude levar o pau dele até a minha garganta eu movi minha cabeça de um lado para outro ao longo do seu cacete duro. Eu ouvi o ruído de suas calças caindo e então alcancei suas bolas. Ele segurou minha cabeça e começou a guiar os meus movimentos Eu continuei chupando o cacete dele e sacudia a minha língua desde a base até a cabeça do pau. Quando eu chupava as suas bolas, ele se virou e o cú dele ficou na minha cara. Neste momento, eu faria qualquer coisa. Eu arreganhei as bochechas de sua bunda e procurei o buraco do seu cú dele com a minha língua. Quando eu achei, eu lambi, beijei e chupei a seu cú apertado. Eu fiz minha língua tão dura quanto possível e explorei o cú dele o máximo que eu pude. O pensamento de beijar o cú de um desconhecido bastou para me fazer gozar novamente. Como eu chupava o cú dele, eu segurava o cacete com uma das mãos. Ai ele se virou mais uma vez e meus lábios voltaram para o seu cacete dele. Nesta hora, ele segurou minha cabeça começou a foder a minha boca. O seu pau entrava e saía da minha boca rapidamente. Eu usava minha língua sempre que podia para lambê-lo. De repente, ele enterrou minha face no cabelo púbico dele, o cacete dele no fundo minha garganta e arremessou o seu gozo pegajoso e morno em minha boca. Eu lambi cada gota que eu pude. Ele segurou minha cabeça e manteve o cacete dele em minha boca. Eu sentia o cacete dele ficar flácido entre meus lábios, mas ele não deixava eu me levantar. Eu tinha medo que ligassem as luzes e alguém nos vissem! Mas ele continuava a me segurado lá, pelos ombros. De repente, eu senti um líquido saindo do cacete flácido dele. Ele estava mijando em minha boca! Eu tentei parar mas o cacete dele encheu minha boca. Eu não tive nenhuma escolha senão tentar tragar o máximo de seu mijo. Como era muito, encheu a minha boca e começo a derramar pelo meu pescoço. Ainda mijando, ele arrancou o pau da minha boca e apontou para a minha cabeça. O mijo dele caía por toda parte de minha face e meu cabelo, escorrendo pelo meu tórax. Eu não sei por que, mas eu ajoelhei na frente obedientemente dele. Meu único movimento era erguer meus peitos assim eles seriam cobertos completamente com o mijo morno dele. Ele me deu minha calcinha para segurar e assim ele também pôs mijo nela. Quando ele acabou, eu usei minha língua no seu cacete, para lambê-lo e deixá-lo limpo. Com as mãos dele, ele fez que levantasse. Quando eu fiz isso, ele ergueu minha saia com uma mão e levou minha calcinha na outro. Pelos seus movimentos, eu percebi que ele queria me vestir a calcinha, toda empapada com a urina dele. Eu vesti e o mijo dele vazou em minha boceta. Eu me recompus, abotoando o suéter e ajeitando a saia, enquanto ele ajeitava as calças. Eu ouvi algumas pessoas reclamando do cheiro da urina. As luzes vieram um pouco depois e o meu amante latino tinha ido embora. Havia mijo em minha face e roupas. O trem começou a mover. Por sorte, as pessoas não perceberam que era eu o motivo de suas reclamações. Na próxima parada, eu desci do trem. Eu não pude ir trabalhar. Voltei no primeiro trem. Como estava no movimento contrário, estava quase vazio e eu peguei um assento. Sentei e comecei a pensar sobre o que atinha me acontecido na última hora. Alguém se sentou próximo a mim. Era meu amante latino... " 36 - PELA INTERNET EU TRANSEI COM A ESPOSA DELE. " Gostaria que vocês lessem uma carta que eu mandei para um casal que eu conheci pela Internet: Se vocês quiserem me encontrar eu teria muitas fantasias para realizar, principalmente com um casal que tem uma mulher tão liberta quanto sua mulher!! Escolheria as suas roupas e vc. ficaria uma hecatombe do sexo. Cinta-liga com meia 7/8, calcinha branca fio dental de filó (totalmente transparente) quase sem elástico nenhum, um top de malha bem curtinho daqueles que quando você levanta o braço quase aparece o biquinho dos seios que dirá do bico para baixo. Esse top seria bem larguinho e folgadinho com uma malha delicadíssima e bem transparente tipo pele. Escolheria também uma saia tipo lambada com o cos fininho no umbigo bem rodada e totalmente transparente, sandálias de salto alto um pouco fechadas com fecho no calcanhar. Com a sua autorização e a ajuda eu faria um depilação na raposinha e no olhinho de trás da sua mulher com cera, e só deixaria um tufinho bem ralinho na testinha. Ficaria excelente para passar a língua. Eu prepararia ela inteirinha e começaria com um banho aonde eu ensaboaria cada milímetro do seu corpo dando especial atenção às dobrinhas da sua raposinha. Eu e você secaríamos ela inteirinha, e começaríamos a vesti-la pondo as meias 7/8. Eu colocaria a cinta-liga, ela se deitaria na cama e poria as pernas para o alto, de preferência bem abertinhas. Eu e você lhe poríamos as meias até elas chegarem bem juntinho da bucetinha (um esbarrão involuntário? quem sabe). Ai eu passaria na linda bucetinha e no cuzinho da sua mulher um creme que lubrifica como vaselina e esquenta a bucetinha, atiçando mesmo!!! Dando o maior tesão. Eu demoraria uma vida inteira pincelando a rachinha e o cuzinho dela com quantidades enormes desse creme. Depois de ter a sua linda bucetinha totalmente melecada eu vestiria a calcinha nela. Quando ela encostasse na sua raposinha ela ficaria praticamente colada pelo creme, e não presa pelo pouco elástico que ela tem. A calcinha seria posta por cima da cinta-liga para ela poder se livrar dela sem ter que tirar a meia. Postas a saia e o top, eu e você a levaríamos para uma das várias boates de sexo que tem aqui no Rio. Eu escolheria um lugar estratégico para exibi-la. Primeiro sutilmente recuando a sua saia para exibir suas coxas, depois, percebido algum interesse por parte de outros homens (o que é impossível de não acontecer), mostraria a sua calcinha os seu peitinhos e até afastaria a calcinha para mostrar o meu trabalho bem feito de depilação. Também a deixaríamos bem solta para ela dançar e sarrar a vontade sempre acompanhando bem de perto para dar tranqüilidade e segurança a ela. Na saída, com ela já de pilequinho, eu lhes levaria à casa de um amigo que eu tenho. Esta casa fica em uma vila bastante movimentada, e a casa dele não é diferente. Nós chegaríamos lá de surpresa, e começaríamos os amassos na enorme cama que o meu amigo tem, juntamente com ele, um homem que ela nunca viu nem trocou dois dedos de prosa. Mas também para que falar? Os atos já diriam tudo. Você ia adorar ver ela sendo vencida pelo desejo e deixando pouco a pouco que nós todos tocássemos suas partes mais íntimas, lambêssemos ela todinha, e começássemos a foder o seu cuzinho e a sua linda bucetinha. Eu deitaria ela de costas, levantaria a sua saia puxaria a calcinha para o lado e atolaria meu caralho todinho na sua bucetinha num papai/mamãe freneticamente socado, enquanto ela ficaria olhando para você e dizendo: "Ai meu amor !!! Ele fode gostoso. Tá vendo? A sua putinha tá fodendo denovo com outro prá você ver". Eu pararia antes de gozar mas só depois de dela ter gozado bastante. Tiraria sua roupa e sua calcinha mas deixaria a cinta-liga e as meias. Eu me deitaria de costas na cama e puxaria ela para cima de mim, atolaria minha rola denovo na sua bucetinha e deitaria ela no meu peito para o meu amigo comer o seu rabinho. Nós dois comendo ela bem socado e o você olhando maravilhado, ratificando o furacão de mulher que tem em casa. E ela dizendo para ele: "Obrigada meu corninho!! Obrigada por deixar qualquer um me comer!! Obrigada por amar a putinha galinha que eu sou!!". Nós três chegaríamos a um estrondoso orgasmo. Depois de alguns poucos minutos de letargia sairíamos de dentro dela para você fode-la. Enquanto vocês estivessem fodendo, eu pegaria um lenço, amarraria nas vistas dela, e diria para ela que o próximo homem que a comesse, ela teria que adivinhar, caso contrário pagaria uma prenda. Meu amigo iria chamar vários conhecidos que chamariam outros, tudo no maior segredo, para, cada uma ao seu tempo, render homenagens a ela comendo a sua linda bucetinha e/ou seu cuzinho e/ou sua boquinha em um maravilhoso gang-bang isso tudo de olho s vendados para ela nunca saber quantos e quais os homens que a comeram. Quando ela cansasse de ter prazer e dar prazer a todos, eu tiraria todos os estranhos da casa do meu amigo, mas pediria a eles que ficassem pela rua da vila. Retiraria suas meias e cinta-liga te poria o top a sandália e a saia sem deixar ela vestir a calcinha. Não a deixaria sentar também, pois a minha intenção seria fazer com que toda a porra acumulada pela sua fogosa bucetinha chegasse ao tornozelo. Você já imaginou a sensação que ela e você teriam quando fossem sair da casa do meu amigo? Todos aqueles homens que comeram ela, e alguns que não, na rua olhando ela: a putinha e você: o corninho passarem para ganhar a rua? O vento passando pela sua bucetinha e pernas melecadas de porra reluzindo na luz para todos verem? O vento a qualquer instante podendo levantar a saia. e pondo ela mais nua ainda do que você já estava? Pensem nessa minha fantasias e em muitas outras mais que vocês poderiam fazer comigo. Pense em quanto eu gostaria de ajudar vocês dois a derrubarem mais alguns limites. Um Beijinho molhado para sua gostosa putinha, e saudações ao você. Aramis/DF. Ps. A proposta foi integralmente aceita, e minha fantasia realizada. 37 - APOSTA DE CORNO.. " Em primeiro lugar quero nos apresentar. Somos Fábio e Claudia (nomes fictícios) temos 35/32 anos, 1,80/1,67 M, 85/55 Kg, brancos, ambos com olhos e cabelos castanhos. Ela é de parar o comércio malha todo o dia, peitinhos rijos, cinturinha, coxões que se fundem com uma bunda maravilhosa e uma barriguinha que mais parece uma tábua de passar roupa. Ela sempre se veste como se fosse sair de casa para encontrar seu amante. Langerie finíssima, ínfima e roupas super sexy. Sua bucetinha é quase totalmente depilada. Do início da rachinha, seguindo pela zona do agrião, até o cuzinho não há pelo algum. Só um tufinho pequenininho acima da rachinha, e assim mesmo bem aparadinho. Ela diz que como gosta de usar biquíni fio dental que seriam do tamanho adequado para meninas de 12 anos, sua pombinha não pode Ter quase pelo nenhum. E eu também gosto pois a ausência de pelos na racha dela faz com que o biquíni se enfie por entre as suas dobrinhas deixando a mim e a todos doidos de tesão. Ä coisa de 2 anos atrás fui transferido temporariamente pela minha firma para uma cidade do estado de São Paulo. Era uma cidade com grande incidência de trabalhadores e uma falta enorme de mulheres. A maioria destes trabalhadores são solteiros. Lá fui apresentado a um circulo de amizades constituídos em sua maioria de jovens solteiros de cerca de 27 anos, e dentre eles havia o Eduardo. Desde a primeira vez que bateu os olhos em Claudia, Eduardo deixou transparecer sua cobiça. Mas ele mantinha a discrição, pela qual não me incomodava (olhar pode bulir é que não podia). Um dia Ele nos convidou para um churrasco em seu sítio no Sábado, e como o evento seria mais demorado, Claudia levou várias mudas de roupa. Ela sente um prazer enorme de provocar a galera e tem bala para isso. Minha mulher só veste vestidinhos curtinhos super insinuantes que lhe favorecem bastante, top e shortinhos ínfimos e super apertadinhos e sua langerie é em sua totalidade calcinhas fio dental e soutien meia taça. O dia transcorreu normalmente em volta da piscina e como Claudia era a única mulher no meio de uns dez homens, ela caprichou e pôs seu biquíni fio dental mais pequenininho. A galera ficou indócil, mas todos respeitaram a mim e a ela. Ao entardecer após a piscina, minha mulher pôs uma saia de um tecido bem fininho e transparente, bem curtinha e bastante cheia de pregas e rodada. Junto com ela vestia um top bem folgadinho de um tecido transparente tipo pele, com um soutien meia taça e uma calcinha fio dental ambos pretos e ínfimos. O soutien era nitidamente visível e a calcinha se entrevia entre as pregas da saia. Estava um furacão e o efeito era nítido entre os homens. E eu? Eu apreciava a situação. Gostava e gosto de exibir minha mulher. Até então ela fora somente minha. Mas... Em todos os eventos que esta turma patrocinava sempre rolava muita bebida e minha mulher que sempre bebeu moderadamente, neste dia se excedeu um pouco mais que o normal. Ficou bastante alegre e ousada e começou a atiçar todo mundo principalmente Eduardo. Eu também não estava em meu juízo perfeito e estava excitado com as provocações de minha mulher. Fui convidado por Eduardo para jogar uma partida de pôquer , o que sempre acontecia nestes churrascos, e minha mulher veio se sentar junto a mim para acompanhar a partida. Eu já estava para lá de Marraquesh e minha mulher não estava atrás. A partida transcorreu normalmente até um ponto em que eu recebi um four a ases e comecei a subir as apostas a um nível que nunca havíamos chegado. Eduardo, num gesto definitivo, apostou seu sítio. Eu fiquei paralisado, o sítio valia seguramente mais de 100.000 dólares. Não tinha nada que fizesse frente à esse valor. Eduardo, Já completamente desinibido pela bebida, num lance de ousadia, propôs que eu apostasse minha mulher para fazer frente a aposta. Eu já ia recusar quando minha mulher disse para mim que aceitasse e que, caso eu perdesse a aposta, ela seria dele mas eu estaria sempre presente a acompanhando, a presenciando tudo que acontecesse. Diante disso eu concordei com o trato, e paguei para ver. Para ver mesmo! Eduardo baixou o jogo. Era um Royal strit flesh, portanto perdi a aposta. Todos pararam para ver o que Eduardo ia fazer. Eduardo levantou, pegou minha mulher, tirou-lhe a blusa, a saia arriou sua calcinha, deitou-a na mesa, despiu-se e foi para junto dela. Minha mulher ficou apreensiva. O pau dele era seguramente o dobro do meu devia Ter uns 25Cm tranqüilamente. Ele mandou minha mulher pega-lo e direcionar para sua boceta. O bicho era tão grosso que minha mulher empalmou-o mas não conseguiu encostar os dedos ao polegar. Ela olhou para mim, arreganhou as pernas, encostou a ponta do pau na sua bucetinha e me pediu para abrir sua bucetinha e disse com um sorriso maroto no rosto. "Aposta é aposta." Eu tive que ir lá e abrir a bucetinha de minha esposa. Ela em seguida fechou os olhos pois Eduardo começou a forçar passagem para dentro dela. Eu ali parado na frente de todo mundo presenciando o inicio de uma foda de minha mulher com seu novo dono, sem poder fazer nada. Ela agüentou sorrindo toda a manjuba, e ele entrou até o talo. Eduardo olhou para mim e disse para todo mundo tirar a roupa que a cadelinha dele ia dar para todo mundo no sítio. Eu diante dos olhares de gozação de todos tirei minha roupa também pois já estava de pau duro. Eduardo socou freneticamente o pau dele na bucetinha de Claudia e gozou abundantemente. Uma fila já havia se formado para, depois dele, todos comerem minha mulher. E assim foi um por um todos fincaram a geba na buceta dela. Começaram a chama-la de cadela, de puta, e ela estava adorando. Ela olhava para mim e perguntava: Está gostando meu corninho? Eduardo foi chamar os empregados do sítio e entre eles havia um crioulo que tinha um pau descomunal. Era pouco maior que o pau de Eduardo mas a grossura era sensivelmente maior o crioulo se posicionou entre as pernas de minha mulher e perguntou para mim se minha putinha tinha uma boceta apertadinha. Eu respondi que sim. Ele perguntou para ela se ia agüentar o pau dele, e ela respondeu que agüentaria sim e o mas que fosse, que nunca tinha tido a oportunidade de foder com um preto (uma fantasia antiga dela), e ele seria o primeiro. Ele olhou para mim e me disse sorrindo que ia arregaçar a bucetinha dela, e que ela e eu íamos sentir a diferença quando fodessemos denovo, e que, por conta disso, sempre íamos lembrar dele nestas horas. E assim ele o fez. Minha mulher esperneou quando o crioulo empurrou devagar mas firmemente aquela tora bucetinha adentro até por tudo, urrou gozando várias vezes enquanto ele ia e vinha dentro dela. Quando o crioulo gozou, saiu de dentro dela e mandou eu comer minha cadela, para ver como ela tinha mudado. Ele disse que depois dele ela jamais ficaria satisfeita com a lingüicinha que eu tinha. Que eu poderia fode-la a vontade que a partir deste dia ela sempre procuraria uma mega-rola para foder.. Eu meti meu pau nela e percebi que minha apertadinha mulher de apertadinha não tinha mais nada. Ela estava irremediavelmente arrombada. Meu pau nadou folgado naquela caverna cheia de porra e sempre que eu comesse ela ambos lembraríamos do negro que arregaçou sua buceta. Então eu tratei de cravar meu pau no cuzinho dela. Ela, como sempre faz quando eu como o cú dela, começou a me xingar. Ela além de todos os palavrões que costumava a dizer nestas ocasiões começou a me xingar de corno filho da puta, que eu me acostumasse pôs dali em diante ela não era mais só minha que faria todas as vontades do Eduardo, e eu que ficasse quieto pois aquilo era culpa minha. Propuseram que ela sentasse na rola do Eduardo que estava deitado de pau para cima, e ela prontamente atendeu os pedidos e se sentou naquela vara enorme. Enquanto ela cavalgava o crioulo veio por trás. Ela entendeu o que o crioulo queria, se curvou para a frente e o negro começou a enfiar sua geba no cú dela. Claudia s e contorcia e olhava para mim e dizia baixinho: Tá gostando meu corninho? Eu acenava com a cabeça que sim e ela ficava satisfeita e tranqüila. E assim um por um todos comeram o cú de Claudia terminando por Eduardo. É claro que dormimos lá. E em vários momentos da noite eu acordava com a cama sacudindo. Era alguém fodendo a boceta ou o cú de minha mulher. Eu virava para o lado e continuava dormindo certo de que ela nunca mais seria exclusividade minha. E no dia seguinte tudo se repetiu. Ela permaneceu o dia inteiro totalmente nua hora dando para um hora fodendo com outro ou outros. Eu também a fodi pois ela estava no máximo do seu tesão. Quando fomos embora do sítio nos deram uma fita com tudo que tinham feito com minha mulher. Era apenas uma das várias cópias que eles tinham feito para reviver os acontecimentos do fim de semana. Eduardo manteve sua propriedade (minha mulher) morando comigo por pura conveniência mas avisou que ela esperasse por ele ou qualquer amigo dele a qualquer hora e que ela os aguardasse pronta. Desde este dia minha mulher, quando está em casa, veste somente uma ínfima calcinha fio dental e mais nada. Cansei de chegar em casa e vê-la fodendo com um ou mais homens. A coisa de um ano voltamos para nossa cidade, mas ela já arrumou alguns homens de pica colossal para saciar o sangue de cadela que injetaram nela naquele dia. Outros nem precisam de ter pica tão grande assim, pois o que a deixa com tesão mesmo é que eu veja ou tome ciência de suas fodas (ela me conta tudo). E eu não posso fazer nada. Pois afinal, Eu quis ganhar um sítio e acabei ganhando uma cadela, que me deixa hiper-tezudo. Os cornios doeram mas eu já acostumei e até gosto. E ela continua levando várias picas pelo menos umas dez à quinze vezes por semana. E assim nós vivemos e somos felizes. Se algum casal tem vontade de transformar sua vida na maravilha que se transformou a minha eu tenho condições de prestar qualquer esclarecimento e até apresentar alguns dos homens que comem a minha mulher ou eu mesmo posso (com discrição pois minha mulher não pode saber. Ela morre de ciúmes de mim). Outros que queiram adquirir senha para entrar na fila para foder a bucetinha arrombada da minha mulher, escrevam para nós via E-Mail. Fábio Cláudia 38 - NOSSA SEGUNDA EXPERIÊNCIA " Cláudia Após algumas semanas de nossa primeira experiência sexual a três, que relatamos em "A Maior Noite de Prazer", decidimos arriscar um pouco e realizar a fantasia mais ousada que tivéssemos. Na verdade se tornará uma espécie de competição e fantasia mais ousada seria realizada. Para quem não lembra, ou não teve a oportunidade de ler nosso relato, eu sou Sérgio, tenho 32 anos, moreno claro, olhos castanhos claros, 1.72 de altura, 70 Kg. Cristina é loura, aproximadamente 65 Kg, 29 anos, 1.70 de altura, olhos verdes, corpo bem definido, e uma bunda de fechar o trânsito. Recatada até recentemente, mas sempre gostou de ser ousada, por diversas vezes vestia-se com roupas super coladas ao corpo, e como sempre não usava peças íntimas, deixando seus seios praticamente amostra, o que deixava outros homens super excitados e com coragem para tentar algumas investidas, que eram repelidas a até bem pouco tempo. Recentemente fomos a uma confraternização de formatura, convidados por Jeferson, um antigo amigo de escola, que se formava no curso técnico profissionalizante de "Desktop Publishing" e estava de partida para São Paulo, onde faria um estágio numa agência de propaganda. A recepção era num clube pequeno da cidade, já que eram poucos os formandos. Como sempre Cristina vestiu-se a caráter, o que a deixava deliciosamente "sex", chamando a atenção de praticamente todos da festa. Após muita bebida, percebi que Jeferson não tirava os olhos do decote de Cristina, em dado momento ela olhou para mim, levantando as sombrancelhas, como quem espera uma resposta, eu já meio alto pelas cervejas e caipirinhas que rolavam a vontade, balancei a cabeça, consentindo não sei o que. Somente quando estávamos em casa, Cristina contou-me o que aconteceu, e ira relatar a vocês. Cristina - Quando levantei-me para ir cumprimentar algumas amigas, Jeferson que estava andando pelo salão seguiu-me, após cumprimentarmos os recém chegados, Jeferson confidenciou-me estar super excitado por minha causa. Sorri marotamente e convidei a sentar-se conosco, pois eu e Sérgio estávamos sozinhos na mesa, e ele aceitou o convite imediatamente. Sentamos lado-a-lado de frente para Sérgio, pois a mesa era redonda e pequena. De repente as luzes apagaram deixando apenas o globo, "aqueles com pequenos pedaços de espelhos para refletir a luz", e começou a rolar uma seleção de músicas românticas para os casais apaixonados. Após algum tempo, Jeferson colocou a mão sobre a minha coxa, foi quando olhei para Sérgio perguntando se estava tudo bem, pensando que ele havia percebido o que estava acontecendo (coitado), o que confirmou com a cabeça. Eu, receosa, coloquei minha mão sobre o pênis de Jeferson que já estava em ponto-de-bala. Abri sua braguilha discretamente e comecei a masturbá-lo delicadamente para não chamar atenção. Eu usava um vestido de cotton de cor pastel, do tipo "estica-e-puxa", o que mostrava fartamente meus seios e os mamilos enrigecidos de tanto tesão, Jeferson com destreza, levantou vagarosamente o vestido e percebeu que eu não usava peça íntima, iniciando uma deliciosa siriríca. Por vez, eu suspirava baixinho de prazer enquanto o masturbava. O tesão era tanto entre nós dois que pós alguns minutos Jeferson gozou em minha mão, eu lentamente, para ninguém perceber, untei minha mão com seu esperma deixando-a encharcada, discretamente coloque minha mão sobre a de Jeferson que a esta altura já havia enfiado três dedos em minha buceta, empurrando-a mais para dentro de minha gruta. Minha excitação era tanta que gozei duas vezes com seus dedos hábeis. Nos recompomos rapidamente, e Sergio parecia indiferente. Fui ao toalete me lavar e ao retornar para a mesa, pedi as chaves do carro para Sergio, pois iria buscar uma carteira de cigarros, discretamente dando um pequeno chute em Jeferson. Quando estava no estacionamento, Jeferson apareceu, me deu um beijo de tirar o fôlego, apertando minhas nádegas contra seu corpo, forçando seu pênis contra minha buceta, o que retribui na mesma proporção e intensidade. Nessas alturas meu vestido já havia levantado mostrando minha bunda para quem quisesse ver. Olhei para os lados, e apontei para um pequeno espaço semi-iluminado existente entre uma Pik-up e o murro do clube. Chegando lá abaixei a parte de cima do vestido, ficando praticamente nua. Virei de costas para Jeferson, coloquei minhas mãos sobre o capô da Pik-up, abrindo bem as pernas, enquanto Jeferson gentimente começava a me penetrar, seu pênis era tão grande e duro que sentia-o encostar na parede de meu útero. A sensação de ser possuída por um pênis daquela proporção era deliciosa e intensa. Transamos de várias maneiras, e perdi a conta de quantas vezes gozei, parecia que estávamos fodendo à horas, mas haviam se passado apenas 15 minutos quando fomos surpreendidos por um garoto de rua que tomava conta dos carros. Voltamos rapidamente para a festa, que já estava no seu final, Jeferson entrou primeiro e sentou-se ao lado de Sérgio, enquanto eu conversava com algumas amigas, tentando disfarçar o ocorrido. Eram 01:00 da manhã quando decidimos ir embora. Dei um beijo de despedida em Jeferson que já estava mudando-se para a capital, por causa do estágio na agência de propaganda. Chegando em casa perguntei a Sérgio o que ele tinha achado, e qual não foi minha surpresa quando ele me disse que não havia percebido nada. Então relatei o acontecido com pormenores , o que o deixou extremamente excitado. Foi ai que ele deu a idéia: - Porque não vamos para o calçadão da praia, (local onde as prostitutas fazem ponto no Guarujá), e você se faz passar por uma piranha tentando arrumar clientes. Confesso que a idéia me agradou bastante, já que estava excitada por relatar a Sergio a trepada que havia dado com Jeferson. Ageitei a maquiagem, carregando um pouco para caracterizar minha nova profissão, enquanto Sergio tirava o carro da garagem. Ao chegarmos à praia, mandou-me que eu ficasse acenando para os carros que passavam afim de arrumar um cliente, enquanto ele estacionava o carro. Após meia hora, já havia parado três veículos, mas sinceramente estava com medo e estava aguardando pelo retorno de Sergio que estava demorando. Foi quando uma Saveiro de cor-vinho parou, e dentro dela, dois garotos com não mais de vinte anos. Pela janela do carro comecei a conversar com os garotos, que insistiam em saber o preço para uma brincadeira. Eu não sabia o quanto cobrar então chutei R$ 200, o que acharam muito caro. - É tia, tá muito caro, entra um pouco aqui para a gente negociar, se não entrarmos num acordo você pode sair a hora que quiser. Aceitei o convite, o rapaz que estava de passageiro saiu para que eu entrasse na Saveiro, deixando que ficasse no meio dos dois. Mal entrei no carro e o motorista começou a alisar minhas coxas, e o rapaz de passageiro acariciava meus seios, que já estavam rígidos de tesão. Conversamos sobre o valor da "foda" durante uns 10 minutos, e não fazia questão de ficar mais uma meia hora naquelas carícias. Já estava praticamente nua novamente, e como não aceitei as contra-propostas, permitiram que eu saísse do carro. Então tive a idéia de cobrar por uma "Chupetinha" ali mesmo, ao preço de R$ 100 para os dois, que aceitaram imediatamente. Pedi para estacionarem debaixo das árvores e que me dessem o dinheiro imediatamente, o que foi aceito sem pestanejar. Como já estava seminua, virei-me para o motorista que já estava de pinto para fora e comecei a chupá-lo, na posição que estava o passageiro aproveitou e começou a acariciar minha bucetinha. Não demorou muito até que o esperma inundasse minha garganta. Virei-me para o passageiro e disse: Agora e sua vez. E o mesmo ritual se repetiu, enquanto eu chupava um pênis, o motorista praticamente enfiou sua mão em minha buceta, que estava alarga de tanto tesão, e sinceramente estava doida para ser possuída pelos dois, mas estava esperando por Sergio. Após o gozo, que também inundou minha garganta, pedi para sair, no que fui prontamente atendida. Me despedi dos dois, ao mesmo tempo que fazia sinal para os carros que passavam. Havia se passado uma hora, e nada do Sergio, quando avistei nosso carro, instintivamente fiz sinal para que parasse. Qual não foi minha surpresa quando vi que Sergio estava acompanhado de um rapaz, que depois fiquei sabendo ser Claudio, um amigo de trabalho. Sergio gesticulou um sinal de silêncio discretamente, o que entendi perfeitamente. Claudio tem 33 anos, muito bonito, e é apenas conhecido de Sergio, pois o setor que trabalham são diferentes e distantes, por isso eu não o conhecia. Aproximei-me de Claudio, apoiando-me na janela do carro, perguntando se os gatinhos não estariam afim de uma trepada, e Claudio afirmou que sim, foi ai que Sergio falou: -"Entra ai gatinha, eu vou conversando com você ai atrás enquanto meu amigo dirige", pulando para o banco de trás. Abri a porta e entrei, Claudio perguntou por quanto sairia a transa. Sérgio mais que rapidinho disse que era por conta dele, e que se preocupasse apenas com as bebidas e o motel. Claudio concordou e perguntou para onde iríamos. Sergio sugeriu estacionar o carro num DRIVE-IN, até decidir. Durante o percurso fiquei totalmente nua e excitada, foi quando sentei no colo de Sergio que estava atrás do motorista, enquanto era possuída aproveitei para alisar o peito de Claudio que dirigia o carro. Ao chegarmos ao Drive-in, Claudio passou para o banco de trás, enquanto Sergio me enrabava, Claudio chupava meus seios enquanto eu o masturbava. Já havíamos nos apresentado formalmente, quando eu ordenei que trocassem de posição, pois estava ansiosa para ser penetrada por nosso convidado. Enquanto eu era possuída por Claudio, cochichei no ouvido de Sergio para que fôssemos para o Motel mais próximo. Sergio abriu a porta e foi fechar a conta da Drive-in, enquanto eu continuava trepando com Claudio. Seu pênis era deliciosa, eu gemia propositalmente para que Sergio escutasse, sem interromper a foda, Sergio passou para o banco da frente e nos levou para o Motel. Durante o percurso fui trepando com Claudio no banco de trás, meu tesão era tanto que só sai de cima daquele pênis delicioso quando paramos no guichê do Motel. Ao entrarmos no apartamento, fomos os três direto para a hidromassagem. Depois de um delicioso banho de espuma a três, fomos todos para a cama. Pedi para que Sergio ficasse sentado de pernas apertas na cabeceira da cama, enquanto eu ficava a sua frente de quatro iniciando uma deliciosa chupeta, arreganhando as pernas propositadamente para que Claudio me penetrasse. O que ele soube fazer com extrema destreza. Enquanto eu era possuída, aproveitava para gemer e gritar como era gostoso aquele pau na minha buceta. O ritmo de vai-e-vém ia aumentando com meu prazer, trocamos de posição várias vezes, uma hora eu chupava Claudio, outra Sergio, e assim foi durante quase uma hora. Foi quando Sergio deitou-se e pediu para que eu o cavalgasse (posição que eu adoro), atendi prontamente. Enquanto eu cavalgava, Sergio colocou as mão em minhas nádegas, mandando que Claudio penetrasse meu cuzinho. Confesso que era isso que eu queria a muito tempo. Claudio ajeitou-se atrás de mim, pediu para que Sergio tirasse seu pênis de minha buceta para lubrificar o seu, e facilitar a penetração. Quando Sergio retirou seu pênis, eu aproximei-me de seu rosto e confidenciei: - "Eu adoro ser possuída por dois", enquanto Claudio penetrava minha buceta eu gemia no ouvido de Sergio, instigando cada vez mais. "Nossa, que rola deliciosa; Empurra com força; Arregaça essa buceta". Com uma das mãos eu masturbava Sérgio, e confesso estar adorando aquela suruba. Claudio delicadamente retirou seu pênis, e antes de comer meu cuzinho, mandou Sergio invadir minha bucetinha. Enquanto ia me penetrando, eu dava pequenos saltos, tentando escapar maliciosamente. O que foi inútil em, um ataque rápido e certeiro, ele penetrou meu cuzinho sedento por rola fazendo-me gripar de prazer. Os espasmos eram inevitável, sentir dois machos dentro de mim era delicioso de mais. O pênis de Claudio acabara de arrancar as últimas pregas que eu tinha, e a sensação de prazer misturado com putaria me levava as alturas. Fui penetrada de todas as maneiras, sentada, de quatro, de joelhos, na beira da cama, em pé, mas confesso que um dos melhores prazer e ser chupada por dois homens. Enquanto um chupava minha buceta, o outro chupava meu cuzinho arrombado. Eram 05:00 da manhã quando fomos embora. Sergio deixou Claudio em casa, e eu pedi que me levasse de volta ao calçadão, (para disfarçar, é claro), pois ainda poderia trabalhar mais um pouco. No caminho para casa pedi para que Sergio, arrumasse mais dois ou três amigos, pois queria sentir a sensação de ser chupada por quatro homens, um chupando minha buceta; outro meu cuzinho, outro meus seios, e o último meus pés, e se possível mais um lambendo a palma de minha mão. Deve ser um prazer indescritível, e claro não perder a oportunidade de ser possuída por todos ao mesmo tempo. Caso esse fantasia se realize eu contarei da próxima vez. Beijos. Cristina & Sérgio 39 - DESPEDIDA " Conheci a Fatima atraves da internet, ficamos pelo menos 2 semanas nos correspondendo por e-mail e falando por telefone, ate que nos conhecemos pessoalmente. Ela morava em Piedade e eu em Copacabana, entao ela perguntou se eu nao queria ir a praia, pois ela estava indo no dia seguinte(domingo). Eu nao sou muito de praia, mas naquele dia estava louco para ir. Encontrei Fatima no local combinado sentamos num barzinho e conversamos um pouco, ela se mostrou logo muito timida, mas tudo bem...resolvemos ir para a areia e enquanto ela tirava o short jeans pude ver que tinha o corpinho perfeito...daquele momento em diante eu so pensava naquele corpo nu. Nao aconteceu nada naquele dia, mas continuamos saindo e cada saida eu investia mais..ate que saiu o primeiro beijo, mas estava dificil levar ela para cama...estava sempre inventando uma desculpa. O tempo foi passando e com duas semanas que estavamos saindo dei uma noticias nao muito agradavel para ela, disse que estava embarcando para os EUA dentro de um mes e que iria ficar uns dois anos por la a trabalho. Ela ficou triste e disse que era bom a gente nao aprofundar o relacionamento...foi um balde de agua fria, mas tudo bem, eu estava mesmo jah desistindo. Mesmo assim, ela nao parou de me ligar e entao vespera de viajar, no maior corre-corre da vida, para deixar tudo em dias no trabalho ela me liga. - Quero sair hoje com voce, disse ela. Nossa! aquilo era o que precisava ouvir. Mas ao mesmo tempo fiquei preocupado pois todo o dinheiro que tinha era "dollars" quando ela ligou para confirmar a saida, eu disse q estava sem grana...entao ela disse: vem para meu apartamento, pois minha mae vai dormir fora. Fui correndo para casa, tomei um banho e fui direto para o apartamento dela, comprei umas latinhas de cerveja e enquanto tomava, senti o tesao subir pela bundinha dela. Perguntei onde ficava o computador ligado a internet e, dizendo q queria conhece-lo, entao ela me levou ao quarto dela onde estava o "danado" e de la nao sair mais. Comecei a beijar e amassar aquela gatinha toda. Joguei ela encima da cama de solteiro e comecei a tirar a roupa dela que nessas alturas estava toda excitada. nao perdir tempo e fui chupando os peitinho ate chegar na buceta, que estava toda molhadinha, ela nao parava de mexer e gozou na minha boca....meu pau estava tao duro a ponto de explodir dentro da calca. Ela veio por cima de mim e fez aquele boquete delicioso antes de eu enfiar tudo na sua bucetinha....ela gemia e mexia no pau. Depois a virei de costa e passei a lingua no cuzinho dela e depois como quem nao quer nada eu comecei a meter na buceta por tras, proprositalmente deixei o pau escorregar e bater na entrada do cuzinho ela quis fugir, mas jah era tarde...,segurei-a pela cintura e fui forcando, ela nada dizia, quando estava todo dentro comecei a movimentar num entra e sai...Nossa!! seu esfincter anal apertava meu pau....e ela nada dizia so gemia...nao aguentando mais gozei desesperadamente dentro daquele cuzinho. Fiquei um bom tempo em cima dela e nao acreditava que por tras daquela timidez havia uma putinha na cama. Ainda trepamos mais uma vez e gozei na bucetinha dela. Cansado, desmaie na cama e so acordei no dia seguinte preocupado com a viagem e em arrumar a mala, corri para casa. As 5h da tarde estava no aeroporto pronto para embarcar para EUA. Fazem quatro meses que isso aconteceu e hoje, daqui dos EUA, agradecer a Fatima pela otima despedida. 40 - CHANTAGEM - I (BAC) " Esse é o primeiro conto de alguns outros desse tipo que vou escrever . Moro no Rio tenho 1,79m e sou moreno . Um dia estava sozinho em minha casa ha dois dias , entao resolvi ligar para uma amiga minha que mora bem perto de mim e disse que estava sozinho precisando de companhia Paula era muito gostosa tinha 1,68m , loira , olhos verdes , seios grandes e uma enorme e gostosa bunda . Uns 15 minutos depois ela aparece com uma camisetinha que dava para ver os biquinhos dos peitos e um shortinho de jeans bem apertado mostrando suas formas . Começamos a conversar e o papo chegou ate sexo .Paula foi me contando de seus namorados e de tudo que ja tinha feito . Logo percebi como ela era puta ja tinha dado para quase todo mundo e eu aqui nunca tinha aproveitado . Quando ela foi ate o bar pegar mais uma cerveja peguei ela dei um beijo bem gostoso ela gostou mas falou que não podia e voltamos a conversar . Tentei denovo depois de algum tempo perguntando se ela tirava a blusa p/ mim . Sem reação ela tirou e vi tive aquela maravilhosa vista de seus seios preso a um sutien . A coisa para o meu lado começou a melhorar perguntei se ela tirava o sutien ela disse que sim mas que eu teria que chupar . Não deu outra pulei ate ela e me acabei nos seus seios . Depois desabotoei seu short e arranquei sua calcinha . Ah , que buceta ... loirinha com varios pêlos bem clarinhos e toda molhadinha . Ja estavamos nus quando ela me pediu para comer seu cu . Percebi que ela estava me implorando e resolvi fazer uma chantagem ( queria aquela gata so p/ mim , e não comer ela de vez em quando ) . Peguei minha maquina fotografica e tirei varias fotos em diferentes posições que ela fez . Realizei o desejo de minha gata onde gozei forte em seu apertado cuzinho . Ela foi embora , e eu fiquei de ligar p/ ela no dia seguinte . Ela atendeu e perguntei se ela queria sair , ela falou que estava com dor de cabeça e ia ficar em casa . Fiquei revoltado e disse a ela que se ela nao fizesse o que eu mandase eu iria espalhar as fotos para todo mundo e colocar em todos os lugares que ela frequentava . Combinamos de se encontrar no shopping e ela me pediu as fotos combinei de entregar a ela todas as fotos em 10 dias se ela fazer tudo que eu mandar, depois de muita briga ela concordou . Sua primeira tarefa foi ir ate um banheiro e tirar sua calcinha e soutien e entregar a mim deixando seus seios bem soltos e eu podia colocar a mao dentro de sua calça sempre que dava tempo . Pedi a ela que fosse a uma loja de biquinis e exprimentase um fio dental e o comprei p/ futuras aventuras . Vou ficando por aqui mas aguardem mais contos dos meus desejos que fiz com Paula em varios lugares como na academia, praia e as aventuras com outras pessoas incluindo suas amigas e pessoas desconhecidas. Enquanto isso me escrevam. 41 - OFICINA MECANICA " Somos garotas da mais alta sociedade, sempre desfrutando de uma vida sofisticada e cheia de prazeres de nossa classe. Não faz muito tempo, aconteceu-nos uma aventura curiosa e resolvemos contá-la para os leitores de CONTOS ERÓTICOS, pois achamos muito excitante e fora do comum. Pedimos o favor de trocar nossos nomes. Estávamos passeando de carro á tardinha quando o motor começou a fazer um barulho estranho e o automóvel a ficar sem força até que parou. Tínhamos rodado a esmo e nesse instante nos encontrávamos na periferia de São Paulo. Com muito esforço conseguimos que o carro andasse de novo, e Gisele sugeriu que procurássemos um mecânico porque poderíamos ficar sem o carro, de noite, na rua, e até sermos assaltadas. Enquanto discutíamos , vimos um sinal escrito à mão, com piche, indicando uma oficina mecânica . Quando paramos meu carrão na porta, o mecânico já ia fechar. Gisele saltou do carro, com todo charme (ela é uma das cocadinhas mais colunáveis daqui), e começou a tentar convencer o mecânico, um cara alto, bem moreno e de cara fechada, a nos atender. Ele escutava o papo de Gisele com um cigarro aceso no canto da boca e uma cara atrevida, medindo-a de alto a baixo. A oficina era um vão só, muito grande, e tinha um sofá num lado. Eu saltei também, e, enquanto conversávamos, paparicando aquele homenzarrão, apareceu outro cara também vestido de macacão e procurando saber qual era a situação. Logo que soube, foi dizendo para o outro que consertasse o carro das gurias. Vi que ele piscava o olho e depois disse que só um imbecil teria coragem de negar. Fiquei com uma ponta de medo e olhei para Gisele. Ela entendeu meu olhar e, chamando-me de lado, disse que era melhor a gente fingir aceitar o jogo deles do que reagir. Podia ser pior porque o lugar era meio deserto e era menos perigoso a gente flertar com aqueles caras do que ficar sem carro e ainda ser assaltadas. Os caras também conversavam e riam, aparentemente entendendo nosso medo. O primeiro mecânico então disse que ia consertar o carro. Começou a trabalhar e nós, menos amedrontadas, sentamos no sofá. Então, o outro mecânico foi até a porta e fechou a garagem. Depois sentou-se ao lado de Gisele e começou acaricia-la, beijando-a com certa brutalidade. Pensei que minha amiga fosse reagir, mas ela entregou-se e correspondeu com entusiasmo às carícias e beijos do mecânico, que enfiou a mão no meio de suas coxas, abriu a blusa com a outra e começou a massagear o sexo de minha amiga e a lhe chupar os seios com sofreguidão. Gisele gemia e dava gritinhos excitados. Nervosa e excitada, não consegui ficar mais parada naquele sofá. Levantei-me e fui olhar o mecânico trabalhar. Ele saiu, de repente, de baixo do carro e segurou meus tornozelos. Fiquei parada e ele foi levantando e lambendo minha perna, presa em suas mãos ásperas e enormes. Lambeu até em cima, e na vulva ele deu um beijo quentíssimo, que me arrancou um ai de prazer. Com um rabo de olho, vi que Gisele e outro já estavam nus no sofá e transavam soltando os maiores berros e gemidos. Meu mecânico tirou minha roupa e o seu macacão. Depois abriu a porta do carro e fez com que eu deitasse de costas. Meu medo tinha desaparecido e uma enorme excitação tomara conta de mim. Aquele homem forte, suado e rude despertava sensações estranhíssimas em mim só com seu olhar forte. Então reparei no seu membro escuro e grosso. Eu nunca tinha visto um assim. Senti uma vontade imensa de que ele me penetrasse tive que me conter para não lhe pedir que o fizesse logo. Mas ele não parecia ter pressa. Montou em cima de mim no carro e começou a sugar e lamber meus seios, com uma sucção forte desde a base do seio e volteando a língua áspera nos mamilos de uma forma que eu nunca tinha experimentado antes e que era delicioso. Não pude deixar de gemer de prazer mesmo nesse embalo eu conseguia escutar minha amiga que berrava, berrava e pedia mais. Meu mecânico continuou a trabalhar com sua exímia língua, que era dura e quente, percorrendo meu corpo todo, e ao chegar ao meu sexo repetiu o chupão, que, sem a calcinha e mais com a enfiada de língua que deu, só faltou me enlouquecer. E soltei o maior grito. Gisele eu acho que estava num intervalo, porque deu uma risada debochada junto com o mecânico dela. Foi só o que consegui perceber, porque daí em diante fiquei louquíssima. Ele trabalhava com aquela língua enorme numa perícia incrível e eu dei pra gemer, soluçar e implorar que me fizesse gozar. Gozei várias vezes, e de repente me senti penetrada com toda a força, uma penetração quentíssima e bem justa como nunca tinha me acontecido antes, uma penetração sensacional, indescritível, mas tão deliciosa que tive um orgasmo intensíssimo loga aí, e vários orgasmo enquanto ele ia e vinha com vigor dentro de mim. Completamente desfalecida e tonta, fui sentindo seu membro esquentar mais ainda dentro de mim e tive mais um orgasmo, desta vez junto com ele, num clímax como nunca tinha experimentado, sentindo-me toda cheia, toda possuída. Ele ficou ainda algum tempo em cima de mim e quando se lenvatou meu deu um beijo tão quente na vulva que me estremeci toda num novo assomo de gozo. Ainda demorei um pouco a me refazer. Quando me levantei, vi que Gisele já tinha vestido e estava de pé ao lado do sofá. O mecânico dela estava deitado de barriga para cima e ainda nu. Consegui perguntar ao outro se o carro estava pronto, enquanto catava as peças de minha roupa para me vestir. Ele disse que sim e que se a gente quisesse podia ir embora, com um sorriso malicioso. Chamei Gisele e entramos no carro. Eu dei a partida e arrancamos, nem sei como, porque estava fraca e tonta, e em cerca de cem ou duzento metros o carro votou a dar o mesmo defeito. Olhei para Gisele, que estava pálida e desfeita, mas arrumava o cabelo com um ar de satisfação no rosto. Ela falou que o jeito era a gente voltar lá, e que cara era essa minha, se eu pôr acaso tinha achado ruim. Eu dei risada e disse que muito pelo contrário, e ela então falou para gente voltar logo que, quem sabe, podíamos até tomas uma nova dose. Quando entramos com o carrão na garagem, os dois mecânicos estavam rindo. Tinham feito tudo de propósito. O meu mecânico foi logo dizendo que já sabia o que era, que eu estava querendo um novo ajuste na máquina, com um olhar bem atrevido. Fiquei sem graça e muda, sem saber o que dizer. Minhas pernas ainda tremiam e eu pensava que bastava aquele homem enorme encostar em mim para eu vira geleia. Minha amiga começou a rir maliciosamente e perguntou se o serviço ia ser igual. O outro mecânico falou que ali se fazia tudo conforme o gosto do freguês mas como ela tinha perguntado ele ia dar uma outra calibrada nela. Gisele apertou meu braço, excitadíssima . Eu nunca a tinha visto assim. Ela é uma garota de muita classe. Mas quando o mecânico falou essa coisas, ela foi logo perguntando como era e ele disse que agora iam trocar, ela ficava no carro e eu saía. Senti a mão do meu mecânico no meu braço e saltei. Enquanto ele tirava minha roupa com calma, vi o outro deitar Gisele de bruços na beira do assento dianteiro do carro e começar a lubrificar seu anus e mordiscar suas nádegas. Gisele dava uns gritinhos e suspiros de prazer. Meu mecânico começou a me bolinar mas não pude tirar o olho do outro casal. Depois que ele lubrificou bem o anus de Gisele, ele se afastou e passou graxa fina no seu membro. Gisele esperava com as nádegas empinadas e as coxas bem abertas. Quando ele enfiou o pênis entre suas nádegas, ela soltou um suspiro profundo de puro prazer. Neste momento, meu mecânico mordeu meu monte de Vênus e eu soltei um grito. Ele me levou até o sofá e me possui outra vez, empurrando minhas pernas para trás, num posição em que a penetração foi bem mais profunda. Depois que atingi um orgasmo alucinante, ele me fez sugar seu lindo pênis, o que fiz com gratidão, levando-o a mais um orgasmo. Saímos tarde e exaustas da oficina. O carro desta vez estava perfeito. Isso aconteceu há poucos dias. Ainda estamos nos refazendo para voltar àquela oficina de mecânicos tão peritos. Úrsula, São Paulo, SP. 42 - UM É POUCO, DOIS É BOM E TRES É O MAXIMO " Eu e Marta somos casados há mais de 5 anos. Nossa vida sexual nunca foi grande coisa, até que ela um dia me confessou que era doida para ser currada por vários homens ao mesmo tempo. Eu a princípio rejeitei a idéia, mas com o tempo a imagem de ver minha esposa sendo fodida por dois ou três homens juntos foi me deixando cheio de tesão. Dias depois confessei a ela que topava a parada, mas teria que ser a meu modo. Ela não poderia nem escolher os machos, seria eu quem o faria. Ela topou e eu planejei tudo. Fomos a um estádio de futebol, para um clássico regional. Marta sabia que ali, no meio daqueles torcedores suados e um pouco embriagados que diziam palavrões estariam seus algozes. Percebi um grupo de quatro negros, todos fortes, que pareciam estarem juntos. Puxei Marta pelo braço e me posicionei bem na frente deles, com minha esposa ao meu lado. Pouco tempo depois percebi que um deles já havia notado Marta, e eu então a abracei por trás, tocando levemente em seus seios, mas o suficiente para que o homem notasse. Marta olhou para ele, sorriu, e depois virou-se novamente para a frente. Depois de algum tempo, mudamos de posição, e ficamos ao lado de outro do grupo. Marta, muito sacana, fingiu que ajeitava a fivela do sapato enquanto mostrava fartamente os seios sem sutiã ao homem que, sem acreditar, me olhou. Marta, sorrindo, disse: "Não ligue, ele gosta." A partir daí os homens deixaram de se interessar pelo jogo. Um deles sentou-se atrás dela, enquanto o que estava ao seu lado se aproximava um pouco. Ele tocou de leve em sua mão, e Marta levantou dizendo a mim: "Querido, onde é o banheiro?" Eu respondi: "Peça aos cavalheiros que te acompanhem até o masculino, eles ficarão vigiando para que ninguém entre enquanto você está lá". Dito isso, Marta seguiu com os quatro, e eu segui alguns instantes depois. Entrando no banheiro masculino, deparei-me com minha esposa segurando o pau de um deles, enquanto outro a beijava, um terceiro batia punheta perto de seu rosto e o quarto começava arriar seu short. Logo este último começou a comer a boceta de Marta por trás, enquanto ela abria a boca para receber o esperma do que batia punheta. Ela engoliu o que pôde, enquanto parte molhava seu rosto e seu cabêlo. Enquanto isso o que a comia por trás também já gozava, e outro enfiava o pau em sua boca. Marta gemia e urrava de prazer, gozando várias vezes seguidas, punhetando um, chupando outro, sendo fodida por um terceiro, enquanto um outro tentava enfiar no seu cuzinho puxando-a para seu colo. Marta gritou quando a cabeça passou, mas logo ele já botava e tirava com facilidade no buraquinho dela, ao mesmo tempo em que outro metia em sua boceta e ela alternava a chupeta nos dois restantes. Marta gozava seguidamente, e o que comia seu cu gozou também, seguido do que metia em sua xoxota. Os dois "desocuparam" os orifícios de minha esposa, que logo era esporrada na cara mais uma vez e depois de novo, pelos que estava chupando. Depois ela caiu no chão sujo de gala e suor, quase desfalecida. Os homens saíram, em direção às arquibancadas, e eu ainda me deitei sobre ela, lambendo cada gota do esperma que escorria de seu cu e de sua boceta, beijando-a avidamente para provar um pouco mais daquilo e finalmente eu a comi ali mesmo, antes de irmos embora. Depois disso Marta ficou viciada e eu também. 