�Mundo Natural�

 

Por que as orcas s�o chamadas de baleias assassinas?

As baleias orcas s�o temidas e chamadas de assassinas, por�m n�o h� registro algum de ataque a um ser humano no seu meio natural. A m� fama desse mam�fero de cinco toneladas deve-se na verdade a um mal entendido. Quando os mergulhadores e baleeiros descobriram que as orcas, que vivem e comem em grupos de at� 50 indiv�duos, atacam baleias de outras esp�cies, as chamaram de "assassinas de baleias", apelido que acabou virando "baleia assassina". A orca macho pode medir at� 9,5 metros, enquanto que a f�mea � sempre menor. Sua colora��o negra no dorso ajuda a camufl�-la com o fundo do mar, enquanto que a barriga branca a confunde com a luz do sol, que vem da superf�cie, para quem a v� de baixo.

 

O nome do canguru � um mal-entendido

O nome canguru, dado ao marsupiais da Austr�lia, resultou de mal-entendido. O explorador ingl�s James Cook, quando desembarcou na Austr�lia, em 1770, admirou-se ao ver t�o estranhos animais e perguntou o nome a um nativo. A resposta foi: "Kangoroo". No dialeto local significa: "O que foi que disse?".

 

Avestruz esconde a cabe�a por medo

O animal mais medroso da natureza � o avestruz, que se assusta at� com uma simples borboleta. Muito veloz, chega a correr 65 quil�metros por hora. E quando n�o v� sa�da, simplesmente esconde a cabe�a em um buraco na terra.

 

Qual velocidade atinge um Tiranossauro rex?

Lembra da cena do filme "O Parque dos Dinossauros" em que o Tiranossauro rex persegue um Jeep a 80 km/h? Coisa de cinema. O bi�logo John Hutchinson, da Universidade Stanford, e o engenheiro Mariano Garcia, de Cornell, garantem que o mais famoso carn�voro era t�o r�pido como uma galinha. A velocidade do animal extinto era de no m�nimo 16 km/h (como a de um camundongo), e de no m�ximo 40 km/h (o mesmo que um cachorro).

 

Quais s�o as diferen�as entre o crocodilo e o jacar�?

Crocodilos e jacar�s s�o parentes muito pr�ximos. As diferen�as entre eles chamam menos aten��o que a dos camelos e dromed�rios. Os crocodilos s�o mais ativos e ferozes que jacar�s. O focinho � mais estreito. Quando fecham a boca, o quarto dente de cada lado da mand�bula fica de fora.

 

Para que servem as listras das zebras?

As listras das zebras t�m como principal utilidade camuflar os bichos de seus inimigos naturais. Voc� provavelmente ir� se perguntar como esses mam�feros em preto e branco conseguem ser confundidos com qualquer outra coisa em meio �s savanas africanas. A resposta � simples: seus principais inimigos, os le�es, n�o distinguem cores. Portanto n�o importa se elas s�o brancas, pretas, verdes ou vermelhas; o importante � que haja contraste. O disfarce � ainda mais perfeito pelo fato delas andarem em hordas. Assim, ao andarem em velocidades e para lados diferentes, o le�o n�o consegue perceber onde acaba um animal e come�a outro, atrapalhando-se no momento de criar um m�todo de ataque. Esse tipo de defesa privilegia mais ainda as zebras fracas que n�o conseguiriam escapar da afensiva. Al�m disso, muitos pesquisadores acreditam que o padr�o individual da "estampa" de cada uma sirva como uma impress�o digital, facilitando o reconhecimento entre os membros de diferentes bandos.

 

Cor das joaninhas indica "cuidado"

A colora��o vermelha com pintinhas pretas carregada nas "costas" das joaninhas, que tanto agrada a vis�o humana, � na verdade um aviso aos p�ssaros, seus inimigos naturais, que diz "mantenha dist�ncia, temos um gosto muito ruim". Esses insetos, chamados de Cole�pteros coccinel�deos, al�m de bonitinhos, s�o extremamente ben�ficos ao homem, pois se alimentam de pulg�es, bichos que sugam a seiva das plantas podendo causar s�rios preju�zos a elas.

