A Pol�mica

Tem gente que teima em dizer que RPG � um jogo do dem�nio, que � coisa de doido, que s� serve para formar assasinos em s�rie...
Aqui eu vou publicar algumas mat�rias sobre esta grande pol�mica:Publicarei mat�rias de revistas, casos reais, Pr�s e contras e a minha concep��o sobre essa grande pol�mica.
Se voc� tiver algum material que possa ser publicado aqui, me mande um e-mail:
[email protected]

Como essa se��o vai ficar meio grande eu vou colocar algumas �ncoras para voc�s poderem se guiar melhor:

  1. pr�s e contras
  2. RPG nas escolas
  3. RPG em cl�nicas de Dependentes qu�micos
  4. O RPG e os psic�logos
  5. RPG: Jogo do dem�nio!! Ser�?



Primeiro eu vou citar alguns pr�s e contras desse jogo, porque � claro que ele tem o seu lado bom mas tamb�m tem o seu lado negro.

Os pr�s e Contras do RPG
Contras Pr�s
Jogo viciante:
Muitas pessoas se viciam e n�o consguem mais parar de jogar.
O RPG � usado em muitas cl�nicas de dependentes qu�micos, como terapia de ocupa��o, ajudando assim no tratamento de verdadeiros drogados.
Jogo de doido:
Alguns jogadores se perdem no "mundo imagin�rio" criado pelos mestres, e come�am a agir e at� a pensar como seus personagens.
Muitos psic�logos usam o RPG em suas se��es. Com o RPG os pacientes ficam mais avontade. Aqui o RPG ajuda no tratamento de pessoas que possam ter algum dist�rbio, mas que mesmo assim n�o devem ser chamadas de malucas.
Jogo aliciante:
Jogando RPG os "jovens" se esquecem completamente das suas obriga��es e atividades escolares e extracurriculares.
O RPG � usado em muitas escolas, com ele os alunos se interessam mais pela aula e pela mat�ria dada, principalmente hist�ria onde eles tem a chance de vevenciar os dramas de alguns per�odos da hist�ria.
Estando mais interessados, aprendem mais.

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O RPG usado nas escolas:

Desde sua origem, a editora Akrit� percorre escolas do Rio de Janeiro e de Niter�i, buscando tornar o RPG um jogo conhecido, e assim diminuir o preconceito que o atinge. A conseq�encia disso foi a aplica��o do RPG nas escolas como ferramenta educacional.


Em 99, Carlos Klimick e Fl�vio Andrade - autores dos RPGs Era do caos e O Desafio dos Bandeirantes - trabalharam como dinamizadores em duas escolas do Rio. Por dois bimestres seguidos eles mestraram pra uma turma de 7 s�rie abordando temas hist�ricos. No primeiro bimestre foi a decad�ncia da Idade M�dia; com a turma dividida entre camponeses e nobres, cada aluno teve a oportunidade de sentir os problemas vividos por estas duas classes nesse per�odo.Viveram todas as afli��es e aprenderam que a vida n�o era t�o f�cil assim, e que n�o se podia simplismente chegar ao padre local e dizer: "A minha irm� n�o est� passando muito bem, eu acho que ela est� com peste".O desenrolar natural foi um arevolta camponesa - vencida � claro, pelos nobres.

No segundo bimestre, renascen�a. Desta vez com um grupo mais heterog�neo, com diversas tramas entrela�adas. Mulheres que finjiam ser homens para poder trabalhar como m�dicas ou atrizes. Cientistas querendo provar que a terra � redonda. Soldados investigando um caso de heresia.Um taberneiro pilantra vendendo informa��es por �timos pre�os. As tramas foram se desenvolvendo com as orienta��es de um professor de hist�ria, que indicava os pontos a serem abordados.

Al�m de diversos temas o RPG tamb�m possui v�rias formas de ser aplicado.Ap�s um teste de PbEm(Play by e-mail,RPG jogado via internet) em 98, abordando a revolu��o francesa, o Centro Educacional Lagoa (CEL) decidiu inovar.