43 - A PRIMEIRA VEZ DE CLAUDIA " Minha esposa é tarada por dar a bundinha (leiam o conto 875), e hoje vou contar como foi a primeira vez que comi seu delicioso traseiro. Tínhamos combinado um jantar em sua casa. Ao chegar, eu quase não acreditei no vi. Claudia estava com uma blusa preta, transparente e uma mini-saia preta, justa ao corpo. Percebi, no ar, seu perfume, seu cheiro de fêmea e sexo. Sob sua blusa dava para ver os biquinhos de seus seios durinhos, o suficiente para já deixar o meu pau duro. Após entrar, ela me serviu um vinho. Sentamos no sofá e ao me baixar para pegar um guardanapo que havia caído (acho que jogado propositadamente por ela) vi a melhor paisagem que um homem pode ver em uma mulher quando ela esta de saia, as suas calcinhas, ela estava com as pernas entre abertas e vestia uma meia preta com cinta liga e uma pequena calcinha branca, transparente, que premitia ver perfeitamente os pelinhos de sua buceta. Cheguei mais perto e pude ver os lábios vaginais, ela abriu mais as pernas, e eu tive uma visão melhor daquela paisagem. Comecei a lamber as pernas. Enquanto isto, minha mão á se encontrava em sua buceta, já toda molhadinha. Fazia movimentos circulares em sua pele enquanto dava mordidas em suas coxas. Aproximei meu rosto para esfregar na xotinha, tocando a língua levemente no clitóris antes de enfia-la na grutinha úmida. Ela começou a remexer-se enquanto meus dedos entravam na grutinha. Minha língua brincava em sua xaninha ,subia e descia, girava, apertava. Ela não resistia ao prazer, gemia alto, mas parecia querer gozar naquele momento mas, ela gemendo falou que tinha uma surpresa. Levantou e tirou de uma gaveta um gel lubrificante. Meu olhos brilharam, imaginando o que seria a surpresa. Claudia, entregou o tubo na minha mão e disse que hoje eu iria experimentar o que mais desejava. A Claudia ficou de bruços e, ainda colocou um travesseiro para sua bundinha ficar empinada, abri ao máximo suas pernas deixando bem a vista seu delicioso cuzinho. Afastei a calcinha, acariciei as nádegas e o cuzinho, e ela reagiu empinando, mais ainda, a bundinha. Com a língua comecei a brincar com o seu cuzinho, enfiando e tirando a língua sem parar. Lentamente, passei com o dedo bastante creme no cuzinho, lubrificando também meu pau. Preparando a penetração, esfreguei a cabeça nas bordas do cuzinho de Claudia só para provoca-la. Empurrei, forcando a cabeça contra o cuzinho, ela deu um gemido mais alto. Gemendo, pediu para que eu a comesse com carinho e tesão. Devagar, fui entrando cada vez mais seu buraquinho. Ela começou gemer, dizendo que estava doendo. Parei e comecei a tirar. Só que ela falou que não queria parar, queria ir ate o fim. Então comecei a acaricia a sua xotinha e ela foi relaxando e o cacete entrou todo no cuzinho virgem de Claudia. Ela gritava e gemia as vezes parecia que iria tirar a bunda. Mordia uma almofada, e eu com o pau todo dentro do cuzinho, me movimentava lentamente, para que ela fosse se acostumando. Ela começou a rebolar e fomos aumentando o ritmo. Comecei então o movimento de entra e sai, primeiro devagar depois fui aumentando o ritmo até dar fortes estocadas em minha gostosa namorada. Ela empurrava bundinha contra meu pau, gritava e gemia. Sentindo que ela já estava acostumada, que não iria machuca la, comecei a comer com mais vontade. Disse, que mesmo sem violência, eu iria arregaça la, romper todas as preguinhas. Claudia começou a gritar de prazer: ' Vai fundo, vai forte, enfia tudo, rasga meu cú!!'. Ela gritava, gemia de dor e-ou prazer, estava querendo ser fodida, rasgada, a perder todas as pregas do cuzinho virgem. Ao se sentir totalmente preenchida, Claudia passou a rebolar, a estocar a bundinha para trás, para me receber por completo, esquecendo que seu cú a poucos minutos nunca tinha experimentado nada. Minha bolas batiam na bundinha lisinha dela, que rebolava feito louca. Eu no entra e sai mais gostoso da minha vida enchi de porra aquela linda bundinha que ate alguns minutos era virgem. Hoje, como vocês já sabem, continuo comendo a bundinha de Claudia. Na realidade, se não transamos anal, Claudia não considera uma transa completa. Escrevam.... 44 - SOU MORENINHA, TIPO MINGNON " Eu tinha 14 anos de idade quando dei minha bocetinha pela primeira vez. Sou moreninha, tipo mingnon, mas tenho pernas grossas e bundinha arrebitada. Sempre gostei de sacanagens, mas nunca tinha passado disso até aquela vez. Foi com Fábio, meu vizinho, de 27 anos de idade. Ele não era bonito, mas tinha muita sensualidade, e me fazia pensar em coisas sempre. Eu sempre que podia provocava os rapazes do prédio. Umas vezes com biquinis, antes ou depois de ir à praia, outras com shorts minúsculos ou coisas assim. Fábio era o que mais correspondia, mas nunca havia tentado nada. Vinha voltando da praia, e vestia um short curtíssimo e por cima só a parte do biquini. Chamei o elevador e, para minha surpresa, Fábio chegou para usá-lo também. Imediatamente comecei as provocações, insinuando-me com movimentos eróticos ao som de É o Tcham que tocava. Fábio não se fez de rogado e ficou me olhando quieto. Em seu rosto uma expressão cafajeste que me deixou mais excitada ainda. Vi pela bermuda que usava que seu pau estava ficando duro, mas disfarcei. Ele, não. Olhando para mim alisou aquele mastro e perguntou se tinha gostado da praia. Respondi que sim, e o elevador chegou. Lá dentro, Fábio ficou perto, e pude sentir sua respiração ofegante junto a mim. Virei-me de costas, com o pretexto de olhar pela janelinha do elevador e, poucos segundos depois senti que ele estava próximo pelo calor que sua respiração jogava no meu pescoço. Esperei que, como os outros, ele encostasse o pau em mim, mas aí ele me surpreendeu. Encostou a boca no meu ouvido e disse: "Puta." Virei-me para reclamar mas me deparei com Fábio segurando o pau, com a bermuda aberta. A cabeça latejava, enorme, e ele continuava me olhando. Pensei em protestar mas Fábio foi mais rápido: Me abraçou forte e me beijou, enfiando sua língua grossa e ágil em minha boca. Senti minha boceta ficar úmida imediatamente. Quando chegamos no andar, Fábio guardou o pau e me puxou para o apartamento dele. Lá, sozinhos, voltou a me beijar e me chamar de puta. Tirou o pau prá fora e mandou que eu chupasse. Fiz-me de rogada, a princípio, mas ele sabia que eu já havia feito isso antes. Abaixou minha cabeça com força e mandou que eu chupasse. Chupei, mamando deliciosamente aquela pica, e ele ficava me olhando. De vez em quando parava, olhava pra ele que dizia: - Vai, puta. Chupa logo que eu quero gozar! Eu continuava, até que senti seu pau mais duro e grosso, e depois jorrou em minha boca seu esperma quente e viscoso. Engoli tudinho, e ainda lambi seu pau todo até ele ficar limpo de novo. Mas Fábio queria mais. Disse que iria meter em mim ali, naquela hora. Disse a ele que era virgem mas ele não quis saber. Deitou-me e arrancou o short que eu usava, junto com o biquini, deixando-me nua da cintura pra baixo. Veio devagar e começou a lamber minha bocetinha, e eu comecei a gemer. Logo, logo, estava prestes a gozar mas aí ele parou. - Não pára, não pára - pedi. Mas ele, rapidamente, encostou a cabeça do pau em minha boceta. Fechei os olhos e senti que ele me invadia. Doeu, mas logo ele conseguia e eu pude sentir aquilo tudo entrando e saindo de minha bocetinha, cada vez mais forte, uma sensação deliciosa. Fábio suava e me chamava de puta, dizia que eu era a vadia dele e que faria comigo o que quizesse. Logo seu pau endureceu mais um pouco e senti mais do seu líquido, dessa vez na minha xoxota. Ele tirou antes que eu gozasse, e veio lambendo de novo. Aí, não aguentando mais, gozei. No dia seguinte descobri que Fábio estava de mudança, e depois nunca mais o vi. 45 - O BANHO DA VIZINHA " A história que vou contar aconteceu comigo a alguns anos atrás e até hoje quando lembro dos fatos fico morrendo de tesão. Sou um homem casado, 32 anos, bem estruturado no casamento e nunca tive a necessidade de buscar novas aventuras pois minha esposa sempre conseguiu atender a todos os meus desejos sexuais. Morávamos no centro da cidade num edifício onde os moradores mal se cumprimentavam, para falar a verdade eu mal conhecia os vizinhos do mesmo andar de meu apartamento. Certo dia, quando eu estava saindo para o meu trabalho, encontrei na porta do elevador um casal, que até então eu nunca tinha visto, ele era um rapaz de mais ou menos uns 25 anos e ela uma loira, aparentemente de mesma idade, simplesmente linda, corpo bem feito, cabelos longos, olhos azuis, seios fartos e uma bundinha maravilhosa. Ela estava com uma mini saia justa, salto alto e uma blusinha toda colada no corpo que realçava sua cintura e seus belos seios. Fiquei babando de tesão por aquela mulher, cumprimentei-os e fui gentilmente retribuído pelos dois que logo foram me dizendo que haviam se mudado para o apartamento de frente ao meu fazia pouco tempo. Meio sem saber muito o que dizer diante daquele monumento de mulher, simplesmente convidei-os para nos fazer uma visita para nos conhecermos melhor. Descemos juntos no elevador e eles foram para um lado e eu para outro. Ao sair da garagem com meu carro ainda pude vê-los na frente do edifício e pude contemplar aquela maravilha de mulher e discretamente pude notar suas belas coxas e que coxas. Passaram-se alguns dias e nunca mais tive a chance de ver aquele avião de mulher. Certa noite eu e minha esposa tivemos uma surpresa, tocou a campainha de nosso apartamento e ao abrir a porta deparei com uma gratificante surpresa, era o Marcelo e a Márcia (era o nome deles), nossos novos vizinhos que vieram nos fazer uma visita, ela estava simplesmente arrasadora, novamente de mini saia e totalmente sensual. Convidei-os para entrar e ficamos conversando por muito tempo. Discretamente, de vez em quando, eu dava uma olhadela nas coxas da Márcia que conversava com minha esposa e estava no sofá de pernas cruzadas. Em minha cabeça não passava outra coisa senão a idéia de um dia poder transar com aquele avião mas de forma alguma podia me arriscar a nada pois minha esposa é extremamente ciumenta e certamente o marido da Márcia não iria concordar com nada. Muito bem, mais alguns dias se passaram e numa bela tarde (eu estava sozinho no apartamento, minha esposa havia saído para fazer algumas compras no shopping com as crianças) tocou a campainha, fui atender e quase tive um troço, era a Márcia somente enrolada numa toalha, ainda com os cabelos molhados, veio me pedir ajuda para consertar o chuveiro pois ela estava tomando banho e a água não esquentava. Que maravilha, ela me disse que o Marcelo estava trabalhando e só chegaria à noite. Não pensei duas vezes, voei para o apartamento dela para ajudar aquela maravilhosa mulher. Chegando lá constatei que era apenas o disjuntor que estava desligado (acho até que foi proposital). Eu já ia me retirando mas ela me disse para eu aguardar ela tomar banho que ela queria me agradecer melhor. Fiquei na sala durante uns quinze minutos imaginando aquela mulher em meu braços, eu já estava de pau duro só em imaginar que ela estava todinha nua em baixo do chuveiro. Eu estava sentado no sofá da sala quando ela veio do chuveiro, meu Deus, que loucura, ela estava usando apenas um baby dool totalmente transparente que deixavam ver uma minúscula calcinha branca por baixo e podia ver os bicos de seus seios quase perfurando o fino tecido. Ela sentou-se ao meu lado, cruzou as pernas, mostrando suas lindas coxas e me disse com voz sensual: "Não era isso que você estava imaginando?". Fiquei meio sem saber o que dizer e antes que eu esboçasse qualquer reação ela pegou na minha mão e colocou sobre a sua coxa e disse: "gosta? pode pegar, hoje elas são suas, eu sei que você quer." Imediatamente, sem dizer nada, comecei a beijá-la e pude sentir sua língua gostosa percorrendo toda minha boca, aos poucos comecei a acaricia-la e a sentir todo seu corpinho quente entre minhas mãos. Passei a chupar seus seios e seus biquinhos que quanto mais eu chupava mais eles cresciam. Tirei seu minúsculo baby dool e deixei-a somente de calcinha e comecei a chupa-la inteirinha, eu podia sentir seu belo corpinho totalmente arrepiado. Coloquei minha mão por dentro de sua calcinha e com meu dedo médio penetrei sua bucetinha totalmente molhada. Ela tirou a minha roupa, pediu para eu sentar no sofá e começou a chupar meu pau com toda delicadeza. Ela fazia algo incrivelmente gostoso, começava a lamber meu saco e ia subindo até a glande de meu pau e quando chegava na ponta do meu cacete ela abria e boca e engolia ele inteiro, eu podia sentir sua garganta e olha que sou bem dotado (20cm), quase gozei em sua boca por diversas vezes mas segurei ao máximo. Coloquei ela deitada no tapete da sala, tirei sua calcinha com os dentes e comecei a chupá-la bem devagarinho, eu dava pequenas mordidas nos seus lábios e enterrava minha língua naquela buceta gostosa e totalmente molhada. Ela gemia feito louca quando eu fazia isto e pedia cada vez mais. Minha surpresa foi quando ela gozou em minha boca, foi um gozo prolongado e enquanto gozava ela segurava minha cabeça com as duas mãos e pressionava contra sua bucetinha e começou a gritar feito maluca. Fez um escândalo que nunca tinha visto nada igual, tenho certeza que todos os vizinhos devem ter escutado, cheguei a ficar com medo, mas pensei : "para quem já está no inferno não custa dar um abraço no diabo" e fui em frente. Depois que ela gozou alucinadamente ela me colocou sentado no sofá e se posicionou em cima de meu cacete que a estas alturas parecia que iria explodir de tanto tesão. Ela começou a penetrá-lo em sua bucetinha e começou a cavalgar sobre ele com uma maestria incrível. Enquanto ela literalmente me comia eu mamava em seus lindos seios. Ela gozou novamente da mesma forma. Coloquei ela de quatro à minha frente e comecei a penetrá-la lentamente, ela pedia que eu enterrasse tudo em sua bucetinha. Cumpri as ordens e enterrei tudo, o máximo que podia. Após muitas penetrações não agüentei mais, tirei meu pau para fora e gozei em sua bundinha inundando-a. Fomos para um banho a dois onde muitas outras loucuras aconteceram e na hora de ir embora, ao nos despedirmos na porta do apartamento dela, ela me deu um longo beijo e me disse: "obrigado por me ajudar, você foi muito gentil". Transamos ainda outras vezes depois disto mas um dia eles tiveram que se mudar do apartamento e nunca mais vi a minha linda e gostosa vizinha que hoje tenho saudades. Se você também é muito gostosa e quer ter uma aventura com um moreno bonito, gostoso, bem dotado e com muito tesão para dar e que sabe arrumar um chuveiro como ninguém, escreva, estou te esperando. 46 - PRIMAS, ETERNAS TENTAÇÕES " Sempre tive um tesão enorme por uma prima apenas um mês mais nova que eu que vou chamar de Andréia. O que lhe faltava em altura sobrava-lhe em tesão, com 1,60 de altura, um belo par de pernas e dois seios sob medida para minhas mãos ela me enlouquecia sempre que a via. Devido a nossa idade sempre fomos amigos e confidentes um do outro, apesar de sonhar em possuí-la, mas ficava na minha, pois não sabia se o sentimento era recíproco. Vamos a história. Combinamos de ir a uma festa juntos em uma danceteria que ficava próxima a sua casa, chegando no seu apartamento ela me atendeu ainda molhada do banho. Esperava encontrar meus tios, mas ao perguntar deles Andreia me disse que tinham um casamento numa cidade próxima e iriam dormir por lá mesmo. Ainda sem segundas intenções esperei na sala enquanto ela vestia-se com a porta aberta em seu quarto conversando comigo sobre alguns assuntos banais, mas a curiosidade estava me matando, e pensei em espiar.Ao me aproximar ela saiu do quarto repentinamente obrigando-me a projetar o corpo em direção a cozinha disfarçadamente, mas deu pra ver que ela notou, pois ficou num silêncio tão repentino quanto sua saída do quarto. Para minha sorte ela olhou-se no espelho do corredor e não gostou da roupa, sei que ela acabou saindo do quarto de langerie enrolada em um lençol para buscar a roupa da irmã. Brincando eu pisei no lençol dela deixando-a monumentalmente semi-nua em minha frente. O que ela disse depois lembro até hoje: - Você só come com os olhos é? Aquilo foi totalmente inesperado, fiquei sem resposta enquanto ela continuou a tragetória. Um impulso me levou até o quarto da irmã dela e agarrei aquela cinturinha beijando logo seu pescoço sussurrando o quanto ela estava tesuda. Numa pequena e passageira crise de consciência ela perguntou se achava que a gente deveria fazer aquilo, mas ela já retribuia meus beijos. A minha linda priminha já estava com o vestido bordô da irmã o q atrasou um pouquinho o começo da diversão. Já seminua ela me levou para o quarto dos meus tios, onde me joguei e fiquei observando a cena mais bela da minha vida, os seios de Andréia escapando do sutiã. Não aguentei o resto do strip e arranquei sua calcinha e grudei a boca naquela bucetinha linda e virgem arrancando gemidos e palavrões que nunca imaginava ouvir da minha prima. Depois de alguns pedidos eu finalmente tirei meu pau da calça, o que lhe deixou meio espantada, creio que não pelo temanho, mas eu sabia que ela nunca tinha feito aquilo e eu teria que tratá-la com carinho. Delicadamente botei-a sentada em cima de mim aonde recomeçaram os gemidos, logo ela começou a gritar seu gozo aos quatros ventos fazendo com que eu liberace uma porrada deliciosa naquela buceta cheirosa. Sem dizer uma letra nós nos abraçamos enquanto acariciava seus seios, e que seios, eram mais maravilhosos que os de qualquer atriz pornô. Resolvemos ir pro chuveiro, presos no box ela pediu para retribuir minha chupada, acho que não preciso dizer a resposta. Aquela boquinha quente foi o suficiente para levantar meu pau novamente, pedi pra enfiar meu pau naquele cuzinho lindo já com o dedo dentro. Ela pediu delicadeza novamente, comecei a botar meu pau fazendo-a urrar de dor, tirei e passei um pouco de condicionador para deixá-lo mais escorregadiu. Foi um santo remédio, rolou um vai-e-vem leve e apertadinho. Quando comecei a ficar um pouco mais ofegante ela pediu para acelerar para a gente gozar juntos. Ela gozou um pouco antes, logo ela perguntou se eu já havia gozado, disse que não, o que fez com que ela tirasse o cuzinho do meu pai e o abocanhace, a mordidinhas ela despertou outro gozo maravilhoso, engolido gentilmente pela minha querida Andreia. Isso não tem um ano, e mantemos boas trepadas até hoje, sem que nossos pais sequer desconfiem do quanto gostamos de ir para chácaras e veraneios juntos, tudo vai bem, por enquanto. 47 - SEDSEX - SERVIÇO DE SEXO EXPRESSO " Antes de qualquer coisa: - Viva Taffarell !!!!! Dá-lhe Brasil... Bem, vamos ao que interessa. Gostaria de começar parabenizando-os por está home-page ma-ra-vi-lho-sa!!!! Sinceramente não há nada de melhor na internet, nem mesmo as homes com fotos eróticas, o bom da coisa mesmo é poder imaginar as situações que são narradas com detalhes e um imenso tesão por quem as viveu... dificilmente passo um dia sem ler as histórias contidas aqui, e hoje resolvi dar uma pequena contribuição, espero que todos os navegadores apreciem... Tenho 28 anos, moreno, 1,88m, 88kg., cabelos crespos curtos, peito definido peludo, pernas grossas bem torneadas pelo ciclismo, cabeludas, dote de 21,5cm, simpático, romântico e acima de tudo 100% pronto e ativo para viver uma aventura sexual a qualquer momento... Trabalho na grande Porto Alegre, tenho um escritório de representações um pouco afastado do centro, e como nosso ramo exige visitas constantes a clientes seguidamente fico sozinho por algumas horas aqui. Não sei se está sendo assim em todo Brasil, mas por aqui a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos começou há algum tempo a admitir estagiárias para o serviço de entrega de correspondências, são as nossas carteiras... E estão caprichando na seleção delas, pois tem cada "galetinho" trabalhando na rua... e para minha sorte, um dia apareceu por aqui uma delas entregando as cartas. Olhei-a de cima abaixo, vestia o uniforme dos Correios, a calça azul, a camisa amarela e carregava a sacola com as cartas... Era uma gatinha de uns 17 anos, pele branquinha, cabelos pretos lisos compridos até a cintura, não consegui ver direito sua bundinha, pois a sacola escondia e ela usava a camisa para fora das calças, porém fiquei encantado com seus seios médios, principalmente por ela usar um sutiã preto (!) que aparecia sob o fino tecido de sua camisa amarela... seu sorriso também muito encantador e sua doce voz me enfeitiçaram de imediato... Assinei os protocolos de entrega e aproveitei para perguntar seu nome. - Juliana, e o teu? - João Batista. - respondi. Feitas as apresentações ela disse que estava com muito serviço e que precisava ir, e se foi... A cada dia que passava eu ficava ancioso aguardando o momento de minha ninfetinha chegar para entregar a correspondência, fomos nos tornando amigos, ela já demorava um pouco mais conversando comigo, descobri que tinha 16 anos, estava no segundo ano do segundo grau, morava somente ela e a mãe (34 anos), mais ou menos umas quatro quadras de onde fica o escritório. Juliana chegava sempre sorridente, e falavamos sobre tudo, até que um dia ela chegou triste, estava magoada com o namorado que havia terminado o namoro. Eles já namoravam há algum tempo, e o namoro terminou de uma forma repentina, sem razões aparentes. Comecei a indagar um pouco mais, até que ela foi se abrindo aos poucos dizendo que eles namoravam mas não tinham transado, até uma semana atras, quando de tanto ele insistir e ameaçar terminar o namoro ela acabou cedendo. Disse a ela que ela tinha errado muito, pois se ele realmente a amasse jamais faria esse tipo de chantagem emocional com ela, e que no momento em que ela fraquejou e abriu-se para ele, ele havia conseguido o que queria e daí resolveu pular fora... Falei que os garotos de sua idade só se preocupam em "comer" as gurias, sem que valorizem o sentimento existente numa relação íntima, e que com certeza sua primeira experiência não deve ter sido muito boa, devido à inexperiência dos dois. Ela concordou dizendo que não havia sentido prazer, aquilo tudo que algumas amigas contavam que sentiam ela não soube o que realmente é, pois só sentiu dor e um grande sentimento de culpa. Contou que com sua mãe ocorreu a mesma coisa, aos 17 anos ela namorou um rapaz que a fez mulher, e depois de um tempinho foi embora, deixando-a grávida... Depois que falou bastante, desabafou, sentiu-se melhor, disse que eu era realmente um grande amigo, despediu-se de mim com um beijinho no rosto... foi a primeira vez que fez isso! Passados alguns dias, numa sexta-feira já no final do expediente, todos os outros já haviam ido embora, e eu fiquei aqui navegando pela net, e é claro estava nos Contos Eróticos... Lía os textos cheio de tesão, recostado na cadeira e com a calça abaixo dos joelhos enquanto acariciava meu pênis lentamente... Foi quando escutei passos apressados, de alguém que vinha entrando correndo aqui, só tive tempo de me virar na cadeira giratória e esconder minha nudez parcial sob a mesa... A tela do pc continuou como estava, e é claro minhas calças também... Era Juliana que entrava apressada, com um envelope de Sedex na mão dizendo que havia esquecido de entregar-me naquele dia, e o chefe no correio disse para ela vir entregar de qualquer jeito no mesmo dia... Disfarcei e peguei rapidamente o recibo paa assinar, entreguei a ela e já estava dando tchau, quando Juliana sentou-se e começou a puxar assunto... Fiquei petrificado, assustado devido minha condição: continuava com as calças abaixados até o joelho, meu pau em vez de amolecer começou a ficar mais duro ainda, eu pensava numa forma de virar-me e minimizar a tela, mas nada fazia com que eu mantivesse a calma. Ela não estava mais de uniforme, pois estava indo direto para o colégio, usava uma calça fusô branca, e uma mini blusa de alcinha cor de rosa... estava sem sutiã, com os biquinhos arrepiados e aparecendo desafiadoramente por causa de sua respiração ofegante. Ela deu uma risada alta, uma gargalhada quando viu o que estava na telinha, o cabeçalho bem grande e colorido dos Contos Eróticos, e o título do que eu estava lendo "Renatinha Ninfetinha do Titio..." (aliás as histórias dela são as minhas preferidas disparado)! Levantou-se e aproximou-se para ler o texto, foi quando ela percebeu que eu estava semi-nú. Olhou para meu cacete, fixou o olhar, tentei-me desculpar-me dizendo que ela havia me pegado de surpresa... Juliana não falou nada, nem um sorriso sequer, mas também não mostrou indignação, e aquela situação toda me excitava ainda mais, e tive uma ereção fulminante, imediata, meu pau atingiu seu ápice, com a cabeçona lisa e brilhante batendo na parte de baixo da mesa... começou a pulsar, pulsar, pulsar... dava pulos e cada vez que batia sob a mesa fazia um barulhinho... Juliana tornou a olhar para a telinha e leu um trecho do conto em voz alta... uma parte em que Renatinha conta que seu tio a levou em uma boate e uns 20 homens a bolinaram... Aquilo foi demais para mim, virei a cadeira e puxei Juliana para meu colo... Ela sentou-se, atirou-se para tras fechando os olhinhos e abrindo a boca pediu baixinho um beijo... Beijei, lambi, chupei sua língua, seu rostinho, sua orelhinha... Juliana estava entregue... vencida ou vencedora? Isso não importava para nós, e sem pestanejar afastei sua alcinhas para os lados deixando à mostra um lindo par de seios, rosados, com os biquinhos pequenos, quase não os tinha, caí de boca neles... Juliana gemia baixinho, arranhava minhas costas sobre a camisa... agarrou meu pau com sua mãozinha delicada e desajeitadamente começou a movimentar para cima e para baixo... A nossa cadência ía de acordo com o balanço da cadeirinha, abracei-a com força, levantei-me e coloquei-a deitada no sofá de três lugares da recepção... Juliana permaneceu lânguida, atirou os braços para tras e me chamou de amor... Ataquei seu pescoçinho, novamente seus seios, não tirei totalmente sua blusinha de alça, desci até o umbiguinho e brinquei nele... lambí seu ventre tirando de minha ninfetinha o mais profundo suspiro, o mais sonoro gemido, um "ai" tão gostoso que para mim já bastava ter chegado até ali... mas tanto eu quanto ela queríamos muito mais... Minha calça já estava atirada num canto da sala, minha camisa voou, abri lentamente sua calça e fui tirando sem pressa... cada pedacinho de sua pele que aparecia merecia um beijo, um carinho especialmente dedicado a ele... ela era uma delícia, gostosa mesmo, pelinhos dourados nas coxas, um perfume inebriante, desci até seus pés... Tirei seus sapatos, beijei seus pés, dediquei a eles uma atenção que até então nunca havia dispensado a nenhuma outra mulher... Ela delirava berrava com os carinhos que eu fazia em seus pés... Minha mão pousou sobre seu ventre e delicadamente um dedo foi brincar em seu grelinho, passando à invadir carinhosamente sua vagina... Juliana esticava as pernas, demonstrando adorar ser acariciada nos pés... aos gritos e soluços anunciou seu gozo... Fui subindo, beijando, lambendo a panturrilha, a parte interna de suas coxas, até chegar em seus grandes lábios... encarei aquela buceta como uma criança cobiça um doce saboroso... Beijei sua bucetinha de poucos pelos como se estivesse beijando sua boca... Juliana agarrou minha cabeça e forçou, como se quisesse que ela estivesse dentro de si... Minha língua passeava por toda a extensão daquela buceta saborosa, arrisquei colocar dois dedinhos dentro dela, Juliana parecia chorar de tanto prazer... Virei-a de ladinho, continuei chupando, enfiei minha língua em seu cuzinho, Juliana reagiu como se tivesse recebido uma descarga elétrica... Lambuzei bem seu rabinho e mais uma vez coloquei meus dedos em ação, desta vez penetrando-a com um dedo no cú e outro na bucetinha, Juliana só sabia pedir mais, mais, e mais... Gozou com meus dedos e língua acariciando suas partes mais delicadas, gozou em espasmos tremendo todo o corpo, gozou como se fosse o último ato de sua vida, gozou como uma mulher deve gozar sempre que encontra seu homem que a completa, gozou e permaneceu como se estivesse desfalecida... Mas as aparências enganam, quando eu pensei que fosse o dono da situação Juliana levantou-se, acariciou os seios e olhou-me com um olhar de esfomeada... empurrou-me para o chão e me deitou de barriga para cima, sentou com a buceta na minha cara e começou a "sambar" na minha boca... Rebolava com uma sensualidade incrível, já não gritava mais apenas gemia cada vez mais alto... Foi se deitando sobre meu corpo, e deslizando sua boca por minha pele, puxava com os dentes os pelos de meu peito, mordiscou meus mamilos, continuou descendo até chegar no meu pau, segurou, mirou, abriu a boca e cuspiu nele... passou a língua por toda sua extensão, babou meus ovos, sugou eles com uma suavidade de puta, foi subindo novamente e abocanhou meu cacete com dificuldade... Sua boquinha parecia que ía rasgar-se de tanto que abriu, não tenho nenhuma tora, mas que é grossinho ele é... Juliana engoliu o que pode e começou a fazer movimentos de vai e vem com a mão e a boca conforme eu pedia, foi acelerando seus movimentos e olhava para mim com um sorriso nos lábios. Meu tesão era imenso, e aquela ninfetinha sabia como agradar um homem, pois mantinha-se submissa e cheia de carinho... Juliana é carinhosa demais!!! Abracei-a e fui puxando seu corpinho delicado, fazendo com que ela fosse virando até colocar sua cintura novamente na altura de minha boca... suguei seus sucos, lambuzei-me em sua xaninha toda exposta para mim, enquanto ela continuava punhetando meu pau na sua boquinha. Foi um clássico 69, maravilhoso!!!! Ela jogava a cabeça para os lados, olhava para mim e dizia que estava adorando... pedia mais... Era indescritível sentir aquela ninfeta chupando meu pênis, eu chupava aquela bucetinha com uma voracidade que jamais dedicara a outra, Juliana para mim naquele momento era única... Gozou "n" vezes na minha boca, seus espasmos eram divinos! De repente ela começou a me provocar: - O titio não vai dar leite para sua gatinha???? O lobo mau não vai sujar a chapeuzinho vermelho??? - A gatinha quer leitinho?? - perguntei - Nããããoooo, a mulher quer beber porra mesmo... goza na carinha da tua putinha homem mau... Juliana disse isso e acelerou para valer os movimentos em meu pênis com sua mãozinha... abriu a boca pôs a língua para fora e enfiou a pontinha na rachinha na cabeça do meu pau... Fechei os olhos e não senti mais nada além do esperma saindo pelo canal da uretra e indo para nos lábios sequiosos de Juliana... ela sorria, dava gargalhadas como uma criança, gritava: - Consegui... consegui fazer meu homem gozar na minha boquinha só com meus carinhos! Vibrava, como ela vibrava me vendo sujar seu rostinho, sua boca, seus lábios, cabelos... Ergueu-se um pouco mais e esfregou seus peitinhos no meu cacete, limpou o rosto e esfregou minha porra em seus seios, lambia os lábios e estalava, demonstrando ter adorado o gostinho do esperma... Juliana de garotinha inexperiente e mal descabaçada, estava se transformando numa mulher completa... aos 16 anos tinha um entusiasmo juvenil, e isso me fascinou tanto que meu pau recusou-se a amolecer... Era uma cena com um alto grau de erotismo, ao vivo!!! Deitou-se novamente no sofá, desta vez com as pernas arreganhadas à altura dos ombros, no autêntico frango assado, disse com uma voz branda e calma: - Por favor, me foda com carinho pois quero esquecer que aquele babaca foi o primeiro homem a me comer... Antes de partir para a empreitada tive que dar um beijo demorada em sua boquinha, e é claro em sua bucetinha... Inclinei-me sobre ela e fui empurrando com todo jeitinho (afinal tenho 12 cabaços em minha galeria) não poderia de forma alguma decepcionar minha princesinha... Ela tinha uma resistência natural, apertadíssima, mas desta vez não sentiu-se como se alguém a estivesse machucando, sentiu-se realmente amada, sentiu-se mulher em meus braços... Foi uma penetração lenta, profunda, intermitente, até que enterrei até a raiz... Um novo beijo em sua face fez com que ela se sentisse amada, segura, e só depois que senti esse sentimento nela é que comecei a estocar naquela grutinha ensopada... Juliana me abraçava, arranhava minhas costas, chupava meu pescoço deixando-o todo marcado... Movimentava-me lentamente, para que ela se acostumasse com o diâmetro de meu pênis, e aos poucos fui aumentando o ritmo até dar estocadas violentas que estalavam a cada batida minha em sua bucinha... sentia minhas bolas batendo nas polpinhas de sua bunda, e socava meu pau cada vez mais forte... Juliana gritava, urrava, virei-a de quatro e coloquei em sua buceta por tras... atolei tudo... ela deu um berro de prazer, gozou novamente... Brincava com um dedo enfiado em seu cuzinho, ela delirava com isso! Agarrava-se no tecido do sofá com uma fúria animal... arranhava tudo que tivesse pela frente e pediu para ir por cima... Deitei-me e ela foi sentando de uma só vez, sentindo meu pau bater em seu útero... "Sambou" na boquinha da garrafa, era uma cena linda de se ver... Quando ela virou-se e sentou no meu pau de costas para mim não resisti... a visão dela pulando no meu cacetão, e seu cuzinho piscando a cada movimento seu foi demais para mim... inundei sua vagina com minha porra, gozei de uma forma estérica... Juliana ao perceber que eu havia gozado apressou seus movimentos e gozou em seguida... Deitados no sofá permanecemos abraçados, trocando carícias e beijos... havíamos nos descoberto, encontramos uma paixão que há muito tempo já devia ter explodido entre nós. Suados, acabados, mas imensamente felizes... tomamos um rápido banho onde nós nos brindamos novamente com nossos corpos, e a levei para casa, foi quando fui apresentado a sua mãe... Começamos a namorar e estamos até hoje, despertei em Juliana uma ninfomaníaca explêndida, já realizamos algumas de nossas fantasias como transar em um cinema, no Parque Marinha do Brasil, no parque da Redenção, dentro do carro em um estacionamento do Shopping Praia de Belas, escadas de incêndio de edifícios comerciais de Porto Alegre, praia, mato, enfim estamos vivendo essa sexualidade de todas e das melhores maneiras possíveis... mas ainda temos muito o que fazer e realizar... ultimamente brincamos, e quando estamos transando ela fica dizendo que gostaria de estar com uma amiga, ou com um casal, e sinto que ela esta embarcando de cabeça nessa viagem, quem sabe daqui há alguns mêses não estarei escrevendo novamente para esta magnífica home-page contando como foi? Quem quiser manter contato conosco pode escrever para: Responderemos a todos(as) que nos escreverem, pois adoramos fazer e conhecer novas amizades... Um grande abraço a todos... 48 - MINHA ESPOSA E MEUS AMIGOS DE FUTEBOL "Oi, sou o Ricardo tenho 33 anos, porte atlético, e caso com Bruna, 28 anos, loira, seios sensuais, e um bumbum bem arrebitado. Sempre que posso vou jogar futebol com os amigos, e em umas dessas noites, acabei bebendo um pouco mais e meus três amigos me levaram para casa, já que eu estava um bagaço. Minha linda esposa não esperava, tanto é que quando chegamos ela estava apenas de camiseta e calcinha, eu adorei que eles a vissem dessa maneira. Então me levaram para o quarto que fica em cima e me colocarm na cama, mas quando minha esposa se agachou para me dar um beijo, ficando com obumbum todo exposto, eu logo percebi que o Ricardo ficou de pau duro e deu uma encoxada em Bruna, que ficou com os seios durinhos. Então desceram e quando fora se despidir de Bruna o Ricardo passou a mão na bunda da Bruna que segurou firme seu pau, fazendo com que os três tirassem a roupa, e me levantei e fiquei observado, eles tinham um pau enorme, e logo Bruna tirou a roupa e começou a chupá-los, e eu imaginando que mulher puta tinha em casa. Começaram a fode-la na xota e na boca, se revezando por várias vezes, até que todos gozaram e foram embora. 49 - CARINHO SURPRESA " Sempre gostei de sexo e sempre fui muito liberal no assunto, topo quase tudo. Chegamos em casa, eu e Carla e ela disse, banho de uma maneira bem sensual, que ia tomar um banho. Ao voltar do banho Carla estava com um vestidinho e camiseta, sem calcinha e sem sutiã, este detalhe me encheu de tesão. Fui tomar um banho rápido e na volta ficamos no sofá bebendo e ouvindo musica, ela foi trocar de CD e ficou de joelhos na frente do aparelho que estava no chão, com as pernas levemente abertas e empinando a bundinha, que por sinal é uma maravilha, deu para ver os lábios lindo de uma bucetinha depilada, minha pica latejava de tesão. Minha mente estava tomada pelo desejo de te la em meus braços. Depois do jantar ficamos ouvindo musica e ela me tirou para dançar, como estava com um short sem cuecas ela logo notou que estava excitado, nossos corpos foram se juntando e eu a apertava contra minha pica e ela se esfregava e deu um gemido no meu ouvido e eu tasquei-lhe um beijo desses de cinema, minhas mãos percorriam seu corpo e tirei-lhe a camiseta, que peitinhos lindos, comecei a chupa los loucamente. Ela tirou meu pau para fora e colocou entre suas pernas e eu beijei aquela boca deliciosa. Ela mordia minha orelha e pedi que me chupasse o pau, ela tirou meu short e caiu de boca. Deitamos, e começamos um 69 delicioso. Como eu estava por cima, ela tinha uma visão total de meu cuzinho, que elogiou e beijou e começou a colocar a língua nas minhas preguinhas e eu apertava-a. Eu estava gostando, que coisa de louco. Ela alternava, mamava minha vara como se fosse engolir tudo, e ficando tocando nas minhas bolas meu cú. Eu Chupava loucamente sua xotinha, que tinha um liquido doce e perfumado. Pedi para colocar na xotinha, mas ela falo que antes queria fazer uma surpresa. Ela começou morder minha bunda e passar a língua no meu cuzinho. Eu gemia. Ela me deitou na cama de barriga para cima, separando bem as pernas. Eu estava meio nervoso, meio assustado, mas muito excitado, imaginando o que ela iria fazer. Ela começou a chupar meu pau , lambia as minhas bolas sem pressa e passava a língua no meu cuzinho, dando voltas e mais voltas com a boca. A seguir ela encostou os lábios no meu ouvido e falou: 'Vou enfiar um dedinho no seu cuzinho, se não gostar fala.' Juro que fiquei meio nervoso, meio assustado, mas muito excitado, imaginando o que ela iria fazer. Ela me deitou de bruços com a bunda empinada, sustentada pelos joelhos e começou a chupar novamente meu pau, ao mesmo tempo que lubrificou o dedo na sua xotinha e começou a brincar no meu buraquinho. Disse que eu devia relaxar e aproveitar a sensação e começou a morder de leve minha bunda e começou a acariciar com a língua, fazendo voltas e deixando meu pau duro de tesão. Devagar começou a introduzir lentamente o dedo médio no ânus, ao mesmo tempo que, com a outra mão, me masturbava.. Ela começou com movimentos de entra e sai. Apesar de realmente achar estranho, eu estava gostando. Sentia uma dor leve, mas o prazer demonstrado pelo meu pau duro era maior e resolvi continuar. Ela me deitou de lado e iniciou um boquete, enquanto mantinha o dedinho brincando no meu cuzinho. Ela colocou a cabeça na boca, se dedicando ora à pontinha, ora aos testículos. Eu pulava de tesão, pedindo que engolisse todo meu pau. Enquanto isso, ela já tinha enfiado outro dedinho e continuava entrando e saindo do meu cuzinho. O prazer estava imenso. Eu falei que não iria conseguir resistir mais. Ela engoliu de uma única vez meu pau, fazendo eu ejaculasse na sua boca, ela engolindo tudo. Após o gozo ela foi tirando lentamente o dedinho do meu cuzinho, enquanto falava palavras de amor e tesão. Hoje, tenho que admitir que sempre gosto de quando ela brinca assim. 50 - QUE VENDEDOR!!! " Antes de começar a narrar minha história vou falar um pouquinho de mim: sou loira, olhos verdes, 26 anos, 1,78m, 59kg, muito bem distribuídos num corpo escultural, seios e bumbum fartos, coxas grossas, enfim um tesão de mulher. Sou casada a 6 anos com um homem maravilhoso e que gosta de valorizar a mulher que tem. Minha relação com meu marido sempre foi totalmente aberta e nunca escondemos nada um do outro, principalmente nossas fantasias sexuais. A fantasia que o Jorge (meu marido) sempre teve era de me ver transando com outro homem e ele sempre fez questão de deixar aberta todas as portas para que eu encontrasse alguém para realizar tal fantasia. Apesar dos incentivos dele e de tantas cantadas que levei até hoje, nunca havia encontrado ninguém capaz de mexer comigo ao ponto de me levar para cama, para frustração de meu querido marido. Certo dia, era uma quarta feira à tarde mais precisamente, como nem eu nem meu marido iríamos trabalhar, resolvemos ir ao shopping fazer algumas comprinhas e desfilar meu lindo corpinho. Como estava um dia muito quente, coloquei uma generosa microsaia e uma mini blusa bem solta tudo para provocar os olhares de outros homens e agradar meu marido que se deliciava com isto. Ao chegarmos ao shopping meu marido falou que teria que ir ao banco próximo dali mas que eu poderia ir adiantando as compras que mais tarde nos encontraríamos. No fundo eu sabia que era uma jogada dele para me deixar sozinha pois ele sabia que eu iria ser cantada aos montes e era isso que ele queria, aceitei o desafio e fui à luta. Ao andar pelos corredores do shopping podia sentir os olhares gulosos de todos os homens que passavam por mim e quase babavam ao ver minhas belas coxas e eu propositadamente rebolava mais do que nunca pois eu sabia que estava abafando. Vi na vitrine de uma pequena loja um mini vestido preto de alcinha e gamei por ele. Entrei na loja para comprá-lo e fui atendida por um vendedor lindo. Ele era um rapaz moreno, alto, corpo atlético, devia ter mais ou menos uns 30 anos, muito simpático, um tesão de homem que, confesso, mexeu comigo. Pedi para experimentar o vestido e fui prontamente atendida. Ele me mostrou o provador e enquanto eu experimentava o vestido ele trazia outros modelos. Eu estava ali no provador imaginando aquele homem comigo fazendo exatamente o que meu marido queria e comecei a ficar com um tesão incrível. Pedi ao Paulo (era o nome dele) para me trazer mais vestidos e sempre que ele vinha abria a porta do provador e perguntava se estava servindo e me olhava através do espelho na parede. Numa destas vindas, ao abrir a porta ele me pegou somente de calcinha e ficou com a porta entreaberta olhando pelo espelho e eu fiquei fitando-o com olhar de malícia aprovando a entrada dele. Ele ficou meio embasbacado e não sabia o que fazer e, não sei donde tirei coragem, convidei ele para entrar no provador o que ele fez imediatamente. Ele se encostou em minha bundinha, passou a mão em minha cintura e começou a beijar meu pescoço. Me arrepiei toda e comecei a retribuir seus carinhos. Nos beijamos intensamente enquanto ele acariciava meu seios e buscava, com sua mão direita, o meio de minhas coxas. Ele tirou minha calcinha, abriu o ziper de sua calça e tirou para fora um mastro enorme, grosso, comprido, muito maior do que o de meu marido. Peguei aquela vara em minha mão e pude sentir o quanto estava dura. Ajoelhei-me à sua frente e comecei a chupá-lo lentamente, tentei por várias vezes engolir aquele belo cacete mas não consegui, ele era muito grande. Ele me colocou de costas para ele e começou a penetrar minha bucetinha que a esta altura já estava totalmente molhada de tanto prazer. Ele me penetrou com força enquanto segurava meios seios com as duas mãos e após algumas penetrações maravilhosas atingi o orgasmo e logo em seguida pude sentir a porra dele escorrendo de minha bucetinha e descendo por minhas coxas. Coloquei minha roupa, paguei pela minha compra e fui embora para me encontrar com meu marido que não acreditou na história que lhe contei. Ele só veio a acreditar mais tarde pois ele é daqueles que só acredita vendo. Voltei aquela loja por diversas vezes e sempre fui muito bem "atendida" pelo Paulo que hoje se tornou meu amante fixo e sempre que podemos transamos os três juntos. 