ROCK NELES!
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Release completo das bandas que vão participar do evento.
[ agentes/ ästerdon/ ecos falsos/ fuzzfaces/ hats/ la carne/ ludovic/ Poptars Acid Killers/ seamus/ shed/ vincebuz ]
.Agentes.
Tudo começou no final de 2002. A banda foi formada quando estávamos terminando o colegial, em Mogi das Cruzes. Durante esses três anos de banda lançamos uma fita demo em 2003 gravada por um grande amigo (Danilo Sevali) em um porta estúdio Tascam, fizemos também algumas apresentações em São Paulo e pelo interior, onde tivemos o prazer de tocar ao lado de bandas como Fud, Ludovic, La Carne e muitas outras.
Hoje a banda é formada por Jefferson (Vocal), Gabriel (Guitarra), Thiago (Baixo) e Fábio (Bateria), porém, já tivemos um segundo guitarrista, que por motivos pessoais acabou saindo.
Somos influenciados por bandas como Seaweed, Superchunk, Jawbreaker, Fugazi, entre outras.
Em Novembro de 2004 começamos a gravar nosso primeiro EP no estúdio Machine Action (Gabriel e Hugo) em São Paulo e finalmente em Agosto de 2005 ele será lançado. Toda distribuição do disco será feita pela própria banda, o cd contém 5 músicas, e a arte ficou por conta de nosso grande amigo e irmão Renan Cruz.
Esperamos com o lançamento do EP divulgar toda proposta da banda e principalmente nossas idéias.
Em breve disponibilizaremos algumas músicas do EP no www.tramavirtual.com.br/agentes e toda a atualização de informações como agenda e novidades da banda é passada através do Fotolog (www.fotolog.net/agentes).
Contatos:
Email: [email protected]
Músicas: www.tramavirtual.com.br/agentes
Fotos e Atualizações: www.fotolog.net/agentes
.Ästerdon - 2004.
O ästerdon vem existindo – com diferentes formações e formatos – há quase 4 anos. Durante 3 anos foi um verdadeiro playground para as bandas do ABC, uma espécie de dream team não-declarado dos grupos de rock da região. Passaram pelo ästerdon membros de bandas como Grinders, ROT, Nitrominds, Ação Direta, The Sundance Season, entre outros. Alguns decidiram ficar e conferir ao “projeto” o status de “banda de verdade” que tanto merecia.
Hoje, a BANDA conta com dois integrantes da formação original: Anderson Punkinho (guitarra, ex-Grinders) e Marcelo Viegas (vocal). Foram eles afinal que, em algum dia de 2000, ao som de Fu Manchu, trocaram algumas idéias, perceberam afinidades sonoras e arquitetaram o embrião do que seria, algum tempo depois, o ästerdon.
Completaram o time duas figuras carimbadas do cenário alternativo paulistano, o baterista Ricardo Viola e o baixista Ricardo Idéia, ambos membros fundadores do extinto Marshmallow Pies.
Basta de apresentações, vamos falar do som: Rock básico, pesado e em inglês. Diferente da atual safra de bandas de rock de SP, que têm como referencial maior o punk rock, o ästerdon prefere dar vazão a sua bagagem Metal. Assim, as influências passeiam por Fu Manchu, AC/DC, Motörhead, Kyuss, Rocket from the Crypt e Sabbath. Mas os caras também adoram uma baladona à la Chamberlain e Neil Young. E ainda se dão ao luxo (ou lixo?) de fazer uma versão descaradamente vagabunda de um hit da Donna Summer.
Em outubro de 2004 debutaram participando da coletânea “loco gringos have a party” (primeira compilação de bandas stoner da América do Sul), lançada pelo selo Válvula Discos (RJ).
Além disso, estão divulgando seu primeiro cd-demo, intitulado “it had to start somewhere”, gravado ao vivo em setembro de 2004. O cd traz 5 músicas, incluindo o quase-hit “no, nobody”.
Contatos: www.asterdon.cjb.net
www.tramavirtual.com.br/asterdon
.Ecos Falsos.
