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[The New English Rock Ensemble]


EVENTOS

 

FOTOS DA TURNÊ (ABRIL DE 2001)

clip do show:

(video)
Solo de Damian, "No Earthly Connection"

Fotos - http://photos.yahoo.com/ricardomt

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Abril 2201- Jacintho Sanchez

É extremamente difícil para um fã fazer uma resenha imparcial quando se trata do seu ídolo, portanto vou ficar em considerações mais genéricas para não aborrecer muito os eventuais leitores que tiverem coragem suficiente
para seguir lendo.
Estive no show de abertura da Turnê, no Canecão - RJ. no sábado dia 15 de Abril. O lugar, talvez a casa de shows mais famosa do Brasil, estava quase totalmente lotado, com um público mixado de jovens curiosos, roqueiros explícitos e senhores de meia idade que certamente o viram ao vivo quando lá esteve pela primeira vez em 1976 ou ao menos ouviram o "Viagem ao Centro da Terra" umas 100 vezes nos anos 70. O show iniciou com os acordes do "Return" em background enquanto entravam os membros da banda, e Rick Wakeman entra sob intensa ovação da platéia. Seguem-se os sucessos conhecidos intercalados por números menos conhecidos do grande público, sempre acompanhados com grande entusiasmo por todos os presentes. Após uma hora de show, ele pede um pequeno intervalo de 15 minutos. Nesse momento já se percebe o burburinho de todos os presentes, comentando a qualidade sonora do que estão assistindo. Trata-se, para muitos, de uma formação inédita, Rick acompanhado de um guitarrista básicamente "hard"-Ant Glynne-, um baixista de "mãos cheias"-Lee Pomeroy-, o filho Adam em outro set de teclados, o bom e velho Antony Fernandes na
bateria, e um cantor com timbre totalmente diverso de todos os que já se apresentaram com Rick no passado, Damian Wilson. A "química" parece funcionar muito bem, a banda é coesa, os vocais surpreendem a todos, o guitarrista faz intervenções precisas. Começa a segunda parte, dessa vez com os efeitos luminosos funcionando ainda melhor, o sistema de som parecendo ter melhorado ainda mais, enfim: tudo perfeito. Um fato digno de nota nessa noite, com relação ao público: Durante a execução de "Merlin, the magician", Adam deixa o set de teclados, passeia pelo palco solando com sua keytar (teclado portátil, como uma guitarra) e é posteriormente seguido pelo pai, que "duela" com ele num efeito muito
bonito. Ocorre que nessa noite, logo quando chegava ao centro do palco, quebra-se a alça da keytar do Rick Wakeman, que cai ao chão. Imediatamente o público aplaude entusiasticamente, como que "empurrando" o músico, como se
dissessem "vá em frente, está tudo bem". Tentam consertar a alça, mas ela sesolta novamente. Eu já sabia que ele iria descer do palco com ela e tocar no meio do público nesse instante, e temí que desistisse de fazê-lo por causa
do problema. Engano! Sustentando-a com as mãos (não mais está pendurada ao pescoço) ele desce junto ao público, para delírio geral... todos vão quase à loucura quando Rick encontra uma mesa vasia, senta-se e lá continua seu solo
na keytar... Na volta, percebe-se o público ávido por ver o ídolo mais de perto, tratando-o com um misto de entusiasmo e respeito, todos o tocam, mas levemente, ele está livre para voltar ao palco. Com a platéia já "dominada"
e a seus pés, sucedem os sucessos mais conhecidos do público. Assim como Rick, Ant -o guitarrista- também desce à platéia e todos vão ao delírio novamente. O personagem mais ativo no palco, Damian, que provávelmente por
sua formação teatral gesticula e corre para todos os lados do palco incentivando o público, resolve também fazer sua "excursão" por entre as mesas do Canecão, cumprimenta a muitos, é envolvido por uma grande quantidade de pessoas e volta carregado nos ombros de um fã ao palco. Por fim, o bis que todos exigiram, que termina novámente sob intensa ovação. Todos os músicos agradecem comovidos o carinho, respeito e entusiasmo da platéia, sob os acordes finais do Return novámente. É o fim de uma noite memorável, para o público - que não está acostumado à esse contato mais
próximo aos artistas internacionais-  e para os músicos, que sempre dizem tocar melhor quanto melhor é a reação do público.
Estive nos dois shows seguintes em S. Paulo (18 e 19 de Abril), no Via Funchal, que é uma das maiores, melhores e mais modernas casas de show em S.Paulo. Básicamente o mesmo show, houveram algumas modificações da ordem
das músicas, inclusão de novos trechos de outros albums, e sem intervalos. Os "passeios" pela platéia fazem o mesmo efeito em S.Paulo, os músicos parecem ainda mais "soltos". Fico imaginando como tocariam após umas 100
apresentações juntos.  Resta-nos esperar que retornem em breve, pois o show deixou aquela sensação de "quero mais" (não é só nesse fâ doente, oví isso de muitas pessoas por aí)
O desempenho de um a um: Adam: Mais discreto que na tour '93, Wakeman with Wakeman, teve seus pontos
altos durante os solos de keytar e certamente é um complemento indispensável para as apresentações do pai tornarem-se mais ricas. Lee: Rick diz " O melhor baixista com quem já trabalhei, de longe". Desnecessário mais comentários.
Ant: Apresenta-se de forma enfática, pesada, faz de forma maestral as partes específicas de guitarra, tem vários de solos bastante longos.
Tony: O velho "metronomo", é a alma ritmica da banda, para quem Rick olha constantemente. Continua em plena forma, faz um solo muito bonito no meio do show.
Damian Wilson: A mais grata surpresa para todos, um cantor que traz sua experiência e expressividade dos palcos para a banda English Rock Ensemble. Tem seus pontos mais expressivos nas canções mais melódicas, dominando a voz
de forma perfeita e imprimindo um timbre único nas  canções .
Rick Wakeman: Impossível para um fã desenganado fazer um comentário imparcial...

