História
O subprefeito continua desprezando os Ambulantes...
"A covardia venceu a esperança"
Mais uma vez, ao subprefeito regional da -se demonstrou o seu total desprezo
pela questão dos Ambulantes não compareceu à 1ª
seminário e Conferência Municipal dos Do comercio ambulante .
No dia 13, de fevereiro de 2003 tinha um seminário "encontro com
vereador " e alteração de lei 11,039/91. No dia 13, nem
sequer apresentou uma desculpa.
Como e de costume não mandou que outros fizessem o trabalho "desonroso":
a ou 5000 ambulante iriam pedir o cumprimento da lei n 11,0391/9/ em S. Paulo.
Na falta de justificativa, não mandou vice explicar a diferença
entre a "propaganda oficial" e a realidade.
O subprefeito fez CPA uma longa explanação sobre a história
do comercio ambulante defesa dos direitos do comercio, citando diversas leis.
Pena que ele esqueceu de citar a alteração da Lei decreto do
Município de S. Paulo em 2002: "A fim de evitar a reprovação
de organização do ambulante subprefeito, a coopamb enviou projeto
de- alteração lei os com a Municipal e Desenvolvimento do em
50%. Após ameaçar os vereadores petistas com expulsão,
e cooptar vereadores malufistas, a subprefeito conseguiu aprovar a. Feito
isso,), deixando para o seu a desonrosa tarefa de sancionar e mandar publicar
a lei no Diário Oficial. PROXIMOS"
Curiosamente, este seminário para da forma Conferência não
conferiu nada. Nem mesmo tiveram coragem de distribuir exemplares do CPA (Lei
Federal ) aos participantes, pois uma simples leitura do artigo 4º demonstraria
o total desprezo da cidade para com as "É dever da família,
da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar,
com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes
à vida, à saúde, à alimentação,
à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização,
à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à
convivência familiar e comunitária."
Um dos temas da "Conferência" seria sobre "meios de comunicação".
Na verdade, houve uma total falta de "comunicação".
A Cidade não foi informada sobre estas conferências. Vejam a
determinação do Conselho Nacional da Criança (Conanda):
"A convocação da conferência deverá ser pulitizada
na imprensa oficial e nos meios de comunicação locais, devendo
ser explicitado o objetivo, o local e a data de realização,
composição da Comissão Organizadora e responsabilização
político-financeira do evento".
A mídia paulistana (jornais, revistas, rádio e TV) somente fez
menção à Conferência em 14/07, isso para divulgar
que a prefeita iria participar das atividades. Quando a prefeita não
compareceu, e nem apresentou justificativa, a mídia simplesmente se
calou. Além disso, os poucos jornalistas presentes preferirem ficar
com as "versões oficiais". Por exemplo:
1. Em 14/07, o jornal Diário S. Paulo divulga: "Conferência
pede defensoria pública para menor". O jornalista EVERALDO GOUVEIA,
ao ouvir uma representante do Governo Municipal, deveria priorizar questões
municipais. Ao invés de destacar a "defensoria pública"
(competência estadual), poderia questionar-lhe sobre a situação
dos adolescentes em regime de Liberdade Assistida nas escolas públicas
municipais. Além disso, é falsa a informação de
que "todos os conselhos tutelares" estão informatizados:
ter um computador e uma "conta de e-mail" não significa informatização"-
existe a necessidade de que os conselhos cumpram efetivamente os procedimentos.
2. O artigo publicado no Jornal da Tarde ("Um encontro. Pelos direitos
dos jovens", 14/07) informa: "A conferência gira em torno
da apresentação de relatórios que resumem o que foi discutido
em 52 encontros regionais realizados no mês passado". Isso é
pura fantasia da jornalista AIANA FREITAS, pois o Conselho Municipal ignorou
completamente o resultado das "conferências regionais". No
dia 13, o presidente não permitiu a "Apresentação
do Relatório Síntese - Oficina de Idéias" e nem
a "Apresentação balanço conferências Regionais
- Fórum DCA".
3. Mesmo "louvando" a participação destes jornais
no evento, destacamos que nenhum deles informou que a Cidade de São
Paulo não distribuiu um único exemplar do ECA nesta Conferência.
