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Na despedida de solteiro de Alo�sio, o pai amigo ergue um brinde:
-- Ao meu querido filho, no dia mais feliz de sua vida!
Alo�sio estranha e interrompe:
-- Mas, pai, o meu casamento ainda ser� amanh�.
O pai p�ra um instante, e continua:
-- Eu repito, ao meu querido filho...

Os dois b�bados cambaleavam ao longo da linha do trem, aparentemente na mesma �rbita:
— P�, essa escadaria n�o acaba nunca!
— Isso n�o � nada. O que cansa � esse corrim�o baixinho...

Dois b�bados ficaram at� tarde no bar e perderam a �ltima condu��o.
Resolveram ent�o passar a noite num hotel, mas o gerente, sonolento, disse:
— S� temos um quarto vago, com uma cama de solteiro.
— N�o tem import�ncia, n�s somos como irm�os — respondeu um dos b�bados.
No quarto, apagaram a luz e se deitaram um de costas para o outro.
No meio da noite um deles acordou e chamou o companheiro:
— Jo�o, tem um cara deitado comigo na cama.
— Engra�ado, na minha tamb�m tem.
Vou tirar ele daqui.
— Eu tamb�m.
Os dois se viraram e come�aram a brigar, at� que um deles caiu no ch�o.
— Jo�o, o cara me derrubou!
— E eu derrubei o outro aqui. Pode vir dormir na minha cama.

Um guarda flagra um b�bado entrando numa casa:
— Est� querendo roubar, seu gatuno?
— Que � isso, seu guarda? A casa � minha!
— Sua coisa nenhuma! Vamos aos distrito.
— Mas, seu guarda... eu moro aqui! A casa � minha, o senhor quer ver?
O b�bado vai entrando e mostrando os c�modos:
— Aqui � a sala... Ali � o quarto dos meninos, que est�o dormindo.
Aqui � o meu quarto.
Na cama, estavam dormindo sua mulher e outro homem.
Animado, o b�bado aponta:
— Aquela � minha mulher, e aquele sou eu!

O b�bado entra em casa de fininho, erra a porta e vai direto pro banheiro.
Cai na banheira, e a mulher abre o chuveiro e lhe diz umas boas.
— Est� bem, querida! Sou tudo isso e muito mais, mas por favor, me deixa entrar em casa! Est� chovendo pra burro aqui fora.

Templo lotado, o pastor ordena:
— Quem deseja ir para o c�u levante a m�o!
Todo mundo levanta, menos o b�bado, sentado l� no fundo.
O padre:
— O senhor a� atr�s! N�o quer ir para o c�u quando morrer?
E o b�bado:
— Ah... Quando morrer eu quero! Pensei que o senhor tava organizando a caravana para hoje!

