EDNARDO

Ednardo nasceu em Fortaleza, é consagrado em todo o Brasil, suas músicas tocam em vários países: Portugal, Espanha, França, Japão, Israel, Alemanha, Itália, Holanda, Argentina, Uruguai, Cuba, México, e comunidades Latino-Americanas de Miami, Orlando, New Jersey, New York.
Ednardo tem atualmente, 32 anos de carreira artística, mais de 300 músicas e letras, distribuídas em 15 Discos Originais, 9 discos de compilações, 2 Trilhas Musicais para Teatro, 4 Trilhas Musicais de Cinema, 2 Vídeos Home com Especiais de TV, e reconhecimento do Público e da Crítica especializada, como um dos mais importantes Artistas da Música Popular Brasileira. Sua obra abrangente toca e repercute em várias gerações com vigor criativo e comunicativo, próprio de quem realiza arte íntegra, vital e necessária às pessoas de qualquer nacionalidade e parâmetros musicais.


Músicas & Sucessos

Os sucessos populares cantados por Ednardo, como: *Terral *Pavão Mysteriozo *Artigo 26 *Flora *A Manga Rosa *Beiramar *Carneiro *Enquanto Engoma a Calça *Imã *Rubi *Longarinas *Pastora do Tempo *Lagoa de Aluá *Ingazeiras, e outros de seu extenso e importante repertório musical, têm o poder de arrebatar o público, conquistar diversos segmentos sociais, faixas etárias, permanecendo através dos tempos, com a mesma importância artística.
A abrangência multi mídia que a arte de Ednardo alcança, faz com que a aceitação de seus Shows e Discos, sejam realizados junto ao público nos mais diferentes segmentos do mercado.


Cinema & TV - Vídeos & Trilhas

Ednardo é autor de várias Trilhas Musicais de Cinema e TV. Repercute até hoje em todo o Brasil e Exterior a música Pavão Mysteriozo, trilha de abertura da Novela Saramandaia TV Globo, (Dias Gomes - Autor da Novela e Walter Avancini - Diretor), e também dos Filmes: Luzia Homem, (Fábio Barreto); Tigipió; O Calor da Pele, (Pedro Jorge); Cauim (Ednardo) onde realizou , Novela Tocaia Grande - novela sobre obra de Jorge Amado - TV Manchete, (Walter Avancini), onde realizou a música e clip de encerramento da novela.

Em Luzia Homem, além de realizar a Trilha Musical, Ednardo também é ator no personagem Poeta de Cordel, o filme, bilheteria record no Brasil, sucesso na Europa, Festival de Huelva - Espanha, Festival de Cannes-Paris, e Estados Unidos, em rede coast to coast de TV.
Em Tigipió - Trilha Musical, premiada nos festivais de Karlov Vary/Checoslováquia, e em Verona/Itália, o filme foi ao ar em rede de TV na Iugoslávia. Em O Calor da Pele - a trilha obteve aplauso público no Festival Internacional de Cinema da Argentina e nos Festivais - Cine Ceará, em Fortaleza e no Festival de Cinema de Brasília.
Em Cauim, com Direção, Roteiro e Música de Ednardo, evidencia a proximidade do Artista com o Cinema, foi projetado em todas as apresentações de Shows Tour 78/79, junto ao disco de mesmo título.

Aura Edições Musicais produziu Especiais de TV com Ednardo, transmitidos em rede nacional: Ednardo -Ceará Quatro Estações; Ednardo -Especial. Programas plenos de músicas, em VHS.


Notícias
Em 2005, estarão sendo lançados um DVD e um CD de Ednardo, os quais estão em fase de pré-produção.
Aura Edições Musicais já tem gravado outros dois CDs que estão em fase de pós-produção e que também serão lançados neste ano, um com trilhas de cinema, e outro com gravações ao vivo e em estúdio.


Outros Intérpretes


Vários intérpretes têm gravado músicas de Ednardo: Elba Ramalho, Fagner, Belchior, Ney Matogrosso, Vânia Abreu, Luiz Caldas, Paul Mauriat, Amelinha, Cláudio Lins, Inti-Aimará & Nacha, Nonato Luiz, Renato Aragão, Eliana Pittman, André Saísse, Olga Ribeiro, Rogério Soares, Régis Soares, Mona Gadelha, Marcus Brito, Bandas: Paralela, Terramérica, Baião de Corda, Grupo Mawaca, entre outros.