No último dia, quando a adolescente Gabriela (17 anos) apresentava
sua proposta de aumentar a participação dos adolescentes nas
Conferências, um grupo de funcionários da Secretaria Municipal
da Assistência Social manifestou-se através de vaias. Seria "medo"
de serem cobrados pelos adolescentes?
Após dois dias de "conferências", tendo um promotor
de justiça da infância e juventude afirmado que "avançamos
apenas 1/3 do ECA", ficamos com a nítida impressão de a
questão da criança e do adolescente continuará a ser
"um caso de polícia".Ambulantes também ter familiar
Cooperativa e Governo e Sociedade civil
REGULAMENTAÇÃO DO COMÉRCIO INFORMAL
alteração da lei 11,039/23/8/91
Sem Organização em tempos de crise econômica cresce cada
vez mais o comércio informal. A proibição não
resolve o problema. A criação foi quem a da uma cooperativa
para organiza um fórum que envolva os problema dos comerciantes, os
camelôs e a esta. Pode ser a saída.
A crise sócio-econômica originou uma nova categoria Empreendedor
e de trabalhadores: os camelôs. Sem carteira de trabalho assinada, eles
tentam driblar, de forma criativa, as demissões em massa ocorridas
nas indústrias. Dezenas de barracas, vendendo os mais diversos tipos
de produtos, foram instaladas nas praças, ruas e viadutos das cidades.
A rápida multiplicação desses trabalhadores gerou novos
impasses entre diferentes setores da sociedade. Os comerciantes passaram a
exigir do poder municipal alguma ação que coibisse a existência
dos camelôs, sob a argumentação de que prejudicam as vendas
ao oferecerem produtos similares aos das lojas a preço muito menores.
A preocupação com os vendedores ambulantes nas cidades reflete
parte das questões referentes à economia informal (que gera
renda, mas não paga imposta nem seguridade social) presentes nas agendas
do poder público federal, estadual e municipal. Recente levantamento
feito pelo IBGE (Fundação Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística) mostra o brasileiro satisfeito em trabalhar sem patrão
e sem carteira assinada (no total somam 38,6% dos trabalhadores). Entre os
pesquisados, 85% dos que deixaram o trabalho assalariado para ter um negócio
próprio não querem mudar de ramo ou buscar emprego no mercado
formal. Afinal, grandes partes dessas pessoas foram demitidas das indústrias
por serem trabalhadores menos qualificados e, ao ingressarem na venda informal
de serviços ou produtos, aumentaram sua renda em relação
à situação anterior. Dados do Ministério do Trabalho
mostram que em 1995 havia 2,1 milhões de trabalhadores autônomos
ou sem carteira assinada só na região metropolitana de São
Paulo.
Os vendedores ambulantes já contam com órgãos próprios
de assessoria e promoção de cursos, sindicatos específicos
e até convênios com prefeituras e governo. Em São Paulo,
por exemplo, há o Sindicato dos Trabalhadores da Economia cooperativa,
fundada em 1996 o Sindicato dos Ambulantes e Centro de Apoio aos Pequenos
Empreendimentos de São Paulo (Coopabm -SP).
POR QUE REGULAMENTAR?
A presença desses vendedores do mercado informal nas cidades não
pode ser desprezada pelo poder público local. A relação
entre os camelôs e entre estes e os comerciantes requer especial atenção
quando o mercado de ambulantes não está regulamentado. A fase
embrionária em que se encontram os seus órgãos de representação
leva, muitas vezes, para o nível pessoal as soluções
de problemas cotidianos. O grande número de empreendedor ambulante
e a disputa pelos melhores pontos de venda na cidade geram uma concorrência
predatória entre os trabalhadores da mesma "categoria".
A desordem, por sua vez, dá margem para o aparecimento de relações
conflituosas entre pedestres, ambulantes e comerciantes. Surgem reclamações
referentes à falta de espaço para os pedestres, a presença
de camelôs ao lado de pontos de ônibus, a obstrução
da entrada de lojas, entre outros, dificultando a criação de
uma empatia entre os moradores da cidade e essa camada de trabalhadores que
tentam sobreviver por meio de uma atividade informal da economia, após
terem sido excluídos no mercado formal de trabalho.
