.:Sumario:.
Capitulo 1: Naufrágio.
Capitulo 2: Reencontro.
Capitulo 3: Glamour Brides!
Capitulo 4: Vê se me esqueci.
Capitulo 5: Dossiê.
Capitulo 6: Verdadeiro Pai.
Capitulo 7: My stepsister.
Capitulo 8: Separação.
Capitulo 9: Dia da Noiva.
Capitulo 10: Não to pronta.
Capitulo 11: Sempre my eternity.


Capitulo 1: Naufrágio.


A marcha nupcial tocava e uma garota de branco adentrava a igreja, no altar um jovem muito bem vestido em um terno Armani esperava comum sorriso no rosto. As pessoas ali aparentavam felicidade, do lado do noivo e esperavam a noiva.
Padre: Se tem alguém aqui contra este casamento que fale agora ou se cale para sempre! – o padre falou após momentos de cerimônia.
Alguém: EU TENHO! – um rapaz se levantou da fileira onde estavam os familiares e veio em direção a noiva.
Noiva: o que você esta fazendo?
: Eu não posso te ver casar!
: pare com isso agora, você não pode se meter no nosso amor!
: Escolha , ou eu?
: É escolha!
: Eu... eu... não posso...
De repente uma cratera se abre no meio da igreja e uma enxurrara entra pela porta central, os convidados ficam em pânico e começam a tentar se salvar. A bela Igreja começa a cair e a noiva no altar tem pedir ajuda mais nenhum dos dois pretendentes a salva...
(...)
: acorda! – a garota sentiu a mãe a balançar na cama em total desespero. – Filha acorda! O Iate esta afundando!
: QUÊ? – levanta de um pulo da cama. O Iate balançava de um lado para o outro como se fosse feito de papel, era quase impossível ficar em pé ali. – Mãe...
: Coloque uma roupa, rápido! Não temos tempo. – esta abriu rápido o closet pegando algo para que a filha vestisse, pegou um vestido de cor lilás com detalhes em branco. – Se vista rápido não temos tempo.
: Cadê a e a ? – dizia enquanto colocava a roupa. – Elas estão bem?
: Estão sim filha agora ponha a roupa. – a mãe saiu rápido pela porta (n/a: não ela pulou a janela ¬¬.).
O Iate balançava muito e a tempestade que havia se formado há pouco tempo estava forte, as gotas pesadas de chuva batiam como granizo no casco do Iate. As coisas que estavam cuidadosamente arrumadas antes da tempestade agora estavam espalhadas pelo chão da cabine, porcelanas se quebravam, perfumes se espalhavam pelo chão.
pega uma mala e coloca tudo que achava que precisaria, muitos pensariam que seria uma ato de futilidade tentar salvar bens matérias nessa hora, mas a garota estava pensando no futuro, seria mais fácil encontrar as coisas juntas em uma mala do que espalhadas pelo mar.
: você esta bem? – o Jonas entrou no quarto se apoiando nos moveis para evitar que o balançar do Iate o derrubasse.
: eu não sei nadar lembra? – estava em total desespero, se já havia se afogado em uma piscina imagine em um mar aberto e revolto. – Eu estou com medo! (n/a: quem não ficaria filha? Eu já tinha desmaiado cinco vezes e essa seria a sexta.).
: Fica perto de mim, eu não vou deixar que você se afogue!
: Eu já devia ter tomado vergonha na cara e ter aprendido a nadar! – disse rindo da própria desgraça.
: Vem! – os dois deram as mãos e saíram da cabine, indo em direção a sala do comandante. (n/a: vocês não acharam que o Iate era fantasma e que ninguém pilotava né? O comandante só não tinha aparecido.). – Coloca isso! – pegou um dos coletes salva-vidas e começou a vesti-lo na namorada/noiva.
: ! – a amiga veio em direção a ela a abraçando com força. – Será se vai ficar tudo bem?
: Eu não quero morrer eu sou nova de mais! – estava desesperada, sempre tivera pavor do mar. (n/a: então o que ela quer topando ir para um passeio de Iate? ¬¬).
: Fica calma , não vai acontecer nada. Daqui a pouco vai passar! – nem ela mesma acreditava no que dizia havia falado apenas para acalmar a amiga.
Denise: Estão todos aqui? Frankie, Nick, Kevin, Joe, , e ? – Denise observava se todos estavam ali. – Certo mantenham a calma, e coloque o seu colete salva-vidas !
: To indo mãe! – pegou um colete e vestiu.
Paul: Escutem fiquem juntos e se segurem bem! – e votou para o lado da esposa e da Sr. que conversavam com o comandante.
A tempestade a cada momento piorava ainda mais, a chuva ficava mais forte e o mar mais revolto. O Iate parecia de brinquedo, tamanha era a força que as ondas o jogavam de um lado para o outro.
Comandante: Atenção todos para o convés. – o capitão soltou o leme do Iate, pegou um salva-vidas e se dirigiu para a porta. – AGORA!
Paul: Posso saber o que esta acontecendo?
Comandante: O Iate não vai conseguir agüentar a tempestade, tem um rochedo logo à frente e as ondas estão levando o Iate lá, o mais recomendado a se fazer é tentar sair nos botes salva-vidas.
Denise: Bote salva-vidas? Isso não é muito arriscado?
Comandante: Muito! Mais é uma das poucas chances.
Todos se encaminharam para o convés, logo que saíram à chuva molhou rapidamente a todos. O comandante tentava a desamarrar os botes salva-vidas com a ajuda de Paul e . Denise segurava firme na mão de Frankie.
Comandante: Vamos nos dividir em dois botes, em um eu irei e no outro o Sir. Jonas.
No primeiro bote foram Paul, , , , , já no segundo bote foram o Comandante, , , , Denise e Frankie.
: Vai dar tudo certo ! – o garoto se despedia da namorada/noiva.
: Eu quero ir com você! - (n/a: alem de eu ter colocado sua mãe no outro bote ashahs eu sou má.).
Paul: Vamos ! – o pai de o puxou para o bote, os dois que seguravam as mãos soltaram-nas lentamente. (n/a: imagina aquela cena do Titanic em que estão separando o Jack da Rose.).
Assim que todos saíram nos botes não demorou muito para que o Iate batesse contra o rochedo (n/a: milhões e milhões em um Iate pra ele se espatifar no rochedo ahshhs). As ondas atingiam mais de vinte metros de altura e o bote ia de um lado para o outro até que... ... ... ... ... ... ... ...virou (?)
: me dá a mão! – puxou a garota que apesar do colete afundava. segurou por sua mão a puxando para cima. (n/a: ele vai ser salva-vidas ashhs já é a segunda vez.).

.: Narrando:.
O bote virou e eu me desesperei no meio de tanta água, mesmo com o salva-vidas não me sentia segura. Uma onda veio e me cobriu e eu afundei... Senti alguém me puxar pelo pulso, me levando de volta para a superfície.
: Se apóia em mim! – ele me colocou nas costas, e tentou nadar até os destroços do bote. Uma onda enorme veio em nossa direção e nos cobriu.
Escuro... Escuro... Escuro...
Escuro... Escuro... Escuro...
Não posso respirar...
Escuro... Escuro... Escuro...
Escuro... Escuro... Escuro...

(...)
Senti areia em baixo do meu corpo, senti água bater em meus pés, ouvi ao longe gaivotas... Abri os olhos lentamente e a claridade me fez fechá-los de imediato. (n/a: eu to usando palavras bonitas! Não ta ficando complexo de mais?). Sentei-me na areia e sacudi a cabeça, me levantei ainda tonta. Meu vestido estava um pouco molhado, e meu cabelo nem vou comentar.
Olhei em volta e não vi uma alma viva, ainda me sinto atordoada, andei um pouco e não vi ninguém. Começo a me desesperar, será se eu fui à única que ficou viva? Já tem algum tempo que eu procuro alguém e não vi ninguém.
Andei sem rumo por mais uns 15 minutos, me ajoelhei na areia e comecei a chorar, alem de perdida em um lugar onde não tem ninguém eu estou com fome. Levantei a cabeça e um pouco distante vi alguém deitado na areia, provavelmente desacordado. Hesitei um pouco e ir até a pessoa talvez por medo de que estivesse morta, tomei coragem e fui correndo até a pessoa que estava ali caído.
Eu: ! – sim era o (n/a: pensaram que era o ein?). O balancei e nada dele acordar, comecei a pensar o pior. – acorda, por favor! – coloquei a cabeça sobre o sei peito para ver se seu coração batia...
: da pra sair de cima de mim? Eu não condigo respirar. – me levantei rápido feliz por ele estar bem, pelo menos agora eu não estava mais sozinha. – Cadê os outros?
Eu: Eu não sei! Eu procurei mais não encontrei ninguém... Será se eles podem estar...
: Claro que não! – ele se levantou batendo a areia que estava em sua roupa. – Vamos procurar.
Eu: ...
: Pode falar!
Eu: Obrigada por me salvar ontem! – eu não sou mal educada, e nunca fui. – Já é a segunda vez...
: Eu acho que vou me formar nisso... – ele começou a rir. – Da ultima vez que eu te salvei agente começou a namorar, bem que podia rolar de novo!
Eu: O.o É...? –ta zoando com a minha cara, eu AMO . – Para de graça e vamos procurar os outros.

Capitulo 2: Reencontro.


TA EU QUERO MORRER ¬¬ (n/a: eu posso providenciar isso.) já tem mais de uma hora que nos andamos e nada de encontrar ninguém, começo a pensar no pior... TIRA ISSO DA CABEÇA, vai dar tudo certo. (n/a: ou tudo errado ahshs parei.).
: Fica calma daqui a pouco agente encontra alguém!
Eu: QUEM? – sim to perdendo o controle. – Já tem mais de horas que nos procuramos por alguém e ninguém aparece, devem estar todos mortos... – as lagrimas desceram por minha face. – Só sobrou nos dois...
: Vai ver se salvaram, e a qualquer momento eles chegam com ajuda! – como ele consegui pensar positivo mesmo vendo situação que estamos? – Parece ter alguém ali!
Virei-me para ver, e bem ao longe alguém andava pela areia sem rumo assim como nos. Fui em direção a pessoa nem sabia quem era mais algo me dizia que tinha que ir até lá, como se uma força maior movesse meu corpo.
: Hei ! Você nem sabe quem é, pode ser algum nativo carnívoro! – não me interessa eu preciso ir até aquela pessoa.
Eu: Me solta! – puxei o braço e sai correndo em direção a tal pessoa, que cambaleava provavelmente fraco.
: Pode ser perigoso! – ele corria atrás de mim, mas eu não parava de correr. – Volta aqui !
Eu: Eu preciso ver quem é... – finalmente me aproximei o suficiente para ver quem estava ali. Parei cansada quando cheguei perto da pessoa, nem pude acreditar no que meus olhos viam. . Corri e o abracei com todas as minhas forças, ele estava cansando deve ter tentado se salvar por toda a noite. Lagrimas correram por meu rosto só de saber que ele estava bem e agora estava ali comigo. – ... que bom te encontrar eu pensei que você...
: Tinha morrido? – ele completou quase em um sussurro. (n/a: ai ele diz: não sem antes tirar esse anel com você ahshahshhas, eu pensei em escrever isso mais ia quebrar o clima ahhsa.). – Eu nunca ia te deixar, lembra nos fizemos uma promessa! (n/a: fizeram?).
Eu: Que bom que você esta aqui! – se aproximou e ficou feliz em ver o irmão.
: ! – ele se abaixou a altura de , que estava de joelhos. – Eu sabia que você estava bem... E os outros onde estão?
: Eu... – abaixou a cabeça. – Não sei...
Eu: Eles devem estar bem... – dei o melhor dos sorrisos que foi possível naquele momento. – Eu vou procurar água para você!
: Deixa que eu vou! – ele se levantou e foi em direção à mata que ficava na costa da praia.
: Eu pensei que nunca mais ia te ver! – ele segurou minha mão. – Nem deu tempo de dizer que eu te amo, e se eu morresse sem dizer isso?
Eu: Ninguém vai morrer... – é impressionante como eu tenho pensamentos positivos perto do . – E nos vamos sair dessa você vai ver...
passou a mão nos meus cabelos super ressecados e puxou meu rosto para mais perto do seu, juntamos nossos lábios calmamente, me senti tão mais segura com ele ali do meu lado. (n/a: desse jeito até parece que vc tava sozinha ai.).
: É... não encontrei... – nos separamos na hora ao ver que tinha chegado, ficou sem graça acho que mais para chateado. – Não encontrei a água.
: Ta tudo bem. – ficamos em pé. – Já passou a cede. – ele me deu um sorriso lindo.
: OTIMO ¬¬*. – ele saiu andando a nossa frente. – Vamos?
Andamos atrás do que ia a nossa frente meio que... Emburrado. Em certa parte da praia encontramos varias partes do Iate e algumas de nossas malas e objetos pessoais, as ondas devem ter trago as coisas até a praia.
: As ondas devem ter arrastado os destroços para a praia. – nos observamos o lugar em busca de algo que fosse útil para nos.
Eu: AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH... – senti alguém por a mão no meu ombro e dei o maior grito, que fez o e o virem correndo.
: o que aconteceu?... – ele ficou estático assim como eu. – ?
: , , ... – nos abraçamos muito emocionados, eu estava tão feliz de saber que ele estava bem.
: Cadê os outros. – ficamos na expectativa mais fazia uma cara nada boa. – Ta tudo bem não é?...?
: Eu sinto muito... – ele abaixou a cabeça.
: Você não quer dizer... – as palavras morreram em sua boca.
: Eu sinto muito... MAIS AINDA NÃO ENCONTRAMOS COMIDA! – sempre engraçadinho, eu aqui pensando no pior e ele fazendo piada.
Eu: Explica!
: Eu quero dizer que estamos todos bem. Mamãe me mandou vir ver se encontrava vocês, a mãe da já esta desesperada.
Eu: Onde eles estão...?
: Nós entramos na floresta para ver se encontrávamos algo para comer e beber, encontramos água mais ainda não encontramos comida.
: Vai, nos leve até lá logo!
: Venham comigo! – seguimos , que entrou na floresta parecendo muito bem já conhecer o caminho. – Estamos todos bem, menos o comandante...
Eu: Por que aconteceu algo com ele? – como nos vamos sair daqui sem o comandante? Desespero bateu de novo.
: Nós não o encontramos, procuramos por horas mais nada. O papai disse que algo de ruim pode ter acontecido.
: Mãe! – assim que chegamos a um lago de água doce e correram para os braços da família. Eu não perdi tempo e fui abraçar minha mãe, que tinha os olhos inchados, provavelmente pensando que eu tinha morrido.
Mãe: Filha que bom que você esta bem! – ela me abraçou tão forte que quase me matou. (n/a: como é vc que ta narrando vc não ia a chamar pelo nome próprio ia ficar esquisito.) e vieram me abraçar logo em seguida. – Eu pensei que você tinha morrido. Eu já estava quase morrendo também...
Eu: Ai mãe que exagero, estava tudo bem... Eu era que estava pensando que algo de ruim tinha acontecido com vocês...
: O importante é que você esta bem...
: Vê se não some mais mocinha. – imitou minha mãe, fazendo eu e a rir. – Mais vem aqui... – ela me arrastou para longe da minha mãe. – O que aconteceu?
Eu: Nada de mais... Mais uma vez Jonas impediu que eu me afogasse... – fez cara de ‘ta brincando’.
: Ele parece que fica de plantão para te salvar. – eu fiz sinal negativo com a cabeça para ela e olhei para a . – Claro porque vocês são amigos... – tentou concertar.
: Não precisa ficar fazendo isso, eu já até esqueci. – é querendo esquecer com o meu namorado/noivo ¬¬. Para dona com esses pensamentos do mal. – você esta ai?
Eu: To. – riso mega forçado. – Eu vou beber água.
Fui até a pequena lagoa que tinha ali e me abaixei para beber um pouco de água, eu já estava no estado mais normal. Apesar de não saber como vamos sair de ilha o importante é que todos estão bem, e com saúde, menos o pobre do comandante.
: ta com sede ein? – ele se abaixou ao meu lado para beber água. (n/a: detesto água quente, mais nessa situação até lama ashhs.). – Vê se não seca o lago!
Eu: Engraçadinho!
: Eu sei! – ele tirou outra caixinha do bolso. – Primeira coisa que eu salvei ontem.
Eu: O que é? – fiquei de pé e ele também. – Sua palheta?
: Engraçadinha! – ele me imitou. – Não é isso, abre e você vai ver!
Eu: Ta! – peguei a caixinha e abri, dentro tinha uma aliança masculina. – É...
: Vai em frente! – ele esticou a mão direita. (n/a: VELEU, eu fui perguntar para a minha mãe em que mão usa anel de noivado e ela pegou no meu pé. Ai eu dei uma desculpa esfarrapada que era por causa dos Jonas, ai ela quis saber se eles eram noivos ai eu disse que era anel da pureza ai ela quis saber que anel era esse ai lá foi eu dizer que era pq eles iam casar virgens... ai ela veio com uma conversa que eu tava apaixonada pelo ... Jonas. Vcs nunca vão saber quem é meu Jonas hahss um dia eu conto.). Ta eu sei que tenho que colocar o anel na mão dele mais e o outro anel? Já sei! Ele usa os dois. – Ta em duvida por causa desse outro anel? – leitor de mentes? – Vamos ali atrás tirar ele? – cara de safado.
Eu: QUÊ? – o começou a rir sem parar. – Você ta brincando não é?
: Claro que to. – ele parou de rir e esticou a mão direita de novo. – Eu uso os dois ahshhs.
Eu: Quer me matar de susto? – coloquei o anel no dedo dele, e dei um sorriso de felicidade. – Será se nos vamos casar mesmo? Por que aqui presos nessa ilha ta difícil!
: Hei isso é temporário, com certeza já devem saber que sofremos esse acidente e devem estar nos procurando.
Eu: Espero! – nos abraçamos e eu dei um selinho nele.

