Esperança
mdagraça ferraz
 
Meu sonho de amor
era barquinho de papel
que foi, devagarzinho,
como um pequeno corcel
amar um cavalo marinho
Afundou, tão de mansinho,
que não o percebi...
E, hoje, nas águas fundas,
molho as mãos e o chamo.
Chamo-o. Chamo em vão...
Ouço o trotezinho-
galope de patinhas-
fugindo de meus dedos
Meu sonho vive livre,

 

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