51 - Minha Doce Irmazinha A história que vou contar agora, aconteceu recentemente, e apesar dos fatos serem um pouco fora do habitual, ainda espero ansiosamente por uma nova oportunidade para repeti-los. Tenho 20 anos, e moro com meus pais e minha irmãzinha, a garota que, ultimamente, tem tirado o meu sono. Trata-se de Deborah, uma menina de 14 anos de idade. Desde pequena, sempre foi magrinha e sem sal, mas de uns tempos para cá tem se transformado em uma deliciosa ninfeta. Deve estar com aproximadamente 1,65 de altura, seus seios ainda se formando, insistem em marcar as camisetinhas sob as quais se escondem. Sua cinturinha fina e suas cochas roliças realçam ainda mais a sua bundinha, que empinada e redonda deixam qualquer um (inclusive a mim) doido de tesão. Comecei a me sentir atraído por minha irmã, desde o dia em que me chamou para fazer um passeio de bicicleta no condomínio. Meus olhos não podiam acreditar na visão que estavam tendo. Deborah vestia um micro short branco de malha que deixava metade de sua bunda de fora. Eu simplesmente não podia deixar de perceber a marca de sua minúscula calcinha a apertar seu corpo macio. Pedalamos algum tempo enquanto ela me confidenciava que estava sentindo a necessidade de sentir mais desejada. Voltamos para casa e a imagem daquela criança em forma de mulher não me saía da cabeça. A partir deste dia era muito comum flagrar minha irmãzinha desfilando em casa em suas mini saias, deixando à mostra seu bumbunzinho, ou shortinhos de enlouquecer. Não agüentava mais de excitação, quando decidi que deveria fazer algo. Passei a visitar seu quarto todas as noites a observar aquele anjo que a cada dia estava mais gostosa. Dormia sempre muito a vontade, de forma que uma noite não pude resisti e deitei-me sorrateiramente ao seu lado. Ela dormia de lado e não contive o desejo de encostar meu pau que pulsava de tanto tesão em sua bunda. Sentir o contato com seu corpo foi a sensação mais deliciosa que tive em minha vida e sem mais controle sobre mim, lentamente beijei-lhe a nunca e comecei um vai e vem com meu pênis forçando sua pequena gruta por trás. Deborah acordou e ameaçou um grito, mas apenas gesticulei que não e ela não mais me ofereceu nenhuma resistência. Era carta branca: Tirei-lhe lentamente a pouca roupa que vestia e fui chupando cada milímetro daquele corpo perfeito. Eu podia ver nos olhas dela o quanto estava excitada com tudo aquilo. Como por extinto Deborah se colocou de quatro e maliciosamente ofereceu aquele rabinho que tanto ambicionei. Penetrei-a com uma certa violência enquanto Deborah rebolava deliciosamente e suplicava para que eu não parasse. Fomos, então, para o banho (discretamente, claro), onde fui ao delírio ao penetrá-la em baixo do chuveiro. Fizemos sexo de todas as forma possíveis. Incansável, minha irmã confessava que esperava por isso há algum tempo, depois sugava meu pênis com tanta volúpia que parecia querer extrair dele tudo o que fosse capaz. Gozamos inúmeras vezes, e surpreendentemente, quando saciados, íamos nos recolher, ela me pediu para que eu vingisse que nada daquilo havia acontecido. Perguntei-lhe se faríamos novamente e me respondeu que faríamos apenas depois que ela, novamente me levasse ao estagio de excitação ao qual havia me trazido esta vez. Acho que não vai precisar de muito esforço... 52 - Na boquinha da garrafa "Fui convidada à uma "festinha" por um amigo. Lá pelas tantas da madrugada, as poucas garotas que haviam foram embora, e fiquei somente eu, com meu amigo e alguns amigos dele. No meio daquela zorra toda, foi pintando uma brincadeirinha de "pega aqui", "passa a mão ali", e surgiu a idéia: "Dança pra nós na boquinha da garrafa!" Não pensei duas vezes. Os garotos trouxeram uma garrafa de refrigerante, sentaram e começei a dançar. Daí pediram: "Tira!! Tira!!" Esitei no começo, mas logo cedi. Tirei a blusa, a saia... logo estava nua dançando sobre a garrafa, descendo e subindo completamente nua. "Desce mais!!" Gritavam. E fui descendo. "Mais!!" e desci até encostar a garrafa na minha buceta, fiquei rebolando sobre ela, e ficando molhada... E continuaram gritando: "Desce mais um pouco!!" Já estava enxarcada, e fui descendo, enfiando um pouco a garrafa na minha buceta ardendo de tesão. "Desce até o chão!!" E desci mais ainda, enfiando a garrafa até a metade. Fui subindo e descendo até que entrasse quase toda. Pediram pra que eu me levantasse e ficasse de quatro: fiquei. Pegaram outra garrafa, de champange dessa vez, e eu, de quatro, com as pernas aberta, deixei que colocassem na minha buceta, enfiaram até eu não aguentar mais. Enquanto um garoto fazia isso, outro enfiou o dedo no meu cuzinho, depois outro, e outro... Tiraram a garrafa de champanhe e ouvi dizerem: "Fode a buceta dela com a mão!" um cara enfiou um dedo, dois dedos, três... enfiou o quarto dedo e o último. Já estava com a buceta ardendo e ele continuou enfiando... empurrou os dedos, e mão foi entrando tb, até o punho, tirava e botava. Tirou e fechou a mão. Começou a tentar enfiar a mão fechada, foi colocando e conseguiu enfiar toda de novo, agora entrou mais um pouco. O que estava com o dedo no meu cu, resolveu me foder mais ainda, agora com uma garrafa no cu, enquanto o outro estava com a mão inteinha girando de um lado pra outro lá dentro. Naquele dia, me foderam até eu não aguentar mais, com tudo que vcs possa imaginar, mas... pra ser bem sincera: Adorei!!!" 53 - Minha primeira vez (Parte II) Depois de ter contado a vocês como foi meu primeiro encontro com meu tio, continuo o que se seguiu. Meu tio me deixou completamente enlouquecida e o desejo de perder minha virgindade só ia aumentando. Todos os dias, passei a me masturbar exaustivamente, pensando nele e em seu mastro enorme. Entretanto, estava envergonhada de procurá-lo, até que ele me ligou e disse que, na próxima sexta-feira estaria sozinho em casa das 17:00 às 21:00 hs., aproximadamente, pois minha tia dava aulas à noite e meu primo ía jogar futebol com amigos. Falei que não sabia se deveria ir, mas ele disse que era uma ordem e não um pedido. Naquele dia saí correndo da escola e fui para a casa dele. Chegando lá ele já foi me agarrando por trás e beijando minha nuca. Pedi a ele que esperasse, pois queria tomar um banho primeiro. Fui para o banho e, ao sair, qual não foi a surpresa dele ao me ver num micro shorts de algodão branco, todo enterrado na minha bundinha e uma blusinha que amarrava na frente. Titio me pegou pela mão e me levou paa o quarto do meu primo, dizendo : - O quarto do seu primo está sempre bagunçado, ninguém notará o que vai acontecer aqui! Chegando lá ele mandou que eu deitasse de bruços na cama e me masturbasse. Comecei a tocar minha bucetinha. Ele então tirou sua roupa e deitou por cima de mim, esfregando aquele pau enorme na minha bundinha e mordendo meu pescoço, dizendo : - Goza putinha, goza pro titio ! - Ele abriu minha blusa e começou a tocar meus peitinhos, me deixando louca. Eu só gemia e estava ficando toda molhadinha, então, num relance, ele saiu de cima de mim, arrancou minha blusa e meu shortinho. Meu abraçou, me beijando na boca e colocando uma de suas pernas entre as minhas. Eu comecei a me esfregar, feito uma cadela no cio. Ele me beijava e sugava meus peitinhos. Com suas mãos enormes e rudes ele conseguia pegar toda minha bundinha de menina e apertava com força. Dizia várias coisas que me excitavam mais ainda. Eu implorava para que ele enviasse aquela tora enorme na minha bucetinha e me fizesse mulher, mas ele dizia que ainda era cedo. Me esfregando na perna dele, gozei, deixando-o todo molhado. Titio então me colocou deitada de bruços em seu colo e começou a me dar palmadinhas na bundinha. Eu perguntava porque estava apanhando e ele me dizia: - Você é uma menininha muito levada e safadinha, precisa ser castigada! Enquanto ele me batia na bundinha, tocava, por vezes minha bucetinha e meus peitinhos.De repente, ele virou-se para mim e disse : - Minha menininha, titio é tarado por bundinha de garotinhas e eu quero comer a sua agora! - Eu gelei e disse que seria impossível colocar um membro daquele tamanho na minha bundinha. Com muito conversa ele disse que iria enrolar uma camiseta do meu primo em volta do seu membro e que somente deixaria de fora a cabeça, enviando-a devagarinho. Ainda com muito medo, concordei. Ele me colocou de quatro na cama e começou me masturbando, dizendo para eu relaxar, que poderia doer um pouquinho no início, mas depois eu iria adorar. Passou um óleo no meu cuzinho e em seu pau e encostou a cabeça no meu cuzinho e foi enviando devagar. Eu tentava me controlar, mas doía muito e comecei a pedir para ele parar. Ele não me ouvia e dizia para que eu relaxasse. Não aquentava mais e comecei a gritar: - Pára titio, por favor, pára !!! Ele mandava eu ficar quieta e forçou toda a cabeça, segurando minhas ancas. Disse que ía ficar um pouquinho parado para que eu me acostumasse. Com uma das mãos ele tocava meu clitóris e eu fui relaxando e adorando aquela cabeçorra na minha bundinha. Pedi a ele que gozasse dentro do meu cuzinho e ele respondeu : - Com certeza eu vou gozar, mas daqui a pouco, minha menininha ! Por alguns instantes ficamos nessa posição. Depois ele começou a movimentar o corpo, mexendo seu pau na minha bundinha, eu gemia e soltava gritinhos. Ele então, pegou um pano e mandou que eu mordesse, para evitar barulho e começou a forçar o resto do pau no meu cuzinho. Foi aí que notei que o tal pano era a camiseta que ele havia enrolado no pau. Comecei a gritar feito louca e o malvado me enrrabou sem pena. Foi enviando aquele mastro que parecia cada vez mais duro e maior. Comecei a chorar e larguei a camiseta, implorei que ele parasse, mas ele disse : - Calma, já estou quase todo dentro dessa bundinha gostosa! Quando ele enterrou tudo, dei um grito que deve ter sido ouvido longe. Ele, sem piedade, começou um movimento de vai-e-vem dentro da minha bundinha e falou : - Agora eu vou gozar na bundinha da minha garotinha! Além do movimento do seu pau, algumas vezes ele latejava dentro da minha bundinha, me fazendo gritar e chorar sem parar. Mas, o mais incrível, é que eu estava adorando tudo aquilo. Ao mesmo tempo que doía eu sentia um prazer indescritível. Eu já estava chegando a exaustão, quase não conseguia mais ficar naquela posição, minhas pernas estavam bambas. Titio ía aumentando o ritmo, puxando minhas ancas contra seu corpo. A cada estocada eu sentia que meu gozo também vinha chegando. De repente, ele soltou um urro e disse que ía gozar. Numa estocada mais forte ele encheu meu cuzinho com seu leite quente. Eu sentia vários espasmos no meu cuzinho e na minha bucetinha. Foi delicioso. Caímos os dois na cama e ficamos alí durante uns 10 minutos. Quando nos levantamos, percebemos o estrago. O lençol estava sujo de esperma e um pouco de sangue do meu cuzinho, que doía sem parar. Tomamos um banho, titio perguntou se eu estava bem e me beijou com carinho. Ele me levou até em casa. Estava feliz e satisfeita. Passei o final de semana sem conseguir sentar direito, mas louquinha para repetir a dose. alexia 54 - Eu, meu marido, e meu cunhado Vou contar aqui uma transa maravilhosa que tive com meu marido e o meu cunhado. Meu marido ajudou a escrever. Meu nome é Maíra, tenho 25 anos, sou casada há 2 anos, e eu e meu marido (Lúcio, 24 anos) sempre fizemos um sexo "normal", como a maioria dos casais, até que ele me propôs sexo a três, com mais um homem. Tudo começou assim: meu marido havia assistido, certa vez, uma fita pornô, onde uma mulher transava com dois homens, um por baixo dela penetrando a vagina, e o outro por tras, penetrando o cuzinho dela. Depois de uns dias ele teve um sonho, onde eu transava com ele na nossa cama (eu estava por cima dele) e, de repente, o irmao dele, o Marcos (23 anos) entrou nú no quarto, e veio por trás de mim. Ele disse que acordou com o pau duro por causa do sonho, foi beber água e voltou a dormir. No dia seguinte ele ficou pensando sobre o sonho e ficou excitado. Ele passou a gostar da idéia de convidar mais um homem para me comer junto com ele, e isso passou a ser a fantasia secreta dele. Uma vez, estávamos transando e eu pedi a ele que falasse umas coisas bem loucas no meu ouvido, para me deixar mais excitada. Então ele começou a dizer que iria me colocar em cima da mesa da cozinha, iria espalhar geléia no meu corpo e me lamber todinha, e foi dizendo várias outras coisas, até que ele não conseguiu imaginar mais nada e ficou mudo. Eu estava ficando excitada e sussurrava para ele: "Fala mais, fala mais". Ele não sabia mais o que dizer, daí ele falou: "Vou te contar um sonho que tive uma vez." E enquanto ele transava comigo devagarinho contava o sonho dele nos mínimos detalhes. Eu fiquei calada e fui ficando com muito tesão enquanto ouvia aquela história do sonho dele, eu comecei a mexer mais rápido, e ele, entendendo o meu tesão, continou contando o sonho e foi mexendo mais rápido também. Até que cheguei ao orgasmo. Foi muito bom. Ficamos na cama e eu disse para ele: "Que sonho mais esquisito esse, né?" E ele respondeu com um simples "pois é". Ficamos em silêncio por uns segundos, até que ele perguntou: "E se tudo aquilo no meu sonho acontecesse de verdade?" Eu fiquei surpresa com ele, e perguntei se ele iria permitir uma coisa dessas. Ele respondeu: "é que no sonho parecia ser tão bom para nós três..., e confesso que fiquei excitado com isso." Eu fiquei muda depois da resposta dele, e ele disse: "você gostou quando eu contei o sonho no seu ouvido, amorzinho?". Ele perguntou isso já sabendo que eu tinha gostado, e eu respondi que realmente tinha ficado com tesão naquela hora. Mas eu insisti: "Mas você deixaria outro homem comer a tua mulher?" Daí ele me explicou que tinha pensado bastante nesse assunto e me disse que não se tratava de qualquer outro homem, que era o irmão dele, uma pessoa boa, que tanto ele como eu conhecíamos bem, que eles dois sempre foram muito unidos, e que acima de tudo era um cara totalmente descomprometido. Ele continuou dizendo que se um dia nós três fizéssemos alguma coisa juntos, não seria nada forçado, todos teriam que estar afim, caso contrário não faríamos nada. Não seria uma coisa vulgar, seria uma troca de afeto, faríamos tudo com carinho. Diante de tantos argumentos eu comecei a pensar se isso não seria bom. Ter dois homens na cama me dando prazer. Se com um já é gostoso, com dois deve ser melhor ainda. Fiquei imaginando a cena: eu, uma mulata de 1,68m, 57kg, cabelos longos e alisados, seios fartos e bundinha gostozinha, transando com meu marido (1,73m, moreno claro, atlético) e o meu cunhadinho (1,70m, também moreno claro e corpo bonito), nós três numa cama, várias posições diferentes..., eu fiquei muito excitada e transei novamente com meu marido. Enquanto ele me comia eu perguntei para ele como iria fazer para chamar o irmão dele. O Lúcio disse que iria falar com o Marcos no final de semana, e, se ele aceitasse, poderíamos experimentar já nesse mesmo final de semana. "Isso vai ser bem gostoso, né amorzinho?", ele disse, enquanto me fodia. Eu respondia sussurando: "sim, vai sim." Eu senti que mais um orgasmo se aproximava, e tomada completamente pelo tesão, eu falava baixinho para ele: "Fala com ele logo, chama ele benzinho. Eu tô morrendo de vontade de dar para ele, eu quero foder bem gostoso com vocês dois. Vai, vai, me fode, me fode! Ahhh!" E gozei com tanta intensidade que quase perdi os sentidos por alguns segundos. Depois que eu recobrei as minhas forças, o Lúcio perguntou se eu realmente queria, pois ele não queria fazer nada contra a minha vontade. Eu disse que sim, que estava afim de experimentar. Então ele falou que quando tivesse chance iria conversar com o Marcos. O Marcos trabalha numa cidade próxima, e só vem para a casa dos pais nos finais de semana. Eu o Lúcio moramos na mesma casa dos pais dele. Na verdade é um sobrado, que se divide em duas casas: uma na parte de baixo, onde nós moramos, e outra na parte de cima, onde o meu sogro e a minha sogra moram. Várias vezes o Marcos trouxe o computador dele até a nossa casa, para ligar com um cabo no computador do Lúcio e os dois passarem várias horas durante a madrugada jogando. Assim, se ele aceitasse o convite, teríamos o disfarce perfeito. No final de semana o Marcos não veio. Ele teve que ficar na outra cidade para trabalhar no sábado e domingo, pois tinha muito serviço. E nos três finais de semana seguintes o Lúcio não conseguiu falar como ele sobre o assunto pois não conseguiam conversar a sós, ou o Marcos saía, ou aparecia algum outro empecílho. Durante esse tempo eu o Lúcio nutríamos a nossa fantasia. Quando estávamos transando e eu ía por cima dele, ele colocava um travesseiro sobre mim, apertando-o contra a minha bunda, para simular que o Marcos também estava me comendo. E foi também também durante essas semanas que tivemos a nossa primeira penetração anal. O Lúcio tirou a virgindade do meu rabinho, para ir me preparando para a nossa grande experiência sexual. Depois disso eu fiquei viciada em sexo anal. Não me conformava que eu tinha perdido esse prazer por tanto tempo. Enquanto aguardávamos a oportunidade de convidar o Marcos, o Lúcio comeu o meu cuzinho em quase todas as vezes transamos. Eu estava vendo que estava demorando muito para o Lúcio falar com irmão dele e sugeri que ele telefonasse para o Marcos. Então, o Lúcio elaborou um e-mail, com bastante cuidado para não assustar o Marcos e para despertar nele interesse por mim, e enviou no início daquela semana. O Marcos estava demorando para responder, e eu pedí para o Lúcio telefonar para ele, para perguntar se ele realmente tinha recebido o e-mail ou se estava assustado. O Lúcio telefonou, e o Marcos somente disse que não sabia o que dizer sobre o assunto, e deu um jeito de desligar logo. O Lúcio me disse isso e bateu o arrependimento em nós. Eu disse que o Marcos não gostou da idéia, não devíamos ter feito isso. O Lúcio concordou. Quando foi sexta-feira o Lúcio recebeu um e-mail do Marcos. Para nossa surpresa, o Marcos disse que tinha pensado bem no assunto e resolvido aceitar o convite. E no sábado ele veio. Logo que o vi ele me cumprimentou, e ficou me olhando com uma expressão de embaraço misturado com desejo e tesão. O Lúcio combinou com ele para ligarem os dois computadores lá em casa, e ficarem jogando até que todos na parte de cima da casa dormirem. Assim nunca levantaríamos nenhuma suspeita, pois eles já tinham feito isso muitas outras vezes. O Lúcio me disse que queria que eu ficasse um tempo a sós com o Marcos no quarto, para "quebrar o gelo". Ele queria que nós dois fôssemos começando, que ele entraria depois. Quando eram umas 9 horas da noite eles começaram com os joguinhos. O pai deles até ficou assistindo uma partida que eles estavam disputando num joguinho de futebol, e depois subiu. Quando eram umas 10 horas, já haviamos papeado um pouco, tomamos um pouco de vinho, e o Lúcio deu uma piscada discreta para mim e disse: "vocês me dão licença um instante, porque eu preciso ir no banheiro. Só vou deixar cair umzinho e já venho", e entrou no banheiro. Ficamos só eu e o Marcos na sala. Ficamos calados por um tempo, pois estavamos meio sem jeito e um pouco nervosos.Aquele silêncio estava se tornando constrangedor e eu resolvi tomar a iniciativa. Peguei na mão do Marcos, me levantei do sofá e fui levando ele para o quarto. A mão dele estava fria e suada do nervosismo. Quando chegamos no quarto ficamos de pé, de frente um para o outro. O ambiente estava com pouca luz, mas nos permitia enxergar bem. Me aproximei dele e dei um beijo em sua boca. Ele retribuiu colocando as mãos na minha cintura. Fui passando as mãos pelas costas dele enquanto o beijava, até apalpar a bundinha dele. Ele também desceu as mãos e ficou pegando nas minhas nádegas. Aí eu fui passando a mão no pau dele, por cima das calças e notei que estava ficando duro. Eu tirei a camisa, tirei o sutiã e deixei que ele adimirasse os meus seios. Ele colocou as mãos nos meus seios e ficou massageando de uma maneira que me deixou com muito tesão. Eu aproveitei aquele carinho por uns instantes e resolvi tirar toda a roupa. Enquanto eu tirava as minhas calças ele tirou a camisa dele. Ele ainda estava de calças, e eu nuazinha. Me ajoelhei na frente dele e o ajudei a desabotoar e baixar o zíper. Puxei a calça para baixo trazendo junto a cueca, e pauzão duro dele ficou bem na minha frente. Não resisti e abocanhei. Fiquei chupando aquele pinto, enfiando a metade na boca e tirando para fora bem devagar, pressionando um pouco com os lábios. Segurei o pau dele com a mão, colocando-o um pouco para cima, e passei a minha língua quente e molhada de saliva no saco dele, sentindo que os testículos estavam duríssimos. Eu percebi que estava molhadinha, prontinha para ele. Fiquei de pé, fui até a cama, deitei e o chamei: "vem cá meu gatinho." Ele se colocou entre as minhas pernas, eu peguei o pauzão dele com a mão e coloquei a cabeça bem na entrada da minha franguinha. Ele foi empurrando devagarinho e me penetrando, até estar com o pinto todinho dentro de mim. Ele começou a mexer para frente e para trás bem gostoso, e ficamos fazendo assim. Eu quase não acreditava que estava fazendo aquilo de verdade. Eu estava dando para outro homem, e ainda por cima era o irmão do meu marido! Mil coisas estavam passando pela minha cabeça naquela hora, mas nada era maior que o prazer e o tesão que eu estava sentindo. Enquanto mexia, ele beijava os meus seios, dando umas chupadinhas de leve no biquinho. Parecia que eu ia explodir de tando tesão, estava quase gozando. Ficamos transando assim por mais uns minutos, e eu ainda não tinha chegado ao orgasmo, quando o Lúcio entrou nú no quarto. Quando ele entrou, não sei porque, mas tanto eu quanto o Marcos ficamos um pouco envergonhados. Não havia motivo para nos sentirmos assim, pois tinhamos combinado aquilo. O Lúcio deitou ao meu lado na cama, o Marcos saiu de cima de mim e deitou do outro lado. Eu fiquei no meio deles e virei para o Lúcio. Nós dois ficamos deitados de lado. Eu peguei o pau do Lúcio e coloquei no meio das minhas pernas, para ele me penetrar. Ele enfiou o pau em mim e ficou me beijando, e eu notei que o Marcos ficou parado, sem fazer nada. Coloquei o braço para trás e o puxei para junto de mim. Segurei no pau dele e o coloquei no meio da minha bunda. Eu estava com os dois bem coladinhos em mim, um pela frente e o outro por trás. Enquanto o Lúcio me penetrava, o Marcos ficava roçando o pau dele no meio da minha bunda. Ele ficava esfregando a cabeça do pinto no meu cuzinho, e isso me deixava louquinha. Aquilo estava demais, muito gostoso. Pela primeira vez na vida eu sentia dois pintos duros em mim. Eu tinha dois homens ao mesmo tempo só para mim. Eu me entreguei totalmente aos dois. "Façam o que quizerem comigo, eu sou todinha de vocês", eu dizia baixinho para eles. Ficamos naquela posição por mais um tempo, até que o Lúcio resolveu mudar. Ele disse para eu ir por cima do Marcos. Eu fiquei de joelhos em cima do Marcos e ele colocou a cabeça do pau na minha vulva. Eu fui baixando devagarinho e o pau foi entrando. Quando entrou tudo eu me deitei em cima do Marcos e aproveitei para beijar a boca daquele gatinho lindo. Enquanto isso o Lúcio se colocou atrás de mim e foi pressionando o meu lolozinho com a cabeça do pau. O meu cuzinho ficou muito sensível naquele momento e se contraíu, dificultando a penetração. O Lúcio tentava enfiar com mais força, e começou a doer um pouco. Eu disse para ele: "tá doendo, amor." Então, o Lúcio ficou massageando o meu rabinho com os dedos, para me relaxar. De repente ele enfiou o dedo no meu cú, que agora estava mais receptivo e prontinho para uma pica dura. Ele pegou o pauzão dele e foi enfiando: a cabeça entrou bem devagar, para não machucar. O resto entrou bem fácil, mas ele enfiou somente a metade do pau. Os dois ficaram mexendo, fazendo o movimento de vai-e-vem, me fodendo bem gostoso. Eu estava alucinada com tanto tesão. Eu me apoiava na cama, com os braços estendidos e jogava a bunda para trás, para o pau do Lúcio entrar mais no meu cú, mas quando eu fazia isso o pau do Marcos quase saía da minha buceta. Então eu jogava o quadril novamente para frente, para o pau do Marcos entrar mais em mim. Ai, que gostoso. Eu fico morrendo de tesão enquanto relembro e escrevo isso. Eu dizia para eles: "Mexe! Mexe! Vai, me fode! Me fode!" O Lúcio não aguentou mais e gozou dentro de mim, eu percebi quando ele enfiou quase o pau inteiro no meu rabinho e gemia enquanto gozava. Eu disse para não tirar o pau e continuar mexendo, pois eu estava quase lá. O Marcos me disse baixinho que também estava quase ejaculando e eu disse para ele: "goza, goza lá dentro". Não me preocupei em ficar grávida, pois desde o começo do casamento tomo anticonsepcional. O Marcos não resistiu ao meu pedido e gozou. Eu pedi para continuarem mexendo, que eu iria gozar também. Os paus deles já estavam ficando meio moles, foi quando eu senti aquela sensação gostosa chegando, aquele prazer intenso, e gozei alucinadamente: "Ahhh, Ahhh, que tesão! Ahhh, Ahhh!" Eu gemia alto, quase berrando, de tão bom que foi. Deitamos um ao lado do outro na cama e descansamos um pouco. O Lúcio se levantou e foi no banheiro, lavar o pau, para poder me penetrar novamente na vagina. Manter a higiene é sempre bom, principalmente para evitar doenças. Enquanto isso o Marcos foi passando a mão nos meus seios. O pau dele já começava a ficar duro e eu fiquei com vontade de chupá-lo novamente. Ele ficou deitado na cama e eu fiquei de quatro lambendo a cabeça do pau dele, que em questão de segundos ficou totalmente ereto. Eu enfiei aquele pintão na boca e dei umas cinco chupadas, quando o Lúcio voltou e disse para o Marcos: "quer ver uma coisa gostosa? Come ela por trás." O Marcos se levantou e ficou de joelhos atrás de mim. Eu arrebitei bem a bunda, para deixar a vulva bem acessível ao pau dele, e ele foi enfiando devagarinho, até entrar tudo na minha buceta. O meu marido ficou de pé, do lado da cama, e pediu para eu chupar o cacete dele. Ele viu o Marcos me fodendo bem gostoso e disse: "eu preciso ver isso de camarote". Saiu da minha frente, pegou uma cadeira, sentou e ficou de longe nos observando e batendo uma punheta. O Marcos mexia freneticamente para frente e para trás, me fodendo pra valer. O Lúcio falou para ele meter no meu rabinho, para ele sentir que "maravilha era aquela jóia", ele disse. Ele mexeu mais um pouco e tirou o pau para fora, colocou na entrada do meu cuzinho e empurrou. Desta vez foi fácil, pois o Lúcio já tinha aberto o caminho. Ele enfiou só um pouquinho, e eu pedi para que fosse enfiando mais. Ele enfiou mais um pouco e parou. Eu pedi novamente para ele enfiar mais. E ele foi introduzindo até enfiar tudo. Eu queria sentir aqueles testículos, que mais pareciam duas batatas petrificadas, tocarem as minhas nádegas. O Marcos ficou mexendo pra frente e pra trás bem devagar, pois estava bem apertadinho, e o saco dele dava leves toques na minha bunda. Eu olhei para o Lúcio e vi que ele estava quase arrancando o pau fora, de tão rápido que se masturbava. Ele levantou e veio perto de mim. Disse que estava quase gozando e queria me dar todo o leite. Ele se masturbou mais um pouco e mandou eu abocanhar o pau dele. Enquanto observava o Marcos comendo a minha bundinha, ele ejaculou fartamente dentro da minha boca. O esperma encheu a minha boca e escorria pelos meus lábios, misturado com minha saliva. Uma parte pingou na cama, e a outra parte eu engoli. O Marcos viu aquilo e não agüentou. Ele deu um gemido alto e gozou dentro do meu cuzinho. Mais uma vez deitamos os três na cama, para descansar um pouco. Acabamos adormecendo, e quando eram 2 horas da madrugada eu os acordei, pois o Marcos não poderia dormir aqui em casa, senão daríamos muita bandeira. O Lúcio disse para descansarmos mais um pouco. Então eu coloquei um relógio de cabeceira que temos ao lado da cama para despertar às 3h30. E ficamos bem juntinhos, eu no meio deles, dormindo por mais uma hora e meia. O relógio despertou e levantamos. Eu sugeri tomarmos um banho, e fomos os três para o banheiro. Entramos no box e comecei a tomar uma chuveirada. O Lúcio pegou o sabonete foi passando em mim e pediu para o Marcos ajudar a me ensaboar. Eu fechei os olhos e senti as mãos quentes deles alisando o meu corpo. Eles me ensaboaram toda, passando a mão nas minhas costas, nos meus seios, nos braços, pernas, na minha bunda, e até na minha franguinha. Eu também ajudei o Marcos a tomar banho, e depois o Lúcio. Na hora de se enxugar também foi assim. Os dois me enxugaram, e depois eu ajudei cada um a se enxugar. Fomos para o quarto nos vestir, mas eu me atirei nua na cama, fiquei deitada com as pernas abertas olhando para eles e disse: "Nossa! como isso foi gostoso. Precisamos repetir mais vezes." O Lúcio ficou me olhando e disse: "eu não posso ver essa franguinha assim, dando sopa, que já me dá vontade de chupar. Não é uma beleza, Marcos?" O Marcos concordou dizendo: "ô, se é." O Lúcio disse para ele fazer um 69 comigo, mas só se ele quizesse. O Marcos disse que nunca tinha feito esta posição e que queria sim. Ele se deitou na cama e eu fui em cima dele, que logo foi lambendo a minha xana. Ele afastou os grandes lábios com os dedos e ficou passando a língua no meu grelinho. Enquanto isso eu chupava o pau dele com muita vontade, que àquela altura, já estava quase completamente duro. O Lúcio ficou de pé, punhetando o pau devagar enquanto nos observava. Foi aí que eu descobri que ele tem um prazer especial em ficar olhando a mulher dele transando com outro homem. Ele me confirmou isso depois. Ele também ficou com vontade de participar e sentou-se na cama, ao meu lado. Foi beijando as minhas costas e passando a mão na minha bunda, enquanto isso o Marcos se deliciava com o mel da minha bucetinha. O Lúcio foi beijando e passando a língua nas minhas costas até chegar no meu traseiro. Ele dava umas mordinhas nas minhas nádegas que me arrepiavam toda e foi chegando cada vez mais perto do meu cuzinho. De repente eu senti a língua quente e úmida dele tocar o meu loló. Ele lambia de leve, para me excitar, mas depois foi lambendo vigorosamente, esfregando com força a língua no meu cú. Nossa! Há pouco era o pau deles que dava prazer, agora era a língua deles, eu pensei. Depois de um certo tempo tanto o Lúcio quanto o Marcos pareciam estar um pouco cansados. Não era para menos, pois eles ficaram quase meia hora com a língua para fora me lambendo e chupando. Eu disse para eles que queria chupar o pau dos dois e que eles me lambuzassem toda de esperma. Fiquei sentada na cama e eles de pé na minha frente, e enquanto eu abocanhava e chupava o pau de um, o outro fica batendo uma punheta. E eu ficava alternando, ora chupando um, ora o outro. Eu disse para eles gozarem nos meus seios quando fosse a hora. O Marcos parecia que logo iria gozar, e se controlou um pouco para esperar o Lúcio. Eu chupei o pau do Lúcio bem rápido e ele disse estava pronto. Eu fiquei olhando eles masturbarem o pau bem rápido, e de repente, o Marcos aproximou o pinto de mim e jorrou todo o esperma dele nas minhas tetas. O Lúcio fez o mesmo em seguida. Eu espalhei o leite todo nos seios, com as mãos, enquanto eles limpavam as últimas gotas do pinto com a toalha que estava no chão. Não fiquei completamente lambuzada como eu queria porque essa já era a terceira ejaculação deles, e a quantidade de esperma não foi muito abundante, mas valeu. O Marcos disse que iria subir para o quarto dele, pois estava exausto. O Lúcio disse para ele voltar no outro dia, para conversarmos um pouco e combinarmos a próxima transa. E fomos dormir também. No outro dia, domingo à tarde, os pais deles foram até a casa de uns parentes, perto dali. E o Marcos aproveitou que não havia mais ninguém em casa para vir aqui. Ele estava louquinho para me foder novamente. Ele chegou e ficamos conversando um pouco na sala, junto com o Lúcio. Nesse momento já estávamos bem mais à vontade um com o outro, e aquela timidez do dia anterior, antes da transa, desapareceu totalmente. O Marcos estava sentado no braço do sofá, ao meu lado e eu perguntei para ele, pegando no pinto dele por sobre a roupa: "como é que ele está hoje?" O Marcos disse: "ele está prontinho para outra." Ele tirou o pau para fora da bermuda e me ofereceu, para eu chupá-lo. O Lúcio, que estava sentado na frente do computador, falou: "Oba! Vão esquentado os motores aí enquanto eu terminho de responder estes e-mail aqui e já vou também." Eu levantei a mini-saia que eu estava usando e abaixei a calcinha. Fiquei batendo uma siririca enquanto me deliciava com o pau do Marcos. Quando vi que estava molhadinha, fiquei de joelhos no sofá, com o corpo inclinado para frente, apoiando os cotovelos no encosto. O Marcos se colocou atrás de mim e foi penetrando a minha bucetinha. Quando o pau dele estava quase todo dentro de mim escutamos uma buzina de carro. Ficamos parados, um olhando para a cara do outro, na dúvida se era realmente aqui em casa e imaginando quem poderia ser. Ouvimos vozes de crianças e eu disse: "É a Elizabete!". Minha irmã havia chegado com o marido e os filhos aqui em casa. O Marcos tirou o pau da minha franguinha rapidamente e subiu a bermuda. Eu vesti a calcinha e abaixei a saia também bem rápido e fui receber a visita, enquanto o Marcos e o Lúcio ficaram no computador disfarçando um pouco. Naquele dia não pudemos fazer mais nada, pois os pais deles também logo chegaram. Mas ficamos certos de que no próximo final de semana poderíamos repetir a dose. E assim foi. Até a data em que estou escrevendo isto (15/05/1999), já transamos 4 vezes, sempre nos finais de semana, usando o pretexto de jogar no computador durante a madrugada. Até agora ninguém percebeu nada, mas eu o Lúcio estamos pensando em adiantar nosso plano de comprar uma casa só nossa. Assim poderemos fazer o quizermos sem nos preocupar com nada. E assim foi a primeira vez que transei com meu cunhado junto com meu marido. Maira 55 - Confraternização de final de ano Tudo começou em um bar, quando num happy hour surgiu a idéia de realizar uma confraternização de final de ano, bem diferente. Foi aí que passei a organizar a festa com a ajuda de um amigo e uma mamiga. A festa aconteceu em Curitiba. Contratamos a suite presidencial do Motel Lepiège, com três andares(triplex)piscina em forma de aquario (possui um quarto sob ela), cascatas, etc. Bom a festa foi regada a finos vinhos, champagnes, wisky e jantar a francesa. A festa foi realizada entre advogados, médicos e empresários. Cada participante comprometeu-se em levar 02 mulheres. No meu caso levei duas amigas médicas, com corpos esculturaism (uma recém forma-residente) e outra pediatra a alguns anos. Todos reunidos, passamos a apresentar cada qual suas amigas aos outros. Todos apresentados começamos a brincadeira de fazer Striptese. Quando nos demos conta todos já estavam nús e começou o enorme bacanal, pois resolvemos contas quantas pessoas estavam no recisto e constatamos que eram 12 homens e 16 mulheres. Salvo a exceção de duas, os resto era verdadeiras deusas. Faltou virilidade para aguentar tanta mulher. Mas esse não foi o problema, pois no melhor da festa resolvemos juntar algumas mulheres para ver se rolava. Não deu outra, minha amiga médica agarrou a secretária de um colega médido e partiram pro 69. Foi a coisa mais linda e excitante que já vi. A minha amiga me revelou que nunca havia gosado tão gosotoso na vida. Bom, como a festa tinha iniciado às 17:30 horas, quando foi 00:25 eu já estava deitando em minha cama e minha mulher de nada desconfiou. Foi maravilhoso. Com certeza neste ano haverá repetição e com o mesmo glamour. Danilo - Curitiba-Pr 56- Eu sempre gostei de sexo. Nao e porque sou mulher, como pensa muita gente por ai, que eu tenho que estar sempre com dor de cabeca. Ao contrario, com 1.70, 60 kg, olhos azuis e morena, "bem distribuida", sou capaz de deixar muito atleta por ai com o queixo caido.Pois bem, eu dizia que sempre gostei de sexo, mas tive poucas relacoes, talves por gostar de satisfazer intensamente a uma soh pessoa. Meu 1º namorado, marcio(o nome foi trocado, porque ele pode aparecer por esse site e vai ser um problema) era bastante experiente, e no comeco, eu ainda retraida, conseguia acompanha-lo bem. Mas nao demorou muito, alguma coisa dentro de mim pedia por mais.Mas me sentia um tanto acanhada para cobrar alguma coisa a mais. Por fim, terminamos a relacao.Nao demorou muito para conhecer Junior. Ele era muito quieto,vivia observando. Acho que chamei a atencao desde o comeco, meu jeito sempre foi provocante, olhos, bocas maos pernas..... A gente comecou a sair, ele foi enlouquecendo e eu fazendo jogo duro. E provocava.....Comecei porchupa-lo..... Ao contrario da maioria das mulheres, eu adoro mamar uma pica. E ele ficava enlouquecido com aquele vai e vem, quando eu chupava aquele pau quase inteiro e depois largava, olhando com a cara mais puta do mundo pra ele.....As vezes o deixava gozar na minha boca, as vezes soh de maldade parava pouco antes.....Ai, comecei a me mostrar pra ele...tirava a calcinha e ficava bulinando na minha xota...Com um dedo, com dois.... rebolava, gemia, ele ficava louco, ainda mais quando eu fazia isso em locais perigosos..... Mas o tempo foi passando e o tesao aumentando.Um dia, quando eu comecei a provoca-lo, ele teve um estalo e acelerou o carro. Eu entendi de imediato o que ele queria e pelo caminho, em meio a transito, engarrafamento e tudo mais, abri sua calca e fui pagando um boquete pra ele.... Imagino a cara da recepcionista quando ele foi escolher a suite..... Depois dos amassos na garagem, subimos as escadas ( a essa altura eu ja estava quase despida,sem calcinha e bastante amarrotada) ele praticamente me tacou na cama. Fui tirando o resto da roupa enquanto ele fazia o mesmo, de pe na minha frente.Quando tirou a cueca, quase cai pra tras! Puts, QUE CACETE ENORME!!!! Eu nunca tinha visto algo assim.Mas ele nao me deu tempo de mais nada e agarrou a minha cabeca , enterrando aquele caralho na minha boca."Chupa, sua puta! Chupa o pau que vai te fuder.." e olhando aquele "cano" na minha frente, deu ate medo imaginar dentro de mim..... Mas chupei.... Chupei muito, como louca...Minha boca naum chegava nem a metade, mas fiz uma chupeta tao gostosa que ele ficou doido. Se afastou, pegou na minha cintura e me virou de quatro falando " voce quer pica, eh? quer pica, sua vadia? quer esse pau na sua buceta eh? entaum toma pica, tomaaaa..." e enterrou, de uma vez aquela piroca na minha bucetinha...Dei um grito.... caralho, parece que senti aquela pica bater no meu estomago.... E ele enfiava, socava cheio de furia a pica em mim.... comecei a implorar pra ele parar, mas ele nem ligava....... e enfiou a piroca sem do,de uma vez ate o fundo. Gozei de escorrer pelo saco dele. E enfiou denovo.. Dava um tempo e enfiava ate o talo... agarrou meu cabelo, me fez olhar pro espelho e falou "olha, cadela..... isso eh que eh trepar..... ta dolorida? ta fudida ta?? ta cansada de me dar essa buceta,sua vaca? essa xota molhada que seu macho acabou de arrombar? entaum vira" Tirou o pau do meu buraco e bateu com ele na minha cara. Tentei chupar, mas ele gozou na minha boca, espirrando pelos meu peitos.Ele gozou muita porra em mim.Foi uma foda e tanto. Tivemos outras muito boas tambem.Mas o queestamos tentando agora eh que ele coma meu cuzinho...Quando conseguirmos, volto pra contar pra voces. 