.:Autora Narrando:.
Garota fã dos Jonas: AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH – deu um pulo do sofá. Fazendo a mãe vir ao encontro desta. – OS JONAS SOFRERAM UM ACIDENTE DE IATE MÃE!
Mãe da garota: Para de gritar menina, ta doida? E esses Junis ai devem ta vivo vaso ruim não quebra. (n/a: tu vai quebrar agora sua velha eu vou ai te partir em duas, quem vai?).
Garota fã dos Jonas: Você fala isso porque não vai mais precisar comprar CDs deles pra mim.
Mãe da garota: Olha aqui menina...
Garota fã dos Jonas: SHIIIIIII..... Vão dar mais noticias...
“TV: Até o momento nada foi encontrado sobre os Jonas Brothers... Um momento! – o contra regra sussurrou algo no ouvido da ancora do Jornal. – Correção! Acaba de ser encontrado vivo o comandante do Iate, que deu informação que os Jonas podem estar em uma ilha costeira onde o Iate estava bem próximo. Vamos ver a entrevista exclusiva feita por Jasica.
Jasica: O que você sabe sobre os Jonas?
(n/a: nem pergunta se o coitado ta bem.).
Comandante: Eu consegui me salvar graças a Deus, eles provavelmente se salvaram também. É provável que estejam e uma ilha costeira em que estávamos próximos.
Garota fã dos Jonas: QUE BOM QUE ELES ESTÃO BEM, ELES TE QUE ESTAR BEM...

Capitulo 3: Glamour Brides!


Já havia se passado três dias que estávamos ali naquela ilha e nada do socorro chegar, Sir. Paul o mais calmo até o momento dizia que a qualquer momento o regate chegaria. Embora a maioria já perdesse as esperanças tentavam não parecer desesperados, exceto que já tinha tido só naquele dia uns dois ataques de pânico, quem sempre a controlava eram as amigas que tentavam parecer mais calmas por fora, embora estivessem iguais ou pior por dentro.
: Eu não agüento mais ficar presa aqui, já tem dias que não comemos direito. – sentou irritada na areia da praia. – Eu preferia ter morrido no naufrágio.
: Larga de fica dizendo besteira, você devia agradecer a Deus que poupou a sua vida e parar de ficar reclamando de barriga cheia.
: Eu to falando a verdade, não agüento mais ficar aqui nessa ilha presa. – depois de tanto tempo juntos e tendo que conviver praticamente 24 horas por dia com a presença um do outro, a todo o momento alguém começava a discutir. Começaram a notar defeitos que não tinham visto antes.
: Eu em certa parte concordo com você, ficar tanto tempo com uma pessoa faz você ver defeitos que não conhecia.
: Se a costuma quando você casar com o ...
: Acho que vou desistir. – disse em tom de brincadeira.
: Do quê você vai desistir?
: EU?! – respirou fundo, vendo que a encarava em busca da resposta. – De nada, vou desistir de tentar dar um jeito nesse cabelo. – sorriso mega forçado.
: UHUM...
(...)
Cara um: Tem certeza que é aquela a ilha que o tal comandante falou? – o piloto do helicóptero perguntava para o co-piloto.
Co-piloto: Acho que sim, parece que tem pessoas na praia... Vamos chegar mais perto.
(...)
: UM HELICOPTERO! ESTAMOS SALVOS. – levantou de um pulo da areia e começou a pular balançando as mãos para que o helicóptero a visse. – AQUI!
: Vai pula mais! – se juntou a amiga pulando também. – Aqui!
O helicóptero pousou na areia fazendo que a areia voasse, logo que pousou o piloto desceu vendo que tinha encontrado o que procurava.
Piloto: Estão todos bem? Tem algum ferido?
: Estamos bem!
: Eu vou chamar os outros, para podermos sair daqui desse fim de mundo. – a garota saiu correndo e entrou na floresta, pouco tempo depois voltou acompanhada por todos.

.: Narrando:.
Agora estávamos finalmente indo para casa depois de ficarmos presos naquela ilha, finalmente eu ia tomar um banho descente comer uma comida gostosa e beber água potável.
: Eu não disse que ia dar tudo certo? – ele me abraçou de uma forma tão carinhosa.
Eu: Obrigada por não me deixar perder as esperanças.
Ficamos abraçados até que o helicóptero pousasse em L.A mesmo distante era possível ver a quantidade de repórteres e paparazzi que nos esperava. Imagina só eu há mais de três dias sem lavar o cabelo, minha roupa ta uma droga, e vão tirar fotos minhas que vão sair no mundo inteiro, eu vou ficar linda né?
Repórter: Como foi ter ficado perdido durante todo esse tempo? – ela enfiou o microfone na cara do .
: Foi difícil, mas eu estava com minha família e com as pessoas que eu amo o que tornou mais fácil. – eu pude ver os olhos dela brilharem quando ela viu um segundo anel na mão do , em seguida ela olhou para aminha mão, e antes que eu pudesse escondê-la ela abriu um sorriso de ‘eu tenho o furo do ano’.
Repórter: E esse segundo anel na sua mão, você esta noivo? – silencio, todo mundo calou. O olhou para mim.
Tio Paul: No momento não queremos entrevistas, depois tudo será respondido precisamos descansar. – uns seguranças apareceram do nada e nos tiraram daquele mar de paparazzi e repórteres. – Essa foi por pouco!
Eu: Valeu tio Paul! – eu acho que agora não é o momento de ficar falando de noivado e essas coisas, não agora.
Fomos para um hospital fazer alguns exames e ver se estava tudo bem com nos, e por sorte estava tudo bem. Logo que saímos do hospital eu e minha mãe fomos para casa, a primeira coisa que fiz foi correr para o banheiro tomar um bom banho, lavei bem o cabelo e tirei toda aquela areia e água salgada do corpo. Desci e comi uma boa comida e tomei muita água, depois disso voltei para meu quarto e fui dormir minha cama nunca pareceu tão boa assim.
Mãe: acorda você vai se atrasar para a escola! – escola? Ninguém merece, eu acabo de sair de uma ilha deserta e tenho que ir para a escola? – E não pense que vai faltar, você já faltou de mais.
Levantei no pior mau humor que existe tomei banho e coloquei uma roupa, desci para tomar café.
Eu: Finalmente uma boa noite de sono! – comi um pedaço de pão. – E uma boa comida.
Mãe: Que bom que deu tudo certo. – ela tomou um gole de café. – Mas agora que estamos aqui e como fica a historia do noivado...? – eu me engasguei com o suco, eu nem tinha parado para pensar nisso ainda. – Agora que estamos aqui tem que pensar nisso. (n/a: isso aqui é uma fanfic, aqui vc casa até com doze ashhshas.).
Eu: Fica como?
Mãe: Horas tem que marcar data, organizar bufê (n/a: é assim?), escolher o vestido de noiva... – minha mãe continuou falando mais eu nem tava escutando. Como eu não fui pensar nisso antes? Como eu aceitei casar, CASAR? Eu devia ta louca quando eu disse SIM. Eu amo o , mas eu não sei se estou pronta para dar um passo tão grande assim. – , você vai se atrasar!
Eu: Hã? Ah ta eu já vou indo tchau! – peguei minha mochila, e sai de casa.
: Hei me espera! – ela me acompanhou e fomos andando. – Nossa foi a melhor noite de sono da minha vida. – eu tava voando ainda, não condigo tirar essa historia de casamento da cabeça. – VOCÊ TA ME ESCUTANDO?
Eu: Hã? A sim... – ele me deu uma fuzilada com o olhar. – Ta! Eu não tava escutando.
: O que você estava pensando?
Eu: É sobre esse noivado! – comecei a analisar o anel no meu dedo. – Eu estou confusa sabe, hoje de manhã minha mãe veio com historia de vestido e essas coisas.
: Você não quer mais é isso? Por que se você não quiser vai ser pior.
Eu: Não é isso, eu quero, mas também não quero.
: ¬¬ Grande progresso. Olha eu acho que você só ta confusa com isso, você e o se amam formam um casal lindo... E no fundo eu sei que vai dar certo.
Eu: Valeu mais é... – um flash veio e nossos rostos.
Paparazzi: Que lindo as namoradinhas dos Jonas indo para a escola. – eu sinceramente não tenho nada contra os paparazzi até acho um trabalho como outro qualquer, só não gosto das frases que eles têm que ficar falando.
: Bom dia de trabalho para o senhor também. – é sempre esperta, ela sabe muito bem que ele quer uma foto escandalosa, que dê ma manchete do tipo ‘Jonas namoram vadias’.
Eu: Bem nos temos que entrar na escola agora, mas espero que você encontre alguém mais interessante do que nos para tirar fotos. – entramos na escola e o paparazzi ficou do lado de fora. Assim que entramos todos começaram a olhar para nos, isso me deixou constrangida. – Ta todo mundo nos olhando.
: É bom acostumar, agora você não é a , agora você é a namorada/noiva de Jonas.
Eu: E você a namorada de Jonas. – ela ta chamando tanta atenção quanto eu. – Mas cadê a ? (n/a: um ano depois você vem perguntar por sua amiga.).
: Ela tava com um pouco de febre não pode vir. – sentamos nas nossas cadeiras, e não demorou muito para que o professor entrasse na sala.
Resto do dia teve seis aulas, algumas foram legais e outras um verdadeiro porre. Na hora do recreio a mesa que eu a sentamos lotou do nada todos queriam conversar com agente, e nos tentamos dar atenção a todos mais devido a isso mal conseguimos conversar.
: Acho que nos não vamos mais conseguir conversar na escola. – estávamos voltando para casa. – Até aquelas garotas chatas que sempre nos odiaram vieram dar uma de amiguinhas.
Eu: Tem gente que parece que não tem vergonha na cara mesmo, todos falsos.
You’re a true friend. You’re here till the end. You pull me aside. When something ain't right…
Eu: Alô? – quase tive um treco quando o celular tocou, tomei um susto. – Oi tia Dê tudo bem?
Tia Dê: Tudo querida! E você como vai?
Eu: Vou bem, mais calma agora depois de tudo que aconteceu.
Tia Dê: eu te liguei porque eu queria que você e sua mãe viessem hoje aqui em casa.
Eu: Humm... Acho que dá sim, pode ser por volta das 18h00min?
Tia Dê: Acho melhor por volta das 16h00min, é que eu marquei o horário para as 16h00min.
Eu: Ah tudo bem, mais que horário? – tia Dê deu uma risada meiga.
Tia Dê: Como que horário? Sua mãe não lhe falou?
Eu: Não! – que armação é essa?
Tia Dê: Nós vamos a uma loja de noivas hoje querida, para escolher um vestido! – PARA TUDO E CHAMA A NASA! LOJA DE NOIVAS? VESTIDO? OMG! O que eu faço. – Então, esta bem para você?
Eu: Ta sim... – mentira. – Eu posso convidar a ?
Tia Dê: Claro que sim, ai ela vai escolhendo o futuro vestido. – eu dei um ataque de risos, imaginei a no altar com o . – Bem nos vemos!
Eu: Ta OK beijo! – desliguei o celular, e a começou a me encarar boiando. – Tia Dê disse que é para você escolher um vestido de noiva você e o vão casar amanhã!
: COMO É QUE É? TA LOUCA? – fez uma cara tão engraçada que eu não pude deixar de rir.
Eu: É brincadeira. Acontece que a Tia Dê marcou um horário para mim numa loja de noivas, e eu disse que você vai também.
: Eba! Adoro ver vestido de noivas. – ela parou de comemorar e me encarou. – você não disse que tava insegura?
Eu: Estou, mas... Eu vou ver até onde vai!
: Vê se não vai desistir na hora do sim, é melhor desistir enquanto ainda da tempo.
Eu: Para com isso eu não vou desistir. – finalmente chegamos em casa. – Vêm aqui as três.
Entrei em casa almocei e conversei com minha mãe, ela disse que esqueceu de me falar ¬¬ me engana que eu gosto. O me ligou e ficamos meia hora no telefone, depois que terminamos de namorar pelo telefone (n/a: essa é boa^^) fui tomar um banho e coloquei uma boa roupa, com certeza a tal loja é aquelas chiques. Na hora marcada a chegou aqui em casa e não demorou muito para a tia Dê chegar para nos buscar, ela falou que era para nos irmos lá mais como ela é uma pessoa tudo de bom ela veio aqui.
Glamour Brides! Era o que se lia no letreiro da enorme loja, as vitrines cheias de vestidos modernos e bem feitos, de longe se via que era uma loja de luxo. A entrada era somente para quem já tinha hora marcada, assim que chagamos na porta uma mulher loira veio abrir a porta com um sorriso falso no rosto.
Vendedora: Denise querida. – e se cumprimentaram. – No horário, como sempre.
Tia Dê: Sim, então podemos começar a olhar os vestidos.
Vendedora: Claro, mais antes quem é a noiva?
Tia Dê: Ah é a ! – cumprimentei a vendedora com um sorriso.
Vendedora: Muito bonita, vai ser uma das noivas mais bonitas. – hahaha fingi que eu acredito. – Então vamos para uma sala reservada?!
Ela nos guiou até uma sala onde tinham sofás e cadeiras todas bem organizadas e com uma perfeita harmonia, ficamos esperando enquanto ela ia buscar algumas revistas.
: Que lugar chique! – ela olhava o ambiente. – Então já sabe o que vai escolher ?
Eu: Já, eu tive uma premunição ¬¬
: Que violência! Pelo menos de uma coisa você sabe!
Eu: O quê?
: Que o vestido vai ser branco! – nossa não me contive e comecei a rir da , tia Dê e minha mãe também.
Tia Dê: Ai querida você combina perfeitamente com o . – ficou toda corada, e eu tive mais um ataque de risos. E sabe eu até estou gostando do momento.

Capitulo 4: Vê se me esqueci.

