| REI BRIAN Parte 1 *** Rei Brian estava sentado em seu trono escutando os conselhos de seu Conselheiro Real, Michael Novotny. - Meu Lorde, um novo carregamento de escravos j� chegou e est�o esperando por sua aprova��o no sagu�o de entrada � Michael parou e olhou para Rei Brian � H� algo de errado, meu Rei? - N�o. Diga a Mestre Ted que eu estarei l� em uma hora. Rei Brian olhou para o jovem homem de cabelos e olhos castanhos e de corpo bem torneado, sentado a seus p�s e acenou para que ele chegasse mais perto. - Voc� pode ir, Mikey. - Sim, meu Rei. Eu o vejo em uma hora. � Michael saiu sem mais nenhuma palavra. O escravo se ajoelhou em frente ao Rei e abriu o seu robe para poder servir melhor a seu mestre. Rei Brian inclinou sua cabe�a para tr�s em resposta as sensa��es que atravessavam seu corpo, o Rei j� estava perto do cl�max, quando o escravo tirou a boca de sua virilha, o Rei se levantou e o escravo se ajoelhou perante ao trono. Brian alcan�ou a vasilha de porcelana pr�xima ao trono e retirou dela um preservativo e o colocou sobre seu p�nis. Ele examinou o rapaz esperando por ele e suspirou. Devia haver muito mais na vida de um rei, pensou. Brian penetrou o rapaz sem maiores preparativos. Ele sentiu a resist�ncia mas continuou a invadir o seu corpo. Ele grunhiu e pode sentir o corpo do rapaz relaxando e dando a ele mais espa�o em seu interior. Ele penetrou mais profundamente em sua fenda morna e come�ou a diminuir o ritmo. Uma leve camada de suor cobria seus corpos quando ambos alcan�aram o cl�max. Rei Brian soltou um gemido grave que ressonou atrav�s da c�mara. Ele se retirou do rapaz, que se moveu permitindo ao rei que sentasse em seu trono. O escravo pegou uma vasilha de �gua morna e come�ou a limpar o seu mestre, o Rei segurou a m�o do escravo e disse � Saia. O escravo se levantou e se retirou silenciosamente. *** - Vossa majestade, eu tenho certeza que o senhor ficar� muito feliz com os novos escravos. Exceto por um. N�s temos tentado disciplin�-lo por v�rias vezes, mas ele continua causando problemas. Mestre Ted estava vestindo sua roupa preferida, de couro preto, bem justo. - O que ele fez? - o rei n�o estava com humor para escravos desobedientes. - Ele se recusa a servir a seus mestres. - Ted parecia aborrecido Rei Brian achou isso muito interessante. � Isso quer dizer que ele n�o quis transar com voc�. - Quando Ted n�o respondeu, Rei Brian continuou. � Deixe-me v�-lo. - Sim, sua majestade. � Ted ordenou a um dos servi�ais que trouxesse o escravo. - Aqui est� ele meu senhor. � disse o servi�al. Rei Brian olhou e teve a mais impressionante vis�o de sua vida. O escravo n�o era mais do que um menino, mais novo do que a maioria dos rapazes em seu har�m e muito mais belo. Seu cabelo louro brilhava atrav�s da sujeira e seus olhos azuis mostravam a inoc�ncia e pureza de sua alma. Sua pele era macia e perfeita. - De joelhos, escravo. � mestre Ted ordenou. O rapaz se recusou a obedecer. Ele olhou direto para o Rei. - Voc� se atreve a olhar direto para o Rei! Voc� ser� severamente punido por sua ousadia. Ted alcan�ou a parte de traz da cabe�a do rapaz e o empurrou de encontro ao ch�o. � Minhas sinceras desculpas, sua Majestade. Eu removerei esta imund�cie de sua presen�a de uma vez por todas. Ted fez um gesto para que o ajudassem. - N�o! Eu mesmo irei disciplin�-lo. Limpe-o e o traga ao pal�cio. Rei Brian se virou em dire��o � sa�da. - Sua majestade, eu n�o acho isso uma boa id�ia. Deixe-me dom�-lo primeiro e ent�o eu o levarei para o senhor. Ted estava aparentemente nervoso em deixar o rapaz ser levado pelo rei. - Este � o seu problema, Ted, voc� pensa demais. Apenas fa�a.