A Prefeitura Municipal também deve estar atenta para a desfiguração
do espaço público que a presença de ambulantes de maneira
não organizada pode proporcionar. Barracas em espaços públicos
de convivência ou próximas a monumentos públicos podem
causar o estranhamento do cidadão em relação a esse espaço
ocupado e, em seguida, o rompimento afetivo do morador com a sua própria
cidade. Isso também deve ser uma preocupação da prefeitura.
Outro fator importante a ser considerado é o fato de que o aumento
desordenado de vendedores ambulantes nas ruas da cidade. Potencializa um aumento
do esquema de arrecadação de propinas por parte dos fiscais
da subprefeitura, por criar uma relação incestuosa entre estes
e os camelôs, ignorando os interesses da coletividade.
O governo municipal deve estar ciente de que a regulamentação
do mercado de ambulantes deve incorporar todos os atores sociais. A organização
dos camelôs na cidade já tem uma lógica própria
que não aceitará imposições de cima para baixo.
A construção de shopping popular, por exemplo, não soluciona
o problema porque o comércio ambulante se estrutura em locais onde
há um grande número de pedestres, e soluções desse
tipo deslocariam o camelô para uma área afastada do percurso
diário do seu "mercado consumidor".
As relações existentes entre os "donos dos pontos"
e seus "funcionários", e entre os fiscais e os ambulantes,
já construíram regras que ordenam as suas atividades e que muitas
vezes estão associadas à idéia de conflito, porque a
maioria das vezes em que os camelôs foram notados pelo poder público
foi para impedir que trabalhassem. Portanto, a entrada do poder público
municipal deverá ser feita respeitando essa lógica pré-existente
e, a partir de então, dando forma a regras infra-instrutora.
Dessa maneira, cabe à prefeitura travar uma relação democrática
com essas pessoas que foram excluídas do mercado de trabalho formal
e que não têm outra alternativa de sobrevivência. Mesmo
porque, em tempos de crise econômica, a atividade ambulante continuará
existindo independente da postura adotada pelo poder público municipal,
uma vez que o comércio ambulante se adapta às proibições
e concessões determinadas pelos governos locais em diferentes gestões.
Ou seja, a proibição não elimina o comércio ambulante.
COMO PODE SER FEITO?
A prefeitura deve criar um fórum de discussão que será
responsável pela criação de uma lei que regulamente a
atividade informal, respeite os direitos dos pedestres e de outras categorias
sociais. Esse fórum foi abeto deve ser aberto para os representantes
dos trabalhadores ambulantes, dos comerciantes e da sociedade civil.
Cabe ao governo municipal abrir as discussões, a partir do mapeamento
das ruas do centro e dos locais mais usados pelo comércio ambulante,
de tal forma que se tenha noção da capacidade das vias públicas
abrigarem os vendedores sem prejudicar a circulação. O cadastramento
de todos os interessados em exercer atividade ambulante também deve
ser providenciado pela subprefeitura, esta medida tornará os ambulantes
menos expostos à pressão dos fiscais da subprefeitura.
Dentre outras questões a serem enfrentadas tem-se a regulamentação
do perfil dos vendedores ambulantes que poderão trabalhar e dos usos
múltiplos das vias e logradouros, de tal forma que o trânsito
de pedestres não fique impedido, e não sejam obstruídos
os pontos de ônibus, estacionamentos, edifícios e lojas. Essa
demarcação da área destinada aos ambulantes deve deliberar
a respeito do distanciamento entre barracas, da área máxima
de exposição das mercadorias e do produto a ser vendido pelo
ambulante. Podendo, por exemplo, gerar áreas especializadas em oferecer
artesanatos, outras em eletro-eletrônico e assim por diante.
O fórum poderá, a médio prazo, incentivar a organização
dos camelôs em cooperativas, que assumam a distribuição
dos locais previamente definidos e a fiscalização das atividades
dos ambulantes, de tal forma que quando essa organização estiver
bem estruturada, só seja permitido vender produtos comprados da cooperativa.
Dessa maneira, a marca da cooperativa seria como um selo de qualidade.
Cabe também à prefeitura desmistificar a idéia de que
os ambulantes são marginais, que não devem ser reconhecidos
como trabalhadores honestos, ou ainda que existe uma relação
direta entre o ganho adquirido pelo camelô e a perda do comerciante.