A vendedora trouxe um monte de vestidos dos mais esquisitos aos mais lindos, tinha um que só uma ‘devassa’ usaria, tinha um decote que ia quase ao umbigo alem de ser costa nua. Outro até muito bonito, se não fosse pelo enorme laço que tinha no pescoço e na parte de trás do vestido. (n/a: minha mãe deve ta pensando que eu quero casar pq eu perguntei o negocio do anel, e agora to com uma revista de noivas ahshhs.).
: se você usar esse vai ficar parecendo um bolo de glacê! – ela olhava o vestido e o colocava na minha frente. – Sim vai sim! Porque você não usa aquele de costa nua?
Eu: TA DOIDA?! Eu nunca casaria com um vestido daqueles, ta mais para fazer programa do que para casamento.
Tia Dê: Concordo plenamente querida! – tia Dê pegou o vestido e o olhou mais detalhadamente. – Ta vulgar até para fazer programa.
Mãe: Quem pede um vestido desses para um casamento? – ela e Denise criticavam o vestido. – Você não vai usar esse , eu nunca ia deixar.
Eu: Pena eu ia escolher esse mesmo!
Mãe e Denise: O.o
Eu: Ahhhshhashas eu to brincando!
Mãe: Menos mal. Mais e o que acha desse aqui?
Eu: Muito colado! – fiz sinal negativo com a cabeça. . – Eu quero uma coisa mais delicada...
: Tsc tsc lá vem a Miss Barbie ¬¬. – eu juro que mato o próximo que me chamar assim.
Eu: Nada disso, é um dia importante e tem que ser um vestido especial!
Tia Dê: Concordo com você querida, é um dia especial. – ela foi até a porta da salinha que estávamos. – Eu vou chamar a vendedora, e dizer que esses vestidos não estão bons.
Mãe: Quando eu casei com seu pai foi às pressas... – ela sentou em uma poltrona e tomou um copo de suco que fora servido agora a pouco. (n/a: o lugar é muito chique, vc é foda garota ahshsh.). – Eu quero que para você seja especial filha, assim como não pode ser para mim...
: A Tia que triste, mais vai que você encontra outro gatão por ai, ein? – ela piscou para minha mãe que começou a rir. – Por falar nisso você vai usar tiara/coroa ?
Eu: Acho que sim...
Tia Dê: Acho uma ótima idéia, uma de cristais ia ser linda não? – cristais? Isso vai sair caro de mais.
Mãe: Denise você não acha que isso vai sair caro de mais?
Tia Dê: Não , nos vamos pagar tudo. (n/a: ashhshhs não sei pq mais me deu vontade di rir, pagar tudo. Lembra que vc não é rica? Ahshshhs.).
Mãe: Mais isso é muito incomodo!
Tia Dê: Se você não aceitarem, nos vamos ficar chateados. – minha mãe fez um sim com a cabeça, em forma de dizer que concordava. – Escuta querida. – ela se dirigiu a vendedora. – Você pode trazer o catalogo de tiaras?
Vendedora: Só um momento!
Ficamos ali até a noite e a única coisa que consegui escolher foi à tiara, o vestido eu escolhi alguns e deixei para voltar e experimentar depois. Denise insistiu para que nos jantássemos na casa dela, até que aceitamos. (n/a: poxa sua sogra é 1000000000000.).
Frankie: , , Tia ! – ele veio nos abraçar assim que entramos na casa dele. – Faz tempo que você não vem brincar comigo!
Eu: É que nos estávamos sem tempo!
: É e lá na ilha nem tinha seus brinquedos! – a se abaixou para ficar na altura do Frankie. – Mas que tal se nos formos brincar agora?
Frankie: Serio? – Frankie abriu um sorriso enorme. – Vamos!
Frankie nos levou até o seu quarto e começou a tirar um monte de brinquedos da estante, montou um deles no chão e começamos a brincar.
: AH eu desisto! – já era a vigésima vez que ela perdia. – Frankie você joga muito bem!
Frankie: ahshhash não jogo não, você é que é ruim!
Eu: HHSHAHSAHSHS concordo!
: ¬¬ Valeu! Depois dessa eu vou me matar.
Frankie: Vamos jogar de novo? – alguém bateu na porta e Frankie foi abrir. – , !
: !!! – ela correu e pulou em cima do dando selinhos nele. – Eu tava morrendo de saudades.
: Eu também, apesar de termos nos visto ontem. - (n/a: foi ontem? To perdida no tempo e espaço ahshash.).
: Hei você nem vem me receber né? – ele fez carinha de triste. – Sua má!
Eu: AHSHHSH se acostuma!
: o.O
Eu: To brincando! – Fui até ele e lhe dei um selinho.
: Só isso?
Eu: Tem criança aqui né?
: Cadê? O Frankie? – ele e o começaram a rir. – Esse ai não é criança desde que nasceu!
: HASHS verdade, esse ai sabe mais do que muito adulto.
Frankie: ¬¬*
: Vocês chegaram agora?
: Foi! Ai a mamãe disse que vocês estavam aqui no quarto do Frankie...
: Ai nós corremos para cá!
: E o ?
: Ta lá em baixo! – ele deu mais um selinho na . – Por falar nisso vamos jantar? Já esta pronto!
Frankie: Demorou! – ele se levantou rápido. – Quem chegar por ultimo é mulher do padre! – e saiu correndo acompanhado por , e e eu fiquei pra trás. – é a mulher do padre! – disse assim que chegamos.
: Você que pensa! A é minha mulher! – eu corei até a raiz do cabelo. (n/a: eu tinha desmaiado com esse comentário ahshash.).
Eu: ...
: Ta vamos comer! – valeu te devo essa. – Mãe o que tem para comer?
Tia Dê: Lasanha! - (n/a: criatividade zero ¬¬).
O não demorou muito para entrar na sala de jantar, sentou-se a minha frente, legal agora eu vou ter que passar o jantar inteirinho sem olhar para frente que é para não correr o risco de nossos olhares se cruzarem.
A comida estava um delicia, logo que terminamos o prato principal veio à sobremesa, torta de morango.
Tia Dê: Então tinha um vestido mais horrível que o outro... – já tem dez minutos que ela e minha mãe falam disso, e toda vez que alguém toca nesse assunto eu não sei por qual motivo fico constrangida.
: É tinha um lá que parecia vestido de puta garota de programa. – ela deu uma colherada na torta.
: Você escolheu algum? – eu acho que vou gaguejar, serio não gosto, e não sei o motivo, de tocar nesse assunto.
Eu: É... Não! – fiquei razoavelmente vermelha.
: Você vai ficar bonita em qualquer vestido. – AI que meigo.
Tia Dê: Só deu de escolher a tiara... – eu comia a torta de cabeça baixa, enquanto todos pareciam estar muito interessados na historia da Denise, menos o que fazia caras de ‘grande coisa’ e ‘e eu com isso?’. Senti algo roçar em minha perna, na ora pensei que fosse o Elvis, mas me toquei que não era ele era algo muito melhor pior. Olhei para o e ele deu um sorriso de lado para mim, olhei para o e ele escutava tudo o que a mãe falava. foi subindo a perna e...
Eu: AIIII... – me levantei de um pulo da cadeira, e todos me encararam.
: O que foi ?
: É o que foi ? – ¬¬ descarado, eu tenho que dá um basta nisso. Tem gente que não sabe escutar um NÃO.
Denise: Tudo bem querida? – pensa dá uma desculpa boa, e vê se não vai falar uma das suas besteiras.
Eu: É... ãh... É a cólica! – ME MATA AGORA, QUE BESTEIRA EU FALAEI. CÓLICA? NINGUEM MERECE ¬¬. – Eu to bem! Eu vou ao banheiro! – sai rápido da sala de jantar e subi as escadas, entrei no primeiro banheiro que vi.
TOC TOC (n/a: tentativa fracassada de imitar uma batida na porta ashahsh.)
Eu: Quem é? – ninguém respondeu. Eu abri a porta e SURPRESA. – O que você quer?
: Poxa eu pensei que você tinha gostado!
Eu: Quer parar? Eu já disse mil vezes que eu AMO o , caramba será que você não entende que não vai ter mais nada entre nos?
: Não! – ele me empurrou para dentro do banheiro e fechou a porta. SOCORRO. – Você não precisa deixar o !
Eu: Você anda passando dos limites.
: você não pode casar com ele, eu gosto de você! – ele sempre fala ‘eu gosto de você’ mais nunca fala um ‘eu te amo’. – Não se casa.
Eu: Você na tem nada que se meter na minha vida e na vida do !
: EU percebi que você não quer casar! Tava na cara! – ele se aproximou mais. – Se você não quiser mais casar com o não precisa.
Eu: Acontece que eu quero! – quero? – E abri essa porta!
: Não sem te dar isso! – ele me puxou com força e me jogou contra a parede (n/a: me joga na parede me chama de lagartixa ahshashhs.) e começou a me beijar, tentei afastá-lo mais como sempre ele era mais forte do que eu. Odiava quando alguém me beijava a força, a ultima vez que alguém me beijou a força deu besteira (n/a: né seu Nate? Tem que ler NFM II.). Finalmente consegui afastá-lo meus lábios estavam vermelhos pela violência do beijo (n/a: ficou tão indecente esse negocio de ‘violência do beijo’. Mais é que como é o três o nível sobe um pouco. Se vc quer mais inocência é só me avisar.).
Eu: Idiota! – dei um tapa na cara dele, e ele apenas riu. (n/a: lá vem você descendo a mão na cara de um Jonas, de novo ahsashs.).
: Você continua a mesma, a mesma garotinha BV do acampamento! E é por isso que você me atrai. – eu quero sair daqui!
Eu: E você o mesmo idiota de sempre, acho que você trocou de papel com o ! (n/a: lembra que no começo de NFB o Jonas um era ignorante e o dois era romântico? Inverteu aahshsa.) – E eu vou dizer pela ultima vez, me ESQUECE! – destranquei a porta com raiva, e desci as escadas.
: Hei melhorou? – ela estava subindo as escadas.
Eu: Não! Pelo contrario piorei!
: Como assim?
Eu: Depois eu te falo o e o estão vindo! – passei a mão nos lábios come se tentasse limpa-los.
: Melhorou? – ele me abraçou.
Eu: Melhor agora.
: Não parece, ta com uma carinha triste.
: vamos subir e deixar os dois ai?
: Ta vamos! – eles subiram as escadas nos deixando a sós.
: Não vai me contar o que aconteceu? – ele segurou minha mão.
Eu: Por enquanto não, mais eu te prometo que eu vou te contar!
: Promete?! – sim eu vou contar não da pra continuar assim. (n/a: tenho raiva quando a pessoa podendo contar se deixa chantagiar.).
Eu: Prometo! – eu o beijei, e nossa, totalmente deferente do de agora a pouco, esse tinha amor.
: Nossa! – ele deu um sorriso. – Mas e então para que data nós marcamos?
Eu: Marcamos o quê?
: Como assim ‘o quê?’ O nosso casamento, não ta pensando que vamos ficar noivos para o resto da vida? – na verdade é!
Eu: Ahh sim! – sem graça total.
: você parece que nem ta afim, porque se você não quiser é melhor falar logo! – ele disse isso tão serio.
Eu: Claro que eu quero! – quero? – Sim eu quero, se não eu não tinha aceito!
: Então que dia preferi?
Eu: Tem que ser nas férias. – sentamos na escada. – Pode ser dia 15 de Julho.
: Passei que ia querer em Maio.
Eu: Mês das noivas? Muito comum.
: É tem razão. Bem por mim essa data esta boa.

Capitulo 5: Dossiê.


Depois daquele dia já havia se passado um mês, todos os dias eu tinha prova de vestidos e essas coisas, por sorte o Bufê era a Denise que estava cuidando. Eu tinha que me preocupar mesmo apenas com o vestido. No primeiro mês os Jonas saíram em uma mine turnê, ficamos vários dias sem nos ver, nos falávamos apenas por telefone.
: E ai quando o voltar você vai contar para ele? – do , lembra eu prometi que ia contar. – Você prometeu!
Eu: Prometi! E vou cumprir se...
: Se...?
Eu: O parou de dar em cima de mim, então quer dizer que ele me esquece, então não tem motivo para contar e causar uma confusão.
: Você que sabe! De qualquer jeito você já tinha contado mesmo no navio! – (n/a: NFB II.)
Eu: É! – chegamos em frente da minha casa. – Você quer entrar?
: Não, hoje não dá. Eu tenho que fazer aquele trabalho que estava atrasado lembra?
Eu: Ah eu já fiz!
: ¬¬ Humilha!
Eu: AHSHAHSH, bem então eu vou indo até amanhã!
Despedi-me da e ela seguiu para a casa dela que não ficava tão longe dali, tirei a chave da bolsa e assim que fui abrir a porta vi que tinha um buquê de rosas vermelhas e brancas na porta, as minhas preferidas. Abaixei-me e peguei o buquê de rosas, procurei por um cartão. Quando encontrei o cartão vi que era uma letra feminina que dizia:
“Fiquei sabendo de fonte segura que você esta noiva ! Meus parabéns!
Você com certeza não deve se lembrar de mim, mas eu me lembro bem de você. Boa sorte e espero que nada dê errado!”.

Coloquei as flores sobre o balcão da cozinha, admito que esteja intrigada com quem pode ter escrito isso. É letra de mulher, pode ser alguma fã do ! Não eu sou fã dos Jonas e não sou psicopata assim! (n/a: nem eu, se ele tiver feliz eu to.).
Tomei um copo de suco e fui tomar um banho. Coloquei um roupão e fui escolher uma roupa para vestir, vi uma blusa linda, me estiquei para alcançá-la, foi quando uma coisa caiu em cima de mim espalhando uns papeis pelo chão. Abaixei-me para pegar os papeis que tinham caído e no mesmo instante os reconheci.
.:Flash Back ON:.
: Olha você não precisa lê se não quiser, mais é que eu pesquisei sobre o seu verdadeiro pai. – vamos fingir que eu não sei quem deu as informações pra ele. – E ai esta tudo sobre ele, é um presente diferente, eu queria fazer uma coisa especial pra você...
Eu: Obrigada, muito obrigada mesmo . Realmente foi especial e eu agradeço. – eu respirei fundo. – Mais eu acho que ainda não estou pronta para saber de tudo ainda, eu prefiro esperar um pouco.

.:Flash Back OFF:.
Juntei os papeis e me sentei na cama, SIM ESTOU PRONTA! Já é hora de saber quem foi ou quem é meu pai, já adiei isso de mais, o que pode ser tão ruim? Se eu não gostar dele ou ele não gostar de mim, não vai ter nada de mais eu vivi a vida inteira sem ele mesmo.
Comecei a folhear as folhas, não sei onde o conseguiu isso, provavelmente com a CIA, porque aqui tem tudo.
Nome: Ricardo Willians.
Estado Civil: Casado.
Emprego: Dono da Eauty Company. A empresa era de sua família, com a morte de seu pai, Ricardo assumiu a presidência da empresa. A Eauty Company é uma empresa que lida com o ramo de automóveis, fabrica e reproduz peças, alem de montar seus próprios veículos. No ano passado a companhia arrecadou mais de 3,5 milhões com as exportações de carros.
Pessoal: Ricardo Willians é casado com Kim Willians, e tem uma única filha, Bruna Willians. O casal morava em Londres na Inglaterra, mas atualmente se mudou para Los Angeles, cidade na qual Ricardo já viveu em seus tempos de adolescência.

(...)
Ta ele mora agora em Los Angeles, ainda tenho duvidas se devo falar com ele. Entrei na internet para pesquisar mais sobre essa companhia. Encontrei até muitas coisas sobre a tal companhia como a filial, que ficava em um dos bairros chique de L.A. Bem o lugar onde ele morava dizia no dossiê, mas eu não posso chegar lá dizendo ‘Ola você não sabe mais eu sou sua filha. ’ Fora de cogitação.
Eu: Alô, a esta? – a anda sumida e faz tanto tempo que não nos vemos. – Tudo bem eu espero.
: Oi ! – ela atendeu depois de um tempo. – E ai como anda os preparativos para o casamento?
Eu: Vão bem, mas não por isso que eu liguei. Nós precisamos conversar e é urgente!
: Sobre? – o noivo que você quer me roubar! Brincadeira!
Eu: Você pode vir aqui em casa agora? Ainda são 18h00min, será que você pode?
: Ta OK eu to indo, mas vê se faz algo para comer.
Eu: Ta eu faço pipoca, de microondas. – tenho certeza que ela ia dizer que eu ia queimar a pipoca ou algo do tipo.
Desliguei o telefone e coloquei a pipoca no microondas, como a casa da não é muito longe ela não deve demorar. E não demorou mesmo ela já ta derrubando minha porta.
: Que demora, deixa-me adivinhar a pipoca queimou? – ela entrou e foi para a cozinha.
Eu: ¬¬ não, a pipoca não queimou. Senta ai!
: Até que ta gostosa. – começamos a comer a pipoca. – Então o que era de tão urgente?
Eu: porque você anda tão sumida? Quase não nos vemos mais!
: Ahhh é isso?
Eu: É! E trate de falar toda a verdade.
: Sei lá , depois que eu terminei com o eu...
Eu: Para quê ficar assim? Não mente pra mim. – ela abaixou a cabeça. – Olha , eu vou abrir o jogo com você e quero que diga se eu estiver errada. Você esta assim por causa do ou é porque o vai casar? – ela engasgou com a pipoca e começou a ficar roxa. – Fala a verdade!
: Eu gostaria que fosse pelo , mas não é! É o e você! – EU? O que eu tenho haver? (n/a: se faz de doida.).
Eu: Como assim? É por causa...
: Acontece que eu pensei que ainda amava o , mas quando eu e o terminamos, eu me dei conta que eu amava mesmo era ele. E ele disse pra MIM que te ama, e você sabe...
Eu: você devia lutar por ele, o fazer te amar.
: Pra quê? Não vai dar certo mesmo, e você sabe disso.
Eu: Não sei não! Vai dar certo!
: quer parar? Não vai dar certo, foi assim com o lembra? Quando nos estávamos no acampamento? (n/a: foi mesmo, pra entender tudo tem que ler tudo.).
Eu: Para , eu tenho certeza que ele sente algo por você. Você só precisa saber conquistá-lo.
: Não dá! Ele gosta de garotas do seu tipo!
Eu: Que tipo? Você quer dizer sem graças, tímidas, e feias? – minha alto estima é alta né?
: NÃO! Garotas de respeito, delicadas e inteligentes.
Eu: HAHSHAS de quem você ta falando mesmo? – ela revirou os olhos. Será se as pessoas me vêem assim? – Do jeito que você fala até parece que é uma garota de programa.
: Quer saber , eu vou tentar só pra te provar que o não quer saber de mim.
Eu: Ta! Feito! – me sentei à mesa de novo. – Então mais agora eu quero te falar do meu verdadeiro pai, lembra daquele dossiê que o me deu de presente?
: Lembro. O que tem? Você leu?
Eu: Li. Eu tomei coragem, lá tem praticamente tudo, e eu sei onde ele mora o que você acha que eu faço?
: Você devia arranjar um jeito de falar com ele, sei lá de conhecer!
Eu: Não sei como fazer isso, eu não posso chegar e dizer que eu sou a filha que ele abandonou!
: Vamos a casa dele, mas inventamos uma desculpa qualquer. O que você acha?
Eu: Pode dar certo. Mas o que seria?
: Deixa comigo...
(...)
Eu: Não vou usar isso! – chegou no outro dia na minha casa acompanhada pela , com roupas e biscoitos de escoteiras. – Escoteiras? Que idéia mais tosca!
: Não é não!
: com esses disfarces nos mal vamos passar do portão!
: Eu só queria ajudar pô! E o que vamos usar então?
: Como eu sou muito esperta...
Eu e : ¬¬
: Eu consegui um oficio da escola para uma entrevista com o presidente da Eauty Company, vamos dizer que é para um trabalho da escola em cunho cientifico.
Eu: Isso pode dar certo!
: Prefiro a minha idéia! Mas então vamos logo!
Pegamos um táxi e fomos até o centro da cidade em um bairro comercial, a cuidou de tudo, depois de um tempo tentando convencendo os seguranças conseguimos entrar.
: É com licença! – ela se dirigiu para a secretaria. – Nos temos uma hora marcada com o senhor Willians, nos somos as garotas do trabalho.
Secretaria: Assim, olha ele esta em reunião! Vocês podem aguardar um pouco?
Eu: Tudo bem, mas vai demorar muito?
Secretaria: Não muito!
Uma hora depois...
: Imagine se fosse demorar né? – ela folheou a mesma revista pela décima vez. – Eu preferia seu outro pai!
: Isso é coisa que se fale?
Eu: Eu também preferia o outro, eu só quero ver esse para matar a curiosidade.
Secretaria: Hei garotas vocês podem entrar o Sr. Willians vai recebê-las agora!
Levantei-me do sofá e segui a secretaria, eu tenho que admitir que esteja muito nervosa. Afinal é meu pai, mas estou mais tensa para saber como ele é!
Secretaria: Será que vocês podem me dizer o nome de vocês? Só uma já basta!
: Fala o seu ! – MEU POR QUÊ?
Eu: É... ta... É .
Secretaria: Certo! Vamos!
Novamente ela foi a nossa frente, andamos por alguns segundos e ela parou em frente a uma porta. Girou a maçaneta e abriu a porta, então entramos e...

Capitulo 6: Verdadeiro Pai.


