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Música de
Fundo: Feelings _ Richard Claydermann
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Musica suave...doces palavras
Campinas/São Paulo |
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Com
está música Lisboa/Portugal
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A dança das palavras
Lisboa/Portugal |
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O
Saxofone Foi
através de um judeu Que
o Saxofone apareceu Antoine-Joseph
(Adolph) Sax Inventou
este instrumento de destaque O
seu pai tinha uma oficina com certo intento Com
madeira e metal criar alguns instrumentos Adolphe
nesta oficina de carpinteiro Criou
o sax que hoje está no mundo inteiro Apesar
de ser de metal, mas de certa maneira... Ele
pertence a família das madeiras Usa
boquilha como a Clarineta E
também uma simples palheta Tem
o corpo cônico do oboé Tem
diversas vozes como de homem ou de mulher Tem
a forma do Clarone Mas
pelo corpo de metal não é clone O
saxofone foi exibido pela primeira vez Incluído
no “Chant Sacre” num arranjo do coral francês A
primeira obra original para o sax apresentar Foi
a ópera “O último rei de Judá” A
família do sax foi sempre evoluindo Em
Mi bemol e Fá criaram o sopranino... Em
Si bemol e Dó criaram o Sax soprano Em
Mi bemol o sax alto está se apresentando Tem
o contralto em Fá, e o Tenor em Dó parece falar, O
Tenor em Si bemol na orquestra também está Em
Mi bemol tem o Barítono Mas
tem o mesmo em Fá com um som bonito Tem
o sax Baixo em Si bemol E
o baixo em Dó parece rouxinol Tem
o Contrabaixo em Fá Mas
em Mi bemol o mesmo há O
sax é uma maravilha... Representando
grande família Incluindo
quatorze variações Em
várias afinações Fica
uma pequena noção Deste
instrumento de precisão Que
é usado em Bandas e orquestras Nas
igrejas, comemorações e festas Duas
coisas importantes Deus nos deu... E
o homem ainda não agradeceu Foi
a música e a voz Que
está presente entre nós O
autor estudou saxofone e clarineta.
Valeriano Luiz da Silva Anápolis
Go, 23/01/05 www.albumdepoeta.com
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Palavras
para dançar Danço e minhas palavras Voam ao vento Carregando mensagens, Bons pensamentos As palavras são mágicas. Dançam em nossa memória Contam a nossa história Deixam-nos viver Ou fenecer... Falo e minhas palavras Podem ferir Ou fazer sorrir Podem cortar Como a lâmina de aço Ou podem afagar Como o calor de um abraço! Às vezes, Falo sem pensar... Em outras, Eu não penso para falar... Mas, uma certeza eu tenho; Fale eu o que eu falar Há palavras para dançar, Mas elas, não devem... Nunca, machucar!!!
Novo
Hamburgo/RS |
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Poeminha da nada Rio de Janeiro/RJ |
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A Dança do
Amor |
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Amo
_ Rosa
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Dança
das palavras Gramado/RS |
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Pé-de-valsa Aracaju/SE |
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A Prima Ballerina
Subiu
o pano de cena. Logo
todos se calaram. Vamos
ver o último Acto, Alguns
acordes soaram. Sentadas
no camarote, Ficámos
as cinco à espera. A
bruma sobe do lago A
enfeitiçar a atmosfera! Os
cisnes, que são meninas, Deslizam
com ar tranquilo. Parecem
demais etéreas, Belas
figuras de estilo. A
música é muito triste, Melancolia
do drama. Os
dezasseis lindos cisnes Rodeiam
o que mais ama. Sofre
porque foi ferida, Vítima
do bruxo mau. Ele
serviu-se da filha, P'ra
imitá-la no sarau.
Assim
seduzido, o príncipe Quebrou
a jura prestada. E
condenou para sempre Ao
encanto, a sua amada. Perante
a amarga verdade, Célere
correu p'ró lago, A
evitar a maldição. Mas
foi seguido p'lo mago! Há
então a grande luta Entre
o bruxo e o belo amado. Ele
venceu o feitiço, Mas
queda-se inanimado. A
mãozinha da Sarita A
tremer na minha mão, Como
avezinha sensível, Perante
a revelação. Na
pálida madrugada Voltara
a viver menina, Debruçada
sobre o Príncipe, Nossa
"Prima Ballerina". E,
de coração tão puro, Segue
com seu bem amado. Partilhar
um grande amor, Eternamente a seu lado!
Maria da Fonseca Lisboa/Portugal
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