A RECENSEADORA
A primeira vez que a vi, ela estava no predio vizinho ao meu. Pela minha area de servi�o podia ve-la fazendo uma entrevista. Pareceu bonitinha e caiu no meu esquecimento, a unica lembran�a que ficou foi de que era epoca do censo. Levou mais de tr�s semanas at� que ela aparecesse no meu apartamento, o porteiro avisou que o censo iria at� o meu apartamento e antes ela ainda passou em outros. S� quando abri a porta me lembrei dela, bonitinha, olhos e cabelos castanhos - compridos, ate pouco abaixo dos ombros-, um corpo bonito sem ser excepcional e uma sensualidade a flor da pele. Ela entrou e logo comecei a sentir tesao. Nao sei se ela sentiu tambem.
"Qual seu nome?" Respondi e ela anotou.
"Casado ou solteiro?"
"Casado"
"Quantas pessoas al�m de voc� residem aqui?"
E assim foi, tudo muito profissional e talvez tivesse sido e era para ser desta forma mesmo. So que quando ela estava saindo, eu fiz uma pergunta.
"E ai, ta gostando de trabalhar para o censo?"
Ela me olhou de cima a baixo, como se fosse algo do outro mundo e entao respondeu:
"Esta sendo bom, estava desempregada. Me formei em Arquitetura pela Universidade Estadual e nao consegui emprego."
"Eu tambem estudei la"
"Mas agora estou pensando em seguir outra carreira, voltar a faculdade..."
"Legal! Qual e mesmo seu nome?"
"Juliana"
Ela sentou-se de novo e logo eu perguntei se ela queria beber algo. Aceitou apenas um copo d'agua e ficamos ali nos olhando e eu fui pego admirando seus seios.
"Gosta?"
"Do que?" perguntei.
"Dos meus seios, voce nao tira os olhos deles"
"Nao. Eu nao..."
"Nao adianta negar. Eu te peguei olhando. Gosta ou nao?"
"E que...como eu disse, eu nao estava..."
"Voce e homem ou nao? Nao vai dizer que to aqui perdendo meu tempo com um gay?"
"Nao, eu nao sou gay."
"Entao gosta ou nao gosta?"
Eu estava intimidado mas ela tinha o dominio da situacao e ja estava acostumada a fazer as perguntas. Eu tomei coragem e segurei sua mao, fazendo um carinho que ela retribuiu com um sorriso, um dos mais belos que ja vi.
"Eu gosto"
Ela tirou o sueter enquanto dizia,
"Assim, mostra o que voce quer"
Eu fiquei olhando para a blusa dela e comecei a acaricia- los. Meu pau ja estava pulsando dentro da calca, eu louco de desejo. Ela tirou a blusa e agora eu tentava tirar aquele sutia preto mas acabei so deixando um mamilo de fora e beijando-a. Foi como uma viagem ao paraiso, ela beijava bem e nos ultimos anos casados minha mulher ja nao beijava mais com tanto desejo e fervor. O tesao aumentava e logo nos agarravamos no sofa. A bolsa, os questionarios dela, tudo esparramado no chao, para onde estavam indo nossas roupas. Logo Juliana estava so de calcinha e sutia e eu, de cuecas. Nos rocavamos e bolinavamos nossos corpos, suas maos comecaram a tirar minha cueca, quando ela deu um salto e gritou:
"O que e isso? Voce nao espera me comer com isso?"
Fiquei atonito, nao entendia nada.
"Voce, voce nao vai querer usar esse brinquedinho. Isso ai nao da nem para saida, tem uns cinco centimetros!!!"
So entao entendi que ela falava do meu pau e fiquei envorgonhado.
"Ele tem OITO centimetros"
" � patetico, voce nao vai enfiar isso em mim. Meu primo de nove anos tem um maior"
"Minha mulher nunca reclamou"
"Ela deve ter um amante, nenhuma mulher vive com isso", ela berrava de raiva,"Essa miniatura nao serve nem para aperitivo. Imagine, cinco centimetros quando ereto"
"Nove"
"O que for, e tudo mediocre"
"Vamos tentar" supliquei encabulado e louco de tesao para foder aquela maravilha sexy na minha frente. Ela comecou a rir.
"Nem pensar"
"Por favor, eu preciso..." Tentei agarra-la e ela me empurrou.
"Voce nao tem ideia de sua humilhacao? Como vive com isso, um pouco menose voce teria uma buceta"
Eu fiquei ali olhando, com meu pau duro.
"Uma mulher de verdade nao aceita isso. Vou passar a perguntar 'Seu membro tem mais de 25 cm? mais de 19 cm? mais de 1O cm? Ou e ridiculo?' nas minhas proximas pesquisas e nao passarei mais por vexames como esse. Eu aqui com tesao e voce ai com esse brinquedo infantil"
"Vou te mostrar o que e brinquedo infantil"
Ela me deu um tapa no rosto.