Era uma vez, um homem que tinha uma paix�o terr�vel por feij�es cozidos.
ele o adorava, mas eles provocavam muitos gases, criando uma situa��o um
pouco embara�osa ao homem. um dia ele conheceu uma garota e se apaixonou.
quando estava aparente que eles iriam se casar, ele pensou - ela nunca vai
se casar comigo se eu continuar deste jeito -, ent�o ele fez o extremo
sacrif�cio e largou os feij�es. pouco depois eles se casaram. alguns meses
depois, no caminho para casa, o carro dele quebrou e, como eles viviam
fora da cidade, ele telefonou para a sua esposa e disse a ela. que
chegaria atrasado porque teria que voltar a p�.
No caminho de volta para casa, ele passou por um pequeno restaurante e o
aroma maravilhoso de feij�es cozidos o atingiu. como ele tinha que andar
alguns quil�metros ate sua casa, pensou que qualquer efeito negativo teria
passado antes de chegar. Ent�o ele entrou e pediu tr�s por��es grandes de
feij�o.
Durante todo o caminho para casa ele peidou. Quando chegou, j� se sentia
seguramente melhor. Sua esposa o encontrou na porta e parecia bastante
excitada. Ela disse:
- querido, eu tenho a maior surpresa para voc� no jantar de hoje. ela
colocou uma venda nele e o acompanhou ate a cadeira na cabeceira da mesa
de jantar, fazendo-o sentar e prometer n�o olhar. neste ponto ele sentiu
que j� havia um peido no caminho. quando sua esposa estava prestes a
remover a venda, o telefone tocou. ela o fez prometer de novo que n�o ia
olhar ate ela voltar e saiu para atender o telefone. enquanto ela estava
fora, ele aproveitou a oportunidade. Jogou seu peso para apenas uma perna
e soltou. n�o foi apenas alto, mas parecia tamb�m um ovo fritando. Tendo
em vista a dificuldade para respirar, ele procurou pelo guardanapo e
come�ou a abanar o ar em volta de si. Ele estava come�ando a se sentir
melhor quando outro come�ou a surgir. Ele levantou a perna e
priiiiiiiippppp - soou como um motor a diesel pegando, e este cheirou
ainda pior. Esperando que o cheiro se dissipasse, ele come�ou a sacudir os
bra�os. As coisas come�avam a voltar ao normal quando veio a vontade outra
vez. Ele jogou o peso para outra perna e soltou. este foi merecedor de uma
medalha de ouro; as janelas vibrara, a louca na mesa sacudiu e um minuto
depois a rosa sobre a mesa morreu.
Enquanto ficava com o ouvido atento a conversa da mulher ao telefone e
mantendo a sua promessa de n�o tirar a venda, ele continuou com este passo
por mais dez minutos, peidando e abanando com os bra�os e o guardanapo.
Quando ele ouviu ela se despedir no telefone (indicando o fim de sua
solid�o e liberdade) ele colocou suavemente o guardanapo no colo e cruzou
sua m�os sobre e ele. sorrindo vitoriosamente, ele tinha cara de inoc�ncia
de um anjo, quando sua esposa entrou. pedindo desculpas por ter demorado
tanto, ela perguntou se ele tinha olhado a mesa do jantar. ap�s ter
certeza que ele n�o roubara, ela removeu a venda e gritou: S U R P R E S A !
---. Para seu choque de horror, estavam doze convidados sentados a mesa ao
seu redor, para sua festa de aniversario. surpresa.


(colaborador: Rob�rio S.Fonseca - Salvador - BA)

 

E, naquele dia ensolarado, ia ser realizado o teste definitivo para dizer
qual seria a melhor policia do planeta. Os finalistas eram o FBI, a Scotland
Yard e a policia do Rio de Janeiro.
O teste consistia no seguinte: um coelho seria solto na floresta. Cada
policia, usando seus melhores m�todos e pessoal, teria que acha-lo e traze-lo de
volta. Quem fizesse isso em menor tempo, seria o vencedor.
Soltaram o coelho; por sorteio, o FBI foi designado para tentar primeiro.
Usando fotos de sat�lite, analise de DNA dos p�los encontrados, um cerco
gigantesco a floresta foi armado, com dez helic�pteros e cem agentes, o coelho
foi capturado em 16 horas e 14 minutos.
Soltaram o coelho novamente, e l� foi a Scotland Yard na sua vez. Usando
analistas de comportamento, psic�logos, estudiosos da psique coelhistas, mais um
batalh�o de anti-bombas terroristas com �culos de vis�o noturna, armaram uma
armadilha com uma coelha usando um passaporte irland�s falso e uma cenoura com
son�fero. Capturam o coelho em 14 horas, o arrancou rea��es de espanto da
comiss�o julgadora.
Mais uma vez soltaram o coelho, e a nossa valorosa PM foi mostrar servi�o.
Sa�ram numa veraneio 74, com os paralamas cheios de bairro, 4 pneus carecas e um
peda�o de fio amarrando a tampa traseira (o fecho da tampa caiu em 1982). Com 3
policiais com mais de meio corpo para fora das janelas da perua, batendo nas
portas com revolveres 38 em punho, e em alta velocidade adentraram a floresta.
Retornaram em 20 minutos, deixando at�nitos os juizes, o FBI e a Scotland Yard.
Abriram a tampa do cambur�o, e l� dentro estava um porco-espinho, cheio de
hematomas, encolhido, que gritava:
---EU SOU UM COELHO... EU SOU UM COELHO...

