Caetano
Veloso7/8/1942 
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Considerado uma das figuras mais importantes da música
popular brasileira, nasceu no interior da Bahia e começou
a cantar e tocar violão em Salvador, aonde foi estudar,
ao lado da irmã, a também cantora Maria Bethânia.
Se interessa por bossa nova e principalmente João
Gilberto. Nos anos 60 conheceu Gilberto Gil, Gal Costa e
Tom Zé, e juntos começaram a fazer espetáculos
e shows. Em 1965 Maria Bethânia é chamada para
substituir Nara Leão no espetáculo "Opinião",
no Rio de Janeiro, e Caetano a acompanha.
No mesmo
ano é lançado seu primeiro compacto, com "Cavaleiro"
e "Samba em Paz". Nos anos seguintes participa
dos festivais de música popular e compõe trilhas
de filmes. Em 1967 sai o primeiro LP, "Domingo",
com Gal Costa. No ano seguinte encabeça o movimento
tropicalista e lança o disco "Tropicália
ou Panis et Circensis" ao lado de Gil, Gal, Tom Zé,
Torquato Neto, Rogério Duprat, Capinam, Nara Leão.
No III Festival Internacional da Canção, em
1968, sua música "É Proibido Proibir"
leva uma estrondosa vaia e é desclassificada, provocando
reação indignada do compositor e cantor. Em
1969, depois de ser preso pela ditadura militar, parte para
o exílio político na Inglaterra, onde compõe
canções como "London, London" e
"Como Dois e Dois" e lança discos. Volta
ao Brasil em 1972 e faz show em várias cidades do
Brasil e nos anos seguinte começa a atuar também
como produtor.
Em 1976 Caetano,
Gal, Gil e Bethânia se juntam novamente e formam o
grupo Doces Bárbaros, que grava um LP sai em turnê.
Nos anos 80 continua gravando e produzindo discos, como
"Outras Palavras", "Cores, Nomes", "Uns"
e "Velô", e em 86 comanda ao lado de Chico
Buarque o programa de televisão "Chico &
Caetano", onde cantam e trazem convidados. Inicia os
anos 90 com o sucesso do disco "Circuladô"
cuja faixa-título é baseada num poema de Haroldo
de Campos, colaborador de longa data. Logo em seguida, "Tropicália
2" refaz a parceria Caetano-Gil. Em 1997 sai o primeiro
livro de Caetano, "Verdade Tropical", um relato
pessoal sobre sua visão de mundo. Seu disco "Livro",
de 1998, ganhou o prêmio Grammy em 2000, na categoria
World Music.
Discografia
Discos de carreira
EU NÃO PEÇO DESCULPA (2002) • CD
NOITES DO NORTE AO VIVO (2001) • CD/DVD
NOITES DO NORTE (2000) • CD
PRENDA MINHA (1999) • CD
OMAGGIO A FEDERICO E GIULIETTA (1999) • CD
LIVRO (1997) • CD
FINA ESTAMPA AO VIVO (1995) • CD
FINA ESTAMPA (1994) • CD
TROPICÁLIA 2 - CAETANO VELOSO E GILBERTO GIL (1993)
• CD
CIRCULADÔ VIVO (1992) • CD
CIRCULADÔ (1991) • CD
ESTRANGEIRO (1989) • CD
CAETANO (1987) • CD/Vinil
CAETANO VELOSO (1986) • CD/Vinil
TOTALMENTE DEMAIS (1986) • CD/Vinil
VELÔ (1984) • CD/Vinil
UNS (1983) • CD/Vinil
CORES, NOMES (1982) • CD/Vinil
OUTRAS PALAVRAS (1981) • CD/Vinil
CINEMA TRANSCENDENTAL (1979) • CD/Vinil
MUITO - DENTRO DA ESTRELA AZULADA (1978) • CD/Vinil
MARIA BETHÂNIA E CAETANO VELOSO AO VIVO (1978) •
CD/Vinil
BICHO (1977) • CD/Vinil
DOCES BÁRBAROS - CAETANO VELOSO, GILBERTO GIL, GAL
COSTA e MARIA BETHÂNIA (1976) • CD/Vinil
TEMPORADA DE VERÃO - CAETANO VELOSO, GILBERTO GIL e
