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O
Sapo!!! E
foi um desafio! O Bud, grande crítico e perfeito ignorante sobre
sentimentos humanos, acusou-me de só escrever sobre animais, depois do
texto: “o cão no vaso” (um ZOOLÓGICO!!). Insinuou-me ele, malévolo,
como sempre, que na época das últimas eleições, de forma generosa,
os jornais publicaram: “Meus Queridos Presidentes”. Ali, eu teria
comparava nosso respeitoso Presidente Lula a uma grossa e gorda
“pomba-rola”, que vinha comer no meu quintal! (Ele
continua a fazer isso, nos quintais de nosso povo todo!). E
não é só, continua o Bud: No mesmo artigo, infeliz como sempre, você
compara a um finíssimo e elegante beija-flor...o nada menos que Ciro
Gomes! Sabe, Daidy, beija-flor é aquele pássaro que não tem boca. Tem
só um tubinho...por onde suga o melhor doce que há nas plantas e nas
flores... (E
ele continua fazendo isso...!!). Eu
quieta.. Depois
de chamar-me de desinteligência ZOOLÓGICA, dizendo-me que só faltava
falar sobre “O Sapo”... (quieta e amena como sempre sou ?!!), lhes
apresento:
O
SAPO Há
pessoas lindas, com grandes histórias a contar! É do tempo um pouco
antigo, sem computador, sem máquinas de “games”. Esta
pessoa a quem vou me
referir, tem nome de flor... –
Rosa! Não!! Margarida!! Nããoo! O
nome dela não vão sair da minha santa boca. Apenas, ela era uma
excelente professora de crianças. E
amava os animaizinhos todos. Conversava com todos eles, de forma
amorosa, fosse com cabras, cordeiros, gatos mil e plantas... –Tudo
misturado?!! –
Sabe, Bud, não existe, dentro do coração de quem ama a natureza, a
falha distorção entre plantas e animais! Vai tudo junto: são seres
vivos!!! Aí
vem o final da história: a nossa personagem, – com nome de flor! –
compra uma propriedade em Ribeirão Preto.
Grande quintal gramado, com babosa e um pé de pêssego. Tudo é
lindo! Aí, essa excelente professora percebeu que ali havia...um
sapo!!! Sabe, Ribeirão Preto é terra quente e ela, carinhosa, levou lá
uma cadeira e disse ao sapo: “Fica aí embaixo, na sombra!” Ele
obedeceu! Até que um dia, o dito cujo do sapo saiu do abrigo sereno e
migrou-se para o terreno baldio do vizinho... Esta
minha amiga – com nome de flor – foi em busca dele. Falou,
carinhosa; “Volta para a minha casa, meus sapo amigo, sinto falta de
você”!!! falou e falou!!! Ao
atravessar, de volta, o asfalto que ligava as duas propriedades...um
gordo sapo a acompanhava!!! Passo a passo. Feliz da vida! De
volta ao lar...!!! |