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INGRID BERGMAN
(1915-1982)
 
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                 Sempre lembrada como a atriz sueca de maior prestígio internacional, Ingrid Bergman conquistava platéias inteiras com a sua beleza singela e seu estupendo talento. Talento este comprovado pela gama imensa de prêmios que ganhou em festivais de cinema e pela sólida carreira, na qual galgava mais e mais sucesso em cada papel que escolhia. E foi assim até a sua morte, em 1982.
                  Profissionalmente, Ingrid Bergman não teve do que reclamar, pois desde do início trabalhou com os cineastas mais respeitados de sua época, como Ingmar Bergman e Rossellini, com quem trabalhou em Stromboli (1950) e com quem posteriormente se casou. Bergman foi imortalizada em filmes que são hoje considerados grandes clássicos do cinema, como O Médico e o Monstro (1941), Casablanca (1942), Por Quem os Sinos Dobram (1943), no qual foi indicada ao Oscar, e À Meia-Luz (1944), que lhe rendeu o primeiro Oscar de melhor atriz.
                   Ao trabalhar em dois filmes do mestre Alfred Hitchcock, são eles Quando Fala o Coração (1945) e Interlúdio (1946), Ingrid Bergman mostrou a sua versatilidade como atriz e seu poder de persuasão, o que lhe permitiu representar as mais variadas personagens. Atriz globalizada que era, Bergman, além de trabalhar com o diretor britânico, trabalhou com o italiano Luchino Visconti em Nós as Mulheres (1953), uma deliciosa comédia de costumes.   
                     Embora tenha sido sempre uma atriz ímpar, Ingrid Bergman surpreendeu o público e a crítica com sua primorosa atuação em Anastácia, a Princesa Esquecida (1956). Obviamente, não foi esquecida pela Academia, que lhe deu o seu segundo Oscar de melhor atriz. Mas foi lhe outorgando o terceiro Oscar de sua carreira, agora o de atriz coadjuvante, que a Academia mostrou realmente que considerava Ingrid Bergman uma das melhores atrizes de seu tempo. Desta vez o prêmio veio com o excelente Assassinato no Expresso Oriente (1974), filme de Sidney Lumet, no qual Bergman teve uma pequena, mas relevante participação.
                     Já delibitada por causa do câncer, Ingrid Bergman não abandonou o cinema e conseguiu a sua última indicação ao Oscar com o filme Sonata de Outono (1978), de seu conterrâneo Ingmar Bergman. Esse foi o seu último trabalho, e embora desejasse atuar até o último dia de sua vida, Ingrid Bergman não resistiu e se afastou das telas para sempre, deixando o público inconsolável e uma lacuna no cinema que jamais poderá ser preenchida.   
                                   
Principais Filmes:
 
 
 
 
O Médico e o Monstro (Dr. Jekyll and Mr. Hyde, 1941)
Casablanca (Casablanca, 1942)
Por Quem os Sinos Dobram (For Whom the Bell Tolls, 1943)
À Meia-Luz (Gaslight, 1944)
Quando Fala o Coração (Spellbound, 1945)
Interlúdio (Notorious, 1946)
Joana D'Arc (Joan of Arc, 1948)
Stromboli (Stromboli, 1950)
Nós as Mulheres (Siamo Donne, 1953)
Anastácia, a Princesa Esquecida (Anastasia, 1956)
Assassinato no Expresso Oriente (Murder on the Orient Express, 1974)
Sonata de Outono (Autumn Sonata, 1978)
 
 
 
 
 
 
 

 

 
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