FORMAÇÃO OU APARECIMENTO DOS SATELITES NATURAIS
Existem, basicamente, três formas de criação dos sistemas Planeta/Satélite: formação simultânea; captura; e processos catastróficos. No caso da formação simultânea, o satélite tem a sua gênese simultaneamente à do planeta principal. Durante a fase da sua formação chamada de acreção o proto-satélite já está em órbita do planeta principal. Este tipo de processo de formação de satélites parece ser o mais importante no caso dos satélites de maiores dimensões. No caso dos satélites menores e com órbitas menos regulares, o processo de formação parece estar relacionado com a captura. Neste caso, os satélites são desviados das suas órbitas iniciais pela ação dos campos gravitacionais dos planetas e são colocados em órbitas mais ou menos estáveis em torno desses mesmos planetas. Nos processos catastróficos, como por exemplo (possivelmente) no caso da Lua, a formação é efetuada através da força de um impacto entre corpos planetários.LUAS DO SISTEMA SOLAR
A maioria das luas do Sistema Solar são tão pequenas que não possuem um formato definido, sendo comparáveis a asteroides; Júpiter tem mais de 60 dessas. Outras são bem grandes; caso orbitassem o Sol seriam planetas. As maiores luas são Ganímedes de Júpiter, Titã de Saturno (esses dois primeiros são maiores que o planeta Mercúrio), Calisto e Io de Júpiter, Lua da Terra, Europa de Júpiter e Tritão de Netuno. As mais interessantes são, claro, as que conseguiram tomar um formato esférico sobre influência de sua própria força gravitacional, como as luas de Terra (1), Júpiter (4), Saturno (7), Urano (5) e Netuno (1). LUAS EXTRASSOLARES Estima-se que planetas com massa superiores à de Júpiter possam ter 10 vezes a massa da Terra em luas.[carece de fontes?] Já foram descobertos mais de 300 planetas extrasolares, com exceção de uns 10, todos são gigantes gasosos como Júpiter cuja única superfície sólida é o seu núcleo abaixo de milhares de quilómetros de camadas de gás.[carece de fontes?] Assim sendo, dos 50 planetas descobertos na zona habitável das suas estrelas, a esperança de se encontrar vida nesses sistemas sustenta-se nos seus possíveis satélites