Os professores criaram um site para os alunos navegarem. O "mestre virtual" cria uma hist�ria que, nofinal de cada aula, apresenta um desafio ou uma miss�o. Para obter sucesso o aluno deve navegar no site a procura das informa��es necess�rias-uma mistura de livro-jogo com PbEm. No CEL, este projeto est� sendo aplicano na aula de hist�ria junto � turma da 5� S�rie.Ao longo do ano letivo os temas v�o da pr�-hist�ria � idade m�dia.

Este projeto do CEL tem sido bem aceito e aplaudido no meio acad�mico. Com certeza, o maisimportante al�m disso tudo � ver a aceita��o e aprova��o(com intusiasmo)do RPG nas escolas. � claro que a estrutura r�gida das escolas brasileiras dificulta um pouco esse tipo de trabalho, ficandorestrito � queles que tem algum tipo de atividade extracurriculares. Quanto aos pais, eles aplaudem a iniciativa das escolas em buscar algo novo e criativo para seus filhos.



Mais sobre o RPG e a educa��o:

Todo mundo sempre soube do potencial do Teatro para a educa��o. Todo mundo sempre soube que a gente aprende mais quando pode experienciar o objeto de aprendizado. Todo mundo sempre soube que � melhor aprender por prazer e n�o por obriga��o. E se algu�m tivesse a id�ia de juntar tudo isso? E se essa id�ia funcionasse e apontasse para horizontes onde, enfim, vislumbrar�amos - de fato - a possibilidade do fim da indig�ncia educacional que ainda nos assola?

Pois tiveram essa id�ia. Trata-se do RPG Social proposto no projeto Que Hist�ria � Essa?, uma genial adapta��o da estrutura dos RPG como instrumento did�tico. Criado inicialmente como atividade dos programas Agente Jovem e Egressos do Peti da Secretaria da Pol�tica de Assist�ncia Social do Recife, os resultados do Que Hist�ria � Essa? foram t�o bons que o projeto passou a ser atividade �ncora (*) daqueles programas e foi selecionado para apresenta��o no Encontro 2003 da SBPC.

Criada e desenvolvida por C�lio Pontes, Paulo Gouveia e Rui Mesquita, da Tarsiana Portella Produ��es, � uma id�ia rica em potenciais e desdobramentos, sobretudo pelo seu impacto social: ao interagir com o patrim�nio cultural da cidade e do Pa�s onde vivem, os participantes do Programa Agente Jovem podem experimentar a possibilidade concreta de sair do quadro de exclus�o social a que s�o submetidos no cotidiano. Al�m da riqueza de conte�do, da abordagem interativa e do impacto social (tanto nos participantes quanto nos moradores das �reas onde o evento acontece), � um projeto de baixo custo, se considerarmos a quantidade e a qualidade do que � oferecido, o p�blico atendido e o retorno obtido.

Dividido em ciclos tem�ticos de quatro meses, o projeto acontece em cinco fases, tendo o RPG Social como etapa principal. Nessa proposta os jovens s�o estimulados a descobrir e participar da realidade cultural da cidade e do pa�s, seguindo o vi�s indicado por cada ciclo tem�tico. J� foram criados e implementados dois grandes temas: o primeiro, �Uma Aventura no Brasil Holand�s�, aborda o per�odo de dom�nio flamengo e as marcas que deixou na cultura local. O segundo � �Saga Negra�, sobre o Quilombo de Palmares e a heran�a africana no Brasil. O pr�ximo, em fase de elabora��o, ser� sobre �Canudos�.

Os jogos levam os jovens a locais p�blicos que tenham alguma rela��o com o tema central de cada ciclo. Naqueles locais ocorrem atividades socializadoras e, como em todo RPG que se preza, promove-se uma intera��o com atores representando personagens hist�ricos como Maur�cio de Nassau (� esquerda) e Zumbi, numa din�mica que facilita a compreens�o de conte�dos did�ticos e promove uma reflex�o mais n�tida acerca do significado da cidadania e da forma��o da identidade cultural. Assim, os jovens s�o estimulados a refletir e a ter uma participa��o ativa diante do que presenciam, reunindo-se e apresentando propostas. Tamb�m a exemplo dos RPGs, aqui n�o h� vencedores ou vencidos, s� participantes aprendendo e se divertindo juntos.