(colaborador: Rob�rio S.Fonseca - Salvador - BA)

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Loucos

No p�tio do hosp�cio, um maluco estava rindo sozinho.
Um m�dico que passava por ali ficou curioso e perguntou:
— De que voc� est� rindo tanto?
— � que acabei de me contar uma piada que eu ainda n�o conhecia.

Um sujeito se candidata a um cargo de vendedor numa loja que vende de
tudo. Depois de terminado o proimeiro dia, o gerente de RH pergunta:
- E a�? Como � que foi seu dia? Quantas vendas voc� fez?
- Fiz uma venda - responde o vendedor.
- Uma s�? - espanta-se o gerente - Mas todos os vendedores fazem de 20
a 30 vendas por dia. E de quanto foi esta venda?
- R$ 65.350,00 - responde o vendedor.
O gerente engole em seco. Uma venda deste valor � coisa realmente
inusitada.
- Como � que voc� conseguiu isto? - pergunta ele.
- Bem, - responde o vendedor - vendi a este homem um anzol pequeno,
depois um anzol m�dio, e finalmente um anzol grande. Depois eu vendi
linha de tr�s tipos para os anz�is. Depois eu vendi todos os
apetrechos de pesca. Eu perguntei onde ele tinha inten��o de pescar e
ele me disse que seria no litoral. Eu disse que ele precisaria de um
barco, e vendi-lhe um de 22 p�s cabinado com dois motores. A� eu disse
que o carro dele n�o seria capz de reboc�-lo, e vendi-lhe uma
Blazer...
O gerente o interrompe:
- Voc� fez esta venda para um sujeito que entrou pedindo um anzol?
- Bem, - responde o vendedor - na realidade o sujeito veio para
comprar um OB para a mulher. Eu lhe vendi, mas aproveitei e disse: "J�
que seu fim-de-semana t� perdido mesmo..."

(colaboradora: Luciane - Santos - SP)

Dois loucos planejavam fugir do hosp�cio:
— Bom, Napole�o, se o muro for baixo, a gente foge por cima, saltando. Se o muro for alto, cavamos um buraco para escapar. Corre l� e examina tudo direitinho.
Napole�o foi examinar o local e voltou preocupad�ssimo:
— Tiradentes! Nosso plano furou: n�o vamos mais poder fugir... N�o tem muro!!!

Dois loucos brincam de m�dico:
— Doutor, estou desesperado! Eu acho que sou tr�s. N�o sei mais o que fazer...
— Calma! Deita a�, que n�s sete vamos resolver o caso!

O novo diretor chega ao hosp�cio e v� um louco que entra e sai pelo port�o. O m�dico se aproxima e pergunta:
— Que � isso? Voc� est� chegando ou saindo?
E ele:
— Se eu soubesse n�o estava aqui!

Conversa entre dois loucos num hosp�cio:
— O que voc� est� fazendo?
— Estou escrevendo uma carta.
— Para quem?
— Para mim mesmo.
— E o que est� escrito?
— N�o sei, ainda n�o recebi!

A loura gostos�ssima vai � Delegacia dar queixa de roubo de um brilhante.
— Como foi o roubo? — Pergunta o delegado.
— Eu estava voltando para casa, de metr�.
— Bom, e onde estava o brilhante?
— Por dentro da minha blusa, bem no decote...
— E a senhorita n�o sentiu a m�o do ladr�o?!
— Bom, doutor, sentir eu senti, S� que pensei que ele estava com boas inten��es.

    SORRIA, Sorrir é o melhor remédio

Preocupado, o sessent�o vai ao m�dico: — Por favor, doutor, me ajude: vou sair com tr�s mulatas espetaculares e n�o posso falhar. — Bem, tome uma gota deste estimulante que n�o tem problema. Mas s� uma gota, porque � um rem�dio superconcentrado! O sujeito vai para casa e vira o vidro inteiro na boca. Dia seguinte, est� de volta ao consult�rio: — Pelo amor de Deus, doutor, me arranje algo que alivie esta dor insuport�vel no bra�o! — No bra�o? — �, as mulatas n�o apareceram.

