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Bee
Gees
Falar dos Bee Gees, sempre
foi, ao longo de toda a intervenção na História
da Música Rock, um assunto polémico. Dividindo
os teóricos da especialidade, estes três irmãos
ingleses, que chegaram da Austrália, tiveram contudo
um particularidade invulgar: introduziram no circuito, ou
na cena, como preferirem, um estilo original que oscilava
entre a pureza e a melodia. Todo o arranjo vocal assentou
em bases extremamente simples e de grande efeito o que, por
si só, foi o suficiente para ocupar um espaço
dentro do Rock, que se encontrava vazio. Grupo lamecha para
uns, músicos da beleza para outros, os Bee Gees sempre
foram notícia. A sua vida divide-se em duas fases perfeitamente
distintas, sendo que ambas partem da capital europeia da música
rock: Londres.
Tudo começaria na cidade inglesa de Manchester, onde
o pai de Hugh Gibb era o chefe de uma pequena orquestra local.
No Natal de 1956 o pai Hugh oferecia ao filho mais velho,
Barry, uma guitarra. Enquanto Barry ocupava o tempo a tirar
de ouvido os velhos êxitos dos seus preferidos, Paul
Anka e Everly Brothers, os dois irmãos gémeos,
Maurice e Robin, entravam igualmente na onda e cedo, seis
meses depois, se apanharam a cantar num pequeno cinema da
sua cidade. Interpretando um dos maiores sucessos da altura
"Wake Up Little Susie", os irmãos Gibb adoptariam
o nome de "The Blue Cats" para se poderem apresentar
no mesmo cinema, todos os domingos de manhã.
Em 1958, o pai Hugh decide mudar-se para Sidney, na Austrália,
para aí começar uma vida nova, levando consigo
toda a família. Passados alguns meses, os manos conseguiam
uma audição pública pela Rádio
de Brisbaness Station.
Ainda que o sucesso não tivesse sido tentador, tiveram
contudo a oportunidade de conhecer Bill Gates (não,
não é esse), um disc-jockey que se interessou
por eles. Das iniciais dos seus nomes foi tirado um novo nome
para o grupo: BEE GEES. Gravam, então, o seu primeiro
single, contendo música da sua autoria, tendo o tema
"Three Kisses of Love" obtido algum sucesso.
Percorriam entretanto todo o país, a Austrália,
dando dezenas de concertos e impondo o seu estilo. Em 1965
e 66 atingiram o primeiro lugar dos tops australianos com
os temas "Wine and Women", "I Was a Lover and
Leader of Men" e "Spicks and Specks".
Durante dois anos seguidos foram considerados o melhor grupo.
Animados pelo sucesso australiano, os irmãos Gibb,
decidem tentar a sua sorte no seu País natal, a Inglaterra,
onde naquele tempo se escreviam as melhores páginas
da História da Música Rock.
Enquanto preparavam a sua partida, Barry Gibb decidiu enviar
para Londres todas as gravações ao cuidado do
manager dos Beatles, Brian Epstein. Ao certo não se
sabe o que aconteceu, mas o que é facto é que
todas essas gravações foram parar à mão
de um dos agentes amigos de Epstein, o então desconhecido
Robert Stigwood.
Talvez motivado com o sucesso que "Spicks" tinha
tido na Austrália, Stigwood resolveu promover este
tema em Inglaterra, apoiado numa grande campanha de publicidade.
Os resultados não foram de todo animadores. É
então que os irmãos Gibb escrevem aquele que
viria a ser a sua rampa de lançamento definitiva no
mundo da pop: "New York Mining Disaster". Primeiro
lugar imediato em Inglaterra e em outros países. O
caminho estava aberto e os Bee Gees começaram sem hesitações
a percorrê-lo.
"New York" venderia mais de um milhão de
discos e "Massachusets" ultrapassaria largamente
este número. O sucesso da banda crescia por todo o
lado, especialmente nos Estados Unidos, onde se tornaram um
dos nomes favoritos do público em geral. Na sua primeira
apresentação nos States os Bee Gees receberiam
a "módica" quantia de 50.000 dólares.
