| Novidades e Not�cias da inform�tica | |||||
| Bug grav�ssimo no Internet Explorer Foi descoberto recentemente um bug grav�ssimo no IE que permite a um cracker inserir c�digos maliciosos que poderiam colocar a m�quina da v�tima a merc� de atos criminosos. A falha se consiste em no c�digo de troca de dom�nios (cross domain scripting). Resumindo, sem termos t�cnicos: Pode-se inserir c�digos maliciosos em p�ginas da Web ou em e-mails. Estes c�digos s�o automaticamente executados e abrem brechas que s�o aproveitadas por crackers para acessar o sistema do computador da v�tima. O grande problema � que este acesso poder� ser ilimitado. O cracker poder� n�o s� ler, mas tamb�m roubar e deletar dados da v�tima. A Microsoft j� foi contactada a respeito desta falha mas ainda n�o disponibilizou corre��o devida. Enquanto esta corre��o n�o � disponibilizada recomenda-se VEEMENTE que desabilite os controles ActiveX (respons�veis pela automa��o de c�digos) da m�quina. Isto pode ser feito por qualquer usu�rio e � extremamente simples, veja como: - Clique em iniciar, configura��es, Painel de Controle, Op��es da Inernet. - Na aba "Seguran�a", clique em n�vel personalizado e desative todas as op��es relacionadas aos controles ActiveX. - O computador vai pedir para confirmar, ent�o clique OK. |
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| Athlon XP com 512 KB de cache L2 ser� mais r�pido? A AMD deve lan�ar at� o final deste ano o processador Athlon XP com o novo n�cleo Barton. Este Athlon ser� produzido com transistores de 0,13 m�cron e sua mem�ria cache L2 ser� de 512 KB (atualmente o Athlon XP possui transistores de 0,18 m�cron e uma cache L2 de 256 KB). Teoricamente aumentar a mem�ria cache significa um ganho consider�vel na performance do processador, mas aparentemente isto n�o vai acontecer com esta nova vers�o Athlon, pois a AMD pretende mudar a nomenclatura PR (Performance Rate). Atualmente o Athlon XP recebe o nome com uma freq��ncia "virtual" (conhecida como nomenclatura PR), que � na verdade uma freq��ncia em torno de 10 a 20% maior que a sua freq��ncia verdadeira, por exemplo: o Athlon XP de 1800 MHz recebe o nome de Athlon XP 2200+. Segundo a AMD a sua nomenclatura PR � uma compara��o do Athlon XP com o desempenho de um suposto Athlon Thuderbird (que j� n�o � mais fabricado), mas � claro que na verdade a nomenclatura PR � uma maneira de comparar o Athlon XP com o Pentium $. Para calcular a freq��ncia "virtual"do Athlon XP voc� pode utilizar a seguinte f�rmula: PR = 3x (Freq��ncia/2) - 500, e para calcular a sua freq��ncia real utilize a seguinte f�rmula: Freq��ncia = 2x (PR/3) + 333. A freq��ncia virtual do Athlon XP Barton, ser� algo em torno de 35% maior que a sua freq��ncia real, o que � uma diferen�a realmente muito grande, por exemplo: um Athlon XP Barton de 2 GHz receber� o nome de Athlon XP 3100+, enquanto um Athlon XP com o atual n�cleo Palomino ou com o novo n�cleo Throughbred (um Athlon XP com transistores de 0,13 m�cron e uma mem�ria cache L2 de 256 KB) receberia o nome de Athlon XP 2500+. Para calcular a freq��ncia "virtual" do Athlon XP Barton voc� poder� utilizar a seguinte f�rmula: PR = 3x (Freq��ncia/2) + 100, e para calcular a sua freq��ncia real utilize a seguinte f�rmula: Freq��ncia = 2x (PR/3) - 66. Sinceramente n�o achei uma boa id�ia da AMD, pois o Pentium 4 atualmente j� possui uma vers�o com 512 KB de cache L2 e um barramento de 53 MHz, ou seja, como o desempenho do Pentium 4 aumentou, o certo seria aumentar o desempenho do Athlon sem modificar a atual nomenclatura PR. |
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| Novo HD da Maxtor de 10 mil RPM A Maxtor acaba de lan�ar a quarta gera��o dos seus HDs com a interface SCSI, o Maxtor Fourth Atlas IV 10K, trazendo como principal recurso a capacidade de trabalhar 10 mil rota��es por minuto, o que aumenta consideravelmente o desempenho do HD. Atualmente j� � poss�vel encontrar com certa facilidade HDs IDE e SCSI capazes de trabalhar com 7200 RPM, mas a grande maioria dos HDs no mercado brasileiro infelizmente ainda trabalham a 5400 RPM. Veja as principais caracter�sticas dos novos HDs SCSI da Maxtor: - Cada disco do HD ser� capaz de armazenar at� 36 GB. - Buffer de 8 MB, o que tamb�m contribui bastante para aumentar o desempenho do HD (atualmente a grande marioria dos HDs possui 2 MB de Buffer). - Velocidade de acesso de 4,4 milissegundo. - N�vel de barulho de 3.2 Bel. Segundo a Maxtor, ser�o liberados tr�s modelos da s�rie Fourth Atlas 10K, um com 36 GB (1 disco e 2 cabe�as de leitura), um de 73 GB (dois discos e quatro cabe�as de leitura), e o seu HD topo de linha com 146 GB (4 discos e 8 cabe�as de leitura). Para 2003 a Maxtor est� prometendo lan�ar a quinta gera��o dos seus HDs SCSI, sendo capazes de trabalhar com 15 mil RPM. |