Depois de contar ao confessor, detalhadamente, todas as estripulias da noite anterior, quando chegou a transar sete vezes com o namorado, a mocinha ouve do padre a penit�ncia:
-- V� para casa, filha, esprema sete lim�es e beba todo o sumo, sem �gua.
-- Mas, padre... isso lavar� mesmo a minha alma?
-- N�o exatamente, filha. Mas com certeza vai tirar esse risinho feliz dos seus l�bios!

Minha mulher � um anjo!
-- Cara de sorte! A minha ainda est� viva.

O homem perdeu seu cart�o de cr�dito e decidiu n�o dar queixa. O ladr�o estava gastando menos do que sua mulher.

A morena alta, escultural, numa microminissaia, entra no �nibus. Os homens emudecem, gelam. De repente, o motorista d� uma freada brusca, a garota se desequilibra, estira o bra�o procurando apoio num dos bancos, mas erra o c�lculo — acerta em cheio um sonoro tapa no rosto de um dos passageiros. Confusa, balbucia uma desculpa:
— Desculpe, mo�o, desculpe...
— Ora, querida, n�o h� do que desculpar-se — responde o homem, gentil. — Pelo que eu estava pensando, o tapa foi merecid�ssimo!

Um grupo de agitadas estudantes sa�a do museu, e uma comentou com a outra:
— Puxa, voc� viu que p�nis grande tinha aquela est�tua grega?
— Vi, sim — Respondeu a garota, aos sussurros -, mas o que me impressionou mesmo foi que era t�o frio...

Vencido o primeiro m�s de aluguel do apartamento da morena maravilhosa, o propriet�rio bate � porta.
— Quem �? — Pergunta uma voz feminina, sem abrir.
— O propriet�rio. Vim cobrar o aluguel.
— D� para passar mais tarde? Agora estou ocupada pagando a conta do supermercado.

A deliciosa gatinha estava tendo um mal-estar no meio da rua, amparada pela mam�e. Passa um senhor educado e pergunta:
— Foi comida, n�o foi?
— Foi sim — respondeu a m�e. — Mas vai casar!

Depois de comprar um novo estoque de lingerie, ela pediu que bordassem em suas calcinhas: "Se voc� consegue ler isto � porque est� perto demais".
— Em letras de f�rma?
— N�o. Braile, por favor.

Uma garota exuberante, com um decote enorme, entrou na igreja, ajoelhou e come�ou a rezar. Muito bravo, o padre se aproximou e disse:
— Senhorita, cubra os seus seios ou vai ter que sair da igreja!
Ela n�o deu bola.
O padre insistiu:
— Senhorita, por favor, cubra os seus seios ou ter� que sair da igreja!
A garota se levantou, colocou as m�os na cintura e disse:
— Padre, eu tenho o direito divino!
E o padre, observando o decote:
— E o esquerdo tamb�m, mas se n�o cobrir vai ter de sair!

No temporal, sol�cito, humanit�rio, o motorista de caminh�o deu carona � antiga estrela de um famoso cabar� da regi�o que, ele n�o podia saber, j� era at� meio surda. Naquela enorme falta de assunto inicial, resmungar da chuva era o mais f�cil, e foi o que ele fez:
— Chuva cacete, hein?
— Chupo sim — Respondeu a carona.

 

Miscel�nea

Depois de uma viagem de turismo ao Brasil, ele fala sobre o passeio que fez a um shopping center. L� pelo meio da hist�ria, conta que ao subir a escada rolante faltou luz e teve de ficar 1 hora parado, em p�, esperando.

-- Mas n�o havia degraus na escada? -- pergunta o amigo.

-- Claro que sim.

-- E por que n�o sentaste, ent�o, bicho burro?

Um jornalista vai entrevistar a jovem atriz no hotel. Quarenta minutos de espera depois, ele resolve telefonar ao apartamento dela.

-- Desculpe, mas n�o consigo sair do quarto -- ela diz.

-- Mas o que houve? -- ele pergunta, preocupado.

