| REI BRIAN PARTE 5 Na manh� seguinte, Justin e Mark foram levados para o centro do p�tio do castelo onde eles foram amarrados para serem a�oitados. Rei Brian, que estava acompanhado pela Rainha Lindsey, Lady Melanie e Mestre Michael, ficaram no balc�o acompanhando a a��o. - Voc� n�o que acha que isso est� indo longe demais? � a rainha Lindsey perguntou. � Ele estava chateado por que voc� o estava ignorando, Mark foi confort�-lo e uma coisa levou � outra. � a rainha se dirigiu para a sa�da. � Eu n�o posso assistir isso! - Continue! � Brian se recusou a ouvir o que a rainha havia dito. Mark foi a�oitado primeiro. Ele foi sentenciado a dez chibatadas, mas Justin foi sentenciado a vinte. Brian n�o entendia por que estava t�o zangado com o Justin havia feito. Justin foi despido e amarrado em um poste de madeira. Brian assistia impass�vel enquanto Justin estava sendo a�oitado. Ap�s a oitava chibatada, ele n�o pode mais ag�entar a ver o seu anjo continuar a ser maltratado. - Pare! � ele gritou. O carrasco parou e olhou em dire��o ao rei: - Quer que eu use um chicote maior, sua majestade? - N�o! Eu quero que voc� para de feri-lo. Traga-o at� a mim agora! � Brian dirigiu a entrada do pal�cio e se encaminhou at� a sala do trono, acompanhado de Michael e Melanie, que n�o conseguiam esconder os sorrisos em seus rostos. - Vossa majestade, qual � o problema? Por que voc� parou a senten�a? � Michael sabia exatamente o por que dele haver feito isso. O rei estava apaixonado pelo escravo. - N�o � da sua conta! � ele disse. Os guardas entraram na sala trazendo Justin com eles. A apar�ncia de Justin deixou Brian horrorizado. � Traga-o at� a aqui! � ele ordenou, lutando para manter a dor que sentia dentro do peito, longe de sua voz. O rosto de Justin estava manchado de sangue e l�grimas, ele esta lutando para se manter de p� em suas pernas tr�mulas. Justin caiu de joelhos assim que alcan�ou o trono, seus olhos estavam voltados para o ch�o, ele n�o conseguia encarar o rei. - Eu desejo ficar a s�s com o rapaz. - Brian viu as marcas das chicotadas nas costas de Justin e desejou confort�-lo. Michael e Melanie trocaram um olhar de entendimento e deixaram os dois a s�s. - Voc� n�o tem nada para me dizer? � Brian tentou manter a voz calma e sem emo��o. - Eu n�o mere�o viver. Vossa majestade n�o tem sido nada al�m de bondoso para comigo, desde o dia em que eu cheguei aqui. Voc� confiou em mim para cuidar de seu filho, e como eu retribuo? Desobedecendo a suas ordens. � as l�grimas come�aram a correr silenciosamente pelo seu rosto. - Pe�a o meu perd�o. � Brian disse, suavemente. - N�o, eu n�o o mere�o � Justin come�ou a solu�ar. Brian se ajoelhou ao lado de Justin: - Se voc� pedir o meu perd�o, eu o darei � voc�, mas voc� tem de me pedir. � Brian colocou o seu dedo embaixo do queixo de Justin, o levantou suavemente, e o olhou para seus olhos azuis, inchados de choro. - Algum dia, eu me sentirei merecedor de seu perd�o. Justin voltou a solu�ar novamente � mas n�o neste momento. O cora��o de Brian se quebrou em milh�es de peda�os ao escutar esta declara��o. Ele se levantou e tocou a sineta. Mestre Vic e um outro escravo apareceram. - Limpe-o e o leve de volta para o seu quarto. Ele n�o deve falar com ningu�m, ou deixar a casa, a menos que eu ordene. Se ele o fizer, me avise imediatamente e ele ser� punido. Me fiz claro? - Sim, vossa majestade. � Vic se aproximou e ajudou Justin a se levantar. � H� mais alguma coisa que o senhor deseje? - Sim, traga o escravo chamado Mark at� a mim. � Brian pode ver que Justin temia pelo que pudesse acontecer com Mark. Quando trouxeram Mark at� Brian, ele pode ver que o escravo sentia remorsos pelo que havia feito. - Voc� tem algo para me dizer? - Sim, vossa majestade. Eu n�o sei como expressar as minhas sinceras desculpas por desobedec�-lo. � Mark se ajoelhou no ch�o e manteve os olhos voltados para baixo. - N�o importa. Eu tenho uma pergunta para voc�. Se voc� respond�-la honestamente, eu o perdoarei e voc� retornar� ao meu servi�o. � Brian precisava saber a verdade. - Eu a responderei com toda a honestidade. � Mark levantou os olhos para o Rei. - Justin gostou de ter transado como voc�? � Brian segurou o f�lego esperando pela resposta de Mark. Mark olhou para ele sem acreditar no que havia ouvido. � Para ser honesto, vossa majestade, sim, ele gostou. - Mark pode sentir a raiva emanando do rei, e rapidamente acrescentou. � Mas somente por que ele imaginando que era o senhor que estava transando com ele. - Como voc� pode saber disto. � a raiva que Brian sentia diminuiu um pouco ao ouvir as palavras de Mark. - Por que foi o seu nome que ele gritou ao atingir o cl�max. � Mark engoliu em seco, tentando evitar que o seu cora��o n�o sa�sse pela boca. � Ele ficava dizendo o tempo todo: �Eu o amo, Rei Brian, eu o amo". Brian sorriu: - Obrigada! Voc� pode voltar para a casa dos escravos agora e continuar ao meu servi�o. Mas voc� est� proibido de falar com qualquer outro escravo e a deixar a casa sem a minha permiss�o. Fui claro? - Sim, vossa majestade! Obrigado pela sua gentileza. � Mark foi ajudado a se levantar por Mestre Vic, e levado para fora da c�mara. Fim da parte 5 17/08/2004 |
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