Discografia, Trilhas, Videografia.
D I S C O S ANO - PRODUTOR - MIDIA
EDNARDO - PESSOAL DO CEARÁ 1973 - CONTINENTAL - LP, K7 – Original.
O ROMANCE DO PAVÃO MYSTERIOZO 1974 - RCA - LP, K7 - Original.
BERRO 1976 - RCA - LP, K7 - Original.
O AZUL E O ENCARNADO 1977 - RCA - LP, K7 – Original,
CAUIM 1978 - WARNER - LP, K7 – Original.
EDNARDO 1979 - CBS - LP, K7 - Original.
MASSAFEIRA 1980 - CBS - LP Duplo – Original.
IMÃ 1980 - CBS - LP, K7 – Original.
TERRA DA LUZ 1982 - EMI ODEON - LP, K7 – Original.
O MELHOR DE EDNARDO 1982 - SONY - LP - K7 – Compilação.
EDNARDO 1983 - EMI ODEON - LP, K7 – Original.
LIBERTREE 1985 - EMI ODEON - LP, K7 – Original.
RUBI - Ao Vivo 1991 - AURA - LP – Original.
EDNARDO E O PESSOAL DO CEARÁ 1993 - WARNER - CONTINENTAL - CD – Original.
EDNARDO - ACERVO ESPECIAL 1993 - BMG - CD – Compilação.
EDNARDO - BRILHANTES 1994 - SONY - CD – Compilação.
IMÃ 1994 - SONY - CD – Original.
EDNARDO - MITOS & MÚSICAS 1994 - SONY - CD – Compilação.
EDNARDO 1996 - SONY - CD – Compilação.
EDNARDO - AUTÊNTICO 1998 - SONY - CD – Original.
EDNARDO - GRANDES SUCESSOS 1998 - SONY - CD – Compilação.
O MELHOR DE EDNARDO 1998 - BMG - CD – Compilação.
EDNARDO - BRILHANTES 1999 - SONY - CD – Compilação.
EDNARDO 2000 - SONY - CD – Original.
EDNARDO - ÚNICA PESSOA 2001 - GPA / OUVER - CD Original.
EDNARDO - BERRO 2001 - BMG - CD – Original.
EDNARDO - O AZUL E O ENCARNADO 2001 - BMG - CD – Original.
EDNARDO - 4 Intérpretes em 1 CD 2001 - BMG - CD – Compilação.
EDNARDO - O ROMANCE DO PAVÃO MYSTERIOZO 2001 - BMG - CD – Original.
EDNARDO - CAUIM 2001 - WARNER - CD – Original.
EDNARDO - E O PESSOAL DO CEARÁ 2001 - WARNER - CONTINENTAL - CD – Original.
PESSOAL DO CEARÁ - EDNARDO AMELINHA BELCHIOR 2002 - WARNER - CONTINENTAL - CD – Original.
TRILHAS TEATRO / CINEMA ANO - PRODUTOR - MIDIA
CIDADE DOS ARTESÕES 1975 - AURA - Trilha Teatro.
PUTZ - A PROCURA DO SOL 1978 - AURA - Trilha Teatro.
CAUIM 1978 - AURA - Trilha Cinema.
TIGIPIÓ 1985 - AURA / CINEMATOGRAFO - Trilha Cinema.
LUZIA HOMEM 1987 - AURA / LC BARRETO - Trilha Cinema.
O CALOR DA PELE 1994 - AURA / CINEMATOGRAFO - Trilha Cinema.
VÍDEOS ANO - PRODUTOR - MIDIA
EDNARDO ESPECIAL 1982 - AURA - Especial TV – Vídeo.
EDNARDO - CEARÁ 4 ESTAÇÕES 1991 - AURA - Especial TV – Vídeo.
EDNARDO - Making of Balanço da Massa 1994 - AURA – Vídeo.
EDNARDO - Making of Shows 1999 - AURA – Vídeo.

