Pearl Jam


O Pearl Jam teve origem em uma outra banda de Seatle. A banda Mother Love Bone era formada por Andrew Wood (vocalista), Stone Gossard (guitarra) e Jeff Ament (baixo). Com a morte de Wood em consequência de uma overdose a banda virou Temple Of The Dog, completada por Chris Cornell (do Soundgarden), Mike McCready (guitarrista) e Dave Krusen (baerista). Para os vocais foi contratado Eddie Vedder. O nome da banda logo mudaria para Pearl Jam.
Ao contrário de outras bandas de Seattle que explodiram na mesma época o Pearl Jam seguia uma sonoridade mais elaborada. Embora seja associada ao movimento grunge de bandas como Nirvana, Soundgarden e Alice In Chains o rock do Pearl Jam é mais clássico, se aproximando mais ao rock inglês setentista que ao punk rock. As letras inspiradas de Eddie Veder por sua vez são bastante emocionais e poéticas ao contrário da temática rebelde grunge.
Desde o primeiro álbum, Ten, de 1992, a banda tem sido um grande sucesso comercial e de crítica. Dave Abbruzzese assumiu a bateria em 1993, quando a banda participou da trilha sonorda do filme Singles. Após uma longa turnê acompanhados por Neil Young (lendário guitarrista das bandas Bufallo Springfield e Crazy Horse) lançaram o álbum Vs. repetindo e até mesmo superando o sucesso do anterior (embora não mais ajudados pela explosão da cena grunge de Seatle). O terceiro álbum, Vitalogy, foi lançado em 1994.
Em 1995 gravaram em conjunto com Neil Young o disco Mirror Ball. Em virtude de problemas de contrato com a gravadora de Neil o disco não foi divulgado como sendo do Pearl Jam. Problemas com a Ticket Master, distribuidora oficial de ingressos para shows nos Estados Unidos, levaram a banda a ficar longe dos palcos por longo período de tempo, passando depois a se apresentar apenas para pequenas audiências.
Curiosidades
Uma das prováveis origens do nome Pearl Jam tem a ver com uma geleia (jam em inglês) feita pela avó de Eddie Veder (chamada Pearl) cuja composição incluia um alucinógeno indígena. Outras versões informam que Pearl Jam seria uma gíria de significado semelhante a "colar de porra".
O nome de batismo de Eddie Veder é Edward Louis Severson III. Após o divórcio de seus pais adotou o sobrenome de sua mãe, Veder.
Na música Once Eddie murmura: "You think I've got my eyes closed, but I'm looking at you the whole fucking time."
Logo no início da música Release, se você colocar o volume no máximo pode ouvir Eddie murmurar "Oh father".
No filme Singles o Pearl Jam é a banda de apoio de Matt Dillon. Aparecem Stone Gossard, Jeff Ament e Eddie Vedder (como baterista).
EDDIE VEDDER
Nome Verdadeiro: Eddie Jerome Vedder
- Nasceu em 23/12/1964 em Chicago, Illinois
- Influências : The Who, Neil Young, Ramones e Rock n' Roll
- Bandas : Surf And Destroy, Bad Radio
- Outros Projetos : alguns shows com o C Average nas férias de 99, Temple of the Dog
- Tocou bateria em alguns shows do Hovercraft (banda de sua esposa) em 95
- Historiador do Rock n' Roll
- É presidente do fã-clube do Ramones
- Viciado em vinil
- É bom em truques com cartas
- Adora Basquete, torce pelo Chicago Bulls
JEFF AMENT
- Nome Verdadeiro: Jeffery Allen Ament
- Nasceu em 10/03/1963 em Big Sandy, Montana
- Bandas : Diranged Diction, Green River, Mother Love Bone
- Outros Projetos : Three Fish, Temple of the Dog
- É proprietário, junto com seu irmão, da Ames Bros., empresa responsável pelos posters do PJ
- Fotógrafo
- Adora Basquete, torce pelo Seattle Supersonics
- Escreve a biografia da banda
STONE GOSSARD
- Nome Verdadeiro: Stone Carpender Gossard
- Nasceu em 20/07/1966 em Seattle, Washington
- Influências : Led Zeppelin, Kiss, Funk e Rap
- Bandas : Ducy Boys, Green Rive, Mother Love Bone
- Outros Projetos : Brad, Thermadore, Temple of the Dog
- Tem um estúdio em Seattle, o Studio Litho, onde o PJ gravou seus últimos discos
- Pintor
- Pseudônimo : Carpenter Newton
MIKE McCREADY
- Nome Verdadeiro: Michael David McCready
- Nasceu em 05/04/1965 em Pensacola, Florida
- Influências Kiss, Hendrix, Stevie Ray Vaughan, Punk e Blues
- Bandas : Shadow
- Outros Projetos : The Rockfords, Mad Season, Bumrush, Temple of the Dog
- Também toca piano
- Já fez participação em mil e um discos de outros artistas
MATT CAMERON
- Nome Verdadeiro: Matthew D. Cameron
- Nasceu em 28/11/1962 em San Diego, California
- Influências : Rock e Jazz
- Bandas : Skin Yard, Hater, Soundgarden
- Outros Projetos : The Wellwater Conspiracy, Temple of the Dog
- Também toca guitarra e baixo
- Tocou na primeira demo de Stone Gossard com as músicas que viriam a ser o Ten
- Pseudônimo : Ted Dameron
PRA QUEM CURTE A BANDA DE VERDADE VALE MUITO A PENA CONHECER AS RAÍZES DO PEARL JAM !!!
O Pearl Jam foi formado a partir do fim de outras bandas em Seattle, na época em que a cidade ainda não era o centro das atenções em termos de Rock, particularmente grunge.