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| Cart�o Perfurado pode ser o futuro HD Parece at� brincadeira, mas o velho cart�o perfurado, inventado h� mais de um s�culo e utilizado at� os anos 70, pode voltar ao mercado sendo um grande rival para o HD, gra�as a uma nova tecnologia que est� sendo desenvolvida pela IBM. Segundo a IBM esta nova tecnologia, que por enquanto recebeu o nome de "Millipede" (com muitos p�s), poder� ser utilizada para o desenvolvimento de um chip capaz de armazenar at� 1 Terabit por polegada (2,54 cm) quadrada, ou seja, um cart�o com o tamanho de um selo poder� armazenar 137 Gigabytes. � v�lido lembrar que atualmente � poss�vel armazenar somente 100 Gigabits por polegada quadrada. A tecnologia Millipede est� sendo desenvolvida nos laborat�rios da IBM em Zurique (Su��a), sob a responsabilidade dos cientistas Peter Vettiger e Gerd Binning (ganhou pr�mio Nobel de F�sica em 1986 pela cria��o do microsc�pio de tunelamento que possibilitou as primeiras imagens de �tomos individuais). Ao inv�s do papel utilizado pelo cart�o perfurado, o chip Millipede ir� armazenar os seus bits em uma pel�cula pl�stica, sendo capaz de criar pequenos orif�cios com apenas 10 nan�metros de di�metro. S� para efeito de compara��o, em um buraco do cart�o perfurado, o chip Millipede seria capaz de armazenar 3 bilh�es de bits. Segundo Vettiger, a grande inova��o da tecnologia Millipede � a possibilidade de preencher e esvaziar um buraco quantas vezes forem necess�rias, ou seja, um chip Millipede ser� regrav�vel. Como todo sistema mec�nico esta tecnologia possui uma grande desvantagem se comparada a um sistema magn�tico, a velocidade de leitura e grava��o � muito inferior, cerca de mil vezes mais lenta que um HD. Para resolver este problema, a IBM est� utilizando 1024 pontas de sil�cio (equivale � agulha do cart�o perfurado) para realizar a leitura e grava��o dos dados. De acordo com a IBM esta tecnologia ainda est� muito longe de se transformar em produto comercial, mas com certeza o chip Millipede promete ser uma grande revolu��o, principalmente para dispositivos port�teis, como por exemplo um Palm ou at� mesmo um rel�gio, que poderiam armazenar v�rios gigas de informa��o. Mais informa��es: http://www.zurich.ibm.com/st/mems/millipede.html |
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| HDs com 1,5 TeraBytes at� 2008 A IBM parece realmente estar disposta a revolucionar as tecnologias utilizadas em perif�ricos capazes de armazenar dados. Depois de ter anunciado a poss�vel volta dos cart�es perfurados, com o projeto Millipede (o desenvolvimento de um chip capaz de armazenar 137 Gigabytes por polegada quadrada, atrav�s de uma tecnologia que utiliza o mesmo princ�pio do cart�o perfurado), a IBM acaba de anunciar que at� 2008 deve liberar uma nova tecnologia para a grava��o de dados em uma m�dia magn�tica, que ser� capaz de armazenar 150 Gigabytes por polegada quadrada, ou seja, um HD ser� capaz de armazenar 1,5 TeraBytes. Isto � realmente impressionante, pois atualmente com a tecnologia mais avan�ada � poss�vel armazenar somente 100 Gigabits por polegada quadrada. Segundo a IBM a tecnologia utilizada atualmente para a grava��o de dados em uma m�dia magn�tica j� est� chegando a um limite, sendo dif�cil aumentar a capacidade dos HDs. Um bom exemplo � o novo HD da s�rie Deskstar com o tamanho de 150 GB que ser� lan�ado em breve pela IBM. Para produzir este HD foi necess�rio adicionar uma fina camada de rut�nio para aumentar a sensibilidade da m�dia magn�tica, ou seja, sem esta camada de rut�nio n�o seria confi�vel a grava��o de dados neste HD. Mesmo com inova��es como esta, os fabricantes est�o encontrando uma grande dificuldade em aumentar a capacidade dos HDs, pois a �rea destinada para a grava��o de bit est� cada vez menor, tornando o sinal da m�dia magn�tica cada vez mais fraco e inst�vel, comprometendo a confiabilidade dos dados. Para resolver este problema a nova tecnologia da IBM ir� utilizar um feixe de ions para esculpir na m�dia magn�tica v�rios blocos de armazenamento, ou seja, o sinal magn�tico armazenado em cada bloco n�o ir� influenciar no sinal dos blocos vizinhos, aumentando consideravelmente a confiabilidade dos dados. |