Depois é só uma questão de enumerar o
que de memória se retém: "World",
"I´ve Got a Message ToYou", etc. etc.
Para dar um som mais compacto ao grupo, os Bee Gees decidiram
integrar dois músicos australianos Colin e Vince que,
inconscientemente, haveriam de servir de prova à popularidade
dos Bee Gees. A gente conta como foi. Colin e Vince eram estrangeiros
em Inglaterra, razão pela qual precisavam de licença
de trabalho. Aconteceu que essas licenças esgotaram
a validade e os dois australianos viram-se obrigados a regressar
ao seu país. Este assunto fez correr muita tinta, porque
envolvia o destino de todo o grupo, que chegou mesmo a anunciar
a sua dissolução. Toda a questão se resolveu,
ultrapassados os diferentes problemas legais que envolvia.
Enquanto
decorria todo este processo, dezenas de jovens deslocavam-se
diariamente ao Palácio de Buckingham com as mãos
amarradas em sinal de protesto.
Resolvida esta trapalhada, tudo parecia retomar o ritmo normal,
mas não foi isso que aconteceu. Em 1969, por razões
tão diferentes quão inesperadas, os elementos
do grupo anunciaram a sua separação. Vince decide
regressar à Austrália, o que Colin faria igualmente,
algum tempo depois.
O
que parecia impensável, tornou-se numa realidade, os
irmãos Gibb zangaram-se e Robin parte para construir
a sua própria carreira de solista. Enquanto se desenrolava
este "drama" os irmãos casavam-se.
Maurice
casou com uma cantora famosa na altura, "Lulu".
Mas, em 1970, Robert Stigwood corria desenfreado para todos
os jornais a dar a boa nova! Os Bee Gees vão regressar.
E regressaram, com um novo baterista, Geoff Bridgford, e dois
temas de grande impacto: "Lonely Days" e "How
Can You Mend a Broken Heart".
Grandes nomes do music-hall começaram então
a cantar as músicas dos irmãos Gibb: Frank Sinatra,
Tom Jones, Elvis Presley, Nina Simone, José Feliciano
e muitos outros. Dos temas "To Love Somebody" e
"Morning of My Life" seriam feitas dezenas de diferentes
versões.
O que não deixa de ser interessante constatar na vida
destes três irmãos ingleses, enquanto músicos,
é o facto de que embora perturbados pela separação
do grupo, os seus nomes nunca deixaram individualmente de
merecer o respeito e a admiração de todos. Os
dois álbuns que antecederam a sua separação,
"Ideia" e "Odessa", chegaram mesmo a gozar
de maior popularidade, por exemplo na Alemanha, do que qualquer
outro trabalho dos Beatles ou dos Rolling Stones.
Os álbuns que se seguiram à nova fase da vida
do grupo, apresentam características diferentes de
toda a sua obra anterior. Com efeito, "Two Years On",
"Main Course" e "Children of the World",
embora mantendo a originalidade dos arranjos vocais, abrem
novas perspectivas à expansão criadora do grupo,
assentando na reformulação musical de toda a
obra. Projectados que são, agora, para os quase ilimitados
horizontes da fama, a que não é alheio de maneira
nenhuma o seu trabalho em "Saturday Night Fever",
o balanço da obra dos Bee Gees é, sem dúvida,
compensador para os músicos e para os seus admiradores.
Uma obra que se divide, como dissemos no princípio,
em duas fases distintas: entre a pureza e a melodia e a intervenção
mais efectiva num circuito mais amplo da história do
Rock.
Em "Saturday Night Fever", os Bee Gees responsabilizaram-se
por quase toda a Banda Sonora. No entanto, o cinema não
os quer exclusivamente como músicos, daí a sua
participação na adaptação cinematográfica
da mais indiscutível obra-prima da música rock:
"Sargent Peppers Lonely Hearts Club Band", dos Beatles.
O ano de 1978 parecia não acabar para os Bee Gees.
Em Novembro, iniciam a gravação de um novo álbum:
"Spirits Having Flown". Três singles fizeram
a festa: "Too Much Heaven", "Tragedy"
e "Love You Inside Out", todos com passagem pelos
primeiros lugares das tabelas de venda, nos dois lados do
Atlântico. O álbum vendeu mais de 20 milhões
de cópias em todo o mundo.