-- Bem, � que neste apartamento h� tr�s portas. Uma � a do toalete, a outra � do arm�rio e na terceira tem uma plaquinha onde est� escrito "n�o perturbe".

 

Do Nosso Dicion�rio Bem Transado:
Amor carnal -- O sexo que faz o a�ougueiro.
Cacetete -- Rijo de doer.
Cama-de-gato -- Onde a gata perde o equil�brio.
C� cedilha -- Um c� broxante.
Serra Peluda -- A mina de ouro do prazer.

O escultor, � modelo nua:
— N�o mexe, vai!

E o camundongo Mickey quase morre de ci�me ao ver a namorada usando uma minnie-saia.

E dois amigos conversam:
Manoel, voc� pirou! Quer dizer ent�o que a sua mulher lhe pede de presente de anivers�rio uma televis�o colorida e voc� d� um belo anel de brilhante para ela? No fim, voc� deve ter desembolsado uma nota alta, muito mais do que ia custar a televis�o!
E o Manoel:
— Ora, Paulo, me diz onde � que eu ia conseguir uma televis�o colorida falsa?

Dois sujeitos resolvem tomar uma cerveja no bar.
Um deles recomenda ao gar�om:
— Copo limpo, por favor! Dali a pouco, o gar�om volta com uma cerveja e dois copos e pergunta:
— Qual dos dois pediu copo limpo?

Dois amigos, no bar, falam de formas de fazer amor:
— E a transa cowboy, voc� conhece?
— Transa cowboy?!
— Voc� pega a sua mulher por tr�s e, durante o ato, chega perto da orelha dela, respira e diz: "Hummm... esse seu perfume � igual ao da minha secret�ria!" Depois, tente se manter em cima dela por cinco segundos!

S�o Pedro convidou Deus para jogar golfe. Deus topou, mas quando, desajeitadamente, deu sua primeira tacada, um esquilo que ia passando agarrou a bola. Imediatamente, surgiu dos c�us uma grande �guia, que agarrou o esquilo com bola e tudo e se mandou para o espa�o infinito. Nisso, apareceram duas grandes nuvens negras, uma carregada de eletricidade positiva, outra de negativa. Chocaram-se e o raio assim provocado atingiu a �guia, que soltou o esquilo, que soltou a bolinha de golfe, que caiu sobre a grama, deu tr�s pulinhos, rolou e entrou certinho no buraco.
— Com mil dem�nios! — berrou S�o Pedro, furibundo, para Deus. — Se � para fazer trapa�as, avisa logo!

S�o Pedro precisa sair um pouco e pede a Jesus Cristo que o substitua na porta do c�u por algum tempo. Dali a pouco aparece um velhinho.
— Quem � voc�? — Pergunta Jesus.
— Pois meu filho, eu sou t�o velho que nem me lembro.
— Mas n�o se lembra nem do seu nome?
— N�o, infelizmente n�o me lembro.
O velho faz ent�o um enorme esfor�o para lembrar alguma coisa e ent�o diz:
— S� estou conseguindo me lembrar de que eu era marceneiro e que meu filho se tornou muito famoso.
— Papai! — Exclama Jesus Cristo, abrindo os bra�os.
— Oh! � voc�, Pin�quio?!

Ad�o tinha � sua disposi��o, como �nico habitante da Terra, todas as maravilhas criadas pelo Todo-Poderoso. Mas n�o feliz e pediu uma mulher a Deus:
— E como voc� quer que ela seja? — Perguntou o Criador.
— Boa, jovem, bela, generosa, carinhosa, inteligente, prudente e boa companheira. — Enumerou Ad�o.
— � poss�vel — respondeu o Alt�ssimo. — Mas isso ter� um pre�o. Para ganh�-la, ter�s que pagar, devolvendo um bra�o, um olho, uma perna, al�m de conformar-se em viver cinco anos menos.
Ad�o pensou, pensou e negociou:
— E por uma costela, o que seria poss�vel criar?