GAL COSTA (1974) • CD/Vinil
ARAÇÁ AZUL (1972) • CD/Vinil
CAETANO E CHICO - JUNTOS E AO VIVO (1972) • CD/Vinil
BARRA 69 - CAETANO VELOSO E GILBERTO GIL AO VIVO (1972) •
CD/Vinil
TRANSA (1972) • CD/Vinil
CAETANO VELOSO (1971) • CD/Vinil
CAETANO VELOSO (1969) • CD/Vinil
DOMINGO - CAETANO VELOSO e GAL COSTA (1967) • CD/Vinil
CAETANO VELOSO (1967) • CD/Vinil
EU VIM DA BAHIA (2002) • CD
TIETA DO AGRESTE - Trilha Sonora do Filme (1996) • CD
O QUATRILHO - Trilha Sonora do Filme (1995) • CD
MELHORES MOMENTOS DE CHICO & CAETANO - AO VIVO (1986)
• CD/Vinil
BRAZIL NIGHT - AO VIVO EM MONTREUX - CAETANO VELOSO, JOÃO
BOSCO E NEY MATOGROSSO (1983) • Vinil
BRASIL - JOÃO GILBERTO, CAETANO VELOSO E GILBERTO GIL
(1981) • CD/Vinil
TROPICÁLIA OU PANIS ET CIRCENSES (1968) • CD/Vinil
Coletâneas
NOVELAS (2002) • CD
MARCIANITA (1993) • CD
MUITOS CARNAVAIS (1977) • CD/Vinil
VELLOSO, BETHÂNIA E GIL (1968) • Vinil
Tributos
UNS CAETANOS (2001) • CD
GIL & CAETANO EM CY (1999) • CD
AXÉ CAÊ - JOVENS BAIANOS CANTAM CAETANO (1996)
• CD
ELAS CANTAM CAETANO (1994) • CD
DVD
UN CABALLERO DE FINA ESTAMPA (2001) • DVD
PRENDA MINHA (1999) • DVD
Chico
Buarque de
Holanda (1944) |
Conhecido
principalmente como compositor e cantor de música
popular, Chico Buarque trilhou com êxito o caminho
da dramaturgia e incursionou pela literatura ficcional.
Uma das características marcantes de sua obra como
letrista é a verossimilhança com que retrata
o imaginário feminino. Francisco Buarque de Holanda,
filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda, nasceu
no Rio de Janeiro em 19 de junho de 1944.
Chegou à
vida universitária no início da década
de 1960, auge do movimento popular e estudantil que precedeu
o golpe militar de 1964. Suas primeiras canções,
como Pedro pedreiro, impregnadas de preocupações
sociais, foram seguidas de composições líricas
como Olê, olá, Carolina e A banda, esta uma
das vencedoras do II Festival de Música Popular Brasileira
(São Paulo, 1966).
Ao decretar-se
o ato institucional nº 5, em dezembro de 1968, a música
popular brasileira se polarizava em torno de dois nomes
e estilos: Caetano Veloso, vanguardista e líder do
tropicalismo, e Chico Buarque, que freqüentemente apelava
para a música da década de 1930, especialmente
a de Noel Rosa. Ambos foram vítimas da censura do
regime, que lhes vetava grande parte das composições,
e se exilaram na Europa.
Com Vinícius
de Morais e Toquinho, Chico compôs o Samba de Orly,
sua canção do exílio. Para o teatro,
Chico Buarque compôs a música da peça
Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto,
e do Romanceiro da Inconfidência, de Cecília
Meireles. Escreveu, com parceiros, textos e música
de Roda viva (1967), Calabar (1973), Gota d'água
(1975) e Ópera do malandro (1979). Publicou e encenou
textos infantis e escreveu a novela Fazenda modelo (1974)
e o romance Estorvo (1991).
Análise
da música "cálice"
CAPITAL
INICIAL |
Desde o
início dos anos 80 na estrada, a história
dos brasilienses do Capital Inicial se confunde com a do
BRock. Formado no mesmo grupo de amigos de onde surgiram
Paralamas do Sucesso, Legião Urbana e Plebe Rude,
o Capital teve uma carreira de altos e baixos.