Daniel Akashi - Guitarra
Tomás Martins - Baixo
Davi Valverde -
Bateria
Felipe Daros -
Guitarra
Gustavo Martins -
Guitarra
Banda alternativa paulista
que não consegue ser aceita em nenhuma panela, mas está certa que este mundo lhe
pertence. Ecos Falsos = sinal de atividade alienígena (diz o Google), para quem
acredita em alienígenas, claro.
“Em vez de estar escrevendo isso, eu preferia estar produzindo um disco dos Ecos
Falsos. Por quê? Porque quando eu fui ouví-los todo orgulhoso com a farinha da
minha experiência, eles vieram com um bolo inesperado, e eu comi até mais do que
queria. Esses profanos, esses agnósticos, esses heréticos são bons pra diabo!”
Tom Zé, 10.09.2004
Influências: Zappa, Mutantes, Flaming Lips, Led, at the drive-in, Beatles, Joy Division, Who, QOTSA, Foo Fighters, Tom Zé, Weezer, Cake, Pixies e Bambalalão.
Contato: (11) 9141-1472 [email protected]
.FuzzFaces.
Nada de "salvação do rock". Essa é a "perdição"
do rock!
O que dizer de jovens que cultuam gravações mal feitas dos anos 60? Sabe aquela
coisa crua, esquecida no tempo, e resgatada após muitos anos, por coletâneas de
pequenos selos do exterior? Muito estranho. Leve ainda em consideração que o
pessoal da banda nasceu na zona leste de São Paulo, um local pouco amigável, com
ruas de terra, campos de futebol de várzea e personagens no mínimo bizarros.
Contrariando as estatísticas, eis que no início de 2000 surgem os FuzzFaces. O
trio, formado por Andreia Izidro no baixo, Wagner "Fuzz" Tal na guitarra e
Gregor Izidro na bateria e vocais, na época tinha saído da banda Os Espectros.
Essa talvez tenha sido, com a formação inicial, o primeiro grupo brasileiro do
fim da década de 90 a fazer covers de bandas como Mummies e Fuzztones.
Pois bem, o FuzzFaces resolveu seguir a trilha dos anti-heróis da história da
música. Bandas que lançaram apenas compactos, reeditados em coletâneas como Back
From The Grave, Pebbles e Garage Punk Unknowns. Junte a isso os já citados
Mummies e Fuzztones, o gás do punk da década de 70 e 80, todos os revivals
garageiros e o dia-a-dia em uma vizinhança da periferia.
Para completar a história, as letras são em português e as apresentações ao vivo
arrancam uivos da platéia – e dos músicos. Bingo! Talvez pela primeira vez na
história, o Brasil tem uma banda garageira autêntica, que cultua pedais fuzz,
guitarras Vox, sons esquecidos, histórias de terror e, o que fornece o
diferencial, com letras em português!
A banda gravou o primeiro EP em 2001, intitulado
Nós Não Estamos Nem Aí. Registrado em uma Tascam de quatro canais, com poucos
microfones na sala, o trabalho é praticamente uma gravação ao vivo. Afirmando o
nome da banda, o disco é repleto de guitarras fuzz no talo, e tem ainda um
overdub com falas do filme Se Meu Dólar Falasse, de 1970.
Apesar de pouco divulgado – como as gravações de toda banda de garagem – o EP
recebeu elogios em revistas como Rockpress e e-zines pela Internet. Entre 2001 e
2003, o FuzzFaces se apresentou inúmeras vezes. Além dos buracos espalhados por
São Paulo e cidades do interior paulista, a banda tocou em grandes eventos, como
o 7º Goiânia Noise, o Cabron Festival, em Florianópolis, a festa de 25 anos da
gravadora Baratos Afins (choperia do SESC Pompéia), o 3º Freakium Festival, no
Rio de Janeiro e a abertura do show da banda japonesa Guitar Wolf em São Paulo.
As apresentações ao vivo são um capítulo à parte.
