PRÉ-HISTÓRIA NO NORDESTE E A PEDRA DE INGÁ

            O mito Fenício sempre foi caro à fase mitológica da Pré-histórica brasileira, principalmente no Nordeste, por uma série de coincidências.

                Um dos primeiros homens a pesquisar sobre o assunto foi o Prof. LADISLAU NETTO , que após retornar de Paris, onde foi discípulo de ERNEST RENAM ( A maior autoridade a época em arqueologia púnica), começou suas pesquisas na Região então denominada de “Pouso Alto”, no vale da Paraíba. LADISLAU NETTO foi Diretor do Museu Nacional do Rio de Janeiro, era  um dos protegidos por Dom Pedro II, que lhe concedera uma bolsa para ampliar seus estudos no exterior. Igualmente ocorrido com o pintor paraibano PEDRO AMÉRICO DE FIGUEIREDO, este com o apoio do Imperador doutorou-se em Ciências Naturais na Universidade de Bruxelas e convidado para o cargo de Adjunto de Arqueologia.    

               Sem dúvida a mais famosa e expressiva gravura rupestre do Brasil é conhecida como a enigmática “Itacoatiara de Ingá”, no Município de Ingá, na Paraíba.

            Nos anos 70 um desconhecido cientista americano conseguiu burlar alguns oficiais da Marinha Brasileira , no Rio de Janeiro , e obter apoio para achar alguns navios Fenícios naufragados na Baía da Guanabara, com pesquisas amplamente divulgadas pelo Jornal Ö Globo.

            Algumas passagens do Antigo Testamento falam dos navios de Hirão e Salomão que iam a Ofis e Tarsis , e de três em três anos voltavam trazendo grande quantidade de madeira , sândalos, pedras preciosas, prata , ferro, chumbo e animais como bugios e pavões.

            O mito Fenício nascera com as lendas da “Ilha Brasil e das Sete Cidades”.  Mito ou lenda ainda é um mistério o certo é que muitas vezes as Itaquatiaras do Nordeste (Como são conhecidas) transformam-se em inscrições Fenícias.Um dos detratores e descobridores das obras de LADISLAU NETTO foi o português FERRAZ DE MACEDO, autor de uma antiga e rara obra sobre a pré-história brasileira, editada em Lisboa, em 1886, sob o título de “Ethonogênia Brazilica”, um esboço crítico sobre a pré-história do Brasil. Nela o autor sustente a Autoctonia Poligenista do homem americano, porém não é totalmente fiel às idéias de Ameghino, aceitando que a Gênese humana deu-se simultaneamente em todas as partes da Terra.Ha de se salientar que, nessa obra o autor faz duras críticas ao Prof. Ladislau Netto, chamando-o de antelóquio, acusado de extorquição intelectual. Por razoes que não são claras, Ferraz de Macedo definitivamente não simpatizava com o pesquisador brasileiro, porém , deduzimos que Ferraz de Macedo era um grande invejoso ou tinha profundas mágoas contra o sábio brasileiro.

O mais fértil e pitoresco defensor do mito Fenício na Paraíba foi sem dúvida o austríaco LUDWIG SCHENNHAGEN, que percorreu os sertões nordestinos nas décadas de 10 a 20 deste século, escreveu várias obras sobre as viagens dos Fenícios ao Brasil. procurou as lendárias Sete Cidades Fenícias, também relacionadas com a Ilha Brasil.              Ludwig Schennhagen encontrou-se com o agricultor e desenhista José de Azevedo Dantas (austero sertanejo), este por sua vez , copiou com muita sensibilidade e inteligência, belas gravuras e inscrições rupestres nas regiões de Seridó, na Paraíba e Rio Grande do Norte, posteriormente deixou um manuscrito, com 200 páginas , que seu irmão e inventor após a sua morte doou ao Instituto Histórico da Paraíba.Na fase da mitologia do Nordeste ha dois livros curiosos, o primeiro é do cearense Raymundo Ulysses de Penaforte, autor de “Brasil Pré-histórico” ( Memorial Encyclographico) , publicado em Fortaleza em 1900. Nesse trabalho apresenta um mapa da Amazônia, aponta os Países de Ophir e Parvain, também aparecem Gregos, Troianos, Saduceus  e Essênios ( 400 páginas).

inga4.jpg (13343 bytes)Seria o Sol e 11 planetas ???