O guitarrista Stone Gossard e o baixista Jeff Ament faziam parte de uma banda chamada GREEN RIVER ao lado do guitarrista Steve Turner e o vocalista Mark Arm, mais ou menos na metade da décade de 80. Em 1988, a banda se dissolve. Arm e Turner formariam logo depois o MUDHONEY.

Jeff e Stone continuam juntos, formando o MOTHER LOVE BONE, juntamente com o baterista Jeff Turner e o vocalista Andrew Wood, que em 16/03/90 morre por overdose de heroína. Esse fato decretou o fim do Mother Love Bone.

Depois de algum tempo afastados, Gossard e Ament se reúnem novamente, desta vez acompanhados também do guitarrista Mike McCready. Gravam uma a fita demo "The Gossman Project", com 3 músicas instrumentais. Matt Cameron foi o baterista nessa fita.

Através de Jack Irons, ex-baterista do Red Hot Chili Peppers, Essa chega às mãos do vocalista da extinta banda BAD RADIO: Eddie Vedder, em San Diego. Segundo o próprio Vedder, as músicas ficaram retumbando em sua mente, então ele colocou algumas de suas letras e seus vocais nas 3 músicas (Alive, Once e Footsteps - "The MAMASAN Trilogy") e as enviou de volta aos autores. Os caras ficam impressionados e resolvem convidar Eddie para ser o vocal da futura nova banda. Assim, ele vai para Seattle e grava com a banda durante três semanas.

Nesse mesmo tempo, Chris Cornell, vocalista do SOUNDGARDEN e ex-companheiro de quarto do falecido vocalista do MOTHER LOVE BONE, resolve homenager o antigo companheiro. Juntamente com Jeff Ament, Stone Gossard, Mike McCready, Eddie Vedder e o baterista Matt Cameron, também do Soundgarden, formam o TEMPLE OF THE DOG e lançam o excelente disco homônimo, em 1991.

Cumprida a homenagem à qual se propunham, Jeff, Stone, Mike e Eddie decidem formar uma banda em definitivo, convocando Dave Krusen para as bateras.

ESTAVA FORMADO O PEARL JAM

A princípio a banda se chamou "MOOKIE BLAYLOCK", nome do então jogador do New Jersey Nets. Por problemas legais (felizmente) mudam o nome para PEARL JAM. A origem do nome é incerta, dizem que veio de uma geléia alucinógena que a avó do Eddie fazia.

Em seguida a banda assina contrato com a Epic Records e lança, em setembro de 1991, o álbum TEN, considerado por muitos o melhor disco do Pearl Jam até hoje. Na mesma época o Nirvana lançava Nevermind, que alcançou mais fama do que TEN. Este, porém, vendeu bem mais cópias, com seu som grunge recheado de elementos de blues e rock alternativo, impulsionado por apresentações estrondosas e absolutamente agitadas. TEN (referente ao número da camisa de Blaylock) possui canções belas e inesquecíveis como "Alive" (o grande sucesso radiofônico do disco, e que levou o Pearl Jam a ser conhecido nos quatro cantos do mundo), "Oceans", "Black" e "Release", outras pesadas e raivosas típicas do grunge, como "Once" e "Why Go", além de outras excelentes por si sós, como "Jeremy" (outro grande sucesso radiofônico, e que possui uma letra auto-biográfica de Vedder, narrando problemas em sua juventude), "Porch" e "Even Flow".