- Rei Brian se virou para os seus guardas. O garoto, que ainda estava com rosto virado para o ch�o, olhou para cima e fitou a figura que saia. - Voc� causa mais problema do que vale. � Mestre Ted agarrou o bra�o do rapaz e puxou em dire��o � sa�da. Algumas horas depois, Rei Brian e Emmett, o mestre de cerim�nias, estavam discutindo o baile anual. - Sua Majestade, eu acho que o baile deste ano vai ser fabuloso! Emmett percebeu que a aten��o e os olhos do Rei estavam voltados para outra coisa al�m do baile, ele virou seu olhar para a mesma dire��o que a do Rei e teve a vis�o de um belo anjo acorrentado e sendo escortado por mestre Ted. - Ora, ora, ora, o que n�s temos aqui? Mais uma adi��o aos incont�veis rapazes que voc� j� possui? - H� mais alguma coisa que n�s precisamos discutir a respeito do Baile? Rei Brian falou sem tirar os olhos do garoto. - N�s podemos falar sobre isso mais tarde. Emmett se retirou da presen�a do Rei. Ele passou perto do rapaz, para admirar o que para ele era a perfei��o. Ele perguntou a Mestre Ted: - Babylon? Mestre Ted assentiu. - Traga-o aqui. - Rei Brian sentiu uma estranha sensa��o tomando conta de seu corpo. - Sim, sua majestade. Ted empurrou o rapaz para frente. Ele sussurrou para o rapaz. N�o cause problemas ou eu o chicotearei mais ainda. O garoto n�o disse nenhuma palavra. - Tire as correntes. � Rei Brian n�o conseguia manter os seus olhos longe do rapaz. - Ele � perigoso, sua Majestade. Eu firmemente o aconselho a manter as correntes. Ted n�o podia acreditar que o rei queria se expor a t�o grande perigo. Rei Brian finalmente desviou seus olhos do rapaz e os fixou em Ted. � Tire as correntes e saia de minha vista. Ted suspirou fundo e retirou as chaves de seu bolso. � Sim, senhor. Ele lentamente removeu as correntes dos pulsos do rapaz e de seus tornozelos, mas deixou a corrente ao redor de seu pesco�o intacta. Ele estava prestes a entregar a corrente para Brian. - Todas elas. Ted pareceu estar preste a protestar, mas fez o que lhe havia sido dito depois de ver a express�o no olhar do Rei. Ele deu ao rapaz um olhar de advert�ncia e saiu da c�mara. O rapaz ficou parado com os olhos voltados para o ch�o. Rei Brian se levantou e se aproximou do rapaz. Alguns de seus servos expressaram sua preocupa��o, mas Brian n�o deu aten��o a nenhum deles. - Saiam, todos voc�s! Eu desejo ficar sozinho com o escravo. � Os servos hesitaram. � Agora! - todos os servos sa�ram imediatamente da sala. Brian circundou o rapaz, examinando-o da cabe�a aos p�s. Ele notou pequenos ferimentos em seus ombros. Ele levantou a m�o e tocou-os. O rapaz deu um silvo de dor, o que alarmou o Rei. Brian desamarrou a t�nica do rapaz e a deixou cair no ch�o, deixando o rapaz completamente nu diante dele. As costas do rapaz estavam cobertas de cortes frescos e diversos machucados. - Quem fez isto a voc�? O rapaz n�o respondeu. - N�o tenha medo, eu n�o vou machuc�-lo. Voc� est� seguro aqui. � Novamente o rapaz n�o respondeu. - Diga-me, quem feriu voc� assim. Foi Mestre Ted? - o rapaz assentiu com a cabe�a. � Qual � o seu nome? - Justin. Ele disse com a cabe�a baixa, e come�ou a tremer por estar exposto ao frio. Rei Brian se abaixou e pegou a t�nica para cobrir o garoto. Ele puxou um cord�o pr�ximo ao trono que tocou um sino. Tr�s servos apareceram do nada. - Levem Justin e cuidem de seus ferimentos, e ent�o o levem para meu quarto. Brian ro�ou seus dedos contra a face de Justin. � Eu estarei l� depois que cuidar de alguns assuntos. Justin olhou para ele e sorriu. O servo pegou a m�o de Justin e o levou para fora do sal�o. - Tragam Mestre Ted at� a mim. Brian sentou em seu trono. � Agora! Fim da Parte 1 |
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