Desenho também encontrado em  Ingá-PB

            O segundo é  do alagoano Alfredo Brandão, sob o título “Ëscripta Pré-histórica do Brasil”, este dedicado a seu mestre Ladislau Netto, com o qual aprendera.    Seguindo os passos do mestre Brandão entra nos temas preferidos dos pró-cientístas, ou seja no mito da Atlântida e civilizações desaparecidas, filia-se ao grupo dos que acreditam que os caracteres do Brasil sejam de uma escrita pré-histórica pertencentes a uma civilização primitiva e portanto separa os registros rupestres brasileiros da filiação púnico-semítica, considera-os manifestação de uma Língua e Escrita Primitiva Universal, mãe de todas as escritas de todos os alfabetos modernos, essa escrita resultava da longa evolução do grafismo para representar o pensamento, evoluindo em certas regiões e estacionando em outras, até desaparecer, que foi o que teria acontecido com nossos aborígenes.Outro escritor foi o pernambucano Francisco Telles de Meneses, autor de “Lamentação Brazilica”, que obcecado por tesouros dos Holandeses e Jesuítas, percorreu os sertões Nordestinos entre 1789 e 1806.Na interpretação mítica das nossas pré-histórias , podemos distinguir claramente três tendências dominantes:  A interpretação de textos, as navegações dos Fenícios e o mito da Atlântida, esta última relacionada com a Ilha Brasil e as Sete Cidades.            

inga1.jpg (15934 bytes)Alguns desenhos da Pedra de Ingá são de constelações desconhecidas.

LIVRO DE LAS ATLÂNTIDAS - de Vivante e Iberoni (Autores) - O famoso mito platônico influenciou a história americana.            

O Imperador Dom Pedro II  foi um dos primeiros arqueólogos do Brasil.

                   “Considerando-se que o homem possui mais de dois milhões de anos e que a arte rupestre começou a cerca de 30.000 mil anos , podemos considerar que ela seja uma arte moderna            ( Historiadores Eduardo Ripol e Ariano Suassuna).

            Alguns estudiosos como o pesquisador Reichel Dolmatof, em seus trabalhos atribui certas gravuras rupestres como as fosfenas, à alucinógenos , muito utilizado pelos indígenas, essas Fosfenas eram produzidas sob efeitos dessas drogas, que eram interpretados como símbolos da criação da humanidade, da fertilidade e do sexo.   

              Fosfenas - Imagens que aparecem no campo visual na obscuridade ou na penumbra.

              Foram identificados como “Tradição Nordeste”, os municípios de Queimada (Sítio Pedra do Touro), Araruna, Bacia do Curimataú e Campina Grande.

            Aparentemente, as primeiras representações pictóricas dessa tradição começaram em torno de 12000 anos BP, no Piauí  e evoluíram durante os 10000 e 8000 anos seguintes, quando surgem  dispersões populacionais para outras áreas, vindo a terminar por volta de 6000 anos BP.

              Um dos fatos mais importantes sobre essa história, no entanto, ocorreu em 1872, quando “alguém “descobriu uma pedra que trazia uma inscrição com 8 linhas , cujos caracteres, com muita evidência não pertenciam aos povos antigos conhecidos na América .

            Em 1874, a inscrição mereceu a atenção do Prof. Ladislau Netto, o qual não lhe dera muita importância.  Todavia esta pedra veio à ser conhecida na Europa onde foi analisada por eruditos alemães, inicialmente como Fenícia e posteriormente como não Fenícia.

            Aparentemente a pedra desapareceu ou perdeu-se sua localização (talvez ainda exista guardada numa gaveta, como souvenirz) , mas a pedra de Ingá na Paraiba permanece como vista abaixo com inscrições curiosas bem como desenhos enigmáticos:                                                           

              O último e talvez mais importante protagonista a sustentar a origem Fenícia dessa inscrição é o Dr. Cyrus H. Gordon , da Universidade de Brandels , Massachusetts.  O Dr. Gordon fez novas e importantes descobertas da inscrição Fenícia na Paraíba, que demonstram ser realmente Fenícia tais inscrições, contrariando juízos anteriores menos informados, uma dessas foi a descoberta feita pelo Dr. Jules Piccus da Universidade de Massachussets, em Amherts, de uma caderneta de notas que pertencera a Wilbeforce Eames, um dos administradores da Ney York Public Library , do século XIX, nesta caderneta encontrava-se uma carta enviada por Ladislau Netto , datada de 31 de Janeiro de 1874, destinada ao Mr. Eames. O Dr. Piccus mostrou essa carta ao prof. Gordon , este concluiu daí que a transcrição dos caracteres na carta era mais plausível que a versão definitiva, precedente publicada em 1899.  O Dr. Gordon sustenta que o uso de uma terminologia desconhecida dos arqueólogos, no momento de sua descoberta, prova que esta é verdadeira.             

            A Obra “The Parayba Phocnícian Inscription”, publicado por Mr. Joseph Ayoob , que é a mais nova tradução em Inglês de seu livro intitulado “Sakhra Barayba”, publicado em Beirute , em 1961.             É aí está ela  !...

