Luiz Delfino de Bittencourt Miranda

 

 

   

 

 

GRINALDA DE TROVAS IX

 

 

 

 


 

 

Luiz Delfino de Bittencourt Miranda


 


 

 

 


Ando um tanto cabisbaixo,
sem saber se � invernia,
sem saber o que eu fa�o,
seja de noite ou de dia.

Seja de noite ou de dia,
a dor no peito me � tanta,
eu rezo � Santa Maria,
e nem o amor me levanta.

E nem o amor me levanta,
pra "m�di" fazer um cordel,
minha tristeza me espanta,
mas n�o sei por no papel.

Mas n�o sei por no papel,
o que sinto aqui dentro,
busco tamb�m Antoniel,
vivo tamb�m ao relento.

Vivo tamb�m ao relento,
Sem saber por onde ir
Talvez eu ache um invento
E retorne por aqui....

 

 

 

 

 

 

 

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