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Os Césares são célebres na história da humanidade. Você sabia que temos um em São Carlos?

Meus queridos leitores e internautas, às vezes eu  reconheço, numa sincera análise de auto-produção, que, sempre, estou lhe levando algum problema a ser pensado. Passei-lhes, a vocês, a certeza de que vamos perder o Lula, que será Presidente dos Estados Unidos; eu vivo amolando o pessoal do SAAE e da Prefeitura, porque minha cabana  - e nem ela nem eu – somos mais enxutas! As enchentes chegam sem tocar o sino que tenho no portão de entrada e, sem cerimônia, vão se acomodando por  todos os  meus recantos...mais aconchegantes!

Contei a vocês, também, que, pra ser atendido por qualquer inicial programa de benefícios, é,  primordial que se pinte a cara de negro. Contei sobre o vômito que é o nosso sistema de ensino naquilo que se refere à alfabetização, - que não alfabetiza. 33% dos brasileiros que moram na maior cidade do País,  não usam o ler e o escrever no seu cotidiano. Estão alijados disso. Desperdiçaram dinheiro indo à escola; os professores, coitados, receberam pouco...mas receberam...e o povão paga tudo isso por nada!!

É um desperdício!! Tudo como o inteligente burro, carregado de pedras...que anda...em círculos e não chega à parte alguma!

Até de Deus eu já reclamei...ou Ele não quer...ou Ele não pode fazer nada por todos esses filhos que sofrem...! Assim, sou uma produtora de conflitos e...bem poucos gostam de mim...

Mas, para  compensar, hoje retomo um texto pequeno, que já foi publicado por um ou dois jornais, mas não assim completo.

Quero levar a sua emoção, do intestino ou do estômago,  depende de onde ela estivera excursionando no seu divino corpo, numa tentativa de que ela se aconchegue no recanto mais confortável de sua alma...porque...ali...eu sei que existe uma auréola que reflete uma nesga da divindade e que vai entender e identificar este mesmo sentimento, em si próprio, como se fosse sua cria e seu invento...como se você pintor fosse...pintando um...pouco do amor!!

Com todo o respeito, retomo o texto referido pelo título:

Aquele do Dr. César, meu amigo, meu advogado, inventor de uma Justiça a mim antes desconhecida. Dá licença, em dividir este sentimento nobre e bom?

A  culpa não é minha! Ele é quem nasceu muito tarde! Meio século depois! Ou seria eu  quem nasceu cedo demais, meio  século antes??

De qualquer forma, estamos, no tempo, infelizmente, desencontrados.          

Essa cuja pessoa, de parto “pós maturo” é o Dr. César, ele constrói na CARRERI & GIGANTE.  Uma Imobiliária e tanto! Graças a ela, conheci um grande homem  nas leis tributárias: meu hoje amigo  sr. Nelson Miyata e sua lindíssima e gentil filha Lisssandra.

Advogado! Calmo, devagar... ele aperta sua mão quente com carinho; quando abraça você, sem pressa, passa do seu grande coração uma amizade intensa... que eleva, aquece, aprimora...é  como se ele pegasse você no colo, e, sozinho,   a erguesse, mais para perto de Deus...

Há pessoas, sim, que são...assim!

Caramba! Como gosto disso! E eu vou!!

Tudo ele ouve, com paciência o que tenho a dizer, mal humorada, irreverente, insubordinada, revoltada, belicosa, espinhosa, apressada! A tudo, ele ouve, sem tirar de mim aqueles olhos calmos...Acho que é de família. O irmão, Dr Lucas, também  os tem assim...

Parece-me que o olhar leva um segredo: o de comunicar as almas  daqueles que se olham no olhar... Depois – devagar – Dr César vai colocando no lugar certo, todos os meus conflitos errados... vai acertando todos os meus desacertos... acalmando a minha pressa, revertendo minha revolta, transformando em razão a minha belicosidade!...

Ele coordena, calmo manda, quente aquece...e ganha sempre!

AH!. Se eu tivesse meio século a menos!

Já pela manhã eu lavaria seu carro, bem lavadinho e o secaria com macia flanela, que é pra não riscar! Faria a ele um café com pó de café italiano, esquentaria  um delicado croissant francês, cortado em fatias com minha “faca italiana., Serviria um invejável apfstrudel austro-húngaro e uma salada de fruta norte-americana, receita da Fabiana, filha do Ernestinho e da Marli.

Que internacionalidade!!

É isso!

Acho que até eu...ousaria, fazer-lhe, com sinceridade... uma declaração de amor!

Não fosse os 50 anos a mais de idade!

KOISAS do tempo!!  Uma  verdadeira injustiça!

    Amem, amem muito... mas não deixem de falar que o fazem...senão, ninguém vai ficar sabendo!!
 

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