Astrologia
A história

Quando, onde e como o homem começou a
acreditar que o Sol, a Lua e outros planetas visíveis influenciavam seu caráter
e sua vida, a saúde dos animais, a qualidade de suas colheitas, o tempo?
A resposta deve ser: assim que o homem foi capaz de raciocinar de forma
inteligente, observando que o Sol é uma fonte de calor e de luz; que a Lua
modifica as marés e outros ciclos naturais e a estabilidade emocional. Aqui se
encontra a base de uma teoria astrológica. Alguns dos primeiros objetos de
astrologia se encontraram no Oriente Médio onde, aproximadamente em 15.000 AC,
se desenvolveram os primeiros sistemas de agricultura.
Na Babilônia, nos séculos 17 e 18 AC, as superstições e profecias eram
comuns. Os fenômenos astronômicos eram uma faceta das tentativas do homem de
predizer o futuro, e eram bastante populares. O uso da astrologia em suas formas
mais simples era habitual em muitas civilizações antigas, não só no Oriente
Médio, no Egito, da Anatólia à Pérsia, mas no Oriente e nas civilizações Inca,
Maya e Azteca, onde os planetas que podiam ser vistos a olho nu (Mercúrio,
Vênus, Marte, Júpiter e Saturno) eram identificados como deuses com diferentes
nomes e personalidades, e cujos movimentos num fundo de estrelas eram vistos
como algo significativo.
No começo, ajudou nossos ancestrais a saber quando semear e colher, quando
pescar e quando caçar. Na medida que as sociedades foram se tornando mais
complexas, a astrologia guiou reis e rainhas na liderança de suas nações. Com o
surgimento da antiga Grécia se converteu em uma ferramenta para os indivíduos,
um meio para os homens e mulheres entenderem o propósito e acompanharem os
ciclos de suas vidas.
A astrologia foi estudada em universidades e utilizada por Papas, imperadores,
doutores e sábios. Hipócrates, o pai da medicina ocidental, dizia que sem o
conhecimento da astrologia ninguém poderia se chamar de médico. A astrologia se
entrelaçava com o estudo de história, ciência, arte e religião.
No século 17, a crescente onda do pensamento materialista tirou o estudo da
astrologia das universidades de Europa. As novas realidades "racionais" não mais
viam ao homem e à natureza como fios do mesmo tecido, derivados do mesmo
espírito. Mas, a astrologia continuou sendo estudada e utilizada pelas pessoas
que viram a necessidade de manter a conexão entre o céu e a Terra.
No começo dos anos 60, a astrologia iniciou seu retorno que continua até os
nossos dias. Quanto mais e mais pessoas começaram a procurar por respostas, a
astrologia esteve ali para oferece-as. Hoje há associações ativas de astrologia,
publicações, negócios e milhares de astrólogos. Como nos velhos tempos, a
astrologia é respeitada e usada por pessoas de todas as camadas sociais. O que a "Ciência" ainda não aceita em virtude de preconceitos sem nenhum
fundamento, é a relação analógica que os Astrólogos afirmam existir entre as
ocorrências observadas nas posições e movimentos dos corpos celestes e a
diversidade de características de comportamento dos seres terrestres.
Dois pontos a favor da astrologia (apenas dois, para que o texto não fique muito
extenso):
Todos os que se aprofundam em seu conhecimento reconhecem a veracidade de suas
observações. Muitos paradigmas científicos surgiram e foram derrubados em milhares de anos de
História da Humanidade, mas a verdadeira Astrologia, há mais de 6000 anos produz
conhecimentos e resultados que beneficiam o ser humano, sem jamais ter sido
contestada além dos preconceitos, ou seja cientificamente. A mesma "Ciência"que
a rejeita, não possui base teórica e de pesquisas para contestar o seu valor.


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