Secretaria: Senhor essas são as garotas do trabalho, as que marcaram hora. – a secretaria disse assim que entramos no escritório, e que escritório, diga-se de passagem. Era enorme, atrás da escrivaninha tinha uma enorme janela de vidro com uma vista linda para o bairro. – Podem sentar-se garotas.
A secretaria saiu da sala e nos deixou ali, sentamos nas três confortáveis cadeiras a frete da escrivaninha. Por instantes mantive os olhos fixados no senhor a minha frente, ele tinha alguns traços parecidos com os meus, seus cabelos eram castanhos um pouco grisalhos, tinha um lindo sorriso no rosto, e parecia ser bem gentil.
Sr. Willians: Bem garotas sobre o que é o trabalho de vocês? – (n/a: você mal conheceu, então não da para já ir chamando de pai.). Nós entreolhamos em busca de uma resposta, até que finalmente a falou.
: É um trabalho sobre a impressa automobilística, e como a empresa do senhor é muito conceituada resolvemos escolhe-la. (n/a: essa sua amiga fala difícil.).
Sr. Willians: Bem mais sobre o que especificamente vocês querem saber?
Eu: Bem se você é meu pai pode ser como funciona todo o processo de fabricação até o momento em que chega às lojas.
Sr. Willians: Assim isso não é tão difícil, primeiro... – ai ele começou a falar um monte de coisa sobre como era o processo que sinceramente eu não entendi nada. (n/a: vou falar a verdade eu não sei como é isso, então eu botei reticências ahhshas.).
: Bom isso nos servil muito! Com certeza faremos um ótimo trabalho. – ela fingia que anotava tudo.
Sr. Williams: Bom, fico feliz que eu tenha ajudado vocês garotas. – desde o momento em que entramos na sala meu pai o Sr. Willians não parava de me encarar como se me reconhecesse de algum lugar.
Eu: Bem muito obrigada, e tenha um bom dia. – eu fiquei tão educada de uma hora pra outra. A e a foram as primeiras a sair, mas antes que eu saísse o Sr. Willians me chamou.
Sr. Willians: Você mocinha como se chama?
Eu: ! – sorriso forçado de me pegou no flagra.
Sr. Willians: ? – ele fez cara de pensativo. – Você é parente ou alguma coisa da ? – FUDEO sai correndo em quanto é tempo.
Eu: É...? Na verdade ela é minha mãe.
Sr. Willians: E quantos anos você tem? – que isso! Eu é vim fazer as perguntas aqui.
Eu: 16! (n/a: mais uma vez recapitulando para as esquecidas. No acampamento vc tinha 15 lembra? Você fez niver na NFB II certo? Então agora você te 16. Palmas elas entenderam ahshahhs parei, de volta a historia.). – Mais porque a pergunta?
Sr. Willians: É porque eu acho que já estudei com a sua mãe, ela é uma amiga... – sei me engana que eu gosto. – Será se você poderia me dar o endereço dela?
Eu: Ta ¬¬. – acho que ele também sacou tudo, ele deve lembrar muito bem o que aconteceu, eu não vou interferir talvez o melhor seja que eles dois conversem e acertem tudo. Ele me entregou um papel e eu anotei o endereço da nossa casa. – Você pode ir lá por volta das 19h00min, porque depois que meu pai morreu ela esta trabalhando, e há essa hora ela já esta em casa.
Sr. Willians: Ah você tem pai? – cara de me enganei.
Eu: Tinha, porque ele morreu, mas era pai de criação, e mesmo assim eu o amo muito mais que o meu tal pai verdadeiro que eu nem conheço direito! – GO.
Sr. Willians: x.x Ah a qualquer momento eu faço uma visita para ela. – cara de sem graça.
Eu: Ta bom, e obrigada pela ajuda no trabalho. – sai da sala e segui para a saída. Assim que tínhamos chegado à Rua a e a me encheram de perguntas. – Eu acho que ele desconfiou!
: Será?
Eu: Tenho certeza, mas vai ver que é melhor assim né?
: É, ai você não tem todo aquele trabalho de falar que é filha dele e blá blá... – pegamos um táxi, e fomos conversando no caminho. E eu tenho a vaga impressão que estou esquecendo algo o que é mesmo...?
Eu: AIII MEU DEUS!
: O que foi? Que te mordeu?
Eu: Como eu fui esquecer! Que horas são?
: Esquecer do quê? E são 17h30min!
Eu: Eu tenho prova do vestido as 18h00min, a tia Dê vai me acompanhar. – ótimo eu tenho meia hora para chegar do outro lado da cidade. – Moço novo caminho me leve para a Rua Eldorado Nº. 1528. – era o endereço da loja. (n/a: nome mais tosco eu dei para rua ahshhs, sem criatividade.).
: Como você se esquece disso !
Eu: Sei lá tava com a cabeça cheia. – como eu esqueço? Esquecendo ué. – E vocês vão comigo!
: Claro que sim, amo ver vestido de noiva. Alem do mais eu não tinha ido nem uma vez, e pelo visto você não ia me convidar mesmo!
Eu: Eu ia sim, só que você só ficava trancada em casa.
: Concordo!
: ¬¬.
Detesto me atrasar para alguma coisa. O taxista foi o mais rápido que pode, e em cima da hora conseguimos chegar. Denise nos esperava na porta da loja acompanhada por Frankie.
Denise: Oi queridas tudo bem? – nos cumprimentamos comum beijinho no rosto.
Eu: Desculpe o atraso.
Frankie: Mais vocês chegaram na hora!
: Chegamos? Pensei que íamos nos atrasar. – deu um longo suspiro para recuperar o fôlego.
Denise: Mais então vamos entrar? – concordamos com a cabeça. A vendedora nos recebeu bem, e nos levou para a mesmo sala de sempre.
Fui até o provador e coloquei o meu lindo perfeito espetacular vestido, ainda estávamos acertando os detalhes finais. Subi em uma espécie de banco de madeira, e a costureira começou a acertar alguns detalhes.
Costureira: Que tal se aplicar uma renda francesa com cristais desde o busto até metade do vestido?
Denise: Pode ficar bom, alem de ficar bem delicado. O que você acha ?
Eu: Por mim tudo bem, desde que não fique exagerado de mais.
Costureira: Não vai ficar querida vai ficar perfeito. – ela fez algumas marcações no vestido. – então vamos experimentar as luvas. – ela tirou de dentro da caixa umas luvas brancas. – Para combinar vamos colocar renda francesa e trabalhar com cristais aqui no final da luva.
: Ai vai ficar tão lindo. Que vestido chique ein amiga? – todos rimos, até a costureira que não era uma das metidas daquela loja.
Ficamos ali por mais algum tempo, já estava cansada de ficar em pé, mas adiantamos muito o vestido. O Frankie ficou o tempo todo sentado em um sofá jogando o videogame portátil dele.
Denise: Parece que por hoje é só! Mas eu estou gostando do resultado.
Eu: Também to amado, ta ficando do jeito que eu esperava. – sim eu estou começando a me acostumar com a idéia do casamento, embora ainda não saiba o porquê de ainda estar insegura.
Pegamos um táxi e fomos para casa, quando cheguei minha mãe já estava em casa e perguntou como foi, eu disse que tinha sido ótimo e que estava ficando lindo.
Subi para meu quarto tomei um banho e fui terminar alguns exercícios de casa.
I can be glamorous. Just like you see in all the magazines. I can be cool as ice. Or anything I want to be...
Eu: Alô? – que ta me ligando praticamente a meia noite?
: Oi Amor? – que susto pensei que era um tarado.
Eu: Oi Amor, que susto você me deu eu já tava dormindo.
: Desculpa, é que só agora eu tive tempo de ligar e queria escutar a sua voz. (n/a: que meigo.)
Eu: Ah tudo bem, não importa pode me ligar à hora que quiser.
: Que bom... Amanhã eu to voltando para casa, acabamos de fazer um show.
Eu: E ai como foi?
: Ah foi maravilhoso, as fãs cantaram todas as musicas.
Eu: Eu queria ter ido, mas eu ando ocupada com a escola e com prova de vestido.
: É... Eu tenho provado terno nos bastidores ashhsh vê se pode? Eu tava pensando da gente sair amanhã, o que você acha?
Eu: Eu acho ótimo, eu tenho uma coisa para te falar mesmo.
: Sobre o quê?
Eu: Lembra daquele dossiê que você me deu de aniversario?
: Lembro. Você leu?
Eu: Sim, e eu arranjei um jeito de falar com ele... mas isso eu te conto amanhã.
: Sua mal. Então amanhã eu passo ai lá pelas 15h00min.
Eu: Eu vou te espera beijo, te amo.
: Também. Tchau.
Desliguei o telefone e voltei a dormir. Acordei cedo no dia seguinte, agradecendo por hoje ser domingo, nada de escola e eu não precisaria me preocupar com prova de vestido.
Eu: Bom dia mãe! O que tem para o café? – dei um beijo nela e me sentei à mesa.
Mãe: Torrada, e bolo! – desse jeito eu não vou caber no vestido.
Comecei a comer e imaginando que quando o meu ‘pai’ aparece ali, se é que ele vai parecer, minha mãe ia me matar. Mais eu tenho esse direito eu tinha que conhecê-lo, e a culpa não é minha eu não falei nada, eu apenas respondi perguntas ele que desconfiou.
O resto do dia foi uma droga eu fiquei mofando na frente da TV, até a hora em que fui me arrumar para sair com o . Tomei bom banho, e coloquei um vestidinho solto com salto, fiz uma maquiagem, peguei minha bolsa e fui esperar na sala. (n/a: imagina os detalhes.). Não demorou muito para que a campainha tocasse, fui abrir.
: Nossa você ta linda! – e você ta perfeito como sempre. – Então vamos?
Eu: Vamos! – antes de ir avisei para a minha mãe que estava saindo. – E então vamos aonde? – perguntei assim que entrei no carro.
: No parque que tal? – eba faz tempo que não vou ao parque, mas espera ai que parque? (n/a: vide NFB II.).
Eu: Que parque? – não quero mais ver outro Nate na minha vida nunca mais.
: No parque de diversões! – ufa. – Por quê?
Eu: Por nada! – não vou contar vai que o acha que eu sou doida. – Então...
: Pois é...
Eu e : ASHHSHHS.
: Sem assunto né? – (n/a: sim estou sem assunto, então vocês vão fazer uma coisa que não precisa falar.). – Então vamos fazer uma coisa que não precisa falar.
Eu: O quê? (n/a: se faz de doida dois.).
: Isso! – ele aproximou seu rosto do meu e tocamos nossos lábios suavemente, já tínhamos praticamente um mês que não nós beijávamos já que ele estava na mine turnê. Ficamos nos beijando e o tempo voou e quando fomos ver já estávamos no parque.
Eu: Vamos a que brinquedo primeiro?
: Montanha russa! – ele fez uma cara de feliz. (n/a: lembrando que ele tava disfarçado.).
Eu: Não , eu adoraria mais eu to de vestido!
: Ah é, então vamos a casa mal assombrada?
Eu: Claro que... SIM!
: Pensei que você não ia querer, a maioria das garotas não gosta.
Eu: E quem disse que eu sou a maioria? – dei um selinho nele. – Então vamos comprar logo os ingressos.
Ficamos na fila por um tempo e compramos os ingressos, depois fomos para a casa mal assombrada. Assim que o carrinho começou a andar tudo ficou escuro, eu segurei forte na mão do (n/a: eu não tenho medo quando vou nesse brinquedo, mas sempre me assusto ¬¬). Apareceu um cara vestido de vermelho com ‘sangue’ espalhado pelo corpo e eu dei um grito, ele me abraçou como se quisesse me proteger.

.:Autora Narrando:.
estava na cozinha fazendo um bolo de chocolate quando escuta alguém tocar a campainha, tira o avental que usava e vai em direção a porta, assim que abri fica branca.
: O que você faz aqui Ricardo? – ela continua estática perante a imagem de um passado que tentava esquecer.
Ricardo: Eu preciso falar com você, e você não vai fugir! – ele nem esperou que a mulher lhe convidasse a entrar e entrou logo na casa. – É sobre a nossa filha!
: Como assim nossa filha? Que eu saiba ‘nós’ não temos nenhuma filha! – esta tentou disfarçar.
Ricardo: Você que eu conte toda a historia? Depois do que aconteceu depois da formatura você ficou grávida não foi? – a mulher apenas ficou calada. – Por que não me contou?
: Eu ia contar, mais quando fui falar com você encontrei sua mãe e ela disse que eu contasse tudo a ela, e eu ingênua contei. Mais ela me tratou mal e disse que eu queria aplicar um golpe da barriga...
Ricardo: Então foi por isso que ela insistiu para que fossemos morar em Londres... – abaixou a cabeça. – Então a é mesmo minha filha?
: É!
Ricardo: Ela foi ontem me visitar no escritório com umas colegas, e assim que eu a vi notei semelhanças com nos dois. E depois que eu perguntei o sobrenome e a idade então eu tive certeza.
: A foi aonde? – se levantou rápido da cadeira. – Eu não sabia disso, quando ela chegar vamos ter uma conversinha. (n/a: vc vai apanhar ashhsha.).
Ricardo: Eu quero recuperar o tempo perdido com a minha filha !
: Você acha que é fácil assim? Ele viveu por todos esses tempos sem você, acha que é só chegar a encher de presentinho que ele vai te amar feito pai?
Ricardo: Claro que não! Eu quero recuperar o tempo perdido.
: Vai ser difícil, você vai ter que se empenhar bastante. E a sua esposa e filha?
Ricardo: Ela vai entender. – Ricardo sabia muito bem que a mulher não entenderia tão fácil assim, mas preferiu não falar. – Eu quero passar um tempo com a minha filha!
: Você não esta pensando em tirar ela de mim não é?! – seus olhos começaram a encher de lagrimas. – Por que se você fizer isso!
Ricardo: Eu não vou fazer isso, até parece que não me conhece! – Ricardo era um homem muito bom, e nunca seria capaz de fazer isso, tudo o que queria era poder conquistar o amor da filha. – Eu só quero poder passar um tempo com ela.
: Se você prometer que será assim não terá problema.
Ricardo: Por que você não me conta um pouco mais sobre ela?!
: Tudo nem, mas antes eu tenho que desligar o fogo do fogão. – ela foi até a cozinha desligou o fogo e voltou para a sala. Começou a contar sobre a filha, até que chegou aos acontecimentos recentes.
Ricardo: NOIVA? – ele ficou perplexo com a noticia. – E de quem?
: Ele é uma garoto muito bom (n/a: bota bom nisso ahhas.) tem uma ótima família, e eles se amam de verdade.
Ricardo: Quem é?
: Jonas!
Ricardo: Esse nome não me é estranho... – ele pensou um pouco até que se lembrou. – Jonas Brothers! (n/a: teu papix é inteligente o meu ia falar o nome dos Jonas errado um milhão de vezes ahshas.).
: É ele mesmo, um ótimo garoto.
Ricardo: Minha filha Bruna gosta dessa banda, ano passado ele me fez a mandar para um acampamento porque eles estariam lá!
: A também foi para esse acampamento. – eles ficaram conversando como se fizessem descobertas.

.: Narrando:.
: Que bom que você resolveu conhecer seu pai.
Eu: Sabe já estava na hora, e eu nem precisei falar nada porque acho que ele desconfiou de tudo assim que me viu. – tomei um pouco de sorvete, nos tínhamos ido para a sorveteria. – Mas sei lá e se ele não gostar de mim?
: Impossível alguém não gostar de você! – ele me deu um selinho.
Eu: E se ele for contra... – abaixei a cabeça.
: Nós dois? – eu fiz que sim com cabeça. – Não vai acontecer nada, porque nada vai separar agente certo?
Eu: Certo!

Capitulo 7: My stepsister.