Falar mais o que? Quem n�o conhece este trabalho, procure conhecer. Eu mesmo, que sou fascinado pelo aspecto dramat�gico dos RPGs, fiquei com a maior vontade de jogar tamb�m.

(*) Isto significa que todas as outras atividades do Agente Jovem ou s�o de prepara��o para a atividade �ncora ou s�o um aprofundamento dos temas vivenciados pelos participantes do �Que Hist�ria � Essa?�.


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RPGnas cl�nicas de drogados

Alguns acham que o RPG vicia. Mas para muitos viciados, ele pode ser a salva��o.

Em institui��es e cl�nicas que trabalham com dependentes qu�micos, existe o termo "evita��o" - lidar com o perigo de reca�da dos viciados. O dependente qu�mico deve evitar situa��es, pessoas e lugares associados ao uso de drogas. Mas e quando n�o � poss�vel evitar?

Ent�o ele joga RPG. Essa � mais uma proposta da dupla Pedro e Lisandro; eles pretendem, com o jogo, preparar o individuo a enfrentar as situa��es que poderiam levar � reca�da, simulando essas situa��es em ambiente controlado. Com isso a pessoa � for�ada a pensar no assunto, e se acostumar a relaxar nas situa��es de tens�o.

Isso deve ser feito com RPG de mesa, pois a experi�ncia com live action poderia se tornar desnecessariamente inc�moda para os pacientes. As aventuras devem ser ambientadas em uma trama realista mas fictícia.


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O RPG e os psic�logos:

Para o RPGista n�o � novidade que exorcisamos um pouco nossos fantasmas ao interpretar um personagem (os atores tamb�m sabem disso;mas jogar RPG � muito mais f�cil que ser ator, claro!). Mas poucos sab�m que alguns psic�logos tamb�m j� descbriram o RPG.

� o caso da psicanalista S�lvia Borges, do Rio de Janeiro. Ela conheceu o jogo atrav�s de Tagmar - O primeiro RPG criado no brasil. Seus dois filhos jogavam. Ela aprendeu a mestrar para usar o jogo em seu trabalho na funda��o S�o Martinho, com meninos (ditos) de rua. Seu grupo era formado por tr�s meninos e alguns membros ocasionais. Como um deles havia sido expulso da funda��o, todos passaram a jogar em uma casa de sinuca na Lapa, atraindo a aten��o dos travest�s e prostitutas na �rea.

S�lvia constatou a criatividade e capacidade desses meninos de sair das situa��es apresentadas. Eles demonstravam muita vontade em aprender as regras, entender a ambienta��o. Surpreendendo a muitos eles agiam em grupo, compartilhando e dividindo - mesmo que na vida real a hist�ria fosse diferente. Durante o per�odo em que permaneceram jogando, diminu�ram a viol�ncia na medida em que podiam falar abertamente disso dentro do jogo. Um deles, analfabeto, venceu o bloqueio e a vergonha para aprender a ler a at� desenhar.

Ap�s a experi�ncia S�lvia levou o RPG para o seu consult�rio. Ela realizava atrav�s de jogos, uma s�rie de atividades com grupos de adolescentes. O RPG ajudou-os a melhorar no desempenho escolar, facilitou seu aprendizado e amenizou diversas dificuldades de relacionamento. Funcionou at� para dissipar um caso de gagueira. Segundo S�lvia o RPG facilita muito o trabalho do terapeuta. "A possibilidade que a pessoa tem de falar de suas fantasias. �s vezes ela n�o fala de si mesma, mas se abre atrav�s do personagem".

No final de 98, S�lvia come�ou a atuar em um org�o vinculado � secretaria de justi�a do Rio, um centro de recupera��o de menores infratores. Em maio de 1999 ela come�ou a usar o RPG, no come�o com aventuras-solo, para que eles pudessem construir a hist�ria de seus personagens. "Quando eles querem fazer uma coisa muito fant�stica," diz S�lvia, "ent�o jogamos para descobrir porque aquilo n�o pode dar certo. Eles t�m uma dificuldade muito grande de aprendizado. N�o aceitam o que � ensinado." Ent�o precisa ser vivenciado no jogo.