            Demos sepultura ao filho de Canaã vindo da Surinam , cidade em ruínas e um entreposto abandonado. Não eu, Yazid o gravador do meio-dia e dos homens que procuram o melhor de todas as coisas .  E   assim os nono e décimo anos Hiram.  Nosso Rei morreu, tínhamos deixado alegremente Azion-Geber numa embarcação no Mar Vermelho e levantamos velas com dez navios .  Aí todos desapareceram para min. De súbito. Desapareceram:  Hor  e Cristtim ( nome dos navios) foram lançados sobre esta terra maldita: calor, frio e tempestade de neve. Mir, Baal  e  Lan (navios) que vogavam em comboio, talvez tenham escapado as intempéries .  Morreram, vindas HSHN , 6 pessoas de um MBAYH  ( 6 Kuchitas de MBEYE), e mais dez pessoas pereceram.  As perdas por min e más por que pelo meu camarada HNNA (Hanno).”                                                                              

Por:   ELOIR V. FUCHS

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VESTIGIOS ARQUEOLOGICOS DEMONSTRAM PRESENCA DE EXTRATERRESTRES NA PARAIBA

POR GILBERTO SANTOS DE MELO 

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A 120 KM DE JOAO PESSOA, CAPITAL DO ESTADO DA PARAIBA, BRASIL, SE ENCONTRA A PEDRA DA JANELA, LOCALIZADA NO MUNICIPIO DE ITATUBA, MUITO FALADA E COMENTADA PELO ESCRITOR RUSSO PETER KOLOSIMO,EM SEU LIVRO ANTES DOS TEMPOS CONHECIDOS. ESSA PEDRA E CONSIDERADA ENCANTADA PELOS MORADORES E ELES TEMEM EM EXPLORA-LA E VER O QUE HA EM SEU INTERIOR, TEMEM O DESCONHECIDO, A PEDRA FAZ PARTE  DE UMA MONTANHA COM 600 M DE ALTURA, DENOMINADA DE SERRA VELHA, NA VERDADE ESSA PEDRA E UMA ABERTURA EXISTENTE NESSA SERRA, EM FORMATO DE JANELA , NESSA ENTRADA  JA FORAM VISTAS INUMERAS VEZES LUZES A ENTRAR POR ELA , SEGUNDO D. MARINA EUZEBIO DA SILVA, 57 ANO DOS QUAIS 40 VIVIDOS NO SOPE DA SERRA  , JA NAO E MAIS NOVIDADE PARA ELA ESSES APARECIMENTOS, POIS AS LUZES SEMPRE SURGEM TARDE DA NOITE , E CERTA VEZ UMA NO FORMATO DE CILINDRO PAROU EM FRENTE DA ABERTURA E DEMOROU POR ALGUM TEMPO, NO DIA SEGUINTE UM HELICOPTERO DA AERONAUTICA   ESTEVE  POR LA , CHEGANDO ATE   A POUSAR EM CIMA DA SERRA E QUANDO FOI EMBORA LEVOU ALGUMAS PEDRAS.

QUANDO A EQUIPE DO CPB-UFO ESTEVE NO LOCAL COLHEU AMOSTRA DE PEDRAS E QUE DEPOIS DE ANALIZADA, CONSTATOU TRATAR-SE DE MINERIO DE FERRO, O LOCAL E UM SITIO ARQUEOLOGICO, POREM  AUTORIDADES NAO SE INTERESSAM PELO ACHADO,  O SITIO AINDA NAO FOI EXPLORADO POR ARQUEOLOGOS, E GRANDE A PRESENCA DE DESENHOS RUPESTRES NESSA SERRA, O ACESSO A PEDRA DA JANELA E DIFICIL E SO PODE SER FEITO COM PESSOAL TREINADO POIS EXIGE USO DE MATERIAL DE  ALPINISMO E TODO APARATO NECESSARIO  PARA TAL INTENTO.

inga5.jpg (15350 bytes)Vemos aqui detalhes de desenhos na Pedra de Ingá.     