A década fechou com os manos Gibb em alta: entre 77
e 80, eles comandaram o grupo pop mais bem sucedido de todo
o planeta. Mas logo a seguir, o reverso da medalha, com o
álbum "Living Eyes" a realizar uma carreira
quase confidencial. Resolveram fazer uma pausa nas actividades
da equipa e dedicar-se à família.
Robin e Barry aproveitaram para gravar a solo e estenderam
a "marca" Gibb a uma série de outros artistas:
Barbra Streisand ("Woman In Love"), Diana Ross ("Chain
Reaction"), Dionne Warwick ("Heartbreaker")
e a dupla Dolly Parton/Kenny Rogers ("Island In the Stream").
Em 1987, Bee Gees de novo em acção com o álbum
"E.S.P." e o single "You Win Again". Voltaram
também ao palco, com uma digressão que passou
por três continentes. Começou aqui um ciclo de
actividades bienais que, invariavelmente, constou de um álbum,
um ou dois singles de sucesso, uma ou outra aparição
ao vivo e um qualquer prémio. Uma espécie de
período de manutenção, que correspondeu
aos álbuns "One" (1989), "High Civilization"
(1991) e "Size Isn’t Everything" (1993).
Na segunda metade dos anos 90, os Gibb continuaram a ver canções
deles nos primeiros lugares dos tops, ainda que por interposta
pessoa. Assim aconteceu com "Stayin’ Alive (pelos
Ntrance), "How Deep Is Your Love" (Take That) e
"Words" (Boyzone). Para não perderem a mão,
os próprios Gibb refizeram "First of May",
de molde a chegar a "top one" e, deste modo, abriram
caminho para um novo álbum de originais. O disco chama-se
"Still Waters", comemora 30 anos de carreira e antecede
a maior digressão de sempre dos Bee Gees, que vai correr,
a partir deste Verão, quatro continentes em 18 meses.
Com mais de 100 milhões dediscos vendidos, que os colocam
no "top five" de todos os tempos (atrás de
Elvis Presley, Beatles, Michael Jackson e Paul McCartney),
os Bee Gees preparam-se, não só para vencer
mais uma década, mas, sobretudo, para dobrar o milénio
nos primeiros lugares das tabelas de venda.
Nota: Parte desta biografia foi publicada no número
especial de Música & Som dedicado ao filme "Saturday
Night Fever".
Bryan
Adams  |
BRYAN
GUY ADAMS nasceu em Kingston, Ontário - Canadá,
no dia 05 de novembro de 1959. Filho de um diplomata canadense,
ele admite que a mudança com seus pais ao longo da
Europa e do Oriente Médio, freqüentando escolas
britânicas e americanas o fez duro, violento. Viveu
em Portugal, Israel e Áustria antes de se estabelecer
em Vancouver com sua mãe e seu irmão mais novo
Bruce, depois de seus pais se separarem. Aos quatorze anos
já vivendo em Vancouver, tocava violão e crescia
desiludido com o relaxamento das escolas norte-americanas.
O boletim escolar dizia: "Bryan é um estudante
muito atento - quando está presente ". Mas ele
tinha descoberto o Rock'n'Roll e não voltaria...largou
a escola aos 15 anos e montou uma banda de rock.
Atualmente vive em Londres, Inglaterra.
Aos 12 anos já tocava piano, aos 17 conheceu Jim Vallence,
seu parceiro de composições, e os dois tornaram-se
compositores antes de Bryan assinar com a A&M Records
em 1978. Em fevereiro de 1980 saiu seu primeiro LP gravado
em Toronto, na A&M Records, sua gravadora até hoje.
Mas só em 83, com seu terceiro CD é que Bryan
consegue fazer realmente sucesso. A primeira canção
a entrar para o Billboard Singles Chart no #10 foi Straight
from the heart, do álbum "Cuts like a knife".
Além dessa canção, o som que dá
título ao álbum também chega ao topo.