S�lvia pretende come�ar uma campanha na �poca atual ou futuro pr�ximo, similar a Era do Caos, adequado a realidade dos jovens. Depois espera poder partir para um ambiente hist�rico, talvez usando na aventura uma m�quina do tempo ou coisa parecida. O primeiro desses cen�rios deve ser o Brasil colonial, por lidar com v�rias quest�es sociais - o papel do negro, as classes desfavorecidas - e mostrar as ra�zes hist�ricas de nossa realidade.


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Jogo do dem�nio: Ser�?

Quero come�ar essa se��o com um depoimento que eu v� em um blogg e achei muito inteligente e direto.

QUERO APROVEITAR ESTE ESPA�O PARA DEIXAR CLARO UMA COISA...
ONTEM VI MAIS NOT�CIAS NA TV, EM RELA��O A MALUCOS QUE SE MATAM USANDO O NOME DO RPG...

QUERO DEIXAR CLARO UMA COISA:

SOU RPGISTA A MAIS DE 10 ANOS, TENHO E SEMPRE TIVE UMA VIDA SOCIAL SIMPLES, NORMAL, TRABALHO,MULHERES, DESEJOS, DEFEITOS, SONHOS, NUNCA FUI SANTO MAS TAMB�M NUNCA FUI NENHUM LOUCO...
E O MAIS INTERESSANTES, � QUE DE TODOS OS RPGISTAS QUE CONHE�O, 99% S�O NORMAIS, DIGO 99% POR QUE N�O VOU DIZER QUE N�O CONHEC� PESSOAS LOUCAS, OU AT� MUITO LOUCAS, T�O LOUCAS QUE NOSSO GRUPO DE AMIGOS OU PADR�O SOCIAL, N�O FAZ A M�NIMA QUEST�O DE EXCLUIR, E � EXATAMENTE ESTE FATOR AO QUAL QUERO ME REFERIR, PESSOAS DE COMPORTAMENTO ANORMAL OU LOUCAS, EXISTE EM TODO LUGAR, H� PESSOAS QUE S�O CONDICIONADAS SOCIALMENTE A SEREM SERVAS DO CAOS E DA DESORDEM, POR MAIS QUE ELAS TENHAM AMOR, BONS PAIS, ENSINAMENTOS E L�DERES...MAS A SOCIEDADE POSSUI UM MEDO IRRACIONAL SOBRE ESTAS PESSOAS, UM MEDO T�O GRANDE QUE ESTA TEM QUE DE ALGUMA FORMA CULPAR A ALGO, DIRECIONAR O SEU MEDO A ALGO, E A GRANDE CULPA VAI SEMPRE PARA O QUE � DESCONHECIDO...
EU QUERO DEIXAR CLARO MINHA OPINI�O EM RELA��O A ISSO ASSIM COMO A DE VERDADEIROS RPGISTAS, CIDAD�OS E PESSOAS NORMAIS:

1� N�O TEMOS PENA DOS QUE SE MATAM, POIS ESTES S�O FRACOS, E PAGAR�O DE ALGUMA FORMA POR TEREM ABDICADO DO QUE H� DE MAIS SAGRADO PARA O SER HUMANO, A VIDA.

2� A SOCIEDADE QUER ACHAR UM CULPADO PARA A LOUCURA E PARA O MAL, UM SENTIDO PARA TUDO, MAS NA VERDADE ELA QUER ESCONDER O PAVOR DE QUE O MAL N�O POSSUI L�GICA, MUITAS VEZES QUANDO ALGUM INOCENTE MORRE OU � ASSASSINADO COVARDEMENTE, MUITOS SE PERGUNTAM OU AT� JULGAM "-- NO M�NIMO ELE ESTAVA DEVENDO!!" OU COISAS DESSE TIPO, MAS MUITOS ESCONDEM NA VERDADE O PAVOR DE QUE ELE PODE TER MORRIDO, APENAS POR ESTAR NO LOCAL ERRADO NA HORA ERRADA...O MAL � INCONSEQUENTE, IL�GICO E ACIMA DE TUDO FORMADO POR CONCEITOS INSANOS...E � NESSA QUE CERTOS DIREITOS, LIBERDADES E CONCEITOS DEMOCR�TICOS DE UM PA�S PODER�O SER PERDIDOS COM O TEMPO, DEVIDO AO PURO MEDO E PRECONCEITO.