Num clube tradicional, um jovem associado se aproxima de outro, de ar nobre, e tenta ser amistoso:
— Quer um cigarro? — Pergunta o rapaz.
— N�o, obrigado. Fumei uma s� vez e foi o bastante.
— Posso oferecer-lhe um u�sque? — Insiste o novo s�cio.
— N�o, obrigado. Bebi �lcool uma s� vez na minha vida e foi o suficiente.
— Posso ent�o emprestar-lhe meu jornal? — Pergunta paciente o rapaz.
— Muito gentil, mas li jornal uma s� vez e achei que podia dispensar isso tamb�m.
Depois de longos minutos de sil�ncio, o velho nobre diz, afinal:
— O senhor � muito simp�tico. Acho que posso apresentar-lhe minha filha.
— Sua �nica filha, suponho.

— Do-do-doutor — Gagueja o paciente — o s-s-senhor pre-pre-precisa me ajudar: es-es-essa ga-ga-gagueira t-t-t� acabando c-c-comigo!
O m�dico faz um exame e descobre a causa do problema: o sujeito tem o p�nis t�o grande, mas t�o grande que for�a a coluna para a frente. E isso afeta as cordas vocais do infeliz. Mas tem rem�dio: basta amputar 25 cent�metros do membro. A opera��o � um sucesso.
Duas semanas depois, por�m, o ex-gago volta ao consult�rio:
— Doutor, estou desesperado. No come�o foi �timo. Recuperei a confian�a perdida. O problema � que minha mulher n�o anda mais satisfeita, est� amea�ando me deixar. — E implora: — Preciso daqueles 25 cent�metros de volta, doutor!
O m�dico:
— T-t-tarde d-de-de-demais, m-m-meu fi-filho!

Um daqueles grandes produtores de laranja do interior paulista est� desesperado: n�o nevou este ano nos EUA e ele n�o tem o que fazer com toneladas da fruta que est�o no armaz�m, sem nenhuma perspectiva de exporta��o. Para esquecer o problema, leva a namorada para a fazenda e conta a ela o seu drama. A mo�a entende que � preciso distra�-lo de qualquer maneira: — Voc� quer que eu chupe? — pergunta, langorosa. — Claro que eu quero, meu bem — explica ele. — Mas s�o 27 000 caixas!

Um senhor de meia-idade canta uma gatinha:
— Vamos at� uma ilha deserta?
— Me respeite. O senhor podia ser meu pai!
— Podia! Mas n�o sou. Sua m�e tamb�m n�o quis ir at� uma ilha deserta comigo!!!

Um velho metido a conquistador entra num �nibus:
— Vou sentar aqui ao lado dessa garota bonita!
— S� que eu vou me levantar, seu velho gaiato!
— Gaiato e mentiroso!

A caminho de seu s�tio, um motorista � parado por um homem mascarado e armado.
Pensa logo que � um assalto:
— Por favor — Suplica o motorista — leve o carro e o dinheiro, mas n�o me mate!
— N�o vou mat�-lo desde que voc� fa�a o que eu mandar: desabotoe as cal�as e se masturbe! Muito a contragosto, o motorista obedece.
— Muito bem. Agora fa�a novamente. O motorista protesta, mas acaba cedendo.
— Mais uma vez — Ordena o bandido.
Pela terceira vez, e com extrema dificuldade, o motorista obedece.
A� o mascarado d� um assobio e uma bela garota surge de tr�s de um arbusto.
— Tudo bem — Avisa ao motorista —, agora voc� j� pode dar uma carona para a minha irm�.

Em pleno meio-dia, sob um sol de rachar no deserto de Saara, encontram-se dois viajantes. Os dois carregados: o primeiro vem com um arm�rio na cabe�a e o segundo traz uma enorme bigorna.
— Este arm�rio — Explica o primeiro — � uma prote��o. Se aparecer um le�o, eu entro e tudo bem.
— A bigorna tamb�m � por causa dos le�es — Esclarece o segundo. — Se parecer algum, eu jogo esse neg�cio fora e posso correr duas vezes mais depressa.