 

Os ursos coalas n�o s�o ursos

Os coalas, ao contr�rio do que muitos pensam, n�o s�o ursos e nem ao menos parentes deles. Esses simp�ticos marsupiais s�o na verdade primos dos cangurus e, como os outros membros da fam�lia, carregam os filhotes dentro de uma bolsa at� determinada idade. A palavra "koala" vem de uma l�ngua abor�gene australiana e significa "animal que n�o bebe". Os bichinhos receberam o apelido porque quase nunca bebem �gua, j� que ingerem a maior parte do l�quido que necessitam das folhas de eucalipto, sua principal alimenta��o. Eles s�o ativos durante a noite e passam de 14 a 18 horas por dia dormindo.

 

Para que servem as listras das zebras?

As listras das zebras t�m como principal utilidade camuflar os bichos de seus inimigos naturais. Voc� provavelmente ir� se perguntar como esses mam�feros em preto e branco conseguem ser confundidos com qualquer outra coisa em meio �s savanas africanas. A resposta � simples: seus principais inimigos, os le�es, n�o distinguem cores. Portanto n�o importa se elas s�o brancas, pretas, verdes ou vermelhas; o importante � que haja contraste. O disfarce � ainda mais perfeito pelo fato delas andarem em hordas. Assim, ao andarem em velocidades e para lados diferentes, o le�o n�o consegue perceber onde acaba um animal e come�a outro, atrapalhando-se no momento de criar um m�todo de ataque. Esse tipo de defesa privilegia mais ainda as zebras fracas que n�o conseguiriam escapar da afensiva. Al�m disso, muitos pesquisadores acreditam que o padr�o individual da "estampa" de cada uma sirva como uma impress�o digital, facilitando o reconhecimento entre os membros de diferentes bandos.

 

Por que as galinhas p�em ovos brancos e beges?

O que determina a cor do ovo � a ra�a da galinha. Branco puro, bege claro ou bege escuro s�o determinados por um pigmento na parte externa da casca e n�o interfere no sabor, nem no valor nutricional do alimento.

 

O maior primata das Am�ricas

O muriqui (Brachyteles arachnoides) � o maior primata das Am�ricas, chegando a medir 0,70m de corpo e pesando at� 15 kg. Seu habitat natural � a Mata Atl�ntica brasileira, �nico lugar onde pode ser encontrado. Conhecido tamb�m como macaco monocarvoeiro, o muriqui atualmente sofre risco de extin��o, restando apenas cerca de 450 indiv�duos de sua esp�cie.

 

Pintinhos saem do ovo com um dentinho

Voc� sabe como os pintinhos conseguem sair do ovo? Assim como as demais aves, os pintinhos nascem com um dentinho especial para partir a casca do ovo. Quando deixam a antiga "moradia", os pequeninos perdem o dente, ap�s dois dias de vida.

 

Os l�mures de Madagascar

Na ilha de Madagascar n�o vivem marsupiais, macacos, elefantes, nem zebras; mas, em compensa��o, � um dos �nicos lugares do mundo habitado por l�mures, pequenos primatas com olhos grandes, cauda, p�lo macio, focinho parecido com o das raposas e h�bitos semelhantes aos dos macacos. O maior l�mure ainda vivo � o indri, que mede cerca de 70 cm e pode pesar at� 10kg. Muitas lendas cercam esse simp�tico animalzinho, que � considerado sagrado pelos nativos da ilha. H� quem diga que as folhas das �rvores habitadas por ele t�m o poder da cura, outros acreditam que os indris s�o pessoas reencarnadas ou ainda ancestrais dos seres humanos. Os indris, assim como os outros l�mures, correm risco de extin��o devido � destrui��o do seu habitat natural.

 

A nova orqu�dea gorbachev

Mikhail Gorbachev virou nome de flor na Alemanha. A nova esp�cie de orqu�dea, chamada de Maxilaria Gorbatschowii, foi encontrada pelo bot�nico Frank Brandenburg nos Andes bolivianos e recebeu esse nome para homenagear os 70 anos do ex-l�der russo. Gorbachev foi o fundador da Green Cross, uma organiza��o com sede em Genebra, destinada � prote��o de esp�cies amea�adas de extin��o, e esteve sempre comprometido com a preserva��o da fauna e da flora, afirma Brandenburg.