O que dizer de uma banda tocando "He's Waiting", dos Sonics, com uma puta gás, e
o baterista fazendo viradas e berrando a letra furiosamente? Talvez seja a única
banda em que o vocalista também canta. E com raiva, velocidade e vontade! Entre
as covers, segundo dizem, já rolou Q65, Thee Milkshakes, Undertones, Them,
Headcoatees, Pandoras, The Avengers, Thee Mighty Caesars, Miracle Workers,
Pleasure Seekers e Devo, além dos Sonics já citados e bandas 60's de coletâneas
safadas.
Na metade de 2002 a banda foi convidada a
participar da coletânea Brazilian Pebbles vol. 2 (Baratos Afins). No final do
mesmo ano o FuzzFaces se reuniu em estúdio para gravar o álbum Voodoo Hits. O
disco contém 13 faixas – um número cabalístico para uma banda que fez o primeiro
ensaio no dia 13 de fevereiro e foi a 13ª faixa na coletânea Brazilian Pebbles.
Além de composições próprias, o trabalho possui covers de artistas como Thee
Mighty Caesars, Kit & The Outlaws, The Avengers e Q65. Após uma tentativa
frustrada para o lançamento, o trabalho aguarda um selo que viabilize seu
lançamento. Mas a banda deixa claro – precisa ser por um selo independente.
No final de 2003, regravaram a música dos Sonics "I'm Going Home" para um
tributo a essa pioneira banda de garagem que será editado na Argentina. Como se
não bastasse, o FuzzFaces participará de um tributo aos Fuzztones, que contará
com bandas do mundo inteiro e será lançado pelo selo norte-americano Sin Records,
do próprio vocalista dos Fuzztones, Rudi Protrudi.
Além das participações em coletâneas, o FuzzFaces trabalha em novas canções para
um possível lançamento de um novo álbum inédito, além dos planos para discos de
covers, em homenagem às tão amadas coletâneas. Segundo a própria banda, algo
como FuzzFaces Pulverizes Crypt Records, ou FuzzFaces Pulverizes Pebbles. É ver
e ouvir para crer!
Influencias:
Bandas punks da década de 60, Fuzztones, Mummies, filmes de terror, caveiras, etc.
Wagner Fuzz Tal - Guitarra
Gregor Izidro - Bateria
Andreia Crispim - Baixo
Contato: (11) 6213-7379 [email protected]
.Hats.
Banda de rock formada por
três meninas de São Paulo, em janeiro de 2001, por integrantes que tocam ou
tocaram em outras bandas de rock independentes de SP: Cherry - bateria / vocal:
Okotô, Elektrobillys, Bateras Beat. Eliane - guitarra / vocal: Lava, Vera
Fischer, ex-Pin Ups, Dog School, Dominatrix e Kit Kat Klub e Helena - baixo /
vocal: Wee, ex-Baby Scream e Basement Monks.
Participaram de festivais
como: All Girls - Rock em Sampa - Las senhoritas - Lady fest Brasil entre
outros. Tocaram nos programas Brasil 2000 ao vivo, Muzikaos e Jornal MTV.
Entre as bandas que podem ser citadas como influência estão Joan Jett, L7,
Girlschool, Ramones, Buzzcocks , Susi 4 ,Sleater-Kinney, entre outras. Gravamos
um cd em 2003 pelo selo 13 Records! A venda no site
www.13recs.com. Participamos com cinco
músicas da coletânea em cd do selo Trololó Records, de São Paulo, a venda na
galeria do rock ou pelo e-mail:
[email protected].
Contato: [email protected].
Telefone: (11) 9369-8644
.La Carne.
A banda La Carne surgiu em 1995, na cidade de Osasco, subúrbio industrial de São
Paulo.
Nasceu do encontro casual entre Jorge Jordão (fã de guitarras cáusticas – Robert
Fripp, John Parish, Lee Ranaldo...) e do vocalista Marcos Linari (um `devoto’ de
Charles Bukowski, Plínio Marcos, Iggy Pop e Joy Division). Jorge e Linari
montaram a banda punk L’Agatha, que durou uns três anos. Logo depois, se uniram
a Carlos Remonti (baixo) e Fabio Escanhuela (bateria) para formar o La Carne.