Com a excessiva execução desse disco nas rádios e MTVs, a banda vai ficando bastante conhecida (logo Vedder começa a sentir o peso desse sucesso) e o álbum chega assim ao Top Ten americano, chegando ao quíntuplo-platina. A banda ganha o prêmio de Video do Ano da MTV, com o clipe de "Jeremy", além de vários outros prêmios. O destaque final fica por conta das emotivas letras escritas por Vedder, responsáveis em parte pela sintonia imediata do público com a banda. Assim, a banda parte para uma grande turnê de divulgação ao redor do mundo, mas sem o baterista Dave Krusen, que saiu no final das gravações desse primeiro disco por problemas conjugais. Matt Chamberlain tocou com a banda nessa turnê. O Pearl Jam também fica conhecido por suas apresentações, cheias de energia e com o carisma de Vedder transbordando em cada uma delas, com seu comportamento no palco: - ele pula, escala torres de iluminação e tetos de teatros - e os constantes stage-dives em meio ao público. O rock é visceral. Soa como um trator demolidor. 1992 A banda participa ainda de um mini-acústico para a MTV, onde eles tocam algumas canções do primeiro disco, além de uma música que saiu na trilha sonora do filme "Singles", chamada "State of Love and Trust" e uma música cover de Neil Young, chamada "Rockin' in the Free World". Nessa apresentação, Vedder protagoniza um show particular ao final, quando ele sobe no banquinho em que estava sentado e com uma caneta escreve vários slogans em seu corpo, em particular, alguns a favor de um instituição ambiental chamada Earth First (ele possui uma tatuagem em sua perna com o logotipo dessa instituição, da qual ele é sócio) e "Pró-Choice", em favor da legalização do aborto.

O ano de 1992 também marcou a aproximação entre o Nirvana e Pearl Jam, uma vez que, no passado, Kurt Cobain havia hostilizado a banda de Eddie Vedder. Depois de conhecer Vedder pessoalmente, Kurt pediu desculpas em público pelo o que havia dito sobre eles. "I'm not going to do that anymore. It hurts Eddie and he's a good guy", disse Kurt em uma ocasião. A agenda do grupo em 1992 continua intensa: Vedder ainda acha tempo de participar das gravações do álbum "Recipe for Hate", do Bad Religion, banda do seu amigo Greg Graffin. No quesito shows, a banda abre para vários artistas conhecidos, como Red Hot Chilli Peppers, U2 e Neil Young (com quem fariam uma parceria anos mais tarde), além de serem o headliner da segunda edição do festival alternativo Lollapalooza, organizado anualmente por Perry Farrell (ex-Jane's Addiction e Porno for Pyros).

Em outubro de 1993 sai VS. A principio, ele iria se chamar "5 Against 1", mas na última hora a banda resolveu chamá-lo simplesmente de "Vs" (aliás, esse título não está escrito em nenhum lugar do CD, à exemplo do que fez o Led Zeppelin em seu quarto disco). No line-up da banda, nova troca de baterista: Matt Chamberlain saiu para ir tocar no Saturday Night Live Band, e no seu lugar entra Dave Abbruzzese, considerado por muitos o melhor batera que já passou pela banda. O disco logo entra no Top Ten americano, tendo atingido a incrível marca de 350.000 cópias vendidas apenas no primeiro dia de seu lançamento. A música se torna mais madura e trabalhada. Segundo Vedder, Vs. fala de comunicação, mídia, diabo, repressão, silêncio, tiros, compromissos, dificuldades... Ainda em 1993, Eddie participa de um show no Rock and Roll Hall of Fame ao lado dos ex-membros do THE DOORS, Ray Manzarek, John Densmore e Rob Krieger. Eles cantam três músicas do inesquecível grupo de Los Angeles: Roadhouse Blues, Break on Through e Light my Fire. Para fechar o ano, a banda aparece em uma apresentação para o MTV Music Video Awards, com Neil Young no palco para a última música, "Rockin' in the Free World".

Nesse período, a banda começa a se mostrar insatisfeita com a política comercial da Ticketmaster, a empresa americana que controla a venda e distribuição de ingresssos para os shows feitos nos EUA. O principal motivo era o preço desses ingressos, que a banda sempre lutou para manter baixo, ao contrário do que efetivamente acontecia. Em maio, eles acionam oficialmente a justiça americana para uma investigação, acusando-os de monopólio, uma vez que não haviam outras empresas para assim promover uma competição e, consequentemente, abaixar os preços e forçar a melhora dos serviços. Assim, eles rompem com a empresa e passam a promover e organizar os próprios shows, obtendo apoio de vários outros artistas, como o REM, Aerosmith e Neil Young. Isso dificulta bastante a vida da banda, pois a Ticketmaster facilitava bastante esse processo (a despeito do grande lucro que obtinham no final) e eles acabam entrando em um período de baixa, que culmina com algumas brigas internas, ao mesmo tempo em que o Departamente de Justiça Americano desiste de investigar a Ticketmaster.