Eric Patrick Clapton, o pequeno Rick, nasceu no dia 30 de Março de 1945, na casa de seus avós, Rose e Jack Clapp, um lar modesto no Green, em Ripley, Surrey. O sobrenome Clapton vem do primeiro marido da viúva Rose, Reginald Clapton. Filho de Patricia Molly Clapton, que tinha apenas 16 anos quando deu a luz, e do soldado canadense Edward Fryer, que servia ocasionalmente no Inglaterra. Em circunstâncias normais, a chegada de um filho seria celebrada pela família e os vizinhos, mas a gravidez de uma mãe solteira numa comunidade conservadora se transformava num prato cheio para mexericos. A vida não foi fácil para Pat Clapton. Edward Fryer era da força aérea canadense e servia na Inglaterra no final da segunda guerra mundial, tocava piano em salões de baile, nas horas de folga, donde veio a conhecer Pat Clapton.Era um relacionamento sem futuro, pois Edward retornou para o Canadá e sua mulher, e saiu da vida deles definitivamente tão logo a guerra acabou. Mais tarde Patricia casou-se com outro soldado canadense e mudou-se para a Alemanha, e mais tarde para o Canadá, deixando Clapton com os avós.

Eric nunca conheceu a vida do pai em detalhes até pouco tempo atrás, quando um jornalista canadense descobriu quem foi seu pai e os descendentes que deixou. Eric Clapton foi criado pelos avós, como sendo seus verdadeiros pais, em Ripley. Desde os 5 anos de idade o pequeno Rick freqüentou a escola primária da Igreja da Inglaterra de Ripley. Aparentava ser uma criança brilhante, capacitada a passar em todos os exames adicionais e indo para a aula de gramática, e então entrou para no St. Bede’s Secondary Modern, no Send, perto de Woking. Aqui ele demonstrou um talento natural para a arte e aos 14 anos ele foi transferido para o Hollyfield Road School, Surbiton, que abrigava o departamento júnior do Kingston Art College, próprio para estudar desenho gráfico. Mas havia um problema, Eric havia descoberto a guitarra.

A primeira, foi um presente ao completar 13 anos de idade dada por Rose e Jack Clapp, sendo uma acústica de 14 libras da Bell’s Music Shop em Kingston e, quase todo o seu tempo acordado era gasto aprendendo e conhecendo o instrumento. Ele a carregava no ônibus no trajeto para a escola e foi a principal razão para ser convidado a se retirar da escola aos 16 anos. Seu primeiro trabalho pago foi como carteiro temporário, durante o natal de 61. Eric chegou a trabalhar como assistente de pedreiro com seu avó, mas abandonou o trabalho temendo machucar as mãos e não mais poder tocar. As inclinações musicais de Eric Clapton se desenvolveram dentro de áreas mais exigentes do que o pop habitual da época.

Ele se interessou pelo autêntico Blues americano e ouviu com admiração os discos dos negros como Big Bill Broonzy, Muddy Waters, Howlin’Wolf, e o mais crucial deles, Robert Johnson, o lendário bluesman do Mississippi, o qual diz a lenda ter vendido a sua alma ao Diabo em troca de sua virtuose. A história de Jonhson, pitoresca dos bluesmen errantes do passado, pode ter sido o portal de entrada do jovem Eric, tal ele lutou para tentar se igualar às performances emocionais e atormentadas daqueles mentores americanos, em sua guitarra, uma Kay elétrica, de 100 libras, comprada com muito custo.

Assim equipado, ele entrou em sua primeira banda, “The Roosters”, após um convite de seu guitarrista Tom McGuiness. Os Roosters ficaram juntos nos primeiros seis meses de 63, tocando ao redor de Richmond, números de R & B. Quando a banda acabou, Eric e Tom juntam-se aos “The Engineers”, e a banda trouxe junto Casey Jones, líder de uma banda de Liverpool chamada “The Casanovas”, que tinham liberado seu vocalista e se rebatizaram de “The Big Three”. A reunião durou um mês. A próxima banda de Eric Clapton foi para trazê-lo à atenção de um vasto público mais afastado. Ele encontrou-os no Crown, um pub de Kingston, Surrey, e foi convidado a entrevistar-se após fazer um comentário desacreditando seu guitarrista Paul-Samuel Smith. O nome deles era “The Yardbirds”. O público batia palmas cadenciadamente, enquanto Eric trocava as cordas quebradas de sua guitarra. Assim, ele ganhou o apelido de slowhand. Eric Clapton começava a entrar para a história como o melhor guitarrista de todos os tempos.