 

 

     

 

 

  fotos - Jacintho Sanchez  

 

 

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Rick Wakeman e English Rock Ensemble
Teatro Coliseo, Sexta – Feira  20 de Abril, Buenos Aires - Argentina

O Show foi genial!! Começou aproximadamente às 22hs. E terminou quase às 24:30hs
Damian é grandioso! Sua voz,  seu carisma e a sua força fizeram com que se apropriasse do show rapidamente.
É inexplicável o que se sente ao escutar os clássicos de Wakeman cantados por Damian. É uma experiência única.

Creio que deve ser um dos únicos cantores capazes de interpretar canções previamente gravadas por Jon Anderson, Paul Mccartney, Ozzy Osbourne, Trebor
Rabin, etc... sem imitar nenhum deles!!! É o melhor cantor que já escutei!


Como todos sabem, Damian não é só um bom cantor, também é uma grande pessoa. Quando Lee Pomeroy, teve o cabo de seu baixo desconectado quando se dirigia ao centro do cenário para fazer um solo, e Adam Wakeman tentava sem sucesso reconectá-lo, Damian entrou no palco encarregando-se de fazer com que o público encorajasse Lee até que o mau momento passasse.

 O melhor momento do show foi o duelo de Rick e Adam.... depois, como já nos acostumamos, desceram e tocaram entre o público.

A diferença de Damian é que ele permitiu que o público o cercasse, o saudasse, o abraçasse, o beijasse.... e não se conformou percorrer a platéia, também se encarregou de percorrer um por um os níveis do teatro, desde o primeiro até o último, saudando o público.

Espero voltar a ver esse cantor, pelo menos uma vez na minha vida!!!

Obrigado!!! Obrigado Damian por tanta satisfação.... Obrigado Rick, por trazer Damian!!!

SEBASTIAN AUED - 23 de Abril 2001 - Buenos Aires, Argentina

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Ao termino do show.

 

pelo ótimo show

 

 

Damian Wilson e Rick

 

Damian e Rick sob a luz dos refletores

fotos - Adriano Busson -http://www.fotonota10.hpg.com.br/index.htm

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RICK WAKEMAN E THE ENGLISH ROCK ENSAMBLE

SÁBADO 21 DE ABRIL DE 2001. TEATRO COLISEO, 21:30 HS.

 

Muito bem... Como começar a contar o que foi o concerto? Como expressar os sentimentos, sensações e impressões que este me causou? Porque não foi um show comum e corriqueiro, porque muitas coisas estavam em jogo.

Por ter estado no primeiro dos shows da banda no ano passado, era óbvio que não ia perder a oportunidade de vê-los outra vez. Mas daquela vez, a forte impressão que me causaram, amenizada pela experiência de ter visto Deep Purple com a orquestra de Bueno Aires uma semana antes, foi só uma sombra comparada à que viví desta vez.

Já desde o começo com Journey to the Centre of the Earth, se notou amadurecimento na interpretação. Os efeitos vocais brilharam muito mais, a banda soou mais ajustada, e notou-se Damian mais familiarizado com o material, o que provocou maior sentimento na interpretação da primeira parte ( The Hansbach ) e maior leveza e clareza na segunda parte ( The Battle ).