Ap�s um naufr�gio no Pac�fico, tr�s homens v�o bater, exaustos, numa ilha cujos habitantes, tem�veis canibais, usam a pele humana de inimigos e forasteiros para fabricar canoas. Um deles, antrop�logo, consegue negociar com o chefe da tribo:
— Muito bem, voc�s podem fazer qualquer tipo de pedido — Concede o chefe. — Se pudermos atend�-los, voc�s morrem. Caso contr�rio, estar�o livres para ir embora.
Ap�s o sorteio, o primeiro pediu, espertamente:
— Quero um vinho Liebfraumilch, safra 84, geladinho.
Canibaizinhos correm, levantando poeira. Em meia hora voltam com o vinho no ponto e o homem � esfolado.
O segundo tenta outra estrat�gia:
— Quero comer escargots dando voltas na ilha a bordo de um Citro�n.
Novo corre-corre, buzinadas.
Deu sua volta, comeu os bichinhos e tamb�m virou canoa.
Chega a vez do �ltimo:
— Quero um garfo, quero um garfo – Gritava ao lado dos despojos dos companheiros.
Os canibais, sem nada entender, lhe deram o tal garfo.
O homem nem piscou. Passou a desferir garfadas na barriga, nas pernas e bra�os, gritando:
— Vai fazer canoa o cacete.

Condenado a dez anos de reclus�o, ele foi avisado pelo carcereiro que tinha o direito de levar com ele aquilo de que mais gostasse:
— Cigarros! Pelo amor de Deus, eu n�o consigo ficar sem fumar.
Dez anos depois, quando abriram a porta de sua cela, ele perguntou, tr�mulo, ao guarda:
— Tens fogo?

No guich� da Rodovi�ria de S�o Paulo, ele presta aten��o no jeito do rapaz que estava na sua frente pedindo a passagem ao vendedor:
— Aparecida, ida.
Ao chegar a sua vez:
— Ubatuba, uba.

De repente, num pequeno descuido, o rel�gio banhado a ouro escorrega das m�os dele e come�a a cair da varanda do 15� andar para se espatifar no asfalto.
Ele desce as escadas em alta velocidade. No caminho, cruza com o vizinho:
— U�, aonde vai com tanta pressa?
— Pegar o rel�gio que est� caindo.
— Acho que n�o vai dar tempo.
— D� sim, est� dez minutos atrasado.

Na baixa Idade M�dia, um concurso de tiro-ao-alvo. Um menino, com um ma�� na cabe�a a 25 metros do primeiro concorrente. Tiro certeiro, ma�� cortada ao meio. O atirador apresenta-se:
— I'm Robin Hood!
Segundo concorrente, menino a 50 metros, metade da ma�� na cabe�a, outro tiro certeiro, metade cortada na metade. O atirador apresenta-se:
— I'm William Tell!
Terceiro concorrente, menino a 100 metros, metade da metade da ma�� na cabe�a, tiro no meio da testa do portador do alvo. O atirador:
— I'm sorry!

A mulher se queixou ao construtor da nova casa de que o pr�dio todo estremecia quando o trem passava, a um quarteir�o.
— A vibra��o quase me atira para fora da cama! O senhor n�o � obrigado a acreditar em minhas palavras; mas pode ao menos se deitar na cama e experimentar.
O construtor, contrariado com tanta queixa, se disp�s a fazer o teste. Mal acabara de se deitar, o marido da mulher entra no quarto.
— O que voc� est� fazendo a� deitado? — perguntou, at�nito, o marido.
— O senhor n�o vai acreditar, mas eu estou esperando o trem.

Um senhor baixo, feio e de �culos mas muito bem vestido chega � porta do c�u, onde S�o Pedro faz a sua conhecida inquisi��o: — Nome, por favor. — Arist�teles Onassis — responde o homem. — O qu�? — diz o guardi�o do c�u, aprumando os �culos. — O senhor � o tal biliard�rio grego, armador que viveu no maior luxo, no meio de festas estupendas, cercado das mulheres mais estonteantes, que namorou a Maria Callas e outras mulheres lindas e acabou se casando com a Jacqueline Kennedy no esplendor de sua beleza? — Correto. Vejo que o senhor me conhece bem. E ent�o, posso entrar? — Quer entrar, entra — diz S�o Pedro, bonach�o —, mas voc� vai achar isto aqui uma m...!

 

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