A
Caixa de Pandora e o Dedo do Lula!
Como
eu amo a Grécia e os grandes gregos! Amo toda a sua
Mitologia...sabe, eu a amo, porque...porque...porque... –
Talvez porque você
tenha a mesma...idade dela... – Cale a boca, Bud!! Agora falo eu: então, Pandora era uma garotinha que vivia muito... muito só. Então, um bom deus daqueles tempos de então, trouxe a ela um companheiro, de nome Epimeteo. Junto com esse menino, uma caixa curiosa foi colocada em frente à cabana da criança Pandora. Era
uma caixa lindamente trabalhada, com lindos rostos desenhados. Nas fechaduras não havia chaves, mas um cordel de ouro, com
sábios nós atados e... muito difícil de saber como desfazê-los
todos! Mas,
a Pandora, irrequieta e curiosa, passava horas
a examinar esses nós... e não é que ela começou a ouvir
vozes, sons provindos da “caixa”? –
Pandora, solte-nos daqui...deixe-nos sair...somos amigas... vamos
brincar com você!! Vamos distrair você!...por favor, desate os nós
e nos liberte! Epimefeo
também ouviu aqueles
pedidos todos, mas disse: –
Não temos autorização de abrir a “Caixa”... a menos que você
obtenha um ofício redigido pelo melhor advogado de São Carlos, o
Dr. César. Ou que você consiga um ofício do melhor advogado de
Nova Odessa, Dr. Márcio Paulon. Para autenticar, tem que ser
o PORTO, daqui de São Carlos! –
Mas...esse tempo vai demorar, ainda, a chegar!! Responde a Pandora aflita... –
A Mitologia é
eterna!!, diz o Epimeteo. “Cabeça
dura está aí”, pensa Pandora e... espera...Assim que o irremovível
amigo sai, ela vai..,desatando os nós, com vagar e grande
ansiedade... o quê é que estará...o que é que não estará...?!!
E, abriu um pouquinho a tampa. Foi acometida de grande susto e
desespero!! Tudo ficou cheio de fumaça preta...ela não enxergava
nada! E... o mais horroroso, era ouvir o barulho do bater de imensas
asas, de imensas aves...algo de ensurdecedor!! Ela gritou de
medo...chorou de medo...pediu socorro! Pediu socorro! Pediu mais
socorro!! E gritava tanto, que sua voz chegou ao amigo
Epimeteo, que voltou, um tanto alucinado! E gritou: –
Pandora ingrata !! Tu
és teimosa, como todas as mulheres! Tu és irreverente, como todas
as mulheres!...tu é
indisciplinada.,.como todas as mulheres e... tu és...tu és...tu és. –
Curiosa... como todas as mulheres!! E
foi quando ambos sentiram dores imensas, mais ou menos como 100
picadas de formigas
lava-pés, num só
local!! “Horrorível” diria meu
amigo, dr. Rúbens, do Coral Santa Cecília. Gemendo
de dor – e chorando, também de dor , viram as duas crianças as
aves estranhas causadoras de tanto infortúnio: elas possuíam, na
parte traseira, imensas agulhas, a ferroar todo
mundo... enormes abelhas, misto com morcegos!... amaldiçoados
todos!! O
que havia saído da Caixa de Pandora,
era a família completa dos horrores todos: Paixões más,
todas as espécies de Dúvidas, mais de cento e cinqüenta Dores e
Tristezas, grande número de doenças, de Maldades, de Corrupção
em todos os níveis... a corrupção política é comum... ágeis
manobras financeiras retiram dotes sociais, em proveito próprio...
há muito a falar sobre .. deseducação e incertezas!!!! Já
meio combalidos, nossos
amigos ouviram uma voz pequenina, meiga e doce, a sair da
mesma caixa. –
Quem és ? Perguntou Pandora. –
Abre a caixa, pela segunda vez... e me verás...! Respondeu a voz
gentil e meiga. –
Eu não abro mais a caixa...afirmou Pandora, com muito,
muito...muito e muito...medo!! –
Mas eu vou abrir, disse Epemeteo. Não se pode ficar no meio da
estrada, pelo medo do passado sombrio e cheio de sofrimentos e de
dores!! Vamos adiante!!...quando se conhece o pior, espera-se pelo
melhor! Você
não vai acreditar . Nem eu!! Abriu a caixa. Saiu de dentro uma
figura sorridente... com o corpo formado por todas as luzes e cores
do arco-íris! Tocou, com dedos mágicos e beijou as dores das crianças
e... as dores eliminou...! –
Quem és tu, formosa criatura, perguntaram. –
Sou a ESPERANÇA!! Meu
santo Cipriano! Meu Santo Antônio, São Pedro e São João...todos
festeiros juninos!! ( E julinos! Maravilhosa é a festa dos
Scrankovik)... Ajudem-me, todos esses santos!! É que preciso fazer
chegar ao internacional, estadista, líder das Américas todas,
futuro presidente dos Estados Unidos, amado na Suíça, respeitado
em França e adjacências...olhem, meus Santos todos...preciso
falar, agorinha mesmo, com o MEU presidente, sua Excelência Luiz Inácio
Lula da Silva. Sabe, eu o conheci há 25 anos atrás, quando não
era ainda “sua excelência”. Mas, sempre foi “excelente”. Graças
a Deus, a Telefônica funciona! –
Tttttrrrrriiiiimmmmmm!! Quem fala? –
AlooooôôôÔÕO!!! A Daidy...OUTRA VEZ??! –
Sim, Lulinha paz e amor, juro que esta é a última “vezinha”
que falo contigo... –
Só que já são vinte anos que...essa “vezinha” será a última!
Parece que isso vai durar eternamente...como...como...como... –
A Mitologia grega!! –
???????!!!!!!@@@@###$$$%%% –
Sua Excelência tem que abrir, pela segunda vez, a Caixa da
Pandora!! Não é a Caixa Econômica Federal ou Estadual e eu, como
eleitora, que representa 53 milhões de brasileiros..exijo que o faça! Concorda
em irmos, confiantes, para o futuro, sem a idiota inércia inflacionária
do passado?? Sei
que, ainda, há muitos dedos de torneiros a serem cortados... Torneiros
mecânicos!!! Mas,
confio, meu Presidente, que, ainda,
haverá de sobrar-lhe um único dedo: o indicador da mão
DIREITA, sempre a indicar: “Quero abrir a Caixa de
Pandora”...justo aquela que, de mansinho, com voz suave e doce,
anuncia, depois de tantas tempestades... o advir da ESPERANÇA!! Da
criação de empregos!
Do crescimento! da riqueza bem distribuída... Etecetera e
tal...etecetera e tal... Vamos diminuir os juros???!!! Beijão pra
Ti!!
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