Ficamos à tarde inteirinha no parque, foi uma tarde muito boa. O me convidou para ir até a casa dele e eu aceitei. Quando eu cheguei adivinha quem estava lá? Quem falou acertou! Ela e o não perdem uma oportunidade de se verem, acho que esses dois vão ser os próximos a casarem.
: Quer tomar alguma coisa? – o me perguntou enquanto olhava o que tinha geladeira.
Eu: Refrigerante?
: Tem sim, eu vou pegar uns copos! – ele foi até o armário pegou uns copos e colocou os refrigerantes. – Sabe tem uma coisa que nos não escolhemos!
Eu: O quê? – tomei um gole de refrigerante.
: Os padrinhos! – COMO EU ESQUECI ISSO! – Eu pensei de nos chamarmos o e a !
Eu: Boa idéia! Eles vão ser seus padrinhos e a e o os meus?
: Você que sabe! – ele tomou refrigerante e prosseguiu. – Tem aquela historia do e... Você acha que ele vai aceitar?
Eu: Acho que sim, por que isso é passado! – é mesmo? – E também tem a , mas ela me contou que estava confusa e que agora acabou descobrindo que gosta mesmo é do !
: Serio? Que bom, porque agora quem sabe as coisas se acertem! – ele deu a volta no balcão e ficou ao meu lado. – Você quer que eu fale com o ?
Eu: Não, pode deixar eu falo. Eu vou lá agora!
: Ta eu te espero na sala de jogos. – ele me deu um beijo. – Boa sorte!
E olha que eu vou precisar dessa sorte mesmo. Subi a escada rápido e fui até o quarto do , bati na porta e ele logo veio abrir. Parecia que ele estava dormindo, a roupa estava bagunçada e os cabelos também.
Eu: É... desculpa te atrapalhei?
: Eu estava dormindo. Mas tudo bem! – ele deu um sorriso lindo. – Eu precisava mesmo falar com você, entra! – ele deu espaço para eu passar, mas eu fiquei parada na porta. – Pode entrar eu não vou fazer nada!
Eu: Ta! – entrei e me sentei na cadeira do computador. Ele sentou-se na cama. – eu queria te convidar para é... ser padrinho do meu casamento com o !
: Padrinho? – pensei que ele ia ter um ataque de fúria, mas não ele estava calmo. – Ta eu aceito, vai ser legal.
Eu: Vai? – essa reação me surpreendeu. – Que bom então.
: Vou! E... – ele respirou fundo e começou a falar. – Eu queria te pedir desculpas , o que eu fiz foi errado. Você e meu irmão se amam, e se eu gosto dos dois mesmo eu tenho que aceitar isso.
Eu: você não sabe como eu fico feliz de ouvir isso, eu gosto muito de você e não dava para ficar naquele clima chato.
: Eu sinto muito, a partir de hoje nos vamos ser amigos de verdade! – ele se levantou e nos nós abraçamos, mais dessa vez foi abraço de amigo, pelo menos da minha parte. Fico feliz em saber que todo aquele problema se resolveu. (n/a: tu que pensa ashhshs.). Ouvi a porta se abrir...
: Espero não estar atrapalhando! – PQP! O estava com os braços cruzados nos olhando, nos separamos do abraço.
Eu: o aceitou o convite.
: É! Que bom. Agora só falta falar com a !
: A vai ser madrinha?
Eu: Vai! Tem problema?
: Não, por mim tudo bem, talvez ela que não queira!
: Isso nos vamos saber quando falarmos com ela. – olhou no relógio. – Já ta na hora né ? Eu te levo em casa!
Eu: Ta bom, tchau !
: Tchau! – ele deu um sorriso. O segurou na minha mão e saímos do quarto do .
Eu: Ta me mandando embora? – disse brincando.
: Sua mãe já deve estar achando que você esta demorando de mais. – ele disse serio.
Eu: tem alguma coisa que você queira dizer? – parei no meio do corredor, ele estava esquisito desde que entrou no quarto do . – Pode dizer!
: É que... eu fiquei com ciúmes quando te vi abraçada com o ! – ahshhs o quê? (n/a: até parece que ele não tem motivos ¬¬).
Eu: fala serio! Não tem nada ver nos somos só amigos.
: Mais e o que você me falou no Iate? (n/a: vide NFB II.).
Eu: Mais foi no passado porque agora nos somos só amigos, e não precisa ficar pensando besteira. – fui andando na frente dele. – Pensei que nos tínhamos prometido confiar um no outro!
: Me desculpa! – ele me acompanhou. – Eu confio em você, é que sei lá!
Eu: Esta bem eu te desculpo. – dei um beijinho nele. – Mas eu tenho que ir mesmo para casa, me leva?
: Só se for agora!
O me levou para casa nos despedimos e assim que eu fui entrar em casa notei uma coisa estranha, um carro de luxo estacionado na frente da minha casa. Tirei a chave da bolsa e destranquei a porta, assim que entrei tive uma SURPRESA, o meu pai Sr. Willians estava sentado no meu sofá conversando com a minha mãe, perdi alguma coisa?
Eu: É... Boa Noite! – corri para subir a escada. – Eu vou subir!
Mãe: Ainda não mocinha! – FUDEO. Ajoelhe, chore e diga que esta arrependida, seja lá o que eu tenha feito. – Senta aqui no sofá! – eu já disse que me fudi?
Dei meia volta e me sentei no sofá. Minha mãe se sentou também.
Mãe: , você foi à empresa do Sr. Willians? – ela disse seria.
Eu: Fui mais eu não fiz nada! – meu lema é NEGUE ATÉ A MORTE. (n/a: o meu também é esse, e eu sou foda eu minto olhando no olho da minha mãe.).
Mãe: Eu sei. Você foi lá porque queria conhecer seu pai! – quem disse uma mentira verdadeira dessas? (n/a: hshhahs mentira verdadeira ahshsh.). – E não precisa mentir, porque nos já conversamos, e o Ricardo é sim o seu pai.
Eu: Já que você diz né? Ta bom então, eu posso subir? – fria eu? Não! Acontece que eu não o considero pai, pai é quem cria, quem me deu amor a vida inteira, e acontece que nem uma das coisas citadas esse cara que ta minha frente fez.
Mãe: Quer parar com isso ?! Você não queria o conhecer?
Eu: Queria!
Mãe: Então?
Eu: Eu já conheci, e é só! – a cara do Ricardo foi ao chão e voltou. – Eu não quero ficar dando trabalho para ninguém, e muito menos atrapalhar uma vida formada. Discurso típico de pais que abandonam as filhas. – que, é essa falando? Ela com certeza não é eu. – Agora eu vou dormir.
Mãe: Mocinha é melhor sentar! – me sentei do novo no sofá. – O seu pai...
Eu: Biológico! – completei.
Mãe: Ele vai te levar para passar uns dias na casa dele. – WHAT?
Eu: Eu não quero ir para casa de uma pessoa que eu nem conheço.
Sr. Willians: Você vai passar uns dias comigo filha, para nos nós conhecermos melhor. – filha? Agora vem querer dar uma de pai? Fala serio! – Eu não vou separar você da sua mãe, só quero um tempo para recuperar o tempo que perdermos.
Eu: Você pode ser pai biológico, mas para eu te considerar um pai de verdade vai ser muito difícil. Então só passar uns dias com você não vai mudar em nada.
Sr. Willians: Eu sei disso, eu só peço uma chance! – ¬¬*
Mãe: Vá arrumar as suas malas, você vai passar essa semana na casa do seu pai.
Eu: Biológico! – me levantei e fui até meu quarto, peguei uma mala e comecei a colocar as minhas roupas e tudo o que eu precisaria na mala.
Mãe: Filha eu sei que é difícil para você. – ela entrou no quarto e sentou na cama. – Mas vai ser melhor, quem sabe vocês se conhecem direito.
Eu: Pode ser, mas ele nunca vai ocupar o lugar do meu pai. Que pelo contrario dele nos acolheu quando precisamos e não nos abandonou.
Mãe: Filha eu tenho certeza que vocês vão se entender, e ele tem uma filha que tem quase a sua idade. – mamãe me ajudava a arrumar as minhas coisas. – E vocês podem se dar bem, quem sabe vocês podem até virar amigas.
Eu: Quem sabe! – enquanto minha mãe arrumava as malas eu arrumava minha necessary. – Mãe você falou para ele do ?
Mãe: Falei!
Eu: E o que ele disse?
Mãe: Nada de mais, se ele é contra não demonstrou isso. – terminamos de arrumar as minhas coisas e descemos. – Filha eu quero que me ligue todos os dias e todas as horas.
Eu: Pode ter certeza que eu vou ligar! – enquanto isso meu ‘pai’ colocava as minhas malas no porta-malas do carro de luxo dele. – Tchau mãe, e avisa para a e a !
Mãe: Pode deixar, e boa sorte filha!
Despedi-me (n/a: despi-me ashhsha olha as mentes leitoras.) da minha mãe e entrei no carro coloquei o cinto de seguranças. Ficamos um bom tempo calados, eu não tenho nada a dizer que não sejam frases de revoltas, então é melhor ficar calada.
Sr. Willians: Então é verdade que você namora com Jonas? – ele falou depois de minutos no completo silencio.
Eu: É verdade! – ninguém merece. ¬¬
Sr. Willians: Então vocês vão se casar? – é mesmo eu não sabia?
Eu: Sim! – revirei os olhos.
Sr. Willians: Você não acha que é muito nova para casar?
Eu: Nem tanto, eu e o nos amamos então... – só falta ele ser contra.
Sr. Willians: Bem se é assim que você acha que vai ser feliz... – Aposto que ele diz isso só para tentar conquistar minha confiança. – Eu quero que saiba que eu te apoio. (n/a: hahahha só em fic mesmo.).
Eu: Obrigada! – eu ia dizer um Valeu, mas vai que ele me acha uma marginal? Hei e daí eu não me importo com o que ele pensa de mim mesmo! Ou me importo?
Sr. Willians: Chegamos, essa é a minha casa! – espera eu conheço esse lugar! É o condomínio em que os Jonas moram? Não... Parece mais eu não lembro dessa parte do condomínio. – Eu vou pedir para que o mordomo leve as suas coisas para o seu quarto!
Eu: Ta! – a casa? Enorme, era de dois andares na cor branca, a porta de entrada era de madeira nobre toda talhada em desenhos. Assim que entramos vi que a casa era muito linda por dentro também, em frente à porta principal tinha uma enorme escada que dava acesso ao andar de cima, tapeçarias, e um lustre luxuoso davam os detalhes finais à organização da casa.
Sr. Willians: Bem filha essa é a sua nova casa...
Eu: Eu já tenho uma casa, e não é essa! – ta vocês podem estar pensando que eu sou má, mas eu não o sinto ainda como pai, ele nunca esteve comigo, em todos os dezesseis anos da minha vida ele não estava em nenhum dos meus aniversários, quando eu tinha medo à noite ou quando precisava de um pai para ler um livro para mim ele nunca estava lá. (n/a: sou tão realista que vcs deve pensar que meu pai não é meu pai de verdade ahshs.).
Sr. Willians: , por favor, não me trate assim eu sou seu pai!
Eu: ¬¬
Sr. Willians: Eu quero que você conheça a sua irmã, aposto que vocês vão se dar bem! – pois eu aposto justamente o contrario, e algo me diz que eu ganho essa. – Bruna vem aqui!
Bruna: Pai que bom que você chegou! – uma garota desceu as escadas, e eu me lembro muito bem dessa figura. – ?
Eu: BRUNA? – só pode ser pegadinha, cadê as câmeras, ta legal eu cai nessa! EU NÃO CREDITO QUE AQUELA TRAIRA DO ACAMPAMENTO É MINHA IRMÃ! Aquela bruxa que se fingiu de minha amiga, que tentou roubar meu lugar no show, que tentou roubar o MEU . Eu sabia que ia ganhar essa aposta.
Bruna: Pai o que essa garota esta fazendo aqui? – ela bateu o pé, chata ¬¬. – Essa garota roubou o meu lugar no show de encerramento do acampamento.
Eu: Você esta muito enganada, você roubou o meu lugar. Eu ia cantar e você na primeira oportunidade usurpou o meu lugar. – o Sr. Willians parecia não entender nada.
Bruna: Ô pai o que essa garota faz aqui?!
Sr. Willians: É uma longa historia, vá chamar sua mãe e nos vamos conversar os três. – ela subiu correndo para chamar a mãe. – E você pode ir para o seu quarto, é a penúltima porta do corredor!
Eu não disse nada peguei a única mala que trazia na mão e subi as escadas, abri a penúltima porta do corredor e entrei. O quarto era bem arrumado, as paredes eram rosa, do lado direito um closet enorme, do lado esquerdo uma cama enorme de casal com um edredom azul claro e vários travesseiros, o quarto também tinha uma varanda e um banheiro que era quase do tamanho do meu antigo quarto. Ouvi alguém bater na porta então fui abrir, era um dos empregados trazendo as minhas malas. Eu disse um obrigada e voltei a fechar a porta. Deitei-me na cama olhando para o teto, eu nunca devia ter ido atrás dessa historia, eu estava muito bem antes de ir atrás desse tal pai, agora eu tenho uma meia irmão chata que me odeia, e parece que a idiota não se toca que ela é a vilã da historia e quer pousar de mocinha, HELLO eu sou a mocinha da historia.
Fiquei um tempo na cama pensando nessa nova vida, até que me levantei e fui tomar um bom banho no meu mais novo enorme banheiro. Depois do banho fui arrumar as minhas coisas no closet, escutei alguém bater na porta e fui abrir.
Eu: Oi? – abri a porta, uma mulher com um coque preso no alto da cabeça e uma roupa de governanta, deu um enorme sorriso e foi dizendo.
Governanta: O Sr. Willians pediu para que eu chamasse a senhorita para o jantar.
Eu: Pode me chamar de ! – ela abriu um sorriso. – E você como se chama?
Governanta: Eu sou a Amber. Você parece ser diferente da Bruna a outra filha do Sr. Willians.
Eu: Você quer dizer arrogante e que gosta de desprezar os outros?
Amber: Você que disse! – a Amber parecia ter uns 36 anos. – Bem eu vou indo, é melhor você não demorar a Sr. Kim fica pirada quando alguém atrasa o jantar.
Eu: Ah valeu por avisar, eu já vou indo! – ela saiu e eu entrei rapidinho só para por uma sandália.
Bruna: Então você é minha irmã? – ela disse assim que eu saí do quarto e já estava descendo as escadas. – Esse mundo é pequeno não?
Eu: Eu que o diga, mas como você saiu do armário? – ela ficou vermelha de raiva. (n/a: Vide NFB.)
Bruna: Com a sua ajuda que não foi. – ela fez cara de pouco caso. – Mas então você gostou das rosas que eu te mandei?
Eu: Foi você que me mandou aquelas rosas? – eu devia saber que tinha sido uma pirada.
Bruna: Assim que soube eu te mandei maninha. Mais quem diria que você e o iam ficar noivos? Eu mesmo achei que em dois meses ele abusava de você!
Eu: Não Bruna as pessoas só abusam de pessoas vazias, como você, sabe é que esse tipo de pessoa geralmente não tem nada a oferecer. – GO! Eu não me reconheço nunca fui de bater boca, mas eu não podia agüentar calada. – Agente vai se atrasar para o jantar, é melhor irmos maninha!
(...)
Eu não quero falar sobre aquele jantar. Ta eu vou falar só porque não vou matar ninguém de curiosidade.
A Kim é uma das mulheres mais chatas que eu já vi, ela passou o jantar inteiro tentando convencer o Sr. Willians de como ela precisava de um colar de diamantes, eu não sei como o meu pai, que aparentar ser legal, foi se casar com uma mulher dessas e ter uma filha dessas, que agora eu sei a quem puxou. (n/a: a partir de agora você vai o chamar de pai quando estiver pensando, to cansando de escrever Sr. Willians, esse foi o ultimo Sr. Willians, porque se eu escrever mais um Sr. Willians eu me mato, porque eu abusei de escrever Sr. Willians, então foi o ultimo Sr. Willians. Ahshahss pareceu à música do Tiririca, e sim foi no C + C.). Sem falar que ela tentava o tempo todo me excluir quando o meu pai ia tentar falar comigo ela dava um jeito de falar de um assunto qualquer.
Finalmente o jantar acabou e eu fui para meu quarto, e finalmente só, sem irmã chata que veio do passado para infernizar a minha vida, e sem madrasta perua.
Eu: A esta? – liguei para a casa .
: Amiga eu já soube de tudo eu liguei lá na sua casa e sua mãe me contou, e como você ta?
Eu: Você nem vai acreditar!
: O quê?
Eu: Sabe a Bruna do acampamento?
: O que tem?
Eu: Ela é minha meio irmã, eu cheguei aqui e dei de cara com ela. E ela ainda veio dar uma de vitima.
: MENTIRA! Que mundo pequeno, como ela saiu do armário ein? Ahshhsahsh
Eu: AHSHHASHSH vai saber! E a mulher do meu pai é uma perua que só pensa em gastar, e só fala besteira.
: Ai amiga que pena isso, mais você não vai morar ai para sempre não né?
Eu: Claro que não! Mas sabe eu acho que aqui é o mesmo condomínio dos Jonas!
: Não acredito que você não sabe direito que condomínio SEU namorado mora?! ¬¬
Eu: Eu tenho quase certeza, mas é porque eu não lembro dessa parte do condomínio.
: Dá um jeito de dar uma volta por ai.
Eu: É depois eu faço isso, mas avisa tudo para a ta? Eu tenho que desligar! Beijos.
: Beijos, e boa sorte.
Desliguei o telefone coloquei uma camisola e fui dormir, acordei cedo no dia seguinte. Me arrumei para ir a escola, coloquei uma calça skinny e um vestidinho preto por cima, coloquei um saltinho e peguei meus matérias.
Amber: Bom dia senhorita. – a Amber me cumprimentou assim que desci as escadas.
Eu: Eu já disse que pode me chamar de !
Amber: É que se a Sr. Kim me ver te chamando pelo nome... Já sabe né?
Eu: Ahh entendi, mas fique sabendo que pode chamar de !
Amber: Seu pai já foi para a empresa, você quer tomar café? A Sr. Kim e a Bruna já estão tomando café.
Eu: Não to a fim de ver aquelas duas, será se dá para eu tomar café na cozinha?
Amber: Quem ia querer tomar café com aquelas duas, da até má digestão.
Eu: ASHAHSHS. – a Amber me levou até a cozinha. Sentei-me em um dos bancos do balcão e dei bom dia para todos que estavam ali desde o cozinheiro até a faxineira. Em pouco tempo ficamos amigos, eles disseram que a Kim e a Bruna tratavam todos os empregados mal, e que os travam quase como escravos. – Ai gente e o Sr. Willians sabe disso?
Gaspar (cozinheiro/cheff): Não, a maioria das vezes elas fazem isso quando ele não esta em casa.
Mel (faxineira): Eu ainda não entendo como uma pessoa tão boa como o Sr. Willians casou com uma mulher como aquela!
Bryan (motorista): Vai saber né? eu vou te levar na escola, e já esta na hora.
Eu: Tem razão, bem pessoa bom dia! – eles me deram um animado bom dia.
O Bryan me levou até a escola e assim que cheguei eu corri para a sala para conversar com a e com a .
As aulas foram até legais se bem que na maioria quando arranjávamos tempo nos conversávamos, eu contei tudo para elas, e depois contei para a do .
Eu: Viu você tem chances! – ela deu um sorriso bobo.
: Eu não quero criar esperanças!
: Tenta, o máximo que pode acontecer é não rolar nada.
Eu: E por falar nisso, você vai ser a minha madrinha de casamento e o o padrinho.
: Valeu né! E eu?
Eu: Você e o vão padrinhos também, só que da parte do !
: Pensei que vocês estavam nos excluindo! – eu e a caímos na risada.
Eu: Eu preciso ir o Bryan já chegou para me buscar. – ele buzinava na entrada da escola. – Até amanhã!

Capitulo 8: Separação.