O terceiro single foi This Time, que alcança o 24º
lugar na Billboard Top 10.
Em 05 de novembro de 1984, dia do aniversário de Adams,
é lançado seu quarto álbum, "Reckless",
que veio recheado de grandes sucessos, entre eles: It's only
love (com Tina Turne), Summer of '69 e a música que
o colocou definitivamente como estrela do rock. A canção
Heaven chegou com tudo, fazendo dele um cantor conhecido mundialmente.
No mesmo ano, ele embarca para uma excursão de divulgação
pela Europa, que incluiu uma participação no
Rock Pop Concerto, na Alemanha, com uma audiência de
20 milhões de telespectadores.
Com "Into the fire" ele se torna o mais bem sucedido
artista canadense, sendo eleito o Artist of the Decade by
the Canadian Recording Instry association em 1990.
Bryan lança sua primeira coletânea. "Live!
Live! Live!", que foi gravada ao vivo na Bélgica,
e contém seus sucessos até o momento.
Depois disso tudo, ele lança, em 1991, "Walking
up the neighbours", que vem com os sucessos Do I have
say the words e o seu maior sucesso: (Everything I do) I do
it for you, que explodiu mundialmente, rendendo a Bryan a
incrível marca de 16 semanas consecutivas em primeiro
lugar na parada britânica, de julho a outubro de 91.
Além disso, foi a n.º 1 em 30 países e
o álbum vendeu 10 milhões de cópias.
Porém, esse álbum conta com as últimas
parcerias de Adams e Vallence. Ambos não entraram em
acordo com relação a canção Depend
on me, na qual Jim queria 1/4 dos direitos autorais, mas Bryan
achou muito para a pouca "ajuda" na composição
da canção. Depois se arrependeu, mais era tarde
demais. Acabaram aí vários anos de parceria
e sucesso.
Bom
Jovi |
A
banda foi formada em volta do vocalista Jon Bon Jovi, ou se
preferirem John Frank Bongiovi, filho de uma coelhinha da
Playboy e de um cabeleireiro. Seu contato com a música
começou cedo, e foi trabalhando como faxineiro em um
estúdio de gravação que ele começou
a pensar em gravar demos. Mas vamos nos concentrar na discografia
do grupo. O primeiro trabalho em estúdio não
chamou tanto a atenção do público ou
da crítica, e foi lançado no dia 21 de janeiro
de 1984. Batizado simplesmente com o nome de bon Jovi, ele
contém nove faixas, e o maior destaque fica por conta
da música "Runaway", que até hoje
é incluída nos shows do grupo. Aquela frase
se encaixa como uma luva: o primeiro trabalho foi um cartão
de visitas. Os músicos reunidos para esta gravação
continuam juntos até hoje, com exceção
do baixista Alec John Such. A guitarra ficou por conta de
Richie Sambora (que já tocou em outros grupos antes,
como o Phantom's Opera e Message), os teclados eram executados
por David Bryan e na bateria esta Tico Torres.
Ainda
com este primeiro trabalho, eles conseguiram ser a banda suporte
do ZZ Top, o que ajudou em muito na divulgação
do nome do grupo (sim, o Bon Jovi já abriu shows de
outras bandas de rock!). E também fariam uma pequena
turnê como os alemães do Scorpions pelos Estados
Unidos, e com o Kiss pela Europa. Sem nenhum sentimento de
desapontamento ou coisa do tipo, a banda partiu para o segundo
disco. 7800º Fahrenheit (lançado em 22 de abril
de 1985) ajudou a subir a temperatura dos fãs e uma
legião fiel de seguidores começou a acompanhar
todos os passos dos integrantes. Naquela época, o visual
era muito colorido, bastante diferente (ou totalmente!) do
que podemos ver hoje. Entre as faixas, podemos destacar "In
And Out Of Love", "Only Lonely" e "Silent
Night". Já naquela época um dos grandes
destaques eram as baladas de muito bom gosto que ele compunham.
Foi também neste ano que o grupo voou para a Inglaterra
para se apresentar no respeitável Monsters Of Rock,
um festival que reúne grandes bandas que estão
se destacando no momento. A apresentação foi
ao lado de grupos como o já falecido Ratt, Metallica
(que na época estava despontando no cenário
trash) e ZZ Top.