 

Os salva-vidas aqu�ticos

Os golfinhos nunca deixam companheiros feridos para tr�s. Quando algum deles se machuca e corre o risco de morrer afogado por n�o poder emergir para respirar, dois outros aproximam-se, ficando um de cada lado, para lev�-lo junto. Enquanto levam o amigo, os golfinhos precisam fazer algumas paradas para tomar f�lego, pois ficam permanentemente embaixo d��gua durante o transporte, ent�o largam o paciente e sobem � superf�cie por alguns momentos. Acredita-se ainda que os membros de um grupo revezam-se no transporte do ferido. Gra�as a esse comportamento, muitas pessoas, normalmente banhistas e surfistas, j� foram salvos de afogamentos por esses mam�feros samaritanos.

 

Abelhas morrem ao picar humanos

As abelhas realmente morrem ao picar algu�m. O motivo de seu tr�gico fim � que o ferr�o, composto por pequenas farpas, fica preso na pele flex�vel dos humanos ap�s o ataque. Para escapar, a oper�ria tenta arranc�-lo, perdendo a parte posterior do abd�men, juntamente com seus intestinos. Quando o alvo do bichinho � outro inseto, a abelha n�o morre, pois consegue retirar as farpas da v�tima com mais facilidade.

 

Gatos se lambem por precau��o

Os gatos constantemente lambem o corpo todo, o que lhes rendeu a fama de bichos muito higi�nicos. O ritual, que normalmente come�a passando a �spera l�ngua nas patas, que lavam a cabe�a e orelhas, para depois lamber o restante do corpo, nasceu de um instinto de defesa do animal. Ap�s as refei��es, os antigos gatos se banhavam para retirar o cheiro do alimento que os impregnava, odor que poderia atrair a aten��o de predadores diversos.

 

Os c�es salva-vidas

A imagem de salvador de viajantes sustentada pelos c�es s�o bernardos surgiu na Su��a em meados do s�culo XVIII. Foi em Valais, na Pousada do Grande S�o Bernardo, que os monges come�aram a adestrar os c�es, inicialmente como auxiliares em trabalhos dom�sticos. O tempo foi passando e os cachorros foram ensinados tamb�m a guiar os viajantes que cruzavam as redondezas, al�m de buscar v�timas de avalanches que pudessem estar soterradas vivas na fria regi�o da Pousada, o desfiladeiro do Grande S�o Bernardo. Apesar de serem realmente c�es de salvamento, nunca levaram amarrado ao pesco�o o barrilzinho com �lcool freq�entemente visto nas ilustra��es e desenhos animados. O mais conhecido desses c�es chamava-se Barry, dono da fama de ter salvo mais de 40 pessoas em sua carreira. Ele ainda pode ser visto, empalhado, no Museu de Hist�ria Natural de Berna.

 

O repelente natural e ecol�gico

A citronela � uma planta parecida com capim, origin�ria da Ilha de Java, na Indon�sia, que possui caracter�sticas interessantes, mas ainda pouco aproveitadas pelo homem. O vegetal � rico em citronelal e o geraniol, subst�ncias que d�o a ela um odor c�trico semelhante ao do eucalipto. Devido a isso, pode-se us�-la como aromatizador e em produtos de perfumaria. Mas n�o p�ra por a�, a citronela possui outra qualidade: o mesmo cheiro que agrada tanto aos humanos � insuport�vel aos insetos, como moscas e mosquitos, caracter�stica que faz dela um repelente natural, al�m de ecol�gico, pois espanta os animais ao inv�s de mat�-los. Segundo a aromaterapia, a citronela tamb�m funciona como antidepressivo, anti-s�ptico, desodorante, t�nico e estimulante.

 

Por que apenas a superf�cie dos rios e lagos congela?

A superf�cie dos rios e lagos congela pelo contato com o ar frio da superf�cie. Quando a temperatura atinge valores inferiores a 4�C, a �gua se dilata, tornando-se menos densa � medida que se solidifica. Isso faz com que a parte mais fria permane�a acima da mais quente, congelando apenas o topo. Como a densidade da �gua � m�xima a 4�C, � nessa temperatura que ela se mant�m nas profundidades.

 

Por que os castores constroem represas?

