Na
época da Guerra do Anel, Éowyn era a linda sobrinha de cabelos dourados
do Rei Théoden e irmã do príncipe Éomer. Durante a Guerra do Anel, Éowyn
apaixonou-se por Aragorn. Desiludida com a presumida morte de Aragorn e
frustrada com sua incapacidade de lutar pelo seu povo, Éowyn disfarçou-se
como um guerreiro chamado Dernhelm e cavalgou com os Rohirrim na batalha
dos Campos de Pelennor. Lá, ganhou notoriedade como guerreira por
proteger o Rei Théoden que estava ferido mortalmente e por ter lutado
contra o Rei dos Bruxos, o senhor dos Espectros do Anel. Protegido pela
profecia que dizia que ele não poderia ser morto pelas mãos de um
Homem, Éowyn revelou-se uma donzela guerreira e com sua espada matou o
monstro alado que o Rei dos Bruxos montava; e então (com a ajuda do
Hobbit Meriadoc Brandebuque) matou o Rei dos Bruxos. Mas, foi ferida pelo
Hálito Negro dos Espectros do Anel e caiu num sono mortal. Ela foi
reanimada do coma por Aragorn que usou a erva mágica chamada de Athelas.
Depois da Guerra do Anel, Éowyn recobrou-se tanto do encantamento
maligno do Rei dos Bruxos quanto da paixão por Aragorn. Casou-se com
Faramir, Regente de Gondor e Príncipe de Ithilien.