Quando o terceiro disco foi lançado o nome Bon Jovi
saiu dos Estados Unidos e foi soar nos ouvidos de jovens dos
mais remotos países. E não era para menos. Slippery
When Wet (lançado em 1986) é um clássico
da discografia mundial, recheado de sucessos. Quem nunca se
pegou cantarolando músicas como "You Give Love
A Bad Name", "Livin'On A Prayer", "Wanted
Dead Or Alive" e "Never Say Goodbye". Com vários
vídeos rolando na MTV, ficou visível que a maior
parte dos fãs eram do sexo feminino, o que não
deixava de ser um bom motivo para que os rapazes também
fossem aos shows do grupo.
Talvez o momento mais difícil de uma carreira é
superar o próprio sucesso. Felizmente eles sequer passaram
perto deste problema, já que o próximo trabalho
de estúdio, lançado dois anos mais tarde, resultou
em mais sucesso e músicas ocupando o primeiros lugares
nas paradas. Levando o nome da cidade natal do grupo (New
Jersey), ele traz faixas como "Lay Your Hands On Me",
"Bad Medicine", "Born To Be My Baby",
e "I'll Be There For You". Os shows eram realizados
em diversos países, além do difícil mercado
americano. A esta alturado campeonato, todas as pessoas envolvidas
com a música já perceberam que o tema mais forte
das canções do Bon Jovi era o amor, a mistura
de uma letra romântica com as batidas e guitarras do
hard rock.
Naquela época, por causa de alguns desentendimentos
o grupo resolve se separar. O guitarrista Richie Sambora acabou
por lançar um disco solo chamado Stranger In This Town
(ele avisa que já está preparando o segundo
trabalho para ainda este ano), e o vocalista Jon Bon Jovi
trabalhou na trilha sonora de Young Guns II, com o álbum
Blaze Of Glory, num estilo puxado para o country-rock. Ele
fez sucesso, mas não da mesma maneira de como a banda
fazia. E para aqueles que pensavam que a relação
de Jon com o cinema iria parar por aí, se enganaram
completamente. Além de ter participado do filme Moonlight
And Valentino, já está trabalhando em outro,
chamado The Leading Man. Talvez por desempenhar tantas atividades
ao mesmo tempo, Jon ganhou como apelido a frase "Ele
vai dormir só quando morrer", em referência
à música "I'll Sleep When I'Dead".
Por obra do destino (ou da indústria fonográfica),
a banda resolve se juntar e continuar um trabalho que ainda
estava inacabado (e hoje vemos que eles fizeram a coisa certa
quando resolveram voltar). O título do novo disco não
poderia ser outro: Keep The Faith, ou Mantenha a Fé.
As vendagens surpreenderam todas as expectativas, e mais hits
forma criados: "I Believe". Este disco chegou nas
lojas no final de 92.
Mas uma vez, a banda dá um tempo no estúdio
e resolve lançar uma coletânea com apenas duas
faixas inéditas: a balada "Always"(que rendeu
milhares de execuções em rádios e mais
algumas centenas de corações partidos chorando
como crianças) e "Someday I'll Be A Saturday Night",
No CD Cross Roads ainda podemos encontrar uma nova versão
para "Livin'On A Prayer", além de outros
sucessos como "Keep The Faith", "You Give Love
A Bad Name", "I'll Be There For You" e "Bed
Of Roses". Esta coletânea é indicada para
os fãs iniciantes, que não conhecem nada sobre
o grupo. Mas com certeza, depois de gastar a agulha (?) de
tanto ouvir este CD, a pessoa vai correr atrás dos
outros títulos.
Antes de lançar o novo disco, o grupo fez três
shows no famoso estádio de Wembley, em Londres,com
as participações (falar que foram bandas de
abertura é muita sacanagem!) de Van Halen, Ugly Kid
Joe e Thunder.
