A UTOPIA BUROCRÁTICA

DE MÁXIMO MODESTO

Companhia das Letras

(Menção Honrosa no Prêmio Jabuti 2002,  ficando entre os três melhores romances de 2001).

Máximo Modesto é um fiscal sanitário alçado inexplicavelmente à um cargo de gerente de uma instituição jurídica. O problema é que ele não sabe o que tem que fazer. Por isso escreve desesperados memorandos pedindo orientações para um superior que nunca lhe responde. Esses engraçados memorandos se constituem na própria narrativa deste romance por cujas páginas desfilam uma fauna de personagens hilariantes, como muambeiros, hackers, dançarinos de sapateado espanhol.

E apenas no final, o perplexo aprendiz de burocrata desvenda o enigma do seu misterioso cargo.

 

Sobre o romance A utopia burocrática de Máximo Modesto (Companhia das Letras, 2001): " … a esse realismo clássico podemos contrapor o surrealismo realista da burocracia, na fábula de proveito e exemplo escrita por Dionisio Jacob, extraordinária sátira das repartições públicas, no caso os Serviços Interinos, criados por uma farsa do computador…"

Wilson Martins – Jornal de Poesia

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