A platéia também estavam mais à vontade, aplaudindo e enaltecendo os músicos. Isto se viu refletido na performance de cada um deles, e sobre tudo na de Damian, que se contia para não explodir, mostrando se “adrenalítico” e sorridente o tempo todo.

Quando estávamos nos recuperando de semelhante impacto, a banda deu uma interpretação muito elétrica e potente à "Never is a Long, Long Time" e "Return to the Centre of The Earth"

Deixando bem claro que o nível deste disco não é em nada inferior ao que o inspirou, e também que, se o disco tivesse sido gravado com esta formação, o resultado seria ainda melhor.

Se seguiu "The Visit"  Phantom Power, e não houve aquí diferença da execução da vez anterior, a não ser por Ant Glynne, um pouco mais inspirado na hora dos solos e improvisações ( isto foi uma constante em todo o recital).

Mas o melhor estava só começando. Quando se tocou "Myths and legends of King Arthur...", fiquei de boca aberta ao escutar os novos arranjos que foram dados à peça. Houve um misticismo, uma dramaticidade e intensidade que não estiveram presentes na vez passada. E se notava a diferença. Em “The last Battle”, não se podia evitar de comover-se. Aquí também, Damian teve um papel muito importante, superando amplamente a interpretação da vez anterior: esteve mais emotivo, mais claro e muito mais surpreendente. Foi uma pena que as pessoas não tenham entendido os gestos de Damian en "Lancelot and the Black Knight", que nos pedia que gritássemos os inconfundíveis “FIGHT”do começo. Somente uns poucos o fizemos, mas a grande maioria não captou a idéia, mas isso não evitou que a execução fosse soberba.

 Logo chegaram as peças "Six Wives of Henry VIII": "Catherine Howard" e "Catherine of Aragon". Ambas soaram muito bem; potentes, com um clima mais enérgico dado pela guitarra de Ant, que em certos momentos convertia a peça em “Hard Progressivo”, o que não lhes ficava nada mal.

Mas a grande surpresa veio na interpretação do até hoje inédito CD “No Earthly Connection”. Aquí , tudo veio abaixo, o impacto foi como um soco de Tyson. Força e classe para todo lado, Damian com uma interpretação soberba, deixando boquiaberto todo o teatro. Ainda hoje não esqueço o que provocou em mim quando cantou “The Prisioner”. Foi, em uma palvra: MÁGICO.

 O resto do concerto seguiu sem pausas, com outras duas peças de “Six Wives”, uma das quais (“Jane Seymour”) foi apresentada por Damian, que se equivocou com o nome do disco e disse “The Three Wives” provocando risos na platéia e no próprio Damian, já que se nota que é uma pessoa com grande senso de humor. Este tema foi executado somente por Rick, e deixou sem palavras todo o teatro. É incrível que um só homem possa executar com semelhante qualidade uma obra que se diferencia da de outros tecladistas como por exemplo Jens Johansson, por ser virtuosa e genial, cálida do princípio ao fim.

Seguindo Merlin,e o duelo de teclados entre pai e filho, chegaram os “bisses”. Aquí se abre um capítulo à parte na história deste concerto. O primeiro tema foi  "Buried Alive",uma versão de fazer parar a respiração, devido a sua impressionante força, precisão e efeito. Damian elevou o nível da canção, fazendo uso de sua voz clara e precisa e seu inacreditável bom gosto para decidir quando sujeitar-se à melodia original e quando libertar-se dela.

Mas, o momento inesquecível chegou com "Staship Trooper". Começou da mesma maneira que no ano passado, e conseguindo irritar-me uma vez mais. Pois não posso fazer mais do que enojar me quando alguém está tão perto de ver seu sonho realizar-se e não acontece. O meu sonho (um deles) é ver Damian cantar "Heart of the Sunrise".Creio que sua voz se encaixaría perfeitamente com o tema, e se este se agregasse à sua voz “operística”, o efeito seria inigualável. Mas, seguindo a introdução deste genial hino do Yes, a banda começa a tocar o tema citado anteriomente. Mas aquí, a compensação por esse pecado será inesquecível. Pois depois de uma interpretação soberba, e enquanto Ant se movia entre o público tocando seu grande solo juntamente com Adam, Damian desceu correndo do cenário e nós os perdemos de vista. Em seguida, quando olho atrás de mim, vejo Damian Wilson na nossa parte do teatro a uns 8 metros de mim, batendo palmas junto conosco. E o maravilhoso é que nos postávamos na parte mais alta, onde estavam os que não podiam pagar um lugar melhor. Este grande homem subiu correndo as escadarias do teatro para estar junto a nós. Que grande presente!! Que alguém cite outro artista que faria algo assim por seus fanáticos fãs. Infelizmente, por causa da distância que mencionei, não pude aproximar-me dele, apertar a sua mão e dizer-lhe da minha admiração por ele. Mas não importa, nunca vou me esquecer de seu rosto sorridente e de sua figura batendo palmas conosco ao ritmo da canção. Foi o melhor que já vi em minha vida. Porque não só canta como ninguém, mas sua humildade e gratidão ao público são incomparáveis.