Em 1995 os fãs mais uma vez corriam para as lojas de
discos para conferir These Days, o mais recente trabalho do
grupo Bon Jovi. Ele foi gravado em sete estúdios diferentes
nos Estados Unidos. Um pouco distinto dos discos anteriores,
soando mais pesado e músicas com refrões não
tão fáceis, ele também marca uma maneira
mais madura de fazer letras, algumas inclusive foram escritas
inspiradas em experiências pessoais. "Lie To Me",
"Something For The Pain" e "This Ain't A Love
Song" são algumas das pérolas que podemos
encontrar neste CD. Segundo o guitarrista Richie Sambora,
esta é a primeira vez que os quatro integrantes aparecem
na capa em close. Os outros discos tiveram capas estranhas:
Slippery When Wet era uma bolsa, New Jersey era uma parede
e Keep The Faith eram cinco mãos juntas. Mas se o grupo
nunca teve muita criatividade para fazer uma capa artística,
os resultados sempre saíram melhores do que a encomenda.
O
baixo ficou por conta de Hugh McDonald, que não participa
das fotos oficiais da banda, mas saiu na turnê com o
quarteto mais querido do planeta !. Por falar em turnê,
os brasileiros tiveram a oportunidade de conferir um energético
show no mês de outubro em São Paulo, na Pista
de Atletismo do Ibirapuera, cara do Jon Bon Jovi nos telões
(ele estava tão longe!) e da competência de sua
banda, que mesmo debaixo de chuva conseguiu agitar a galera.
Uma pena que o guitarrista Richie já chegou doente
e não pode aparecer na entrevista coletiva no Rio de
Janeiro, onde o grupo também se apresentou.
Recentemente Jon gravou um disco solo que estourou nas paradas
com músicas como Midnight In Chelsea, Janie etc.
Em Janeiro de 1998 Jon, Richie e Tico, participaram de show
beneficente em New Jersey, Logo após isso Richie Lançou
seu segundo álbum solo, com dois singles, Hard times
come easy e In it for love, tendo uma boa repercusão
mundial e no Brasil, mas como sempre não superando
o álbum de Jon, nessa mesma época Jon começava
a segunda parte da sua tour solo pela Europa, Jon participou
do show beneficente Pavarotti & Friends em junho de 1998,
em quanto Richie fazia sua tour solo pela Europa e Japão.
As careiras solos pareciam estar dando tão certo que
de novo se comentava o fim da banda, em agosto de 1998 Richie
já tinha agendado shows na América do Sul, inclusive
no Brasil, mas não conseguiu promoção
da gravadora pra isso. Aproveitando esse fato Jon que já
tinha terminado sua Tour do Destination chamou a banda para
uma converça.
Nessa converça eles decidiram voltar e compor juntos
novamente, Jon até disse numa carta que depois da coneverça
eles pegaram o avião da banda e voaram pelos EUA, foi
ai que ele descobriu novamente que o lugar dele era ali com
os amigos numa banda de rock e não em carreira solo
cada dia com músicos diferentes.
Depois disso tudo eles fizeram algumas demos juntando idéias
e musicas já prontas ou pela metade de Richie e Jon,
em dezembro de 1998 foi gravada a música Real Life
para trilha do filme EDTV, e o clip foi gravado dias 4 e 5
de janeiro de 1999, logo após o lançamento da
música Jon começou a gravar U-571, assim atrapalhando
um pouco o novo cd que era previsto pra janeiro de 1999, mas
a dupla continuou compondo mesmo com Jon na Itália
gravando o filme, Richie esteve lá várias vezes,
em setembro as gravações finalmente acabaram
e els decidiram entrar no estúdio mas a morte de um
grande amigo atrapalhou tudo movamente, Bruce Fairbirne produtor
dos álbuns Sllipery e New Jersey. Finalmente em novembro
de 99 eles entraram num estúdio feito na antiga casa
de Jon em New Jersey.
Foi ai que começou a Bon Jovi TV onde foram transmitidas
todas as gravações do álbum pela internet
terminado com um show ao vivo para todo mundo, onde eles tocaram
algumas musicas novas. Agora é só esperar o
novo álbum que sai no dia 29 de maio. Parabéns
Jon Bon Jovi e sua banda vocês são os melhores.
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