Decepcionados com o mercado artístico e a indústria cultural vigente nos EUA, a banda decide finalmente passar a usar uma postura anti-comercial. Eles param de produzir clipes, (O baixista Ament declara: "Daqui a dez anos queremos que as pessoas lembrem de nós pelas musicas, não pelos vídeos".) não tocam mais para grandes audiências, não aparecem em programas de TV, não dão entrevistas à revistas, não usam mais as caixinhas de CDs normais (que aumentam o preço final do produto) para comercializar seus trabalhos e, claro, não usam mais a Ticketmaster para promover seus shows. Aparentemente, a idéia da banda é não se expor demais (virando apenas um "produto" para a MTV e rádios) e fugir dos "fãs de momento", aqueles que só os conhecem pela excessiva exposição da banda pelos meios de comunicação comuns, meios esses que apenas visam o mesmo objetivo da Ticketmaster: lucro comercial.

Ainda em 1994, ocorre um outro fato que não só afeta o Pearl Jam, como também grande parte do cenário musical mundial: Kurt Cobain se suicida no começo de abril. A banda resolve cancelar alguns shows marcados para o verão mostrando-se bastante abalada e consternada com o fato, e, em uma aparição no programa Saturday Night Live, Vedder usa uma camiseta com um K desenhado. Nessa apresentaçao, ele canta um trecho de uma música de Neil Young, chamada "Hey Hey My My (Out of the Blues)". Kurt havia usado uma frase dessa música em sua carta de despedida ("It's better to burn out than to fade away"). A banda entra em estúdio novamente e, em dezembro de 1994, lança VITALOGY. O álbum sai primeiramente em uma edição especial de vinil, passando a ser comercializado também em CD e K7 apenas duas semanas depois. Esse disco mostra um Pearl Jam ainda criativo, reproduz um antigo manual de medicina, (com capa dura e 32 paginas de receitas e ilustrações). Apresenta também, excelentes melodias e os instrumentistas bem afiados (além de uma boa dose de experimentalismos, como na estranhíssima última faixa) A significativa diminuição de cópias vendidas é diretamente causada pelo boicote que a banda sofre por parte da imprensa em geral, devido à postura anti-comercial adotada por eles. No meio das gravações o antigo baterista Dave Krusen retorna. (É que por motivos não totalmente esclarecidos, Dave Abbruzzese sai da banda, demitido por Stone Gossard, guitarrista). Quem entra no lugar dele é Jack Irons, ex-batera do Red Hot Chilli Peppers. Para fechar o ano, Vedder resolve então se desligar rapidamente do Pearl Jam e excursiona com um projeto paralelo seu e de sua mulher chamado Hovercraft.

Em 1995, a banda se reune novamente e lança um novo trabalho. Neil Young convidou a banda para tocar em seu novo disco, chamado "Mirror Ball", um dos mais pesados do lendário cantor, e com bastante sonoridade grunge. Vedder faz backing vocals em algumas músicas e, por motivos burocráticos (devido ao fato das gravadoras dos artistas serem diferentes), o nome Pearl Jam não sai escrito no disco, sendo que apenas os nomes dos membros da banda são citados no encarte. O Pearl Jam então aproveita algumas gravações e composições dessa experiência e lança um single chamado "Merkin Ball", que contém duas ótimas músicas ("I got it" e "The Long Road") nas quais é bastante nítida a influência que Neil Young causou na banda nesse período. Na mesma época da união com Neil Young, nasce o MAD SEASON, um projeto paralelo levado a cabo por Mike McCready, Layne Stanley (Alice in Chains), Barret Martin (Screaming Trees) e Baker Saunders (Lamont Cranston). O primeiro disco da banda se chama "Above", e foi lançado em março desse mesmo ano.

Na metade de 1995, a situação entre os membros da banda volta a ficar delicada, após um show em San Francisco, no qual Eddie Vedder deixa o palco após a sétima música alegando estar debilitado fisicamente por causa de algo que comera no hotel. Neil Young, que estava com a banda se preparando para divulgar "Mirror Ball", gentilmente termina o show no lugar de Eddie, mas sem evitar que a banda fique incomodada com Vedder. Eles decidem se separar por algum tempo, para descansarem e tentarem levar uma vida normal, cancelando assim os próximos shows agendados. Mas isso não ocorre. Os membros da banda aparentemente não conseguiram ficar longe da música e do Pearl Jam em si. Eles voltam a se reunir uma semana após a separação, e depois de fazerem as pazes e traçar novos objetivos, voltam a turnê que fora brevemente interrompida.

