UFOLOGIA, HISTÓRIA E DEFINIÇÃO
"A Ufologia é a ciência que estuda os
fenômenos aéreos e não aéreos relacionados com inteligência extraterrestre. Os
relatos de UFOS são muito antigos, e sempre existiram em toda a história da
Humanidade".
Essa definição é bem verdade, mas a ufologia
não pode ser vista com simples olhos de um cientista. Antes de serem "Extra
terrestres" temos que lembrar que eles são espiritualmente muito mais evoluídos que
nós, e está muito perto,
(Tão perto que vocês nem
imaginam), o dia em que eles darão um sinal concreto de sua existência para a
humanidade. Sem perceber nós estamos sendo preparados para essa comunhão (encontro) com
nossos irmãos de esferas mais elevadas, e eles vêem em nosso auxílio, pois é chegada a
hora da grande mudança! muitas pessoas assim como eu estão mudando de comportamento
bruscamente, a ponto de isso assuntar as pessoas que nos cercam, e estamos descobrindo
pessoas que assim como nós estão modificando radicalmente o seu relacionamento com sigo
mesmo, com a natureza, e acima de tudo, com DEUS. Não se assustem com os acontecimentos
que hão de vir, tudo isso já era esperado. Muitos são os irmãos que ainda se encontram
cobertos pelo véu de maya (ignorância), mas não devemos culpá-los por esta atitude,
todos nós somos sementes do criador, e no seu devido tempo todas hão de florescer
acarretando em um lindo jardim. Cada um sabe de sua necessidade da evolução espiritual,
a evolução espiritual não é uma sugestão! É UM FATO. E LEMBRE-SE, "AQUELE QUE RI, E MENOSPREZA O QUE NÃO CONHECE,
ESTÁ A MEIO CAMINHO DE SER UM IDIOTA".
Eduardo Nunes de Oliveira
] Objeto voador não-identificado
Objeto voador não-identificado é
todo objeto ou fenômeno óptico visto no céu sem que haja uma causa imediata conhecida.
O fenômeno é conhecido também pelas siglas OVNI ou UFO (unidentified flying object), ou
pelo nome popular "disco voador", devido à forma mais comum que lhes é
atribuída.
A primeira pesquisa oficial sobre
OVNIS foi o projeto Livro Azul, iniciado em 1948 pela Força Aérea Americana. Em 1952,
vários relatos de ocorrências, acompanhados de detecções por radar nas imediações do
aeroporto de Washington, levaram o governo americano a convocar um debate com engenheiros,
meteorologistas, físicos e um astrônomo. O encontro foi organizado pela Central
Intelligence Agency (CIA), e o relatório final foi classificado como secreto. Divulgado
mais tarde, o relatório revelou que noventa por cento das observações estudadas foram
logo explicadas por fenômenos astronômicos ou meteorológicos (planetas, meteoros,
auroras, nuvens iônicas) ou como aeronaves, pássaros, balões, ar quente, fachos de
holofotes e outros fenômenos muitas vezes associados a condições meteorológicas
especiais.
A publicidade dada ao tema na
imprensa estimulou a imaginação e multiplicou o número de relatos de ocorrências em
todo o mundo. Em 1966, um novo encontro chegou a conclusões semelhantes e também deixou
alguns relatos sem explicação. Um grupo de cientistas admitiu que alguns depoimentos
levavam a crer na presença de visitantes extraterrestres. Essa hipótese, tratada de
forma sensacionalista pelos meios de comunicação, encontrou forte resistência de outros
cientistas. A polêmica levou a Força Aérea Americana a organizar, em 1968, um estudo na
Universidade do Colorado, sob a direção do físico Edward Condon. Depois da análise
minuciosa de 59 relatos por um grupo de 37 cientistas, o relatório Condon rejeitou a
hipótese de origem extraterrestre e declarou que não havia necessidade de estender as
pesquisas sobre o assunto.
A conclusão não evitou, porém, que
grande parcela da população e alguns cientistas continuassem a crer na hipótese
extraterrestre. Para outros cientistas, a possibilidade de visitas de habitantes de outros
planetas, embora remota, deveria continuar em estudo. Alguns sustentavam que a
investigação seria útil, no mínimo, para estudos psicossociais. Em 1973, cientistas
americanos organizaram o Centro para Estudos dos OVNIS. O mesmo fizeram outros países,
como Canadá, que estudou 750 casos, Reino Unido, Suécia, Dinamarca, Grécia e
Austrália.
Os depoimentos dos que afirmam ter
visto OVNIS variam muito em função do grau de confiabilidade, do número de observadores
independentes e das condições de observação. Sabe-se que é comum, sobretudo a olho
nu, falsas visões de objetos na atmosfera. As hipóteses de engano vão desde
alucinações até ilusões de óptica por reflexo de vidros ou óculos, luzes brilhantes
ou balões. Também os radares podem ser "enganados" por interferência
eletrônica, meteoros, nuvens, chuva etc.
©Encyclopaedia Britannica do Brasil
Publicações Ltda.
Tem sido estimado que um ovni objeto voador não identificado é visto em algum lugar do mundo a cada 15 segundos. Mas menos do que um em cinco destas observações é até mesmo relatada. Após investigações, mais do que 90% das notícias podem geralmente ser explicadas, como meteoros, balões meteorológicos, estrelas, planetas, a lua, pipas, aviões ou até mesmo pássaros.
Isso deixa pouco de 10 % de relatos não explicados sobre estes misteriosos avistamentos. A pergunta principal de nossas investigações são: podem ser estes ovnis naves espaciais extraterrestres? Nós estamos na era da informação super highway, chegando perto de conhecer a verdade sobre os objetos misteriosos e luzes no céu que tem sido relatadas freqüentemente há muito mais de 50 anos atrás, e que de fato é relatada através da história?
No governo ou as autoridades responsáveis sempre foram cautelosos em anunciar que a vida existe além de nosso planeta, entendendo-se que uma admissão desafiaria os nossos mais profundos preceitos: na ciência, filosofia, religião, história, tecnologia. Eu acredito que este poderia ser uma das razões do por quê a informação é oficialmente limitada sobre os avistamentos de ovnis que nós possuímos até o momento serem escondidas com relutância no mundo ocidental por investigadores em ambos os lados do Atlântico contrariando a liberdade e livre expressão dos EUA e do mundo.
A relutância tem incentivado a dúvida espalhada entre os entusiastas de ufos que buscam a política oficial sobre os ovnis. Pelo motivo dos governos procurarem seus próprios fundamentos científicos, fazem, muitas vezes, explicações de fenômenos na maneira mais absurda possível.
A ciência tira o corpo de qualquer coisa que ela não possa testar satisfatoriamente, existe um vazio de informações oficiais e respostas sobre o tema. Nas décadas recentes estes vazios tem sido preenchidos de modo crescente atraindo cada vez mais pesquisadores e investigadores de ovnis.
Alguns são amadores, alguns
profissionais: alguns se chamam de ufólogos,
eles surgem em quase todos os países do mundo. Todos, sem exceção, são passionais
convencidos da enorme importância de obter a verdade, quaisquer que seja, dentro do
imenso campo de muitas perguntas e poucas respostas, mas de muitas surpresas.
Carlos Alessandro Miranda Félix
Bel. Nas ciências do Direito