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com
largas varandas onde os
numa
casinha onde a porta
sem
tramela e a única janela
de
ipê amarelo e pés de jasmins
onde
há flores miúdas que
grudam
nas mãos - tão pueris!
feito
decalque dos almanaques
madrugada onde
o Cruzeiro do Sul
brilharia
até a alvorada feito
a
coruja no pé de jamelão
o
por do sol dos cerrados
um
cotidiano sem preconceito
e
dividir a intimidade com dois
a
solidão de ter e a multidão de ser...
E
morrer - enfim - sem pagar aluguel
na pequena
obra construída de tijolos do céu
  
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