57- Striper amadora Oi, meu nome é Rose, sou paranaense, tenho cabelos castanhos claros, longos e cacheados, seios médios e bumbum arrebitado e gostoso, (pelo menos já me disseram isso), hoje tenho 24 anos mas o que vou narrar aconteceu quando eu tinha 19. Tudo começou no dia em que uma prima minha a Andreia veio me contar que descobriu que nossos namorados estavam freqüentando um barzinho de Strip-tease, aqui de minha cidade, fiquei louca da vida e perguntei a ele se isso era verdade ele disse que não, mas estava na cara que ele estava mentindo, tivemos uma discussão feia e resolvemos dar um tempo no nosso namoro. Em menos de uma semana eu descobri que ele estava namorando outra, então resolvi que não deveria ficar em casa me lamentando e sim deveria sair e tentar me distrair com algo, ao chegar na sexta feira, a Andreia veio me convidar para sairmos, (já que ela também havia terminado com o namorado dela). Ao sairmos encontramos mais duas amigas nossas, a Claudia e a Valéria, começamos a passear de carro de um lado para o outro mais não encontramos nada de interessante, foi quando a Valéria sugeriu que fossemos em um barzinho de um amigo dela, o bar era meio reservado e não conhecíamos quase ninguém, mas gostamos do ambiente e ficamos por ali jogando conversa fora e bebendo um pouco, logo em nossa mesa vieram quatro rapazes sentar-se conosco, o Adriano, o Fábio, o Carlos e o Sérgio, lá pelas uma e meia da manhã já estávamos todas meio bêbadas, foi quando o Adriano nos convidou para irmos no sítio dele para ficarmos mais a vontade, concordamos e fomos todos para lá, chegando lá a Andreia me chamou no canto e disse que era a chance de nos vingarmos dos babacas dos nossos ex namorados, perguntei como e ela me disse que já que eles tinham ido assistir Show de strip, porque nos não poderíamos dar nosso showzinho particular para aqueles gatos, como estava meio alta pela bebida e morrendo de tesão eu concordei, pedimos então que todos ficassem sentados enquanto a gente iria fazer um Show para eles, ninguém entendeu nada mas concordaram, colocamos uma musica e começamos a dançar e a tirar a roupa bem devagarinho, rebolávamos na frente deles e eles estavam adorando, logo a Valeria e a Claudia se juntaram a nos e tiramos quase tudo ficando apenas de calcinha, não agüentando mais o Adriano me agarrou e me deu um beijo que me deixou sem fôlego, então ele abaixou minha cabeça e me fez tirar seu pau de dentro da calça e a chupá-lo com gosto, quase desmaiei quando vi o tamanho do pau dele era quase o dobro do pau do meu namorado, (até então só havia transado com ele), chupei ele inteirinho, lambia aquela cabeça enorme que mal cabia em minha boca e passava a língua por todo o pau até chegar ao final, ele estava delirando e me disse que era uma das melhores chupadas que ele já tinha experimentado, continuei chupando até que ele não agüentou e encheu meu rosto e minha boca com aquela porra gostosa, nunca tinha deixado meu namorado gozar na minha boca mas com esse gato não pude resistir, engoli o que pude o resto esfreguei em meu rosto, quando olhei para o lado vi a maior putaria que já tinha visto na minha vida, a Valéria estava de quatro com o Carlos comendo o cuzinho dela, a o Fábio e a Andreia estavam fazendo um 69 e a Claudia estava por cima do Sérgio com o pau todo enterrado na sua bocetinha, diante daquela cena não resisti e comecei a chupar o pau do Adriano novamente, deixei ele bem duro e pedi que enfiasse em minha boceta mas que fosse com carinho pois nunca tinha experimentado um daquele tamanho, ele me pôs de quatro e começou a enfiar bem devagar, eu estava quase morrendo de tanto tesão, quando ele terminou de enfiar tudo começou a fazer um vaivém ritmado e gostoso, ele enfiava tudo de uma maneira que me fazia urrar de tesão, estávamos todos alucinados de tesão quando que de repente entraram mais três gatos na sala, quase morri de susto mas o Adriano me acalmou dizendo que eles eram seus amigos e que sempre apareciam por ali e que se nos não quiséssemos eles iriam embora, como nos já estávamos estourando de tesão concordamos que eles ficassem, então um deles veio para perto de mim e eu não me fiz de rogada, agarrei o pau dele e comecei a chupa-lo como uma puta, afinal naquele momento nos éramos quatro putinhas para sete gatos tesudos, vendo aquela cena o Adriano não agüentou e começou a me foder novamente, estava uma delícia sentir um pau na boca e outro na boceta ao mesmo tempo, gozamos os três ao mesmo tempo tive a boca e a boceta cheias de porra, mas eu queria mais, foi então que a coisa pegou fogo de vez, por que daí todo mundo transava com todo mundo, naquela hora chupei dois paus ao mesmo tempo enquanto um outro me comia a bocetinha, fui recheio de um delicioso sanduíche quando me comeram a bocetinha e o cuzinho, me fizeram dar de todo jeito e para todos os sete gatos, fiquei toda mole, pois não tinha o que não tivesse dado quando estava quase amanhecendo eles disseram que tinham um filme bem quente para assistirmos, quando eles ligaram a fita gelei pois as atrizes éramos nos fodendo com eles naquela noite, nos imploramos para eles nos darem a fita mas eles disseram que não que aquele era um troféu que eles tinham e que aquela seria a garantia de que iríamos ter de repetir a dose sempre que eles tivessem vontade, o que vem acontecendo pelo menos duas vezes por mês desde aquela época. E quanto ao meu namorado voltei com ele e estamos juntos até hoje, e nem ligo quando alguém fala que ele vai à bares de strip, porque hoje eu sei como é bom ir ver um strip de vez em quando, mas acho que ele não vai gostar nem um pouquinho quando descobrir que a namorada dele também aprendeu fazer strip, só que não para ele. 58- DRIKA Meu nome é Erik, sou branco, moreno, tenho 1,85 metro e sou formado em Educação Física. Na época em que esta história ocorreu, estava deixando de ser atleta profissional e começava a trabalhar como técnico e dirigente esportivo. Em 1991 fomos convidados a participar de um grande evento desportivo da categoria mirim, que seria realizado em Buenos Aires. Nossa delegação era composta por mim, como chefe, por uma técnica, uma assistente técnica e doze atletas selecionadas para representar nosso estado no evento. Por razões econômicas, a viagem foi programada para ser feita de ônibus até Foz do Iguaçu e lá pegaríamos um avião, no lado argentino, que nos levaria até a capital portenha. Devido a minha atividade, convivia naturalmente com as atletas e desfrutava de grande prestígio entre elas, afinal eu era um atleta relativamente bem sucedido, algo como um modelo a ser seguido. Porém, apesar de exercer certa atração sobre as meninas, nunca havia me passado pela cabeça qualquer envolvimento com as mesmas, principalmente em razão da diferença de idade que nos separava. Encarava os olhares e sorrisos das meninas como paixões infantis, nada que devesse ser levado a sério. Entre as atletas havia uma linda morena chamada Drika, de longas e bem torneadas pernas, coxas generosas, seios que floresciam e se insinuavam fartos, uma bundinha redonda, rosto perfeito, cabelos curtos, sorriso ingênuo, uma verdadeira promessa de mulher que se sobressaía em meio àquele harém. Era impossível não reparar em tamanha beleza, contudo jamais me passara pela cabeça envolver-me com ela, ao menos naquele momento. Iniciamos nossa viagem com muitas brincadeiras e jogos, coisas comuns neste tipo de atividade. Com o passar do tempo e o avançar da hora, as meninas começaram a se aquietar em seus bancos e a dormir. Devido a ser um pouco grande, fiquei em um banco exatamente no centro do microônibus que nos foi concedido, o que me permitia deixar minhas pernas estendidas, e assim seguia viagem. Não demorou muito para Drika levantar-se e vir ao meu encontro dizendo que, por também ser grande, queria deitar-se no corredor do ônibus, sob minhas pernas. Não estranhei pois isto era algo normal durante viagens. Após algum tempo deitada naquela posição senti um pequeno toque em minhas pernas. Julguei ser algo acidental. Porém, de leve o toque tornou-se consistente, a menina começava a apalpar minhas pernas por tesão. Gelei com essa idéia em minha cabeça. Olhei em volta e todas as outras meninas pareciam dormir. Apesar de assustado, comecei a sentir um grande tesão com aquela situação. Eu estava de bermudas e procurei facilitar ao máximo a brincadeira da menina. Ela que fizesse o que quisesse. Durante um bom tempo ela ficou alisando minhas pernas e eu fiquei curtindo aquela situação, com o pau latejando de tesão, mas não acreditava que ela fosse além daqueles carinhos. Porém, como eu estava entregue, ela foi-se tornando mais atrevidinha, avançando aquelas mãozinhas de veludo sobre minhas coxas. Fiquei desesperado, desnorteado. Tentei me recompor mas o desejo foi mais forte, resolvi entregar-me totalmente à situação. Drika deteve-se algum tempo em minhas coxas, mas a menina estava decidida a curtir muito naquela viagem, e suas mãos seguiram o caminho até meu pau, que já pingava de tesão. Com uma das mãos, ficou punhetando meu cajado por algum tempo. A posição era incômoda, desconfortável, mas o que era um pouco de dor em meio àquele êxtase? Pensei em deitar-me ao seu lado e fodê-la ali mesmo, mas me contive, ainda conseguia raciocinar. No meio da penumbra, pude perceber que ela se masturbava. Fiquei imaginando aquela mãozinha brincando naquela bocetinha. Os dedinhos no grelinho, o néctar que devia estar escorrendo daquela grutinha... Durante todo este tempo ela continuava brincando com meu cacete, às vezes lentamente, às vezes rapidamente, parecia estar se divertindo com um brinquedo novo. Em determinado momento ela passou os dedinhos bem na cabecinha de meu pau, umedeceu-os com meu leitinho, e levou os dedos aos lábios para provar meu sabor. Aquilo me deixou extasiado. Fiquei com receio de me exceder, de gemer, de descontrolar-me e deitar ao lado dela, chupar aquela boceta virgem, fodê-la, não sei, tudo era irreal. Ela voltou a brincar com meu cacete, eu sentia que logo iria gozar. Procurei ajeitar-me da melhor maneira possível e, quando a ejaculação chegou, ajudei-a a direcionar meu pau para baixo, na direção dela, brindando-a com toda a porra que pude, afinal, ela era a razão de tudo o que jorrava de meu pau. Depois que gozei ela ainda permaneceu brincando com minha pica, parecia encantada pela porra, esfregava sua mãozinha em meu saco e em minhas coxas, continuando a masturbar-se até gozar. Após gozar ajeitou-se como pode e dormiu, inocente como uma criança. Durante algum tempo permaneci acordado, observando todos naquele ônibus, pensando em tudo o que havia acontecido. Concluí que ninguém havia percebido nada. Comecei a colocar as idéias em ordem, afinal eu acabara de gozar nas mãos de uma aluna minha. Decidi encarar o fato sem culpas - se ela queria dar para alguém, por que não eu? Com este pensamento na cabeça, dormi o sono dos justos e sonhei com os 10 dias que passaríamos na Argentina. O amanhecer trouxe consigo todo o sentimento de culpa que eu pensara que não sentiria. Eu havia permitido um contato sexual com aquela linda menina, minha aluna, que estava sob minha responsabilidade. Parecia que todos sabiam, que todos me lançavam olhares acusadores, sentia-me mal com aquilo, sentia-me mal comigo mesmo. Drika, no entanto, agia como se nada tivesse acontecido, brincava alegremente com suas amigas, com as técnicas e mesmo comigo. Ao pararmos para o desjejum, portava-se com tanta naturalidade que parecia estar em casa. Apoiado na convicção de que ninguém realmente percebera nada, comecei a relaxar e a apreciar a beleza daquela menina. Aquela tez branca, divinamente bronzeada, aqueles olhos cor de mel, uma boca pequena, com lábios carnudos, enfeitada com dentes brancos, tudo em perfeita simetria, que menina linda. Os óculos redondo e o aparelho nos dentes davam-lhe ainda mais feição de criança, de pureza. Aquele corpo em formação magnetizava meu olhar, mesmo sob o agasalho podia-se vislumbrar toda a beleza daquelas formas. Como alguém podia deixar uma menina tão jovem usar uma tanguinha tão pequena, tão provocante? Senti meu pau enrijecer-se, arrancando alguns pentelhos em sua busca por espaço. Creio que a dor trouxe-me à realidade. Estava ali, no meio daquelas crianças, com a "barraca armada" e babando feito o lobo mau. Respirei fundo, precisava me controlar ou aquela viagem poderia terminar comigo, com minha profissão, com meu futuro. Acalmei-me. Desviei minha atenção para o evento de que participaríamos, divaguei, e assim a viagem transcorreu seu quaisquer incidentes até chegarmos em Buenos Aires. De lá, fomos conduzidos para uma província do interior, cujo nome já não me recordo. Fomos recebidos com muita festa. Como de praxe em eventos desta natureza, nossas atletas foram alojadas nas casas das atletas locais, enquanto eu e as técnicas fomos hospedados em um hotel. Após o almoço fomos descansar, as atividades somente se iniciariam no dia seguinte. Sozinho no hotel, com meus pensamentos, fiquei feliz, da maneira como as coisas estavam nada poderia acontecer. À noite, aos descer para o jantar, comunicaram-me que duas atletas não conseguiram se adaptar nas casas onde foram instaladas e que, por isso, foram também hospedas no hotel. Estremeci! Seria Drika uma delas? Sim, ela agora estava hospedada no mesmo hotel que eu, e ali qualquer coisa poderia acontecer sem que ninguém percebesse. Essa idéia me excitava e atemorizava, sentia-me dividido em minhas emoções. No restaurante do hotel pude revê-la, estava deslumbrante. Havia abandonado o tradicional agasalho e usava um vestido branco, fino, cujo contraste com sua pele bronzeada era de uma beleza indescritível. Contra a luz, aquele tecido transparente permitia observar uma silhueta provocante, insinuante. Drika usava uma tanga diminuta, branca como o vestido, mas facilmente perceptível sob aquele pedacinho de pano diáfano. Como os pais dela podiam permitir que uma menina usasse uma roupa tão provocante? Ao sentar-se conosco, não consegui tirar os olhos de seus fantásticos seios, que mal se acomodavam sob aquele delicado tecido, pareciam ter vida própria, pareciam querer saltar dali, exporem-se, serem admirados, tocados, beijados... Comecei a pensar em política, economia, mas nada adiantou. Não consegui controlar-me. Meu pau começou a crescer sob a calça, e dessa vez não houve pentelho arrancado que me trouxesse à razão. Ofegava, sentia o cheiro de minhas secreções, estava convicto de que haveria um escândalo ali, que eu seria execrado naquele momento pelos presentes, mas continuava alucinado de tesão, minha cabeça girava, já não entendia mais nada do que era dito à mesa, só tinha olhos, ouvidos, boca, presença enfim, para Drika. Sentia escorrer pela minha perna toda a excitação que brotava de meu pau. Sorri! Pensei se estaria babando também!?!. Comecei a relaxar, a recobrar a consciência, ninguém percebera meu estado alucinado. A conversa fluía sobre futilidades. Em determinado momento, Drika falou: - Quero aproveitar esta viagem para descobrir coisas novas, para me conhecer melhor e, é claro, brincar bastante. Disse isso olhando para mim. Novamente, fiquei esperando qualquer ato de censura, mas nada ocorreu. Para os demais presentes aquela frase soara perfeitamente normal. Findo o jantar, fui para meu quarto, entrei e fechei a porta com a chave. Tremia, sentia o coração bater forte, um gosto amargo tomou conta de minha boca, estava apavorado com a idéia de permitir um envolvimento com aquela menina. Sentia-me dividido, como em "O médico e o monstro", metade de mim queria trancar a porta e dormir, a outra metade queria viver aquela luxúria em toda sua plenitude. Como sempre, a metade animal venceu. Destranquei a porta e sentei-me, vestindo apenas o calção do pijamas. Não sei quanto tempo se passou até a porta se abrir. Drika entrou, trajava ainda o mesmo vestido que usara durante o jantar. "Oiii!" , disse-me, com tanta naturalidade que me desconcertou. Aquele sorriso inocente, o branco virginal daquele vestido, aquele perfume de mulher, o cheio de sexo que impregnava o ambiente, tudo deixava-me em êxtase. Já não tinha mais consciência de nada, qualquer controle, qualquer pudor. Levantei-me e fui em direção daquela presença etérea. Parei em frente a ela, senti sua respiração ofegante, vislumbrava seus seios fantásticos movimentando-se sob aquele tecido translúcido. Passei os dedos em sua sobrancelhas, com as mãos, afaguei seus cabelos. Ela fechou os olhos, deixando a boca entreaberta, aguardando por meu beijo. Inclinei-me em direção a ela, abracei-a, mas não a beijei. Envolvi-a em meus abraços e a tomei em meu colo. Pude, então, finalmente sentir o calor de seu corpo em contato com o meu. Caminhei lentamente em direção à cama e a coloquei, suavemente, sobre o colchão. A beleza daquela visão deixou-me extasiado: aquele corpo bronzeado, desabrochando, envolto por um tecido branco que nada escondia, que apenas fazia com que aquela menina parecesse mística, angelical, aquela visão faria mortos levantarem da tumba, imaginem então o que fazia com meu pau. Sentei-me ao seu lado e passei a acariciar seu rosto, fechei os olhos, inclinei-me e beijei suavemente aquela boca maravilhosa, só deixando haver o contato entre os lábios e depois, lentamente, buscando sua língua. Ela não retribuiu meu beijo. Abri os olhos e vi seus braços postados ao lado do corpo, as mãos contraídas, todo o corpo tenso. Agora, ela estava apovarada. A jogo que ela começara havia ido longe demais. Deitei-me ao lado dela e disse-lhe: - Minha lindinha, vamos fazer uma brincadeira diferente. Vou me vendar e fazer de conta que estou amarrado na cama. Não soltarei as mãos da cama e nem tirarei a venda a não ser que você mande. Descubra aquilo que você quiser. Faça aquilo que você quiser. Aproveite e divirta-se. Fiquei em decúbito dorsal, coloquei uma fronha no rosto e deixei as mãos segurando o encosto da cama. Por algum tempo, que me pareceu uma eternidade, nada aconteceu. Depois, pude senti-la movimentando-se ao meu lado. Suas mãos começaram a percorrer meu corpo, tocando meu peito, barriga, detendo-se por longo tempo em minhas coxas, subindo então, vagarosamente, por dentro do ensopado calção, baixando-o e retirando-o, liberando completamente meu pau, que há muito suplicava por aquilo. Passaram-se longos minutos e ela nada fez. Aquilo me enlouquecia. Tinha ímpetos de loucura. Queria beijá-la, abraçá-la, agarrá-la e penetrá-la, mas sabia que se fizesse qualquer ato brusco poderia perdê-la para sempre. Permaneci imóvel, com o cacete latejando, implorando por um carinho, um aconchego. Ela então começou a tocar meu saquinho, primeiramente com os dedos, analisando a textura e a consistência, depois com uma mão e, finalmente com as duas. Passou a brincar com meu caralho, iniciando uma lenta e deliciosa punheta. Eu sentia aquelas mãos delicadas me tocando, brincando com meu pau, eu tinha contorções de prazer, era algo que nunca havia sentido. Seus movimentos eram descontinuados, lentos, pareciam explorar aquele brinquedo que pulsava em suas mãos. Às vezes para o movimento, mantendo as mãos sobre meus pentelhos, deixando a glande totalmente exposta, outras vezes passava os dedos sobre ela, lambuzando-se com meus líquidos e esfregando as mãos em minhas coxas, meu peito, meu rosto, por todoo meu corpo. Depois afastou-se de mim. Por quanto tempo, não sei, há muito perdera qualquer noção de realidade. Para mim, tudo girava em função do prazer, intenso e estranho, que sentia. Senti seus movimentos novamente na cama. Ela deitou-se ao meu lado, notei que havia se livrado do vestido. Deveria estar nua, divinamente nua. Contorcia-me de tesão sentindo aquele corpo colado ao meu, imaginava-a nua, sentia que salivava, suava, vivia sensações indescritíveis. Drika sentou-se sobre minhas coxas e passou a pincelar meu cacete em seu clitóris. Pela primeira vez, senti o calor úmido daquela grutinha. Ela estava tão excitada quanto eu, meu pau parecia nadar em meio àqueles lábios vaginais ensopados. Com muito cuidado, para evitar uma penetração indesejada, ela brincava com meu caralho na portinha de sua boceta, esfregandopo de um lado para o outro. Passou, então, a cavalgar sobre meu membro, esfregando-o ora em seu clitóris, ora colocando-o no rego daquela bunda maravilhosa. Mas havia também a sensação daquelas coxas que abraçavam as minhas, contraindo-se em seus movimentos de vai e vem, além do prazer de ouvir seus gemidos de satisfação, seus suspiros mais profundos, seus risinhos a cada nova descoberta, o cheiro de nossas secreções. Era inacreditável a quantidade de sensações que aquela situação me provocava. Parecia que, por não poder tocar nem ver, meu corpo desenvolvia novos sentidos, novas formas de prazer. Eu não falava nada, apenas arfava e gemia, não queria fazer qualquer coisa que pudesse inibi-la. Além do mais, eu estava adorando aquela experiência. Para pincelar meu pau em sua bocetinha de outro modo, ela inclinou-se sobre mim, tocando seus seios sobre meu peito. Fiquei ensandecido quando senti aqueles bicos entumecidos em contato com minha pele, ela percebeu e passou a brincar, simultaneamente, com meu pau na portinha de sua grutinha, e com seus seios em contato com meu peito. Não agüntei, comecei a gemer e a tentar penetrá-la com movimentos de quadrís. Rapidamente ela saiu de cima de mim, eu estragara tudo. Fiquei desconsolado, meu pau começou a amolecer. Para minha surpresa, ela posicionou-se sobre meu peito e, lentamente, suspendeu a fronha de minha cabeça, deixando minha boca exposta. Delicadamente, inclinou seu corpo em minha direção, passando suavemente aquele biquinho durinho em meus lábios, em movimentos pendulares. Eu tentava, em vão, beijá-los, prendê-los entre meus lábios, mas Drika não permitia, apenas brincava comigo, divertia-se com meu tesão. Após algum tempo nesta tortura, ela levantou-se e deixou a cama. Senti o peito encharcado no local onde ela estava, aquela bocetinha estava se derretendo de tanto tesão. Só então voltei a lembrar que eu tinha um pau, senti meus testículos doloridos devido a toda aquela tortura, eu queria, eu necessitava de gozar. Drika voltou para a cama e posicionou-se com as coxas entre minha cabeça. Exultei por pensar que ela iria oferecer aquela bocetinha maravilhosa para meu deleite. Ao aproximar aquela grutinha de meu rosto, percebi, pelo odor, que ela havia ido ao banheiro para lavar sua xaninha. Vá saber o que se passara por aquela cabecinha de menina?!? Lamentei aquela atitude infantil, afinal, sua grutinha estava deliciosamente encharcada e perfumada por suas secreções de mulher, e tudo o que eu mais queria era sorver aquele melzinho, direto na fonte, porém, sabia que daquela fonte sairia muito mais. Ela deixou sua bocetinha na altura exata para que eu brincasse com seu clitóris. Passei a tamborilar minha língua naquela bocetinha cheirosa, que abria-se para mim, convidando-me a descobri-la. Chupei-a como pude, concentrando-me naquele clitóris absurdamente intumescido, ela pareceu gozar algumas vezes, haja vista seus berros e suspiros longos. Em dado momento, inclinou-se para frente, na direção de pau. Exultei ao pensar que iria chupá-lo, mas ela não o fez. Simplesmente recomeçou a punhetar meu cajado, que não precisou de muitos movimentos para brindá-la com uma forte ejaculação. Senti que gozava aos borbotões, toda a porra acumulada ao longo de toda aquela brincadeira era, agora, liberada em golfadas e mais golfadas, que sentia cair sobre meu corpo. Extenuado, quase desfaleci. Apesar de haver gozado, ela continuou a manipular meu cacete, que gradativamente foi amolecendo em suas mãos, até tornar-se inerte, incapaz de qualquer reação. Ela permaneceu brincando com ele, parecia divertir-se com aquela minhoquinha murcha, que antes parecia pulsar com vida própria. Ficamos algum tempo naquela brincadeira pós-gozo, Drika divertindo-se com tudo aquilo que tinha experimentado. Em momento algum eu tirara a fronha dos olhos, tão pouco tirara as mãos do encosto da cama. Ao levantar-se para ir para seu quarto, beijou-me de forma tão terna e sussurrou um "obrigado, professor" tão inocente em meu ouvido, que quase chorei de emoção, ou tesão, ou sei lá o que. Todas as noites em que ficamos na Argentina brincamos da mesma forma. Deixei que ela explorasse e conduzisse suas descobertas da maneira que ela quisesse. Houve algumas evoluções em nossas brincadeiras, mas não a penetrei em momento algum, ela deixou bem claro que não sentia-se preparada para aquilo. Voltamos para o Brasil, para nossas cidades, e vivemos ainda outras aventuras. Hoje, por motivos profissionais, estamos distantes um do outro, mas mantemos nossa amizade por meio de correspondências, e-mail e telefonemas. Representamos muito um para o outro, aprendemos muito juntos e, espero, ainda desfrutaremos muitas coisas da vida juntos. 59- KÁTIA Esta história se passou há alguns anos. Já havia abandonado a Educação Física e o mundo desportivo e estava cursando Direito. Como bons acadêmicos, passávamos mais tempo nos botecos que rodeavam a faculdade do que na faculdade. Foi num desses botecos que iniciou-se esta aventura. Discutíamos alegremente tentando resolver os problemas do mundo. O grupo reunido era grande, com alunos de vários cursos e períodos. A galera bebia muito e a paquera corria solta, havia cantadas de todos os tipos. Eu não estava azarando ninguém, estava mais preocupado em defender minhas opiniões sobre um assunto que sequer lembro o que era. Engraçado como coisas maravilhosas acontecem em situações assim. As conversas adentraram a madrugada, casais foram se formando e se então o clima foi-se criando, o tom da conversa foi diminuindo, os olhares foram ficando mais insinuantes, os movimentos começaram a parecer serem feitos em câmara lenta, a oportunidade se fez... Lentamente fomos nos aproximando, segurei levemente seu rosto enquanto a envolvia, ela aninhou-se e seu pequeno corpo desapareceu em meu abraço. Nossos olhos se fecharam e nos entregamos em um beijo longo e sensual, enquanto nossos corpos se esfregavam, as mãos de um percorriam o corpo do outro, buscando o conhecimento mútuo. Aquela mulher, com corpo de menina, parecia um vulcão prestes a entrar em erupção. Mordia-me levemente os lábios enquanto me beija. Arranhava minhas costas, minha nuca, esfregava seus mamilos entumecidos em meu corpo, gemia e dizia palavras desconexas, e estávamos apenas nas preliminares... Fiquei com tesão redobrado sentindo a fera cujo corpo se contorcia colado ao meu... Sentia cada pedacinho de seu corpo malhado em contato com o meu. Fui beijando seu pescoço, sua nuca, chegando ao seu ouvido, deixando-a arrepiada, arrancando-lhe sussurros e gemidos que soavam como música para meus ouvidos. Nem lembro como fomos parar no chão, sobre aquele aconchegante tapete de pele. Beijávamo-nos e buscávamo-nos mutuamente com um tesão incrível. Aquelas pequeninas mãos mostraram-se extremamente habilidosas, despindo-me rapidamente, e passaram a brincar com meu pau, deixando-o ainda mais duro. Ainda me beijando, ela iniciou uma punheta maravilhosa, ora com as duas mãos envolvendo meu cacete, ora apenas com uma fazendo movimentos lentos e ritmados de vai e vem, e com a outra massageando meus testículos. Sem parar aquela punheta fantástica, ela foi descendo seus beijos por meu pescoço, meu peito, ombros, barriga, lentamente, sempre brincando comigo, deixando-me cada vez mais excitado. Tentei tirar-lhe o vestido. Suas mãos largaram meu pau e seguraram, com uma firmeza impressionante, meus braços, deitando-os ao lado de meu corpo. Ela deixara claro que estava no comando. Não me fiz de rogado, fechei meus olhos e entreguei-me àquela bela mulher que a cada ato surpreendia-me. Ela voltou a beijar, lamber e chupar meu corpo, deixando-me arrepiado. Deixei-me levar por um turbilhão de sensações indescritíveis. Pareceu-me passar uma eternidade até sentir aquela língua quente e úmida tocar minhas bolas. Lentamente ela continuava a punhetar-me, sibilando a língua aveludada em meu saco, alternando as bolas, mordiscando-as levemente, engolindo-as. Sua língua abriu passagem entre meu rego e passou a brincar com meu ânus, estremeci e arrepiei-me ainda mais, ondas de prazer deixavam-me extasiado enquanto aquela boca percorria os caminhos mais íntimos de meu corpo. Nunca havia recebido tal carícia. Aquela pequenina mulher mostrava-se uma mestra no sexo oral, e eu, fã incondicional da modalidade, entreguei-me completamente a ela. Após uma eternidade naquela "tortura", Kátia voltou a brincar intensamente com meu saco, dirigindo, a seguir, aquela boquinha mágica para a base de meu pau. Enquanto apertava firmemente a glande com os dedos, passava a língua felina de cima a baixo do meu mastro, mordia-o, e lambia-o, controlando absolutamente todos os movimentos, permitindo que minhas secreções fluíssem abundantemente, mas evitando facilmente que eu ejaculasse. Depois de deixar completamente babado e melado, Kátia começou a massagear delicadamente meu ânus com o dedo. Antes que eu esboçasse qualquer reação, passou a lamber-me a glande, intocada até então por aquela boca fantástica, fazendo com que eu me entregasse completamente ao seu domínio. Enquanto uma mão comprimia com firmeza meu pau, aquela língua fantástica tamborilava em minha glande e seus hábeis dedinhos massageavam minha bunda e meu ânus. Eu urrava de tesão e prazer, tremia, me retesava, não sabia o que fazer, perdi a noção do tempo, de tudo, entregue àquela deusa do sexo oral. Enebriado, sentia que às vezes ela introduzia a falange de seu dedo em meu cu, mas ao mesmo tempo abocanhava meu pau com tamanha pressão que parecia sugar minha força vital. Ela dominava aquela arte com tamanha perfeição que nada mais importava-me, apenas o prazer que sentia, apenas o tesão, apenas a expectativa de gozar... Minutos, horas, não sei quanto tempo se passou. Uma avalanche de prazer dominou meus sentidos, eu nada fazia, apenas urrava, babava, gritava, completamente ensandecido por aquela pequenina gueixa, que parecia sentir tanto prazer em dominar-me através do sexo oral quanto eu tinha em receber suas carícias. Meus músculos estavam tão tesos que comecei a sentir os primeiros sinais de fadiga muscular, ela também percebeu e decidiu fazer-me gozar. Vagarosamente massageando meu ânus, volta e meia introduzindo delicadamente seu dedinho em meu cu, ela começou a mais lenta e maravilhosa punheta de minha vida, sem deixar de sugar a cabeça de meu pau em momento algum... Lentamente, sempre lentamente, durante minutos que me pereceram séculos, ela continuou com aqueles movimentos, que me pareciam um ritual orgasmático... Nem mesmo quando percebeu que eu iria gozar ela alterou o ritmo, e quando finalmente sentiu que eu iria ejacular ela apertou firmemente a cabeça de meu pau entre os dedos, aumentou a potência de sua sucção, em seguida soltou minha glande e passou a massagear meus testículos, sugando voluptuosamente a cabeça de meu pau, buscando dentro de mim toda a porra acumulada por horas daquela "tortura" magnífica. Eu urrava e me contorcia enquanto ela sugava sem parar tudo o que podia de dentro de mim. Nunca havia gozado tão intensamente, jamais havia sentido tamanho prazer. Não sei o que houve, se transcendi, se desmaiei, não sei... Só sei que quando voltei à terra percebi que estava em decúbito dorsal, com Kátia posicionada entre minhas pernas, ainda mamando meu combalido pintinho, que para minha surpresa permanecia semi-rígido em sua boquinha. Aquele rostinho angelical com belos olhinhos amendoados parecia brilhar, sorrindo para mim. Aqueles longos cabelos negros jogados sobre minhas pernas... Pela primeira vez percebi que ela havia se despido e que estava apenas de calcinha. Senti que meu pau começava a insuflar-se de vida dentro daquela boquinha extraordinária e eu desejava retribuir a ela ao menos uma parcela de todo o prazer que ela me proporcionara... Posicionei minha mão em sua nuca e carinhosamente a puxei em minha direção, beijando-a delicadamente, agradecendo por estar ali, por estar desfrutando de sua companhia, de sua intimidade. Deitada sobre meu corpo, pude mensurar como realmente ela era pequenina em comparação a mim. - "Vamos para o quarto", ela sussurrou-me com uma voz lânguida que me fez sentir um calafrio subindo pela coluna. Não tive dificuldades em levantar-me com ela agarrada em meu corpo, as pernas entrelaçadas em minha cintura. Como uma louca, beijando-me, mordendo-me, arranhando-me, ela foi-me apontando o caminho do quarto. Lá chegando deixei-nos cair sobre a cama, posicionando-me sobre ela. Imobilizando-a entre minhas pernas, segurei seus braços abertos por sobre sua cabeça, podia vê-la inteira a minha mercê, aquele corpo magro, aqueles seios pequenos, os mamilos entumecidos... Meu pau pulsava sobre sua barriga, gostei daquela visão e resolvi massageá-la com o cecete. Esfreguei-o lentamente naquela linda barriguinha, fui subindo, detive-me por longos minutos nos pequeninos seios, com uma mão eu rolava meu meu membro sobre aqueles montinhos, circulava-o em volta dos mamilos enrijecidos... continuei subindo até posicionar-me sentado sobre seu peito. Passei a esfregar meu pau em seu pescoço, suas orelhas, sobre seus lábios, seus olhos, virei-a de costas e passei a massagear por vários minutos sua nuca e suas costas, dando também pequenas batidas com o membro em seus ombros... Fui descendo, descendo... posicionei-a em decúbito dorsal, era chegada a hora de despi-la da minúscula calcinha e eu queria vê-la de frente para mim... Lentamente fui puxando aquele pedacinho de pano para abaixo. Na medida em que a calcinha ia se enrolando por aquelas coxinhas, permitia-me ver uma púbis que deixou-me encantado, Kátia tinha ralos e longos pentelinhos, que quase nada encobriam daquela maravilhosa grutinha... Ao livrá-la da pequena peça de roupa pude observar em toda plenitude aquela pequena rachinha que exalava um cheiro maravilhoso, que deixa-me como que embriagado... Afastei delicadamente suas pernas e direcionei minha boca para aquela bocetinha que parecia chamar-me. Beijei-a, beijei-a, beijei-a, comecei a passar a língua naqueles lábios vaginais, com os dedos fui abrindo aquela grutinha, passando a fazer lentos movimentos circulares com a língua ao redor de seu clitóris, aos poucos fui aumentando o ritmo de minhas lambidas, cada vez mais rápido, minha língua e aquele pequenino clitóris pareciam duelar. Kátia prendeu com as coxas minha cabeça entre suas pernas e começou a serpentear, parecia estar tendo convulsões. Passei a chupar-lhe o clitóris e comecei a massagear-lhe o ânus... Ela contorcia-se, berrava palavras desconexas, puxava minha cabeça de encontro a sua bocetinha, parecia estar em transe... Continuei desfrutando de sua grutinha em minha boca por vários minutos, até que aos poucos ela foi se acalmando, aproximava-se a hora de penetrá-la. Posicionei meu pau na entrada daquela xaninha, Kátia segurou-o e passou a masturbar seu clitóris com meu cajado, freneticamente, cada vez mais rápido... Eu mantinha-me de joelhos, apoiado nos cotovelos, evitando a penetração. Ela passou as pernas sobre minha cintura, envolvendo-me, e passou a enfiar a cabeça de mau pau em sua boceta, enfiava e tirava, suspendendo-se da cama. Aquela mulher deixava-me alucinado. Durante vários minutos fiquei apenas sustentando nossos corpos, enquanto ela controlava a penetração. Alucinadamente, ela começou a berrar, dizendo "vem, vem, enfia tudo em mim"... Simplesmente soltei o peso de meu corpo sobre o dela, penetrando-a completamente. Ela berrou como se tivesse sido partida ao meio. Assustei-me, pensei que a tivesse machucado, mas aquela cadelinha começou a mexer-se mais e mais sob mim, contorcendo-se, uivando, berrando, definitivamente ela parecia estar em transe... Não havia como não ficar empolgado com uma mulher como aquela... Passamos a copular freneticamente, urrando feito dois malucos. Passei a tirar quase todo o pau de dentro dela, deixando apenas a cabeça guardadinha, enterrando-me novamente naquelas entranhas quentes, fiz isso algumas vezes, mas depois, quando eu me afastava, ela se enfiava em mim... suas pernas prendiam-na a mim como uma cadelinha, ela enterrava aquela boceta fantástica em meu pau em um ritmo cada vez mais rápido. Assistir aquela bocetinha linda sugando meu pau para dentro de si era um privilégio, um prazer à parte... Não havia mais como controlar, percebi que não iria demorar muito para gozar e decidi ficar me deliciando com aquela mulher, vendo-a, literalmente, me foder... Ela sabia que eu estava prestes a gozar e passou a colocar apenas a cabeça de meu pau em sua boceta, comprimindo a glande, num ritmo alucinante, aquilo foi-me causando um calor intenso, uma sensação de desvario, algo inusitado, pensei que iria morrer ali... até que explodi em um gozo alucinante, parecia que meu cérebro estava saindo através da ejaculação... a impressão que eu tinha é que não haveria espaço para tanta porra naquela bocetinha e que meu pau iria estourar, e aquela verdadeira putinha continuava alucinada a se mexer com meu pau entalado em sua boceta... Caí sobre ela e ficamos abraçados, podia sentir as contrações daquela vagina tendo um orgasmo, sugando, massacrando meu pau... Sem sair de dentro dela, deitamos lado a lado, acho que desmaiei... Houve várias outras trepadas, cada uma mais incrível do que a outra. Continuamos juntos por um bom tempo, até que mudei de cidade. Tentei manter contato por carta e telefone, mas a distância é sempre cruel... Espero poder reencontrá-la em breve e novamente aprender alguns segredinhos sobre o sexo com aquela japonesinha safada, talvez ensinar alguma coisa também... 60- Tesão de Condução Todos os dias vou ao trabalho de ônibus. Fico muito excitada logo de manhã quando o ônibus está super lotado, principalmente no verão, pois adoro sair de mini-saia, blusinha colada, sandália alta e cabelos molhados. Percebo logo vários olhares masculinos me comendo. Finjo nem perceber e nem dou bola. Mal sabem que enxarcam minha calcinha. Um dia, acordei com um tesão além dos limites, resolvi esquecer de colocar minha calcinha, só para ver se algum taradão do ônibus percebesse e, ficando com um tremendo tesão, teria a ousadia de pelo menos me passar as mãos ao invés de ficar só me olhando. Fico excitadíssima de lembrar aquele dia de puta que tive. Tudo foi muito além do que eu estava imaginando. Foi só sair sem calcinha e as coisas rolaram sem eu fazer mais nada. Logo no primeiro ônibus, fiquei em pé mas, como estava muito lotado, as pessoas ficavam circulando no corredor do meio, com pressa para descer, e isso ia me pressionando para a frente. Estava muito gostoso pois um homem, sentando no banco na minha frente, estava com sua mão segurando no banco da frente dele, e minha buceta nuazinha ficava roçando seus braços. Claro que ele podia sentir meus pelinhos e ficava forçando discretamente seu cotovelo contra minha buceta. O pau dele estava ficando enorme. Ninguém estava percebendo nada e até eu fingia não perceber. Até que esse desconhecido pegou sua outra mão, como se fosse cruzar os braços e começou me foder com seu dedo médio, e meu tesão escorria pelas pernas. Com o balanço do ônibus e a vibração de seu dedo, fui à loucura, gozei intensamente, dei sinal e desci no próximo ponto sem nem olhar para ele. Estava morrendo de vergonha mas ainda louca de desejo. Queria mais. Chegando no serviço, resolvi contar essa façanha para o ascensorista e percebi que ele ficou tarado. Pediu a minha buceta na maior cara de pau. Eu não podia nem pensar em ceder, mas o desejo de um pau me fodendo era maior do que qualquer coisa. Ele conseguiu parar o elevador e, sentado em seu banquinho, dei um jeito para minha buceta ficar da altura de sua boca. Ele lambeu toda aquela porra que escorria, delicadamente, como se chupasse um sorvete delicioso. Finalmente, pôs seu enorme pau pra fora do zíper, virei de costas e sentei. Ele enlouqueceu, chegou até me machucar, de tanto que me comeu. Depois que jorrou toda aquela porra lá dentro da minha bucetinha, seu pau continuou duro e ainda me comia. Pior que eu estava sem calcinha e a minha maior preocupação era aquilo continuar escorrendo lá no escritório. E foi o que aconteceu, eu estava no meio de uma reunião, meia dúzia de homens e uma mulher e não sei se foi aquele cheiro de sexo que eu exalava, mas um dos participantes tomou a iniciativa e todos toparam. Nessa hora, fui praticamente estuprada, pois me colocaram em cima da mesa, dois ficavam segurando minhas pernas bem abertas, minha colega ficava me chupando enquanto todos se preparavam e, em fila, todos me comeram. Já nem sei mais o que sentia. Minha buceta doía de tanto pau. O estranho é que meu tesão não passava. Eu gemia loucamente e todos gozaram intensamente. Todos eram cúmplices, eu não era a única culpada. Ninguém da empresa ficou sabendo. E para acabar o dia, na volta foi um passa mão e roça roça geral no ônibus e quando cheguei em casa, meu marido me comeu como nunca havia me comido antes. Parecia até que ele desconfiava de alguma coisa... 61 - SOU LOUCO POR MINHA IRMÃ!!! Tenho 19 anos, sou do tipo forte e grande. Moro com meus pais e minha irmã Camila de 12 anos. Tudo começou no início do ano, quando ao brigar com minha namorada, fiquei uns dois meses sem nenhum sexo. Eu já estava para explodir. Certa vez, ao chegar mais cedo da faculdade deparei com uma cena que me deixou completamente perturbado. Camila, que chegara de sua aula de dança estava deitada de bruço no chão assistindo TV. Ela usava uma mini saia sobre uma minúscula calcinha de renda toda enfiada que deixavam totalmente à mostra a sua empinada bundinha . Instintivamente meu pau reagiu, formando um enorme volume sob minha calça. Ao perceber minha presença, ela compôs-se, sem graça mas não pode deixar de perceber que seu corpinho de ninfeta começava a me encher de tesão. Fingi que nada acontecia, subi para meu quarto onde me masturbei desesperadamente pensando naquela delicia de menina que estava a poucos metros de mim. A partir deste dia não tive mais paz, pois Camila parecia fazer a máxima questão em me tirar do sério. Era cada vez mais freqüente topar com ela desfilando em seus shortinhos cavados e camisetinhas que denunciavam seus lindos peitinhos ainda se formando. Incrível como Camila com aquela idade estava tão gostosinha. Cinturinha fina, bumbum arrebitado e coxa grossa. Eu tinha que possuí-la! Depois de três meses de tortura, numa noite em que estávamos à sós em casa, eu assistia um filme na sala, quando percebi que minha irmã havia descido para beber água. Ela usava um baby-doll transparente tamanho "ppp". Podia-se perfeitamente observar seus mamilos rosados sob o tecido. Também era impossível não babar ao admirar aquele shortinho minúsculo quase invisível entrando na bunda que realçava sua tanguinha vermelha cavada. Ao voltar da cozinha sentou-se ao meu lado e me confessou estar com medo dos trovões que eram intensos. A convidei para assistir o filme e ao sentir o calor de sua coxa ao lado minha foi o suficiente para meu pau enrijecer como uma rocha. Não pude disfarçar minha excitação sob meu short de malha. Fiquei ainda mais excitado ao perceber que ela já havia percebido e que fixava imóvel meu membro que já tomava proporções gigantescas. Com muito jeito a perguntei o que ela achava do meu pau. Assustada e sem jeito me disse que não sabia, pois nunca tinha visto um assim antes. Perguntei se ela gostaria de vê-lo para fora. Um pouco mais à vontade me disse que sim. Então puxei bem devagar minha pica, que a essa altura latejava de tanto tesão, para que ela pudesse admira-la. Quando o coloquei todo para fora ofereci para que ele o tocasse. Me perguntou se eu achava certo aquilo, e respondi que não faríamos nada de errado. Apenas pegar não tinha problema. Meio desconfiada segurou meu membro. Percebi sua excitação, ao exclamar: Nossa! Como é quente e duro! Lentamente fui a encorajando a acaricia-lo. Em pouco tempo já estava sugando minha vara com toda volúpia de uma adolescente totalmente tomada pelo tesão. Coloquei-a, então, de quatro e fui arrancando com a boca seu shortinho e sua calcinha que estavam completamente encharcados . Que delírio aquela marquinha de fio dental desenhada em seu bumbum bronzeado! Camila rebolava como uma fêmea no cio. Implorava para ser penetrada. O que fiz como um animal. Estoquei-a com velocidade e violência. Ela se contorcia de tanto prazer. Fizemos amor de todas as maneiras possíveis. Minha irmã era insaciável, apesar de sua inexperiência. Depois de horas de sexo selvagem tomamos banho juntos, onde ainda rolava sacanagens e mais sacanagens. Que fêmea é a minha irmã! Já eram três horas da manhã, quando exaustos e saciados adormecemos. Já fazem três meses que nós transamos e não me arrependo em absoluto. Sou louco por minha irmã! 62-DELÍCIA DE EXIBICIONISTA Havia chegado a Ribeirão Preto naquele final de semana do meio do mês de março. Fui logo a um hotel. Queria descansar antes da reunião com o cliente. Não conseguia entender como um cliente tão distinto, com produtos com tanta inserção no mercado, era desorganizado a tal ponto que precisava marcar reuniões decisivas num sábado. Como era cedinho, resolvi dormir um pouco e me refazer da viagem. Quando, após o almoço, meu celular tocou, pressenti que coisa boa não era. O "distinto" cliente pediu à secretária que me avisasse que uma viagem de urgência havia aparecido e que ele, infelizmente, não conseguiria me receber naquele sábado, mas apenas no dia seguinte. Depois do momento de raiva e de dispensar a mocinha com um sonoro "não trabalho aos domingos", coloquei a cabeça em ordem e me pus a pensar no que poderia fazer para passar o tempo. Talvez me divertir, já que meu vôo somente sairia no começo da tarde de domingo e eu não tinha a menor intenção de tomar um avião antes disso. A camareira do hotel tirou-me do torpor à beira da janela. Sua saia curta me pôs a imaginar loucuras com aquela mulata de curvas sinuosas e bunda generosa. Mas me contive. Queria apreciar a cidade, o quanto ela havia mudado desde que a deixei, há cinco anos. Pus-me em marcha por Ribeirão Preto, toda agitada, nem sei bem o porquê, em um sábado comum de março. Soube depois que os comerciantes haviam conseguido mudar algumas leis e passaram a deixar as portas abertas até 21 horas aos sábados. À noitinha quis beber um gostoso uísque e dançar um pouco. Havia me decidido que se nada acontecesse pegaria mesmo uma das muitas - e lindas - garotas de programa que povoavam a avenida 9 de Julho desde meus tempos de estudante. Escolhi a boate da moda. Tomava meu drinque serenamente, andando pelos cantos todos à procura de olhares lascivos e, não os encontrando, passei a crer que ou eu havia perdido o jeito da conquista ou, pior das hipóteses, escolhera a roupa errada para a ocasião (risos): calça de linho com preguinhas, sapato de cadarço e camisa, também de linho, em mangas curtas. Foi quando avistei, meio escondido embaixo de uma das escadas da boate, num lugar na penumbra, um casal aos beijos e abraços, o que me despertou a curiosidade. Fui chegando, como quem não quer nada, dando a volta por trás do rapaz - moreno claro, descobri depois ser da minha altura (1,80m) -, olhando fixamente a cena que se desenrolava. A mulher era lindíssima, vestido preto curto que teimava em subir com as investidas do cara em suas coxas. Morena também, mas clarinha, 1,62m, 58kg mais ou menos, enfim, uma delícia! Os carinhos entre os dois avançaram, até que a mulher percebeu que eu não tirava meus olhos de cima dela, às costas de seu companheiro. Tentando disfarçar ela falou algo ao rapaz, que imediatamente afastou um pouco a sua cadeira, deixando que, de onde eu estava, pudesse ver totalmente o corpo daquela garota que já estava me alucinando. Eles se abraçaram de um jeito que o cara ficava totalmente voltado para o lado oposto de onde eu estava, com o rosto colado ao dela. A mulher passou, então, a perna esquerda por sobre a coxa do rapaz, como que quase o enlaçando, deixando, desta vez, sua coxa totalmente à mostra. Usava meias 7/8 que, sem dúvida, são de "maluquecer" qualquer cristão. Sua saia, agora, estava totalmente afastada do corpo e a tira de silicone que prendia a meia à perna deixava tudo acima da renda à vista de quem quisesse por ali passar. Graças aos requebrados de duas "louraças-Belzebu" na pista, apenas garçons passavam rápidos onde estávamos. O rapaz passou a acariciar a coxa dela, em leves passadas de dedos. Pelo sorriso estampado no rosto eu podia, perfeitamente, saber que ele dizia coisas ao seu ouvido. Seus olhos eram de uma lascívia incontida, maliciosos. Olhos que, rasos, me encaravam. A mão do rapaz foi subindo cada vez mais até tocar a tira finíssima da calcinha - tanguinha, seria a melhor palavra -, num espetáculo encantador. E ela se deliciava em se exibir para mim, cravando os olhos mais e mais no volume que se formou em meu baixo-ventre. Ela passava a língua pelos lábios, molhando-os com a própria saliva, sem desgrudar os olhos de mim, mordendo de leve, e aos poucos, o lóbulo da orelha do rapaz que a abraçava cada vez mais forte. A mão dele já havia sumido atrás das curvas dos quadris dela, revelando que acariciava aquela bundinha deliciosamente durinha que eu percebia ser. De repente ela falou algo ao ouvido dele, que a soltou. A mulher desenlaçou-lhe os braços e moveu a perna como que repetindo a cena de Sharon Stone em "Instinto Selvagem", deixando-me antever, mesmo na penumbra, que a calcinha estava enterrada entre seus lábios, haja vista que eu, desesperadamente excitado, havia me aproximado mais deles, estando a pouco mais de dois metros da cena. A garota se levantou, arrumando o vestido, passando a mão sensualmente no pescoço e na nuca, e se pôs a dançar nas proximidades da mesa. A música era agitada. Vestido preto, curto e esvoaçante. Eu fixo meu olhar no rosto dela, torcendo para que me encare. Os olhos dela, mareados de desejo, cravam-se nos meus. Fogo contra fogo. Aproximo-me. O corpo dela ginga de um lado para o outro. Seus quadris me enlouquecem. Chego mais perto e a música agitada dá lugar a uma bem lenta. Não trocamos palavras, apenas a enlaço pela cintura, enquanto seus braços se erguem para envolver meu pescoço. Dançamos grudados um ao outro, como se íntimos fôssemos. Sussurro-lhe uma pergunta ao ouvido. Ela responde apenas "Márcia". Deixa de ser apenas um corpo. Tem nome agora. Não me preocupo com seu parceiro, que já percebi que, assim como eu, gosta de exibir sua mulher aos outros. Meus olhos bebem do mistério dos olhos dela. Sente meu pau duro sob a calça a lhe pressionar na altura do ventre. Seus lábios, de um vermelho intenso, me hipnotizam. Encosto de leve os meus nos dela. Sinto o cheiro doce do batom, sinto sua respiração e isso me deixa doido. A língua dela rompe a timidez do momento estranho e entra na minha, se enroscando dentro. Sua saliva é doce e seu hálito, inebriante. Nosso beijo se torna mais intenso. Quase nos comemos, literalmente. Sem que perceba eu a levo levo, dançando, ao canto mais escuro da boate, justamente embaixo da escada, atrás da mesa onde o rapaz vê tudo com olhos de desejo. Sinto que eu e ele temos a mesma fantasia. E isso, incrível, nos aproxima. Estou com a mulher dele e, se pudesse, cederia a minha a ele. Mais tarde fico sabendo que seu nome é Luiz. Descubro que atrás da escada há uma espécie de corredor e que dois ou três casais já se encontram lá, amassos mil, pouco se importando com o resto do mundo. Encosto o corpo de Márcia na parede e ela desce os braços do meu pescoço e eles param no meu peito. Minha boca deixa a dela e vai correr solta pelo pescoço bem formado, deliciosamente suado. Recolho o suor que desce de sua nuca com a língua. O sal dela é bom. Mordo de leve o pescoço e sinto seu arrepio de aprovação. Seus dedos abrem alguns botões de minha camisa, enroscando depois em meus pêlos do peito. Mordo seu ombro e o beijo em seguida, fazendo descer a alça do vestido que usa. Seu seio direito aparece, esplêndido, pequeno. Descubro que Márcia tem mamilo rosado e isso me transporta às nuvens. Sou louco por bicos rosados. Ameaço descer a boca até ele e sinto seu gemido em meu ouvido. Minha boca desce por seu colo, molhando-o com minha língua, que depois corre abaixo do seio, dando lambidas leves nele, na parte de baixo, pertinho do começo das costelas. Vou subindo, com a língua aberta, molhando todo o seio direito daquela mulher que treme em meus braços. Quando chego no mamilo rosado eu paro. Envolvo todo seu seio com minha boca e chupo como menino