183 – António Valentim Rufatto – Brasil

 

À chuva que cai, bendigo,

por ser a seiva do chão...

Sem ela não temos trigo;

sem trigo não temos pão!

 

Corre-lhe o pranto no rosto,

quando às vezes rememora;

ser hoje apenas sol posto

quem um dia foi aurora.

 

 

 

 

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