3� ESSES MALUCOS QUE SUJAM O NOME DO RPG, COMETENDO CRIMES E VANDALISMOS PELO MUNDO A FORA, N�O FAZEM ISSO PELO RPG, MAS SIM POR MOTIVOS ADVERSOS COMO UMA SOCIEDADE FRACA, FORMA��O FAMILIAR DESESTRUTURADA PSICOLOGICAMENTE E AFETIVAMENTE, OU POR QUE SIMPLESMENTE NASCERAM PARA EXERCER O CAOS...H� PESSOAS QUE NASCERAM PARA SEREM M�S, S�O COMO O OUTRO LADO DA MOEDA, E N�O H� NADA QUE POSSAMOS FAZER EM RELA��O A ISSO SE ELAS N�O QUISEREM MUDAR...ELAS PODEM ASSISTIR A DESENHOS DO BAMBI E URSINHOS CARINHOSOS QUE AINDA ASSIM COMETER�O AS INSANIDADES QUE AINDA COMETEM, N�O H� CULPA DE UM JOGO, SISTEMA OU OUTROS FATORES CULTURAIS E LIVRES SOBRE ESSAS PESSOAS INSANAS.

4� OUTRO FATOR IMPORTANTE, CUIDEM DOS SEUS FILHOS HOJE PARA QUE PRECISES CULPAR A NENHUMA CULTURA, GRUPO, MODA, RELIGI�O OU POL�TICA FUTURAMENTE...

Escrito em 21 de outubro de 2002, no blog BLACK TIME.


Disse tudo, eu realmente n�o teria dito nada melhor.
Mas por que que as pessoas que n�o conhecemo RPG o associam a obras demon�acas?

Por que como o nosso amigo al� encima disse, eles culpam o que n�o conhecem.
O motivo maior � que se associa o RPG a um s� t�tulo.RPG � Vampiro ou RPG � AD&D, etc.Sabemos que o RPG n�o se limita a um, dois, ou v�rios t�tulos. RPG � uma m�dia, uma forma de contar hist�rias, que pode ser associada a divars�o(sua or�gem), psic�logia, educa��o e treinamento.Desligar o RPG de um ou outro t�tulo, � o primeiro passo para mostrar que o jogo pode ter mil e uma utilidades. Se algu�m reclama que � um jogo do dem�nio, role uma aventura b�blica. Se alguem reclama que � um v�cio, procure jogar um pouco menos.Mas se algu�m reclamar que � um jogo prejudicial e, que traz m� influ�ncia, conte a esse cidad�o mal informado como o RPG est� sendo usado de maneira positiva aqui no Brasil, mostre a ele esse site e diga que h� muitas pessoas normais que jogam RPG e conseguem continuar vivendo uma vida saudavel, assim como tem gente que nunca jogou RPG e sai matando os outros por a�.

Eu costumo comparar o RPG com uma faca:
Uma faca, pode ser usada pra muitas coisas, cortar p�o, carne, salvar a vida de algu�m que sofreu um acidente de transito, sendo usada pra cortar o cinto de seguran�a. Ela s� come�a a ser perigosa, quando usada de maneira inconsequente ou deturpada, assim tamb�m � o RPG, ele � usado como voc� j� viu, para ensinar, ajudar no tratamento de drogados, na psicologia, todos esses s�o asp�ctos positivos do RPG, assim o tamb�m h� pessoas que usam o nome do jogo para coisas ruins muitas vezes para s� pr�prios.
Se voc� acha o RPG um jogo violento demais, comece a prestar mais aten��o, assista algum dia a TOM & Jerry, e veja quantas vezes, eles batem, explodem, cortam, queimam uns aos outros e as nossas crian�as riem disso! Sim, as crian�as riem sadicamente cada vez que um daqueles personagens "bonitinhos" � torturado e faz uma cara de sofrimento extremamente vis�vel!!! E voc�s acham isso normal!!!

Comece a pesar mais seus valores, � a �nica coisa que eu tenho a dizer a respeito disso.


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