Em 1996, voltam ao estúdio e em agosto do mesmo ano, lançam NO CODE, que pode ser considerado um marco na carreira da banda. É o disco mais eclético e variado do quinteto, no que diz respeito as influências, sonoridades e estilos. A banda continua com sua política de não divulgar o álbum comercialmente pelos meios normais, como lançando vídeos pela MTV (a banda só os fez para o disco "Ten"), dando entrevistas e se apresentando em programas de TV. A imprensa em geral, naturalmente, continua a boicotá-los, mas a banda não se comove e continua a fazer aquilo que acredita e, principlamente, para aqueles que acreditam. Enquanto a imprensa detona o quinteto (e principalmente Eddie Vedder), vários artistas os defendem, entre eles Michael Stipe, do REM, e Courtney Love, do Hole, dando assim mais credibilidade à banda e fazendo com que os fiéis e verdadeiros fãs do Pearl Jam continuem os prestigiando. Obviamente, "No Code" não foi um retumbante sucesso comercial, mas mesmo assim vendeu bem e a banda parte para um nova turnê de quase dois anos, sempre com bons públicos (a despeito de não estar sendo bancada pela Ticketmaster).
Em 98, foi recebido com boas crítica e vendagem, o álbum YIELD, no qual eles fazem um excelente vídeo para a faixa "Do the Evolution", que é todo feito em desenho animado, produzidos pelo criador do personagem de revistas em quadrinhos e cinema Spawn e lançam um Home Video com as sessões de gravação do disco que se chama SINGLE VIDEO THEORY. Então Jack Irons sai da banda (dizem eles ser uma saída temporária) e Matt Cameron (que havia ficado sem banda depois do fim do Soundgarden) assume as baquetas. Ainda no mesmo ano sai "Live On Two Legs" (o título é uma referência a um disco do Queen), 1º disco ao vivo da banda a ser lançado oficialmente.

No início de 1999 o Pearl Jam participa de um disco em benefício das vítimas da guerra de Kosovo, chamado no Brasil, "Sem Fronteiras". O grupo aparece com as músicas "Last Kiss", uma balada comercial, que tocou exaustivamente nas rádios do Brasil (e que virou um single da banda) e "Soldier of Love", uma cover dos Beatles. Duas faixas do novo disco BINAURAL (Nothing As It Seems e Thin Air) foram antecipadas na última edição do Bridge School Benefit (show beneficente organizado por Neil Young). O evento aconteceu nos dias 30 e 31 de outubro em Moutain View, na Califórnia.

 

Pink Floyd:

Roger Waters (Baixo/Vocais)

Richard Wright (Teclados/Vocais)

Nick Mason (Bateria)

David Gilmour (Guitarra/Vocais)

Numa nebulosa Londres do começo dos anos 60, três rapazes fãs de Jazz e vindos de famílias de classe média decidiram formar um grupo para ganhar alguns trocados. Roger Waters, Richard Wright e Nicholas Mason se conheciam do curso de arquitetura, mas a paixão pela música falava mais alto.Nas horas vagas se dedicavam a compor algumas canções e estavam dispostos a encarar os pubs londrinos. O trio foi batizado de Sigma 6 e passou a tocar covers de blues, moda na época. Com o tempo, o trio decidiu acrescentar outros integrantes ao Sigma 6. Waters apresentou dois amigos da universidade, David Gilmour e Roger Keith (Syd Barrett), ambos guitarristas. Syd Barrett convenceu os três a mudarem o nome do gupo para ''The Screaming Abdabds. Ainda tiveram vários nomes, como Abdabs e T-Set. David Gilmour não queria ser um astro de rock e se mandou para a França. Aos poucos, novas idéias surgiam e novos integrantes se juntavam a banda. No final das contas, a formação dos T-Set estava com: Nick Mason (Bateria), Rick Wright (Teclado), Cliff Metoalf (Baixo) Roger Waters (Guitarra), Keith Noble e Julliette Gale (Vocal) e Syd Barrett (Guitarra).O nome "Pink Floyd" floresceu da cabeça lisérgica de Syd, que há tempos andava dopado, ele disse que enxergou o nome durante uma visão. Mas a explicação mais plausível é de que "Pink Floyd foi uma junção dos nomes ''Pink Anderon" e ''Floyd Council", dos bluesman das antigas, dos quais Barrett era fã. Depois de algumas apresentações, alguns integrantes e a primeira formação do Floyd que viria a fazer história se estabilizou com Roger Waters (Baixo/vocal), Rick Wright (Teclado/vocais), Nick Mason (Bateria) e Syd Barrett (Guitarra/vocais). O Floyd seguiu fazendo shows em redutos alternativos de Londres, como o Spontaneous Underground, e já mostrava um som diferente do que se ouvia na época, com letras futuristas, muito microfonia e atmosfera deprê.
O quarteto estava cada vez mais entrosado em suas viagens sonoras, que muitas vezes duravam mais de 10 minutos. Durante um destes espetáculos, Joel e Tony Brown (Um casal norte-americano do instituto de Milbrook, nos EUA, de onde saiu Timothy Leary, pai do ácido) resolveram projetar slides sobre os rapazes do Floyd. Foi um sucesso total, e, com isso, o casal inaugurou um show cênico que faria parte das apresentações do grupo durante toda a sua trajetória e seria copiado por várias bandas. Aos poucos, a banda chamou atenção e conquistou uma pequena legião de fãs. Londres caminhava para uma abertura cultural forte, com festivais, como o International Poetry Festival, no Royal Albert Hall, que trariam a tona a contracultura e o Flower Power. O Pink Floyd tocou num desses eventos e detonou com sua música assombrosa. Chegaram a ser comparados as visões causadas pelo LSD. Começaram a ganhar fama e aproveitaram o bom momento para, em Fevereiro de 1967, lançar o primeiro compacto com "Arnold Layne" e "Currant and a Currant bun". A primeira canção foi proibida nas rádios, devido a sua letra sobre um travesti pervertido. Mas ''Currant and a currant bun" foi sucesso entre os "20 mais" da parada inglesa. Em Junho do mesmo ano saiu o segundo compacto, "See Emily play". Para saciar a fissura, entraram no mitológico estúdio Abbey Road e gravaram o primeiro álbum.

