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ANDAMENTO DA REUNIÃO
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Foi entregue pela Pró-Reitora Esther
(PROAC) ao Presidente do GT, Carlos Afonso, uma relação das pendências
existentes desde o ano anterior, da Prefeitura com a Universidade:
Infra-estrutura dos laboratórios, juntamente com a questão da compra dos
livros;
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Carlos Afonso reafirmou o que foi dito
pelo Prefeito, confirmando a disposição da PMRO em pagar o valor integral
das bolsas referentes ao 1°/2005 e renegociar o valor de 2°/2005
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Esther solicitou que a Prefeitura
passasse a responder de forma oficial as questões colocadas por eles e
pela UFF, principalmente no que tange a infra-estrutura.
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Kátia Brandão respondeu os
questionamentos colocados pela Prof. Esther, esclarecendo que:
EM RELAÇÃO ÀS OBRAS
As obras estão paradas por pendências
da empreiteira contratada para a execução desse Projeto, pois esta estava
com os documentos não regularizados desde aproximadamente fevereiro, logo, a
Prefeitura não poderia pagá-los e, sem receber eles pararam as obras.
Segundo Kátia Brandão e Carlos Afonso,
já foram tomadas providências para que esta empreiteira regularizasse os
documentos para, assim, a Prefeitura poder pagá-la e então a obra do prédio
anexo ser retomada. De acordo com o Carlos Afonso isto não é demorado.
EQUIPAMENTOS
As licitações estão paradas, pois a
PMRO argumenta querer saber qual é a real necessidade de equipamentos para
estes laboratórios.
Sobre o Laboratório de Física, Kátia
disse que o fato desses equipamentos serem importados e, a única importadora
existente no país não faz negócios com governo, pois os métodos de trabalho
são diferentes, pode atrasar mais o seu término.
Foi abordada a possibilidade dessas
licitações serem feitas via UFF (pagas pela Prefeitura), contudo essa
hipótese foi descartada uma vez que esse equipamentos não poderiam ser
tombados como patrimônio do município. Também surgiu a possibilidade dessa
compra ser realizada através da Fundação Euclides da Cunha (FEC). Nesse caso
a PMRO faria um contrato com a FEC para que efetuasse essa compra,
aproveitando a isenção de impostos de importação.
Quanto aos equipamentos de enfermagem,
estes estão parados, segundo Kátia, para uma análise da real necessidade. No
entanto, Carlos Afonso disse que não via muitos problemas nestes, pois,
segundo o que estava no relatório entregue pela Esther os equipamentos
solicitados parecem estar condizentes com as necessidades.
LIVROS:
Kátia Brandão afirmou que todos os
livros solicitados pela Universidade foram comprados e até mesmo pagos,
durante a Gestão passada (Prefeitura), mas que nem todos foram entregues.
Segundo ela, foi feito o pagamento ao
ganhador da licitação destes livros, mas o mesmo não entregou todos. Sendo
que a Prefeitura atestou a nota como se tivesse recebido todos. É importante
citar que estes livros são entregues a Prefeitura, e posteriormente
repassados a Universidade. Esta, por sua vez, faz um relatório de todos os
livros que chegam a ela e repassa a Prefeitura, informações de Kátia
Brandão.
Em vista disso, é importante deixar
claro que a negligência por este pagamento equivocado, não foi da
Universidade.
Já estão sendo tomadas providencias
quanto a este fato com o encaminhamento do desse processo para a Secretaria
Municipal de Auditoria e Controle Interno (SEMACI).
A Esther pediu que todas essas
informações sejam formalizadas e entregue a Universidade.
-> Também foi questionado quanto aos
laboratórios de Produção Cultural e Psicologia, se estes também estavam
sendo considerados, pois, também são de extrema importância. Respondido que
estes laboratórios estão sendo levantados, mas que não causam tantos
transtornos quanto os outros, uma vez que possuem menos dificuldade para
viabilizá-los (no PURO).
O VALOR DAS BOLSAS PAGAS AOS PROFESSORES
Os representantes discentes
questionaram a Esther se já estavam sendo adotadas providências para
acordar o novo valor de bolsas com os professores.
Esther respondeu que não, pois,
primeiro queria saber qual seria a posição da Prefeitura a respeito desse
valor, para não iniciar uma conversa com os professores sem nenhuma base, ou
em uma negociação aberta, o que poderia acarretar em mais delongas.
PROPOSTA EM RELAÇÃO AO NOVO DA VALOR DAS
BOLSAS
Um regime de trabalho de 20 horas, no
qual os professores receberiam o mesmo valor do que já esta estipulado, e um
regime de 10 horas onde receberiam a metade do valor da bolsa de 20 horas.
Como isso seria:
20 horas: Os professores teriam que
ministrar no mínimo duas disciplinas para completar sua carga horária. Estes
teriam que dedicar mais tempo ao Pólo e se necessário pernoitar em Rio das
Ostras;
10 horas: Esse regime seria para
aqueles professores que não podem lecionar mais de uma disciplina, logo,
eles não teriam necessidade de passar a noite em Rio das Ostras.