As represas feitas pelos castores s�o levantadas para proteger a casa desse simp�tico mam�fero. Dotado de membranas nas patas traseiras e uma achatada e larga cauda que serve de leme e remo, o castor contr�i seu lar no meio dos rios (apesar de tamb�m faz�-lo nas margens). A casa � feita de peda�os de madeira, pedras e lama e forma um monte oco em forma de cone com entradas submersas. Apesar de proteger os bichinhos do frio do inverno e de animais predadores, a toca sofre o risco de ser inundada quando o n�vel da �gua sobe ou de ficar desportegida contra inimigos em per�odos de seca, e � a� que entram as represas. Para manter a �gua (e o p� direito da casa) no mesmo lugar, os castores levantam as barreiras, pois elas seguram a �gua numa altura m�nima e, caso chova muito e o n�vel do rio suba, basta abrir buraquinhos na represa, como se fossem comportas de um dique, para que a altura volte ao normal.

 

Os urubus, aves com est�mago de a�o

Urubus (ou abutres) comem quase qualquer tipo de carni�a, de fresca a p�trida, por�m, ao contr�rio do que logo pensamos, preferem fresca. Essas aves s�o t�o m�rbidas que possuem um incomum sistema de defesa contra os efeitos da carne estragada, podendo comer os restos dos outros sem se preocupar com qualidade. Eles s�o imunes ao botulismo, c�lera e ao antraz (doen�a que ataca gado bovino e ovelhas). Os bichos j� foram acusados de serem retransmissores de doen�as, causando a morte de rebanhos inteiros, por�m aparentemente os organismos que causam esses males n�o sobrevivem ao trato digestivo das aves f�nebres. Dentre todos os comedores de carni�a (hienas, chacais, coiotes e �guias), os urubus foram os �nicos que desenvolveram essa habilidade.

 

Cricrilar de grilos de estima��o avisavam marujos da proximidade de um litoral

Antigamente, os grilos eram bichos de estima��o dos marujos, que os criavam em pequenas gaiolas. A predile��o se explica: os grilos ficam mudos em alto-mar. Se, de repente, no meio da noite escura, come�avam a cricrilar, alertavam a marujada das proximidades de algum litoral insuspeitado, evitando desta forma o naufr�gio.

 

Dieta dos ornitorrincos � semelhante � dos peixes

Ornitorrincos j� s�o criaturas curiosas o suficiente somente pelo seu aspecto, misturando caracter�sticas f�sicas de mam�feros e aves. Pesquisas recentes apontaram, entretanto, que os h�bitos alimentares desses bichos tamb�m s�o bastante peculiares. Os ornitorrincos se alimentam basicamente de min�sculos invertebrados encontrados nos rios, uma dieta semelhante � dos... peixes! Al�m disso, t�m um apetite impressionante: consomem cerca de um quarto de seu peso em comida diariamente. Como um macho adulto pode chegar a pesar 2 quilos, isso significa cerca de 500g de insetos quase microsc�picos por dia. Isso faz dos ornitorrincos predadores vorazes, capazes mergulhar at� 1000 vezes numa noite e movimentar pedras do tamanho de um mel�es no fundo dos rios para saciar sua fome.

 

Hipop�tamo � o animal que mais mata seres humanos

Quando um hipop�tamo abre sua bocarra, ele n�o est� bocejando, e sim realizando um gesto de amea�a, exibindo seus longos e afiados dentes caninos que s�o capazes de partir um pequeno barco ao meio. O aspecto destes bichos pode passar uma falsa impress�o de docilidade. Na verdade, os hipop�tamos s�o animais destemidos e extremamente protetores em rela��o a seu bando e suas proles, e capazes de ataques muito agressivos. Hipop�tamos s�o, incrivelmente, os maiores respons�veis pela morte de humanos por animais selvagens, tendo matado mais de 400 pessoas na �frica.

 

Golfinhos deixam apenas uma metade do c�rebro dormir de cada vez

Os golfinhos precisam estar conscientes para permanecer respirando. Por isso, eles n�o podem dormir em sono profundo, como os humanos, ou morreriam sufocados. Estudos indicaram que esses simp�ticos animais "resolvem" o problema deixando apenas uma das metades do c�rebro dormir de cada vez! Al�m disso, eles mant�m um dos olhos abertos durante o sono, trocando de olho em intervalos de cerca de uma hora. Os golfinhos dormem nesse estado de semi-vig�lia durante 8 horas por dia, nadando lentamente e subindo � superf�cie de vez em quando para dar uma "respirada". Alguns, entretanto, preferem deitar no fundo de �guas rasas ou boiar pregui�osamente na superf�cie.