The Piper at the gates of Dawn (Título do capítulo de um livro infantil que Barrett adorava que se chamava Wind the Wilows). No estúdio ao lado, ninguém menos que os Beatles piravam com as gravações do clássico "Sgt Peppers lonely hearts club band". Reza a lenda que Syd e Lennon trocaram idéias e um deu palpite no álbum do outro. O disco foi lançado em 05 de Agosto de 67 e o Floyd começou a despontar para o sucesso, com o álbum ficando entre as "20 mais" por 7 semanas. De um lado havia a saída do anonimato mas, de outro, o gênio atormentado de Syd Barrett estava preocupando seus colegas. Syd se mantinha sob os efeitos do ácido e estava cada vez mais pirado. Chegou até a aprisionar sua namorada por uma semana a bolachas e água.
Além disso, atormentava técnicos do estúdio com gravações intermináveis de uma mesma nota. Nessas, o velho conhecido David Gilmour voltou da França e se juntou ao Floyd, tentando ocultar a má fase de Syd. Os dois chegaram a tocar juntos por 7 semanas, mas syd, totalmente debilitado, abandonou o grupo. Waters assumiu a liderança e impulsionou o Floyd para o reconhecimento mundial. Buscando o sucesso nos EUA, fizeram o show de lançamento do segundo disco, A Saucerful of secrets , no Hyde Park de Nova York com o Jethro Tull. Repetiram o sucesso do trabalho anterior e seguiram em turnê pela Holanda, Suécia, Áustria, França e Inglaterra. Os show ficavam cada vez mais elaborados, com amplificadores de efeitos sonoros, instrumentos inusitados e jogos cênicos mais alucinados. Em 69, lançam More , trilha sonora do filme homônimo do diretor francês Barbet Shroeder, amigo de Gilmour dos tempos da França.

Enquanto o Pink Floyd chegava ao reconhecimento mundial, Syd voltou a ativa e editou em 1970 o álbum The Madcap Laughs (70), álbum com produção de David Gilmour e Roger Waters, Madcap... é clássico, e também é quase um disco amador, apesar de ter a produção de seus ex-colegas de Floyd, a produção é quase nenhuma, músicas clássicas como "Golden Hair" e "I Love you" são exemplos de boa qualidade do álbum. Syd tentava se recuperar com a ajudar dos amigos Wright e Gilmour, que produziram o álbum Barrett e tocaram em algumas apresentações ao vivo. Syd chegou a formar um trio, chamado "The Stars", mas sua cabeça permanecia muito confusa. Durante um show com o MC-5, em Cambridge (Inglaterra), sua terra natal, Syd não conseguiu tocar suas próprias composições e uma boa parte do público deixou o local, sendo assim, a carreira de Syd chega ao um triste fim, Syd se recolhe e passa a viver apenas como pintor. Em 1988, é lançado pela EMI o álbum Opel , que trazia sobras dos dois álbuns anteriores de Syd. Em 2001, Syd ganha sua primeira e única coletânea, Wouldn't miss me? - The Best of compilação que reúne todos os hits de Barrett tirados dos dois primeiros álbuns de Barrett e também uma música inédita chamada "Bob Dylan's blues".

Em 1969, saiu Ummagumma , álbum duplo com um lado em estúdio e outro ao vivo. A banda estava no auge do experimentalismo e chegava e encomendar suas parafernálias eletrônicas diretamente dos fabricantes. Por intermédio de umas dessas encomendas, conheceram o cineasta Michealangelo Antonioni, que lhes pediu uma trilha sonora para o filme Zabriskie Point . Mas, no disco acabaram entrando só três músicas do Floyd e, no filme, apenas uma. Atom Heart Mother foi lançado em 70 e era, inicialmente um projeto para balé. No Brasil, o álbum ficou conhecido como "O disco da vaca", devido a foto da capa. Roger Waters participou também da trilha sonora do filme Music From the Body sendo sua estréia solo. eM 71, lançaram mais um disco, Meddle , e o próprio Floyd virou filme, o longa Live at Pompeii , em que fazem um espetáculo nas ruínas de Pompéia na Itália, num show apenas para os deus (e para os técnicos de aparelhagem). As trilhas não param e , para o filme "La Valeé", fizeram o disco Obscured By Clouds . Durante um show de 2 horas no Cristal Palace, em Londres, os peixes do lago onde o grupo havia colocado um polvo inflável de 15 metros morreram, atormentados pela extravagância dos decibéis.