Por sorte quando cheguei em casa a tosca da Bruna e nem a mãe dela estavam, resumindo estava sozinha em casa. Subi para meu quarto tomei um banho e fui almoçar, almocei na cozinha mesmo na companhia dos empregados.
Pequei meu Mp600 Mp5(n/a: daqui um dia chega nos 600, todo dia sai um Mp novo ashs.) e coloquei os fones, fui dar uma volta pelo condomínio para conhecer melhor o lugar. As ruas eram calmas e pouco movimentadas, era difícil ver alguém passando por ali, uma vez ou outra se via alguém passeando com o cachorro.
Parei no meio da rua meu celular estava tocando olhei no visor e era o .
Eu: Oi!
: Oi, você esta ocupada?
Eu: Não.
: Cuidado para ninguém te atropelar.
Eu: Como assim?
: Ficar parada no meio da rua, porque você não vai para a calçada? – como assim? Como ele sabe que eu estou no meio da rua? – Vira de costa!
Virei-me de costa e vi que o estava atrás de mim o tempo todo, desliguei o celular e comecei a rir.
: O que você esta fazendo aqui? – ele guardou o celular no bolso, e nos sentamos em um banco que tinha na calçada. (n/a: condomínio de rico é outra coisa ashs.).
Eu: Eu nem tive tempo de te contar, mas aconteceu tudo ontem... – ai eu comecei a contar toda a historia para ele, que eu tava um tempo na casa do meu ‘pai’ e que a Bruna era minha meia irmã. – Foi isso!
: Nossa... Tem um lado bom, agora nos podemos passar mais tempo juntos. – é tanto tempo que vamos abusar a cara do outro antes de casar. – Então eu vou te mostrar o lugar.
Eu: Você quase não tem tempo de andar por aqui, deve conhecer menos que eu.
: Ah é tem esse detalhe, mas vamos conhecer juntos! – ele segurou na minha mão e saímos de mãos dadas pelas ruas do condomínio.
Eu: Ta chegando perto não é?
: É! (n/a: falando do casamento.) Então quer passar lua de mel onde? – eu engoli a seco fiquei vermelha, roxa, rosa, azul. Lua de mel? – Havaí seria legal! – é? Eu quero correr daqui. – ta escutando?
Eu: To! – eu to suando frio, acho que vou passar mal. (n/a: eu já tinha desmaiado. Shahash.). – É... sei... lá Brasil?
: Brasil? Pode ser. - (n/a: não, não vão para o Brasil vcs vão levar uma bala perdida, os manos do morro vão seqüestrar o seu Jonas.).
Eu: Não tem graça você já viajou para tudo que é lugar. (n/a: ele não ta nem ai pra viajem ele ta falando de outra lua de mel ahshashs AGORA EU PAREI.).
: Brasil eu nunca fui! – ele começou a rir. – Eu preferiria o Havaí. (n/a: quem não preferiria.).
Eu: Por mim pode ser. – to nervosa com essa conversa, agora eu já sei por que to insegura. – É então eu tenho que ir para casa.
: Eu te acompanho.
Eu: Então vamos?! – fomos andando até a ‘minha casa’, me despedi do com um beijo (lê-se beijão).
Entrei em casa e adivinha quem estava lá? A Bruna pé no saco ashsh. Não tem mais jeito de eu ser amiga dessa garota, nunca mais nunca mais mesmo eu confio nela. Em pensar que eu vou ter que agüentar essa peste pro resto da vida. A minha sorte é que depois que eu casar eu não vou ter que aturar mais essa peste.
Bruna: Na rua maninha? – ¬¬ meu que menina insuportável.
Eu: Não eu tava no telhado você não viu?
Bruna: Hei eu quero parar com essas brigas, porque não viramos amigas de novo?
Eu: Porque confiança só se ganha uma vez, e depois que você a perde não se recupera jamais. – coloquei o Mp5 no bolso. – E não vem com essa de querer ser minha amiga, porque quem não te conhece que te compre. E da licença eu vou para o meu quarto!
Bruna: Nossa eu to falando a verdade! – falsa, como consegui mentir assim na cara de pau. – E cuidado com o degrau!
Eu: Pode deixar! – assim que pisei no degrau da escada meu sapato grudou no tapete eu puxei e nada, estava colado com cola. – Sua...
Bruna: Eu avisei! – ela começou a rir, e se eu não estivesse grudada ali eu matava aquela... – Puxa o pé!
Eu: Como você é infantil. – puxei o pé, e adivinha? A passadeira da escada rasgou. – Droga!
Bruna: Ah que pena, essa era a preferida da minha mãe. – PQP. – Deixa que eu conto para ela. MÃE!
Kim: O que foi Bruna... – assim que chegou na sala ela olhou para a passadeira e ficou branca. – O QUE VOCÊ FEZ COM A MINHA PASSADEIRA GAROTA?
Eu: Sua filha aprontou uma brincadeirinha comigo, foi isso.
Bruna: Agora você vem querer colocar a culpa em mim? – ela fez cara de inocente. Que ódio. – Assuma seus erros.
Kim: Eu sabia que isso não ia dar certo. O Ricardo tinha que trazer essa bastardinha para dentro da nossa casa. – COMO É QUE É? Agora eu tenho certeza que eu nunca devia ter vindo atrás desse pai. – Garota você só é um problema aqui, porque você não se toca e vai embora, porque aqui ninguém vai sentir a sua falta.
Eu: Quer saber é isso mesmo que eu vou fazer! Ficar aqui nessa casa com duas pessoas tão... – eu não falei o resto, era tudo palavrão.
Abri a porta da sala com raiva e bati com força, fui andando pelas ruas do condomínio amaldiçoando tudo que passava na minha frente. Aquela perua ridícula quem ela pensa que é para falar assim comigo?! Eu não entendo o que ela fez para casar com o Ricardo, que é muito diferente dela e daquela Bruna. Depois de um tempo cheguei à casa dos Jonas, toquei o interfone.
Interfone: Quem é?
Eu: É... é a !
Interfone: Pode entrar. – o portão se abriu.
Assim que o portão abriu entrei, o estava no jardim e veio correndo falar comigo.
: Aconteceu alguma coisa ? – eu tinha lagrimas nos olhos.
Eu: Aconteceu! – eu contei tudo para ele. – Eu não volto mais para lá nunca mais, nem que o meu ‘pai’ venha me buscar. Eu só vou lá de novo para pegar as minhas coisas.
: você não acha que é melhor pensar um pouco?
Eu: Não, ninguém nunca me tratou assim, você sabe como é horrível? Eu não pedi para morar lá e muito menos para ele querer vir da uma de pai agora.
: Ah eu sei como deve ser difícil para você, mas aos poucos vai tudo se acertar. – ele me deu um abraço forte. Fazia tanto tempo que eu não conversava assim com o , a ultima vez que eu me lembro foi no acampamento.
e eu ficamos ali no jardim conversando por um tempo, falamos de tudo. Fazia tanto tempo que não conversávamos então colocamos o papo em dia, eu contei para ele que estava nervosa por causa do casamento.
: Então é por isso que você ta nervosa?
Eu: É... sabe eu não to pronta pra...isso! (n/a: vcs sacaram né o que é o ‘isso’? ahhshas.).
: AHSHAHSHSHAH
Eu: Para de rir ¬¬.
: Foi mal, ah eu acho que vai dar tudo certo ninguém precisa ficar botando pressão em ninguém, quando tiver acontecer que ser vai ser ahshahshash. Ta parei.
Eu: Valeu. – ele fica rindo, até parece que ele é profissional nisso. Que eu saiba ele é tão virgem quanto eu. – É... será se tem problema se eu ficar aqui... até as coisas melhorarem por lá?
: Claro que não, você é de casa.
Eu: Valeu . – meu celular começou a tocar, olhei no visor e era a minha mãe. Ela vai me matar porque eu não liguei para ela. – Alô?
Mãe: se eu não ligo você não liga né? – eu fiz um sinal para o que eu ia me afastar para falar no telefone.
Eu: Eu não tive tempo mãe.
Mãe: E ai como anda as coisas?
Eu: Mãe eu quero voltar para casa, à mulher do meu pai é uma bruxa e a filha deles então... Sabe aquela Bruna que tentou roubar minha apresentação no acampamento?
Mãe: Sei!
Eu: Por enorme conhecidência é ela, e hoje ela aprontou uma comigo e a Kim veio encher meu saco. Serio mãe eu quero voltar para casa.
Mãe: Filha isso aconteceu? E seu pai sabe disso?
Eu: Não! E com certeza não vai acreditar. Será que dá para a senhora vir me buscar aqui na casa dos Jonas?
Mãe: Eu sabia que isso não ia dar certo. Fica ai eu vou te buscar.
Eu: Ta bom, eu vou ficar esperando! – desliguei o telefone, e voltei para perto do .
: Vamos entrar?
Eu: Ta! – assim que estávamos entrando na casa eu encontro o .
: o que você esta fazendo aqui? – ele desceu a escada rápido e me abraçou. – Pensei que tinha ido para casa! Alias eu te vi entrando ahshhashs.
Eu: É! Só que aconteceu umas coisas e eu saí de lá.
: Ela discutiu com a madrasta!
: O que aconteceu! – eu não contei mais o contou, precisava o ver contando como era fofinho, parecia que tinha acontecido com ele. – A Bruna não aprende mesmo, depois do que aconteceu ela continua do lado negro da força.
Eu e : ASHSHHAS
: Eu lembro bem como ela é falsa, ficou dando em cima de mim e depois que a teve que ir embora ela quis roubar seu lugar em tudo. – até com o , acho que ela quer ser eu.
: Ai fica assim não você tem a todos nos do seu lado.
Eu: Eu sei, é por isso que eu não to pior.
: Então vamos comer alguma coisa?
: Eu ia fazer isso mesmo! – fomos para a cozinha e começamos a fazer um sanduíche muito louco, nos estávamos nos divertindo tanto, fizemos uma festa só para fazer um simples sanduíche.
Eu: Cadê a Tia Dê? – dei uma mordida no sanduíche.
: Ela foi até um bufê... – ele deu uma mordida no sanduíche. – Acho que é pro casamento de vocês dois! – eu e o nos engasgamos, parece que ainda não caiu a ficha. Nos vamos nos casar. – Vocês sempre se constrangem quando alguém fala...
: já chega né? – interrompeu o , a tempo antes que ele começa-se a falar mais besteiras. – atende a porta!
: Por que não vai você?! – devia ser a minha mãe tocando a campainha. – Ta bom eu vou!
: Quer que eu vá com você? – ele disse assim que o saiu para abrir a porta.
Eu: Se não for incomodar!
: Quê isso! Vai ser um prazer!
Eu: HHSHASHHA... – O colocou o sanduíche no prato, e foi se aproximando de mim. A cada momento ele chegava mais perto eu já podia sentir a respiração dele bater no meu rosto quando...
: Eu sabia que vocês iam fazer isso assim que eu saísse aahshhas...
: ¬¬* até parece que você fica só conversando com a né? – parou de rir.
: Um a zero. – ele pegou o sanduíche. – a sua mãe ta te esperando lá na sala.
Eu: Ah... Valeu por tudo ! – dei um abraço nele e fui até a sala acompanhada pelo . – Mãe! – corri e dei um abraço apertado nela.
Mãe: Então vamos?
Eu: Vamos, mas antes temos que pegar as minhas coisas que estão lá!
Mãe: Ta bom vamos!
Fomos andando até a casa do meu ‘pai’ o nos acompanhou, quando chegamos em frente a casa eu percebi que o meu ‘pai’ já estava lá, porque o carro dele estava na porta. Bati na porta e a Amber veio abrir.
Amber: onde você estava seu pai esta preocupado, e a Kim inventou um historia mirabolante para ele.
Eu: Eu só vim buscar as minhas coisas, eu não vou ficar mais aqui nem um minuto! – eu já ia subindo as escadas quando o Sr. Willians aparece vindo da sala de jantar acompanhado por Kim e Bruna. A Bruna fixou os olhos no assim que o viu.
Sr. Willians: Onde você estava ?
Eu: Eu estava na casa de uns amigos, eu vou embora!
Sr. Willians: O que você aprontou? – que historia a Kim inventou agora.
Eu: Nada! Você não sabe da verdade, e nem precisa saber! Por mim tanto faz porque eu vou embora.
Kim: Não seja mal educada garota, você agride a Bruna e quer pousa de boa moça? – QUE MENTIRA DO CARALHO É ESSA?
Eu: Do que você esta falando? – desci a escada. – Eu não agredi ninguém, isso tudo é mentira.
Sr. Willians: se for verdade é bom que conte.
Mãe: Minha filha nunca bateu em ninguém, isso tudo deve ser uma invenção.
Kim: E quem é você? – ela olhou de cima a baixo para a minha mãe.
Mãe: Eu sou a mãe da .
Kim: Você é quem tentou dar o golpe da barriga?!
Mãe: Não querida eu sou um mulher descente e não uma perua que só quer gastar o dinheiro que não é seu. – mãe? Isso ai mãe acaba com essa loira falsa.
Kim: Agora sabemos a quem essa garota puxou. – lagrimas de ódio desceram pelo meu rosto.
Eu: Para mim já chega, ter aceitado vir passar uns dias aqui foi um engano. Vou pegar as minhas coisas e ir embora. – subi a escada rápido. Cheguei ao meu novo ex quarto, peguei minhas malas e comecei a guardar tudo o que eu já tinha arrumado ali dentro.

.:Autora Narrando:.
Kim: Pelo menos ela reconheceu que bateu na minha filha.
: Você é louca ou o quê? A não bateu em ninguém ela não é esse tipo de garota.
Kim: Você tem alguma prova disso? – confiava na filha e sabia que tudo o que Kim dizia era mentira, mas infelizmente na tinha como provar.
Amber: Eu tenho! – Amber que esteve todo o momento calada finalmente de manifestou. – Eu vi tudo o que aconteceu... Eu estava limpando o armário que fica perto da escada e escutei tudo.
Kim: CALA A BOCA SUA CRIADA! – Kim sabia que seria desmascarada na frente de todos.
Sr. Willians: Não Kim! Amber nos conte tudo o que viu.
Amber: Sim senhor. A chegou em casa e a Bruna foi provocar ela, ela colou o pé da na passadeira do escada e disse para a mãe. A senhora Kim ficou com muita raiva e tratou mal e a chamou de bastardinha.
Sr. Willians: Isso é verdade Kim? – ele virou-se para a mulher. – ISSO É VERDADE?
Kim: Claro que isso é mentira! – ela tentava a todo custo ocultar a verdade. – Acredite em mim querido.
Sr. Willians: me desculpe por tudo isso. Por favor, não vá embora agora. – fez que sim com a cabeça. – Kim vamos conversar no meu escritório.
Kim: Certo! – antes de sair da sala ela lançou um olhar maligno para Amber, esta não se importou porque sabia que o que fez era certo.
Sr. Willians: Como você fez isso? – ele disse assim que chegaram ao escritório.
Kim: Eu não agüentava mais você só falando dessa bastardinha o tempo todo.
Sr. Willians: Não fala assim ela é minha filha. E mais filha do que a Bruna!
Kim: Agora vai jogar na minha cara? Só porque a Bruna não é sua filha de sangue! (n/a: TO DE CARA.).
Sr. Willians: Acontece que você não tinha o direito de tratar a assim. Você devia ser grata por eu ter acolhido você e a sua filha.
Kim: Grata por quê? Você nunca me deu amor querido, você sempre amou aquela vagabunda que ta lá na sala. (n/a: não xinga a mãe das minhas leitoras sua guenga.).
Sr. Willians: Kim você esta passando dos limites.
Kim: Passando do limites? Você nunca me viu passando dos limites, eu quero que você coloque aquela bastardinha para fora dessa casa. – ela andava de um lado para o outro do escritório.
Sr. Willians: Quer saber de uma coisa?
Kim: QUERO!
Sr. Willians: Eu quero divorcio! – ele disse decidido, Kim havia passado dos limites. – Desde que nos casamos nunca deu certo, porque você é uma mulher vazia e fútil. Fingiu que o filho que esperava era meu quando na verdade não era, e mesmo assim eu não me separei de você, mas essa foi à gota de água.
Kim: Se você se separar de mim vai ter que me dar metade da sua fortuna!
Sr. Willians: Eu não to nem ai, desde que eu me livre de você. – a mulher vendo que sua chantagem não estava dando certo começa a chorar. – Vá arrumar as suas coisas eu não quero passar mais nem um dia tendo que olhar para você.

Capitulo 9: Dia da Noiva.


.: Narrando:.
Terminei de arrumar minhas coisas e desci para a sala, lá parecia estar tudo mais calmo.
Eu: Vamos mãe! – o me ajudou a levar uma das malas. – Eu quero ir embora.
Mãe: Vamos querida! – já estávamos saindo quando escuto meu ‘pai’ nos chamar. – Ricardo agora já é tarde de mais, eu sabia que nunca devia ter aceitado deixar a passa uns dias com você. Nos vamos embora e você pode voltar com a sua vida de sempre.
Sr. Willians: me desculpe por tudo eu nunca pensei que a Kim chegaria a esse ponto. – ai ele começou a dizer que tinha pedido divorcio e bla bla, a única coisa boa mesmo que ele falou é que a Bruna não era filha de verdade dele, então eu GRAÇA A DEUS não tenho o mesmo sangue dela.
Mesmo assim eu pedi para a minha mãe me levar de volta para a nossa casa, eu não queria ficar ali.
Como é bom ficar em uma casa que você pode contar que é mesmo sua e que você vai ser bem tratada, é assim que eu me sinto na minha antiga casa. Embora não seja tão luxuosa quanto à do meu pai, mas eu me sinto melhor aqui.

(...) Alguns Meses Depois (...).

Já havia se passado alguns meses depois que eu saí da casa do meu pai, e agora eu não me sinto mais mal em chamá-lo de pai, eu resolvi dar uma chance para que ele me mostrasse que era um bom pai, e ele conseguiu me provar isso. Ele nunca fazia nada com a Bruna porque ele era muito chata e preferia sempre estar com as amigas ou no shopping a fazer algo com ele, então ele agora me da todo o carinho que sempre guardou. Eu conheci a minha avó a grande vilã da historia no passado (n/a: lembra ela separou seu pai e sua mãe.) e ela parece estar arrependida do que fez no passado. Eu minha mãe e ela passamos uma tarde no shopping, foi muito divertido, ela é uma das melhores avós do mundo.
Já é mês de férias e eu passei com boas notas, a e a também tiraram boas notas e nos já estamos de férias. Já esta bem perto do casamento e eu só fico mais nervosa, sabe é um grande passo e tem hora que me bate um arrependimento, horas que da vontade de fugir.
: Então... Eu não gostei desse! – ela dizia enquanto escolhíamos os vestidos da dama de honra. – Muito rosa...
: Isso não é rosa é pink... Eu prefiro o azul.
Eu: Fala serio essas cores são muito extravagantes para vestidos de damas de honra. Eu acho que vou querer o branco com detalhes prata.
Finalmente chegamos à conclusão que o melhor seria um branco com pequenos detalhes em prata. Depois disso fomos escolher os vestidos da e da , eu fiquei sentada em uma poltrona enquanto elas experimentavam tudo que é vestido que tinha na loja.
: Esse é perfeito! – o vestido que ela tinha escolhido era rosa claro, tomara que caia com um lenço em volta do pescoço, bem delicado. – Eu vou ficar com esse.
: Eu acho que vou ficar com esse também! – ela olhava o vestido preto, também bem bonito. (n/a: usem a imaginação.). – Eu vou levar! – disse para a vendedora. – Pronto agora já esta tudo certo.
Eu: Finalmente vocês escolheram já tem duas horas que estamos aqui. – pegamos um táxi e fomos para a minha casa.
: Olha tem um embrulho na sua porta. – fui até o embrulho e o peguei, destranquei aporta e entramos. – Vai abre!
Eu: Deve ser mais um dos presentes de casamento, a casa esta cheio deles. – e realmente estava, nós últimos dias tudo que é parente me mandou presente de casamento.
: Espero que não seja mais um daquelas camisolas que você ganhou!
Eu: ¬¬* Se for eu vou matar quem mandou. – abri o embrulho.
e : HAHSHHASHHSHHAHS
Eu: O próximo filho da p** que me mandar essas porcarias eu mato ¬¬.
: Não é porcaria, é uma camisola! – camisola indecente dessa? Eu vou casar não virar prostituta. – Ta bom agora vamos comer alguma coisa.
(...)
Mãe: acorda você vai se atrasar! – odeio acordar cedo, ainda mais quando minha mãe entra abrindo a janela.
Eu: Ah mãe eu to de férias... – me virei para o lado e cobri o rosto.
Mãe: Você vai se atrasar para o salão, a e a já estão lá em baixo. – salão pra quê?
Eu: Para quê salão? – to esquecendo de algo?
Mãe: Hoje é o casamento, quer entrar na igreja parecendo uma louca?
Eu: CASAMENTO? QUE DIA É HOJE? – dei um pulo da cama e corri para perto do calendário, fui acompanhando as datas e PQP! 15 DE JULHO. Entrei correndo no banheiro escovei os dentes banhei e coloquei uma roupa. – Podemos ir! – disse descendo as escadas. – Vamos?
: não abre a porta!
Eu: Por quê? – abri a porta e vieram flashs no meu rosto que quase me deixaram cega.
: Fecha isso! – ela empurrou a porta. – Ta cheio de fotografo, repórteres, paparazzi ai fora. Eles estão loucos por uma foto sua. – ashha é engraçado escutar isso. – Vamos pelos fundos!
Eu: Ta OK! – minha mãe foi junto com nós.
Denise mandou que um carro nos buscasse para nos levar até o salão onde eu passaria o dia da noiva, não é bem um dia da noiva considerando que as madrinhas e mães dos noivos também vão. Assim que chagamos encontramos com Denise na porta do salão, um dos mais chiques de L.A. Agora eu não tenho peso na consciência dos Jonas estarem pagando tudo, porque agora meu pai esta pagando boa parte também então fico mais aliviada. (n/a: vc tem vergonha na cara, gostar o que não é seu não ta com nada.).
O salão era um luxo por dentro tudo bem organizado e confortável. A primeira coisa que fizemos foi fazer as unhas, eu fiz francesinha. (n/a: típico de noiva.). O dia passou rápido, quando eu terminei de escovar o cabelo já era de noite (n/a: não vou ficar dizendo até a hora que vc foi ao banheiro, to contando por cima.). Tomei um banho lá mesmo, era um salão especializado no preparo de noivas, depois do relaxante banho comecei a me vestir. Vestido de noiva é um saco para vestir, sem mentira eu fiquei mais de meia hora colocando o vestido e acertando os últimos detalhes, claro que se eu estivesse menos nervosa eu tinha me vestido mais rápido.
Eu acho que vou desmaiar assim que pisar na igreja (n/a: ia ser louco hhashhas.), meu coração esta batendo tão rápido que parece que vai sair pela boca, e minhas mãos estão tremendo. (n/a: imagina aquela sensação de quando vc vai apresentar trabalho na frente da escola inteira.).
Mãe: Nem acredito que minha filinha vai casar. – ¬¬ típico das mães virem com esse papo chato. – Um dia desses eu a carregava ela no colo! (n/a: pq toda mãe diz isso?).
: HAHSHASHHS.
Eu: Mãe menos né? ¬¬. – mas é verdade. Ta me dando vontade de chorar, pensando melhor eu vou perder todo a minha liberdade. Eu quero voltar atrás.
Denise: Vamos . – Denise entrou na sala apresada, usava um vestido lindo que realçava bem seus traços. – A limusine já esta esperando e já estamos bem atrasadas.
, , minha mãe e Denise foram à frente em outro carro, eu fui de limusine com meu pai. Eu gostaria que o meu pai de criação entrasse na igreja comigo, ai sim seria tudo perfeito. Mas eu ainda sim fico feliz de ter um pai que entre comigo na igreja, e eu sinto que um dia eu vou amá-lo tanto quanto eu amava o meu outro pai.
Enquanto eu estava perdida em pensamento senti a limusines parar, vários fotógrafos se encostaram à janela em busca de uma boa foto. Agora definitivamente não tem mais como eu voltar atrás. Mas... Espera eu não quero voltar atrás eu vou casar com um garoto perfeito (n/a: bota perfeito nisso.) que eu amo e que me ama.

