CONSULTA INUSITADA

Fomos passar as férias na praia, minha mulher e eu, e precisamos consultar um médico por causa de uma alergia. Rebeca sentia coceiras na vagina e eu queimações no membro.
O médico era uma médica, de cerca de cinquenta anos de idade, com um aspecto grave e cabelos curtos. Mal deu ouvidos à queixa e disse à minha mulher:
- Tire a roupa e deite-se.
Rebeca tirou o vestido e ficou de calcinha e sutiã. A médica acrescentou:
- Tire tudo, vou examiná-la completamente.
A médica tocou as coxas da minha mulher numa leve carícia, depois as afastou. Com uma mão, ela abriu seu sexo e explorou sua intimidade. A cena me deixou de pau duro. Aproximei-me a tempo de entrever seu clítoris encantador, longo e carnudo, ultrapassando os pêlos. A médica pegou-o entre os dedos e masturbou-o. Depois, o exame continuou entre as nádegas. Nossa doutora havia colocado luvas de plástico e fez um toque aprofundado no reto de minha esposa, que começou a se contrair em cima da mesa, os seios espalhados mexendo-se de um lado para o outro. A médica abriu uma gaveta, pegou dois espéculos de tamanhos diferentes, e depois de lubrificar o maior, introduziu na vagina de Rebeca. A médica se inclinou e olhou por um bom tempo o interior do sexo aberto. Pouco depois, ela lubrificou seu ânus e introduziu o segundo espéculo, bem mais estreito. Depois, a doutora examinou as mamas, apertando os lindos seios de rebeca, e, finalmente, deu-lhe um tapinha nas coxas:
- Você pode se vestir, não é nada, amanhã já vai se sentir melhor.
Então a médica me disse:
- É a sua vez. Tire a roupa e deite-se.
Eu tirei as calças, a camisa. Fiquei só de cueca, mas estava toda bamba por causa da ereção. A médica me lançou um olhar severo rnquanto eu deitava na maca. Eu estava excitado e a ponta do meu membro estava fora da cueca. Ela se aproximou e acariciou a glande.
- Preciso que fique nu para que eu faça o meu trabalho!
Sem esperar resposta, arrancou a cueca de uma só vez e deu a Rebeca, que continuava nua. De repente, ela roçou o bico de minha mulher. Rebeca gemeu. Então a doutora enfiou os dedos em sua xoxota e masturbou-a. Minha mulher gemia, esfregando uma coxa na outra. Eu sentia meus testículos inchando.
- A senhora pode se acariciar, não me incomoda. Agora, preciso examinar seu marido!
Descobriu a ponta do meu pau, apertou a glande entre os dedos e, depois, inclinou-se para ver de perto. Apalpou, ou melhor, acariciou meus testículos e disse que tudo parecia estar funcionando de acordo. Pressionou meu ventre, perguntando se doía. Em seguida, pediu para que eu dobrasse as pernas e lubrificou meu ânus antes de infiar dentro dele o espéculo apropriado. Quando o instrumento cromado me penetrou, tive como que um sobressalto no membro e nos testículos e gozei. Não consegui me conter. Ao meu lado, Rebeca se contorcia, de pé, com uma mão enfiada na xoxota e a outra acariciando a ponta dos seios. Ela gozou, soltando um pequeno grito, enquanto a médica continuava examinando meu ânus. Ainda soltei dois jatos e, para sentir mais prazer, me masturbei. A doutora nada disse, mas empurrou o espéculo mais ainda, forçando e abrindo mais meu orifício. Então tive um prazer extraordinário, embora tivesse acabado de ejacular. Foi como tivesse gozado por dentro...
Ela tirou o espéculo e disse que não tinha nada. Então me vesti e Rebeca fez o mesmo. Mais calmos, estávamos constrangidos, mas a médica não teceu qualquer outro comentário. Disse apenas que era uma alergia provocada pela areia, prescreveu uma receita e nos acompanhou até a porta, como se nada tivesse acontecido.

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