Em 73, se trancaram outra vez no Abbey Road com o engenheiro de som Alan Parsons e realizaram uma obra-prima: The Dark Side of the Moon o disco chegou ao primeiro lugar na parada da Billboard e permaneceu entre os 50 mais vendidos na Inglaterra por 2 anos, Nos EUA, foi além: Ficou entre os 100 mais vendidos por quase 8 anos. Uma série de curiosidades liga o álbum ao filme O mágico de Oz Ao terceiro rugido do leão da metro, o disco entra em sintonia com a a história, quando Dorothy se balança entre as cercas ao som de "Breathe", cuja letra tem um trecho que diz "Balançando na maior das ondas". No final de "On the run" ouve-se o som de um trovão e as câmeras focalizam o céu. Estes são apenas alguns exemplos, dentre outros vários. Resta saber mesmo se o Floyd pirou mesmo em cima do Mágico de Oz, ou se tudo não passa de uma bizarra coincidência. Em 75, lançaram Wish you where here, com as letras de Waters fazendo fortes críticas á indústria de entretenimento. A crítica não recebeu muito bem esse trabalho, acusando-o de comercial. Durante as gravações, Syd apareceu de cabeça raspada, maltrapilho e ficou calado observando os colegas. Dizem que isto bateu forte nos integrantes do grupo, a ponto de darem o nome do disco em homenagem ao ex-colega ("Wish you were here" significa" gostaria que você estivesse aqui").

Para fotografar a capa do trabalho seguinte, Animals álbum inspirado no livro "A Revolução dos bichos", de George Orwell-, colocaram no céu de Londres um porco inflável que se desprendeu da corda e atravessou a cidade desvairadamente. Resultado: o porco começou a fazer parte da turnê de divulgação de "Animals", que passou pela Alemanha, Canadá, Áustria e Suíça. A loucura do Floyd contagiava o mundo. Na época, alguns cientistas experimentavam tocar seus discos no curral de uma fazenda nos EUA: notaram que as vacas aumentaram a produção de leite e os cães redobraram a segurança, pois escutavam animais que não se encontravam no recinto. Em 78, Mason chegou a produzir a banda punk "The Damned". Enquanto isso, David e Wright gravavam seus discos solo. Londres havia se tornado a meca do punk rock e a principal rixa musical de Joãozinho podre e a sua gangue era com o rock progressivo.Os punks se diziam fartos de super-produções de 10 minutos e letras falando de espaço sideral. Para eles, grupos como Genesis, Emerson, Lake & Palmer e Pink Floyd deveriam sair de cena.Para ser ter uma idéia, quando Johnny Rotten fez o teste para entrar no Sex Pistols, causou boa impressão ao usar uma camiseta do Floyd com os dizeres: "I Hate Pink Floyd" (Eu odeio Pink Floyd) escrito a mão.Para acirrar a coisa, certa vez um dos Pistols rasgou uma camiseta do Floyd num show, recebendo aplausos de uma platéia impaciente com as músicas complicadas dos progressivos. O Pink Floyd pareceu entender o recado e a resposta foi corrosiva.

Nascia mais uma obra-de-arte, o disco The wall, lançado em 79 trazendo duras críticas ao sistema educacional britânico e considerado instigador da rebeldia contra a escola. O disco foi sucesso absoluto e Waters considerado de vez um gênio do Floyd. Os shows de "The wall" estavam repletos de alusões as letras fortes do disco, como um avião de cinco metros dando vôos rasantes no público, um professor e uma mãe infláveis e um muro-gigante de cartolina, que desaba no final. Diante de tanto potencial visual, Waters se juntou ao cineasta Alan Parker (The commitments, Fame e Evita) e fez um filme baseado no disco. Para o papel principal escolheram o cantor Bob Geldof, da banda Boomtown Rats. O filme é maravilhoso e segue o sucesso do álbum.

Em 83, lançaram um trabalho tenso The final cut e o clima não estava bom. Trazendo críticas aos senhores da guerra, "The final cut" mais parece um disco individual de Roger Waters. Em 85, Waters deixou a banda e Gilmour assumiu o comando, Roger não gostou nada da idéia e entrou na justiça para ter exclusividade sob o nome 'Pink Floyd', Waters perdeu a causa e o Pink Floyd voltou com o álbum A Momentary lapse of Reason em 87 e marcou uma nova fase na carreira do Floyd. O álbum é cheio de canções sem a crítica ácida e a loucura de Waters e a constatação é inevitável: Os remanescentes não comporiam mais clássicos, como "Time" ou "Mother". Para compensar a falta de criatividade, lançaram em 88 um disco duplo ao vivo intitulado Delicate Sound of Thunder, vendendo mais de 11 milhões de cópias.