.:Autora Narrando:.
Assim que a limusine parou em frente à igreja todos os repórteres e fotógrafos que estava ali foram para perto, em busca de uma boa foto da noiva, a futura Sra. Jonas. (n/a: que chique Sra. Jonas). Os seguranças com dificuldade conseguiram afastar os repórteres e jornalistas. A porta da limusine se abriu e dela desceu o pai da noiva acompanhado por esta, estava deslumbrante, seu vestido era simplesmente perfeito, todos os detalhes combinavam. A noiva e o pai se posicionaram em frente à porta da igreja enquanto os fotógrafos faziam varias fotos.
Todos já ocupavam seus devidos lugares nos bancos da igreja, esta estava ricamente ornamentada com rosas, tudo muito bem organizado e em perfeita harmonia. No altar estavam os padrinhos e o noivo. Era possível ver nitidamente o nervosismo de , ele não via a hora de ver a garota que amava entrar pela porta da igreja.
A marcha nupcial começa a tocar vindo do órgão da igreja (n/a: aquele piano cheio de tubos ahshhas.). As portas da igreja se abrem e por ela entram à noiva acompanhada de seu pai, naquele momento todos os olhares foram direcionados para que entrava na igreja acompanhada por seu pai.
“Como ela esta linda.” pensou assim que viu vindo em sua direção. Os dois embora estivessem nervosos não se aquentavam de felicidade, desde o momento em que passou pela porta os dois não param de se olhar por um instante, os dois tinham os olhos fixos um no outro.
Finalmente chegaram próximo ao altar e Ricardo entregou a filha para (n/a: eu nunca casei então da um desconto.) os dois deram-se as mãos e ficaram de frente para o padre. A igreja toda ficou em silencio.
Padre/Pastor: Estamos aqui hoje (n/a: se preparem pq lá vem besteira.) para unir mais esses filhos de Deus... – a cerimônia foi calma, exceto por que em certo momento chorou acompanhada por Denise. Trocaram as alianças, os dois tremiam na hora de por as alianças. – Se tem alguém aqui que seja contra esse casamento que fale agora ou se cale para sempre. – se fez silencio em toda a igreja e ninguém disse nada, então o padre/pastor prosseguiu. – Pode beijar a noiva!
Os dois se aproximaram lentamente até que uniram os lábios em um beijo de amor (n/a: um Jonas a menos na praça ahshs.). Os dois deram as mão e foram em direção a saída, assim que saíram da igreja um mar de fotografas disparam flash, os dois apenas fizeram algumas poses e entraram na limusines.
: Eu te amo sabia? – ele disse quando finalmente a limusine começou a andar.
: Eu também te amo. – os dois se beijaram, mas dessa vez foi um beijo mais apaixonado diferente do dado na igreja. (n/a: era a casa de Deus vcs queriam o quê? Hashhs).

.: Narrando:.
Finalmente chagamos na festa, era em uma enorme casa de eventos de L.A. Estava tudo bem arrumado, varias mesas espalhadas pelo salão e no centro deste uma pista de dança, mais ao fundo um palco com instrumentos.
: ! – ela veio me cumprimentar. – Ai migha nem acredito que você casou mesmo! – nem eu.
: Parabéns ! – ele me abraçou. – Na verdade eu tinha que dar os pêsames agora você vai ter que agüentar o todo dia. (n/a: essa frase tem duplo sentindo ahshs).
Eu: AHSHHASA eu consigo sobreviver com isso! – estávamos no momento em que todos os convidados vêm cumprimentar os noivos.
: Ai , quem diria que você ia ser a primeira a desencalhar. – ela me deu um abraço apertado.
Eu: Valeu ¬¬.
: Parabéns ! – ele me abraçou e sussurrou no meu ouvido. – Agora esse foi o fim mesmo!
Eu: Brigada ! – disfarcei.
Miley: Parabéns ! – nunca imaginei que no meu casamento ia estar cheio de gente famosa ahshhas. (n/a: se a Miley era a vilã do seu NFB II imagina outra.) – Desde o acampamento eu sempre soube que ia dar em casamento ahshhas.
Eu: HAHSSH acredita que isso nunca passou pela minha cabeça? – eu comecei a rir.
Demi: Parabéns ! – eu nunca falei com ela, mas ela parece ser uma pessoa legal.
Eu e o ficamos ali cumprimentando as pessoas por um bom tempo.
Zac: Quem diria que vocês iam casar né? – ui Zac tira a camisa? Ahshas isso deu uma confusão ahshhsa. O ficou olhando enquanto o Zac me abrasava e eu não pude deixar de rir.
Denise: Atenção a todos! – Denise subiu no palco que tinha ali falando no microfone, todas as atenções se voltaram para ela. – Bem eu gostaria de dizer que estou muito emocionada em ver meu filho casando, e ainda por cima com uma moça como a . Em pensar que um dia desse eu trocava as suas fraldas.
Eu: AHSHHASHH. – meu a Denise pegou mais pesado que a minha mãe.
: ¬¬ Ta rindo do quê? – ahshas de você oras.
Eu: Nadinha amor ashhshs. – dei um selinho nele.
Denise: Então sem mais delongas, vamos à valsa dos noivos. – uma valsa começou a tocar e fomos para o centro da pista, as luzes ficaram fracas e começamos a dançar. Naquele momento era como se ninguém mais estivesse ali naquele salão, era como se estive só nos ali. O me olhava nos olhos e eu estava perdida naqueles olhos mais uma vez.

Capitulo 10: Não to pronta.


Depois da valsa o subiu no palco e cantou uma música que ele tinha feito para nos (n/a: que meigo imagina uma música ai. To com preguiça de pensar.).
: E ai ta pronta? – ela se sentou ao meu lado.
Eu: Pronta para quê?
: Morar só vocês ué?
Eu: É... mais ou menos.
: Tadinho dele vai morrer de fome, já que você não sabe fazer nada. – sabe que eu não tinha pensado nesse detalhe?
Eu: Eu dou um jeito ahshhs. – ficamos conversando besteiras enquanto o estava em outra mesa conversando com os irmãos e uns amigos.
Denise: querida ta na hora de você jogar o buquê! – eba essa eu quero ver, vai ter gente se matando para pegar ahshas. – Atenção meninas! – ela dizia ao microfone, eu estava ao seu lado. – Bem agora a noiva vai jogar o buquê! – um monte de meninas se juntou em frente ao palco se empurrando, até as convidas famosas do estavam lá doidas para pegar o buquê, e talvez serem as próximas a si casarem.
Eu: Estão prontas?
Todas: SSSSIIIIMMMMM.... – essas estão doidas para casar.
: Joga logo !
Eu: Então vamos lá! – me virei de costas para jogar o buquê. – É um... dois... três e...
...
...
Eu: Lá vai! – joguei o buquê e me virei para ver, varias garotas se empurrarão mais o buquê caiu nas mãos dela...
: EU PEQUEI! – o cutucou o morrendo de rir, e eu não pude conter uma risada também.
O resto da festa foi animado, fomos para a pista de dança e ficamos dançando ashhah precisavam ver a tia Dê dançando com o tio Paul muito engraçado. Mas sabe que eu notei uma coisa? O maior clima entre minha mãe e meu pai, eles dançaram e ficavam só no risinho ahshhs ai tem. Lá pra meia noite eu e o fomos embora da festa, eu não queria porque tava muito animada e fazia séculos que eu não ia a uma festa. (n/a: se fosse só vc até que tinha jeito.). Da festa nos fomos para a nossa casa, que eu nem sabia que já tínhamos olha só? Era um apartamento temporário enquanto a nossa casa no condomínio não ficava pronta.
: Chegamos! – não fica nervosa. – Eu vou pegar a chave na portaria. (n/a: ta me dando vontade de rir.). – ele foi até a portaria e pegou as chaves, subimos de elevador até a cobertura (n/a: chique bem.).
Eu: Que hotel bonito. – sem nada pra falar sabe.
Ele abriu a porta do apartamento, eu ia entrando mais ele me segurou na porta.
: Eu tenho que entrar com você no colo! – fiz cara de ‘WHAT?’. Ele me pegou no colo (n/a: imagina só a cena?) e entrou no apartamento me carregando, assim que ele me colocou no chão me deu um beijo. – Eu pensei que nunca ia ser feliz assim... como eu estou agora com você!
Eu: Eu também, me sinto completa com você! – nos beijamos mais uma vez.

.:Autora Narrando:.
O apartamento era grande, uma sala bem decorada, ao fundo da sala uma varanda que tinha uma vista linda para o bairro, sofás espaçosos e um tapete dava o toque final na sala. Um corredor dava acesso aos quartos, e uma porta a esquerda dava acesso à cozinha.
: Vem eu quero te mostrar o quarto! (n/a: ahshhash eu não vou conseguir escrever isso ashhs.).
: Quarto? – percebia-se pelo rosto da garota que ela estava totalmente sem graça, e sem reação alguma. a puxou pela mão entrando no corredor, havia varias portas ali. Ele abriu uma delas a que provavelmente seria o quarto do casal. – Nossa que quarto bonito! – entrou no quarto o admirando.
: A minha mãe me ajudou a escolher algumas coisas, mas a maioria fui eu viu? – ele fez uma carinha fofa.
: Serio? – abriu um sorriso. – Não sabia que tinha esse bom gosto para decoração. – sabia que em certa parte fora uma mentira, pois a mãe tinha escolhido quase tudo, ele apenas escolhera os sofás da sala.
O quarto era espaçoso, também tinha uma varanda, uma cama de casal bem grande com edredons de cor brancos e bem delicados, ao lado da cama criados mudos com abajur. Em frente à cama um closet enorme, afinal era um closet de casal. No quarto também tinha uma penteadeira e um banheiro.
: Então você gostou? – ele disse se aproximando, fazendo a garota recuar.
: É... gos..tei.. – olhava para todos os lados menos para o rosto de . – Então...
Não teve tempo de terminar a frase, pois a calou com um beijo o que a deixou sem ação, o beijo era diferente dos que já tinham dado antes, embora ainda tivesse amor era mais... Quente. Ele a segurou firme pela cintura a levando em direção a cama.
: Eu te amo... – dizia enquanto procurava o zíper do vestido.
: Eu... tam..bem.. – dizia em meio as caricias trocadas.
abria lentamente o vestido enquanto beijava o pescoço da garota. Ele parou para admirar o rosto de que estava totalmente vermelho e não pode deixar de dar um sorriso. Lentamente foram indo em direção a cama até que finalmente deitaram. (n/a: isso ta ficando uma droga, eu não sou boa nisso.). começou a tirar o terno de , em meio aos beijos que davam. a empurrou lentamente de forma que essa se deitasse fazendo com que ele ficasse por cima dela, começou a beijar o lóbulo da orelha dela arrancando gemidos desta. Levantou lentamente o vestido de , levando a mão até a sua cocha a cariciando.
: ! – ela o empurrou o fazendo sair de cima dela. – Não to me sentido bem...
: Que foi? – os dois estavam sem ar. – Aconteceu alguma coisa?
: Não. Da licença. – segurou o vestido e entrou no banheiro trancando a porta. Encostou-se à porta e se sentou no chão pensando no que quase estava acontecendo.

.: Narrando:.
Eu não acredito que ia... Agora eu sei o porquê de eu estar tão em duvida em relação a esse casamento. De fato eu não estou pronta para é... transar. Mesmo que eu o ame eu não me sinto pronta pra isso agora, mesmo tendo casado.
Se minhas amigas me vissem agora aqui sentada no chão do banheiro com ‘medo’ de encarar o com certeza iam rir de mim, mas eu não me importo esse tem que ser um momento especial para mim e não só para satisfazê-lo.
Levantei-me e me olhei no espelho, lavei o rosto e me encarei novamente no espelho.
Eu: Será se ele vai ficar com raiva de mim? – disse para mim mesmo. – Eu não devia ter feito isso, agora não tem mais volta.
: você esta bem? – ele bateu na porta, e eu gelei só de ouvir a sua voz. – Quer ir ao medico?
MEDICO? Tadinho ele deve esta pensando que eu passei mal mesmo, só que eu sou uma idiota que to fugindo disso. (n/a: ashhas entenderam né?).
Eu: Eu... to bem... – disse com a voz fraca e abafando um choro. – Eu já saio!
: Abri a porta! – NÃO! Ta vou abrir calma... relaxa... você não tem que fazer nada que não queira. Fechei o zíper do meu vestido e abri a porta. – quer me matar de susto? – ele me abraçou forte.
Eu: Eu não to me sentindo bem... – lagrimas caíram do meu rosto. – Será que da para ser... é... outro dia?!
: Que? – ele me olhou serio. – Claro... eu não quero te forçar a nada, se você não ta bem eu entendo!
Eu: Obrigada! – o abracei forte. – Desculpa !
: Quer para com isso! Você não tem que se desculpar. – ele me entregou uma camisola. – Vamos dormir!
Eu: Ta. Eu vou me trocar. – entrei no banheiro enquanto ele se deitou na cama.
Coloquei a camisola e agradeci por ela ser descente, seu comprimento ia até o joelho, e era branca. Penteei os cabelos e escovei os dentes. Assim que sai do banheiro ele não estava mais no quarto, fui rápido até a cama e me deitei me embrulhando. Eu tenho que me acostumar com isso não vou poder fugir para o resto da vida.
: Nem me espera? – ele pulou na cama. Ele usava uma calça de um suéter e uma blusa branca de mangas. – Vocês esta melhor?!
Eu: To sim... – dei um sorriso. Ele se embrulhou e me abraçou, ficamos assim abraçados até que dormimos.
Acordei no dia seguinte passei a mão no lugar do e ele não estava lá, me levantei e fui até a cozinha. Assim que cheguei me deparei com uma cena que eu não esperava ver, tentando cozinhar algo para o café da manhã.
Eu: Bom dia! – fui até ele e lhe dei um beijo. – Que isso?
: Ta não ta legal! – ele disse olhando para a coisa que tentava cozinhar. – Eu acho que vou pedir para trazerem algo.
Eu: Concordo plenamente! – disse rindo. – Deixa que eu ligo. – peguei o telefone e liguei para a recepção, pedi um café da manhã delicioso. Assim que desliguei o telefone me deparei com o me encarando. – Que foi?
: Se eu soubesse que você acordava tão bonita eu tinha me casado com você há mais tempo. – fiquei vermelha, ta ele é agora ‘tecnicamente’ meu marido, mas eu ainda fico sem graça.
Eu: Quer me deixar sem graça? – ele se aproximou e me encostou na parede.
: Não, pelo contrario... – ele sussurrou em meu ouvido me deixando arrepiada. Ele começou a me beijar enquanto segurava firme em minha cintura me empurrando forte contra a parede. Ele começou beijar meu rosto e foi descendo até que...
BLIM BLOM (n/a: tentativa mega fracassada de imitar uma campainha.).
Eu: É o nosso café da manhã. – me afastei rápido indo até a porta.
: Deixa que eu recebo, vai que é um daqueles entregadores safados que ficam de olho na mulher dos outros. – ahshhs.
Eu: AHSHHAS Ta abre lá!
Arrumamos as coisas na mesa e começamos a tomar café da manhã, ficamos em silencio até que ele quebrou o silencio.
: sabe aquela viagem?
Eu: Sei! – tomei um pouco de suco.
: Então não vai dar para fazer agora, eu tenho uns compromissos da banda e não posso viajar.
Eu: Ta tudo bem, agente espera. – ta eu fiquei um pouco triste mais é importante para ele. – Se é importante para você é importante para mim.
: Eu tenho a melhor do mundo. – ele me deu um selinho.
Eu: Eu vou ao shopping com a e a , mais tarde.
: Ta! Eu tenho que me arrumar tenho umas coisas para fazer ainda! – ele foi até o quarto, e quando voltou já estava arrumado. – Eu vou indo.
Eu: Ta eu também vou sair daqui apouco, você vem almoçar em casa?
: Não, eu vou ficar o dia todo no estúdio. – nos beijamos. – Eu vou indo.
Eu: Tchau. – fechei a porta e fui correndo para o quarto.
Tomei um banho e coloquei uma roupa, pequei meus óculos e uma bolsa. Chamei um táxi e fui para o shopping. Sentei-me na praça de alimentação esperando o e a , enquanto esperava pedi um milkshake.
: E ai como foi? – ela mal chegou e já foi perguntando isso. – Conta tudo!
: ¬¬ toma vergonha. – elas se sentaram à mesa e pediram uns lanches. – Então como foi?
Eu: ¬¬* Ainda fala da . – as duas começaram a rir. – Vocês querem mesmo saber?
: Sim!
Eu: Não aconteceu nada!
e : O.O
Eu: Isso mesmo!
: Como assim vocês não... – eu fiz que não com a cabeça. – Ele não quis? Ele disse que era Gay?
Eu: NÃO, TA DOIDA? – minhas amigas às vezes piram do nada. – Eu é que não quis, na hora é... eu disse que tava passando mal.
: Mentira! Mais por quê?
Eu: Sei lá, eu não to pronta ainda é isso.
: Se não tava porque casou?
Eu: ¬¬ Vocês vão ficar me enchendo o saco? Até parece que vocês tão cansadas de fazer isso né?
: É foi mal! – poxa elas deviam me dar apoio, quando eu tiver pronta vai rolar. – E ele não ficou com raiva?
Eu: Não! Ele disse que tudo bem... Mas eu vou contar a verdade, e perguntar se ele vai me esperar.
: Eu acho que essa é a melhor coisa a fazer, porque se você não falar ele não vai saber.
: Isso é lógico né? ¬¬ Se você não fala a pessoa não sabe!
Eu: AHSHHHSA.
: Você entendeu né? – ela se levantou. – Mas então vamos fazer compras?