Passados os primórdios,
(quando rodavam pelos palcos de São Paulo vendendo demos em K.7), a banda lançou
em 1998 seu primeiro CD independente, chamado simplesmente “La Carne”.
A partir de 2002, foram “adotados” pelo produtor e amigo de longa data, Ronaldo
Rossato, dono do Estúdio Bonham, em Osasco, que abriu suas portas para que o La
Carne gravasse seus dois trabalhos subseqüentes: “Bom Dia, Barbárie”,
lançado em 2002, e o recente “Desconhece o rumo mas se vai”, de
2003. A atual formação da banda:
Carlos (baixo), Linari (vocal), Jorge (guitarra) e Sidney Jr. (bateria).
Em geral, as resenhas publicadas sobre o La Carne na imprensa escrita - Showbizz, Trip, revista Simples, Internacional Magazine, além de zines, jornais e blogs especializados – costumam chamar atenção principalmente sobre dois aspectos do trabalho da banda:
Um deles é o instrumental: fortemente influenciado pelo underground paulista dos anos oitenta (Voluntários da Pátria, Smack, Mercenárias, Violeta de Outono, e até o Ira!), o som prima pela inquietude, pela experimentação e pela busca de um caminho próprio no cenário nacional. Como afirmou certa vez, em entrevista, o guitarrista Jorge, “não temos nada contra os rótulos... mas gostamos de navegar sem bússola”.
Outro aspecto sempre ressaltado são as letras do vocalista Linari – apontado por muitas dessas publicações como “um dos letristas mais interessantes da atual cena independente”. Usando linguagem incrivelmente simples e coloquial, Linari expõe, em tom confessional, um verdadeiro mosaico de referências urbanas – as fábricas, as ruas repletas, amores desfeitos, os bares, as brigas...tudo isso em um discurso direto, quase em tom de conversa. O vocalista declarou algumas de suas “pérolas” em recente entrevista ao e-zine paulista Gramophone “sempre gostei de escrever e cantar em português – mesmo quando isso era considerado um “vexame”. Porra, sou um cara suburbano, gordo e feio, por isso nunca tive medo de dar vexame” (...) “o que eu faço não é literatura...tô fora...são só letras de rock” (...)”as influências castelhanas vem de minha mãe, que era espanhola, de Granada – terra do Garcia Lorca e dos ciganos que improvisavam versos nas estradas, tipo repentistas...aliás, meu pai é de Alagoas...”
Bom Dia, Barbárie!
Às vésperas do lançamento do segundo CD, “Bom Dia Barbárie”, o La Carne já contava com um “pequeno-porém-fiel” público em SP, que comprava os CDs nos shows e se correspondia com a banda via net.
Por essa época, algumas coisas legais rolaram em termos de divulgação na grande mídia: Duas participações no programa “Musikaos” (a primeira ao lado do maranhense Zeca Baleiro, em 2001; a segunda, um ano depois, ao lado de seus “heróis” do Ira!) De quebra, a canção “Jukebox” foi incluída na peça teatral “Faroestes” – adaptação do livro do escritor Marçal Aquino, feita pelo genial dramaturgo Mario Bortolotto.
Rádios como a 89 FM, de São Paulo, passaram a tocar algumas músicas do La Carne em programas dedicados à cena independente, como o “A Vez do Brasil” (2001-2002). Atendendo ao pedido de seus ouvintes, o programa convidou a banda a participar de um show do projeto “A Noite da Vez do Brasil” no Morrison Rock Bar, em 2002, tocando ao lado dos cariocas do Uns e Outros.
Cada vez mais ensandecidas, as apresentações do La Carne renderam convites para tocar fora de São Paulo – merecendo destaque shows no Rio de Janeiro (2002) e em Curitiba, no “vetado pela polícia” Festival Rock De Inverno 4. (Vale lembrar que a música “É baderna!” foi gentilmente incluída da coletânea “Rock de Inverno 4”, do selo curitibano De Inverno Records).