Enquanto o Pink Floyd enchia estádios do mundo inteiro com suas mega-produções, o ex-líder da banda, Roger Waters, tentava se reerguer com sua carreira solo, e logo após que deixou o PF, lançou os discos The Pros and cons of Hich hiking (84), e Radio Kaos (87), álbuns de pouco êxito, também participou da trilha sonora do filme When the Wind blows (88) . . Em 1990, Roger Waters e convidados como: Bryan Addams, Cindy Lauper, Joni Mitchel, Van Morrison, Scorpions juntaram-se para uma nova versão do show The Wall, chamado The Wall Live in Berlin. O show foi feito em comemoração da queda do muro de Berlin e toda grana arrecada com o show seria para o auxílio de futuros conflitos. Em 1992, Roger lança o álbum Amused to death (92), um ótimo disco, que infelizmente foi um fracasso de vendas.

Em 94 o Floyd lançou o até agora último álbum com material inédito, The Division Bell. cujo tema era falta de comunicação, um bom disco que dividiu opiniões, os velhos fãs acharam o álbum meio requentado, mais outros o elegeram como um ótimo álbum. um ano depois, bateram o recorde de vendas com outro disco ao vivo, o duplo P.U.L.S.E , que trazia um cd recheado de músicas novas e antigas e mais um cd com uma versão ao vivo de The Dark Side of the moon na íntegra. A grande surpresa fica por conta do lançamento, no ano 2000, do disco Is there anybody out there?-The wall live, com as músicas do célebre álbum em versões ao vivo, gravadas durante a turnê em 80 e 81. Em 2000 começo vários boatos de que o Pink Floyd entraria em estúdio para editar um novo álbum, mais David Gilmour infelizmente jogou um balde de água fria nos fãs dizendo que não haveria nem um disco novo e muito menos uma turnê, Gilmour declarou também que está velho demais para seguir em turnê (completou 56 anos recentemente) e que turnê é coisa de jovens (Roger Waters então é um adolescente).

Entre 1999 e 2000, Roger Waters começa a fazer shows por toda parte dos E.U.A, e o show ganha o nome de 'In the flesh', um super espetáculo, que com quase três horas, eram apresentadas músicas do Pink Floyd como: In the flesh, Another brick in the Wall, Dogs... e músicas da carreira solo de Roger como: Perfect sense, It's a miracle e Amused to death. O show foi um sucesso total, e no final de 2000, o show vira o disco ao vivo duplo In the Flesh - Live , o repertório tinha as músicas citadas acima e muitas outras, o show também já foi lançado em DVD. Em 2002, Waters retorna com a 2º parte da turnê In the flesh, e os brasileiros tiveram a ótima notícia de que o Brasil também estaria incluído na agenda de shows de Roger. E o sonho se concretizou em Março de 2002, Rio de Janeiro (Praça da Apoteose), Porto Alegre (Estádio Olímpico, eu tava lá) e São Paulo (Estádio do Pacaembu), viram e se emocionaram com o ótimo show de Roger Waters, inesquecível, e matou um pouco da vontade daqueles que assim como eu sonhavam com um show do Pink Floyd no Brasil. Pouco tempo depois foi lançada a coletânea Flickering Flame - The solo years vol.1 , que é nada mais nada menos do que uma compilação dos maiores sucessos da carreira solo de Waters. Atualmente, Roger está ocupado compondo músicas para um futuro novo disco de estúdio e também de uma ópera rock chamada ça'ira.

Em 2001, David Gilmour entrou na onda dos acústicos, mais não foi para a MTV, Gilmour fez um acústico no festival Royal Albert Hall, Dave adorou a experiência e que no momento é o que ele quer fazer (shows em lugares pequenos). Dave se amarrou tanto na idéia dos shows acústicos que decidiu repetir a dose em Janeiro deste ano (2002), além de fazer shows novamente no Royal festival Hall (Londres) , Gilmour levou seu show acústico para Paris e os shows tiveram a agradável participação do tecladista e companheiro de Floyd Rick Wright que participou do show para tocar umas músicas do Floyd e uma música de autoria própria do álbum Broken China. Se você quiser ver as fotos desses shows acústicos Clique aqui. E os boatos de uma reunião (incluindo Roger Waters) por incrível que pareça voltaram, e quem disse que o Pink Floyd poderia se reunir foi o próprio Roger Waters, segundo Waters, disse que a banda poderia voltar ativa e fazer uma turnê de reunião, vamos torcer que isso realmente aconteça e que a coletânea Echoes-The Best of Pink Floyd, não seja o fim definitivo do PF. Apesar das diferentes fases que o Floyd atravessou ao longo de sua carreira, continua sendo uma das maiores influências no mundo do rock.

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