A ascenção meteórica dos Yardbirds esbarra no purismo de Clapton, ele não admitia abandonar o Blues em troca do dinheiro fácil do pop. Clapton estava fora do grupo, e em abril de 1965, John Mayall convidou Clapton a juntar-se a sua banda: os Bluesbreakers de John Mayall. Durante a temporada dele com esta banda, Clapton estabeleceu sua reputação de guitarrista. Nesta época começou o fenômeno da re-importação do Blues pelos americanos. O relacionamento dele com a banda era turbulento e Clapton partiu durante algum tempo para visitar a Grécia com amigos. No retorno dele, o álbum Bluesbreaker Com Eric Clapton foi registrado. Durante os shows, o público gritava enlouquecido "Give God a solo!" Surge o legendário grafite nos muros e metrôs de Londres.Clapton is God! O álbum John Mayall´s Bluesbreakers featuring Eric Clapton é considerado até hoje, uma Bíblia de cabeceira para qualquer guitarrista. Em 1966, ele se associou com o Jack Bruce e Ginger Baker para formar O Cream. Viagens extensas nos E.U.A. e três álbuns, Fresh Cream, Disraeli Gears, e Wheels Of Fire - trouxe aclamação mundial para a banda . Enquanto membro do Cream, ele cimentou a sua reputação de guitarrista número um do Rock. Clapton conhece Jimi Hendrix e ficam amigos, quase irmãos. Hendrix demonstrou a Clapton que havia música digna de ser ouvida e vivida além do Blues. A banda esfacelou-se sob o peso do ego dos parceiros que discutiam constantemente. O mérito do Cream foi transformar o Rock' N' Roll em música para adultos. Bruce e Baker tinham forte formação jazzistica, e junto com o Blues de Clapton, conseguiram um som incrível, face aos longos improvisos no palco.

A separação do Cream aconteceu em 1968, e Clapton após ouvir o álbum Music From Big Pink do The Band decide dar uma guinada. Clapton fundou o Blind Faith - o primeiro supergrupo do rock - com Steve Winwood, Ginger Baker, e Rick Grech. Acabando depois de um álbum e uma excursão americana desastrosa, Clapton tentou esconder-se da fama crescente viajando como um sideman com Delaney & Bonnie. Um álbum ao vivo daquela excursão foi lançado em 1970. O debut de Clapton na carreira solo também foi lançado naquele ano.Pelo verão de 1970, ele formou o Derek and Dominos com os amigos dissidentes da banda de Delaney & Bonnie. Os Dominos iriam gravar o álbum mais seminal do rock, Layla e Outras Variadas Canções de Amor. Um állbum de conceito, seu tema revolvido ao redor do amor não correspondido de Clapton pela esposa de George Harrison, Patti . Nesta fase Clapton aumentou sua aproximação com o amigo George Harrison e colaborou com os solos de While My Guitar Gently Wheeps, do álbum branco dos Beatles, e depois trabalhou no primeiro disco de George, junto com o que seria os Dominos, além de várias sessões da gravadora Apple. A banda acabou fazendo uma excursão americana e uma tentativa frustrada de registrar um segundo álbum de studio. O fracasso comercial do álbum Layla e o amor não correspondido de Clapton afundado em tres anos de hábito de heroína, e a morte de Jimi Hendrix bateu duro nos Dominos. A banda chegava ao fim devido a essa paranóia e o uso abusivo de drogas. Clapton passou a ser considerado o mais prováve próximo morto, depois de Morrison, Joplin e Hendrix. Clapton jamais imaginou que sua viagem através da escuridão do mundo da heroína seria tão devastadora.