 

Por que as orcas s�o chamadas de baleias assassinas

As baleias orcas s�o temidas e chamadas de assassinas, por�m n�o h� registro algum de ataque a um ser humano no seu meio natural. A m� fama desse mam�fero de cinco toneladas deve-se na verdade a um mal entendido. Quando os mergulhadores e baleeiros descobriram que as orcas, que vivem e comem em grupos de at� 50 indiv�duos, atacam baleias de outras esp�cies, as chamaram de "assassinas de baleias", apelido que acabou virando "baleia assassina". A orca macho pode medir at� 9,5 metros, enquanto que a f�mea � sempre menor. Sua colora��o negra no dorso ajuda a camufl�-la com o fundo do mar, enquanto que a barriga branca a confunde com a luz do sol, que vem da superf�cie, para quem a v� de baixo.

 

S.O.S. vegetal

Recentes pesquisas realizadas por uma equipe do Instituto de Ecologia Qu�mica Max Planck em Jena, na Alemanha, mostraram que as plantas emitem sinais de socorro quando s�o agredidas. Na experi�ncia, plantas de tabaco, milho, tomate, pepino, dentre outras variedades, ao serem atacadas por larvas, emitiram uma mistura de componentes qu�micos vol�teis para atrair predadores de insetos. A descoberta do alarme olfativo, al�m de fornecer important�ssimas informa��es sobre como os vegetais se defendem, ainda pode ajudar os cientistas a desenvolver pesticidas n�o-t�xicos, afirmam Ian Baldwin e Andre Kessler, respons�veis pelo estudo.

 

Roedores e Morfeus

Os ratos tamb�m sonham! � o que dizem os cientistas do Massachusetts Institute of Technology, afirmando que os bichos n�o apenas t�m sensa��es durante o sono como tamb�m usam experi�ncias reais como conte�do para suas aventuras no mundo de Morfeus. A comprova��o foi feita ap�s estudos nos padr�es de atividade cerebral dos roedores. Os pesquisadores fizeram com que os bichos encontrassem um peda�o de chocolate dentro de um labirinto, repetindo a experi�ncia v�rias vezes durante o dia. Ao monitorarem o c�rebro dos animais durante o sono, eles perceberam a mesma atividade cerebral da hora da obten��o do doce, ou seja, os ratos sonhavam com seu pr�mio. Ainda foram encontrados outros padr�es cerebrais, o que sugere que os ratos estavam tendo outros sonhos.

 

Elefante pode ter sido mam�fero aqu�tico

Cientistas australianos acreditam que a tromba do elefante pode ter se desenvolvido para ajudar o paquiderme a mergulhar, servindo como uma esp�cie de snorkel. Seus estudos indicam que o elefante tornou-se um mam�fero aqu�tico e depois voltou � terra. As an�lises feitas com embri�es e fetos de elefantes africanos mostraram, entre outras coisas, que seus test�culos desenvolvem-se dentro do abd�men e n�o em um escroto, o mesmo que acontece com as baleias e focas, mam�feros que evolu�ram em terra e voltaram ao mar, a fim de proteg�-los da �gua. O membro, que pode ter evolu�do para a vida aqu�tica, serve hoje como nariz, mangueira e tent�culo.

 

Se o gelo afundasse na �gua talvez n�o houvesse vida na Terra

Contrariando a regra geral da natureza, o gelo, estado s�lido da �gua, � mais leve que o l�quido, flutuando ao inv�s de afundar. Tal fato ocorre porque a �gua expande-se ao solidificar, fen�meno esse de extrema import�ncia para a vida no planeta. Imagine se cada iceberg afundasse assim que se formasse. Logo ter�amos o fundo dos oceanos cobertos de gelo. Aos poucos, mais e mais gelo acumularia at� que grande parte da �gua solidificasse. Apesar do gelo flutuar, a �gua gelada desce, garantindo assim uma cont�nua oxigena��o no fundo dos mares, lagos, etc. A natureza realmente parece saber o que faz.

 

Formigas versus chuva

Para proteger-se da chuva, as formigas utilizam m�todos bem semelhantes aos nossos na contru��o de suas casas. Os formigueiros s�o compostos por t�neis que funcionam como as calhas das casas, absorvendo a �gua da chuva e impedindo que os outros t�neis sejam inundados. Existem ainda alguns tipos de formigas que contr�em um morro central coberto com terra bastante dura, que escoa a �gua como fazem os telhados.