faminto. Mordo de leve o bico em seguida e sinto seu corpo se enrijecer e de sua boca brotar um suspiro longo, seguido de um "ai". Chupo mais intensamente o seio direito, enquanto minha outra mão baixa a alça do ombro esquerdo e aperto de leve seu mamilo. Ela fica com os dois seios de fora. Alterno-me entre os dois seios, enquanto minhas mãos descem pela cintura e vão levantando aos poucos a barra do vestido preto que a deixa mais desejável. Sinto a pele macia de suas coxas, acima do final das meias, subo mais minhas mãos e vejo que ela veste realmente uma minúscula calcinha rendada. Meus dedos brincam em sua virilha direita, enquanto a outra mão vai mais para trás sente a firmeza da bunda redonda. Começo a baixar a calcinha de Márcia lentamente. Pela primeira vez ela abre os olhos. Assustada, não crê que eu a deixarei seminua na boate, apesar de naquele canto ninguém nos ver, devido à escuridão. Um garçom passa e apenas sorri ao perceber que sua calcinha chega aos joelhos. Beijo sua boca com volúpia. As mãos dela, apressadas, abrem meu zíper e tiram meu cacete para fora. Estou molhado, assim como meus dedos sentem a xoxota de Márcia: totalmente encharcada. Os pêlos curtos estão sedosos e isso me alucina. Enquanto minha boca beija e chupa seus seios com paixão, minhas mãos tratam de levantar suas coxas e logo ela me enlaça acintura com as pernas. A própria Márcia pega meu pau e o encaixa na entrada da buceta. Sinto como se um raio me traspassasse o corpo, tamanho é o desejo que me provoca, tamanho é o calor que sinto apenas ao encostar-me nela. Meu pinto vai entrando levemente, meus olhos nos dela, sua boca semi-aberta apenas geme "ais" e "que delícia". Sinto-me como se eu fosse inteiro dela. E vice-versa. Meu pau vai rompendo o caminho estreito, alojando-se inteiramente dentro da buceta. Sinto-me em fogo. Começo a entrar e sair de dentro de Márcia. Os sucos de sua xota transbordam e molham minha calça. Meu cacete incha dentro dela. Nos beijamos loucamente, nossas línguas se enroscando, nossas salivas se misturando, enquanto eu bombo meu cacete duro dentro de sua bucetinha molhada e quente. Ela geme colada ao ouvido. Minha mão esquerda envolve seu seio, aperto seu mamilo. Ela geme de tesão mais uma vez. Márcia me diz para parar, porque está prestes a gozar e quando isso acontece grita muito e acha arriscado o local. Não dou bola e continuo a meter meu pau na xana ensopada. Seu corpo se enrijece de vez e ela entra em transe. Seus olhos se reviram. Quando abre a boca, colo a minha na dela, impedindo que grite. Mas nem seria necessário. O gozo chega forte e a entorpece. Márcia apenas solta grunidos, que abafo com minha língua. De repente, dois minutos depois, eu ainda não parei de bombar e ela continua gozando. Eu para o beijo e, olhos nos olhos, digo-lhe que vou gozar e encho sua buceta de porra. Márcia desfalece em meus braços. Eu a amparo. Nossos corpos tremem do gozo louco. Nós adoramos cada minuto. Mas meu fogo por ela não acabou. Apanho sua calcinha no chão, a tomo pela mão e a arrasto para fora da boate. Tenho tempo de olhar para trás e, maneando a cabeça, convidar Luiz a nos acompanhar. Ela vai trôpega, zonza de gozo, mas me segue. Seguimos para no estacionamento. Vejo meu carro - alugado - embaixo de uma árvore, escondido no meio de outros. Sigo até lá. Deixo as gentilezas de lado e dou o beijo mais louco do mundo em Márcia. Viro-a de repente e forço seu corpo para frente. Deito-a de bruços sobre o capô do meu carro. Pego no zíper do seu vestido, no alto de suas costas, e o desço inteiro. Retiro todo vestido. Ela fica nua, totalmente, no estacionamento. Nem acredita que está assim, tão louca de tesão, que não se importa se alguém a vir assim. Mas não há perigo, porque é meio da madrugada e todos se divertem na boate e estamos num canto pouco visto. Corro minha língua em suas costas e chego em sua bunda. Mordo e lambo ela toda, as duas partes, descendo minha língua dura pelo reguinho. Abro com minhas mãos a bunda de Márcia e desnudo seu cuzinho rosado. Fico doido de vez e perco a razão. Chupo seu cu, enfio minha língua dentro dele, deixo-o bem molhado. Vou até sua buceta e vejo que meu gozo escorres por tuas coxas. Colho meu sêmen com a língua e deposito no seu rabinho. Ergo meu corpo, tiro o pau para fora e vou enfiando lentamente em seu cu. Márcia geme, quer que eu pare. Mas vou com carinho e lentidão entrando aos poucos até estar totalmente dentro de sua bunda. O desconforto que sentiu inicialmente se transformou em desejo e depois, prazer. Márcia sente gosto em me dar o rabo. Acha isso delicioso e pede que eu não pare mais. Ergo-a do capô, puxando lentamente seus cabelos. Cavalgo-a como a uma potranca. Ela gosta disso, de se sentir desejada, saboreada, deliciosamente comida. Continuo a entrar e sair do seu cu. Minha mão esquerda segura seus cabelos e a direita dá volta em seu corpo, pega sua mão e faço com que ela se masturbe para mim. Meu gozo chega rápido e o dela vem junto, doidamente. Cansados, sujos, suados, abraçamo-nos. Eu mesmo coloco o vestido em Márcia. Luiz está ao nosso lado, com um pau grosso e grande para fora do zíper, pingando porra. Havia se masturbado enquanto enrabava sua mulher. Entramos no carro e rumamos os três para o motel mais próximo. Faço questão de banhar Márcia e a colocar na cama. Abro a janela e vejo que ela dormiu rápido. Acendo um cigarro e, enquanto a fumaça sobe ao céu pela janela, penso naquele casal maravilhoso, que me fez viver uma aventura sem igual. Deixo o quarto e vou me juntar a Luiz, que toma um drinque calmamente no bar da suíte. Ofereco-lhe um cigarro, que aceita. Começa a nascer uma grande amizade. (Para o casal L & M. Com desejo). ([email protected]) 63-FANTASIA Nós nos encontramos na porta de um cinema. Ao nos abraçarmos parece que faíscas saem de nossos corpos. Temos certeza de que acabaremos na cama, deliciosamente, mas ainda receamos saber se o outro quer isso mesmo. Assistimos o filme e saímos para jantar. Estou de calça social e camisa de mangas longas. Você veste um vestido leve, porque está calor. Comemos salada de agrião e palmito e uma deliciosa lasanha. Comemos pouco, porque sabemos que teríamos que nos esforçar muito logo mais. Sua pele se arrepia cada vez que eu chego perto do seu ouvido para falar algo mais picante. De repente eu não me aguento e coloco meus lábios sobre os teus. Nos beijamos longamente, chupando um a língua do outro, nossa saliva chegando a escorrer pelos cantos da boca. Minha mão toca o seu joelho e sinto você me apertar. Você quer que eu avance e sinta o quanto está molhada, mas tem medo, estamos num restaurante, apesar da mesa estrategicamente escolhida para que ninguém nos visse, a não ser o garçom, se chegasse bem perto. Com a mão esquerda, escondida entre nossos corpos, chego ao teu seio direito e o amasso com tesão. Você não consegue segurar um gemido, seguido de outro mais longo quando minha mão direita deixa seu joelho e corre toda sua coxa esquerda. Você se afasta de mim, olhando-me nos olhos e diz: "Nem sei se devo, mas quero dar para você agora. Preciso que me coma de jeito, como um cavalo curra uma égua". Suas palavras de tesão, desbocadas, do jeito que me alucina, é o sinal verde para que paguemos a conta. Ainda tive tempo de ver os olhos arregalados do garçom quando percebeu minha mão na sua coxa desnudada. Escolhemos um motel bonito. Quando entramos eu te surpreendo: tranco a porta com rapidez e te empurro contra a parede. Colo meu corpo ao seu, você de costas para mim. Sua bunda deliciosa se encaixa em meu púbis - côncavo e convexo - e eu dou um jeito de te erguer um pouco do chão. Minha boca chegaperto de tua orelha, de tua nuca. Alargo minha língua com se ela fosse uma pá e corro sua nuca com ela, deixando um rastro molhado de saliva. Mordo de leve o lóbulo de tua orelha, corro com a ponta da língua a curva atrás de tua orelha e vou, com ela, me encaixar dentro de teu ouvido. Você geme, enlouquecida. Você tenta se virar e eu te domino e te jogo com força de volta à posição anterior, erguendo desta vez teus braços, colocando-os no alto, seguros pelas minhas mãos, deixando-te imóvel. Mordo com força tua nuca e te chamo de puta vadia. Você geme mais alto e pede que eu te coma logo, porque não aguenta mais. Minhas mãos descem e levemente te levantam o vestido, tirando-o pela sua cabeça. Você veste uma minúscula tanguinha preta e sutiã meia-taça da mesma cor. Tenta se virar de novo e eu sou enérgico. "Fica de frente para parede, puta gostosa. Vou te deixar louca. Você vai ter que implorar para que eu te coma, mas primeiro vou deixar você com a buceta escorrendo mel". Começo a morder de leve, depois aumento um pouquinho a força, todo seu braço direito e vou descendo. Molho teu braço com a minha saliva e me sinto seu dono. Minha boca passa pelo teu ombro e vai morder suas costas. Toda ela. Minha língua dança nos pelinhos curtos e aloirado logo acima do elástico da sua tanguinha. Meu pau molha minha cueca e nesta olha grito para que não se mexa. Em segundos estou nu. Você sabe disso e quer olhar para trás. Eu dou um tapa na sua bunda. Minha mão marca seu corpo. Endoideço com teus gemidos. Tiro teu sutiã e aperto teus dois seios por trás. Alucino ao relembrar como são grandes, do jeito que me excita tremendamente. Fico imaginando teus bicos meio rosados e quase gozo. Você já quase não aguenta mais de tesão. Quer que eu te coma, pede isso a cada minuto. Eu, para realizar o que me propus, não dou bola para teus anseios e continuo o meu "massacre". Com os dentes abaixo sua calcinha e vislumbro a cada momento a bunda que um dia comi gostoso e isso quase me desmonta. Sou puro desejo e tesão, mas me controlo, porque quero te deixar no mesmo estado que eu. Quero te deixar no ponto de que ao bombar dentro de tua xana melada bastem apenas alguns movimentos para te ver desaguar. Mas antes você, penso, vai ter que gozar pelo menos uma vez na minha boca ou nas minhas mãos. Você está nua, como eu, completamente. Afasto-me um pouco e vejo que escorre gozo da tua xoxota pelas pernas. Não aguento mais e quando menos espera enfio meu rosto no meio do teu rego. Como estás levemente empinada, tenho acesso total a sua buceta encharcada. A comprovação disso faz com que meu pau duro tenha espasmos e quase gozo sem ao menos me tocar. Minha língua entra direto dentro de você, dançando em meio aos sucos que produz. Você começa a gemer desesperadamente, logo vira um grito, longo e delicioso. Mordo seu clitóris e você grita: "Aiiii meu Deus!!!! Que delícia!!! Me chupa, meu macho. Lambe a tua piranha. Me faz a melhor e mais gostosa vagabunda que já comeu. Meu homem, morde, me arranque pedaço, machuca minha buceta que só goza por você hoje. Aiiiiiiiiiiiiiiiiii, vou gozar, vou gozar, tô gozando, aiiiiiii.... puto..... vagabundo...... me faz de piranha...Aiiiiii gozeeeeeeeeeeeeeeiiiii...". Nem dou tempo para que se recupere. Tuas pernas balançam e querem se dobrar. Um tapão na sua bunda faz você gemer alto e gostoso. Abro mais as suas pernas e ordeno que não sente. Coloco dois dedos por trás dentro de sua buça ensopada, voltados para baixo. Esfrego o forro da tua xoxota por dentro com vigor. Isso até te causa um certo desconforto, mas logo substituído por um prazer enorme. Nem meio minuto depois de gozar na minha boca você fala num fio de voz: "Aiiiii, meu macho, tô sentindo uma coisa estranha, uma vontade louca de gozar de novo. Parece que vou ficar maluca.... meu Deus, que coisa mais doida e gostosa... esfrega minha buceta... aiiiiiii... vou gozar..... nao estou aguentando... " Eu nao deixo que você saia da posição e você goza. Da sua racha começa a descer o líquido quente do gozo, cada vez mais forte, deixando o quarto com um cheiro forte. Não suporto mais esperar e te pego pelos quadris e te jogo de brucos na cama. Novamente te pego pelos quadris e levanto. Meu pau entra liso e sente a quentura de sua buceta melecada. Bastam, como pensei, apenas algumas bombadas dentro de você. Outro gozo vem forte e você cai de bruços. Continuo a arregaçar a sua buceta. Quando meu gozo vem chegando eu saio de dentro da sua buceta e pulo sobre teu rosto: "Abre a boca, cadela, e ponha a língua para fora. Vou gozar na sua língua, sua vagabunda deliciosa, meu amor, minha paixão enlouquecedora, meu tesãoooooooooo..." Gozo muito, enchendo sua língua de porra, que chega até a escorrer pelos cantos da boca. Abaixo-me, sem pudor, e nos beijamos com sofreguidão, misturando nossas salivas à porra que lancei em ti. ([email protected]). 64-MINHA FILHINHA E SUA AMIGUINHA - ("ATENÇÃO: Este texto éficcional. Nada aqui aconteceu realmente. É fruto da imaginação.") Meu nome é Alfredo. Casei-me muito jovem, aos 22 anos, com Marisa, que estava grávida. Ela tinha 20 anos. Sempre fui muito galinha, sem-vergonha mesmo. Vivia botando chifres em minha mulher, mas sabia que ela também dava os seus pulinhos sobre a cerca. Nunca a cobrei de nada. Ela agia assim comigo também. Tivemos uma filha, Valéria, que da mãe herdou os cabelos loiros e lisos e os olhos verdes. Quando completamos 35 anos nos separamos. Ninguém aguentava mais segurar as barras das paixões que ambos colhíamos pela vida. Sempre fomos muito amigos. Sabíamos que o casamento fora um erro, porque estávamos apaixonados e ela engravidou na primeira trepada. Sexo sempre foi muito bom entre nós, mas isso somente não segurava mais aquele relacionamento. Valéria foi criada pela mãe, mas como morávamos na mesma cidade, vivia sempre no meu apartamento. Aos 15 anos ela era uma menina-moça. Acompanhei bem seu crescimento. Vi Valéria se transformar de uma adolescente magrela, cheia de sardas em uma moça alta, de 1,70, corpo todinho arredondado, cheio de curvas. Sua bunda, cresceu e arrebitou. Seus seios se avolumaram, mas se mantiveram quase durinhos. Parecia-se muito nesta época com a Mari Alexandre, aquela delícia de loira que um destes cantores sertanejos comeu e jogou fora. Só seus seios eram um pouco menores. Tínhamos um excelente relacionamento, porque diferentemente de Marisa, que era conservadora com a filha, eu era o pai que toda adolescente gostaria de ter. Antenado com as mudanças mundiais, de política a comportamento, era um sujeito "prafrentex". Valéria tinha permissão para namorar quem quisesse, nunca a proibi de nada. Como sua mãe vivia implicando, era sempre eu que dava guarida e álibis para seus rolinhos. Isso foi nos aproximando cada vez mais. Até sua entrada na universidade, aos 17 anos, convivi com Valéria e suas amiguinhas. E que amiguinhas! Como ela estava fazendo o colegial juntamente com um cursinho pré-vestibular, meu apartamento era um verdadeiro entra-e-sai de garotos e garotas de todo jeito, fazendo e refazendo trabalhos de escola ou estudando para algum simulado. Quando eu ficava sabendo que eram somente garotas quem estaria em casa dava um jeito de chagar mais cedo. Geralmente elas vinham de minissaias ou shortizinhos minúsculos. Eu ficava maluco com todos aqueles peitinhos durinhos balançando sem sutiãs e aquelas coxas grossas de pelinhos aloirados. Batia muitas punhetas pensando nelas. Quando completei 40 anos, a famosa Idade do Lobo, Valéria e suas amigas resolveram me preparar uma festa-surpresa. Ela tinha recentemente completado 17 anos. Na realidade era um pretesto para que elas pudessem curtir seus namorados longe da vigilância dos pais. Resolveram fazer isso em um sítio que tenho a 10km de Campinas. Valéria tinha ido para lá com algumas amigas para curtir o final de semana. Pelo menos era isso o que eu pensava. Era um sábado, mais ou menos por volta das nove horas da noite, quando o telefone toca e ouvi Valéria choramingando que as amigas tinham ido embora depois de uma baita briga e que ela estava em depressão. Fiquei desesperado. Tinha marcado com uma namorada de passarmos uma noitada em um motel chique da cidade e desmarcar seria o mesmo que dar um tiro no próprio saco. Optei pelo tiro em favor de minha filha. Peguei o carro e zarpei para o sítio. Estava tudo apagado na sede. O caseiro tinha se demitido uma semana antes e fiquei morrendo de medo de Ter algum ladrão por lá. Quando cheguei na porta da frente pude ver que uma das janelas tinha uma fraca luz de vela. Abri e entrei já chamando por Valéria. Tomei um baita susto, porque todas as luzes se acenderam e começaram a cantar parabéns para mim. Quando me recobrei do susto tive vontade de bater em Valéria, que tinha me enganado e feito perder as maravilhosas trepadas com a minha namorada. Depois de meia hora eu já estava bem enturmado. Só aí percebi que havia pelo menos umas 20 pessoas, a maioria garotas da classe de 3º ano de Valéria, alguns professores dela, minha ex-mulher com o atual namorado e alguns completos desconhecidos. De repente me dei conta que quase todas as amigas de minha filha estavam ou de biquíni ou de saída de piscina. Era uma noite quente e a festança maior seria mesmo ao redor da piscina do sítio. Procurei minha filha em meio aos convidados e não a encontrei. Devia estar dando unas malhos com o mais recente namorado. Decidi que iria galinhar um pouco. Minha ex-mulher foi embora logo e havia muitas menininhas deliciosas para garfar. Já tinha dado uns malhos com uma colega da Valéria, uma garota baixinha e dentuça. Mas ela já estava atracada com um garotão tipo surfista. Foi nesta hora que tive outro susto. Veio caminhando na minha direção a melhor amiga da minha filha, a Aninha. Elas eram inseparáveis. O contraste entre as duas era demais. Pareciam as protagonistas daquele filme babaquinha, as "Patricinhas de Bervelly Hills", porque Aninha era uma mulata de olhos verdes, linda mesmo. Até aquele dia nunca havia dado muita bola para Aninha. Quer dizer, nunca a tinha olhado com olhos de homem. Devido à proximidade com Valéria - as duas chegavam a dormir juntas na casa da minha ex-mulher ou na minha uma semana seguida - a via como se também fosse minha filha. Metida sempre em modelitos pouco generosos, nunca tinha me dado conta do quanto ela era deliciosa. Aninha era a verdadeira falsa magra. Ou seja, aquela mulher que de calça jeans ou vestido fica sempre com o mesmo corpo, nem sempre suscitando desejos, porque não têm atrativos reveladores, como uma bunda arrebitada ou uns peitos salientes. Só que a Aninha que vinha na minha direção com dois copos de scoth era outra. Seu corpo parece que havia dobrado de largura. Estava com um biquíni minúsculo, daqueles de lacinhos, todo xadrezinho. Seus quadris eram redondos e os seios quase saiam pelo biquíni cortininha. Ofereceu-me o scoth, da marca que sempre bebo e ficou puxando conversa. Quase que não a ouvia, tamanho era a minha excitação. Corria seu corpo com os olhos, o que não passou despercebido da garotinha de 16 anos. Quando ia dar o bote uns empata-fodas, amigos dela, trataram de agarrá-la e jogá-la na piscina. Dei uma bronca nos caras, proibindo que fizessem isso de novo com qualquer pessoa, porque o risco de acidentes era imenso. Saí dali desconsolado, percebendo que os casais já estavam formados e as poucas mulheres sem ninguém eram uma professora feiosa e duas irmãs puritanas, também amigas de Valéria. Foi nesta hora que percebi alguém me olhando. Virei-me e dei de cara com Aninha fixa em mim. Bebericava seu scoth - meninas na idade dela não deveriam beber scoth, mas era festa de aniversário, do meu aniversário - do outro lado da piscina. Depois de uns cinco minutos assim ela deixou o copo de lado e seguiu em direção à sede do sítio. Parou na varanda, virou-se para mim e continuou circundando a casa. Entendi como um sinal. Dei uns três minutos de tempo, vi que todos estavam entretidos demais para notarem a minha ausência e saí. Quando cheguei do outro lado da casa vi Aninha na entrada do pomar de laranjas, olhando para mim. Entrou pelo pomar e eu a segui. No final da pomar havia um estábulo. Foi neste ponto que a encontrei. Parada. Cheguei bem perto e sem dizermos uma palavra ao outro nos beijamos. Aquela boca macia de menina-moça me deixou louco. Ela chupava a minha boca e passava a mão pelo meu peito cabeludo. Eu não medi a situação e fui logo apertando sua bunda, passando a mão nos seios dela. Foi quando Aninha me disse: _ Parece que isso é um sonho. Desejei tanto estar assim com o senhor. _ Não me chame de senhor. E por que nunca investiu no seu desejo? _ Ficava sempre com medo de como o senhor, quer dizer, você iria reagir. Sou a melhor amiga de sua filha e fiquei preocupada que você entendesse mal. Ri e disparei, não esperando que sua resposta fosse a que ouvi. _ Podia ter pedido para a Valéria interceder por você. _ Ela sempre quis, mas eu nunca deixei. Quer dizer que a minha filha sabia que a melhor amiga dela tinha tesão por mim e nunca me falou nada. Nesta hora me deu um "clique". Apesar de sempre conversarmos sobre tudo e de Marisa e eu sempre nos preocuparmos em dar orientação sexual a nossa filha, eu nunca vi Valéria como uma mulher, alguém que tivesse desejos, que conversasse com as amigas sobre sexo. Acho que todo pai é assim. Para nós, os filhos são assexuados, mas sempre que alguém ameaça comer aquilo que não podemos, nós sempre nos afligimos e damos um jeito de ferrar o malandro. A mão de Aninha sobre o meu pau me tirou daquele pensamento. Ela aprtava com força, do jeito que eu gosto que façam comigo. Mordia-me o pescoço e esfregava a bucetinha em mim. Na beira do estábulo havia um monte de capim recém-cortado, que seria usado para auxiliar na alimentação dos cavalos. Deitei Aninha ali. Ela mesma tirou a parte de cima do biquíni, revelando um seio em formato de cone, mas com um biquinho pequeno. Sabia que não poderíamos nos demorar, porque a ausência poderia ser notada a qualquer hora. Por isso tratei de ser rápido. Comeria aquela garota ali, para matar o tesão dos dois e daria um jeito de comê-la com calma outro dia. Desatei os lacinhos da parte de baixo do biquíni e na minha frente surgiu uma bucetinha de lábios pequenos, mas com muitos pêlos. Acho que devido à noite ela não havia se preocupado em raspar direito dos cantos, para não aparecer os pêlos. Enfiei as mãos sob a bunda dela e lebantei sua xota em direção da minha bica. Ela ficou apoiada somente nos ombros. Chupava com força, arrancando gemidos profundos dela. Lambi seu clitóris rápido. Estava nervoso com a possibilidade de alguém nos pegar. Ela não havia gozado e pela cara que fez estava começando a ficar decepcionada. Tratei de sacar meu pau da calça e enfiá-lo na grutinha ensopada. Aí Aninha ficou maluca. _Aí, meu Deus, que coisa maluca. Que gostoso. Me come. Fode a minha buceta com gosto! Realiza meu sonho de trepar com você! Eu bombava cadenceadamente para que ela tivesse todo prazer do mundo. Acho que por causa do tesão acumulado não demorou mais que dois minutos e Aninha esticou o corpo, enrijeceu os músculos e desandou a gozar chorando. _ Aaaaaaaiii! Tô gozando, seo Alfredo. Mmmmmmmmmi mata, me arromba. Me faz de puta por senh... Não terminou a frase, porque o gozo chegou ao limite e Aninha desabou no monte de capim. Eu não havia gozado, mas queria muito que isso acontecesse. Imaginava gozando no rosto da melhor amiga da minha filha e isso redobrava o meu tesão, apesar do nervosismo. Mas Aninha estava acabada, meio sonolenta e preferi deixar para outro dia o meu gozo. Ajudei-a a colocar o biquíni e nos levantamos. Foi quando vi um vulto dentro do estábulo. Pensei primeiro que fosse um ladrão, o que me animou a virar nos calcanhares e debandar. Mas depois percebi que eram dois vultos distintos, um deles de cabelos compridos. Saquei logo que era um casal da festa que estava trepando ou coisa parecida. Meu pau subiu de novo. Aninha e eu fomos nos esgueirando nas sombras, devagar para não sermos percebidos. Da porta principal não dava para ver nada. Resolvi dar a volta e entrar pelo segundo andar. É que o estábulo fica encostado em um barranco. Quando o construí, decidi fazer também uma entrada na parte de cima, que dá diretamente onde se estoca a forração seca que é dada aos animais. Aninha, bem menor que eu, foi na frente para procurar um local onde pudéssemos ver a transa sem sermos percebidos. Andou alguns metros e virou para a direita, sumindo da minha vista. Esperei dois intermináveis minutos e nada dela aparecer. Saí de onde estava e também virei à direita. Fui puxado pela mão delicada de Aninha para que me abaixasse. Ela tentou falar alguma coisa, mas gaguejou. Foi, então, que eu levantei os olhos e tive a maior surpresa da minha vida: a garota do casal que se atracava não era outra senão a minha própria filha, Valéria. Estávamos agachados no meio de fardos de ração, Aninha na minha frente, quase deitada no chão, olhando para o casal na andar de baixo a pouco mais de 15 metros de nós pela fresta de 20 centímetros entre duas tábuas. O rapaz era um conhecido nosso. Chamava-se Eduardo, filho de um grande amigo meu, o Tonhão. Loiro, quase dois metros de altura, musculoso, cabelos compridos, enfim, tudo aquilo que deixa fascinadas recém-jovens como Valéria. O casal não estava transando ainda. Valéria talvez fosse a única da festa que nãohavia colocado biquíni. Vestia um top branco justo, uma minissaia também branca, justa na cintura, mas rodadinha, esvoaçante. Uma sandalinha baixa completava o visual mais belo que uma garota daquela idade e com aquele corpo poderia desejar. Na realidade, desejável estava ela, um misto de mulher ultragostosa trjando roupas de adolescente. Eduardo e Valéria se beijavam ardentemente, um querendo engolir a boca do outro. A mão direita de Eduardo foi subindo lentamente pela barriga de Valéria, levantando um de seus seios. Foi uma visão linda. Nunca em minha vida tinha visto um seio tão bonito. Com a ponta dos dedos ele apertava levemente o biquinho, fazendo com que minha filha gemesse alto, pedindo mais carinhos e apertando as coxas de tanto tesão. Foi neste momento que ela não resistiu e enfiou a mão na sunga de Eduardo e sacou de dentro uma jeba de mais ou menos 20 centímetros. Ao invés de se agachar para chupar, como ele queria, minha filha fez com que Eduardo se sentasse em um monte de sacos, de maneira que a pica dele ficasse na altura de sua boca. Ela não precisava fazer nada ao não ser chupar. Eu estava petrificado. Aninha sussurrava coisas como: _ Essa menina tem sorte. Olha o tamanho daquela pica! Isso quase que deprimiu. Meu pinto de 17 centímetros parecia um dedinho perto do pinto de Eduardo. Ao ver a minha filhinha lambendo e chupando o pinto de um homem eu senti um misto de raiva, vergonha, ciúmes e... tesão. Isso mesmo: eu estava com um baita tesão de ver a minha própria filha chupando um pinto, quase que transando com seu namoradinho. Minha pica estava mais dura que uma barra de ferro. Quando percebi, Aninha já havia arriado a calcinha do biquíni e estava tocando a maior siririca do mundo vendo sua melhor amiga no rala-e-rola. Olhei para baixo de mim e vi a bundinha de Aninha. Ela é daquelas mulheres que têm o cu bem rasinho, bastando abrir um pouquinho a bunda para que vejamos seu botãozinho. E foi isso que fiz. Abri levemente seu bumbum. Lá estava seu botãozinho. Era um cu bem cabeludo, o que me deu um tesão bom, porque parecia que estava prestes a comer uma virgenzinha da roça, que não tem lá estes pudores de se depilar inteira. Na realidade o meu sonho sempre foi comer uma mulher inteiramente lisinha, sem um único pêlo, o que não era o caso de Aninha, mas eu comeria aquele rabinho de qualquer forma. Passei a mão em sua buceta, sem tirar os olhos do boquete que Valéria pagava para o Eduardo. Lambuzei sua bunda com o caldo que descia da sua buceta. Só quando encaixei o cacete na portinha do cu que Aninha percebeu a minha inteção: _ Vai devagar, porque só dei o rabo uma única vez. O jeito desbocado de Aninha e a visão de minha filha chupando o namorado me enfureceram de tesão. Encaixei a cebeça do cacete e enfiei de uma vez. Tive o cuidado de tapar a boca de Aninha, para evitar que o grito dela alertasse o casal. Foi tiro e queda. Ela esperneou e ameaçou sair de baixo, mas dois segundos depois que meu saco bateu na sua buceta por trás ela parou. Comecei a bombar com força, com os olhos grudados na cena no andar de baixo. Sem perceber balbuciei o nome que mudou a minha vida daquela hora em diante: _ Valéria... Nesta hora Aninha se virou, com os olhos cheios de tesão, me lambeu a boca e me disse: _ Você está morrendo de tesão de ver sua filha mamando. Queria que fosse o seu cacete na boca dela, não é mesmo? Eu não respondi. Nem era preciso. Pela primeira vez eu estava vendo a minha própria filha, Valéria, de 17 anos, como mulher, e uma mulher que eu desejava. Talvez sempre a tivesse visto assim e nunca aceitara. Mas estava extasiado com esta revelação. O casal estava indo de vento em popa enquanto eu enrabava a melhor amiga dela. De repente Eduardo avisou que ia gozar. Valéria tirou o pinto da boca e esperou a porra com a língua de fora. Minha filha estava se comprotando como uma putinha rampeira da melhor espécie. E eu estava gostando disso. Quando a porra voou dentro de sua boca eu empurrei mais ainda meu cacete na bunda de Aninha. Ela gozou tocando sua siririca e eu na sua bunda. Achei que Eduardo ia se recompor rápido e partir para a buceta de Valéria e era isso que eu esperava, mais do que tudo. Mas foi a própria Valéria que insistiu para que fossem embora. Eduardo queria comê-la, mas ela resistiu e foram do estábulo. Nós esperamos cinco minutos, nos beijando e acariciando, para depois tomarmos o rumo da saída. Aninha voltou pelo mesmo local que veio. Eu dei a volta e saí do outro lado da piscina, como quem tivesse ido ver o açude. A festa estava animadíssima, o que me fez crer que ninguém dera pela nossa falta. De longe vi Aninha conversando com uma professora. Ela me viu, de longe piscou serelepe e sorriu um sorriso cúmplice e bonito. Eu fiquei feliz por Ter transado com uma garota tão tesuda, mas a visão do sexo oral de Valéria em Eduardo não me saía da cabeça. De longe vi os dois conversando com mais uns amigos. Aproximei-me e Valéria sorriu, vindo me dar um abraço. Ela não deve ter tido tempo de se lavar, porque assim que a abracei senti o cheiro de sexo, de porra em seu rosto. Ela, como sempre fez desde pequena, deu-me um beijinho nos lábios. Neste momento senti que ela extremeceu. Deve ter se lembrado que não havia se lavado e que o pai estava beijando os lábios que chuparam o pinto enorme de seu namorado e que receberam a porra grossa dela. Quando Valéria se desfez dos meus braços olhou-me séria nos olhos. Senti o medo em seus olhos e o vermelhidão em sua face. Decerto a pergunta que estava em sua mente sera: _ Será que meu pai sentiu o gosto ou o cheiro da porra que engoli? ([email protected]) 65- CUNHADA : UM DIA VOCÊ AINDA VAI COMER A SUA (Este texto é ficcional. Nada do que é narrado aqui aconteceu realmente) Iniciei a produção dos relatos de toda minha vida sexual - "Arrebentando o cabeçote - memórias de um homem que pensa muito em sexo" (título provisório). Está difícil de continuar, devido ao ritmo do meu trabalho. Esta história vai estar nesta autobiografia. Estava um dia destes pensando em tudo o que já fiz em termos de sexo e no que quero ainda realizar. Tentei fazer uma lista de nomes e do que fiz com cada uma das mulheres que tive. Não avancei muito, é bem verdade, porque tem sempre uma coisinha ou outra para atrapalhar o meu labor literário (risos). Já fiz muita loucura nesta vida. Já bati em mulher que gostava de apanhar, já estuprei a bunda de outra que tinha esta fantasia, já tirei cabaço de uma garota de 15 anos em plena viagem de ônibus à noite, transei com a melhor amiga da minha mulher, trepei com namorada, depois noiva e agora mulher de amigo meu, já comi mulher casada enquanto o marido tomava banho, já comi duas garotas juntas, já fui para cama com uma mulher que me parou na rua, já transei no local de trabalho, já trepei com uma garota que era noiva, chupando-a pela primeira vez na vida dela, enfim, tantas e tantas loucuras das quais lembro com tesão e até orgulho. Mas fiz uma coisa que a maioria dos homens casados sonham em fazer: comi a minha cunhada mais nova. Quando tudo começou, em meados de 94, Cláudia, a cunhada, tinha 16 anos. Era a típica adolescentes de quadris arredondados, coxas grossas, seios de médios para grandes, pele clara, rosto bem redondo, cabelos negros e lisos até demais, compridos, exalando sensualidade em todos os poros. Lógico que para um cara que pensa em sexo quase 24 horas por dia ela era uma tentação. Mas era um vespeiro que eu não queria meter a mão de jeito nenhum. E foi o acaso que fez tudo acontecer. Tinha ido a uma missa no bairro onde os pais dela moravam. Quando acabou a missa tratei de deixar todos lá, conversando, e fui correndo para casa do meu sogro, porque estava morrendo de dor-de-barriga. Quando cheguei notei que a Cláudia, que deveria estar lá, tinha desaparecido. Entrei de mansinho, morrendo de medo, já achando que algum ladrão tinha entrado e feito a garota de refém. Evitei fazer barulho e fui entrando. Vi que a luz de fora, do quintal, estava acesa, e fui lá. Quando ia chegando no quintal percebi que havia gente no corredor ao lado da casa, que não dava saída para lugar algum. Fui me esgueirando e vi a cena mais deliciosa do mundo: Cláudia, de cócoras, chupava o pau grande e grosso de um carinha com quem ela estava saindo, mas que se recusava a dizer que era seu namorado. Estava ficando com ele. Só que a garota, que deveria ser gata escaldada, chupava o cacete com os olhos abertos, como se isso a fizesse precaver da chegada de alguém. E me viu olhando a cena. O cara, que estava meio de lado e com os olhos fechados, nada percebeu. Ela tentou sair fora, tirar o pau de dentro da boca, mas o cara estava alucinado e segurou a cabeça dela. Ouvi quando ele disse: "Não pára que eu tô quase lá". Voltei nos calcanhares, saí por onde entrei e tornei a entrar, fazendo barulho e indo direto para o banheiro, já que a dor-de-barriga que havia me feito voltar mais cedo e que passara com a visão de Cláudia chupando o pau retornara com força total. Foi o diabo fazer cocô com o pau duro e a sensação de que eu havia feito algo errado. Mas pensei: "Ora, quem estava fazendo a gulosa era ela. Eu apenas tinha visto. Vou é ficar na minha". De dentro do banheiro escutei quando passos apressados passaram em frente da porta. Depois de uns cinco minutos alguém entrou e ouvi Cláudia me chamando: "Tim?". Não tive tempo de responder, porque a turma toda estava voltando da igreja. Não resisti e bati uma punheta deliciosa. Saí. No jantar todo mundo estava rindo, mas a Cláudia não me olhava nos olhos de jeito nenhum. Fiquei na minha. Retornei à casa do meu sogro no sábado seguinte. Minha mulher resolveu ir cortar o cabelo junto com a mãe dela. Meu cunhado estava lá sabe Deus onde. E meu sogro resolveu ajudar o vizinho a arrumar o carro. Fiquei assistindo televisão e cochilando. A Cláudia, que estava dormindo, acordou, me cumprimentou com um beijo e foi tomar banho. Saiu do banho como sempre fazia, enrolada na toalha, e foi para o quarto. Colocou um vestido de coton dos tempos que ela deveria ter uns 14 anos. Ou seja, ficou minúsculo. Saiu do quarto e foi até a porta da sala, fechou-a, mas não a trancou e se postou na porta do quarto do irmão, que ficava à direita de onde eu estava deitado. "Tim, queria conversar com você". "Humm? Pode falar, Claudinha". Sabe domingo passado, quando você me viu fazendo aquilo? Queria te pedir, pelo amor de Deus, que não contasse para ninguém". Eu virei o rosto e subi os olhos dos tornozelos, passando pelas pernonas depiladas, os seios meio que espremidos pelo vestido menor e parei no rosto. "Cláudia, nem precisava pedir. Se eu quisesse falar qualquer coisa já teria falado, porque já faz uma semana que tudo aconteceu. Agora, 'filhinha', vou te falar uma coisa. Tome cuidado. Já imaginou se no meu lugar fosse sua mãe ou, pior, o seu pai? Já imaginou o rolo que iria dar?". Ela levou as duas mãos aos olhos e sacudiu a cabeça, como se quisesse afastar algum pensamento nefasto. "Nem brinca. Eu estaria morta, ou pelo menos teria apanhado muito". Cláudia tinha razão: se o pai tivesse visto teria arrancado o couro dela. Foi aí que resolvi tentar ser mais íntimo de Cláudia, ajudando-a a "resolver" o problema. "Por que vocês não vão a um motel? É mais seguro e tranqüilo. Dá para fazer tudo sem pressa". Cláudia decidiu se sentar num sofá que ficava também à direita de onde eu estava deitado, tomando o cuidado de fechar as pernas e colocar uma almofada sobre os joelhos para evitar que eu visse alguma coisa. "Sabe, Tim", disse ela, visivelmente encabulada de tocar em assunto tão íntimo e com o marido da própria irmã, "eu até pensei nisso já, mas o Sérgio (o namorado) não tem carro, o que complica tudo". Veio-me, então, uma luz. "Por que vocês não usam o meu apartamento? Eu empresto a minha chave, ou faço uma cópia, e você usa". "De jeito nenhum. Tá maluco? Se a Joana (minha mulher) souber ela vai me matar. E a você também". "Mas ela não precisa saber. Não contei nada do que vi e nem vou falar. Mas você tem que me prometer, também, que não vai contar para a Joana que eu sempre soube dessa história se algum dia ela descobrir ou você deixar escapar". Cláudia levou novamente as mãos no rosto, como antes e balançou a cabeça. Achei que ela botaria um ponto final naquela história, pois se levantou resmungando qualquer coisa, foi até a cozinha e voltou com um copo de água gelada na mão. Pôs o copo no chão perto de onde estava sentada antes e foi para o banheiro. Ouvi barulho da torneira correndo água e de movimentos, como se ela tivesse lavando as mãos. Retornou ao sofá, sentando-se no mesmo local, ajeitando a almofada nos joelhos e tomando um gole generoso da água gelada. Só nesta hora notei que ela tinha o rosto molhado. Ela se abanou com as mãos, como se sentisse muito calor. "O que houve? Está passando mal?", perguntei-lhe. Ela respirou fundo, como se tomasse coragem para falar algo. E a fala saiu quase num sussurro: "Sabe o que é, Tim - ai meu Deus! Tô morrendo de vergonha -, o problema é que eu adoro isso, essa coisa do perigo, de fazer em locais diferentes, meio malucos...". Eu não estava acreditando. Minha cunhada, doce e gentil com as pessoas, mas dona de um gênio terrível quando irritada, estava ali na minha frente dizendo que adorava sexo e perigo. Meu pau começou a crescer na hora. Cláudia desencostou-se do sofá onde estava, indo se sentar na beirada. Nisso acabou retirando a almofada da frente e meio sem querer abriu as pernas. Devido às coxas grossas foi impossível ver se usava - ou de cor era - sua calcinha. Mas o vestido, apertado, enrolou-se nas suas coxas. Para ver melhor apoiei-me no braço do sofá e ergui meu corpo, permanecendo encostado e amparado pelo cotovelo. Podia, assim, ver suas coxas inteiramente. Parecia que ela estava nua. Foi quando Cláudia me deu a deixa: "Se eu for com o Sérgio na sua casa vai ser impossível esconder, porque é capaz de algum vizinho chamar a polícia...". Não estava entendendo nada. "Ué? Por que você é menor de idade?" "Não, Tim, porque eu grito muito". Somente neste momento me caiu a ficha. A minha deliciosa cunhadinha adolescente não era mesmo mais virgem. "Acho que vou ter que continuar fazendo por aqui mesmo, no corredor", disse-me, com um jeito de garota levada, dando uma sonora gargalhada e arqueando o corpo para trás, juntando as pernas, como que querendo evitar que eu visse sua bucetinha. " Cláudia, Cláudia. Deixe de ser inconsequente. Não faça isso porque senão terei que contar para a Joana e ela vai te procurar para conversar". "De jeito nenhum. Nem brinque com isso. Você me prometeu", disse ela, meio risonha, saindo em seguida para seu quarto. Voltou de lá rapidinho e entrou no quarto do irmão, que não estava em casa. Segui seu andar e suas cadeiras malemolentes com os olhos e fiquei curioso quando ela estacou-se de costas para mim, de frente para a cama do irmão. Arqueou o corpo para frente e desceu as mãos pelos quadris, indo parar na beirada do minúsculo vestido. Quase enlouqueci quando ela iniciou a subida da barra do dito cujo, lentamente, olhando de vez em quando para trás para se certificar que eu estava vendo. De repente me deu pânico. A mãe e a irmã dela poderia chegar, o pai voltar da casa do vizinho onde trabalhava no conserto de um carro e o irmão entrar de supetão, como sempre fazia, vindo da rua. Se me pegassem vendo a própria cunhada com as coxas de fora - e, se Deus ajudasse, um pouco mais - ia ser o maior escândalo. Levantei-me do sofá rapidinho e me pus em pé entre a porta da sala e a do quarto onde ela estava. Quase tive um troço quando as polpas da bunda - grande, apesar de na época não parecer quando usava jeans ou saia. Fiquei estático. Temeroso, volvia os olhos entre a porta da sala - que dava para a garagem -, uma fresta de vitrô e a bunda. Quando virei para Cláudia certa hora não consegui mais deixar de olhar: ela havia arqueado mais o corpo e começava a parecer tufos de cabelos, muitos, como uma adolescente da roça. Logo depois pude ver sua buceta, com lábios gordos e grossos, fechadinha, com uma racha que já brilhava no meio. Ela havia tirado, ou estava desde o início sem, a calcinha. "Se não contar nada para ninguém prometo que vai poder aproveitar disso que está vendo e de muito mais". Não tinha palavras. Pensei que pudesse ser alguma sacanagem dela para amarrar meu pé. Ou seja, se eu tentasse alguma coisa estaria ferrado com ela, porque se eu ameaçasse contar o que havia visto ela poderia dizer que era mentira minha, que eu tinha tentado abusar dela e como ela não havia permitido eu inventara aquela história dela estar chupando o pau do namorado. Tudo isso me passou como um relâmpago na mente. " Cláudia! Deixe de ser louca. Pare com isso. Não tem nada a ver. Pode chegar alguém e te pegar assim e como você vai explicar?" Enquanto falava isso fui como que sendo atraído para perto daquela bunda rosada, daquela buceta deliciosamente tesuda, que já estava me deixando louco. Foi quando ela enfiou a mão direita entre as pernas e começou a tocar uma siririca deliciosa. Ouvia claramente o barulho dos seus dedos no suco que molhava sua xoxota. Perdi qualquer senso de perigo e me aproximei, levando a mão inteira na direção da xota cabeluda. Passei quatro dedos nela, de cima para baixo, arrancando um gemido longo e um "ai, que delícia, continua" da minha até então inocentezinha cunhada. Alcancei seu clitóris e me pus a massageá-lo, apertando-o e beliscando, sempre com os ouvidos e, de vez em quando, os olhos voltados para fora do quarto. Não podia ser pego, mas não conseguia parar. Cláudia aumentou o ritmo com que rebolava os quadris na minha mão, que se melava cada vez mais com o líquido que escorria da "cona" dela. Poucas vezes vi uma mulher verter tanto suco pré-gozo como minha cunhada. Chegavam a descer dois filetes pelas coxas dela. De repente seu corpo ficou inteiro duro, suas nádegas se contraíram, suas pernas se fecharam prendendo minha mão. "Tô gozando. Tim, não pare. Tô gozandoooooooouuu... uuuu... uuuuu... uuu". Foi delicioso ouvir ela se derreter de gozo, caindo sobre a cama logo em seguida. Inevitavelmente levei minha mão direita à boca, lambendo-a inteira, sentindo aquele cheiro de mulher quando goza, dos sucos da buceta cabeluda da minha cunhada. "Peloamordedeus, Cláudia, levante-se daí e se troque. Se alguém te pega com este vestido e sente este cheiro que ficou no ar, com certeza vai sacar que rolou algo". Ela, meio descabelada, mas sorrindo muito, se levantou, passou por mim e fez questão de parar e roçar a mão no meu cacete duro. "Que delícia que ele deve ser!". Dei-lhe um tapinha nas mãos insolentes e a vi caminhar lentamente, requebrando os quadris em deboche, rumo ao quarto. Entrei no banheiro, lavei-me, mas não tive coragem de bater punheta. Estava meio em transe. Saí, peguei um copo de café gelado, acendi um cigarro e fui para a sala. Quase meia hora depois chegaram minha mulher e a mãe dela. Cláudia tinha saído antes. Havia trocado o vestido quase pornográfico e se enfiado em um jeans apertado e camiseta branca. Amarrou os cabelos num rabo-de-cavalo, salpicou perfume Taty, d'O Boticário no pescoço e ainda me deu um beijo molhado no meu rosto, completado com uma frase séria: "Nosso segredo, viu? Pra sempre!". Minha cabeça girava. Eu era um misto de tesão e medo. Sabia que tinha condições de realizar minha fantasia de comer a Cláudia. Acredito que foi neste momento que me dei conta de que sinto um tesão enorme pelo proibido, uma vontade louca de comer mulheres que tivessem algum tipo de comprometimento com outra pessoa, podendo ser namorada, noiva ou mulher de alguém. Mas sabia que tinha que me controlar ao máximo, deixar que a própria Cláudia tomasse novamente a iniciativa. Na verdade queria tirar das minhas costas - como se isso fosse possível, como se as ações imputassem apenas ao autor o castigo, se houvesse - a responsabilidade de ter tomado a frente. Mas morria de medo do temperamento intempestivo e da quase-irresponsabilidade que minha cunhada, na flor de seus 16 anos, ainda mantinha. Ela poderia se estranhar e querer botar a boca no trombone. E ainda tinha a minha mulher, que poderia não dizer nada a maior parte do tempo, mas em seu silêncio sabia ouvir, perceber gestos e olhares, descobrir coisas que muitas vezes pessoas - ou eu mesmo - teimavam em manter escondido. Temia que ela pudesse perceber qualquer coisa entre Cláudia e eu, o que seria o maior forrobodó. Nem queria pensar nisso, tamanha era a paúra se isso - Deus me livrasse e guardasse - viesse à tona. Mas estava apenas conjecturando à toa. Talvez minha cunhada quisesse apenas brincar comigo. Deixei o assunto reservado em minhas partes baixas - completamente tesas desde então - e tratei de tocar a minha vida. Quando havia se passado duas semanas mais ou menos, num domingo à noite, na casa do meu sogro, minha mulher veio me dizer que a Cláudia dormiria em casa aquela noite, porque iria de manhã logo cedo para o trabalho, pegando um carona em nosso carro. Minha primeira reação seria de concordar, pensando no que pudesse ver - mais que acontecer, porque não sou louco, nem nada e não iria tentar nada na mesma casa em que tivesse minha mulher junto -, mas pensei, numa fração de segundo, que se fizesse assim poderia levantar suspeitas, haja vista que eu sempre resmunguei quando qualquer um da família de minha mulher resolvia dormir na minha casa. Tirava-me a liberdade, não podia nestas noites bater minhas punhetas assistindo vídeo pornô escondido. Assim sendo, tratei logo de resmungar qualquer