Isíldur

Traído pela sua própria ambição Juntamente com o seu pai, Elendil, e o seu irmão, Anárion, Isildur fugiu de Númenor quando este território foi destruído. Com Anárion governou Gondor, um dos reinos dos Númerianos Fiéis no exílio. Mas depois da morte do seu pai e do seu irmão, deixou-se corromper pelo poder do Anel do Mal   .O filho mais velho do Rei de Númenor, Isildur, acompanhou o seu pai e o seu irmão, Anárion, quando estes lideraram a fuga dos Númerianos Fiéis de Númenor, depois deste território ter sido destruído por influência de Sauron.Os três abandonaram o que restava de Númenor liderando uma frota de nove barcos. Enquanto filho mais velho, Isildur ficou com três barcos a seu cargo, Anarion ficou responsável apenas por três barcos. Por seu turno, Elendil responsabilizou-se pelo resto da frota. Os barcos dos dois irmãos acabaram por se afastar dos do seu pai, mas sem qualquer incidente de maior, os cinco barcos atracaram na Terra Média, junto ao Rio Osgiliath.Foi ali que os dois irmãos fundaram um dos reinos dos Númerianos Fiéis no exílio, Gondor. Cada um deles estabeleceu uma cidade diferente. Isildur ficou em Minas Ithil, enquanto Anarion fundou Osgiliath. Por seu turno, Elendil fundou o segundo reino, Arnor  Em Minas Ithil, Isildur plantou a Árvore Branca, que tinha trazido de Númenor, e na torre que construiu na cidade instalou um Palantiri. Quando Sauron atacou Gondor, especialmente Minas Ithil, o senhor da cidade foi obrigado a fugir, com a sua mulher e os seus filhos, para Arnor, o segundo reino dos Númerianos Fiéis no exílio. Depois de ter assumido o controle de Minas Ithil, Sauron queima a Árvore Branca, mas conserva o Palantiri. No entanto, Isildur conseguira levar consigo uma semente da Árvore Branca.Depois de receber Isildur em Arnor, Elendil decidiu convocar o elfo Gil-Galad para um conselho que acabou por instituir a Última Aliança, cujo objectivo era derrotar Sauron. Os exércitos de homens e elfos começaram, então, a atacar posições controladas pelo Grande Senhor das Trevas de Mordor e acabaram mesmo por recuperar Minas Ithil.Reconquistada esta cidade, Isildur enviou dois dos seus filhos, Aratan e Ciryon, com a missão de guardarem Minas Ithil e impedirem que Sauron conseguisse escapar através daquela saída de Mordor. O cerco a Barad-Dur, a fortaleza de Sauron, estava montado, mas havia de se prolongar por mais sete anos.Durante os combates, Isildur manteve sempre consigo o seu filho Elendur. Nos últimos meses do cerco, Anarion foi morto. E na batalha final, Sauron e as suas tropas conseguiram mesmo matar Elendil e Gil-Galad. Foi então que Isildur, se deixou corromper pelo Anel do Mal. Num acesso de um enorme desejo de poder, o herdeiro de Elendil cortou o dedo em que Sauron tinha o Anel do Mal e roubou-lho. Como desculpa para o seu acto, Isildur explicou que o Anel era uma compensação pela morte do seu pai. Com o Anel em seu poder, Isildur regressou a Gondor com Elendur, onde era esperado pelos seus dois outros filhos e pelo filho do falecido Anarion, Meneldil. A família permaneceu junta até que Isildur, depois de plantar a semente da Árvore Branca em Minas Anor (mais tarde Minas Tirith), deixou Gondor entregue a Meneldil. Ele, por seu turno, partiu para Arnor, que depois da morte de seu pai, passou a ser o seu reino por herança.Foi durante uma viagem até ao Norte de Arnor, que Isildur, dois dos seus filhos e uma escolta de 200 soldados foram surpreendidos por uma emboscada de orcs. Enquanto decorriam os combates, Isildur colocou o Anel do Poder e, de imediato, ficou invisível. Conseguiu, então, escapar mergulhando no Rio Anduin. No entanto, o objecto do seu grande desejo e ambição, traiu-o. O Anel escapou-lhe do dedo e Isildur acabou por morrer, pois ao tornar-se novamente visível foi atacado pelos orcs. Quanto ao Anel do Mal, perdeu-se nas águas do Rio Anduin... até o hobbit Déagol o encontrar.

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