"Cai na real, voce nao vai enfiar isso em mim e se conseguisse eu nao ia sentir nada e ia acabar caindo na gargalhada, seu merda!"
Eu tentei abraca-la e acaricia-la. Juliana, me empurrou com repulsa.
"Nunca mais toque em mim"
Era humilhante, ela ali semi-nua e eu com tesao louco por ela.
"Juliana, posso pelo menos chupar voc�"
"Nao, esquece. Comigo voce nao vai ter nada"
"Por favor, eu imploro"
"Voce e a critura mais ridicula e patetica que ja conheci e nem e homem de verdade, porque com essa pauzinho nao e homem mesmo. Tenho certeza de que voce seria mais feliz como mulher."
Ela foi entrando pelo corredor e so parou ao achar o quarto. Abriu gavetas e armarios e acabou escolhendo uma roupa para mim. Ela me vestiu e eu gostei da experiencia, de estar vestida como uma mulher. Ela me fez usar saia, tenis (ja que nao havia sapato do meu tamanho), uma blusa decotada e um casaco de couro. O que mais gostei foi o sutia e a calcinha encostando no meu corpo. meu tesao aumentou bastante. Ela percebeu pela minha ere�ao.
"Eu te disse que voce ia gostar"
Eu fiquei quieto. O tesao era grande e nao resisti, tentei agarra-la.
"Virou lesbica? Me larga! Acho que vou te ensinar uma licao, para voce descobrir o que voce �"
Ela foi ate a cozinha e pareceu resmungar alguma coisa. Voltou e ficou me olhando com um sorriso e comecou a rir. Eu insisti.
"Vamos fazer amor, gata?
Ela me deu um tapa na cara
"Deixa eu tentar, uma vez so"
"Fique quieto, nao vou passar por esse ridiculo vez nenhuma"
"Mas..."
"Calado"
Pelo seu tom de voz achei melhor obedecer, a luz natural ja havia ido embora quase que totalmente e ela nao acendia a luz e achava que ela nao gostaria se eu o fizesse, sem esquecer que ela ficava mais linda e atraente a meia luz. Ainda assim ela testemunhou outro vexame meu, depois de alguns segundos ou minutos, o tempo perdeu sentido para mim.
"O que e isso?Nao vai me dizer que ta gozando"
Eu nao disse mas meu pau estava pingando um pouco e meu gozo comecava a sair, tinha gzoado de tanta excitacao.
"Mas voce e muito merda! E um escroto! Uma vergonha para a raca!"
As ofensas so pararam por causa da campainha. Achei que fosse minha mulher e fiquei paralizado, ainda mais quando Juliana foi ate a porta. Ela abriu e entrou Ronaldo, o porteiro. Ela pegou sua m�o e ele ficou olhando para ela de calcinha e sutia. Ela o trouxe ate mim e antes que ele perguntasse qualquer coisa, ela comecou a acaricia-lo e a se agarrar nele. Sua perna, subia na dele, ela o abracava de lado e beijava seu pesco�o, ele virou-se para beija-la e ela deixou.
"Voce me deseja? Eu vejo como voce me olha na portaria"
"Claro quem num ia querer", ele responde.
"Olha no que eu me meti", ela diz fazendo beicinho,"Achava que tinha achado um macho para me saciar e olha so o que ele tem"
Foi quando Ronaldo olhou para mim vestido daquele jeito e meu pau a mostra com a saia levantada e comecou a rir e logo Juliana tambem.
"Ju, por favor"
"Quieto, o porcaria"
Ela comecou a tirar a roupa de Ronaldo que apontou para meu pau e comentou,
"Nunca vi nada tao pequeno, ja tinha ate ouvido falar mas achava que nao existia. E horrivel" e riu, riu muito antes de continuar,
"Assim quem sabe voce aprenda piranha"
"Me xinga mais"
"Xingo mesmo sua vagabunda. Onde ja se viu ir se oferecendo assim, se conhecesse ele ia saber a merda que era. Sua galinha!"
Ela ia despindo e o beijando. Aposto que quando me via na portaria, devia ser louca para dar para mim.
"Tava ou nao tava, puta?"
Juliana nao responde, tira o sutia, que Ronaldo joga em cima de mim e aperta os seios dela. "Quando falar e para responder, piranha!"
"Queria sim"
"Entao hoje vai ser bem comida e o merda vai ver o que e foda"
"Mostra pra ele, gostoso, mostra"
Quando ele fica nu, o pau de vinte centimetros fica todo exposto e Ju se ajoelha e acaricia, "Isso e que e pau e nao aquela merda que voce tem entre as pernas, por que voce nao tira e instala uma bucetinha", ela ri e abocanha o enorme pau do Ronaldo.
"Manda ver, vagabunda"
Ju engole tudo na minha frente e meu pau fica durinho. Ronaldo abre as pernas dela e suga sua xotinha, usando seus dedos para excita-la. Ela geme e se contorce na minha frente, eu queria estar ali no lugar dele.