O QUE MAIS CHAMA A NOSSA ATENCAO E QUE A APENAS 14 KM DESSE LOCAL FICA A PEDRA DO INGA ONDE ESTAO OS PITERIGLIFOS QUE AINDA NAO FORAM DECIFRADOS E  QUE SEGUNDO PESQUISA MAIS RECENTES INDICAM QUE FORAM ESCULPIDAS POR SERES ALIENIGENAS ,SERIAM OS ANONAKIS, DEVIDO A SEMELHANCA COM ESCRITOS SUMERIOS, SABEMOS QUE TEXTOS CUNEIFORMES DA ANTIGA SUMERIA NOS FORAM TRADUZIDOS PELO HISTORIADOR  E ESCRITOR ZECHARIA ZITCHIN, O QUAL NOS INFORMA QUE SEGUNDO ESSES TEXTOS , NOS HUMANOS SOMOS DESCENDENTES DOS ANONAKIS, UMA CIVILIZACAO EXTRATERRESTRE QUE HA 450 MIL ANOS ESTEVE AQUI NA TERRA  E POR MEIO DE EXPERIENCIAS GENETICAS MELHORARAM A RACA HUMANA.SEGUNDO O PROF. ZECHARIA, OS ANONAKIS SAO DE UM PLANETA CHAMADO NIBIRU E QUE A CADA 3600 ANOS SE APROXIMA DA TERRA PASSANDO ENTRE MARTE E JUPITER, O PROPRIO NOME ANONAKI  SIGNIFICA AQUELES QUE VEM DOS CEUS.  A EXISTENCIA DA INSCRICAO DA PARAIBA E SEU SENTIDO NAO DEIXAM DUVIDAS QUE UMA CIVILIZACAO SUPER AVANCADA E DESCONHECIDA  ALI ESTEVE  E DEIXOU SUAS MARCAS NA PEDRA. EM 1872, QUANDO ESSA PEDRA FOI DESCOBERTA NO VALE DO RIO INGA , DESCOBRIU-SE TAMBEM UMA OUTRA PEDRA MENOR  QUE TRAZIA UMA INSCRICAO DE 8 LINHAS , CUJOS CARACTERES COM MUITA EVIDENCIA  NAO PERTENCIAM A CULTURAS CONHECIDAS. EM 1874, A INSCRICAO MERECEU ATENCAO DE ERUDITOS ALEMAES E ASSIM A PEDRA VEIO A SER CONHECIDA NA EUROPA E A CONCLUSAO E QUE A PEDRA ERA DE ORIGINARIA DE UM POVO DESCONHECIDO DA FACE DA TERRA . APARENTEMENTE A PEDRA SE PERDEU, MAS A INSCRICAO PERMANECE EM COPIA ,  A HIPOTESE DA PRESENCA DE ALIENS NA CONFECCAO DOS PITEROGLIFOS DA PEDRA DO INGA  NAO E ABSURDA, POIS FORTES INDICIOS ASSIM INDICAM , VEJAMOS  :

ingagil.jpg (16726 bytes)1- A POSSIBILIDADE DE SER ESCRITA DE INDIOS E DESCARTADA, POIS OS INDIOS CARIRIS QUE HABITAVAM A REGIAO SE ENCONTRAVAM NA IDADE DA PEDRA POLIDA, DESCONHECENDO OS METAIS, OU QUALQUER   OUTRO INSTRUMENTO CAPAZ DE PRODUZIR SULCOS   PERFEITOS E POLIDOS , NA ROCHA COMO SAO OS PITEROGLIFOS.

2- PODE-SE VER TAMBEM QUE UM PICTOGRAMA, QUE NOS FAZ LEMBRAR UMA NAVE ESPACIAL , SEMELHANTE  AO MODULO QUE DESCEU NA LUA, DURANTE A MISSAO APOLO 11.

3- A ESCRITA EXISTENTE NA PEDRA DO INGA É UMA MISCELANEA DE TODOS OS ALFABETOS EXISTENTES NA TERRA, PARECE QUE A ESCRITA SURGIU LA, HA CARACTERES HITITAS, SUMERIOS, GLOZEL  ETC. ESSE É O PONTO CHAVE PARA COMPARAR COM OS ANONAKIS, GRAVADO NA PEDRA EXISTE A LOCALIZACAO NO COSMO DESSES ALIENS , QUE AQUI ESTIVERAM.O CPB-UFO ENVIOU FOTOS DESSA CONSTELACAO PARA O PROF. ZITCHIN, NA NASA, E AINDA NAO TIVEMOS RETORNO.

4- INTERESSANTES REVELACOES DE CUNHO CIENTIFICO NOS SURGEM QUANDO ESTUDAMOS A PEDRA, TAIS COMO: LOCALIZACAO DE CONSTELACAO DESCONHECIDA , NO UNIVERSO, CONTAGEM DO ANO SOLAR E LUNAR, VELOCIDADE DE ORBITAL DA TERRA E MUITO MAIS.

A PEDRA DO INGA E A SERRA VELHA SAO TESTEMUNHAS DE QUE UMA CIVILIZACAO ALIENIGENA AQUI ESTEVE   E DEIXOU REGISTRADA SUA PRESENCA E LOCALIZACAO NO COSMO PARA  QUE GERACOES FUTURAS SOUBESSEM .CABE A NOS UFOLOGOS DESVENDAR ESSE MISTERIO QUE PERDURA NA ROCHA POR MILHOES DE ANOS.

 Gilberto Santos de Melo, Engenheiro Mecânico , 40 anos Presidente do CPB-Ufo. Fone 083 239 6755 /241 4352 / 9332-8408   E-mail [email protected]

               SETA4.gif (2139 bytes)retornar a página principal

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