
When the last eagle flies over the last
crumbling mountain,
And the last lion roars at the last dusty fountain,
In the shadow of the forest, though she may be old and worn,
They will stare, unbelieving, at the last unicorn...
When the first breath of winter through
the flowers is icing,
And you look to the north, and a pale moon is rising,
And it seems like all is dying,
and would leave the world to mourn,
In the distance, hear the laughter of the last unicorn...

Um Unicórnio é uma criatura mítica que aparece
em muitas culturas diferentes. Pode ser descrito como sendo como um cavalo, um
cervo, um antílope, um asno ou mesmo uma cabra. Hoje em dia a maioria dos povos
pensam nele como uma
criatura
hípica. De todas as formas, o Unicórnio tem uma característica que o distingue
dos outros, de onde provèm o seu nome: o único chifre no centro da sua testa.
Acreditava-se que o chifre do Unicórnio era usado para poder neutralizar todos os venenos e os copos feitos os chifres eram estimados e apreciados pela realeza. Tais artigos eram de facto feitos geralmente da presa do narval (o narval é uma espécie de baleia com um chifre muito comprido que se assemelha a um chifre de Unicórnio. É chamado por vezes por Unicórnio Marinho por esta razão) ou às vezes chifre de rinoceronte.
"UNICÓRNIO: Na mitologia europeia, uma criatura selvagem fabulosa com as patas de um cervo, na cauda de um leão, torso e cabeça de cavalo. O seu nome derivou do seu único chifre que, quando mergulhado na água, se pensava que a podia purificar das substâncias nocivas. O Unicórnio inspirava inocência e pureza, e os caçadores poderiam caçá-lo sómente colocando uma virgem no seu trajecto, o Unicório correria para ela, deitar-se a seus pés e cairia adormecido." "Unicorn" The Illustrated Encyclopedia of Myths & Legends Copyright (C) Marshall Editions Ltd 1989.