“Desconhece o rumo mas se vai”
Em 2003, o La Carne gravou seu terceiro CD, “Desconhece o rumo mas se vai”. Um trabalho “lento, turbulento e difícil”, que marcou a saída do baterista Fabio Escanhuela, substituído por Sidney Jr.
Como o próprio título sugere, o CD reafirma a postura que sempre norteou o trabalho do La Carne – uma banda independente, que nunca quis se curvar às convenções da “última moda”, nem tampouco pactuar com a lógica míope das grandes gravadoras (“algumas, inclusive, chegaram a nos oferecer contrato, se fizéssemos um som, abre aspas, “menos complicado”) .
La Carne é uma banda brasileira de rock’n’roll.
O que há de complicado nisso?
Contatos
(11) 8114-8485 (Jorge) - (11) 3681-0807 (Carlos) - (11) 3607-1679 (Linari)
www.lacarne.com.br
.Ludovic.
Banda de rock paulistana
formada em setembro de 2000, por integrantes que tocam ou tocaram em outras
bandas de rock independente de SP: Jair (baixo e voz), Eduardo (guitarra), Hugo
(bateria) e Zeek (guitarra). Em 2004 foi lançado o primeiro disco da banda,
"Servil", pelo conceituado selo Teenager in a Box. Consta em seu currículo shows
por boa parte do interior paulista, várias capitais de outros estados (Curitiba,
Belo Horizonte, Brasília e Goiânia), nas principais casas noturnas de São Paulo
(Hangar110, Outs, Juke Joint e Atari, entre outros) e em diversos festivais.
Entre as bandas que podem ser citadas como influência estão Patife Band, Joy
Disivion, Pulp, Fellini, Patti Smith, Bob Dylan e Gang of Four.
Citado na lista dos melhores do ano de 2004 pelas seguintes publicações:
Zine Scream & Yell (Rodrigo
Carneiro -
http://www.screamyell.com.br/outros/listas/2005rodrigaco.htm),
Jornal Folha de S. Paulo (Ricardo Tibiú -
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/folhatee/fm2012200407.htm),
Site Punk International
(http://www.punkinternational.com/v2/content.php?article.1),
Site Trama Virtual (Gilberto Custódio em
"Retrospectiva 2004 -
http://www.tramavirtual.com.br),
E-zine Abacaxi Atômico
(http://www.abacaxiatomico.com.br/osomdoabacaxi/conversa/38.htm)
“Quem viu os shows do quarteto no último final de semana em Curitiba sentiu bem
de perto a intensidade ensandecida que a banda coloca na sua arte. Com as letras
que tem, o Ludovic não podia mesmo ser um grupinho equilibrado e embalado com
tudo certo no lugar. O conjunto é de outra estirpe de artistas, aqueles que não
disfarçam as arestas e, por isso mesmo, soam com
tamanha intensidade, tanto
no disco quanto no palco" - Jornal Gazeta do Povo;
"Uma das bandas mais
criativas do atual cenário brasileiro (...). Ofereço duas palavras como minha
definição do som do Ludovic: genial e autêntico" - Site Punk International
(http://www.punkinternational.com/reviews/ludovic1.html);
"Procura algo diferente e
está cansado de modismos e letras babacas? Eis a solução: o pós-punk intenso
dessa fascinante banda" - Jornal Folha de S. Paulo, caderno Folhateen
(http://www1.folha.uol.com.br/fsp/folhatee/fm2911200418.htm);
"O Ludovic vem ganhando
bastante destaque no underground. Seja pela música ou pelo show, não é raro
achar alguém elogiando o trabalho deles (...). Um show grandioso, em todos os
sentidos" - E-zine Protons
(http://www.protons.com.br/extras/2004-10-09e10-3festivalPROTONS.html);
Contato:
[email protected]
[email protected]
.Poptars Acid Killers - Abril/2005.
