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Faixa de Gaze...Faixa de Gaza!

Faixa. Todos sabem o que é.  Faixa com nomes de políticos, faixa com “vendido”, de imobiliárias; faixa que o sem terra coloca em tantas terras; faixa  do sem teto a almejar um teto...

Faixa lembra também todo aquele “enfaixamento” (o nome deve ser outro!), com que as casadoiras de antigamente apertavam abdome e adjacências... a obter como produto final uma cintura fininha, rodeada de curvas por todos os lados. Uma dedicação!

Dedicação bem grande entre os amantes das artes marciais...rumo à conquista da faixa preta... que beleza!

Belezas de faixas – e felizes! – aquelas que as “misses” felizes... embelezam!

Acabo de receber da gentil Maria Luiza, da Santa Casa, a informação de que ela compra, a cada mês, em média 495 pacotes de gaze. Cada pacote traz 500 unidades. Nem ouso pensar quantos metros isso significa, mas imagino quantas feridas tratadas! Quanta dor, carinhosamente, eliminada!

Dores, muitas dores ainda não eliminadas... apenas trocando o “e” de gaze por “a”., de Gaza.

A Judéia passou a chamar-se Palestina e, lá pelos idos de 313 d.C., quando Constantino I legalizou ali o cristianismo, a Palestina, na qualidade de Terra Santa, transformou-se no centro das peregrinações cristãs. Em 638 d. C., os muçulmanos conquistaram Jerusalém e a maior parte dos palestinos adotou as culturas árabe e islâmica.

Seguiram-se desordens muitas, dominações muitas... entre povos daquelas longínquas paragens... e tudo ficou pior, quando, a partir do século XIX, as potências européias lançaram olhos ao Oriente Médio.

Outras potências lhes foram seguindo exemplo...

Gaze em tantas feridas! Feridas em tantas almas...! almas em tristeza, desassossego e agonias! Triste noticiário de cada dia.

Leitor, releia aquele texto sobre o quanto nós exportamos hoje, de água, na forma de grãos. Ali há dados importantes, recolhidos no site de um patriota – que sabe comportar-se como turista neste planeta azul, mas que escreve palavras de alerta, de sabedoria inspirada em números e cultura humanista, do porte de um Antônio Ermírio de Moraes. Releia “O Brasil, a Água e o Mundo” (não necessariamente nesta ordem).

Já fomos invadidos por alguns povos, ao longo da curta história que temos.  Fomos resistindo... a essas invasões às claras!...

Só que, hoje, parecemos um povo ajoelhado, mais que ajoelhado...à potência que não usa navios nas incursões às costas.

Pelas costas, programa subserviência...

União, força e conhecimento é o que salvará a cada um de nós, turistas que vivemos no Brasil. Estejamos atentos.

Terras, riquezas, sol e muita água atraem olhares cobiçosos.

NÃO!! Faixa de Gaza?! NÃO!! somos muito grandes.

Nós seremos... o maior Oriente Médio...do Ocidente!

Jesus Craisto!!

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