esperava por uma hora à horas e há horas que esqueço do tempo que fiquei entre essas horas perambulando encantado criando sentido na magia do mundo extasiado com as sensações e as experiências que vinham do não querer saber, do vazio racional ou enchendo um corpo já repleto de sentidos pleno enquanto ser que entende a existência de estar no agora e fica próximo a deus. depois agoniado com o infinito pseudo acessível explorável fui caindo no nada por procurar o extremo e rumei pra falta de perspectiva pra aversão ao comum e me isolei mesmo estando imerso em uma rotina - que era ilusória enquanto preenchimento de idéias, apesar de diária. agora eu vejo dessa hora que chegou do dito equilíbrio entre o cheio e o vazio ou da imensidão perdida do universo e a excessiva quantidade de informações dos humanos.