 

A raposa das neves

A raposa �rtica � um animal can�deo que vive no extremo Norte, nas localidades onde a temperatura � bem abaixo de zero. A pelugem marrom acizentada no ver�o e totalmente branca no inverno � uma das mais quentes de todos os mam�feros, ainda mais que a do urso polar, o que garante seu bem-estar, por�m atrai muitos ca�adores com interesses comerciais. Suas patas s�o igualmente cobertas de p�los para garantir maior ader�ncia �s superf�cies escorregadias dos ambientes g�lidos. O bichinho de cerca de 30 cm vive em grupo em tocas que ele mesmo cava. Esses esconderijos t�m cerca de quatro a oito sa�das interligadas por t�neis que cobrem uma �rea de at� 30 m�. Alguns desses t�neis s�o usados h� centenas de anos e j� abrigaram v�rias gera��es de raposas.

 

Abelhas sociais e abelhas solit�rias

Apesar de serem conhecidas como seres soci�veis, nem todas as esp�cies de abelhas vivem em grupo. Grande parte delas vive sozinha em ninhos feitos em troncos de �rvores ou embaixo da terra e n�o s�o domestic�veis. J� as abelhas sociais vivem nas conhecidas colm�ias e produzem mel, subst�ncia feita a partir do n�ctar, usada pelo homem como ado�ante desde a Antig�idade. H� tr�s classes principais em uma col�nia de abelhas: as oper�rias (cerca de sessenta mil indiv�duos em uma col�nia m�dia), que garantem o alimento, cuidam das jovens larvas e protegem a colm�ia; os zang�es (cem indiv�duos), que cruzam para perpetuar a esp�cie; e a rainha (apenas uma), que deve colocar os ovos, sendo a �nica f�mea n�o-est�ril do grupo.

 

Crocodilo barrigudo?

Todo mundo sabe o que acontece quando n�s, seres humanos, comemos demais. O excesso de alimento � armazenado em forma de gordura para ser absorvido caso ocorra uma daquelas "�pocas de vacas magras". Processo semelhante acontece no resto da natureza, como, por exemplo, com o crocodilo. O curioso em rela��o ao temido r�ptil � o local onde ele mant�m suas gordurinhas. O excesso alimentar ingerido pelo animal vai direto para sua cauda, armazenando comida o suficiente para que fique sem se refei��o por at� dois anos.

 

O segredo do camale�o

O mist�rio de como o camale�o consegue capturar animais maiores apenas com a l�ngua parece ter sido resolvido. Muitos r�pteis pegam a presa com a l�ngua usando uma superf�cie �spera ou um muco viscoso expelido pelo �rg�o que prende o alvo. Entretanto, essa t�cnica funciona muito bem com pequenas presas, mas n�o explica como os camale�es conseguem agarrar animais maiores, como um p�ssaro ou at� mesmo um lagarto. Cientistas da Universidade da Antu�rpia, na B�lgica, usaram c�meras de alta velocidade para ver como o camale�o faz este truque estupendo. A grava��o mostrou que a l�ngua muda de formato pouco antes de entrar em contato com a presa. "Um par de milissegundos antes da l�ngua atingir o alvo, seu final adquire o formato de uma luva de beisebol", afirmou o pesquisador Anthony Herrel. Depois que a l�ngua se gruda � presa, dois m�sculos em lados opostos se contraem rapidamente. Isso faz com que fique presa bem firme.

 

Bonsai n�o surgiu no Jap�o

A palavra bonsai significa "planta em bandeja" ou "plantado em bandeja" e diz respeito � t�cnica de cultivar �rvores miniaturizadas. Esta arte oriental surgiu na China h� cerca de dois mil anos, onde se praticava o Penjing, a arte de compor paisagens com miniaturas de montes, rios e, obviamente, �rvores. Os bonsai chineses eram feitos com plantas naturalmente diminu�das pelas condi��es dos locais onde cresciam, como frio extremo e solo montanhoso. No Jap�o, o bonsai chegou por volta do s�culo XI. L�, a t�cnica foi aperfei�oada para que mudas comuns pudessem ser miniaturizadas atrav�s da poda e modela��o de galhos.

 

R�pteis voadores povoaram a Terra

Com os dinossauros, h� 200 milh�es de anos, povoavam a Terra os pterossauros, r�pteis voadores cujos f�sseis s� foram descobertos no s�culo 18. Sabe-se pouco a seu respeito, afora que seu tamanho podia atingir at� seis metros de comprimento.

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