�Ser Humano�

 

Por que sentimos c�cegas?

Sentir c�cegas � uma rea��o de p�nico que o homem adquiriu para defender-se, respondendo rapidamente ao perigo. Por isso, gera sempre uma risada nervosa e desconfort�vel. Quando uma aranha tentava escalar as pernas de um de nossos antepassados, eram as c�cegas que o faziam perceber e expulsar o bicho sem precisar entender exatamente o que acontecia. De certa forma, podemos dizer ent�o que as aranhas, escorpi�es e insetos em geral s�o os respons�veis pelos ataques de histeria que alguns de n�s sentem hoje ao ser cutucados pelos outros.

 

Por que � imposs�vel fazer c�cegas no pr�prio corpo?

Pessoas s�o incapazes fazer c�cegas no pr�prio corpo (propositalmente) porque o c�rebro prev� seus movimentos antes que eles aconte�am, excluindo a sensa��o de perigo e p�nico que provoca as c�cegas. Quando algu�m nos cutuca, o corpo reage, tornando-se tenso. J� quando tocamos o pr�prio corpo, ele n�o demonstra rea��o. Algumas pessoas nunca o contraem pelo toque de outros e portanto n�o sentem c�cegas. Resultados de pesquisas feitas por um grupo de cientistas da Universidade de Londres indica que o cerebelo � o respons�vel pelo monitoramento dos movimentos, impedindo a rea��o.

 

O americano Tom Blind era capaz de repetir sem erros qualquer trecho musical ou escrito que lhe fosse pronunciado

H� coisas assombrosas na defici�ncia mental. O americano Tom Blind jamais conseguiu aprender a falar, mas era capaz de repetir imediatamente qualquer som que ouvisse. Blind era capaz de reproduzir, sem faltar uma s�laba, extensos trechos que lhe fossem lidos, em qualquer idioma, vivo ou morto. Ou ent�o, tocar no piano qualquer melodia, por mais dif�cil que fosse, sem trocar uma nota sequer.

 

Nariz e orelhas nunca param de crescer

O tecido cartilaginoso, que forma o nariz e as orelhas, n�o deixa de crescer nem mesmo quando o indiv�duo torna-se adulto. Da� porque o nariz e as orelhas de um idoso s�o maiores do que quando era jovem. A face tamb�m encolhe porque os m�sculos da mastiga��o se atrofiam com a perda dos dentes.

 

Por que a barriga faz barulho quando estamos com fome?

Sempre que o est�mago prepara-se para receber alimento as paredes do abdome funcionam como um amplificador, contraindo-se. Este processo costuma acontecer nos hor�rios em que a pessoa est� acostumada a comer. �s vezes o barulho � t�o forte que parece existir um monstro na barriga do "faminto".

 

Misteriosa capacidade mental de deficientes

A ci�ncia n�o consegue explicar porque alguns deficientes possuem extraordin�ria capacidade para realizar c�lculos mentais ou memorizar sons. Na Alemanha, havia um excepcional, absolutamente incapaz de entender qualquer coisa, que gastou exatos 54 segundos para multiplicar 79 milh�es 532 mil 853 por 93 milh�es 757 mil 479. Outro deficiente, Tom Fuller, que vivia nos Estados Unidos, levou dois minutos para responder que havia 47 milh�es e 304 mil segundos em um ano e meio.

 

Como assim "foi bom"?

Pesquisadores descobriram que, em determinadas circunst�ncias, sexo pode causar um tipo de amn�sia tempor�ria. Eles descrevem dois casos de homens que perderam a mem�ria ap�s terem rela��es com as esposas. Imagina-se que a explica��o para isso � que durante o sexo, o sistema nervoso simp�tico � ativado, criando alta press�o nos vasos sang��neos e diminuindo a circula��o no sistema nervoso central. Conseq�entemente isso provocaria o lapso de mem�ria.

 

Temperatura regula as refei��es

Um adulto comum necessita em m�dia 2.000 calorias di�rias para suprir suas necessidades energ�ticas, por�m essa regra n�o funciona no mundo todo. Pessoas que vivem em pa�ses temperados utilizam cerca de 3.500 calorias di�rias. J� na Ant�rtida, onde se vive com temperaturas extremamente baixas, as pessoas precisam de cerca de 5.000 calorias ao dia.

 

Ser humano enfrenta dificuldade em imaginar outros mundos e esp�cies

A grande dificuldade na busca para descobrir se n�o estamos s�s no Universo � identificar esp�cies de vida diferentes das que temos na Terra. Como os peixes das profundidades dos oceanos, onde nem a luz penetra. Desprovidos de olhos, para eles seria inimagin�vel um mundo de luzes e de cores, como o nosso.