São Paulo – SP – Brasil
Rock n’ Roll
Por volta de Fevereiro de 2002, o POPSTARS ACID KILLERS surgiu como mais uma daquelas jam sessions entre amigos que já tem outras bandas e se encontram no fim de semana pra passar o tempo no estúdio experimentado coisas novas. A principio a banda sem nome, sem seguimento, sem pretensão e com músicos sem instrumentos fixos fez diversos ensaios e até shows com um repertório que incluía algumas versões de bandas como The Stooges, Cramps e Ramones, e músicas próprias que sempre caminharam para o lado do Rock n´Roll básico e agressivo de garagem, porem sempre viajando pelos improvisos, microfonias e desarmonias, com vocais gritados e guitarras sujas e barulhentas. Então, desde 2003, logo depois da entrada de Carol no Baixo, Eduardo se fixou na batera e Roger nos vocais e guitarra. Com essa formação o PAK gravou a primeira fita demo homônima com 6 musicas próprias, gravada em condições caseiras, contando com mais um guitarrista, Billy, que só permaneceria na banda por alguns meses. Com esse material a banda tocou em casas noturnas de São Paulo, festivais, escolas, butecos, praças e em cidades como Guarulhos, Curitiba, Marília, Florianópolis, Porto Alegre entre outras. Em outubro de 2003 começam as gravações de “?”, o primeiro registro de qualidade, gravado e produzido por Clayton (Detetives) no estúdio Submarino, com 9 musicas. Em 2004 o selo Sinfonia de Cães lança o K7, mas Eduardo tem problemas graves de saúde e se afasta da banda, que fica até junho do mesmo ano sem tocar, quando volta para o Festival Sinfonia de Cães. Após o festival e mais um show no OUTS, Renato Roitman (Simbiose/Seventeen) assume as baquetas e Eduardo deixa a banda definitivamente. Então o guitarrista Júlio é convidado para somar na barulheira e na performance violenta e fora de controle que o PAK costuma apresentar. O K7 é relançado em CDr e mais alguns shows acontecem. Atualmente o PAK acabou de gravar a musica “Suck” para a Coletânea “O Epaço do Baixo e Vil”, que será lançada provavelmente em Junho, e pretende entrar em estúdio em breve para a gravação de um split com a banda Backseat Drivers. Está em fase de finalização o clipe de “Keep Shouting”, que estará em breve disponível na net.
Hoje o PAK é Júlio, Roitman, Carol e Roger.
Influencias: ROCK, SEXO, DRINKS, NOITE, FILMES, ARTE MARGINAL.
Contato: [email protected], [email protected]
.Seamus.
Esta é uma banda de rock
nascida em Taubaté, interior de São Paulo. Dedica-se a transformar epifanias
casuais em canções de cinco minutos. Sem ideologias. Sem rótulos. Sem
referências diretas. Não queremos nada além de barulho e melodia.
"O Seamus é algo como um improvável encontro entre Neil Young e Joy Division
ocorrido no final de 70 com as limitações técnicas do Nirvana em Bleach. É
sério. Tudo isso em shows empolgantes, onde a gente tem oportunidade de
contemplar algo em que não se sente enganado, sabe? Aquela sensação de que foi
ao show de uma banda que na verdade queria ser outra banda. O Seamus quer ser o
Seamus e isso anda rendendo admiradores veteranos e novatos, em palcos cada vez
mais longe da provinciana Taubaté."
- Gustavo Bernal.
Sites:
http://www.seamusmusic.cjb.net
http://www.fotolog.net/seamusrock
Influências:
The Vain, Sonic Youth, Low, Vic Chessnutt, Bonnie Prince Billy, Bruce Springsteen, Red Season, Simon & Garfunkel, Subfine, Emir Kusturica & No Smoking Orchestra, September Guests, Pink Floyd, God Special Kick, Karate, the International Baptist Days Of Fire, Kubrick [especialmente a sequência final de 2001: A Space Odissey] e tudo aquilo que ouvíamos em nossas infâncias.
Pedro Jr.
- Baixo
Luis Naressi - Guitarra
Gabriela Munin - Teclado
José Alexandre - Bateria
Fernando Lalli - Guitarra/Voz
.Shed.