Depois de
participarem da banda punk Aborto Elétrico com Renato
Russo, os irmãos Fê (bateria) e Flávio
Lemos (baixo) juntaram-se a Dinho Ouro Preto (vocal) e Loro
Jones (guitarra) para a partir de 1984 começar a
se apresentar em todo o país. Com a chegada dos anos
90, o Capital foi ficando mais pop e participou dos festivais
Hollywood Rock (90) e Rock in Rio II (92). Por causa de
divergências musicais, Dinho sairia da banda em 1993
e o grupo amargou um período no ostracismo. A volta
triunfal, novamente com Dinho, viria em 1998 na nova gravadora
Abril Music e a consagração definitiva com
o CD “Acústico MTV” de 2000.
Nome:
Fernando de Ouro Preto
Nome Artístico: Dinho
Ouro Preto
O vocalista do Capital Inicial nasceu em Curitiba (PR), em
27/04/64. Dinho foi criado em Washington (EUA), Viena (Áustria)
e Genebra (Suíça). Veio morar no Brasil aos
16 anos, na época da ditadura, quando a tribo punk
começava a invadir as ruas de Brasília. Ao se
formar, Dinho decidiu prestar vestibular para Sociologia porque
seus colegas do segundo grau cobravam dele uma postura definida
em relação à política. Certamente,
todos achavam que os roqueiros eram alienados. No entanto,
Dinho foi reprovado e desistiu da faculdade. Então,
a música virou uma 'necessidade vital' para passar
o tempo em Brasília, cidade que odiava.
Mais tarde, passou a gostar do lugar e não queria mais
sair de lá. Namorou Helena, irmã de Flávio
e Fê, e frequentou muito a casa deles, onde eram realizados
os ensaios do Aborto Elétrico. Dinho era tão
fanático que, não só ía aos shows,
como também gravava todos os ensaios da banda em fitas
cassete.
Quando começou a tocar no Capital, aos 19 anos, em
maio de 1983, seus pais estavam no exterior e achavam que
ele só estudava. Só souberam que ele tinha se
tornado músico quando já estava fazendo sucesso
com a banda.
Após dez anos no Capital Inicial, Dinho deixou a banda
e gravou dois CDs: um com o "Vertigo" (1994) e o
solo "Dinho Ouro Preto" (1995); os dois, pela Rock
It! de Dado Villa-Lobos). Agora retorna para aplacar a ânsia
dos fãs que estavam sedentos por um rock de qualidade
no cenário nacional.
Nome: Antônio Felipe Villar
de Lemos
Nome Artístico: Fê Lemos
Nasceu no Rio de Janeiro em 18/06/62 e mudou-se para Brasília
em 1968, indo morar na Colina, conjunto de apartamentos onde
moravam os professores da UnB (Universidade de Brasília).
Descobriu o rock através dos Beatles, e se tornou roqueiro
ouvindo as bandas de heavy metal e rock progressivo dos anos
70: Grand Funk Raiolroad, Black Sabbath, Emerson, Lake &
Palmer, Yes, Led Zeppelin, Pink Floyd, etc. Foi nos shows
de bandas brasileiras que se aventuravam à tocar em
Brasília, tais como Casa das Máquinas, Som Imaginário,
Rita Lee e Tutti-Frutti, Secos e Molhados, O Terço.
Começou a tocar bateria aos 13 anos de idade, com um
par de baquetas, uma borracha de estudo e o "Método
Prático de Bateria", do professor Bituca. Seu
primeiro kit consistia da borracha, uma caixa de madeira (tomtom),
uma caixa de papelão (surdo), e um prato rachado pendurado
numa baqueta quebrada, presa à caixa de madeira por
um furo. Aos 14 anos vendeu sua bicicleta Monareta e comprou
sua primeira bateria, uma Caramuru, que pertenceu à
seu primeiro mestre, Rodolfo Cardoso.
Sua primeira banda foi a Colina's Band, com Toninho Maia e
David Gueiros. Sua primeira gig foi no mesmo ano, 1976, com
o cantor carioca Péricles Cavalcanti e um guitarrista
negro canhoto chamado de, apropriadamente, Jimi.