 

Falta de audi��o � o principal fator para mudez humana

Afora casos raros, provocados por dist�rbios cerebrais, n�o existe mudez aut�ntica no ser humano. Os indiv�duos que conhecemos como surdo-mudos, na verdade s�o apenas surdos de nascen�a. Como n�o podem ouvir o som das palavras, n�o aprendem a falar a n�o ser por m�todos especiais. Quando a ci�ncia encontrar maneira de fazer essas pessoas ouvirem, ter� encontrado tamb�m a solu��o para o problema da chamada surdo-mudez.

 

Sensa��o de fome tem origem no es�fago

A sensa��o de fome prov�m de fibras nervosas situadas na por��o superior do es�fago e n�o do est�mago, como geralmente se sup�e. Quando a regi�o � anestesiada, a fome desaparece por completo. � a raz�o porque quem cheirar coca�na ou fuma "crack" n�o se sente fome e emagrecem muito rapidamente.  

 

Sangue representa um d�cimo do peso do corpo humano

A quantidade de sangue que circula no organismo varia de pessoa para pessoa. Em m�dia, representa em litros a d�cima parte do peso do corpo. Assim, uma pessoa de 70 quilos, ter� aproximadamente sete litros de sangue correndo em suas art�rias e veias.

 

Olhos que pensam

Boa parte da imagens que vemos s�o processadas nos pr�prios olhos, e n�o no c�rebro. Gra�as a isso, detectamos, com alguns segundos de antecipa��o, a posi��o que determinado objeto em movimento ocupar� em seguida. Se os nossos olhos funcionassem como c�meras fotogr�ficas, apenas captando imagens para o c�rebro identificar, ver�amos sempre com atraso a posi��o dos objetos em movimento porque o processo demandaria algumas fra��es de segundo e o risco de colis�es aumentaria muito. Por exemplo, um autom�vel andando a 40 quil�metros por hora seria percebido um metro atr�s da sua posi��o verdadeira.

 

Daltonismo predomina entre os homens

O daltonismo � um dist�rbio de vis�o que impede seu portador de distinguir determinadas cores. A denomina��o derivou do nome de John Dalton (1766 - 1844), um qu�mico ingl�s portador e estudioso desse mal. A doen�a est� ligada ao cromossomo sexual humano e, portanto, desenvolve-se muito mais seguidamente nos homens. Estima-se que haja no mundo 75 homens dalt�nicos para cada mulher, o que fez com que se acreditasse durante muito tempo que as mulheres eram imunes a ele.

 

Primeiros macacos a andar de p� viveram h� mais de 4 milh�es de anos

F�sseis achados no Qu�nia, entre 1995 e 1997, revelam que os primeiros macacos a andar de p� viveram h� mais de quatro milh�es de anos. A descoberta faz recuar em 500 mil anos a data que se tinha como correta at� agora. Os restos f�sseis constam de uma t�bia (osso da perna) e de um �mero (osso do bra�o).

 

M�dia de sobreviv�ncia do homem em boas condi��es de vida � de 70 anos

Apesar de afirmar que Matusal�m viveu 969 anos, a B�blia, mais adiante, bota o ponto nos "is". Diz que 70 � a idade do homem. Efetivamente, esta � a m�dia de sobreviv�ncia, com pequena varia��o para mais, em pa�ses com baixo �ndice de mortalidade infantil e elevado padr�o de vida. H� exce��es, mas pessoas centen�rias s�o raras. Na faixa dos 110 anos de idade, a propor��o � de uma para 2 bilh�es e meio.

 

Civiliza��o est� presente em apenas 0,002 porcento da hist�ria humana

Os antrop�logos calculam em torno de 3 milh�es 750 mil anos o tempo da evolu��o do homem, at� chegar ao est�gio atual. Os ind�cios at� agora conhecidos mostram que a civiliza��o mais antiga � a eg�pcia, estabelecida na bacia do Nilo, cerca de 4 mil anos antes da Era Crist�. Donde se conclui que apenas 0,002 por cento da hist�ria humana caracteriza-se pelo que se possa chamar de civiliza��o.

 

Roupas e cobertores n�o aquecem nosso corpo

N�o h� d�vida que voc� esquenta quando est� embaixo de um cobertor, por�m o calor � na verdade produzido pelo seu pr�prio corpo, que precisa manter-se aquecido internamente em 36�. As roupas grossas de inverno e os cobertores apenas impedem que o calor se esvaia, mantendo-o junto ao corpo por mais tempo. Justamente por sermos produtores de calor, e as roupas n�o, em riscos de hipotermia � aconselh�vel que as pessoas fiquem abra�adas, pois assim os corpos trocar�o calor uns com os outros e n�o com o ambiente frio.

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