Olá, meu nome é Paula e tenho apenas 20 anos, porém já vivi muitas aventuras neste pouco tempo. O episódio que vou contar aqui acorreu neste ano, quando reencontrei um ex-namorado que não via a três anos.
Carlos foi um dos homens mais importantes da minha vida. Moreno, cabelos no ombro, forte, braços largos, uma bunda que é uma delícia. Nosso relacionamento sempre foi muito ardente e regado a aventuras malucas.
No começo deste ano fui convidada para uma festa de uma amiga de uma amiga, essas festas nas quais você nunca conhece ninguém mas sempre sai acompanhada.
Cheguei na festa por volta das 11:30 da noite. Estava com um vestidinho azul, bem molinho, daqueles que se bate um vento fico nua. Estava sem sutiã e a alça do vestido insistia em cair pelo meu ombro deixando meus seios quase a mostra.
Entrei, a casa era enorme e eu realmente não conhecia ninguém. A bebida era a vontade e tinha de tudo. De primeira pedi uma tequila para esquentar. Estava empolgada naquele dia. Minha amiga me levou para conhecer uns amigos dela e, papo vai papo vem, acabei tomando mais alguns drinks.
Já era quase uma hora da manhã quando eu estava quase beijando um garoto e senti uma mão escorregando pelas minhas costas. Virei e dei de cara com Carlos, com uma polo azul e uma calça preta justa. Já não estava muito sóbria e minha reação foi totalmente espontânea. Logo de cara ele percebeu que eu ainda o desejava.
Começamos a conversar, coisas sem importância, mas nossos olhos e nosso corpo mostravam o que realmente falávamos. Eu cruzava e descruzava as pernas, passava as mãos pelo meu colo e as vezes deixava a alça cair de propósito. Gostava de provocá-lo e vê-lo se excitando. Ele logo começou a passar as mãos pelos meus braços e, em seguida, pelas minhas pernas.
Levantei e fui até o bar, sabia o que estava fazendo. Pedi outro drink e, quando me virei, Carlos já estava na minha frente. Pegou o copo da minha mão, tomou um gole e colocou sobre o balcão.
Fiquei olhando para seu rosto, sua boca carnuda que já havia percorrido todo o meu corpo e mostrava querer mais uma vez sentir seu gosto.
Em um movimento rápido, ele me agarrou e me beijou. Começou a se esfregar em mim e percebi como estava excitado. Começou a apertar minha bunda, forçando meu corpo contra o seu, mordendo meus lábios, me deixando louca ali mesmo, no meio de todo mundo.
Uns quinze minutos se passaram e ele me largou, virou-se e saiu da casa. Fiquei alguns segundos sem conseguir pensar, virei para o balcão e bebi todo o meu drink tentando matar a sede que sentia. Peguei minha bolsa e sai da casa. Já sabia o que ia encontrar.
Fui até o portão e logo vi seu carro parado. Ele estava lá, me esperando para poder saciar minha sede de verdade. Caminhei até o carro, entrei e saímos dali.
Enquanto ele dirigia, abri sua calça e tirei seu pau para fora. Ele ia diminuindo a velocidade enquanto eu batia uma punheta para ele, até que não agüentou e parou.
Ele puxou as alças do meu vestido, arrebentando-as, deixando meus seios a mostra. Abaixou meu banco e eu caí deitada. Ele tirou a camisa e abaixou a calça. Seu pau enorme e duro latejava de tesão. Subiu por cima de mim, levando minha perna para cima do painel e começou a apertar meus seios. Se ajeitou e enfiou seu pau com toda força em minha buceta quase me matando. Cravei minhas unhas em suas costas e ele gemeu em meu ouvido. Puxou meu cabelo e começou a chupar meu pescoço enquanto fazia movimentos suaves dentro de mim. De repente, beijou minha boca e começou a me arrombar. Enfiava seu pau dentro da minha buceta e eu gemia em sua boca. Ele aumentou o ritmo e me apertou mais contra seu corpo. Senti minha pernas amolecerem e apertei seu braço com um prazeroso desespero.
Gozei e, logo depois, ele também. Sem tirar de dentro ficamos ali, abraçados, durante longos cinco minutos. Quando ele saiu de cima de mim, percebemos que tínhamos sujado todo o banco. Tentamos dar uma limpada e fomos embora.
Ele me deixou em casa. Saí segurando meu vestido rasgado e entrei sem muito olhar para trás. Só depois que estava em meu quarto fui perceber que tinha deixado minha calcinha com ele. Tudo bem, quando encontrar com ele novamente eu pego, nem que seja daqui a três anos.

Michelle Santos - São Paulo 

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