Pesquisas demonstraram que na cidade de São Paulo a presença
de camelôs em determinadas áreas atrai a presença de consumidores
em potencial também para os lojistas da região: quando os ambulantes
foram afastados, o comércio legal da região caiu.
RESULTADOS
O comércio ambulante foi regulamentado no município de São
Paulo, de 1989 e 1992, através da iniciativa da Prefeitura Municipal
por meio de um fórum do qual faziam parte todos os atores direta ou
indiretamente envolvidos na questão do mercado informal de camelôs.
Participaram do fórum as secretarias municipais que tinham alguma ligação
com a questão _ Secretaria de Abastecimento, Secretaria de Bem-Estar
Social, Secretaria de Planejamento e Secretaria de Administrações
Regionais _, a Associação Comercial, a Federação
de Lojistas, Federação do Comércio, todas as entidades
que representam os ambulantes, OAB, Ordem dos Economistas e o Sindicato dos
Arquitetos.
O regulamento chamou atenção para questões de amplitudes
variadas, desde o direito do trabalhador gerar a sua renda de maneira informal,
passando por preocupações paisagísticas, até a
dimensão simbólica da cidade para os seus habitantes.
A seguir algumas definições acordadas pelo fórum:
Permissão para exercício da atividade somente aos ambulantes
cadastrados.
Tendo-se como base à planta genérica de valores da cidade inste
pulou se o pagamento ao Município pelo uso do espaço público
(a partir do valor do metro quadrado em cada região).
2/3 dos pontos fixos foram destinados aos portadores de deficiência
física e aos sexagenários.
1/3 foram distribuídos aos demais interessados, pelo critério
de Antigüidade?
A credencial foi dada a título pessoal e intransferível (os
deficientes contavam com auxiliares).
Caso houvesse desrespeito às normas gerais (quanto à localização,
documentação, higiene, etc.) eram aplicadas multas, e em caso
de reincidência, a permissão de uso pelo exercício da
profissão era revogada.
Foi criada ainda uma comissão permanente reogulamentadora em cada subprefeitura
regional, com a função de controlar as medidas definidas, delimitar
e distribuir os pontos, e deliberar quais produtos podiam ser comercializados.
COOPAMB E SINDICATO A CONAM A ASSOCIAÇÃO
O NOVO COOPERADO DA COOPAMB QUER JUNTO COM SINDICATOS AJUDANDO A FISCALIZAÇÃO NA REORGANIZAÇÃO BUROCRACIA .MAS ELE JÀ ASSUMIU COM REDUÇÃO DE 25% DA ORGAZAÇÃO
HÀ 45 DIAS À FRETE DA COOPAMB SUBPREFEITURA REGIONAL QUE TRABALHO
DE SÃO PAULO, ORGANIZANDO KATIA NAVARRO AINDA ESTÀ EM FASE DE
ORDENAMENTO , MAS ACREDITA QUE VAI TRANSFORMA A MAIOR UNIÃO SÃO
PAULO E DO PAÌS, RESPONSÀVEL POR 42% DA DENTRIBLIÇÃO
MECADORIA DO PAIS DO MINISTÈRIO DO TRABALHO ,QUE UM ENTIDADE MAIS DINÂMICO
E EFICIENTE. PARA ISSO , CONTA COM O APOIO COOPAMB DOS SINDICATOS. QUERO QUE
OS SINDICATOS FISCALIZEM OS FISCAIS DA PREFEITURA, MAS QUE ACOMPANHEM O DIA
-A DIA QUE COOPERADO DAS COOPAMB AO COOPERADO TAMBÈM ESPERA ATUAR EM
CONJUNTO COM A FISCALIZAÇÃO SUBEM COMERCIO AMBULANTE NÃO
È UMA CASA DE MULTAS, MAS DE ORIENTAÇÃO.
MAS Sra KATIA -CUJA NOMEAÇÀO RENDEU, NA ÙLTIMA QUINTA
-FEIRA, HOMENAGEM EM COROADOS, SUA CIDADE NATAL -JÀ PERCEBEU QUE NÃO
È TÃO FÀCIL PROVIDENCIAR AS MUDANÇAS. NA PREFEITURA
PRENTEDIA , POR EXEMPLO , ACABAR COM CORRUPÇÃO DE HOMOLOGAÇÃO
NA SEDE, DA PREFEITURA , DEPAROU COM UM DILEMA . TRANSFERIR A DA HOMOLOGAÇÃO
PARA ORGANIZAÇÃO PODERIA PREJUDICAR OS TRABALHADORES . COOPAMB
EM OS SINDICATOS, TAMBÈM, JÀ.