Capitulo 11: Sempre my eternity.


Naquele mesmo dia quando cheguei em casa eu falei com o , e ele aceitou numa boa. Ele disse que ia me esperar e essas coisas, isso tirou um peso das minhas costas.
: o que nos vamos comer? – é nenhum dos dois sabe cozinhar.
Eu: Eu sei lá! Você não sabe fazer nada?
: Não! – fudeo. Ta concentra... deixa eu pensar em algo que eu saiba fazer. – Vamos pedir algo para comer?
Eu: Eu abusei essas comidas! – se nos já tivéssemos é... vocês sabem, daria para jurar que eu tava grávida.
: ¬¬ Ta difícil você não sabe cozinhar nada. Se eu soubesse não tinha casado!
Eu: Ah é? – não sei por que mais me irritei. – Então vamos nos divorciar, simples!
Sai da cozinha com raiva (n/a: TPM é uma desgraça.) e fui para o quarto, bati a porta com força e deitei na cama. Eu nem sei por que fiquei com raiva assim, vai ver que é TPM, não sei. Fiquei uma hora deitada na cama olhando para o teto, e nada do . Bateu um arrependimento, ele anda sendo tão legal comigo tão carinhoso, e eu tenho certeza que ele falou aquilo brincando.
Levantei-me e fui até a sala, estava deitado no sofá emburrado. Aproximei-me e me sentei ao seu lado no sofá, ele se levantou e saiu e me deixou só na sala, levantei e fui atrás dele.
Eu: espera! – trisquei de leve no ombro dele. – Me desculpa eu não sei por que agi daquele jeito.
: Eu faço tudo para te agradar e você me trata assim? – ele falava serio. – Quando você vai perceber que eu te amo de verdade?
Eu: Me desculpa, foi sem querer. Foi o estresse!
: E você acha que eu também não ando estressado? – anda mais você não tem uma TPM. – Um monte de repórteres atrás de mim me perguntando desse casamento e me enchendo o saco do porque eu ainda uso esse anel! – ta legal acho que o assunto ta desviando para outro rumo aqui.
Eu: Você ta falando disso? Eu pensei que você tinha dito que ia me esperar!
: Eu vou esperar! – primeira briga de casal. – Só que...
Eu: Quer saber? Eu acho que você não cumpre o que fala, você quer tanto isso? Então ta! – comecei a desamarrar a blusa, ele segurou minhas mãos impedido que eu terminasse de tirar a blusa. – Que foi?
: Assim não! Que quero que seja especial. – ele pegou a chave do carro e abriu a porta (n/a: a chave não era do carro?). – É melhor você ficar só por um tempo!
Ele saiu pela porta (n/a: não ele se jogou da varanda ahshhas.) e eu fiquei ali parada enquanto as lagrimas caiam pelo meu rosto. Eu tinha ido ali na intenção de me desculpar com ele e acabamos brigando, como eu sou boba.
Fui para o nosso quarto e deitei na cama e acabei adormecendo. Depois de um tempo escutei longe a porta do quarto abrindo e um tempinho depois senti alguém me cobrir com o lençol e beijar meu rosto. Abri os olhos lentamente e vi o ao meu lado.
: Me desculpa? – ele passou a mão no meu cabelo.
Eu: Você que tem que me desculpar, por ter sido boba. – me sentei na cama.
: Agente nunca mais vai brigar. – ele me beijou.
Depois disso... Proibido para menores de 18. Brincadeira! Ficamos nos beijando e depois dormimos.
: ... – e tinham vindo me visitar, já faz tempo que tínhamos nos visto, considerando que o meu faz tempo quer dizer no máximo uma semana. – seu apartamento é lindo!
: Aposto que vocês já inauguraram cada cômodo!
Eu: ¬¬ Pervertida. – to impressionada como o nível de perversão da aumentou. – Pra sua informação se for dessa maneira que você falou então nenhum cômodo foi inaugurado.
: Ai como você fala besteira, liga não ! – nos sentamos no sofá. – Mas então o que você queria de tão urgente?
Eu: Acontece que eu preciso que você me ensine a fazer aquele seu macarrão.
: Claro que eu te ensino. Então vamos lá para a cozinha? – fomos para a cozinha e ela começou a me ensinar tudo, e eu prestava atenção e cada detalhe. – Você vai aprender de primeira tudo que você faz da certo é certo.
Eu: Espero! Não agüento mais comer comida da rua. – eu fazia tudo o que ele mandava, até que finalmente o macarrão ficou pronto. – Será se esta bom?
: Espero, pela cara parece estar bom!
: Vamos provar. – pegamos um prato e comemos um pouco. – É...
: Realmente!
Eu: Tem razão ficou...
: Uma maravilha! – eu acertei fazer e realmente tinha ficado uma delicia. – Eu sabia que você conseguia.
: vamos embora?
Eu: Já! Mal chegaram!
: Já deve esta perto do chegar das gravações, e acho melhor que vocês fiquem mais a vontade.
Eu: ¬¬*
: Ela tem razão , alem do mais eu marquei de sair com o . – eu as acompanhei até a porta. – Até amanhã então?
Eu: Até! – fechei a porta.
Fui para o banheiro e tomei um bom banho, depois troquei de roupa, coloquei um vestidinho leve e fui assistir TV. Já eram 21h00min e nada do , comecei a ficar preocupada... Estava quase pegando no sono quando escutei a maçaneta da porta girar.
: Que cheiro bom! – ele se sentou ao meu lado no sofá. – O que é?
Eu: Eu fiz macarrão você quer? – ele fez cara de ‘você cozinhou?’. – É eu cozinhei.
: Nossa essa eu quero ver! – ele começou a rir. – Vou tomar um banho e já volto.
Fiquei assistindo enquanto ele tomava banho, não demorou muito para que ele voltasse usando uma calça de moletom e uma blusa de mangas com a toalha no ombro (n/a: imagina a cena? Babei aqui! Ashhasgg.).
Eu: Então vamos?
: Ta OK! – fomos até a cozinha e eu coloquei um prato de macarrão para ele. – Parece bom.
Eu: Prova. Você não vai morrer ahhshhas. – ele comeu uma colherada e ficou pensativo. – Ta ruim?
: É... Que ta ótimo.
Eu: Serio?
: Serio! – eu fiquei esperando que ele terminasse de comer. – Vamos assistir a algum filme?
Eu: Pode ser! – eu fui para a sala enquanto ele foi ao quarto e pegou um cobertor. – Então que filme vamos ver?
: Um de terror? – nos sentamos no chão encostados ao sofá. – Pode ser?
Eu: Claro que pode! – amo filme de terror. Nós embrulhamos e começamos assistir ao filme. Ficamos abraçados.
: ?! – me virei para ver o que ele queria e me deparei com seu rosto bem próximo ao meu, meu coração disparou quando ele começou a me beijar. Ele me puxou pela cintura para mais perto dele, em segundos nos não estávamos mais nem prestando atenção no filme. A cada momento o nosso beijo ficava mais quente, ele colocou a mão por debaixo do cobertor e passou a mão nas minhas pernas, e foi subindo até que...
Eu: Eu vou pegar refrigerante, você quer? – me levantei e corri para a cozinha. Abri a geladeira ainda nervosa. – Foi por pouco... – sussurrei.
: ! – tomei um susto e quase derrubei o refrigerante. Coloquei o refrigerante em cima do balcão que ficava no meio da cozinha.
Eu: que susto. – ele quer me matar do coração ele fala o meu nome no meu ouvido, e ainda por cima a cozinha esta escura. (n/a: ele é um fantasma hashhahs.).
: Por que você fica fugindo de mim? – ele foi se aproximando até que me encostei ao balcão ficando sem saída. – Eu te amo!
Eu: Eu também te amo muito. – a cada momento ele chegava mais perto, até que ele começou a beijar meus lábios descendo até o pescoço. – é...
: Deixa acontecer! – OMG. O que eu faço? Eu quero? Acho que sim.

.:Autora Narrando:. Aviso: Eu sou péssima em escrever esse tipo de coisa, então não me crucifiquem se ficar uma droga.
: Deixa acontecer! – dava beijinhos no pescoço de enquanto segurava firme em sua cintura e pressionando-a contra o balcão, a garota permanecia imóvel parecendo que estava recebendo informações de mais para a sua cabeça. Ele levou a mão até a barra do vestido dela levanto o vestido lentamente enquanto acariciava as cochas da mesma. soltava gemidos baixos enquanto ele a acariciava e beijava o lóbulo de sua orelha. – Você realmente quer isso? Se você não quiser tanto quanto eu, é melhor falar logo... Eu não sei se vou conseguir parar depois.
: Eu... Quero! – ela passou as mãos de forma tímida pelas costas de .
a levantou a sentando no balcão da cozinha ficando entre suas pernas (n/a: vocês não sabem como eu to sem graça escrevendo isso.), a garota o puxou para mais perto enquanto se beijavam ardentemente. Ele tirou a camisa com a ajuda dela em meio aos beijos quentes que davam. a pegou no colo a levando para o quarto dos dois... A deitou lentamente na cama... Ali os dois se entregaram um ao outro com todo o amor que sentiam... Ali eles se tornaram um só. (n/a: desculpa ai gente eu sou péssima nessas cenas hot’s. Mais se eu detalha-se mais ia sair do perfil da fic.).
.: Narrando:.
Depois de ter feitos amor com o nos dormimos abraçados. Ele foi tão gentil e carinhoso comigo que eu me senti culpada por ter pensado que ele agiria de outra forma, não poderia ter sido melhor... Nós aprendemos juntos, nos amos juntos... Ele em todos os momentos dizia que me amava, e foi tão especial quanto eu tinha pensado... agora mais do que nunca eu o amo mais que tudo.
: ... – ele sussurrou em meu ouvido. Abri os olhos lentamente devido à claridade do quarto. – Eu trouxe café da manhã pra você!
Eu: ... Não precisava. - me sentei na cama. Ele se sentou ao meu lado e colocou a bandeja repleta de comida nas minhas pernas, ele me abraçou de lado e me deu um beijo carinhos.
: Eu te amo... – o vendo falar isso não pude evitar que caísse lagrimas de meu rosto. – O que foi!
Eu: Ao contrario do que você dizia no acampamento... Pra mim você é perfeito sim! – ele deu um sorriso lindo e enxugou as minhas lagrimas depois me abraçou. – Eu sempre vou te amar. (n/a: acho que vou vomitar. Brincadeira ahshhahs.).
: Você vai ser sempre my eternity. – nos beijamos, mas dessa vez apenas nos amando... Aproveitando cada momento que tínhamos juntos...

Eu nunca pude imaginar que o destino fosse tão generoso comigo... Eu sempre o amei desde a primeira vez em que o vi... Parece que foi ontem que eu fui para aquele acampamento...

(...) : Eu não sou louco de deixar vocês só! – WHAT? Jonas disse o quê? – Quer dizer você é um tarado vai que quer atacar a menina no caminho! – não contive um sorriso, e ele riu de volta que lindo... Que eu to dizendo? (...)

(...) : Eu te levo até a enfermaria, vem. – QUISSO? Quem disse que você podia me pegar no colo. – Hey fica calma eu não vou te pegar a força, eu tenho um voto de pureza lembra?
: Eu sei, é que foi de surpresa! – sim estou mais vermelha que um tomate com pimenta misturado, não consigo olhar para ele eu estou morrendo de vergonha. Como o perfume dele é bom e...e... sim perdi as palavras, o que esta acontecendo eu estou totalmente perdida aqui, eu sempre gostei do mais ai eu conheci o e agora eu estou totalmente dividida. (...)
(
...) : Você ta com ciúmes?
: Você se acha! Não é?
: Não me acho eu sou!
: Pois para eu sentir ciúmes de você é melhor se chamar Jonas! – falei merda.
: ? – ele vai me bater!
: Olha eu não queria falar isso, saiu sem querer...
: Eu já entendi! Você prefere meu irmão, ele é perfeito e eu não, ele é o SENHOR PERFEIÇÃO. (...)

(...) : Eu adoraria que tivesse sido com você , mas você e eu fizemos tudo errado. Agora é tarde para mudar as coisas. É melhor você ficar com a que te ama.
: Mas eu não amo ela! Eu amo você! – COMO É QUE É? Ele gosta de mim? – Eu sei que fiz tudo errado, mas me deixa concertar? (...)

(...) : Ta. – abri a caixa e dentro dela tinha uma pulseira linda, era de prata com alguns brilhantes. Tinha uma plaqueta no centro da pulseira em que se lia ‘eternity’. – é linda! Mas com certeza foi muito cara eu não posso aceita.
: Você não pode, vai aceitar. – ele pegou a pulseira e colocou no meu pulso direito. – Viu é um par. – e me mostrou o pulso dele, onde também tina uma mesma pulseira só que mais masculina, onde se lia ‘My’. – Quando nos estivermos juntos vai formar minha eternidade. (...)

(...) : o que você esta fazendo ai? – disse baixo quando cheguei perto dele.
: É uma surpresa que eu acabei de preparar, lembra quando cantamos juntos na sala de música? – fiz que sim com a cabeça. – Vamos cantar agora para todos verem, e sentirem que eu te amo de verdade. (...)

(...) : Fica longe de mim. – eu o afastei. – O My eternity acaba aqui .
: Como assim? Você vai terminar comigo por essa besteira? (...)

(...) : , você esta bem? – veio rápido até a garota e abraçou com força, como se tivesse medo de perdê-la. – Eu nunca mais vou te deixar eu te amo.
: Obrigada por vir... eu...te...a..m...o... – a vista de ficou escura e seu corpo ficou fraco, fechou os olhos lentamente.
: ? ? Fala comigo. – ele sacudia a garota. (...)

(...) Cinderela: Preciso ir! – ela se afastou rápido.
: Espera você esqueceu a sua... – me abaixei e peguei o objeto que brilhava no tapete vermelho. – A sua PULSEIRA? (...)

(...) : ... eu... – pegou a pulseira e colocou no meu pulso. – Eu te amo.
: Então vamos esquecer tudo, e vamos ser o ‘My Eternity’ de novo. (...)

(...) : que lindo. – ele segurou minha mão e colocou o anel no meu dedo anelar. – o que...
: ... – mentira ele não vai dizer o que eu to pensando, eu vou desmaiar aqui. – Você aceita se casar comigo? (...)

Eu nunca soube se o nosso futuro seria certo, mas decidi me arriscar porque o meu amor por ele sempre foi maior do que eu podia suportar... mesmo sem conhecê-lo eu já o amava. Não trocaria tudo o que vivi com ele por nada, todos os perigos e momentos únicos. TUDO FOI ESPECIAL.
E agora em mais um fim eu cada vez mais tenho certeza do amor que sentimos, eu não sei se nossa historia vai continuar... se nosso amor vai durar... MAIS DE UMA COISA EU TENHO CERTEZA...
Para todo fim sempre tem um começo... Porque nos sempre vamos ser o MY ETERNITY.

♥ *♥ Fim ♥*♥

Post: Ai to chorando, mais uma NUNCA FUI BEIJADA terminado não me matem se ficou uma droga super sem graça. Esse foi tão especial quanto os outros, cada amigos que fiz aqui valeu muito a pena mesmo. Abraço especial para as amigas que eu encontrei por essa fic Paty, Danii e Mari. DDPM forever ♥.
Também gostaria de agradecer a todos mais TODOS mesmo que uparam o tópico, eu nunca imaginei que ia chegar aquele tanto de pessoas, ai isso foi tão especial para mim... para alguns pode parecer poço mais para mim é MUITO. Amo todas vocês. Um abraço fortão para todas as leitoras... Para a: Luud, Karen, Deia, Junior, Laah, Jhenny, Jeh/Fran, Cah Jerry Jonas, Taty, Lucidia, Feh, Leidy, Bruna, Tainá, Wanessa, Monica, Beatriz, Lola, Bellinha, Roh, Ashlley, Luanna, Laah, Carol Starling, LaryY, Jaque, Lih, Ana.Carla, Ari, Momô, Patricia, Thaisynha, Sammy, Isadora, Yumi, Paulazinha, Ana, Sthefane, Carolina, Carol, Giix, Marilia, Yasmin, Síh, Mariaaana, Laayla, Guind, Lalazinha, Ash, Becky, Naah, Srta Jonas. Desculpa se esqueci alguem.
Não sei eu tenho quase certeza que não vai ter continuação, uma hora pode me dar uma louca e eu me encher de idéia e escrever um NFB IV, mas por enquanto não vai ter não.
ATENÇÃO: Pessoal eu estou escrevendo uma fic junto com umas best da comu, o nome vai se The Fabulous Band. Conta a historia de quatro amigas virtuais que se encontraram no show dos Jonas, elas são confundidas com a banda que abri o show dos Jonas e tem que cantar... Depois de muita batalha elas conseguem se tornar uma banda de sucesso, e tem que conviver freqüentemente com os Jonas. Essa á fic que muitas garotas estavam pedindo, eles não vão ficar de cara e vai ter muita briga e discussões entre eles. PLEASE CONTO COM AS LEITORAS QUE ME ACOMPANHAM PARA ACOMPANHAR ESSA FIC TMB.

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