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| Disco �ptico regrav�vel com 100 GB A Universidade Nacional de Taiwan (NTU) acaba de divulgar que um grupo de pesquisadores da pr�pria universidade est�o desenvolvendo um disco �ptico capaz de armazenar 100 GB, quase seis vezes mais que um DVD (capaz de armazenar no m�ximo 17 GB). Al�m da alta capacidade, este disco chama bastante aten��o por ser um disco �ptico regrav�vel, ou seja, trabalha de forma semelhante ao CD-RW. Segundo o professor Din Ping Tsai, l�der dos pesquisadores, este disco possui uma tecnologia muito parecida com a utilizada atualmente pelo CD e o DVD. T�o parecida, que as cabe�as de leitura e grava��o utilizadas pelo CD e o DVD, que trabalham com laser vermelho, tamb�m ser�o utilizadas por este disco. � v�lido lembrar que j� existem prot�tipos de discos �pticos com 100 GB (n�o regrav�vel) que utilizam o laser azul, o que infelizmente aumenta bastante seu custo. A nova tecnologia que ser� empregada neste disco permite que o laser vermelho seja capaz de gravar marcas menores do que seu limite de difra��o, aumentando assim a capacidade do disco. Como no DVD, este disco tamb�m possui duas camadas, cada uma com 10 a 20 nan�metros de espessura. De acordo com o professor Din Ping Tsai, este disco deve ser liberado para o mercado somente em 2004. |
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| Hackers x Sony A prote��o Key2Audio criada pela Sony parecia ser a solu��o definitiva para o fim da pirataria dos CDs de m�sica, sendo capaz de evitar que o CD seja lido em qualquer computador, o que logicamente impossibilita a utiliza��o de uma gravadora para duplicar o CD e a c�pia da m�sica para um arquivo MP3. Como j� era de se esperar, um grupo de Harckers conseguiu finalmente driblar a prote��o da Sony. Mas a grande surpresa � a simplicidade utilizada para acabar com esta prote��o, basta que o usu�rio compre uma caneta hidrogr�fica (utilizada em retroprojetor) e pinte a porda externa do lado reflexivo do CD. Na verdade a Sony utilizou um princ�pio muito simples para criar esta prote��o, como os computadores utilizam drives de CD-ROM que s�o programados para ler inicialmente a trilha do CD que contenha dados, a Sony cobriu uma trilha com dados capaz de impossibilitar que o computador continue a leitura do CD. Ou seja, ao utilizar a caneta hidrogr�fica, voc� est� impedindo que o computador consiga ler esta trilha de dados que cont�m a prote��o. Logicamente esta not�cia j� foi espalhada pela Internet, sendo uma divers�o para muitos usu�rios ridicularizaram a Sony, mostrando ao mundo que alta tecnologia contra pirataria da Sony, pode ser combatida com uma visita � papelaria. Um usu�rio do grupo alt.music.prince fez o seguinte coment�rio: "Fico me perguntando qual ser� o pr�ximo sistema de prote��o de c�pia que eles v�o inventar. Talvez eles pro�bam a venda de canetas". |
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| Tela de cristal l�quido flex�vel A Toshiba acaba de anunciar ter desenvolvido uma tela de cristal l�quido de 8,4 polegadas, com uma espessura inferior a 0,4 mil�metros (incr�vel), que poder� ser utilizadas em monitores curvos ou dobr�veis, gra�as � alta flexibilidade da tela. Esta tela trabalha com resolu��es SVGA sendo do tipo matriz ativa. Segundo a Toshiba esta tela � fabricada com um substrato de vidro, sendo capaz de flexionar em todas as dire��es em uma curva com at� 20 cm de raio. Al�m da alta flexibilidade ela ainda possui uma grande resist�ncia ao choque, pois na sua fabrica��o � utilizado o polisil�cio de baixa temperatura. Por enquanto a Toshiba ainda est� desenvolvendo uma tecnologia para a sua produ��o em alta escala, sendo bem prov�vel que somente em 2004, sejam liberadas no mercado. Mais informa��es: www.toshiba.co.jp/about/press/2002_05/pr2101.htm |
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