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25 de Novembro de 2001.

Cativa meu ser
Ver teu riso percorrer meus olhos
Seus lábios tocarem os meus
E sim
Meu coração sentir-se amado

Como flor que murcha
Despenca minha alma
Em buraco fundo de solidão
E me tortura com tapas que doem
Mas que são sutis como o toque de uma pétala em meu rosto

Enrubesce minha face
Se tiveres feliz motivo para sorrir
E ter olhos para brilhar
E uma boca para amar

Esse coração finge não ter mais esperanças
Para talvez se fechar
A si, matar-se
Desistir de amar e esquecer que um dia foi amado...

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