Após o Rainbow Concert em janeiro de 73, convencido pelo amigo Pete Townshend, ele iniciou um tratamento revolucionário, a base de acupuntura eletrônica para largar as drogas. Curado, trabalhou no verão como colhedor de feno para adquirir a forma física, em uma fazenda. Clapton estava pronto para trabalhar novamente. Em 1974, ele reapareceria com um estilo novo e lançaria o álbum agora clássico, 461 Ocean Boulevar. Ele estava feliz e casado com Patti Boyd, mas infelizmente ele substituiu o hábito da heroína pelo álcool. Ao longo dos anos setenta, sua vida pessoal e o trabalho de estúdio sofreram por causa disto. Em 1981, ele foi hospitalizado devido a úlceras causadas por uma combinação mortal de analgésicos e quantidades prodigiosas de conhaque. Escapa de um acidente de carro,sem maiores danos. Patti Boyd começa a notar que Eric está avançando o sinal. Em janeiro de 1982, convencido por Roger Forester, seu gerente e amigo pessoal, ele entrou na Fundação de Hazelden, uma clínica de reabilitação para alcoólatras. Clapton permaneceu sóbrio desde 1987 pelo ingresso nos Alcoólatras Anonimos.Em fevereiro de 1998, ele anunciou a abertura do Crossroads Centre, uma clínica de reabilitação em Antígua. Ele gastou mais de 6 milhões de dólares do próprio bolso neste projeto, e leiloou 100 de suas preciosas guitarras, para chamar a atenção sobre o seu projeto. O leilão arrecadou 5 milhões de dólares. A clínica tem por princípio, proporcionar tratamento gratuito para algumas das pessoas mais pobres do Caribe que não podem dispor de dinheiro. Dois terços dos leitos são para os pobres. Um dos motivos que levaram Clapton a construir o centro de reabilitação , foi o elevado consumo de drogas pelos jovens ingleses. Ele ficou indignado com a apologia das drogas e resolveu aproveitar sua experiência própria com esse pesadelo. Clapton transformou o hit "Cocaine" em um hino anti-drogas.

Em 20 de março de 1991, já divorciado de sua tão amada Patti, aconteceu o golpe mais terrível em sua vida. O filho Conor, nascido de um relacionamento extra-conjugal em 15 de agosto 1986, caía para a morte do alto de um apartamento em Manhattan, onde morava com a mãe. O pesar de Clapton seria expressado na canção "Tears In Heaven", que lhe traria abraços mundiais e uma nova legião de fãs, e teria seu lançamento no álbum Unplugged.Este sucesso é um tributo à decisão de Clapton de não se entregar ao vício da bebida ou das drogas novamente, face a tragédia. Desde o início de 1990, ele desenvolveu uma relação sólida com sua filha, Ruth Kelly Clapton nascida 11 de janeiro de 1985, de um relacionamento ocasional. A cada álbum após 461 Ocean Boulevard, Clapton reinventou-se musicalmente. Esta prática continua até hoje. Em 1985, Clapton descobriu um público novo, devido à seu desempenho no concerto de caridade mundial, Live Aid. Clapton deu um show espetacular e reapareceram as inscrições 'Clapton Is God' nos muros londrinos. Nos últimos anos daquela década, ele reemergiu como uma força musical a ser considerada. Clapton também esculpiu uma segunda carreira como compositor de trilhas sonoras para o Cinema e a TV. Apresentações anuais no Royal Albert Hall e álbuns prósperos como August, Journeyman, Unplugged, e as caixas Crossroads I e II, trouxeram os velhos fãs de volta, além de conquistar um público mais jovem e também feminino.