Morou durante 1977 na Inglaterra, em Leicester City. Descobriu
o punk rock e se tornou fã de Iggy Pop. Viu ao vivo
The Clash, The Damned, Buzzcocks, The Stranglers, Lynyrd Skynyrd,
Uriah Heep, Rainbow, The Slits, entre outros. Descobriu a
cidra.
Voltou ao Brasil em 1978 e conheceu Renato Manfredini Jr.,
mais tarde Renato Russo, e junto à ele e André
Pretorius formou o Aborto Elétrico, a primeira banda
de punk rock de Brasília.
O Aborto Elétrico começou a ensaiar em 1979,
com a chegada da Inglaterra de sua primeira bateria profissional,
uma Premier D304, e se apresentou em público pela primeira
vez em 11 de Janeiro de 1980. No decorrer do ano seu irmão
Flávio Lemos assumiria o baixo e o Renato passaria
a cantar e tocar guitarra.
A banda terminou em 82 junto à uma enxurrada de novas
bandas que pipocavam, não só em Brasília,
mas por todo o país.
O final da parceria com Renato o levou a começar a
escrever letras, que viriam a ser o texto das primeiras canções
da banda que ele, com Flávio e o guitarrista Loro Jones,
egresso do lendário Blitz 64, formariam, o Capital
Inicial.
A partir da entrada do Dinho, em 83, o Capital Inicial começou
a se apresentar fora de Brasília, e, com a gravação
de seu primeiro disco, o compacto Leve Desespero/Descendo
o Rio Nilo, veio a decisão de se mudar para São
Paulo, em 1985.
Em 1987, a entrada do paulistano Bozzo Barretti como tecladista
da banda trouxe a descoberta do sampler e do sequencer e com
eles a possibilidade de um baterista que não tocava
nenhum instrumento melódico fazer música.
Em 1988 cometeu os seus 'primeiros erros' musicais programando
um sequencer MMT-8 e um sampler S900, e tocando um Octapad,
depois substituído por um Drumkat.
Com a saída do Bozzo em 91, passou a comandar a programação
de percussão e efeitos sonoros nos shows. Começou
a ouvir Tom Waits, Nick Drake, descobriu Nine Inch Nails,
redescobriu Frank Zappa e King Crimson. Votou em "Pump
up the Jam", do Technotronics, como música do
ano na revista Bizz.
Comprou sua segunda bateria, uma Pearl CZX - Studio. Começou
uma temporada de três anos como aluno de Dirceu de Medeiros,
baterista extraordinário e um dos inventores do samba
e da bossa nova aplicados à bateria.
Em 1993, com a saída do Dinho do Capital Inicial, fundou
o selo Qualé Cumpadi Records, que em 94 lançou
seu único disco, "Capital Inicial - Rua 47",
com Murilo Lima nos vocais.
Neste mesmo ano começou a ouvir música eletrônica,
apresentada à ele pelo amigo brasiliense Rick Novaes,
ªkª DJ Mr. Spacely. Nomes como Tricky, Portishead,
Chemical Brothers, Leftfield, Underworld, Roni Size, Photek,
Air, EZ Rollers, LTJ Bukem, e outros tantos, passam a fazer
parte de sua trilha sonora.
Durante os anos de 96 e 97 foi sócio de um pequeno
estúdio em São Paulo, chamado DM Estúdio,
onde gravou bandas de rap, pagode e punk rock do subúrbio.
Nos intervalos da rotina do estúdio e das baladas continuou
compondo música eletrônica, e teve algumas aulas
de violão.
Em 1998 voltou a tocar com o Capital Inicial original, e compôs
uma música e três letras para o disco que marcou
esta volta, "Atrás dos Olhos". São
suas últimas contribuições como compositor,
até o momento, para o grupo.
Em 2001 comprou sua terceira bateria, uma DW, e uma bateria
eletrônica Roland V-Drum.