  O fim chegou, com uma grande versão de "Eleonor Rigby", onde força e classe se juntaram para resultar em algo que só uns poucos eleitos podem oferecer: genialidade e qualidade, ambas sempre à mão.

 Me fui com tristeza por esse momento não durar para sempre, mas estou certo de que estará dentro do meu coração, e no de cada um dos presentes. Tanto talento e honestidade não podem passar despercebidos. Quem sabe um disco do concerto ao vivo ajude a guardar o momento para todos nós que estivemos alí, e para os que não puderam alí estar? Esperemos e cruzemos os nossos dedos.

Pablo Sanchez. La Plata, Argentina

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Rick Wakeman e The English Rock Essemble ao vivo no Estádio Chile , Santiago 09 de setembro de 2000
 
 
 

No dia 09 de Setembro passado, uma fina chuva que começava a cair sobre a cidade de Santiago não impediu que às 21.25hs, as mais de 2500 pessoas que estiveram no Estádio Chile, tivessem o prazer de escutar um dos maiores tecladistas que integram o cenário musical progressivo Inglês.

Foi sem dúvida uma noite carregada de emoções e deslumbramento por Rick Wakeman que já vem; no mundo da música, desde a aparição de seu primeiro trabalho entitulado "Piano Vibrations" (1991), até seu mais recente álbum "Preludes to a Century"(2000), apresentações ao vivo e recompilações;a quase 30 anos deleitando-nos com suas criações.
 

Com os anos temos apreciado a paixão e honestidade com que se entrega aos seus milhares de seguidores, passeando pelo rock progressivo e sinfônico, música clássica, pop, new age, gospel e trilhas sonoras de filmes.

Com respeito ao show, podemos dizer que sua integração ao cenário foi total, mantendo uma continua comunicação com o público através de sua música durante as duas horas e meia que durou o concerto.

 

Ao início do show, sob luzes tênues, se escutou uma voz em "off" introduzindo o tema do que daria início ao recital: uma seleção de temas do álbum  "The Myths of King Arthur and the Knights of the Round Table".


A diferença de sua primeira visita ao Chile no ano de 1993, é que desta vez Rick Wakeman se apresentou com uma banda muito melhor estruturada, de onde cabe destacar o trabalho de percusão de Tony Fernandez que foi muito preciso em sua execução, apesar da bateria com que contava desta vez não ser a que usa habitualmente.
 

A inclusão de seu filho Adam na banda, foi sem dúvida notável, já que se deu uma extraordinária comunicação musical entre pai e filho, destacando momentos memoráveis como aquele "diálogo" entre os teclados portáteis que ambos utilizaram durante "Merlin the Magician".
 

O mais provável é que logo tenhamos notícias desse jovem talento musical em projetos similares aos de seu irmão Oliver Wakeman ("Jabberwocky" junto a Clive Nolan).

Devemos destacar também a qualidade do registro vocal do cantor Damian Wilson ( Threshold, Landmarq ) que com bastante segurança plantou se no palco dando seu registro vocal à cada uma das músicas.
 
 

Os membros restantes da banda, o baixista Lee Pomeroy e o guitarrista Ant Glynne, não fizeram menos para tornar essa apresentação uma das melhores dos temas clássicos de Wakeman, seguidos com atenção pelo público chileno, o qual desfrutou cada momento.



Não nos cabe mais que dizer "Obigado Rick!", por seu talento e contribuição ao cenário progressivo mundial, e como me disse pessoalmente em uma conversa informal que tivemos no lobby do hotel onde se hospedava: "See you next time!!".... oxalá assim seja, para que logo tenhamos Rick Wakeman novamente. 
 
 


Set-List :
Primera Parte : King Arthur Overture, King Arthur (Song), The Last Battle, Lancelot and the Black Knight, Never is a Long Time, Catherine Howard, Catherine of Aragon, The Visit (From Phantom Power), Journey to the Center of The Earth (Overture), The Journey (Song), The Hansbach, The Battle, Hall of the Mountain King

Intermedio

Segunda Parte : Catherine Parr, Eleanor Rigby, Buried Alive, The Hymn, 1984 Overture, Robot Man, Merlin the Magician, Heart of the Sunrise Intro, Starship Trooper, Ride of Your Life, The Jig


Fotos : Marco A. Apurahal

 



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