coisa, concordando logo em seguida para não chatear minha mulher. Quando chegamos em casa cada um tomou seu banho, assistimos televisão e minha mulher dormiu mesmo no sofá. Levei-a para cama. Cláudia, dorminhoca histórica, foi para o sofá-cama do quarto antes de todos nós. O que havia me deixado em polvorosa é que, diferentemente das outras vezes, ela não havia levado as roupas horrorosas que utiliza para dormir. E Joana veio me pedir uma camisetona emprestada para dar para a irmã. Dei uma grandona. Como havia dito a Cláudia que precisaria usar o micro de madrugada, que ficava no mesmo quarto onde ela dormiria, esperava poder ver aquela camisetona enrolada e vislumbrar as coxas e a calcinha dela, qual um carinha na puberdade, louco para ter uma nesga de pele que fosse para ilustrar punhetas alucinantes. Quando resolvi entrar no quarto e ligar o micro ela ainda estava coberta com um lençol. Mas assim que liguei o micro ela acordou, desculpei-me, e ela foi ao banheiro fazer xixi. Comecei a navegar na Internet e ela entrou, jogando-se no sofá-cama, fazendo sua camiseta subir. Usava uma calcinha grande, feiosa, mas que deixava à mostra os pêlos longos saindo pelas laterais. Preocupado com a possibilidade de minha mulher acordar, desliguei logo o micro. Mas antes de sair não me contive: dei a volta no local onde estava, escondendo-me da visão que minha mulher pudesse ter (na realidade, de onde Joana dormia ela apenas conseguiria me ver no micro) e passei a mão nas coxas de Cláudia. Meu susto foi quando ela, de olhos ainda fechados e sentindo que eu tirara a mão, sussurrou: "Faz mais. Tá gostoso". Não sei de onde tirei forças para falar, ainda mais baixo que ela, um "de jeito nenhum, outra hora" rapidinho, me levantar e correr para o banheiro para, quase silenciosamente, repetir " Cláudia putona" enquanto gozava gostoso numa bronha desvairada. No dia seguinte, uma segunda-feira, minha mulher avisou que eu deixasse minha cópia das chaves de casa com a Cláudia, que deveria chegar mais cedo e adiantaria o almoço. Como não tinha jeito de chegar mais cedo, porque era minha mulher quem me pegava no trabalho, conformei-me em perder a oportunidade de estar a sós, pelo menos por alguns minutos, com minha cunhada. Tinha apenas alguns poucos minutos para almoçar, devido a um compromisso quase no mesmo horário. Então fui para casa, comi pelos olhos e pelo nariz e zarpei para o que tinha que fazer. À tardezinha minha mulher me ligou para avisar que se eu quisesse que ela me buscasse no trabalho, que eu ligasse e saísse mais cedo, porque havia pintado uma reunião no trabalho e ela teria que estar lá por volta de 19h30. Como ela já sabia que naqueles dias eu andava chegando em casa perto de 21 horas, tratou de me avisar. Quase tive um troço quando cheguei em casa e dei de cara com minha cunhada preparando o jantar. Ela havia decidido ficar até mais tarde, esperando Joana voltar da reunião para depois a levarmos para a casa de seus pais. Era a chance que eu esperava. Decidi correndo que levaria a minha mulher no trabalho e que passaria numa locadora. Era um pretexto para poder ficar com o carro, pois já havia buscado os filmes que queria antes, e não ser pego de surpresa em casa caso ela aparecesse antes do horário costumeiro. Deixei-a no local e voltei rapidinho. Fui direto para a cozinha, mas não tive coragem de dar um agarro nela. Fiquei no quarto vendo televisão (nesta época concentrava no mesmo quarto a cama de casal, a TV, o som e o microcomputador). Ela passou pela minha porta e foi tomar banho. Ainda cheguei perto da porta fechada e tentei imaginar ela nua tomando banho. Retornei ao meu lugar, tirei o pau para fora e iniciei uma punheta. Quando ouvi barulho da porta do banheiro sendo aberta eu guardei o cacete e fiquei na minha. De repente tocou o telefone, também no quarto, e era a mãe de Cláudia. Queria falar com minha cunhada. Gritei e ela veio. Quase tive um troço: a putinha veio, como se estivesse sozinha em casa, vestida de tanguinha (a coisa mais minúscula que vi na minha vida, que sumiu no rego da bunda e na racha da buceta cabeluda) e sutiã meia-taça. Jogou-se na cama onde eu estava, de bruços, deixando aquela bundona linda e deliciosa, extremamente excitante, virada para cima. Quando ela terminou de atender o telefone dei-lhe uma bronca: "Cláudia, você é lesa? Andando pela casa de calcinha e sutiã? Já imaginou se sua irmã chega e lhe pega aqui na cama?". "Não se preocupe, Tim, eu fiquei com a chave dela", disse-me, como se estivéssemos tratando da coisa mais banal do mundo. "Mas não é só isso, Cláudia ", falei-lhe, tentando imprimir na voz um ar de seriedade que contrastava com a dureza do meu pinto estourando a bermuda. "E eu , como fico? Você acha que eu sou de ferro? Daqui há pouco eu não vou resistir". Ela, que já tinha voltado para o outro quarto, retornou e parou na porta, me olhando sorrindo. "E quem disse que eu quero que você resista? E por falar nisso, gostou do que aconteceu naquele domingo lá em casa?". Meu coração disparou e eu quase não tive voz para responder. "Adorei sentir a tua bucetona molhada. Mas queria mesmo é saber que gosto ela tem". Cláudia veio em direção à cama e se colocou de quatro nela, abaixando a calcinha até os joelhos. Levantei-me num pulo, colocando-me atrás dela. Estava lá, bem na minha frente, a minha cunhada querida, um tesão de adolescente com tudo no lugar certo, até um pouquinho cheiinha demais para a maioria, mas minha fantasia sexual mais latente, de quatro, oferecendo a buceta mais cabeluda que eu já tinha visto na vida para ser chupada pelo marido da irmã dela. Isso me alucinou. Ajoelhei-me no chão, encostei meu nariz naquele matagal e aspirei fundo aquele cheiro delicioso de mulher no cio, doida para levar vara. Neste momento me transtornei: chupei com gosto, puxando os pêlos com os dentes, lambendo com a língua aberta, trucidando o clitóris com a ponta dela, mordendo tudo de leve e com força, alternando. "Ai Meu Deus... me chupa... me morde... arranque pedaço se quiser... me faz de sua puta... me faz gozar... me mostra que você é homem de verdade... gostoso... me faz sangrar... enfia essa língua deliciosa dentro de mim... me faz gozar na tua boca...", gemia, entre suspiros, Cláudia. Ela gozou deliciosamente, quase gritando. Quando se recuperou, rapidamente por sinal, ela mesma tirou o sutiã e pude ver aqueles peitos deliciosos, quase grandes, de auréolas enormes e bico duro de mais de 1 cm de altura por 1 de circunferência (medi tudo depois). Chupei-os como um bezerro faminto. Queria, quase, arrancar leite deles. Cláudia delirava, fechava, abria e revirava os olhos, suas narinas se contraíam e se distendiam. Beijamo-nos como velhos amantes, um sugando a língua do outro, molhando nossos queixos com a saliva que escorria de nossas bocas. Deitei-me sobre ela e já ia enfiando meu pau quando ela, num grito, pediu para eu parar. Correu no quarto e voltou com uma camisinha. Encapei o danado e enfiei-me todo dentro dela. Enquanto metia sentia que aquela bucetona enorme por fora era uma das coisas mais apertadas em que eu havia me enfiado. Enquanto a comia fi-la falar sobre como havia perdido o cabaço, se ela dava para mais alguém e se continuaria a me dar sempre que eu quisesse. Ela me confidenciou, entre gemidos e prenúncios de gozo (eu sempre parava um pouco para evitar que tanto eu como ela gozássemos antes da hora), que havia perdido a virgindade aos 14 anos com um namorado de mais de 30 anos, que nunca ninguém na casa dela havia descoberto que tinha. Depois disso deu apenas para o Sérgio, o atual namorado. E me disse que não conseguiria mais parar de trepar comigo, porque estava adorando o perigo e o fato de estar dando a buceta para o próprio cunhado. Ela gozou primeiro e eu ainda fiquei bombando quase 10 minutos depois para gozar da forma mais deliciosa do mundo, com o corpo todo arrepiado. Descansamos uma meia hora. Ela tomou outro banho e eu tomei o meu. Estava quase na hora de minha mulher voltar, mas eu ainda queria mais. Aí arrastei-a para o corredor, levantei a saia que vestiu (fiz com que ela ficasse sem calcinha) e apontei para seu cuzinho. Achei que ela iria recusar, mas o que eu ouvi depois me levou ao céu: "Ai...ai.. sempre tive loucura para dar a bunda, mas meu medo de doer era maior. Põe devagarinho para eu aguentar". Argumentei que meu pau era pequeno e que quando passasse a cabeça - essa é grande - nós dois adoraríamos. Mesmo assim ela ficou receosa e trancou o cu algumas vezes. Quando entrei com meu pau, devidamente "encamisado" e lubrificado com KY (maravilhoso gel vendido em farmácias, excelente para a prática do sexo anal), ela deu um suspiro longo. "Uuuuuuuiiiiii.... aaahhhhhhhh. Vai devagar, mas coloca tudo.... quero sentir como é dar o cu para meu macho.... põe.... isso... mexe como se estivesse comendo minha bucetinha..... aiiiiii..... aiiiiii.... uuuiiii....que sensação diferente..... arde um pouco.... mas é delicioso.... dá uma vontade de cagar..... mas ao mesmo tempo.... é diferente.... é bom demais.....". Eu sabia que não conseguiria aguentar muito mais. O tesão te estar enrabando uma mulher e saber que esta mulher tem apenas 16 anos e que ainda por cima é minha cunhada estava me deixando maluco. E tinha o fato de minha mulher estar para chegar a qualquer momento. Eu pus-me a bombar com mais força, o que arrancou gemidos mais fortes de Cláudia. Pedi-lhe no ouvido: "Putinha... rampeira... vagabunda... fica quietinha que o teu macho já vai gozar... não geme alto senão alguém pode ouvir". Ela entrou como que em transe. Puxei seus cabelos com força e vi que seus olhos se reviravam de tesão. Sabia que ela não gozaria - apenas duas mulheres que conheci gozaram dando a bunda -, mas ao mesmo tempo ela estava tendo uma experiência sexual inédita e deliciosamente tesuda, como eu podia comprovar pelos gemidos, arrepios pelo corpo e o quanto sua buceta pingava. Sem brincadeira nenhuma, se quando a masturbei na cama do irmão correram dois filetes de suco de gozo, enquanto a enrabava aconteceu algo incrível. No chão embaixo de onde ela estava se formava uma poça de líquido que fluía de sua xota encharcada. Tentava excitá-la ainda mais mexendo na "cona" dela, mas ela me fazia tirar a mão, porque, disse, queria sentir apenas a sensação de estar perdendo o cabaço anal. Gozei mais uma vez, quase caindo no chão, devido às pernas moles. Após alguns minutos ela se ajeitou e foi ao banheiro. Tirou apenas a saia, abriu o chuveiro e lavou o rego da bunda. Secou-se, vestiu-se e foi para a frente da televisão esperar a irmã chegar para ir embora, não sem antes me beijar um beijo molhado na boca ainda seca e dizer: "Foi um delícia. A gente vai ter que ter cuidado, mas vou querer dar a bunda sempre pra você". Tomei outro banho, desta vez a jato, e retoquei o perfume, a fim de esconder qualquer cheiro. Para me garantir ainda mais borrifei veneno para pernilongos pela casa toda. Parece loucura, mas foi fundamental. Deste dia em diante tornei-me um amante esporádico de minha cunhada. As chances da gente ficar sozinhos eram poucas, mas quando isso acontecia invariavelmente acabávamos transando. Eu ficava me controlando porque se para mim havia o tesão enorme de comer a própria cunhada, realizando uma das fantasias mais recorrentes da maioria dos homens, para Cláudia isso tudo parecia um jogo, no qual ela deveria se mostrar ingênua e casta (?) para todos, mas sendo uma putinha rampeira com o namorado e comigo. Como tem um gênio dos diabos e um tesão parecido com o meu, Cláudia acabava me colocando em situações absurdas. Sentia que não era eu quem queria e comandava tudo. Era ela que na maioria das vezes escolhia quando e onde deveria dar para mim. Juro que tentei dar uma acalmada nas trepadas, chegando a querer até a acabar com tudo, pois morria de medo de ser descoberto. Mas Cláudia sabia o tesão que me causava e as coisas que eu gostava, que eram quase as mesmas dela. E, principalmente, ela me prendeu pelo sexo anal. Adoro comer uma bunda de mulher e a Cláudia passou a gostar de dar. Quase todas as vezes que trepávamos tinha que ser pela frente e também atrás. Teve algumas vezes que ela chegava e já dizia que naquele dia tinha acordado com vontade de dar o rabo e que queria apenas isso. Um artifício que ela usava com frequência quando estávamos na minha casa e por algum motivo eu ou não estava disposto, ou estava trabalhando era o de ficar completamente pelada e subir na mesa que ficava ao lado do micro que eu uso. De costas para mim, mas a minha direita, ela, nua, ficava de cócoras, exibindo aquela bunda grande e magnífica e uma buceta, agora totalmente raspada, a meu pedido, pingando. Não havia como não agarrá-la, tirá-la de cima da mesa e comê-la debruçada sobre a própria. Ela vivia me tentando de todo jeito. Dizia, quando no mesmo ambiente de outras pessoas, que estava sem calcinha. E isso me fazia correr para o banheiro. Às vezes enfiava os dedos na buceta e me dava na boca para chupar. Sua buceta depilada parecia maior ainda do que era. Mas não era arreganhada, como a de muitas mulheres - não tenho nada contra. Tinha lábios bem gordos e grandes, porém, certinhos, como que desenhados especialmente para torná-la ainda mais desejável. E a sensação de perigo parecia inebriá-la. Ela vivia a nos fazer correr riscos, desnecessários, é bem verdade, dos 16 até completar 20 anos. Uma vez, em 97, me lembro bem, quase morri de medo. Seu na época namorado, o Carlos, hoje seu marido, estacionou o carro na porta da minha casa para apanhar a Cláudia para irem namorar (depois ela me contou que iam mesmo ao motel dar uma trepada). Eu o atendi pela janela que dava para a rua. Quando ia jogar as chaves o celular dele tocou. Carlos atendeu e me disse em seguida que avisasse aCláudia para sair, porque era um tio ao telefone e com certeza demorariaum pouco, fazendo-o preferir não subir. Pois Cláudia, ao receber a notícia que dei, disse: "Que bom. Então tira o pau para fora e me deixa chupar até você gozar". Recusei-me, mas a viada abaixou a calça bailarina que usava e me mostrou a buceta pelada e pingando. Enfiou um dedo dentro dela e pôs na minha boca. Em seguida já foi abaixando minha bermuda e chupando meu cacete. Eu, que tenho a maior dificuldade em gozar com alguém me chupando, gozei em dois minutos. Ela engoliu tudo - coisa que fi-la aprender a fazer, apesar de não querer. Puxou um chiclete, botou na boca e me deu um beijo. Apanhou as chaves e já ia saindo quando abriu novamente a porta e me disse: "Hoje vou dar a bundinha para ele pela primeira vez. Mas vou é pensar em você quando ele estiver me comendo e achando que é o primeiro a meter a pica no meu cu". Jogou um beijo e foi-se. A chave ela me jogou pela janela. Mantivemos esse relacionamento até pouco antes do casamento dela. A própria Cláudia ficou mais ajuizada e foi optando por rarear as trepadas. Não fazia mais as loucuras de sempre, mas ainda dizia que gostava de trepar comigo. Uns seis meses antes dela se casar com o Carlos deixamos de trepar de vez. Eu aceitei numa boa, porque o risco não estava mais compensando para nenhum dos dois. Mas na semana passada - e foi isso que me fez recordar tudo e transformar o que nos aconteceu neste relato enorme - ela chegou em casa esbaforida. Joana perguntou o que houve, mas ela disse que apenas tinha corrido um pouco para escapar da chuva. Eu assistia televisão e minha mulher estava no quarto preparando material para o trabalho do dia seguinte quando Cláudia passou por mim e me fez sinal para acompanhá-la até a cozinha. Contou-me o que realmente havia feito com que ela chegasse esbaforida. "Tim, acabei de levar a maior cantada de um amigo do Carlos que me deu carona. O sujeito chegou a me mostrar o pau duro por cima da calça. Xinguei-lhe e saí do carro. Mas isso me deu um tesão enorme". "Quer que eu apague este tesão", disse-lhe, em tom de brincadeira, já que Joana estava noutro cômodo e trepar com Cláudia, o que eu queria desesperadamente desde que ela se casou, seria impossível. "Cê tá louco? E a Joana? Mas me arruma uma daquelas suas revistas pornôs porque eu preciso gozar urgentemente". Dei-lhe a chave do quartinho onde ficavam as revistas. Ela escolheu duas pequenas, uma de contos e uma fotonovela, colocou no meio de jornais e se mandou para o banheiro. Desde então a gente tem se olhado com muita malícia. Ela chegou até a correr os dedos na minha virilha um dia destes. Mas ainda não aconteceu mais nada. ([email protected]) 66-ARREBENTANDO O CABEÇOTE PARTE X SILVANA: O que conto agora aconteceu em 1990. Mas para que todos possam entender é preciso voltar um pouco mais no tempo. Precisamente ao ano de 1985, mês de dezembro. Eu tinha então 17 anos. Recém-saído do colegial, tentava um vaga no curso de Odontologia na Universidade Federal de Minas Gerais. Não havia me preparado para o vestibular, porque estudava de manhã em um colégio estadual da cidade de Três Pontas (MG) e à tarde e à noite trabalhava em uma lanchonete. Ainda namorava uma garota da cidade, com quem tinha ensaiado os primeiros passos na vida sexual. Não íamos além de bolinações no alpendre da casa dela. Ela chegava ao gozo, mas nem eu e nem ela entendíamos direito o que era aquilo. Eu imaginava o orgasmo feminino quase que como uma explosão de fogos se artifício, e a tremedeira dela e os apertões que me dava no braço para parar o que estava fazendo na sua xoxota não eram exatamente o que eu esperava. Mas não é sobre esta garota que quero falar. Atenho-me ao encontro com Silvana em Belo Horizonte. Eu havia acabado de chegar na cidade e estava hospedado na república do meu irmão, que já cursava Odonto. Lá pelo início da noite chega na casa – enorme, antigona – um grupo de garotas. Uma delas me chamou a atenção logo de cara. Era Silvana, moradora de uma pequena cidade nas cercanias de Três Pontas, também aspirante a dentista, mas que já havia se matriculado no Anglo Vestibulares da minha cidade, tão pequena era sua confiança em passar nas provas. Silvana era pequena, baixinha quase, mas, digamos, fortinha. Não era gorda, de jeito algum, o que confirmei depois. Era daquelas garotas de ossatura larga, de carnes duras, formas arredondadas, seios volumosos. Ou seja, o tipo de mulher que sempre me fascinou. Nunca fui chegado em magras. Mulher, para mim, tinha que ter carne, sempre dizia. Queria apertar e sentir músculos;sem necessariamente precisar que a garota fosse musculosa – e não receber a pontada de um osso qualquer. Silvana compensava a pouco estatura com um charme irresistível, um sorrisoimenso em dentes alvos, uma alegria incontida. Tinha cabelos longos e levemente crespos, e cortava-os de maneira que caíssem de forma decrescente, levemente triangular na ponta que batia, sem cerimônias, no meio da sua bunda grande e redonda. Quem a visse até poderia achar que Silvana tinha bunda achatada. Ledo engano que esclarecerei mais tarde. Seus olhos cor de mel iluminavam a vida – dela e dos outros com quem convivia. Tinha um traço característico: um queixinho lindo, deliciosamente pontudinho. Conversamos pouco naquele dia devido a minha nítida timidez frente a um grupo vasto de mulheres bonitas. Fiz o vestibular e não passei. Voltei para Três Pontas e amarguei dez meses de um cursinho noturno no Anglo Vestibular, seriamente comprometido pelo fato de eu ter que trabalhar durante o dia em uma loja de roupas masculinas. Perdia as aulas de Sábado e como chegava muito cansado do serviço, invariavelmente dormia na primeira aula, sentado no que talvez pudesse ser chamado de "buraco negro": a ala intermediária entre a turma da frente, verdadeiros CDFs e estudiosos que realmente queriam estudar e passar no vestibular, e a turma do fundão, notadamente bagunceiros. Silvana estudava de manhã. Nunca a via, mas a encontrava sempre quando ela resolvia assistir alguma aula à noite ou quando ficava nos finais de semana na cidade, quando cruzava-a pelos bares. Tornamo-nos amigos fiéis e sinceros, grandes confidentes. Ela chegou a ir me visitar um dia na casa de meus pais. Fui retribuir a visita na casa dela, na pequena cidade perto da minha, uns tempos depois. Entre nós sempre pairava um mistério, uma vontade latente de ficar, de se beijar. Acho que se isso tivesse acontecido nos tempos de cursinho seria muito difícil que eu não tivesse casado com ela, tamanha era a alegria que ela proporcionava em minha vida apenas com sua presença e seu sorriso. Passei no vestibular e me mandei para Campinas a fim de cursar Publicidade, que descobri depois ser minha verdadeira vocação. Silvana, ao contrário, continuou fiel à Odontologia e passou na UFMG. Perdemos quase que totalmente o contato. Falávamo-nos por telefone algumas vezes, trocamos pouquíssimas cartas, víamo-nos vez por outra na rodoviária de Três Pontas, às vezes eu chegando e ela saindo de viagem. Um tempo depois tornamos a nos aproximar, ainda por telefone. Já era 1990 e eu estava prestes a me formar e Silvana também. Eu amargava uma dor-de-cotovelo danada por uma ex-namorada que havia me deixado porque eu pressionava demais para que transássemos e porque ela vivia ainda apaixonada por um cara safado de uma cidade ao Norte do Estado de São Paulo. Numa sexta-feira, início da manhã, deu-me uma loucura, peguei o telefone e liguei para Silvana lá de Campinas. Disse-lhe que se não houvesse problemas eu iria visitá-la naquele final de semana. Ela alertou-me que teria apenas o Sábado livre, tendo que ir no Domingo fazer um trabalho social de atendimento odontológico a crianças carentes nas redondezas e periferias de Belo Horizonte. Matei serviço e antes que me desse conta estava dentro de um ônibus. Rodei a noite toda e cheguei em Belo Horizonte às duas da madrugada. Acordei Silvana, que veio de pijama me atender na porta da república, onde morava com mais quatro amigas. Tomei um leve café e fui tomar banho. Dormiria no mesmo quarto que Silvana, na cama ao lado da sua, cedida por sua colega de quarto, que dormiria no cômodo ao lado. Ficamos conversando um tempão, relembrando as coisas do passado e as aventura do presente, doidos de medo do futuro que nos aguardava com profissionais formados. Na hora de dormir fiquei sem jeito de me trocar na frente dela. Percebi que me olhava com um leve sorriso nos lábios. Perguntei-lhe o motivo. "Tô aqui esperando você se trocar. Você acha que eu vou perder a oportunidade de ver as suas pernonas, pelas quais sempre fui apaixonada?" Não tive outro jeito senão arrancar a camisa e baixar a calça. Neste momento fiquei constrangido. Descuidado que era naquela época, havia colocado uma cueca antiga, daquelas de náilon, azul royal, danada de feia. Silvana parecia que nem estava aí para este detalhe, pois não tirou os olhos das minhas pernas e nem do volume que meu pau começava a fazer sob ela. Não sei o que me deu, mas convidei-a a dormir comigo na mesma cama. Ela veio rapidinho. Na cama de solteiro ficamos meio apertadinhos, ela no canto da parede. Conversamos mais um pouco. Na hora de dormirmos de verdade eu não resisti e pedi-lhe um beijo. Colamos nossos lábios e nos beijamos quase que por horas, rolando as línguas, molhando-nos de saliva. No dia seguinte acordamos tarde, tomamos café e saímos para passear. À noite resolvemos ir ao cinema, e tinha um bem em frente à república dela. Assistimos a um desenho animado, meio musical, dublado, do qual nem me lembro o nome. Voltamos para a república, assistimos o capítulo do dia da novela "Pantanal", na Machete, e fomos nos deitar. Durante todo o dia ficamos nos seduzindo de todas as maneiras possíveis, nos tocando de leve, nos abraçando. Enquanto assistíamos a novela toquei uma vez de leve no pedaço dos seus seios que saíam pelo generoso decote e nas coxas, de pêlos descoloridos, mal cobertas pela minissaia. Em cada toque ela soltava um pequeno gemido e chegava a fechar os olhos. Sabia que acabaríamos na cama, e não era para dormir. Estava doido para comê-la, mas receava por um motivo até banal hoje em dia: Silvana era virgem. Havia me contado durante o dia. Sabia de um rolo dela, que queria de todo jeito comê-la, mas ela não se sentia segura. O que eu poderia fazer, então, se a própria Silvana sabia da minha paixão pela garota de Campinas? Ela era daquelas garotas que somente se entregariam por amor a alguém. Não que isso significasse que somente transaria com o cara com quem se casaria, antes ou depois da cerimônia. Apenas daria para quem amasse, isso havia ficado bem claro para mim. Deitamo-nos, conversamos um pouco e logo estávamos no maior amasso. Nosso beijos eram libidinosos, mais afoitos que os da madrugada anterior. Pedi que ela tirasse a camiseta. Ela aceitou. Ficou de calcinha e sutiã, já que não usava short ou coisa parecida, nem na primeira noite que passamos juntos. Voltamos a nossa sessão de amassos. Beijei-lhe os seios por sobre o sutiã de renda amarela. Sentia seus bicos duros e seus gemidos me alucinavam. Eu queria aquela mulher, desesperadamente. Pedi-lhe que tirasse o sutiã: "Tiro. Estou quase nua mesmo", disse-me. Frente aos meus olhos, iluminados apenas por uma nesga de luz que entrava por uma fresta na janela, estavam um dos pares de seios mais lindo que eu havia visto na vida – é bem certo que até então minha vida sexual era bem modesta, mas o futuro provou esta minha impressão. Bojudos, alvos, cheios, duros como pedra, deliciosos de se chupar e morder. Tinham um detalhe diferente: as auréolas eram mínimas e os bicos, idem. Eram de quase 1cm de altura, mas fininhos. Chupei-os com ardor, arrancando gemidos longos e frases desconexas da boca gostosa de Silvana. Virei-a de bruços na cama e comecei a chupar da sua nuca até os calcanhares, alucinando-me com aquela bunda grande e deliciosa. Quando virei-a novamente de frente para mim eu estava próximo a sua xoxota, ainda coberta pela calcinha. Beijei sua barriga e nem dei tempo para que ela percebesse o que eu faria. Colei minha boca no local da calcinha onde estava sua buceta. Mordi e chupei. Ela se assustou, deu um grito, arqueou o corpo para frente como que a querer me impedir de continuar, vergonhosa, já que ninguém, nunca, havia feito isso a ela. Fui mais rápido e levantei meu tronco, beijando-a na boca de maneira incisiva, fazendo-a se deitar novamente. Tranquilizei-a dizendo que seria bom para nós dois e que não temesse isso. Arranquei sua calcinha levemente e vi uma buceta maravilhosa. Seus pêlos apenas se concentravam acima do clitóris. Eram fios negros muito longos, mais ainda assim ralinhos. Ao redor dos grandes e pequenos lábios não havia um pelinho sequer. E o mais maravilhoso disso: ela não havia raspado nada. Silvana simplesmente não tinha pêlos na xavasca. Sua racha era fechadinha, um mistério a ser desvendado. Corri meus dedos dentro dela, enfiei meu indicador, novamente assustando, novamente eu a acalmei. Pus-me a chupar aquela bucetinha quase juvenil que estava na minha frente com todo cuidado do mundo. Fui carinhoso e lento a princípio, mas o gemidos dela me endoideceram: "Faz mais... isso... que delícia... me chupa... nunca fiz isso... que maravilhoso... vou gozar, vou gozar, vou gozaaaaaaaaaaaaa", foram suas últimas palavras antes que seu corpo todo se enrijecesse, arqueasse para frente. De sua boca não saiu som logo. Estava aberta, totalmente, de olhos espremidos e balançando-se toda como que em convulsão. Ficamos abraçados um tempão. Depois do gozo acendi a luz para vê-la inteiramente nua. Com vergonha ela se virou de bruços, não querendo que eu visse sua xoxota. Mas desvirei-a e fiquei enrolando seus pêlos com os dedos, enquanto conversávamos. Apaguei novamente a luz e nos pusemos a fazer massagens um no outro, lambendo e chupando o corpo todo. Chupei sua bucetinha a noite toda. Paramos era quatro da madrugada, a pedido dela, que teria que se levantar logo depois para participar da atividade social. Não quis forçar que me chupasse a pica, que ela tinha visto dura e molhada. Mas pedi que esfregasse sua bucetinha encharcada nas minhas costas e no meu rosto. Acho que isso a assustou, pois ficou pouco à vontade. Tentei enfiar naquela xota molhada, mas ela sentiu um pouco de dor e pediu que eu parasse. E parei, por incrível que pareça. Acho que sempre faria o que ela me pedisse. Apaixonei-me por ela naquele momento mágico que vivemos. Pedi que fizéssemos anal. Ela riu nervosamente e não quis. Quando o despertador tocou às seis e meia da manhã eu ainda me enfiei no meio das pernas dela e chupei-a novamente, fazendo Silvana gozar de novo. Tomamos café e ela foi para sua labuta. Eu tomei o rumo da estrada, parando num trevo para pegar carona, coisa que fiz muito nos tempos de faculdade. Fui para Três Pontas, revi meus pais e me mandei para Campinas. Passei mais de um mês tentando falar com Silvana de novo ao telefone. Um dia consegui e combinamos que ela passaria um final de semana que se aproximava comigo em Campinas. Ela não apareceu. Um dia chegou uma carta. Disse que precisava de um tempo para que a cabeça dela se acostumar com o que tinha ocorrido. Havia sido demais para ela e seus sentimentos estavam todos embaralhados entre o rolo de Belo Horizonte e eu. Sabia que se tivesse ido para Campinas como combinou acabaria perdendo o cabaço para mim. E não sabia se queria que isso acontecesse. Sei que muitos dos contos que são publicados nesta homepage terminam com uma – ou mais – pessoas envolvidas se mudando de cidade, indo morar fora e o protagonista dizendo que nunca mais viu ou falou com ninguém. Isso sempre me cheirou – e a muitos, acredito – como mentira. Uma "licença" literária, digamos. Mas, amigos, creiam: Silvana e eu nunca mais nos falamos ou nos vimos desde então. Foi comodismo de ambas as partes, medo de se envolver, preguiça, corre-corre do cotidiano, sei lá. Nem cabe mais avaliar o que foi que ocorreu. Faz nove anos que tudo isso aconteceu. Ficou uma saudade imensa daquela baixinha deliciosa, que antes de ser amante foi uma grande amiga. E é essa saudade que me faz chorar quieto em frente ao micro nesta madrugada de 3 de março de 1999. ([email protected]) 67-A VACA E "LOS TRÊS AMIGOS" Era época de faculdade, lá pelo final dos anos 80. Fazia Faap e tentava encontrar um norte para minha vidinha burguesa, que se tornaria ainda mais enfadonha quando terminasse o curso de Economia, eu tinha certeza. Nestes tempos acabei surtando. Dava mais que chuchu na cerca. Não podia ver homem que já ficava com a periquita ardendo de vontade. Havia três caras – que aqui chamarei de Grande, Feio e Jovem – que eu conhecia dos barzinhos que a turma da faculdade frequentava. Tínhamos papo, apesar de o Feio ser bastante chato. Eu vivia mesmo era interessado no Grande, o mais, digamos suculento, do trio. Também nesta época acabei me envolvendo com um grande amigo, o Zeca, e trepávamos de vez em quando. E foi o Zeca que me chamou para dançar. Gostei da idéia, mas fiquei com uma sensação de frustração, porque não veria mais "Los Três Amigos", e eu achava que alguma coisa naquela noite ia acontecer envolvendo um deles, pelo menos. Saímos com alguns amigos à procura de uma danceteria. Entramos numa agitadinha, na moda naqueles dias. E qual não foi a minha surpresa quando, lá dentro vejo Grande, Feio e Jovem juntos. Alguma coisa deu um "click"dentro de mim. Larguei Zeca de lado (às vezes ele era um porre, até porque bebia demais mesmo) e fui me aproximando do trio. Normalmente sou muito tímida e tão sutil que às vezes nem se percebe que estou paquerando (é uma merda isso). Mas com umas doses a mais na cachola eu viro mesmo uma putinha bem rampeira, capaz de dar para um batalhão de pessoas apenas com os cotovelos apoiados no capô de um carro (um dia ainda realizo esta fantasia). Aproximei-me de "Los Três Amigos" já me insinuando. Dançamos muito. Eu dançava com um, virava e dançava com outro... Aí, estava eu dançando com o Grande, que esfregava o pau duro em mim, quando o Jovem veio por trás, abraçou-me e passou a se esfregar na minha bundinha. Eu parecia uma cadela no cio. E, vagabunda como eu só, perguntei se eles estavam a fim de trepar. Assim, na lata, porque, como já disse, com duas vodcas na cabeça sou uma vaca. Claro que toparam na hora. Aí foi uma agonia, pois baixou um provincianismo, um puritanismo nos motéis e não encontrávamos um que aceitasse uma garota e três caras. O jeito foi entrarmos como dois casais. Aí, criou-se outro problema: achar um motel que aceitasse um casal de homens... Só que eu não me aguentava mais de tesão. Era quase madrugada e eu não tinha dado ainda. Estava no banco de trás, com o Jovem. Tirei a calça e a calcinha e arreganhei a buceta, pedindo para ele enfiar os dedos, enquanto me amassava toda. Grande, que estava no banco ao lado do motorista (era Feio quem dirigia), arregalou os olhos e começou a passar a mão em mim também, enquanto o pobre do Feio tentava não bater o carro nem ser parado pela polícia. Eu gritava que queria dar logo, nem que fosse no meio do mato, no carro, num canto qualquer. Mas, enfim, depois de rodar pela cidade, conseguimos um quartinho num motel de quinta, mas eu não estava em condições para reparar nisso. Pelo contrário, sou meio chegada num basfond, gosto de transar em locais decadentes, gosto do submundo, embora eu mesma seja tão classe média(ou por isso mesmo...). Conseguimos dois quartos. Eles me pediram para escolher um deles para começar. Escolhi o Grande, que era o mais bonito também. Fomos para o quarto, no alto de uma escada, e ele já foi arrancando minha roupa. Pedi para meter logo, sem enrolação. Mas antes quis fazer algo que adoro: chupar o caralho dele. Eu apertava a bunda dele como se quisesse engolir todo aquele pau, que era grosso e grande como o dono. Estávamos no meio da foda quando eu parei tudo e pedi para chamar os outros dois. Grande arregalou os olhos, mas adorou. Daqui a pouco ele aparece na porta com seus dois amiguinhos. Todos arrancaram a roupa sem mais enrolações. Grande enfiou de novo na minha buceta, que estava molhada como ela só. Eu pedi para chupar os outros dois caralhos, um de um lado, outro de outro. Foi meio complicado a princípio, mas pegamos o ritmo. Um deles gozou nos meus seios (sempre amei isso) e aí pude me concentrar no Jovem, que era uma delícia de menino, mais novo do que eu. Enquanto isso, Grande gozou e sentou-se numa cadeira para me ver chupando o outro. Pediu para que eu continuasse com as pernas bem abertas. O Feio se aproximou e enfiou os dedos na minha xoxota melecada e depois levantou meu rabinho e enfiou dois dedos. Quase mordi o pau do Jovem, pois não esperava isso. O Jovem gozou tanto na minha boca que a porra escorreu. Descansamos um pouquinho, mas eu juro que queria mais. Aí realizei uma outra fantasia: pedi para os três baterem punheta e esporrarem em cima de mim o mais rápido possível. Para estimulá-los eu ia dizendo um monte de besteiras, me mexendo no colchão, passando a mão por todo o corpo, abrindo a boca. Resultado: um gozou no meu púbis e pude sentir a porra escorrendo quentinha no meio das minhas pernas. Outro esporrou logo depois nos meus seios e aí fez uma coisa deliciosa: abaixou-se e chupou cada seio com gosto. Enquanto isso, o Jovem enfiou de novo na minha boca e esporrou gostoso. Aí eu já estava cansadinha, mas ainda assim toquei uma siririca na frente deles, que passavam a mão em mim o tempo todo, espalhando aquela montanha de porra já meio seca pelo meu corpo. O cheiro no quartinho minúsculo era forte. Gozei e quase desmaiei de cansaço. Levaram para casa e dormi feliz, feliz. Depois de um banhinho, claro. Quero muito dar. Adoro sexo. Penso nisso 24 horas. Quero trepar e pedir para que o cara esporre na minha boca, que me puxe pelos cabelos e faça com que eu o engula inteiro. Estou deliciosamente molhadinha e até ardidinha de tanta vontade de dar. Tenho verdadeira loucura para experimentar o sabor de um mulher e de um cara ao mesmo tempo. Mas tem que ser uma garota bonita. Escrevam [email protected] ou para meu amigo [email protected]. 68-GOZANDO AO VOLANTE " Sempre fui tarado por mulheres mais velhas. A grande maioria das mulheres com quem me envolvi eram pelo menos cinco anos mais velhas. Fantasiava, aos 18 anos, comer uma mulher de 35 anos, a famosa balzaquiana. Bem, meus 18 anos foram embora e isso não aconteceu. Hoje tenho 29 anos e sou casado com uma garota de 24. Há dois meses, porém, aconteceu o que eu sempre sonhava. Em uma festa de um dos clientes da minha empresa fui apresentado a uma mulher chamada Marta, de 36 anos, morena de 1,75m, coxas grossas, sorriso grande e lindo, seios volumosos e firmes, sem serem exagerados, bunda grande, mas não tão redonda. Ela tem a famosa bunda comprida, que se mistura com o alto das coxas. Pois bem, desde que botei os olhos nesta mulher na festa fiquei encantado. Mas estava tão cansado de um mês inteiro de trampo fodido que nem ameacei uma conquista. Mesmo porque estava com mais uma pessoa da minha firma, que fica me vigiando o tempo inteiro e eu não podia cometer o deslize de dar na cara e minha mulher ficar sabendo. Fiquei, então, somente olhando para ela, insistentemente, porque queria que ela me notasse e porque algo me dizia que por trás daquela couraça de executiva havia uma mulher tarada. Marta percebeu e não conseguia disfarçar. Talvez estivesse há tempos sem ser tão acintosamente comida com os olhos (o que depois descobri ser verdade) e por isso estava aproveitando. Nada aconteceu naquele dia, mas no dia seguinte tive que ligar para ela para acertar alguns detalhes que a envolviam e ao cliente dono da festa. No final da conversa ela me perguntou porque eu a olhava tanto durante a festa. Respondi-lhe que a tinha achado muito interessante. O papo morreu aí porque ela tinha compromisso, mas deixou uma porta aberta dizendo que gostaria de conversar mais sobre o assunto. Algum tempo depois voltei a encontrá-la em outros locais e até na empresa do meu cliente. Comecei, então, a elogiá-la, dizendo que era linda, que tinha um corpo fabuloso e que vivia pensando nela. Marta ficava envergonhada, sorria e dizia que eu estava sendo apenas galante. Com o passar dos dias e novos encontros, que ambos acabavam acertando para que pudéssemos nos ver, sem, é claro, dar na vista um do outro que era tudo armado, passei a ser mais ousado e a tocar em seu braço, a fixar os olhos nos olhos dela. Pode parecer mentira, mas é a pura verdade: cada vez que a tocava ela gemia, se arrepiava toda, fechava os olhos e começava a exalar aquele cheiro característico de mulher excitada e molhada. Um dia, ao telefone, tomei coragem e disse que todo dia batia pelo menos três punhetas pensando nela. Ela ficou muda, mas disse que queria falar mais sobre isso outra hora, fugindo do aperto mais uma vez. Marcou então de fazer uma visita de cortesia à minha empresa. Na madrugada anterior escrevi um longo conto para ela, muito romantico, mas extremamente erótico, usando termos bem chulos como buceta, rabo, cuzinho, punheta e porra. Entreguei-lhe em um momento que ficamos a sós e pedi que lesse no banheiro. Quando chegou gente ela pediu licença e foi ler o conto. Saiu do banheiro transtornada e cheirando a sexo. Foi embora logo. Meus companheiros de trabalho também foram e eu liguei no celular dela. Marta me disse que nunca havia ficado tão excitada na vida, que eu era louco, que deveria escrever contos para revistas eróticas e disse que a primeira coisa que faria ao chegar em casa seria se masturbar pensando em mim. E acabou confessando que desde o dia em que me viu na festa era uma rotina sua se trancar no quarto e tocar até três siriricas pensando em mim. Não me aguentei e comecei a falar um monte de besterias para ela ao telefone. Diz que era era muito gostosa, que naquele momento eu estava com o pau na mão imaginando ela me chupando, que gostaria de arrebentar a buceta dela, que devia ser uma delícia. Quando falei que minha tara principal com ela era estuprar aquele cu gostoso que sabia que ela tinha a mulher entrou em parafuso: parou o carro em um lugar escuro, dentro da cidade, arrancou a calcinha e a meia-calça e começou a se masturbar violentamente. Quando ela me disse "me xinga", percebi que estava diante da mulher dos meus sonhos. Comecei a falar uma série de barbaridades: "sua vagabunda, piranha, vou arregaçar este teu cuzão, vou te comer de quatro e depois gozar na tua boca, vou mijar no teu rosto, bater nele e depois te amarrar". Marta endoideceu, gozou aos berros no celular e desandou a chorar como uma desesperada. Meu amigo, ela chorou, sem parar, por 16 minutos cravados, contados no reloginho do meu micro, de onde ao lado eu telefonava para ela. Quando ela terminou de chorar me disse que ligaria no dia seguinte, um sábado, às 9 horas, para conversar. Ligou-me pontualmente às 9 horas. Confessou que nunca havia gozado daquele jeito, que o seu namorado atual, de 25 anos, não transava com ela há mais de 2 meses, mas mesmo antes nunca tinha conseguido o que conseguimos juntos. Marta me contou que sempre teve as mais absurdas fantasias, mas que nunca havia colocado nenhuma em prática por medo de não ser aceita pelo parceiro e tinha muito medo de que outras pessoas soubessem e ela ficasse pichada de piranha. Tinha verdadeira loucura para ser amarrada e humilhada, queria que eu a chupasse de quatro, como um cavalo chupando uma égua. Nunca tinha dado o cu, mas que em todas as suas masturbações ela sempre enfiava um dedinho e que gozava muito com isso. ([email protected]) 69- Oi, vou narrar um fato ocorrido comigo no ano de 1998. Eu viajava com minha namorada, num ônibus de São Paulo para Marília, o ônibus estava lotado, fazia um friozinho, portanto estávamos com um cobertor, o que facilitava nossas carícias...... Chegando na cidade de Bauru, o ônibus ficou quase que vazio, o que para nós foi ótimo, pois era exatamente esta a nossa vontade.... Estávamos nas últimas poltronas, então começamos a nos acariciar com maior intensidade, eu bolinava sua xoxotinha (sempre bem depiladinha), enquanto que Andréa (nome fictíceo), batia uma generosa punheta em mim........... Numa certa altura, as carícias transformaram-se em sexo oral, onde, hora eu chupava sua xotinha, toda ensopada de tanto tesão, até com que ela gozasse em minha boca, para logo em seguida, ela fazer o mesmo em mim, depois de gozarmos assim, ela continuou me chupando até que meu pau, que é de um tamanho razoável (17,5 cm) endurecer novamente, ai ela fez com maestria, subiu sobre meu pau e iniciou a melhor cavalgada de toda minha vida, ficou rebolando em meu pau por um longo tempo, ela gemia baixinho no meu ouvido como estava bom pra ela, quanto ela adorava meu pau, quanto ela admirava a cabeça de meu pau que é avantajada, eu dizia em seu ouvido que ela me deixava louco de tesão e que sua buceta era a mais molhada que eu já haviatraçado em toda minha vida, nisso ela gozava, ela tem facilidade em gozar, quendo do nada veio o inesperado, ela tirou meu pau de sua xotinha e colocou na entrada do cuzinho, levei um susto, pois ela não era muito afeta do sexo anal, e pediu para que forçasse a entrada, não me fiz de rogado e mandei ver no seu cuzinho, entrou com certa dificuldade, mas depois de lá dentro ela comandou o show, me fez gozar uma vez, mas não contente continuou com meu pau dentro do seu cú, movimentando-se, rebolando, fez ele endurecer de novo, depois de um bom tempo colocou-o em sua xotinha e me fez gozar de novo, só que agora dentro se sua xotinha, depois disso recoloquei a minha calça de moleton e ela sua saia, sem a meia que usava. Quando chegamos em casa transamos mais uma vez, dessa vez eu gozei em sua boca, para que o serviço fosse completo.......... Depois de um certo tempo nos separamos, mas até hoje tenho saudades dela. Mulheres de 18 à 25 anos, interessadas nesse relato e que tenha fantasias, podem me escrever, tenho 22 anos, 1.83m, 90kg, corpo forte, por favor enviar foto, fone e se possível e-mail, serei discreto na resposta e nos contatos, posso viajar e receber. 