QUE ALGUNS COBRAM - E NÃO POUCO-POR ESSE SERVIÇO. DE IMEDIATO,
ELE SUBSTITUIU 11 DOS 24 COOPERADO. E DEVE TROCAR MAIS ALGUNS AINDA ESTE ANO
. HÀ UMA PRESSÃO FORTE PARA QUE (A NOMEAÇÃO) SEJA
POLITICA, COMENTA DNA KATIA, QUE CONTA ESTAR CONVERSANDO COM OS AUDITORES
FISCAIS E COOPERATIVA E OS SINDICALISTAS.
CORTES
A REESTRUTURAÇÃO TAMBÈM VAI ATINGIR OS 123LOCAL DE ATENDIMENTO
ESPALHADOS PELA CIDADE.ALGUNS NÒS VAMOS FECHA, ADIANTA QUE COOPERADO.ELE
SE SURPREENDEU AO CONSTATAR CASOS COMO O LOCAL DE TRABALHA DE UM MUNICIPIO
VINCULADO, NO ENTANTO , A UMA REGIÃO MUITO MAIS DISTANTE. OU COM UM
COOPERADO RESPONSÀVEL POR OUTRO LOCAL DE TRABALHO QUE , APESAR DISSO
,TRABALHA NA SEDE .
O CORTE DE 25% NO ORÇAMENTO DETERMINADO PELO GOVERNO TAMBÈM
ATINGIU ADRT -SEM VERBA, SANTOS NÃO PÔDE LEVAR SEQUER UM ASSESSOR
.O PRIMEIRO ALVO SERÀ A REORGANIZAÇÃO , CUJA DIMENSÃO
FOI CRITICADA PELA SECRETÀRIA -EXECUTIVA DO MINISTÈRIO,SANDRA
STARLING . DOS 1.090 COOPERADO , 280 SÃO DE SOCIADO DO SINDICATO CONTRATADAS
, BOA PARTE DE BRASILIA . HÀ PELO MENOS 60 NO ATENDIMENTO AO PÙBLICO.ALÈM
DO CADASTRNTO ,A SMSP EMITE TPU LOCAL DE TRABALHO , ATENDE A PEDIDOS DE -CADASTRANTO
E . A FISCALIZAÇÃO È UMA FRAGILIDADE- DO SITEMA . HÀ
3 MIL FISCAIS EM TODA REGIONAL, ENQUANTO OSUBPREFEITO CALCULA O MINIMO NECESSÀRIO
EM TORNO DE 5300. AMBULANTES NA COOPERATIVA E DO SINDICATO DOS AMBULANTES
DO SP E LICENCIADO DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS AMBULANTES DA
CUT,SANTOS VÊ SEMELHANÇAS ENTRE A ATUAÇÃO SINDICAL
E A COOPERATIVA . RECEBIAMOS RECLAMAÇÕES DOS TRABALHADORES E
AGORA, DOS SINDICATOS.. (VITOR NUZZI )
IDÈIA È COBRAR PARTICIPAÇÃO DA COOPERATIVA E SINDICATO E COMBATER OU TRABALHO A PROPRINA CONTA FISCAL DA PREFEITURA L
O QUADRO REDUZIDO E A IMAGEM NEM SEMPRE POSITIVA DA SUBPREFEITURA ,ÀS VEZES VINCULADA À CORRUPÇÃO ,SÃO ALGUNS DOS DESAFIOS DO NOVO COOPERADO . O PRÒPRIO SANTOS A ADMITE QUE , NO COMANDO DA COOPERATIVA E SIMDICATO , NEM SEMPRE GOSTAVA DE ATUAR COM O AMBULANTE . MAS PARA ELE ,DA BE AOS PRÒPRIOS SERVIDOR MOSTRAR A IMPORTÂNCIA DE SEU TRABALHO .HÀ MUITOS AMBULANTES BONS, COM MUITA