número 1, março-julho de 2002
Citemos esse animal... Marlos
Gosto de ilustrar minhas arbitrariedades simplórias usando categorias ainda mais simplórias, mas em pelo menos um caso eu acho que nem é preciso tanto. Observemos de perto esse espécime, Marlos, pois como dizia Sancho Panza o divertimento está em correr os riscos imaginários dos outros:
"As espumas barrocas produzidas pelo
transe semântico de uma meta-meta-desconstrutividade não passam de logorréia,
embromação, sofismice ou, na melhor das hipóteses, má poesia, justo porque
covardemente ocultam sua desorientação e falta de fôlego analítico sob a máscara
de um "hermetismo virtuoso" que só engana aos pouco informados (e que
infelizmente são muitos).
Em suma: não passam de um blefe" (Marlos Salustiano, Neonada -
A(p)rólogo).
Tá bem, eu estou me divertindo. Eu quero sair
daquiiii, me tirem daquiiii agoraaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Socoooooooooorrrrrrrrrrrrrrrrrrooooooooooooooooooooooooo!
Izesuq Kilistoq