Clapton voltou ás raízes do Blues em 1994 com o lançamento do CD From The Cradle.O álbum á o tributo de Clapton aos seus heróis musicais, com versões de covers de Blues. No ano 1997 fez uma incursão na eletrônica com o lançamento de "TDF/Retail Therapy", sob o nome de X-Sample. Em 1998, Clapton lançou Pilgrim, o primeiro álbum dele de material inédito em nove anos. Pilgrim é um trabalho onde finalmente Clapton enterra os fantasmas do passado, escrevendo canções sobre seus dramas pessoais, como a falta do pai, a morte do filho querido, o abandono do vício, e o amor perdido, alé de revelar um profundo amadurecimento como cantor, mostrando uma incrível beleza na voz. Depois de algumas incursões pelas trilhas sonoras e algumas datas no Japão, além de algumas participações em shows especiais e discos de amigos, Clapton surpreendeu ao realizou um velho sonho: Gravar um álbum junto com seu guitar-hero B.B. King, lançado em Junho de 2.000. O álbum surpreendeu os homens da indústria da música, estreiando em terceiro lugar nas paradas americanas, foi disco de ouro em uma semana e, em apenas um mês, recebia seu primeiro disco de platina. O álbum é uma grata surpresa, recheado de clássicos do blues catados na memória de Clapton.

Em março de 2001, lançou o CD Reptile, onde demonstra claramente ter alcançado toda a sua maturidade musical, gravado no mesmo estúdio de RWTK e com praticamente o mesmo pessoal. Uma atmosfera retrô, totalmente jazzy, passeando da bossa nova ao blues e o jazz. Esta turnê Reptile, segundo Clapton, será sua ultima tour mundial, e comentou também que tem um projeto em mente de gravar com alguns artistas que estão retirados da mídia. Eric Clapton é papai novamente aos 56 anos. Sua namorada, Melia McEnery, de 25 anos, deu à luz a uma menina às 9:53 da manhã do dia 13 de Junho de 2001 tendo Clapton ao seu lado. Ela recebeu o nome de Julie Rose em homenagem a avó de Clapton. Este evento feliz ocorre 10 anos após a morte trágica de seu filho Conor, de 4 anos. EC também tem uma filha de 16 anos, Ruth Kelly-Clapton. Ele está comprando uma casa para morar em Columbus - Ohio, com a nova família. Eles se conheceram a dois anos atrás e pretendem casar-se no final da atual turnê mundial de Clapton. Melia é uma moça simples que 'adora pescar', o hobby preferido de Clapton, quando não está tocando guitarra. Clapton declarou estar extremamente feliz.

Este é Eric Patrick Clapton, o artista mais conhecido como Deus . Um homem que apesar dos respingos de divindade possui hábitos simples, com defeitos, qualidades e contradições como qualquer ser humano. Um homem que foi marcado pelas tragédias pessoais, um homem que venceu e escapou da morte várias vezes e que nunca desistiu de viver. Um homem que apesar de tudo, jamais esqueceu o seu amor pelo Blues.

Discografia

Five Live Yardbirds (Yardbirds, 1964)
For Your Love (Yardbirds, 1965)
Fresh Cream (Cream, 1966)
Disraeli Gears (Cream, 1967)
Wheels of Fire (Cream, 1968)
Best of Cream (1969)
Goodbye Cream (1969)
Live Cream (1970)
Eric Clapton (1970)
Layla and Other Assorted Love Songs (Derek and the Dominos, 1970)
Live Vol. 2 (Cream)
History of Eric Clapton
Eric Clapton & The Yardbirds
Eric Clapton at His Best (1972)
Eric Clapton's Rainbow Concert
Derek and the Dominoes in Concert (1973)
461 Ocean Boulevard (1974)
There's One in Every Crowd,
E.C. Was Here (1975)
No Reason To Cry (1976)
Slowhand (1977)
Backless (1978)
Just One Night (1980)
Another Ticket (1981)
Time Pieces (The Best of Eric Clapton, 1982)
Time Pieces Vol. II
Money and Cigarettes
Strange Brew: The Very Best of Cream (1983)
The Pros and Cons of Hitchhiking (com Roger Waters, 1984)
Behind the Sun (1985)
August (1986)
Crossroads (caixa coletânea, 1988)
Journeyman (1989)
The Layla Sessions (com Derek and the Dominos, 1990)
24 Nights (1991)
Rush (trilha sonora)
Unplugged (1992)
From the Cradle (1994)
The Cream of Eric Clapton (1995)
The Very Best of Cream (1995)
Phenomenon (trilha sonora, 1996).
Pilgrim (1998)

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