70- A CHUPADA QUE ENCONTREI NA NET Tenho 24 anos, sou loira, cabelos curtos, olhos azuis, 1m62 e 58k. Tinha terminado meu namoro há 2 meses, com o primeiro com quem transei...e estava louca por sexo...Numa sala de bate papo da minha cidade, encontrei um cara de 29 anos, que me interessou muito, ficamos até 3 da manhã no bate papo, e ele quis me ligar... Sua voz era muito sexy e percebi que tinhamos interesses em comum, nós dois estávamos morrendo de tesão. Nas semanas seguintes, nos falávamos sempre pelo telefone e as conversas começaram a ficar picantes...nos masturbávamos cada um de um lado da linha, contando em detalhes para o outro...ele me dizia para enfiar o dedo na minha xaninha, eu enfiava e gemia...ele ficava louco e soltava "ais" de prazer, isso me deixava louca de tesão, ele me perguntava como eu estava deitada na cama e dizia como me chuparia naquela posição... nós dois gozávamos. Já tínhamos trocado fotos por e-mail, ele é moreno e tem as pernas duras e musculosas de jogador de futebol, o que adoro! ...Marcamos um encontro, combinamos num posto de gasolina, quando cheguei ele já estava, descemos do carro e nos cumprimentamos com um beijinho no rosto. Fomos num barzinho...ele me comia com os olhos e eu já estava com muito tesão, mas fiquei com muita vergonha quando ele falou dos nossos papos pelo telefone e disse que queria colocar em prática tudo o que falamos, eu estava louca pra dar pra ele, mas sempre fui muito certinha e nunca tinha feito isso, não consegui resistir e fomos ao apartamento dele. Entramos, ele me agarrou e me beijou, sentindo seu pau me pressionando, meu corpo tremia... mas me afastei, não acreditava no que estava fazendo... e ele me mostrou o apartamento, e no corredor para os quartos, me encostou na parede e me beijava ardentemente, chupava minha língua que parecia que ia me engolir...baixou as mãos, ergueu minha saia e apertou a minha bunda, pude sentir que seu pau estava pulando pra fora...tirou a minha blusa e começou a beijar e lamber meu pescoço, eu ficava toda arrepiada de tesão, foi descendo e já havia caído uma alça do sutiã, lambeu meu seio, abocanhava ele todo e começou a se deliciar chupando. Abri sua calça e libertei o seu pau, segurei com a mão e passava a cabecinha por cima da minha calcinha, ele enfiou a mão por dentro dela e foi descendo com os dedos, apertou o dedo na entradinha que já estava toda molhada. Fomos atracados para a cama, ele me deitou de bruços e tirou a minha calcinha - ele já estava sem nada - eu dobrei uma perna e empinei o bumbum pra ele me chu , pincelava toda a sua extensão até eu implorar pra ser comida...foi enfiando devagarzinho e aquela sensação quase que me fez gozar de imediato, enfiou até o talo, tirava e socava até suas bolas baterem na minha bunda...aquela visão do pau entrando na minha bucetinha era maravilhosa, eu não me continha e dava ais de prazer cada vez mais alto até que tive um gozo prolongado e sentia que me enrijecia e apertava aquele pau lá dentro, senti ele gozar também numa explosão. Nos deitamos um do lado do outro e ele começou a acariciar minha xaninha com os dedos...logo ela estava molhadinha novamente e eu abria as pernas pra ele enfiar o dedo, ele veio por cima de mim, caiu de boca nela novamente e seu pau no meu rosto...peguei e chupava com vontade, lambia o saco e segurava com a mão, ele ia crescendo cada vez mais na minha mão e eu lambia a cabecinha. Gozei denovo neste 69 mas queria mais, deitei de bruços novamente, dobrei uma das pernas e ele enfiou por trás na bucetinha, apertando a minha bunda e passando o dedo no cuzinho...eu fiquei de quatro pra entrar tudo e ele me estocava até bater as bolas, seu dedo forçava o cuzinho, eu abria mais as pernas e empinava mais a bunda enquanto me masturbava massageando o clitoris. Gozei demoradamente denovo e logo foi a vez dele. Repetimos a dose várias outras vezes, mas ainda não dei o cuzinho...o que vou logo fazer. [email protected] 71- VIAGEM A FORTELEZA Desta vez vou contar uma viagem que fiz há pouco tempo à Fortaleza. Tenho 25 anos e foi a primeira viagem que fiz sozinha. O vôo era fretado e fez escala em outra cidade, onde entrou um cara que logo notei...era muito bonito, do jeitinho que me agrada... Qual foi a minha surpresa quando ele foi para o mesmo hotel. No primeiro passeio pelas praias, percebi que ele me comia com os olhos enquanto eu passava protetor, eu então passava em cada pedacinho do meu corpo... fui tomar um banho de mar e quando vejo, lá estava ele do meu lado, o Pedro. À noite, foi inevitável sairmos juntos, mas com mais 3 garotas e a irmã dele. Fomos num barzinho, e foi muito engraçado quando percebi que ele tava toda hora enchendo meu copo...eu já estava com o maior tezão, só do jeito como ele me olhava fixamente...quando senti sua mão no meu joelho, fiquei molhadinha...eu estava de vestido, e aquela mão ia subindo pela minha coxa...me levantei pra ir ao banheiro, senão ia deixar ele me fazer gozar ali mesmo. Quando saí, no meio do caminho, ele me puxou pelo braço e grudou meu corpo ao dele, me segurando pela cintura...ignoramos o montão de gente que passava por ali...ele me beijou a boca, depois ia descendo pelo meu pescoço, eu sentia seu pau ficando cada vez maior e ele apertava minha bunda...nossa, que tezão....não dava pra ficar daquele jeito, e fomos sentar numa mesa no canto....enquanto andávamos, ele roçava seu pau na minha bunda. Na mesa, ele voltou com a mão na minha coxa e falava no meu ouvido, ou dava lambidinhas....eu ficava toda arrepiada, e abri as pernas. No outro dia, não pensava em outra coisa senão dar para o Pedro...até que ele me levou pra caminhar na praia. Andamos até ficar longe da turma e entramos no mar... a única coisa que atrapalhava um pouco eram as ondas de vez enquando... Ele me segurou e eu fiquei com as pernas entrelaçadas na sua cintura, sentindo seu pau endurecer e ele chupando meu seio....enfiei a mão e tirei-o para fora, ele desamarrou o lacinho do meu biquini, só de um lado...eu estava segurando seu pau e passei a cabecinha na minha bucetinha todinha, quase entrava e tirava...até que ele empurrou e socou tudo de uma vez...foi meio difícil, porque qdo vinha uma onda grande, a gente desequilibrava.....e quase perdi meu biquíni....mas eu aproveitava pra cavalgar gostoso na calmaria... Foi maravilhosa a viagem, nos outros dias, ele conseguiu fazer a irmã dele passar para o meu quarto, e ficávamos no quarto dele. Adorei transar na sacada...eu tava virada pra fora, de costas pra ele de vestidinho... ele ergueu meu vestido, abaixou minha calcinha, com uma mão abria minha bunda e a outra direcionava seu pau passando no meu reguinho, no cuzinho e na buceta...eu debrucei na grade e fiquei com as pernas abertas enquanto ele metia na minha buceta e passava o dedo no meu cuzinho, entrando as vezes, eu massageava o grelinho... depois fomos pra cama e ele comeu meu cuzinho comigo de quatro... muuuuito bom!!! Mas ae galera, tudo com camisinha, beijo! [email protected] 71 - Meu Filme Pornô Estava andando por uma rua de São Paulo, era um dia frio e naquela manhã passei horas vendo fotos pornográficas na internet. Todas fotos que eu via eu gravava para depois montar um CD. Já eram mais de duas mil fotos separadas por categorias como garotas, oral, normal, duplapenetração, sessenta e nove, anal e gay. As fotos que eu estava mais interessado eram as dupla penetração, anal e gay. Gostava de ver as vaginas, mas o tesão por ver um cú sendo fodido era demais. Eu sou homem, casado, tenho 24 anos e nunca tive relacionamento homosexual. Mas naqueles dias em que estava sozinho em São Paulo começei a sentir tesão por pintos, coisa que nunca antes tinha acontecido. Eu tinha vontade de chupar pintos, colocá-los todinhos na minha boca, masturbá-los e engolir saboreando seu esperma e principalmente colocá-los no meu cu, mas não apenas um e sim muitos em sequencia e até mesmo 02 ao mesmo tempo, se eu aguentasse. Mas não queria que fosse como os Gays fazem que tem contato com axila e beijo boca-boca, isso eu não queria. A vontade era apenas de ter os pintos grossos suados, pulsáteis em minha boca e meu cú. Queria me alimentar de porra durante um dia inteiro. Queria 100 homens à minha disposição durante um dia inteiro. Podia ter mulheres também e poderia fazer o que quisesse com elas e também poderia mandar qualquer homem fazer o que quisesse com cada mulher. Poderia ser umas 10 mulheres, uma de cada tipo, japonesa, india, alemã, africana, loira, mulata, mestiça, morena, de olhos verdes, de olhos azuis, cabelos compridos, porém todas lindas, gostosas e ávidas por sexo de qualquer tipo. Estava andando pelo centro de São Paulo com esses pensamentos. Meu pinto vivia grande e meu cú só se contraindo. Minha cueca vivia molhada e eu matava a saciedade enfiando coisas na bunda, tais como: salsichas, batatas, bananas, linguiças e vibros e depois batia uma punheta. Arregaçava meu cú e a vontade continuava. Foi quando vi em uma vitrine de uma loja para artigos eróticos um cartaz discreto dizendo a respeito de um concurso para ator e produtor de um filme pornô e que o ganhador escreveria a história e teria o direito de ser o personagem que criasse e poderia usar uma máscara se não quisesse ser reconhecido. Não tive dúvidas, entrei, fiz a inscrição e em dois dias veio o resultado: eu fui escolhido (não houveram outros interessados) e começaria a gravar no dia seguinte. Tinha que fazer um roteiro e vou descrevê-lo a seguir: "Eu sou o artista principal com uma máscara dourada tampando todo o rosto. Meu corpo todo nú e deitado em um grande colchão cheio de almofadas e travesseiros. Era um quarto grande. Pedi para entrar a primeira garota. Toda em roupa sensual, ela vai tirando a roupa e jogando em mim. Era uma ruiva muito gostosa que começou a esfregar os peitos em minha cara e foi descendo até chupar o meu pau. Ela manda eu ficar de costas e tapa meus olhos. Pega um tubo de lubrificante e injeta no meu cú e depois pega um vibrador ligado idêntico a um pinto grosso e gostoso e vai lentamente enfiando no meu cú. Depois de introduzi-lo todinho inicia um movimento de vai e vem. Nesse momento entra outra pessoa na sala e ela pede para assumir o controle do vibrador. Na verdade é um homem que enfia seu pau com toda a força em meu cú. Eu grito e ela pede para eu deixar. Eu deixo pois está muito gostoso. A mulher abre as pernas na minha cara e pede para mim chupar sua buceta suculenta. O rapaz continua metendo o pau. Entra no quarto uma bela de uma loira que começa a chupar o meu pau. Depois entra um rapaz e manda eu chupar o pau dele e ele chupa a buceta da ruiva. No início eu reluto mas depois caio de boca e sucessivamente vão entrando homens e mulheres que vão transando entre si e, eventualmente quando um cara está prestes a gozar, eu engulo tudo. Neste momento já estão fazendo revezamento para comer o meu cú, porém não vejo ninguém, pois estou com os olhos vendados. Só me lembro que já engoli mais de 50 esporradas e meu cú começou a doer. Nesse momento uma mulher passa gel analgésico e relaxante muscular no meu cú e depois dois caras metem o pau ao mesmo tempo. Está um tesão. Um cara por baixo e outro por cima de mim comendo o meu cú ora ao mesmo tempo com estocadas conjuntas ora alternadamente sob a orientação de outra mulher. E na minha boca sempre alguém masturbando e esporrando. No início estava com fome e sede e nesta altura já estou com a barriga estufada de tanto engolir porra, já foram mais de 100 homens ejaculando em minha boca e não deixei cair uma só gota. Agora retiraram as vendas e estavam todos lá sentados, mais de 100 homens, todos com paus calibrosos, todos tinham me comido e gozado na minha boca. As 10 mulheres estavam regendo a 'orquestra'. Foi quando decidiram que eu teria que comê-las. Fiquei deitado e cada uma delas veio me dar o cú e a buceta, porém não me deixavam gozar. De repente uma delas enfiou um aparelho no meu cú e começou a girar uma engrenagem que ia dilatando meu rabo. Nesse momento todos os homens saíram do quarto. Meu cú foi dilatado ao extremo e uma delas enfiava o dedo e massageava minha próstata enquanto outra esfregava a buceta na minha cara, outra metia meu pau em sua boca e meus dedos estavam enfiados no cú de outras duas. As demais ficavam revezando com essas. De repente começaram a me masturbar e quando viram que eu ia gozar retiraram o dilatador de uma vez porém continuaram explorando meu buraquinho com o dedo até que eu gozei como nunca tinha feito antes. Relaxei, deitei e dormi." Quando acordei ví que tudo não tinha passado de um sonho e que meu cú infelizmente ainda está virgem e louco para sentir aquelas estocadas. Espero que um dia meu sonho se torne realidade. 72- AS LOURINHAS DO PARQUE BARIGUI RESIDO EM HOUSTON TEXAS USA, MAS O FATO VERÍDICO QUE EU VOU CONTAR , ACONTECEU SEIS MESES ANTES DA MINHA PARTIDA PARA A ITALIA. COMO BOM CURITIBANO, E PARA NAO FUGIR DA ROTINA, TODO SABADO PROCURO DEIXAR O MEU CARRO IMPECÁVEL PARA O FIM DE SEMANA. RESIDIA EM UMA RUA PRINCIPAL DO BAIRRO DA AGUA VERDE,BRIGADEIRO FRANCO, E NESTA RUA NOS FINAIS DE SEMANA , SEMPRE TEVE MUITA CIRCULACAO DE PESSOAS, POIS E CAMINHO DE VARIOS PONTOS DE COMERCIO. ESTAVA JOGANDO AGUA EM MEU CARRO , E DISTRAIDO PELO OQUE ESTAVA FAZENDO, SEM PERCEBER ACABEI MOLHANDO COM O ESGUICHO DUAS LOIRINHAS QUE ESTAVAM PASSEANDO DE BIKE, ESTAVAM DELICIOSAMENTE MOLHADAS DE SUOR...SUAS ROUPAS DE NYLON JUSTO FAZIAM O CONTORNO DE SEUS CORPOS, REALMENTE ERAM DUAS DEUSAS PASSEANDO PELAS RUAS DE MEU BAIRRO. QUE POR SINAL , CONHECIA TODO MUNDO QUE MORAVA NAQUELE BAIRRO , E PERCEBI QUE ERAM NOVAS PELA REDONDEZA. ENTAO RESOLVI EDUCADAMENTE PEDIR DESCULPAS, ME APRESENTAR, E PROCURAR SABER DE ONDE ESTAVAM VINDO, POIS ESTAVAM UM BOCADO SUADINHAS. NO DECORRER DAS DESCULPAS ACOMPANHADO DE UM BOM PAPO... RESOLVEMOS MARCAR PARA NOS ENCONTRAR NO DOMINGO, POIS NO SABADO TERIA QUE IR VER MEU FILHO, ESCUTAR A MINHA EX.. RECLAMAR DA VIDA ACOMPANHADA DE SUA MAE...E NO FINAL DA NOITE SAIR COM UMA NAMORADINHA QUE EU TINHA (CRISTINA)MUITO GOSTOSA DE CAMA ...MAS O DIFICIL ERA ENCARAR SUAS MENTIRAS E SUA MAE... CHEGOU O DIA TAO ESPERADO...DEPOIS DE UM SABADO TURBULENTO, EMFIM O PREMIO MERECIDO...NOS ENCONTRAMOS NO PARQUE BARIGUI PARA UM PIQ-NICK(CHURRASCO), E VOCES NAO ACREDITAM NO QUE ACONTECEU....LEVARAM MAIS UMA AMIGUINHA PARA O CHURRASCO.... EU FIQUEI ME SENTINDO UM DEUS GREGO...SEUS LINDOS NOMES ERAM... CINTIA , ANA PAULA , E HELENA CRISTINA, TRES DEUSAS...O PIOR E QUE EU NAO SABIA POR ONDE COMECAR...ERAM TODAS LINDAS E GOSTOSAS... E MUITO SIMPATICAS...COMEMOS E BEBEMOS A TARDE TODA ...E QUANDO COMECAMOS A CONVERSAR SOBRE RELACIONAMENTO, HELENA ME PERGUNTOU SE EU JA TERIA A MINHA DEUSA....DISSE QUE JA TINHA UMA NAMORADA, MAS QUE NAO ACREDITAVA EM NADA QUE ELA DIZIA , POIS ERA MUITO MENTIROSA...MAS OQUE COMPENSAVA ERA SUA HABILIDADE NA CAMA... TODAS SORRIRAM...E DISSERAM QUE ERAM MELHORES QUE MINHA NAMORADA.... EU RESPONDI...SIM TALVEZ....E TODAS SE INDIGNARAM COM MINHA INCERTEZA....NOS UM DIA PROVAREMOS A VOCE.... O DITO PELO NAO DITO FICOU NO AR.... CHEGOU A HORA DE IRMOS DO PARQUE... E JA TODOS QUASE QUE EMBRIAGADOS...RESOLVEMOS RETORNAR A FALAR DE SEXO . AGORA O ASSUNTO ERA FILMES PORNO... E CINTIA ME PERGUNTOU SE AS LEVARIA PARA ASSISTIR UM FILME PORNO....E EU RAPIDAMENTE NAO ME NEGUEI AO SEU PEDIDO.... E DISSE... MEUS AMORES...FILME PORNO A ESTA HORA SOMENTE EM UM MOTEL...! HELENA PRONTAMENTE PERGUNTOU QUAL ERA O MAIS PROXIMO DO PARQUE ? E SE PODERIA ENTRAR TODOS EM UM QUARTO SO. PRONTAMENTE COM MINHA EXPERIENCIA , E CONHECIMENTO DOS MOTEIS, DISSE QUE NAO HAVERIA PROBLEMAS...E NOS DIRIGIMOS A O MOTEL VIS A VIS, AO ENTRAR NO QUARTO, QUASE TODOS JA ESTAVAMOS UM POUCO ALTERADOS PELA CERVEJA....E A PROXIMA PEDIDA FOI VINHO BRANCO E CHANPANGHE. ANA PAULA A MAIS QUIETINHA DE TODAS COMECOU A DANCAR MUITO SENSUAL NA PISTA DE DANCA DO QUARTO....E CINTIA COMECA A GRITAR... TIRA-TIRA-TIRA-TIRA....E UM GOLPE SE SURPRESA....AQUELE ROSTINHO DE INOCENTE...SORRIU E UM DISCRETO JEITINHO DE VERGONHA...COMECOU A LEVANTAR SUA CAMISETA...E LOGO FOI APOIADA POR HELENA....FOI EM SEU AUXILIO...E LOGO AS DUAS ESTAVAM DANCANDO E SE ACARICIANDO... POR CIMA DE SUAS ROUPAS ...LOGO MAIS UMA PECA DE ROUPA...E OUTRA E EM ALGUNS MINUTOS AS DUAS JA ESTAVAM NUAS E EXIGINDO QUE CINTIA TIRASSE SUA ROUPA E A MINHA... NAO ME FIZ DE ROGADO....FIQUEI LOGO PELADAO....E COMECEI A BEBER CHANPANGHE NOS SEUS CORPINHOS... CHUPEI TODAS ...FUI CHUPADO POR TODAS ... E TIREI UM CABACO...PARA A MINHA SURPRESA...TINHAMOS UMA VIRGEM PRESENTE(ANA PAULA) QUE PERDEU ATE SEUS DOIS CABACOS NO MESMO DIA.... NO MEIO DA FARRA ...TOCA MEU CELULAR...ERA A MENTIROSA DA MINHA NAMORADA (CRISTINA), QUE QUERIA SABER PORQUE NAO A FUI BUSCAR PARA PASSEAR NO DOMINGO... A MINHA RESPOSTA FOI QUE NAO PODERIA POIS ESTAVA TRABALHANDO EM UM CARRO DE UM AMIGO. NAO SEI SE ACREDITOU NA MINHA MENTIRA....MAS DAQUELE LUGAR EU NAO SAIRIA POR NADA...PASSAMOS A NOS ENCONTRAR TODOS OS FINAIS DE SEMANA PARA UMA FARRINHA A QUATRO. HOJE SOMOS GRANDES AMIGOS E AMANTES,....LOGO VOLTAREI A CURITIBA E VOLTAREMOS AS NOSSAS FARRINHAS.... BEIJOS A ANA PAULA,CINTIA E HELENA NELSON (ITALIANO) 73 - MEUS FILHOS Bem há uma semana aconteceu uma das coisas mais gostosas de minha vida, vou me chamar de Tereza, sou ruiva, muito branca, tenho 45 anos, seios fartos, um pouco caídos, assim como minha bunda, umas coxas grossas, e uma vagina suculenta e pentelhuda mesmo, como meu falecido gostava, e desde que ele morreu resolvi respeitar sua memória. Tenho 2 filhos, o Paulo de 26 e o Jose de 23. Sempre tive uma vida sexual muito ativa, mas o destino fez com que meu marido fosse viver em outro plano de vida, isso faz exatamente 1 ano, que ele morreu. Meus filhos compraram o computador movido a tal febre da internet, e aprendi a navegar, pois como fui professora de inglês, nunca tive dificuldades em aprender. E logo de cara fui entrando em sites de relatos e contos eróticos, pois sempre gostei de erotismo, até que descobri este site, e comecei a ler os contos, em especial de incesto. A cada conto de mães com filhos, eu fico toda molhada, sei que muita gente não acredita, mas a mulher depois dos 40 gosta e muito de sexo, e com a falta de meu marido só tinha as bananas e os pepinos para me ajudarem. Até que um dia meus filhos foram a uma festa, e eu comecei a navegar pela a internet, e estava lendo o conto UMA ESTÓRIA INTERESSANTE, estava somente de camisola azul marinho como a do conto, e fui ficando cada vez mais excitada, e comecei a alisar minha vagina por cima da calcinha. Sem perceber meus filhos entram no quarto, estava tão excitada com o conto que não os ouvi chegando, e eles entram no quarto se surpreendem, e o Paulo começa a ler a tela, o conto, e eu fico paralisada, e o Jose, fica me observando Paulo me diz: - O que a senhora está lendo, a senhora não tem vergonha, vem ver Jose o que a nossa mãe está lendo. - Um conto de incesto bonito hein - e Jose riu. - É que vocês sabem que seu pai morreu, mas eu não morri. - E você tem desejos nos seus próprios filhos - pergunta Jose. - Não é claro que não estava lendo esse conto e me excitei, isso é normal - respondi. - Mas a senhora teria coragem em fazer com um filho seu - pergunta Paulo. - Fazer o que - pergunto. - Ora, sexo - diz Paulo. - Olha o respeito com sua mãe - digo indignada. - Olha não fiamos com ninguém esta, o Paulo me disse que há 2 meses não fica com nenhuma garota, e eu já para os 6 meses, e a senhora esta aí desse jeito, a gente podia nos endenter - responde Jose. Naquele momento me deu vontade de chorar, mas já era visível o estado de meus filhos, e não sei como, me excitei com a situação, e já estava disposta a acabar com a minha vida e com todo o meu respeito naquela noite. Foi quando Paulo, diz: - É está uma boa idéia - e sorri. - Vocês são uns doentes - respondi. - Todos nós somos doentes - responde Jose - mas se a nossa doença nos ter prazer, não será uma doença e sim uma cuia. Notei uma lógica, na frase de Jose, e fiquei indecisa, quando Jose me da a sua mão e me levanta e diz: - Podemos ver esse corpo ou não. - Vocês estão falando sério - respondi. Senti um arrepio e pus tudo a perder ou a ganhar, e dizendo: - O que vocês querem? - Que a senhora tire a roupa - responde Jose. - Ou quer que a gente faça - sugere Paulo. Fiquei parada fechei os olhos, toda a minha vida passou nos meus pensamentos naquele instante, quando senti uma mão em meu ombro descendo a alça de minha camisola, era Jose e o Paulo descia a outra alça, despontando assim, meus peitos, com a camisola nos meus pés, Jose diz: - Agora a senhora poderia tirar a calcinha. Sem hesitar, vou descendo lentamente minha calcinha e vai parecendo minha xana, com direito a todos os meus pentelhos, nós 3 ali em pé, e eles me olhando e eu olhando para eles, quando Paulo começa a passar a mão em meus peitos e nos bicos rosados e já duros, e o Jose passa a mão em minha barriga e na minha xana, e começa a alisar meus lábios vaginais e a tocar de leve meu grelinho, vou gemendo baixinho, quando Paulo tira seu membro para fora e pede para chupa-lo, sento na cadeira e começo a chupa-lo, e o Jose se ajoelha no chão e começa a me chupar, aquilo era demais para mim, ter uma língua me invadindo e ao mesmo tempo ter uma bela pica quente em minha boca, era demais, sem o grande detalhe, eram meus filhos. Então, Jose se levanta abaixa suas calças e senta na cama e diz? - Senta no pau do seu filhinho senta. Aquelas palavras mexiam comigo, e como que se estivesse embriagada, vou até ele e vou sentado de costas para ele e de frente para o Paulo, que se masturba. O momento era demais, parecia a minha primeira relação, mas foi quando eu fiquei de pé na cama e fui me agachando.Até o seu membro engolindo-o todo e fui cavalgando em seu pênis. - Mais mamãe, não para - dizia ele. Paulo se aproxima e coloca novamente seu membro em minha boca, e vai enfiando como se estivesse enfiando em uma vagina. E diz: - A senhora nos agüentaria 2? - Só se o Jose for atrás, pois ele é menor, mas tem de colocar com cuidado, pois faz tempo que não faço anal - reponde. Pronto, já estava formalizado eu era a piranha de meus próprios filhos, agora não podiam voltar atrás, até porque estava gostando e muito. O José me manda deitar na cama e abrir as pernas e ele vai passando a sua língua minhas pernas, coxas, só com a ponta da língua chega até a minha xaninha, e ele cuidadosamente, a chupa, e mordiscando meu grelinho e eu vou gemendo de prazer, e ele vai enfiando um dedinho em meu cuzinho, depois e vai beijando ele, e enfia a ponta sua língua no meu cuzinho e vai colocando o dedo novamente, e coloca 2 dedos, e vai passando a ponta de sua língua no meu grelinho, e quando olho de lado, vejo o Paulo sentado na cadeira se masturbando. Então o Jose se deita ao meu lado e fica atrás de mim, e levanta a minha perna, e foi colocando a cabeça de seu membro em meu cuzinho doía um pouco, mas foi quando para minha surpresa, Paulo senta-se na cama ao meu lado, e vai alisando me dizendo para relaxar. E vai passando a mão pelos meus seios e vai alisando a minha xaninha, e quando vejo Jose já esta com toda a sua vara enfiada em meu cuzinho e começa a mexer, e vai me dando uma sensação, muito, mas muito gostosa, e o Paulo começa a me beijar os seios, e a morder de leve meus bicos já mais que duros a esta altura.E começa a enfiar um dedo dentro de minha xaninha, e vou gritando de prazer, cada vez mais. Aquilo era demais para mim, estava muito bom, mas ficou melhor quando o Jose pediu para eu sentar em cima dele de frente para ele para que o Paulo pudesse me enfiar no cuzinho, aquilo me excitou ainda mais, e como se estivesse em um sonho, em que podia realizar todas as minhas fantasias, fiz conforme pedido de Jose e sentei-me sobre seu membro e fui engolindo ele dentro de minha vagina e comecei a rebolar sobre ele, quando Paulo, começa a beijar-me as costas, e vai descendo com sua língua até chegar em minha bunda, aquilo me deixava toda arrepiada, e ele vou volta, somente com a ponta de sua língua, passando em minhas costas e chegando até a minha nuca, e ele começa beijar a minha orelha, e enfia um dedinho em meu cuzinho, enquanto o Jose, continua com seu meu membro em minha vagina, e agora já sinto 2 dedos de Paulo em meu anus, e ele vai enfiando e tirando e diz em minha orelhinha: - Mamãe vou enfiar em você tudo bem? - Isso filhinho, coloca - respondo. E ele vai colocando seu membro em meu cuzinho, dois muito, solto um grito ele ameaça tirar, mas pressiono, minhas mãos em suas nádegas, dando a endenter que queria que ele continuasse, e ele vai enfiando e começo a gritar mais e mais, quando ele já está com tudo dentro, Jose como se soubesse, volta acelerar seus movimentos em minha vagina. Pronto lá estava eu realizando meu grande sonho ser penetrada duplamente, mas com as pessoas erradas, ou certas, não importa. Ficamos assim, durante minutos, que para mim foram eternidades, pedi para que gozasse dentro de mim, os dois, e eles fizeram, me senti preenchida, atrás e na frente, foi maravilhoso. Carlos Augusto 74- GATA: FODIDA POR UM CAMINHONEIRO Mari é o nome da minha gata.Quero iniciar dizendo que isto aconteceu realmente (só os nomes são fictícios). Nós somos um casal que adora trocar idéias (principalmente as sexuais) ,somos bastante liberais e desde que eu vi um filme e uma gata (parecida com a Mari) transando com dois machos,sempre fiquei imaginando esta deliciosa possibilidade com ela.Confesso que Mari é ardente e insaciável na cama,por isso não foi tão difícil expor as minhas fantasias: Pois ela (por ter um jeito um tanto sem-vergonha no olhar e andar)também gostou,concordou e compartilha dos mesmos desejos, sentimentos e vivemos felizes com o que fazemos. Quero relatar que já realizamos varias fantasias sexuais (ao qual poderei contar futuramente) mas esta,além de ser a mais recente é também a pela qual Mari me surpreendeu ao me pedir para realizar. Certa noite estávamos transando e no momento da excitação Mari cochicha em meu ouvido pedindo: - Quero transar com um caminhoneiro,voce deixa!?...Eu respondi: - Que idéia maravilhosa,sim eu deixo.Comecei a imaginar esta fantasia se tornar realidade e nossa transa ficou muito mais ardente,gozamos juntos e contentes por saber que poderíamos realizar algo diferente...ela metendo num caminhão. Marcamos o evento para uma noite de terça a procura de um caminhoneiro para ela.Devo dizer que Mari se preparou especialmente para esta ocasião: Como fosse um ritual,passou o seu melhor perfume,vestiu uma calca jeans bem justinha-azul clara (desbotada,que realçava o volume de sua bunda e os contornos torneados de suas belas pernas),pôs uma blusinha top branca com alcinhas (curta,onde aparece a barriguinha e seus peitinhos quase à mostra devido a transparência do tecido) e um tênis que combinava com o restante do visual.Ela estava deslumbrante e excicitante:Com os seus 1,73 de alt.,56kg,cabelos cast.claros e longos,pele macia clara,25anos.Parecia uma deusa pronta e no cio para encontrar um macho,pelo qual ela doaria seu corpo e realizaria a fantasia daquele trabalhador das estradas (que dá um duro),mas agora o duro seria dado dentro dela para sua satisfação e do caminhoneiro também(qual o homem que já não fantasiou em pegar uma gata na beira da estrada?) No meu caso,eu não teria participacão.Combinamos que Mari levaria um pequeno gravador e preservativos em sua bolsa(e eu me contentaria de ouvir suas sacanagens na boléia do caminhão posteriormente). -Onde ir primeiramente?: Pensamos,pensamos... : E fomos com o meu carro em um posto de beira de estrada na BR116 onde tem uma churrascaria e que não é muito longe de onde moramos.Chegando lá,estacionei meu carro num canteiro escuro do posto e ficamos a observar os caminhoneiros em sua "roda" de conversa (é lógico que ela não iria se oferecer para qualquer um,teria que escolher quem mais lhe atraísse,de preferencia um macho bem encorpado e entruncado).Mari saiu do carro por uns instantes e ficou debaixo de um poste de luz fraca a esperar o que viria acontecer(eu fiquei dentro do carro com uma filmadora gravando quem lhe viesse conversar). Nos 40 minutos que ficamos no local,só dois caminhoneiros se atreveram em conversar com a Mari.Logo após ela retorna ao carro e diz estar aborrecida,pois eles eram feios,um era já meio coroa).Resolvemos então irmos embora,mas no meio do caminho tive outra idéia:Pararmos num trecho de estrada bem iluminada mas um tanto isolado.Ela topou e fomos lá tentarmos novamente.Parei meu carro numa rua paralela(de nível abaixo da estrada).Ela sai do carro,fica à beira da estrada a observar os caminhões a passar.Já era tarde por volta da meia-noite só poucos passavam,mas assim era melhor para ela olhar com mais atenção. Cada um que a avistava andava mais lentamente,buzinavam,alguns quase paravam,mas Mari não dava "bola" para aqueles que não lhe atraíssem. Derrepente eis que surge um caminhão e o caminhoneiro dos sonhos,do jeito que a Mari desejara(moreno,forte e musculoso)ela dá um sorriso malicioso e o olha fixamente.O caminhoneiro vislumbrado com aquela cena de encher os olhos e de tesão,aos poucos vai parando sua carreta na beira da estrada .Mari corre até o caminhão,ele abre a porta e diz: -Oi gatinha,voce quer uma carona? Mari:- Não é bem uma carona que eu quero.Eu te vi passar e te achei um gato!Voce quer realizar minha fantasia? Caminhoneiro:-Qual é sua fantasia? Mari:- Trepar num caminhão! Há tempo que eu tenho este desejo e este fogo,mas nunca tive coragem e também teria que ser com uma pessoa que eu estivesse afim.Caminhoneiro:-Que legal. Então entra e vamos nessa.- Mari adentrou no caminhão,seguiram caminho até chegarem numa pequena estrada de terra deserta para que ninguém os amolassem(vale dizer que o veículo era de cor branca e não tinha caçamba o que facilitava sua locomoção).Eu com o meu carro os segui com certa distancia e prudência e sempre que possível filmava os acontecimentos (parei próximo do local da sacanagem).Desci do carro e andei até ficar perto do caminhão. Lá dentro tudo estava pronto para se concretizar. Sandro o caminhoneiro ascende a luz da cabine para melhor visualizar aquele corpo gostoso de Mari,ela também está ansiosa para meter com ele.Ela abre sua bolsa diz que vai pegar um chicletes,mas aproveita o pretexto para ligar o pequeno gravador. Mari começa a bolinar sobre o calca o cacete de Sandro,enquanto ele a abraca e a beija pelo seu pescoco,levanta sua blusinha e chupa seus peitinhos dizendo: É isso que voce queria sua vadia?Mari responde: -Aaahh, Isso Sandro,me xinga,me chama de sua cadela,vagabunda,de puta do que voce quiser.É isto que eu quero ser,quero dar prá voce, vem meu caminhoneiro,vem... Os dois começam a tirar a roupa do outro,quando se percebem Mari está com uma calcinha sexy(tipo fio dental) de amarrar pêlos lados (de cor branca como a cor do caminhão),Sandro quase vai a loucura ao vê-la daquela maneira?-Que corpo escultural voce tem gata!?Ele está de cueca.Mari percebe aquele volume sobressaliente e de uma só vez ela arranca o pedaço de tecido que cobre o membro viril de Sandro e inicia uma gostosa punheta naquele pau que já esta gosmento e latejante para penetra-la.Mari vendo todo aquele volume a sua frente não aguenta e começa a chupa-lo com todo gosto,lambendo este pau (e as bolas) por todos os lados,engulindo até o céu de sua boca quente e lábios macios.Sandro pede para que ela pare e diz:- Quero meter em voce!!!Mari:-Eu também quero pedir uma coisa para voce.Tem um lugarzinho que está cocando dentro de mim é apertadinho mas eu quero que voce arrombe porque eu não agüento mais!!!Me use com seu objeto sexual!!! Sandro pôs a camisinha,virou e empinou a bundinha saliente de Mari de quatro prá ele,passou um pouco de gel(que Mari trouxe em sua bolsa) na abertura de seu cuzinho,mirou o seu cacete na entrada de seu anus e iniciou uma frenética e alucinante penetracão,fodendo ela como um animal . Eu que estava lá fora,só ouvia os gemidos de Mari e sua gritaria a dizer:-Mete Sandro,fode...vai,enfia todo este cacete no meu cú.Me devora,vem eu quero mais,arregaca o meu cuzinho,assim...Aaaaaiii!!!Eu ouvindo aquilo,não me agüentei toquei uma punheta (talvez a melhor da minha vida) e me borrei todo gozando ali mesmo.Os dois continuaram por mais duas horas aquela foda .Depois disso ele a deixou perto de nosso apto. Já em casa ela me contou tudo o que aconteceu,mostrou a fita para eu ouvir,trepamos juntos e gozei mais uma vez ao sentir o estado que ficou minha gata ao ser comida pelo caminhoneiro Sandro(do cheiro de homem,suor e de sexo empregnado no corpo de Mari).Diz ela que adorou e que quer repetir a façanha. Se vocês leitores me perguntarem se eu gosto de ser CORNO: Posso dizer seguramente que pela Mari, é uma sensação indiscritível e das mais gostosas,pois percebi que ela não é mulher para um homem só!!! Se quiserem saber mais sobre nossas fantasias,escrevam para nós: mes.email.com.br Denis e Mari (Curitiba) 75 - MINHA INICIAÇÃO COM OUTRO... Meu marido adora sacanagens, gosta de situações provocantes e eróticas, pede que eu ande com pouca roupa, de mini saia, mostre os seios, que ande sem calcinhas, adora tirar fotos minhas em lugares públicos sempre provocando o exibicionismo e depois publicando nas revistas do gênero. Fica doido quando me imagina transando com outros homens, e quando toco no assunto, quando estamos transando. Um dia aconteceu de nos interessar por um anúncio de uma revista, conversamos e meu marido procurou entrar em contato. Minha fantasia sempre foi com homens mais velhos, grisalhos e bem dotados, mas pessoas com classe e distinção. No primeiro encontro Rudy, meu marido, foi sozinho, para conhecê-lo e trazer informações sobre nosso pretendente, principalmente se enquadrava com meu tipo físico ideal. Rudy, levou meu álbum de fotos e voltou cheio de animação, pois o homem além de ser como eu imaginava, elogiou muito minhas fotos. Marcamos um primeiro encontro num centro de diversões chamado Estação Plaza, aqui em Curitiba, queria um local público onde pudéssemos nos conhecer e conversar sem ser reconhecidos, estávamos muito excitados e nervosos, pois esta seria a primeira vez que teríamos um contato real com um estranho e com propósito definido. Estávamos muito curiosos sobre como se daria este primeiro encontro, fui com um vestido curto, que realçava meu corpo sem ser vulgar ou oferecida. Modéstia a parte, sou daquelas mulheres que os homens chamam de gostosa, tipo mignon, cinturinha fina, pernas grossas e bunda grande e bem arrebitada. Enquanto tomávamos uma bebida, falamos sobre família, trabalho e sexo, o que era inevitável. Rudy procurava deixar-nos a vontade e CAL (suas iniciais) mostrou ser um homem muito interessante, alto, grisalho e gentil, a primeira impressão foi a de estar diante de um cavalheiro, contamos que era nossa primeira experiência, ele revelou ser extremamente paciente, sem querer cobrar nada, deixou-me muito tranqüila, o que viria a facilitar num futuro bem próximo. Como já estava tarde e ele era casado, achamos melhor nos despedir e dar continuidade em outro momento. Rudy e CAL marcaram um novo encontro, eu ainda me sentia insegura em relação a transar com outro homem, pôr isto, marcamos num parque de nossa cidade, era uma tarde de domingo e CAL mais uma vez foi muito gentil e compreensivo, sempre muito educado procurou aproximar-se mais, assim fomos criando um jogo de paquera e sedução, tornando um clima favorável, sem nenhuma pressa ou afobação, ele sempre procurando deixar-me muito a vontade e afim de continuar nossa fantasia, mas apesar de tudo neste segundo encontro não passamos disto, deixamos sim uma impressão muito favorável e a certeza que algo muito especial iria acontecer. Meu marido sempre ao meu lado dava todo o apoio, e me incentivava. CAL trabalhando no ramos imobiliário, providenciou um apartamento em um prédio recém construído. Foi numa tarde de sábado, CAL nos esperava em frente ao referido prédio, onde dissemos ao porteiro que iríamos ver um apartamento no 4º andar que se encontrava em exposição e venda pela sua imobiliária. Ao chegarmos, notamos que o mesmo se encontrava vazio, somente um carpete como forração, eu vestia um vestido preto bem justo e me imaginei rolando naquele chão. Começamos conversando banalidades, Rudy procurou se afastar para nos deixar a vontade, logo CAL começou a me abraçar e passar as mãos em meu corpo e pelas costas foi descendo até parar em meu bumbum, cada vez mais com nossos movimentos e amassos, meu vestido ia subindo e a parte superior ir descendo, pois meu amante desabotoara o mesmo em busca dos meus seios, um tesão enorme foi tomando conta de mim... Quando meu marido entrou no quarto, já nos encontrou rolando aos beijos e abraços deitados no chão. Onde ele passa a descrever a cena: Rafnne estava com o vestido em volta da cintura, seus seios estavam para fora e seu amante os beijava alternadamente, passando as mãos pôr todo seu corpo, minha mulher não era a mesma pessoa, pois deixou o receio e pudores de lado e retribuía as carícias de CAL. O tesão que senti ao ver minha esposa nas braços de outro é indescritível, meu pênis latejava dentro da calça. Sentei-me num canto tirei meu cacete para fora e iniciei uma deliciosa masturbação, apreciando a cena dos amantes. Passado um bom tempo, depois de várias posições, Rafnne estava pôr cima de CAL, mas ainda não havia retirado a calcinha, foi quando pedi para ele colocar uma camisinha, preocupado com o que estava pôr acontecer, Rafnne se deu conta que eu estava no quarto, olhou-me com muita malícia, ela afastando-se de CAL, retirou a calcinha, atirando-a em meu rosto, seu olhar era de muita cumplicidade e como se estivesse me dando sua última barreira para o ato sexual com outro homem, depois com muita naturalidade pegou o cacete do nosso amigo, já de camisinha, e dirigiu para a entrada de sua xaninha, onde foi sentando e rebolando de uma forma muito sensual. Iniciou uma cavalgada sobre seu amante que agora tinha seu pênis atolado na xana de minha gata. Na posição que me encontrava podia ver o cacete de CAL entrando e saindo da vagina de Rafnne, que gemia de prazer. Pôr várias vezes quase fui ao orgasmo, eu procurava não tocar em meu pênis extremamente duro para prolongar este momento indescritível de prazer. Passado um tempo alucinante, mudaram de posição várias vezes, quando CAL colocou Rafnne deitada, deitou sobre ela e passou a penetrá-la, inicialmente calma e cadenciadamente, depois foi acelerando e com vigor e rapidez acreditei que ambos estariam buscando o orgasmo, enquanto eu iniciei um gozo espetacular. Terminamos, procuramos nos recompor e saímos rapidamente pois, para uma visita comercial havíamos demorado em demasia, e o porteiro não iria acreditar em nossa estória, sem contar que o vestido da Rafnne estava todo cheio de fiapos do carpete, mas passamos pela portaria sem maiores problemas. Chegando em casa transamos como loucos, pôr muito tempo, revivendo os momentos de muitas loucuras que passamos. Passado cerca de dez dias, marcamos um novo encontro, estávamos com nosso carro e pegamos CAL no centro, onde fomos direto para um motel. Esta é outra história que foi toda documentada pôr Rudy, transei com CAL de todas as maneiras, sem contar que nas preliminares recebi um banho de chanpagne e meu corpo todinho serviu como taça para meu amante beber. Hoje, muitas vezes encontro meu marido assistindo e relembrando as tórridas cenas que rolaram naquele motel. Se você é um homem grisalho, maduro e experiente, de nível e bem dotado, residindo em Curitiba, ou que tenha passagem pôr nossa cidade, quem sabe possa viver conosco novas e fantásticas fantasias... Sempre com muita discrição e sigilo, procurando preservar a todos de revelações comprometedoras. Eu tenho 36 anos, curso universitário, sou como descrevi em meu relato, Rudy tem 49 anos tbém com curso universitário, é um voyeur adora me ver com outro homem. 76- Dando em família... Eu sou morena clara tenho 18 aninhos mas no ocorrido eu tinha 16 anos, meu irmão, vamos chamar de Luis ele tinha na época 15 anos, eu namorava um cara (o Paulo) ele tinha 17 anos e morava na mesma rua, o Paulo não foi meu primeiro, mas ele não sabia e não sabe até hoje. Vamos ao que interessa, eu e Paulo transavamos muito, eu adorava dar pra ele, chupar ele e vice versa, um dia meus pais foram viajar para o interior de São Paulo, na casa dos meus avós e nos deixara o final de semana sozinhos em casa, com a promessa de que o Paulo não viria em casa enquanto eles estivessem ausentes e deixaram meu irmão para ficar de olho. Bom até aí tudo bem, nós davamos um geitinho e transaríamos em qualquer lugar. Só que quando chegou à noite o Paulo passou na porta de casa e me chamou, demos vários beijos no portão e quase transamos ali mesmo, mas ele queria entrar em casa e eu disse que não e expliquei toda a história, que meus pais não queiram e meu irmão estava de olho, mas o nosso tesão era enorme e combinamos o seguinte, que lá pela meia noite eu deixaria o portão da rua destrancado e a janela do meu quarto aberta e foi o que fiz. Quando eram mais ou menos 11:00 horas falei para o meu irmão ir dormir e eu fui tomar meu banho para esperar meu homem. Sai do banho fui até o quarto do meu irmão e percebi que ele estava dormindo, fechei a porta e fui para o meu quarto, coloquei uma calcinha bem cavadinha, um sutiã meia taça, para dar volume nos meus peitinhos e uma camisolinha transparente. Quando eram mais ou menos 11:55 hs eu vi aquele vulto entrando pela minha janela, era o Paulo, que veio me agarrou e beijou como nunca tinha me beijado, tirou toda roupa e pude pegar naquele pau gostoso de mais ou menos 18cm. Ele começou a me lamber e tirar primeiro minha camisola, depois o sutiã e por fim a calcinha, me deu literalmente um banho de gato, me chupou inteira, hora lambinha o cuzinho, hora a buceta, eu fiquei louca de tesão, devo ter gozado umas 2 vezes. Foi então que não resisti e comecei a chupar aquele pau gostoso e começamos a fazer um 69 maravilhoso, até gozarmos um na boca do outro e diga-se de passagem eu já adoro engolir porra mas a do Paulo é muito saborosa, tem gosto de homem mesmo. Demos alguns beijos e partimos para o sexo ele começou a me comer sem camisinha (eu tomo pilula) e eu comecei a gemer cada vez mais alto, até então estavamos no papai e mamãe então invertemos as posições e fui cavalgar naquele pau gostoso até gozar, desabando em seu peito, só que ele não havia gozado ainda e queria continuar a foda, foi quando senti uma língua bem molhada no meu cuzinho e dei grito assustada, na hora em que vejo era o meu irmão, dei-lhe um esporro eperguntei o que estava fazendo ali, ele me respondeu que com os gemidos acordou e tb queria participar daquela foda e eu disse que não que nós erámos irmãos , só que ele falou se eu não desse pra ele tb, ele iria contar tudo para a mamãe e o filho da p. do Paulo ainda deu o maior apoio e pediu que o meu irmão participasse, eu fiquei meia assim, o Paulo começou a me beijar e chupar os meus peitos enquanto o Luis chupava minha buceta, fui envolvida pelo um tesão que derrepente me vi pedindo para os dois me fuderem, coisa que nunca tinha feito. Então o Paulo deitou na cama e eu fui cavalgar por cima dele, meu irmãozinho começou a lamber o meu cuzinho e com um pau bem menor começou a enfiar no meu cú, eu gritava feito uma cadelinha no cio e os dois não pararão, até gozarem. Eu cai desfalecida na cama e adormeci por uns 10 minutos. Quando acordei vi uma cena que me deumuito tesão, meu namorado estava sentado na beira da cama enquanto meu irmão de joelhos fazia uma chupeta pra ele não acreditei e disse pra eles, -Vcs são dois filhos da puta e meu irmão ainda é viado. Eles riram e continuaram, nisso eu peguei e me levantei e o Paulo me deu uma ordem, -Vai sua piranha, chupa o cuzinho do seu irmão que eu vou enrabar ele, toda chocada fiz o que ele mandou e gostei muito, que cuzinho gostoso meu irmãozinho tinha, lambi o cu, mordi a bundinha dele, enquanto ele fazia o boquete e gemia de tesão, em determinada hora o Paulo falou, -Vira esse viadinho pra cá, eu já comi a irmãzinha e agora vou comer o cu do cunhadinho. e riu. Meu irmão se virou de quatro abriu a bunda e o Paulo começou a estocar na bunda dele, eu comecei a tocar uma siririca, quando ouvi o luizinho gritando e gemendo, vai Paulão me come que nem vc faz com a minha irmã! Me come! Me come! Me come! Bom não preciso dizer que gozamos todos juntos e cada um da sua maneira. Fomos tomar um banho juntos onde rolaram vários beijos de todos, e voltamos para cama e para o golpe final nos meninos, eu deitei de pernas abertas e pedi para que gozassem na minha boca, nossa eu nunca senti tanta porra na cara e na boca como a desses dois. Hoje terminei o namoro com o Paulo, mas continuo as minha aventuras juntos com meu irmão e outras pessoas, mas isto é uma outra história. 77-AMANTES DE CARNAVAL De vez em quando leio revistas ou acesso algum site erótico para saber o que acontece de bom no gênero, e claro, para ver até aonde vai a imaginação e ação das pessoas no que se refere as preferências sexuais. Confesso que na maioria das vezes não acredito nos relatos expostos quanto às experiências sexuais das pessoas, pois em grande parte as coisas acontecem muito facilmente. Isso mudou um pouco em relação a mim até um fato que aconteceu comigo no carnaval de 2000. Moro em Palmas-TO e tive que ir a serviço à Fortaleza-CE justamente na semana que antecedia o carnaval. Como não consegui resolver tudo naquele período, tive que permanecer até a quarta-feira de cinzas. Fato posto, só tive que agradecer por ter que passar mais uns dias naquela maravilhosa cidade. Liguei para minha esposa e expliquei à ela, que claro, não ficou nada satisfeita. Assim, no último dia de carnaval, fui assistir ao desfile dos blocos e maracatus. Durante o desfile surgiu uma mulher próximo onde eu estava, e como sou tarado por natureza, comecei a apreciar seu corpo mingon , pele clara, pernas grossas, seios pequenos e de uma bundinha arrebitada que me deixou pensando loucuras. Sou um cara simples, 37 anos, apenas simpático, moreno, somente hetero, não-fumante, 1.70m, 84kg, nível superior, discreto, bem casado, mas tarado por sexo (seguro). Após alguns momentos de trocarmos olhares começamos a conversar sobre o desfile. Ela estava sozinha e um pouco zangada, pois seu marido não gosta de carnaval. Minha nova paixão tinha combinado de ir com uma amiga que desistira. Mas ela não perdeu a viagem e foi sozinha. Ofereci cerveja, mas ela recusou, bem como refrigerante. A essa altura já estávamos bem íntimos no papo. Ela me contava que tinha 32 anos, que casou aos 17 e que estava ali sozinha porque o casamento não estava nada bem. Seu marido não lhe procurava para sexo. Fiquei até surpreso pela sua disposição em revelar sua vida pessoal, etc. Ao saber que a garota era casada fiquei ainda mais entusiasmado, pois tenho tara por mulheres comprometidas. A partir dessas revelações comecei a insinuar conversas. Que ela era bonitinha, tinha um corpo bonito, inteligente e que não merecia ser mal amada. Já estávamos conversando de pertinho, e de vez enquanto minhas pernas tocavam as delas, mas com cautela, pois não queria estragar nada. Já eram quase 10:00 da noite e tinha que ir para o hotel esperar uma ligação da minha esposa. Falei que tinha sido bom conhece-la, mas que tinha que ir. Neide (vou chamá-la assim), brincou comigo, dizendo que eu já ia porque estava com medo da mulher. Falei que não, pois a mesma estava longe. Ofereci-lhe carona, mas ela recusou dizendo que não costumava pegar carona com estranho. Mas depois acabou cedendo. Já dentro do carro, após alguns minutos, tomei coragem e falei que estava sentido a maior vontade de beijá-la. Toquei em suas coxas, e como ela não recusou, peguei uma de suas mãos e pus em cima da minha coxa direita. Logo Neide começou a acariciar meu pau que naquele momento já estava nos seus 18X6cm. Resolvi parar em uma rua escura e começamos um sarro de acabar. Beijávamos com volúpia, língua com língua, num tesão enorme. Sugava seus seios com calma e com fome, fome de sexo. Abri o zíper de seu short e quando encontrei aquele monte de pêlos macios e cheirosos, fui às nuvens. Pude sentir suas calcinha e xoxotinha molhadas. O ambiente era ainda mais provocador, pois corríamos o perigo de ser flagrados. Pedi para ela me chupar, mas Neide recusou. Me garantiu que faria tudo o que eu quisesse, mas só no dia seguinte. Levei-a para casa e parei próximo à sua residência. Combinamos de nos encontrar no dia seguinte para irmos a um motel. No outro dia apanhei-lhe no local combinado e partimos para um motel. Lá chegando, tomamos um banho e bebemos um drink para relaxarmos. Minha amante estava com uma calcinha de renda branca pequenininha que mal lhe cabia e que ficava enfiada na bundinha. Começamos a nos acariciar e logo estávamos num louco 69. Como ela me chupava. Meu pau era sugado com a experiência de uma puta decente. Daquelas que quase todo homem sonha ter um dia.... Enfiava minha língua em sua grutinha e passeava pelo seu reguinho, que claro não dispensava seu cuzinho maravilhoso. Nesses momentos ela pedia para que eu não parasse, o que fazia para atender minha putinha-amante. Após gozarmos loucamente, inclusive eu lambuzando seu rosto e seus seios com meu leite quente, fomos tomar um banho para relaxar. Voltamos a nos acariciar e minha amiga me contou que a partir daquele momento seria totalmente submissa a mim. Assim, pedi para que me chupasse novamente. Neide fez isso até meu pau ficar em ponto novamente. Pedi que ela ficasse de costas para mim, o que fui atendido. Passei minha língua em sua xoxotinha e novamente em seu cuzinho. Enfiei um dedinho no seu anelzinho e ela entendeu o que eu queria. Pus uma camisinha lubrificada e comecei a penetrá-la em seu orifício anal. No início foi difícil, mas logo meu cacete já tinha penetrado o bastante para nos deliciarmos. Após umas estocadas pus meu membro para fora, e depois de trocar de camisinha penetrei em sus xoxota quente e lubrificada. A partir daí começamos um vai-e-vem gostoso e com troca de palavras carinhosas e obscenas, o que aumentava mais o tesão. Neide cavalgava- me com maestria. Sentava em meu pau que era sugado com vigor. Era uma sensação maravilhosa. Gozamos loucamente. Tomamos um novo banho e partimos para a casa dela, pois não podíamos demorar muito. Neide pediu para que parasse em frente da sua casa. Pois queria ver a cara de sue esposo com chifre. Tentei recusar, queria parar antes. Mas ela preferia assim. Me apresentou ao seu marido como um novo colega de trabalho e que estava procurando um local para morar e que queria conhecer o seu bairro. Confesso que tremi de medo, mas o que senti mesmo foi um tesão diferente, pela sua coragem e ousadia. Nunca mais nos vimos, mas espero um dia retornar aos braços de minha amante de carnaval. 