Terminou a gravação do seu primeiro cd solo
chamado Hotel Básico, que será lançado
em abril próximo
Nome:
Oswaldo Yves M. Passarell
Nome Artístico: Yves Passarell
Yves Passarell nasceu em São Paulo em 8 de fevereiro
de 1969. Começou a tocar guitarra aos 14 anos, sendo
apoiado por sua mãe que era professora de música
e lhe deu as primeiras aulas sobre notas musicais. Fez sua
primeira apresentação no Colégio Rio
Branco, em 1984. Com seu irmão mais velho, Pit Passarell,
formou a banda Viper em 1985, tocando em vários países
do mundo (Alemanha, Áustria, Japão e todo o
Brasil). Yves tem um livro publicado chamado "Temporada
na estrada" e é torcedor fanático do Palmeiras.
Curte Red Hot Chilli Peppers, Depeche Mode, AC/DC, Black Sabbath
e no Brasil os Raimundos e o Rappa. Em 2002, se tornou o novo
guitarrista do Capital, após a saída de Loro
Jones.
Nome:
Flávio Miguel Villar de Lemos
Nome Artístico: Flávio Lemos .
Flávio Lemos aparenta ser o mais sério de todos
os integrantes do Capital Inicial e o mais concentrado de
todos quando toca ao vivo. Flávio é o criador,
junto com Renato Russo, de um dos maiores sucessos do Capital
Inicial: o hit Fátima. Flávio junto com o seu
irmão Fê passaram uma temporada na Inglaterra,
vivendo em Leisester, a 200 Km de Londres. E foi lá
na Inglaterra que ele descobriu o movimento "Punk"
bem no auge do movimento. Flávio estudou piano e vivia
tentando convencer sua professora a incluir músicas
novas ao seu repertório clássico. Mas ele abandonou
os teclados quando Fê e Renato Russo perguntaram se
ele queria tocar baixo no Aborto Elétrico.Flávio
decidiu largar a faculdade de Física no segundo ano
para ser músico.Flávio gosta de ler (adora literatura
de ficção científica), mergulhar e fotografar.

CINDY
LAUPER
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Biografia
Nascida
em 1953, no bairro de Queens em New York, Cindy Lauper teve
uma infância muito difícil. Aos 5 anos seus pais
se separaram e ela enfrentou preconceitos na escola por isso.
Logo
aos 17 anos teve que começar a trabalhar para ajudar
em casa, conseguindo bicos como garçonete, camareira
e vendedora. Mais tarde tentou sair de casa e viajou para
o Canadá, porém não teve muito sucesso
e precisou voltar.
Então
começou a participar de bandas fazendo covers e em
79, com a banda Blue Angel, gravou um disco de rockabilly.
Apesar dos elogios da crítica, a banda teve problemas
contratuais e acabou se dissolvendo.
Cindy
decidiu então partir para carreira solo. Com um estilo
próprio, surgiu no mundo da fama como uma garota rebelde
do rock. Seu disco de estréia foi um sucesso e vendeu
mais de 12 milhões no mundo todo, lançando hits
como "Girls Just Want to Have Fun", "Time After
Time", "All Through the Night" e "She
Bop".
Em
85, entrou para a trilha do filme "Goonies" com
a canção "The Goonies Are Good Enough".
No mesmo ano participou das gravações da música
"We Are the World", no projeto "USA for África".
Seu
disco mais famoso, "True Colors" foi lançado
em 1986, encabeçado por músicas como "Change
of Heart", "What's Going on" e "True Colors".
Após muitas desavenças com sua gravadora, o
terceiro disco, "A Night to Remember", veio em 89.
No
início dos anos 90 chegou a pensar em parar de cantar,
alegando forte interferência da gravadora em seu trabalho.
Desde então, teve problemas com divulgações
de seus discos.
No ano de 1993, surge uma Cindy Lauper diferente, cantando
temas como aborto, racismo e incesto no álbum "Hat
Full of Stars". Nesta mesma época, Cindy arriscou
alguns trabalhos como atriz nos filmes Vibes" (89) e
"Fora de Controle" (91).
Em
97, lança "Sisters of Avalon", com destaque
para a faixa "The Ballad of Cleo and Joe", que trata
sobre a história de uma drag queen.
No
final de 2000, anunciou seu desligamento da gravadora Sony,
quando compôs "I Want a Mom That Will Last Forever"
para o desenho "Os Anjinhos em Paris".
Seu
trabalho mais recente é o disco "Shine",
lançado em 2001. Ela pretende gravar um novo álbum
em 2003. Agora é esperar para ver.

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