Há as exceções: Os professores que
ministrarem disciplinas com carga horária grande, não se encaixam nem nos de
20 nem nos de 10, a este serão destinados também outras atividades, tais
como: Monitoria, Projeto de Extensão o que completaria a carga de 20h.
Dessa forma, mais professores
lecionando no mínimo duas disciplinas, acarretará na diminuição da
quantidade de bolsas e, caso a maioria dê uma disciplina cairá o valor
destas, o que faz diminuir consideravelmente o valor total pago pela
Prefeitura.
>>>>Esta proposta foi aceita pela
Prefeitura (GT).
DESSA FORMA
Foi proposto pela Prefeitura e avaliado
pela Universidade que seja feito um Convênio com duração de 6 meses, para
reger este semestre.
Este Convênio, vai desvincular o
segundo semestre da determinação do TCE, pois, segundo o estipulado pelo
TCE, NENHUM repasse pode ser feito pela Prefeitura a Universidade (nem o 1°
semestre, nem o 2° semestre), até que ele determine o contrário. Não estando
vinculado ao Convênio, agora em “vigor”, o 2° semestre poderá ser pago sem
mais imprevistos.
O 1° estará dependendo do TCE, mas
todas as providências serão adotadas em relações ao cancelamento dessa
suspensão.
Neste Convênio estará a questão de
infra-estrutura (pendências da Prefeitura para com a Universidade), o novo
valor de bolsas já acordado com os professores e, a responsabilidade do
Convênio definitivo que entrará em vigor a partir de 2006.
Este Convênio de 6 meses também será
feito à revelia do novo Convênio, mas estará vinculada a sua
responsabilidade. Se o segundo semestre ficasse atrelado a repactuação do
Convênio acarretaria em mais atrasos, uma vez que para este “novo” (que
estará sendo feito paralelamente ao de 6 meses) tem uma maior quantidade de
medidas a serem tomadas e analisadas, logo, demoraria mais.
NOVO CONVÊNIO -
ZEN
Será mostrado novamente o Projeto da
ZEN para a Prefeitura e para Secretária de Obras e Urbanismo. Isto será
feito ainda essa semana, o mais tardar no início da próxima, pois o projeto
de orçamento do próximo ano deve ser entregue a Câmara até o dia 15-10, e
nele tem que constar verbas alocadas para o início da construção do Campus.
Será feito um estudo aproximado de
quantos professores que serão diminuídos com a inclusão dos 25 professores
locados pelo MEC em regime de 40 horas exclusivas.
RESUMINDO:
Será feito pela UFF
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Folha de pagamento do pessoal, do 1° semestre;
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Planilha do valor de bolsas, renegociadas;
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Planilha dos laboratórios (principalmente o de
física, pois o da enfermagem já está incluído no relatório das pendências);
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Mostra do Projeto da ZEN para a Prefeitura.
Será feito pela Prefeitura:
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Resolver a questão dos livros;
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Questão da retomada das obras do Prédio Anexo;
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Assim que entregue e aprovada as planilhas, dar
início às licitações para os equipamentos dos laboratórios;
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Questão da ZEN, em sua parte Executiva;
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AMBOS estarão preparando as minutas do
Convênio, para serem mostradas, analisadas e aprovadas na próxima reunião.
VESTIBULARES
Outra questão colocada foi a dos
vestibulares, pois, uma pré-proposta da Prefeitura prevê vestibulares
somente em 2007 para ingressos de alunos em 2008.. Carlos Afonso alegava que
o prédio da ZEN estará pronto no mínimo em dois anos, logo, não terá onde
colocar mais alunos.
Esta questão foi extremamente
contrariada por nós estudantes, pois se a Prefeitura quer a garantia da
permanência da Universidade ela só a terá com a rotatividade de alunos no
Pólo. Se o MEC só disponibilizará professores de acordo com a quantidade de
alunos que estudam no Pólo e se a Prefeitura só colocará alunos em vista da
quantidade de professores que são disponibilizados, entramos em um impasse.
O Carlos Afonso insistiu na defesa de
seu argumento, e nós na do nosso. Ainda não foi acordado e definido nada em
relação aos vestibulares.
Nós estudantes estaremos montando um
Projeto para viabilizar a reabertura dos vestibulares e, tentaremos combater
esta proposição colocada pelo Carlos Afonso e\ou Prefeitura.
IMPORTANTE
Todas estas negociações estarão sendo
feitas até a próxima reunião que foi marcada para o dia 10/10/2005 (podendo ser
antecipada e, não prorrogada). Eles estarão entrando em contato uns com os
outros, para passarem informações e avaliarem as coisas, para que na próxima
reunião já tenham posições concretas. Todas as informações circuladas entre
eles, também serão enviadas a nós. |