78-Um casal e um cowboy Sou um autêntico cowboy. Monto touros em rodeios. Não sou nenhum deus grego, mas sou do tipo "boa pinta". Tenho 30 anos, 1,85 de altura, 82 quilos, cabelos pretos, curtos e lisos, olhos cor de mel e tenho um toque muito sedutor. Tudo começou em um rodeio em que eu estava participando na região dos Lagos, estado do Rio. Durante três noites não pude deixar de perceber os olhares maliciosos de uma deliciosa gata sempre acompanhada por um homem. Ela era loira, jovem (na casa dos 20 anos) cabelos lisos, finos e compridos, olhos redondos, pele dourada e sedosa e extremamente gostosa. A cada noite ela aparecia no rodeio com roupas mais provocantes. Ele parecia a mesma idade que eu e não se importava dos olhares que a mulher disparava em minha direção. Na última noite de rodeio, resolvi enfrentar a situação, pois nas três noites passadas, a lembrança da loiraça não me deixava dormir. Ficava excitadíssimo, tomava vários banhos frios e terminava me masturbando, desejando cada curva daquela potrinha linda. Quando f Ela também se entregou de vez ao prazer e enquanto eu penetrava com força em seu rabinho lindo, o marido chupava sua xaninha. mais uma vez, senti minha vara ficando mais rígida e gozei demoradamente em seu rabinho. E ela gozava cada vez mais, até que caiu trêmula sobre a mesa, com o marido lhe beijando a boca e eu lhe chupando os seios médios e duros. Esta aventura ficou só nisso, pois na segunda fui embora e perdi o contato com este casal delicioso. Gostaria de conhecer gatas lindas e gostosos ou casais liberais para deliciosos momentos de puro erotismo e prazer sempre cercado de muita amizade e respeito. Se vocês desejarem conhecer um cowboy de verdade, carinhoso, atencioso, amigo, culto e principalmente discreto, entre em contato comigo. Vamos dar asas às nossas fantasias. 79-Promessa é divida! Ola! Eu sou Gustavo, eu tenho 15 anos, moro agora em cingapura mai vou volta para o brasil em outubro de 2002, tenho cabelos morenos e claros, sou meio alto e tenho olhos cor de mel e minha pica e de 16cm mas estou crescendo e ela tambem, minha amiga vitoria tem 15 tambem e ela e loira e tem o mesmo tamanho que eu olhos verdes uma bundinha que quando ela anda da pra ver os muscolos mexendo de longe e seios que ela tem dificudade para comprar sutians porque sao tao grandes e gostosos. A historia que eo vou aconteceu algums meses atras quando eu voltei de uma discoteca com meus amigos. tudo comecou quando eu estava no ponto de onibus com a minha amiga e alguns amigos, nos estavamos combinando de ir dormir na casa dela.Quando finalmente combinamos, e ligamos para nossos pais e tudo, nos ficamos la esperando pelo onibus e como nao tinha nada pra fazer comessamos a brincar, eu sacaniando meu amigo e minha amiga me sacaniando, ai ela pego pesado me chamando disso, e daquilo. Ai eu fiquei retado com ela, e como ela e minha amiga, nao queria que eu ficasse retado com ela entao ela disse que faria qualquer coisa que eu quisesse, e eu que nao sou otario claro que fiquei interessado naquela proposta. Entao eu penssei, e pedir um boquete para ela (eu pensava que ela estava de brincadeira) e ela parou um pouco e disse que sim, e sorriu para mim e me mandou um olhar que parou meu coracao, eu chegueu a ficar frio, um olhar daqueles que te seca, um olhar de enterrese. Mesmo pensando um pouco que ela estava falando a verdade, eu nao fiquei muito ecitado porque se ela nao tivesse falando a verdade eu iria ficar exitado por nada e como eu estava dormindo na casa dela eu podia fazer alguma bestera, sei la. Entao finalmente chegou o onibus e nos fomos ate a casa dela. Ao chegar la nao tinha ninguem em casa (a mae separada do pai estava num bar -bout quey-) entao como um brasileiro normal eu e meus amigos fomos direto para o computador para downloadar pornographia para tentar exitar minhas amigas. Nos downloadamos muitos videos e chamamos ela para assistir com agente. Ai elas aceitaram, e ficaran com umas caras de safadinha, quando nos comecamos, desligamos as luses e botamos play no filme e nos comecamos a nos exitar e comecamos a bater punheta dentro da calca, as garota se a ssustaran mas depois sorriran e comecaran a jogar olhares e a brincar (botando a mao e tirando), ai nos esolvemos cada um chegar para um lado e tira para fora nossas picas, ai elas deliraran e comessaran a rir mas alto e a ficar olhando e comparando, comecaran a cuchichar e olhar pra mim (ai eu fiquei totalmente exitado, e minha pica ficou duricima e elas perceberam) eu comecei a bater mais rapido, e mais rapido e elas comecaran a olhar , ai eu cozei na minha calca e elas rirram e costaram muito, entao nos combinamos de ir ao quarto para a cama. Entao cada garoto pegou uma garota e eu claro que peguei a vitoria. Nos fomos para cama e botamos a coberta sobre nossos corpos. Ai eu tirei minha cueca e botei minha pica pra fora, e ela segurou e comecou a bater punheta para mim. Eu comecei a delirar e eu tirei a camisa dela e comecei a laber aqueles seios gostosos, e ela batia mais rapido, ate que eu senti que ia gozar, mas nao queria gozar naquela hora entao eu parei e comecei a beija equela boca gostoza, carnuda, lingua com ligua, saboriando ela, comecei a passar a mao nos seios ate a xana dela, ai eu tirei o short dela e a calcinha e comecei a bater ciririca para ela, e ela ficou doida e, ela continuo a bater pra mim, o tesao era tao grande que eu gozei rapidinho, nas maos dela. Entao ela pegou a mao e comecou a laber dedo bor dedo, cheio de gozo. Entao eu disse `voce quer fazer isso com minha pica, voce me deve`. Ai ela me deu aquele sorriso lindo e pegoua minha pica de vez e botou na boca. Eu senti muito tesao e ela chupava masi, e mais rapido, eu s No outro dia eu e meus amigos trocamos historias e me contaram cada contos de da tesao mas depois te conto 80-O fora que valeu a pena Numa das minhas viagens, a serviço, em sampa, eu fui com uma amiga que queria conhecer a cidade, só que tinha uma gatinha lá que já havia tempos que eu estava afim de transar, então, na sexta feira, eu liguei para minha amiga e disse a ela que teria que ficar até mais tarde no serviço; ela disse que tudo bem, tinha uma amiga dela, aeromoça, que ia ficar em sampa o final de semana, e ela ia ficar com ela no ape dela. Então eu fui à caça, fui falar com a gatinha que eu estava afim de dar umas voltas com ela, pra conversar um pouco, depois do trabalho.... ela disse que tudo bem (já fiquei excitadissimo). Ao final do trabalho, fomos a um shopping perto, sentamos na praça de alimentação e ficamos jogando conversa fora, até que ela me disse que tinha que ir porque tinha um encontro com o namorado às 22:00 (eram umas 20:00). Eu insisti para que ela não fosse mas ela disse que não poderia faltar, que se eu tivesse avisado com mais antecedência, ela poderia ficar mais (então eu já fiquei mais animado). Resolvi então levá-la em casa. Chegando lá, ao nos despedirmos, peguei-a e dei um beijo daqueles, aí pronto, ficamos no maior amasso na frente da casa dela, até que ela se lembrou que a qualquer momento o namorado dela podia chegar. Então eu tive que ir embora, com o cacete daquele jeito.... Só restava a minha amiga. Ela é uma gata, tipo mignon, cor de canela, cabelos pretos, compridos e anelados, um furacão na cama.... Chegando ao hotel, eu liguei para ela e disse que o serviço tinha acabado mais cedo, que nós poderíamos sair. Ela disse que já estava deitada, que a amiga dela estava muito cansada, mas que eu fosse até o apartamento dela para ver se elas se animavam. Eu tomei aquele banho, coloquei a beca e fui. Chegando lá, minha amiga abriu a porta de short e camiseta, mandou eu sentar, disse que não estava afim de sair, que poderiamos ficar ali conversando e, se eu quisesse, podia dormir ali mesmo. Nada bobo, eu disse que, para poder dormir, eu teria que tirar a roupa, senão ela ia amarrotar toda. Ela disse que tudo bem. Eu perguntei se a amiga dela não ia se zangar, ela disse que não. Então eu tirei as roupas e fiquei de cuecas, ela disse para deitar na cama com elas, que ficaria mais quentinho. A amiga dela já estava dormindo, o quarto estava meio escuro, eu me deitei no meio e minha amiga num dos cantos. Eu me abracei nela, pelas costas. Ela disse que estava muito apertado, para eu chegar mais para perto da amiga dela.... eu fui chegando, e ela mandando eu ir mais... de repente, eu me encostei na amiga dela e senti que ela estava toda nua.... ela virou-se e me abraçou... aí eu fui a loucura, virei-me e dei-lhe um beijo na boca... ela começou a acariciar meu pau por debaixo da cueca... eu comecei a acariciar e chupar seus peitos enquanto minha amiga me lambia todo pelas costas... eu fui descendo, passei pela sua barriguinha, até que cheguei num montinho maravilhoso, cheiroso, que eu chupei com muita vontade... minha amiga também foi descendo e, agora, chupava o meu pau... eu fui ficando louco e acelerando os movimentos da minha boca, até que a gata gozou na minha boca.... minha amiga, então, disse que agora era a vez dela, então eu comecei a trabalhar na bucetinha dela, até que, rapidamente, ela gozou. A amiga dela, já recuperada, ficou de quatro e pediu que eu montasse nela... na penumbra, eu vi aquela bundinha redondinha, maravilhosa, pedindo para eu comê-la, então eu fiquei por trás dela e comecei a enfiar meu pau na sua bucetinha; enquanto eu ia metendo, ela ia beijando minha amiga e chupando seus seios..... um pouco depois ela gozou, e minha amiga queria novamente... já meio cansado, eu me deitei e ela sentou-se no meu cacete... eu apertava seus peitos, chupava, segurava sua bunda, até que ela começou a gemer numa gozada louca... Então elas perguntaram com quem eu iria gozar.... que dúvida.... a minha amiga era uma gata mas a amiga dela era um monumento.... alta, toda torneada, linda, seios médios, durinhos, bundinha redondinha, pele macia, não era uma aeromoça, era o avião inteiro..... então eu disse que, apesar de minha amiga ser uma delícia, nós sempre tínhamos oportunidade de nos ver, a amiga dela não, então eu ia gozar com ela, então ela deitou-se de bruços, abriu as pernas, eu encaixei-me entre elas, enfiei meu cacete naquele buraquinho maravilhoso, e comecei a mexer.... eu segurava sua bunda com força enquanto mexia e minha amiga beijava minha boca e sugava meus mamilos, até que eu não aguentei mais e gozei muito, fazendo força para não gritar, afinal estavamos num apartamento de "família".... Depois disso tomamos banho e, no claro, eu pude ver melhor ainda como a amiga dela era maravilhosa.... Nós passamos o final de semana inteiro assim, não saímos nem para comer comida, só pediamos pizza. Foi um final de semana inesquecível e, até hoje, eu agradeço a minha amiga o presente que ela me deu.... 81-Troca Inesperada Essa história aconteceu a 6 meses atrás. Meu nome é Fernando e tenho 26 anos,olhos verdes, cabelos castanhos e 1m91. Minha namorada Patricia tem 22 anos, 1m75, cabelos negros, olhos castanhos e corpo maravilhoso. Nossos melhores amigos são o Renato 26 anos, 1m70 e Julia, 1m60, meio gordinha, com um rosto lindo e extremamente carismática. Somos amigos a 5 anos, e nunca houve entre nós nenhuma insinuação de cunho sexual, até o dia em que eu tive um sonho erótico com a Julia. Esse pensamento começou a me perserguir, e um dia que estava meio bebado contei para o Renato alguns detalhes de minha vida sexual com a Pati. Nessa conversa ele acabou revelando que a Julia era certamente a mulher mais fogosa com quem transou, que ela tinha uma bucetinha muito apertada e eles viviam inventando jogos de amor. Isso acendeu ainda mais meu fogo e transei feito louco com a Pati. Eu sabia que era uma loucura, afinal amo minha namorada e eles estavam juntos a 4 anos. O tempo foi passando e tratei de tentar esquecer o assunto, mas sem eu esperar a oportunidade apareceu.O Renato viajou a negócios para a Itália, era para ser uma viagem de 20 dias que acabou se alongando por mais de um mês. Conversavamos pelo messenger quase todo dia,e certo dia ele inclui a Julia no nosso papo. Ele ainda teve tempo de contar que estava louco para transar e saiu. Ela achou que a pergunta fosse para ela e respondeu que não aguentava mais de vontade, mas logo mudou o assunto. Veio o fim de semana e a Pati nos convidou para passarmos o fim de semana na fazenda dos pais, a 200km de Curitiba. Ela estava em Londrina e disse que pegaria o avião no final da tarde, e eu e a Julia iriamos de carro para nos encontrarmos à noite. No carro conversamos assuntos triviais, e quando chegamos lá as 20h estava muito frio. Acendi a lareira, começamos a tomar vinho e preparar o jantar. Uns 20 minutos depois a Patricia me ligou dizendo que não conseguiu sair de Londrina por causa da neblina,e que por isso os pais dela também desistiram de viajar. O telefone estava no viva-voz e ela disse beijos e juízo para vocês dois. Olhei para a Julia e fiz uma cara de carente e dei um sorriso. Após o jantar fui ajuda-la a tirar a mesa, quando senti que meu pau estava totalmente ereto, foi impossível ela não notar. Larguei a louça na pia e cheguei mais perto. Senti o perfume delicioso dela, e a segurei pela cintura. Ela disse: Fer, não faz isso. Minha vontade era de jogar ela no chão e fazer sexo ali mesmo, mas me contive. Dei um beijo na testa dela e fui para a sala, pensando nas consequências que minha atitude teria. Ela voltou muito vermelha e falante, certamente por causa do vinho. Começamos a assistir TV, me aproximei, e fiquei olhando nos olhos dela. Coloquei a mão dela em minha virilha, ela nem me olhava e então me movimentei até que sua mão ficasse sobre meu pau. Logo depois ela começou a alisa-lo, baixou o zíper, colocou ele para fora e disse no meu ouvido: que pau gostoso. Tentei agarra-la e ela disse calma gato. Se ajoelhou em minha frente e abaixou minhas calças. Beijou minha virilha, minha barriga e desceu para meu saco...eu achei que ia explodir quando ela colocou as duas bolas na boca. Aí ela foi subindo e abocanhou a cabeça do meu, enquanto sua mão direita me masturbava. Poucas vezes eu havia sentido tanto tesão! Falei que queria come-la naquele instante e ela disse: me provocou, agora aguenta e enfiou meu pau todo na boca, alternando chupadas profundas , com chupadas na cabeça e uma punheta deliciosa. Quando eu estava quase gozando ela parou e se levantou e falou: arranca minha calça e minha calcinha. Fiz isso na hora. Ela me jogou no chão e apontou meu pau para a bucetinha.Ficou brincando assim até que sentou nele com força. Senti o quanto ela era pequeninha mesmo. Ela começou a cavalgar e minha vara foi afundando dentro dela. Nos livramos do resto das roupas e ela me cavalgava cada vez mais rápido contraindo e relaxando a bucetinha. Ela se abaixou e falou: me chama de puta e olha para teu pau me fodendo. Quando falei sua Puta..a garota enlouqueceu e pediu para eu chupar os mamilos dela e gozamos quase juntos. Gritei como nunca tinha feito. Ela deitou no sofá e pediu, vem fazer papai e mamãe..obedeci na hora, transamos assim por bastante tempo,até que ela me abraçou com as pernas e falou goza que daqui a pouco tem mais. Essa transa estava me enlouquecendo, mas minha consciência teimava em me incomodar. Toquei no assunto quando ela falou que estava tudo combinado, e que a essa hora a Pati estava fazendo o mesmo com o Renato. Me senti esquisito mas falei: então vamos aproveitar. A Julia sorriu, levantou e me puxou pelo pau ainda mole. Eu a segui sentindo meu pau endurecer outra vez. Entramos na banheira, nos ensaboamos e ficamos nos esfregando levemente, só provocando. Ela se enxaguou, desta vez me ajoelhei e coloquei a perna dela sobre meu ombro e chupei aquela bucetinha deliciosa. Ela gozou,disse que estava tendo orgasmos múltiplos, e sentou-se. Julia falou que estava mole. A essa altura a banheira estava cheia e me sentei ao lado dela curtindo o momento. Aquela menina gordinha,aparentemente recata tinha se transformado em uma leoa. Eu nunca tinha sentido tanto tesão. Relaxei por completo, e acordei com um beijo na boca. Julia sorriu e disse que por meu desempenho eu teria um prêmio especial e ficou de quatro. Olhou para trás, sorriu e me deu um tubinho de K&Y. Meu pau parecia até maior do que de costume. Ela se encostou na borda da banheira, e eu para provocar fiquei esfregando meu cacete nas nádegas dela. Encostei meu pau na bundinha e a cabeça demorou para entrar, doeu até para mim. Ela falou para, não vou aguentar. Fui tirando e ela disse: não, me come bem gostoso, eles também estão aproveitando. Segurei a cintura dela com força e meti até quase a metade. Ela me xingava e eu fui metendo e bombando. Ela dizia ai seu filho da puta, eu vou gozar.. meti tudo e acelerei o que pude. Ela rebolava deliciosamente e não demoramos muito para gozar. Aquela noite ainda transamos algumas vezes na cama. Essa foi uma das nossas transas mais alucinantes. Até hoje trocamos de casais, e não sei até quando isso vai durar, mas não consigo pensar em abrir mão de transar com essa garota deliciosa. 82-Com o melhor amigo Tenho 21 anos e meu namorado me satisfaz em todos os sentidos e no sexo então ele é maravilhoso. Não sou daquelas garotas de parar o trânsito,tenho um rosto muito bonito mas estou um pouco acima do peso ideal, felizmente isso nunca me impediu de chamar a atenção. Por motivos profissionais meu namorado tem passado um mês, dois meses viajando para o exterior. E sempre que ele volta fazemos aquela festa. Acontece que a última viagem dele foi se alongando e eu não sabia mais o que fazer para conter minha vontade de transar. Eu me masturbava três, quatro vezes por dia. Quando entrei neste site e li os contos então, senti que ia subir pelas paredes. Nesta noite me masturbei várias vezes. No dia seguinte,quando estava no shopping encontrei nossos melhores amigos, por sinal um casal muito bonito. (Ele um loiro de 1m90 maravilhoso). Almoçamos juntos e na hora de ir embora ela disse que iria ficar para terminar as compras. Eu e o Beto pegamos o elevador que ficava ao lado da praça de alimentação. Tivemos que ficar coladinhos e fiquei muito vermelha quando senti a ereção dele, mas eu não tinha para onde sair. Mesmo envergonhada, comecei a sentir muito tesão. Ele passou a mão em minha cintura e me puxou para mais perto. Descemos do elevador e ele disse: o que está acontecendo? Fiquei morrendo de tesão. Eu falei, Beto não dá! Imagina que situação. Ele me puxou e me deu um beijo daqueles. Aí perdi a compostura e disse: vamos para seu carro.Entramos no carro dele, que tem filme bem escuro nos vidros e estava bem no canto do estacionamento. Mal ele fechou a porta e beijei-o calorosamente e passei a mão na calça até chegar ao pau dele. Nesse momento senti minha calcinha enxarcada e abri a calça dele enquanto ele tirava minha blusa. Abaixei a cueca até os joelhos e dei um chupão na virilha, beijei o saco de um lado e de outro. Ele bolinava meus mamilos e enfiei a cabeça do pau em minha boca, enquanto minha mão ia masturbando aquele pau gostoso. Quando ele disse que estava quase gozando, parei coloquei a camisinha com a boca e sentei naquele pau gostoso e duro. Me sentia uma doida e acabei gozando antes que ele, acelerei os movimentos e ele gozou também. Nos beijamos e ele disse: que loucura! Pensei que ele estava satisfeito, mas ele disse: vai para o banco traseiro. Quando eu estava entre os dois bancos dianteiros, ele agarrou minha cintura e apontou o pau para minha bundinha. Olhei para trás e percebi que havia alguém vindo. Tentei resistir, mas ele segurou meus seios e com a outra mão ajudou seu pau entrar em minha bundinha. Doeu, mas o prazer do proibido e o medo de estar sendo vista me deixou ainda mais excitada. E falei agora goza bem gostoso. Ele acelerou e enfia e tirava o pau quase inteiro, achei que ia desmaiar de tesão,soltei um grito e ele gozou. Depois me vesti, saí toda suada de dentro do carro e tive que aguentar o sorriso safado do segurança do shopping que ficou bem perto do carro. Isso aconteceu a um ano, e tivemos muitos momentos deliciosos, inclusive trocando de casal, mas aí é uma história bem mais longa. Marcela - Curitiba 83-Minha esposa no Drive-in Para sair da rotina eu e minha esposa costumamos freqüentar um famoso Drive-in na Marginal Tietê em São Paulo. É um lugar bem tranqüilo, onde você entra com o carro em um Box e fecha a cortina, deita os bancos da frente e curte a vontade. Sempre tive um grande tesão de vê-la transando com outro, mas sentia muito medo de conversar a respeito, mas o destino acelerou a fantasia. Certo dia de Fevereiro de 2003, aqui em São Paulo, fazia um calorão daqueles e resolvemos depois de uma festa, dar uma trepadinha no Drive-in, pois ela quando transa adora ouvir os gemidos dos Boxs vizinhos, pois são todos encostados uns ao outros. Chegamos, pedimos uma caipirinha e depois de bebe-la, começamos com os carinhos íntimos, ela ouvia gemidos nos boxs vizinhos, então ela começou a ficar com a vagina molhada, pois ao passar meu dedo médio sentia aquele líquido pegajoso molhar meu dedo. Joguei-a no banco deitado e comecei a lamber seu grelho molhado e cheirando sexo, ela urrava cada vez mais alto. Aquilo certamente chamou a atenção de alguém. Como estava calor, abrimos as portas do nosso carro ao máximo, eu então, sentado no banco do motorista, puxei sua cabeça em direção ao meu Pênis que latejava de tesão, ela então chupava deliciosamente e vagarosamente meu Pênis, ficando de quatro no banco dianteiro, com sua maravilhosa bundinha em direção a porta do automóvel que estava aberta. Ela chupava e gemia ao mesmo tempo de tanto tesão, quando derepente ela dá um grito de prazer tão alto que até me assustei, do nada aparece aquele rapaz de uns 25/30 anos (provavelmente de um Box vizinho) com um Pênis enorme, enraba minha esposinha por trás, apesar de assustada, ela não consegue esboçar nenhuma reação contra, (muito menos eu). Automaticamente de quatro com um baita pauzão na vagina, ela tira meu pênis da boca e começa a masturbar-me rapidamente. O que me assustava era o tanto que ela gritava de prazer, nunca tinha ouvido ela gritar nesta altura!! O Rapaz, não soltava do quadril dela, enfiando e tirando freneticamente aquele mastro em sua vagina. Não me contive, gozei em seu peito enquanto ela era enrabada . Ficamos trepando na mesma posição sem parar por quase 1 hora. Ela gozou quatro vezes foi um recorde. Só paramos, quando o atrevido rapaz gozou pela terceira vez, a vagina dela pegava fogo, ensopada, ainda gozei pela última vez esfregando meu Pênis em seu glelhinho. Depois de tudo, nos apresentamos e ficamos surpresos em saber que a namorada dele estava assistindo tudo no canto do Box, se masturbando é claro. Eles estavam no carro do Box ao lado nosso e com os gemidos de minha esposa, ele brincando com a namorada que era extremamente liberal, foi para o nosso Box. Eu nunca tinha notado, mas os Box daquele drive-in tem uma passagem entre eles. Enfim, trocamos nossos telefones e de vez em quando, nos encontramos nos Boxs daquele Drive-in. Se você se interessou por esta aventura, quem sabe, você (casal) possa participar também. Nos escreva [email protected] Mas já avisamos que somos sérios e muito discretos e não aceitaremos casais diferentes desta conduta. 84-Me chamo Sandro de Carvalho, o que passo a relatar é verdade.(*Nomes trocados) Era uma manhã de sábado, bem quente, meados de novembro de 2002, como sempre, ando nu em casa. A vizinhança acha que sou meio maluco. Mas vamos ao que interessa, Naquele dia eram 09:30 mais ou menos, dia quente, céu azul, a campainha toca, vou atender, quando abro a porta ouço um grito... a mulher coitada quase desmaiou... (esqueci de por ao menos um short pra atender a porta) ela de olhos arregalados, tremia, então a segurei pra não cair, cubrí-me com uma toalha, e, pelo estado da coitada puxei-a pra dentro pedi desculpas pelo ocorrido, dei-lhe água... (eu é claro estava vermelho de vergonha mas se não lhe desse água ela podia até desmaiar) sentei-a no sofá e perguntei o que desejava, quando ela me disse: -Estou procurando uma vaga de empregada e vim atender ao anúncio, ao que lhe respondi: -Deve estar havendo algum engano, porque não coloquei nenhum anúncio de empregada, mas onde é o anúncio ... (Era no 10º, moro no 11º) informei a ela sobre o engano e imaginei que fosse embora. Mas não foi... começou a soluçar e contar sobre sua vida (ainda bem que eu tinha tempo para ouvir) Reclamava que o marido vivia trabalhando e não lhe dava a atenção necessária, que nem a ouvia falar, só pensava em trabalhar, ir para a igreja (eram crentes evangélicos) e só. Ela uma mulher de uns 26 anos de idade branca, seios pequenos bumbum avantajado estatura média rosto angelical, porém de uma tristeza a flor da pele... pediu-me ajuda, queria que eu pelo menos a ouvisse, o que fiz prontamente e já tinha entendido tudo. Ela estava carente. Mas como sou respeitador não queria me aproveitar da situação, contei-lhe que trabalho muito que só estou em casa a partir das 08 da noite e nos fins de semana costumo sair pra me distrair, estudar, viajar, etc. então elaborei uma pequena tabela que ela aceitou. Foi o seguinte: -Perguntei se ela poderia ir ao meu apartamento de vez em quando, eu iria lhe dar algumas aulas sobre o que ela desejasse saber.... Já no sábado seguinte, lá estava ela (pensei que não viria) pontualmente como combinamos. Começamos assim: disse-lhe que poderia perguntar qualquer coisa, me falar o que quisesse contar seus medos, deveria escrever um diário (que ficaria em meu apto.), foi a Lição nr: 1. Eu da minha parte, só andaria de toalha e ela com suas roupas normais, Lição n 2: outro fim de semana Desta vez disse-lhe que poderia andar pela casa toda, ler meus livros, ver minhas fitas, aprender os pontos erógenos do homem e mulher e , se quisesse, poderia me ver tomando banho. Lição n 3 Já faziam 3 semanas que o Treinamento havia começado. Era hora de aperfeiçoar o treinamento. Desta vês sugeri que Solange se acostumasse andar mais descontraída que comprasse revistas eróticas, visse as fotos os contos, me dissesse o que achava e ainda por último avise que no próximo final de semana ela deveria comprar 2 coisas: um chicote de couro bem leve, e uma venda para os olhos. Lição n 4: Solange já estava bem mais desinibida, agora combinamos que eu não usaria mais toalha em casa, na verdade não usaria mais nada mesmo, ficaria totalmente nu. Ela deveria andar somente de saia e mais nada. Não deveria achar nada de anormal. Aliás o Treinamento parecia estar surtindo efeito. Solange não mais tinha um semblante abatido, tristonho mas sim era jovial alegre receptiva. Li no diário, que até sua mãe a achava mais feliz. E o relacionamento com seu marido, se não melhorou pelo menos era mais suportável agora. Lição n 5 Já fazem 5 semanas que começaram as lições. Solange agora me pede que eu a deixe me tocar. Fica fascinada pelo tamanho da minha ferramenta (não tira os olhos) então combinei que podia me secar quando eu tomasse banho, podia passar hidratante em mim mas não deveríamos ter nada de mais próximo. Ela já vinha solicitando várias vezes que eu a deixasse medir o meu pênis, coisa que sempre neguei, mas naquele dia deixei. Ela pegou uma fita métrica (dessas de costura) aproximou-se de mim e mediu: da base até a ponta são 19,5 cm x 5 de diâmetro, cabeça bem formada, liso, lindo. Assim foram as anotações do diário que pude ver mais tarde. Notei também que a parte que ela mais gostava era de me secar após o banho, passar hidratante pelo meu corpo (fazia mesmo era massagem). No próximo sábado disse que não haveria lições pois ia sair com minha namorada, o que a entristeceu demais. No entanto compreendeu. Lição n 6 Desta vez ensinei como uma mulher deve atiçar um homem sem mostrar claramente. Os olhares, os trejeitos, o sentar á mesa, no sofá, o beber, o comer, o andar, tudo, ensinei tudo. Ela passou a usar isso em meu apto. e nós sempre com muito respeito. Tanto que havia uma relação de confiança tão grande que confiei-lhe uma cópia da chave. Ela deveria chegar, preparar-se e então me acordar, se eu ainda estivesse dormindo. Solange estava radiante. No próximo fim de semana não haveria lição, iria sair com minha namorada de novo. Mas não teve saída nenhuma pois brigamos, fui pra um barzinho, tomar alguns drinks quando se aproxima uma colega de uma empresa cliente nossa. Ao me ver bastante chateado pergunta o que havia, eu contei, tomamos mais uns goles e fomos pro meu apto. Deviam ser umas 11:00 da manhã, chegando lá sentamos no sofá e não deu outra, rolou uma gostosa transa, começamos a nos beijar, as roupas foram sendo tiradas uma a uma o clima esquentou fomos pro quarto Miriam estava sedenta mesmo, transamos de todas as maneiras, foi um chupa, chupa danado... Quando percebo um vulto caminhando pela sala era Solange tinha visto tudo, observou tudo, estava com a respiração ofegante, claramente espantada. Fiz um sinal pra ir á área de serviço e aguardar no quarto de empregada, Miriam fingiu não perceber nada e disse que ia tomar um banho pra ir embora pois tinha que comprar um presente de aniversário. Quando Solange apareceu disse que naquele dia não haveria lição, pois já tinha aprendido o bastante. Foi quando me revelou que é melhor ter lições ao vivo do que em livros. Até ri- mos e prometi pensar no caso. Na semana seguinte voltei ao apto. com Miriam e fizemos mais uma sessão de sexo e Solange desta vez pode ver tudo ao vivo (tinha comentado com Miriam e ela topou disse que se sentia bastante acesa por uma brincadeira assim), foi uma loucura ver Solange mordendo os lábios olhando de perto, ás vezes segurava Miriam que parecia querer saltar de cima de mim quando me cavalgava, trazia sucos, bebidas, enxugava minha testa enfim, cuidava de tudo, ajudava inclusive introduzir meu pênis pelo traseiro de Miriam. Era assim: Enquanto ela apenas posicionava eu só tinha o trabalho de empurrar pra dentro. Solange ficava maravilhada com aquilo tudo. Depois que tomávamos banho ela nos enxugava e falava sobre suas fantasias também.... Aprendia depressa muito depressa. Eu já andava meio preocupado, Solange não parava de pedir pra ser tocada de todas as formas, e foi num dia desses que assenti aos seus pedidos. Foi assim: Testei seus conhecimentos, Solange veio vestida e perfumada maravilhosamente, tirou suas roupas como de costume ficando somente de saia, cabelos longos soltos, a pele cheirando a uma essência de madeira deliciosa. Aproximo-se deu-me um profundo beijo de língua, pegou meu pau primeiro agitou-o o que o fez deixa-lo como uma barra de ferro, teso, duro, quente gostoso. Bateu uma punheta pra mim, depois enfiou-o boca adentro, como se quisesse devorá-lo. Carinhosamente passou a chupa-lo novamente. Tirei-lhe a saia (estava sem calcinha) deitei-a no tapete de lã que tem no chão da sala beijei-lhe toda desde a testa até as pernas e joelhos, quando passei a língua pela cintura, pude ver quanto estava ensopada sua buceta de propósito fiquei olhando aquela escultura ao que ela puxou-me por cima dela e enfiou meu rosto por entre os seios, e suplicou que os chupasse, depois empurrou-me pra sua buceta e mandou que repetisse o serviço, o que atendi prontamente ai fizemos um delicioso 69, e não resistindo mais posicionei-me e comecei a penetra-la primeiro bem lentamente e depois mais rápido. Solange urrava, tremia, me mordia, os olhos pareciam ter duas brasas de fogo igual sua pele de tão quente. Senti seu primeiro gozo escorrendo no meu cacete o que tornou as estocadas mais fáceis pois ela estava muito apertada de tesão. Depois empurrou-me sentado pra um canto da parede e começou esfregar aquela buceta na minha cara o que fez com que chupasse ela todinha novamente. Levei-a ao chuveiro e nova secção de chupadas e metidas. Ao chegarmos no quarto deitei-lhe de costas pra mim, e que visão maravilhosa uma buceta daquelas apontando pra mim e um cúzinho piscando não resisti e comi a bucetona molhada o que fez com que ela de novo estremecesse. Exausto caí ao seu lado e a selvagem crente não me deu sossego... ficou me lambendo o corpo todo, ao que, após alguns minutos meu pau estava pronto pra nova trepada desta fez ela mesma ficou de quatro na minha frente mostrando aquele cuzinho piscando pra mim... e disse: - Vem meu querido come essa cadela enfia tudo esse pau no meu cuzinho e me arromba por favor senão vou morrer,... não deu pra resistir a essa súplica... sendo que colhi um pouco de gozo de sua buceta ensopada e passei no seu rabo e encostei a cabeça fui forçando devagar, passou a cabeça com muita dificuldade quando ela deu um grito, debateu-se quis se livrar mas a segurei firme pela cintura fiz um movimento de vai-e-vem bem lentamente, depois de novo senti que ela estava se acostumando, acelerei os movimentos bem compassados e a cada estocada entrava mais um centímetro, mais uma estocada mais outro centímetro até ver meu caralho sumir naquela bunda linda e maravilhosa ai acelerei os movimentos a cada segundo, quando vi ela virar-se pra trás os olhos cheios de lágrimas não sei se de dor ou de tesão e disse-me ternamente: Mete nessa cadela de rua, enfia teu pau no meu cu até não querer mais estou feliz e realizada enfia meu querido garanhão enfia pois nunca tive isso na minha vida... a partir de hoje sou tua puta... e você poderá fazer o que quiser comigo. Sou casada, mas serei sempre tua cadela safada.... o que concordei. e hoje já tem uns 5 meses (Abril 2003) ela se tornou minha primeira aprendiz cadela... Naquela noite procurei o diário pela casa toda, mas não achei, mas não me preocupei. Mas o melhor (ou pior) foi no fim de Abril/2003, como disse ela tem uma chave do meu apto. ao chegar sempre vai no meu quarto me cumprimentar... Mas naquele dia estava diferente o modo de andar, cabeça baixa o tom da voz recostei-me e fui recebido com um delicioso beijo de língua, uma mão desceu sobre meu pênis, quando ouvi uma voz dizer: "hoje você também vai me comer" estremeci não reconheci aquela voz a mulher sentou-se na cama tirou um caderno de dentro da bolsa, era o diário de Solange. Sabe quem era a mulher??? A mãe de Solange,,,, a trepada foi uma delícia, mas isso deixo pra outro dia... História verídica: Quem quiser escrever-me aceitarei de bom grado: [email protected] 85-Transformação Mais um dia de trabalho e estou voltando para casa, os pés já doendo pelo uso do salto o dia inteiro, passo rápido por esta parte da cidade, pois é uma região de prostituição, meio barra pesada. Todo dia penso que no próximo virei por outro caminho, mas acabo sempre vindo por aqui. É uma espécie de joguinho psicológico, talvez Freud explique, tremenda baixaria, as prostitutas em sua maioria são horrendas e o atrevimento delas é muito vulgar. Sinto que vez em quando uma ou outra crava o olho com expressão de deboche, mas certamente com inveja de meu corpo, da minha bunda, o que me dá muito prazer. Estas prostitutas que fazem ponto durante o dia são geralmente feias. Quando saio mais tarde do trabalho, a dose de adrenalina é maior, é mais perigoso, mas é mais gostoso passar por aqui, aparecem prostitutas mais bonitas e alguns travestis que se parecem mesmo com mulheres. Neste dia em particular havia uma loira de olhos verdes que eu nunca vira antes encostada na parede, eu não conseguia tirar os olhos dela. Que loucura foi tudo aquilo, ao chegar em casa estava transtornada, eu me descobrira completamente perdida, que situação ridícula. Sempre me senti hétero convicta e estava decidida a não passar naquele local novamente, mas quase não dormi a noite. No outro dia estou morrendo de sono e novamente caminhando por lá, porém era mais cedo e não vi a dita, e assim fui passando os dias com a mente sempre transtornada. Após duas semanas, estou voltando novamente mais tarde e eis que ela está lá, posso vê-la uma quadra antes, como é bela! Ela está distraída e não me percebe, aproveito para delinear seus traços, boca carnuda, seios médios estufados e empinados, bum-bum redondo e os quadris não são largos, a cintura é ligeiramente mais fina que o quadril o que torna seu corpo perfeito, quase de uma adolescente, embora aposte em algo em torno de 22 anos para a idade dela. Ela é maravilhosa, talvez a mulher mais bonita que já tenha visto. Quando chego perto, meu coração dispara, ela novamente, ao me perceber olhando-a, me interpela com a mesma pergunta. Desta vez estou mais segura e dou a mesma resposta, ao dar dois passos uma idéia repentina, viro e digo - Mas, adoraria entrevistá-la - menti. - O que? Como assim? - É que trabalho em um jornal e estamos fazendo uma reportagem sobre o amor - menti. - Neste caso, não posso ajudá-la. Não sei nada sobre o amor. Minha especialidade é outra. - Que pena. - Eu estava compadecida dela, embora ela não tivesse nenhuma cara de vítima. Ao me virar, ela me segurou pela mão e disse que se eu quisesse aceitava fazer a entrevista com ela uma outra hora. Assim marcamos para segunda feira, dia em que não trabalhava. Como eu tinha uma tarde para folgar no serviço ficou conveniente, combinamos na casa dela, pois ela morava em um apartamento próximo. Segunda-feira 14:00hs, Márcia está de pijama, sonolenta, mas como dizia uma amiga "com toda a magestade". Só então me apresento - Meu nome é Clara. Márcia Pede licença, toma um banho e me pede para fazer café. Ela sai do banho com uma camisola e um tubo de creme na mão, nos sentamos na sala e começamos a entrevista simulada. Eu havia preparado muitas perguntas, queria ficar o máximo de tempo com ela. Aos poucos as perguntas passam para o lado sexual e pergunto como ela se protege e tal. As respostas são que ela sempre usa camisinha e nunca beija na boca, não pratica felação, não faz sexo anal e que atende no máximo dois clientes por noite. Estou excitadíssima pela situação, enganando-a, me sentindo superior a ela, mas excitada pelas descrições que ela me dá. Eu a via como suja, contaminada, porém aos poucos vou mudando de idéia. Sobre AIDS ela me disse que doa sangue pelo menos uma vez por mês e assim obtém testes gratuitos, e que o último foi à uma semana. Finalmente ela começa a passar o creme nas pernas e quando um pé sobe no sofá sua vagina fica visível, meu coração dispara e aos poucos sinto minha própria vagina latejar. Ela então abre a camisola e começa a passar na parte da frente de seu tronco, os seios são magníficos. - Agora você tem de pagar o preço pela entrevista, passe atrás. - ela ordena, me passando o tubo de creme. Deita-se no sofá jogando a camisola sobre a bunda, as costas lisas. Obedeço com as mãos trêmulas de emoção. O contato com a pele dela me faz sentir as pernas bambas. Passo nos ombros e aos poucos vou descendo pelas costas. Termino as costas e ela então abaixa mais o tecido revelando sua bundinha. Que coisa louca, estou babando pela bunda da prostituta. Ela só aguardando, fica evidente que quer que eu passe na bunda. Meus dedos começam em volta sem chegarem muito próximos à fenda, mas conforme a área vai sendo coberta, inevitavelmente a região mais próxima à fenda fica disponível e não posso me furtar a isto. Meu coração está saindo pela boca. Quando meus dedos passam por cima da fenda ela geme, sinto um nó na garganta. Ela então abre um pouco a bunda e eu passo os dedos besuntados por tudo, ela vai abrindo mais conforme eu vou mais fundo em movimentos circulares descendentes, como em uma espiral... Minha calcinha está molhadíssima, só falta passar creme no ânus, ele está lá, quase que me convidando a tocá-lo, estou relutante, passando os dedos com creme no entorno. Ela está excitada, posso ver suas coxas meladas em torno da vagina, seu corpo está coberto de gotículas de suor. O corpo firme apresenta-se trêmulo e minhas mãos também, o que faz com que acidentalmente meu dedo toque o ânus dela. Ela se arrepia toda e começa a gemer expulsando o ar pelas narinas rápida e ruidosamente. Sinto um nó na garganta, inebriada, a felicidade está em cada poro do meu corpo então ela se vira e diz agora é a sua vez de receber creme. Já começa a me despir, sendo que a cada peça que ela tira exclama - eu sabia! Quando ela tira a calcinha e fala o último "eu sabia" pergunto o que ela sabia, ao que ela responde olhando nos olhos: - Sabia que você era uma delícia! Sinto meu rosto ferver de vergonha e emoção. Continua me olhando e suas mãos pousam em meus seios de forma tão delicada que eles parecem ter vida própria, querendo pular para as mãos dela. Ela se aproxima lentamente e retira as mãos, meus seios sentem os dela, tocando mamilos com mamilos, a boca carnuda está próxima a minha, posso sentir o hálito dela me invadindo, compartilhamos o mesmo ar viciado com as bocas entreabertas, gotículas de saliva passam de uma boca para a outra com a respiração ofegante, então num rompante me levanto dizendo que tenho de ir embora, ela me segura pela mão e aproxima-se de minhas costas posso sentir os seios nas costas. A voz sumida e rouca quase num suplício: - Fica mais. Quando me viro, agora em pé, novamente sua boca está muito próxima a minha e o aroma que vem de sua respiração me é irresistível. A boca abre um pouquinho e os dentes alvos surgem coroando a língua vermelha e molhada. As pernas me falham e os lábios se encostam. Ela então roça os lábios nos meus e sinto me dentro dela e como se ela estivesse dentro de mim, então a língua dela penetra em minha boca envolvendo a minha em uma dança divina. Estou tonta e apaixonada por esse beijo tão revelador. Ela me deita e seus seios comprimem os meus, só posso me entregar. - Márcia... - Sim, meu amor? -Te quero! A resposta dela é virar meu corpo e descer beijando minhas costas, até minha bunda, rodeando a língua em minha bunda como eu fiz com os dedos na bunda dela. Ela desce abrindo minhas nádegas e circula a língua em torno do ânus. Descargas elétricas, deste ponto, saem radialmente por todo meu corpo em espasmos de prazer, ela então toca com o dedo minha gruta molhada, meio que para se certificar como estou e então aponta a língua como uma lança e cutuca no meu cuzinho. - UUUiiiiiiiiiiiii! Cada poro ganha vida e minha vagina agora está latejando, ela, então, vira o corpo e ficamos cada uma com a boca na altura da vagina da outra. Ela então sussurra: - Eu adoro esta bocetinha! As palavras dela me deixam alucinada, caio de boca na vagina dela lambendo tudo e ela não se faz de rogada, lambendo meus grandes e pequenos lábios com maestria. - Ai Márcia, que gostoso. Ahhh Clarinha tua vagina é tão saborosa... Ela então passa a língua desde o clitóris até o ânus, cutucando-o e me arrancando suspiros e gemidos. Procuro fazer o mesmo nela, pois nunca estive com mulher, assim não tenho muita iniciativa. Ela pega o tubo de creme, sem desgrudar a boca de minha vagina e besunta o dedo indicador, começando a cutucar meu ânus. Que delícia, eu que nunca topei sexo anal com homens agora estou sendo "comida" pela Márcia e estou adorando, que dedinho gostoso entrando vagaroso, ao passar pelo esfíncter meu corpo treme todo, então ela o retira e coloca novamente me arrancando outro suspiro. Alternando o ritmo e a intensidade da força aplicada aliada ao movimento da língua que parece uma maquininha agora concentrada no meu clitóris eu não posso pensar em nada melhor que já tenha sentido na vida. Eu roubo o creme dela e besunto os dedos e a bundinha da Márcia, imitando os movimentos dela. Então a garota pira total! Fica muito mais molhada e remexe com movimentos desenfreados. Sinto que a experiência para ela está também sendo incomum. - Ahhh, Clarinha como você é boazinha, ai aí não... meu cuzinho! aí não, não , uffff Gemendo e falando coisas que me deixam mais tesuda ela alterna as palavras com lambidas maravilhosas. Clarinha..... Clarinha..... Clarinha.... safada.... Me fode! Me estupra Me faz tua mulher!! Aaaaiiiiii Sinto meu orgasmo galopando pelo meu corpo então enfio todo meu dedo nela e ela se ergue gozando e gritando: - Diz que me ama, diz que me ama! - Eu te amo Márcia, eu te amo!!! Então ela explode em um orgasmo intenso e como um botão mágico o meu próprio gozo acontece numa intensidade absurda, que eu nunca havia imaginado ser possível. Nos beijamos loucamente e tudo recomeçou. Transamos a tarde inteira até não suportarmos mais gozar. Ela abandonou a prostituição, voltou a fazer faculdade desde então. Márcia passou a trabalhar gerenciando uma loja de uma amiga, estivemos apaixonadas por um tempo e ela me surpreendeu algumas vezes, um dia trouxe uma cliente da loja e a "devoramos" com requintes de sabedoria na arte de amar. A moça era magrinha, mas muito tesudinha. Enquanto a Márcia lambia a grutinha da moça eu saboreava os beijos da menina que só sabia gemer e falar besteiras em meu ouvido. Aqueles peitinhos miúdos tão deliciosos de mamar. Depois de um tempo ela mudou-se para outra cidade e eu acabei casando, meu marido adora minhas taras por garotas e me incentiva. Temos a fantasia de fazer um ménage com uma mulher.

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