Qualquer um minimamente familiarizado com a
história do rock brasileiro conhece bem seus ares de tragicomédia. Por esses
lados, é absurdamente rotineiro artistas de inegável talento encerrarem
precocemente suas carreiras, devido às crises de auto-estima geradas pela
tradicional falta de reconhecimento ou incentivo, enquanto os que compensam
inaptidão com senso de mercado e facilidade em fazer contatos atingem uma
longevidade que quase sempre chega a ser irritante. Dizem que funciona assim nos
quatro cantos do planeta, mas eu tenho cá minhas dúvidas se em algum outro lugar
esse aspecto consegue ser tão gritante. Afinal, se mesmo em parâmetros
sócio-econômicos o Brasil é considerado um berço de injustiças, por que em um
âmbito cultural qualquer isso haveria de ser diferente? Resumindo em termos mais
compreensíveis, encaremos os fatos: ô lugarzinho ruim pra se tocar em uma banda
de rock! Uma vez que você caiu nessa vida, haja paciência pra aturar falta de
estrutura, de respeito e de senso de ridículo. Os caras do Shed enfrentam esses
problemas desde que formaram a banda, em 1997. A princípio, faziam parte do
primeiro grupo descrito acima, o grupo dos talentosos que não recebem apoio e
que são forçados a correr atrás por conta própria. No entanto, com pouco tempo
de estrada conseguiram entrar para o cast de um dos mais respeitados selos
independentes do país, o Highlightsounds, responsável pelo lançamento de "Now
Available in Stereo", segundo disco da banda. Atributos não faltam a eles:
cantam em bom inglês (língua pátria para dois dos quatro integrantes, nascidos
em território norte-americano), possuem uma sonoridade ímpar no circuito
alternativo brasileiro (influenciada por bandas como Husker Du, Kyuss, Local H,
Soundgarden e Led Zeppelin) e contam em sua formação com músicos extremamente
competentes e entrosados. Por conta de tantas qualidades, a banda coleciona
feitos invejáveis: tocou em diversos estados, abriu shows de bandas de prestígio
incontestável (os nomes Nebula, Backyard Babies, Shelter e Superchunk te dizem
alguma coisa?), lançou dois discos ótimos e um clipe excepcional. A banda entra
em estúdio neste mês (Abril), para começar a gravar seu terceiro CD, que deve
sair ainda este ano pela highlightsounds e que promete deixar muita gente de
queixo caído.
Por Jair Naves.
Influencias:
Husker du, Nirvana, led, sabbath, kiss, fu-manchu, queens of the stone age, local h, foo fighters, dinosaur jr, stp, soundgarden, alice in chains etc.....
Zeek (voz e guitarra)
Fernando (guitarra)
Gabriel (baixo)
Hugo (bateria)
Contato:
Tel.: 9593-6045
.Vincebuz .
São Paulo – SP
Garage Rock
Influências: Black Flag, Olho Seco, Mudhoney, Motorhead.
Renato Gimenez – Guitarra e
vocal
Carlos Gomez - Baixo
Douglas Campos – Bateria e vocal
Vincebuz é um trio-metralhadora que atira lama para todos os lados seguido de marcação forte na cozinha de Douglas e Carlinhos, enquanto Renato Gimenez solta acordes em fuzz maior seguidos de temas catastróficos nas letras convidativas escritas por ele mesmo. Tudo em português.
“Acelerado numa Noite Suja”, “Limbose” e outras músicas já estão na boca do público que acompanha a banda pelo circuito alternativo de São Paulo desde seus projetos passados como o Ear Sick (2001) e Jerkyard (2002).
O primeiro álbum da banda “Avalanche Nuclear” foi lançado no dia 27 de novembro de 2004 de forma independente apoiado pelo grupo de contra cultura Sinfonia de Cães.
Nas apresentações ao vivo, entre cabos e pessoas descontroladas o trio detona os temas do cd Avalanche Nuclear e já se prepara para a gravação de um novo álbum este ano.
“Bata sua cabeça mais de 30 vezes, com muita força, até desmaiar” – Limbose, música do álbum Avalanche Nuclear do Vincebuz.
Flog:
www.fotolog.net/vincebuz
Mail:
[email protected]
MP3:
www.tramavirtual.com.br/vincebuz
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