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Pátria querida deixe-me amá-la!

   Quanta etiqueta! Para ser elegante, há um modo certo de se comportar à mesa de refeição, quando a elegância é exigida. Não pode palitar os dentes; o copo mais alto é para água; guardanapo fica no colo e, tendo que ir ao sanitário (palitar os dentes), deixá-lo no lado esquerdo do prato; os talheres devem ser usados na ordem de fora para dentro, etc, etc, etc.

Mas... não é esse tipo de etiqueta que o brasileiro – sério, honesto, sempre elegante, inda que por dentro, rico ou pobre – anda ouvindo em rádios e em televisões. A etiqueta predominante, que tem levado ao descrédito o nosso congresso (onde há muitos honestos) e, em perigo, as nossas instituições que deveriam nos garantir o “estado de direito...” a etiqueta é aquela, em que se coloca preço. O valor. Daquilo que estiver à venda.

O mercado de “gente” andou e anda muito atraente. É leilão! “– Pague mais, que eu sô bão! Tô sempre de acordo com o patrão de plantão! Quanto me dão? Quem oferece mais? Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três! Fechado.”

Quem se vende não é pessoa, é objeto. Mas... as eleições andam por aí, inspirando, preparando, desequitetando. Bons e maus subirão nos palanques. Quem é quem, se perguntará o eleitor, desanimado e sem saber mais em quem confiar...

Desejo-lhe sorte!!

Falando em sorte, um meu amigo – de ouro – enviou-me um texto bonito, bem antigo que... traz sorte e prosperidade! É necessário passar o texto adiante, sem perda de tempo, a outras pessoas, para... ter sorte e prosperidade. Passo o texto a você, meu alvo.

É uma parábola, que nasceu na China, que percorreu oito vezes o mundo, que veio inicialmente da Holanda e que diz que chegou a sua vez de ter sorte. É assim:

 

       “COM DINHEIRO

Com dinheiro, você poderia comprar uma casa, porém não um LAR.

Com dinheiro, você poderia comprar um relógio, porém não comprará o TEMPO.

Com dinheiro, você poderia comprar uma cama, porém não comprará o SONO.

Com dinheiro, você poderá comprar um livro, porém, a SABEDORIA, não.

Com dinheiro, você poderá comprar um médico, porém não a SAÚDE.

Com dinheiro, você poderá comprar “status”, porém, não o RESPEITO.

Com dinheiro, você poderia comprar sangue, porém não a VIDA.

Com o dinheiro, você poderia comprar sexo, porém não o AMOR.”

Eu não acredito em acaso, na minha forma estranha de entender a espiritualidade sem nenhum Deus específico, porém, louvando a obra da Natureza, a cada nascer de um novo dia, porque sei que Ele... é por nós!

Comecei o texto sobre etiquetas, ia falar sobre o poder do dinheiro e agradeço ao meu amigo de ouro, o ter simplificado tudo.

Tenhamos nós, aqueles que pagamos as contas todas, a sorte de uma iluminação, em distinguir, entre todos os candidatos, o verdadeiro significado de...

“Pátria querida, deixe-me amá-la” ou.. .

  “Pátria querida... deixe-me a ... ‘mala’ ”

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