"Assim e que se faz, cotonete"
Ju ri quando ouve ele me chamando de cotonete e eu fico humilhado. Sao oito centimetros, nao e tao pequeno.
"Quer mais, puta?"
"S-sim, sim! Enfia em mim"
Ele continua no vai e vem dos dedos e a lingua circundando e provocando o grelinho de Juliana. Ela e muito gostosa e eu comeco a tocar uma. N�o demora e ela me da um tapa de raspao, a mao quase nao me alcan�a da posicao em que ela esta.
"se continuar vai ser amarrado. E so para olhar, entendeu cotonete?" ela diz isso e ri.
Eu devo ter ficado vermelho. Nem consegui responder, um tesao daqueles me sacaneando, eu nao mereco. Vou transar com ela e ela vai ver o que e bom.
"Anda responde, seu merda. Entendeu?" Eu concordo com a cabe�a.
Ela se vira e chupa novamente o Ronaldo mas so um pouco e volta-se para mim. Seu rosto perto do meu penis e eu desejando que ela o abocanhasse. Ela se aproxima.
"O que e isso, piranha?" grita Ronaldo.
Ela se aproxima mais, meu desejo aumenta. Meu pau pulsa e ela se aproxima e olha nos meus olhos antes de perguntar.
"Voce quer que eu faca sexo oral?"
"Tu vai se arrepender vagabunda?" ele grita.
"Voce quer?", ela pergunta. "QUERO!", eu grito.
"Me faz um boquete, gostosa"
Ela poe a mao na minha coxa e a acaricia, "Eu faco, se voce quer, eu fa�o mas primeiro arruma um pau de verdade."
Ela ri e Ronaldo ri tambem. Eu queria sumir. Ele a agarra pelos cabelos e aproveita que ela esta ali de quatro na minha frente e enfia nela. Seu cacete indo e vindo e eu vendo sua cara de prazer. Ele agarra nos peitos dela e os bolina. A cada estocada, seu rosto quase chegando no meu penis. Ele vai aumentando o movimento naquela grutinha que deve estar toda lubrificicada. Os gemidos aumentando, eu vejo que ela esta chegando ao orgasmo.
"Vai, ate o fim, ahhhhh" "Mais, mais, hummmmmm"
Eu come�o a ejacular e embora ela nao diga nada, entretida com o prazer que Ronaldo lhe da. Deve estar me achando patetico. Ela goza em pouco tempo e ele ainda da mais umas estocadas antes de aliviar-se.
"Agora limpa meu caralho, vagabunda"
Ela se vira e atende a vontade dele. Conforme ela vai sugando o gozo dele, eu percebo que ele tem outra ere�ao.
"Agora vou gozar na sua boca"
Ela chupa ate ele gozar na cara dela, o que nao demora, visto que ele agarra o cabelo de Juliana e forca seu rosto num vai e vem contra seu pau, quase sufocando-a. Ele a xinga de v�rios nomes e quando goza, ela nao consegue engolir tudo. Vejo escorrer um pouco em seu rosto e ele tira o pau que ainda da uma esguichada no rosto dela. "puta incompetente, na proxima e para engolir tudo"
Juliana, n�o o limpa, se levanta e vem em minha dire�ao, a boca fechada e quando se aproxima me da um beijo e sinto um misto de tesao e repugnancia. O tesao e mais forte e se apossa de mim que aproveito para agarrar o seu corpo nu, num abraco. A lingua dela me invade e logo ela se afasta. Ronaldo comeca a se vestir.
"Voce e muito gostosa puta. Mas tenho que voltar ao trabalho" Ele esta saindo quando ela olha para mim com desprezo, meu pau murcho e sujo.
"Um merda, como voce consegue viver?"
Ela nao espera uma resposta. A porta bate e estamos sozinhos. Ela me faz ficar s� de calcinha e sutia. Brinca com os dedos na minha bundinha. Sua mao invade minha calcinha e primeiro um, depois dois e logo tres dedos me invadem. Um entra e sai que me incomoda a principio mas que culmina comigo gemendo e suplicando por mais. Juliana pega uma escova e abaixa minha calcinha. Ela bate na minha bunda com a escova, que me deixa vermelho.
"Comporte-se piranha!" Ela continua.
Depois usa e abusa do cabo dentro do meu cuzinho. Eu choro e pe�o mais, imploro para ela ir ate o fim. Ela ri.
"Que linda mulher, sabe o que e bom para ela"
Ela me fode e eu quase gozo. Ela me poe de quatro na frente dela, eu s� de sutia e ela nua e linda. Ela abre as pernas e diz
"Hora de voce limpar a sujeira do Ronaldo, cotonete. vamos ver se sua lingua serve para alguma coisa ou descobrir se voce e totalmente imprestavel"
FIM
(quem quiser escrever ou trocar fantasias e id�ias, meu email � [email protected])